Conselho Federal de Justiça libera R$ 2,3 bilhões em atrasados a aposentados do INSS

O Conselho Federal de Justiça liberou valor que corresponde à revisão de aposentadorias, auxílios-doença e pensões; data do pagamento depende do tribunal de cada região.

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Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

O CFJ (Conselho da Justiça Federal) liberou pagamento de atrasados de R$ 2,3 bilhões a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Esse valor é liberado por meio dos Tribunais Regionais Federais a quem obteve a concessão, revisão do benefício previdenciário ou assistencial por meio de ação judicial.

O valor corresponde a 108.273 processos, que tratam de revisão de aposentadorias, auxílios-doença, pensões e outros benefícios, de mais de 141.296 beneficiários.

Ao todo, foram repassados R$ 2,7 bilhões como RPVs (Requisições de Pequeno Valor), autuadas em abril de 2024, para o total de 185.891 processos, com 230.098 beneficiários. A maior parte (R$ 2,3 bilhões) é para os segurados da Previdência.

As RPVs são pagamentos atrasados de até 60 salários mínimos, ou seja, de até R$ 84,7 mil neste ano. Elas são pagas em ações propostas no Juizado Especial Federal. Os atrasados que superam esse valor são os chamados precatórios.

Os depósitos serão feitos conforme o cronograma de cada Tribunal Regional Federal.

Quem entrou na Justiça contra o INSS e deseja saber se está entre os pagamentos autorizados neste mês deve consultar o advogado responsável pela ação ou entrar no portal do Tribunal Regional Federal responsável, no qual há a data de emissão da ordem de pagamento. Basta procurar essa informação na consulta de RPVs.

Veja o valor que será pago às ações em cada região da Justiça Federal

TRF da 1ª Região (sede no DF, com jurisdição no DF, GO, TO, MT, BA, PI, MA, PA, AM, AC, RR, RO e AP)

Geral: R$ 1.049.890.548,66

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 902.506.744,16 (42.884 processos, com 49.730 beneficiários)

TRF da 2ª Região (sede no RJ, com jurisdição no RJ e ES)

Geral: R$ 242.568.595,07

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 203.400.676,52 (8.623 processos, com 11.947 beneficiários)

TRF da 3ª Região (sede em SP, com jurisdição em SP e MS)

Geral: R$ 429.499.901,07

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 344.719.884,63 (11.315 processos, com 14.062 beneficiários)

TRF da 4ª Região (sede no RS, com jurisdição no RS, PR e SC)

Geral: R$ 578.912.460,86

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 494.578.950,96 (24.558 processos, com 32.568 beneficiários)

TRF da 5ª Região (sede em PE, com jurisdição em PE, CE, AL, SE, RN e PB)

Geral: R$ 435.829.375,68

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 368.797.400,34 (18.419 processos, com 30.041 beneficiários)

TRF da 6ª Região (sede em MG, com jurisdição em MG)

Geral: R$ 43.903.810,29

Previdenciárias/Assistenciais: R$ 42.578.733,93 (2.474 processos, com 2.948 beneficiários)

 

Chuvas no RS: Porto Alegre é tomada por lixo e entulho após novos temporais

Com as enchentes que estão atingindo Porto Alegre nas últimas semanas, a capital gaúcha está se tornando um lixão a céu aberto. Em toda a cidade se proliferam montanhas de descartes de móveis, alimentos, produtos e outros bens destruídos pelas chuvas.

Toneladas de lixo foram retiradas de Porto Alegre

Moradores de Porto Alegre relatam mau cheiro, com restos mortais de peixes e outros animais, insetos e animais peçonhentos. A lama e o lodo também permeiam tudo o que acabou inundado. Só na última semana, os garis retiraram mil toneladas de resíduo. Com vários pontos da cidade ainda submersos, os profissionais trabalham apenas onde é possível chegar. Seis bairros seguem totalmente inacessíveis.

No dia 16 de maio, a prefeitura de Porto Alegre informou que já haviam sido removidos 119 toneladas de lixo apenas nos bairros Cidade Baixa e Menino Deus. A limpeza acontece em partes secas da cidade, onde a água havia recuado. A conta da limpeza, de acordo a prefeitura, ultrapassa os R$ 24 milhões, mas deve chegar a mais de R$ 100 milhões, dizem os técnicos.

Novo aterro sanitário em Gravataí

Um levantamento de pesquisadores do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em parceria com a empresa Mox Debris e voluntários, revela que a destruição causada pelas enchentes no Rio Grande do Sul, o volume de entulho gerado no Estado pode chegar a 46,7 milhões de toneladas.

A prefeitura também assinou um acordo para a contratação emergencial de um aterro sanitário para o descarte de 77 a 180 mil toneladas de resíduos das enchentes. O novo local terá um custo previsto de R$ 19,7 milhões e servirá como depósito para montantes que podem chegar a até 150 vezes a média diária de lixo recolhida na cidade.

O novo aterro será estruturado em Gravataí, município localizado a cerca de 30 km da capital gaúcha, e ocupará uma área correspondente a 270 hectares. O depósito deverá receber materiais contaminados pelas águas das cheias e que não se decompõem com o tempo.

Fonte: O Globo

Uma a cada dez famílias brasileiras enfrentam a falta de alimentos 

 

A insegurança alimentar moderada ou grave atingia 7,4 milhões de famílias brasileiras (ou 9,4% do total) no último trimestre de 2023. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25).

Segundo o IBGE, esses mais de 7 milhões de lares que convivem com a redução na quantidade de alimentos consumidos ou com a ruptura em seus padrões de alimentação abrigam 20,6 milhões de pessoas.

A metodologia da pesquisa envolve um questionário sobre a situação alimentar do domicílio nos 90 dias que antecederam a entrevista. “A gente não fala de pessoas [individualmente], a gente fala de pessoas que vivem em domicílios que têm um grau de segurança ou insegurança alimentar”, destaca o pesquisador do IBGE Andre Martins.

O domicílio é, então, classificado em quatro níveis, segundo a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar. O grau segurança alimentar demonstra que aquela família tem acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente.

De acordo com o IBGE, 56,7 milhões de famílias brasileiras (que reúnem 152 milhões de pessoas) encontram-se nessa situação.

O grau insegurança alimentar leve afeta 14,3 milhões de famílias (43,6 milhões de pessoas) e significa que há preocupação ou incerteza em relação aos alimentos no futuro, além de consumo de comida com qualidade inadequada de forma a não comprometer a quantidade de alimentos.

Já a insegurança alimentar moderada atinge 4,2 milhões de famílias (11,9 milhões de pessoas) e demonstra redução quantitativa de alimentos entre os adultos e/ou ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre os adultos.

Por fim, a situação mais severa é a insegurança alimentar grave, que representa uma redução quantitativa de comida e ruptura nos padrões de alimentação resultante da falta de alimentos entre todos os moradores, incluindo as crianças. São 3,2 milhões de famílias, ou 8,7 milhões de pessoas, que se encontram nesse cenário.

Fonte: Agência Brasil

Brasil deve ser a 8ª maior economia do mundo em 2024, prevê FMI

O Brasil deve ser a 8ª economia maior do mundo em 2024, segundo o último relatório divulgado pelo FMI (Fundo Monetário Internacional). Isso porque o PIB do Brasil deve crescer 2,2% em 2024. No ano passado, o Brasil estava na 9ª posição.

Os números do FMI foram divulgados nesta semana em Washington, nos EUA. Os dados estão nos relatórios World Economic Outlook e Fiscal Monitor. A projeção representa aumento de 0,5% em relação à projeção divulgada anteriormente, que previa crescimento de 1,7%. Em 2023, o PIB brasileiro cresceu 2,9%.

Com esse crescimento, o PIB brasileiro deve chegar a US$ 2,331 trilhões. Se as projeções do FMI se confirmarem, o país será a 8ª maior economia do mundo, ultrapassando a Itália. Em 2023, o Brasil ficou na 9ª posição, com PIB de US$ 2,173 trilhões. O documento também fala da previsão para a dívida brasileira e para o déficit fiscal das contas públicas para o ano que vem.

Veja o ranking das dez maiores economias do mundo em 2024 segundo as projeções do FMI:

1. Estados Unidos – US$ 28,78 trilhões
2, China – US$ 18,53 trilhões
3. Alemanha – US$ 4,59 trilhões
4. Japão – US$ 4,11 trilhões
5. Índia US$ 3,93 trilhões
6. Reino Unido US$ 3,49 trilhões
7. França – US$ 3,13 trilhões
8. Brasil – US$ 2,33 trilhões
9. Itália – US$ 2,32 trilhões
10. Canadá – US$ 2,24 trilhões

Fonte: UOL

Desenrola Brasil é prorrogado por mais 50 dias

 

O governo decidiu prorrogar por mais 50 dias o programa Desenrola Brasil, de renegociação de dívidas para quem está inadimplente. O prazo terminaria em 31 de março e agora vai até o dia 20 de maio. A medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28).

A prorrogação vale apenas para a Faixa 1 do Desenrola, destinada a pessoas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÙnico e com dívidas de até R$ 20 mil.

Essa foi a segunda prorrogação. A justificativa é o aumento da procura após a unificação do Desenrola com os aplicativos de bancos e da Caixa. Além disso, desde o início do mês, os débitos do Desenrola podem ser negociados também nas agências dos Correios.

Desde 15 de fevereiro, o Desenrola Brasil passou a ser acessado também por meio do site Serasa Limpa Nome.

Segundo o Ministério da Fazenda, 14 milhões de pessoas já foram beneficiadas pelo programa, que possibilitou a negociação de aproximadamente R$ 50 bilhões em dívidas.

Os descontos na plataforma do Desenrola são de 83%, em média; e em alguns casos chegam a ultrapassar 96%. Os pagamentos podem ser à vista ou parcelados, sem entrada e com até 60 meses para pagar.

Mais de 700 empresas participam do mutirão, entre bancos, financeiras, comércio varejista, operadoras de telefonia, concessionárias de água e de energia.

Para acesso ao Desenrola diretamente pela plataforma desenrola.gov.br é necessário ter uma conta GOV.BR.  No entanto, a conta não é necessária pelos canais parceiros.

Fonte: Agência Brasil

Americanas deve fechar 80 lojas, realizar novas demissões e vender marca de cartões Ame

 Presidente da Americanas afirmou à Folha que testes estão sendo feitos em tempo real para tomadas de decisões com agilidade.

Americanas deve fechar 80 lojas, realizar novas demissões e vender marca de cartões Ame

A Americanas deve fechar 80 lojas e realizar novas demissões, segundo informou o presidenteda empresa, Leonardo Coelho, em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, nessa segunda-feira (26). A ideia é também vender a fintech de pagamentos e cartão de crédito Ame, além das marcas Natural da Terra e Único (franquias da Imaginarium e Puket).

As lojas que deverão ser fechadas são as que, segundo o presidente da Americanas, estão com números negativos. As unidades serão avaliadas por três meses para que haja uma decisão final. A empresa deve mudar a oferta de produtos vendidos e até negociar com os donos dos imóveis para tentar salvar essas lojas.

Não há informações, ainda, se as lojas na Paraíba estão na lista das unidades que podem ser fechadas.

O prejuízo da Americanas diminuiu nos primeiros meses de 2023 (R$ 4,61 bilhões) em relação ao mesmo período de 2022 (R$ 6,02 bilhões). A marca enfrenta crise após anunciar “inconsistências” em sua contabilidade com um rombo de R$ 20 bilhões. Agora, está em recuperação judicial.

 

Agência de Empreendedorismo de Pernambuco financia estandes para artesãos da Fenearte

Desde segunda-feira (19), a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE) está com uma linha de crédito especial para que os artesãos e os comerciantes classificados para a Fenearte 2024 possam comprar seus estandes. O financiamento é uma ação conjunta do Governo do Estado, por meio da parceria entre a AGE e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (ADEPE), ligadas às secretarias de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo (SEDEPE) e de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDEC), respectivamente.

A Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), considerada a maior feira de artesanato da América Latina, realizará sua 24ª edição no período de 3 a 14 de julho, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. No entanto, a comercialização dos estandes começou segunda-feira, no Centro de Artesanato de Pernambuco, no Bairro do Recife, com a presença da equipe de Negócios da AGE. Até o dia 12 de março, serão repassadas orientações aos empreendedores em relação às condições do financiamento.

CRÉDITO – Para ter acesso à linha de crédito, é preciso ter sido selecionado para a feira nas categorias Individual Pernambuco, Alimentação, Associações e Redes Solidárias. O empreendedor poderá contar com recursos de até R$ 21 mil, com prazo de pagamento de quatro a nove meses.

Também é necessário ser residente e estar empreendendo no território do Estado de Pernambuco, possuindo pelo menos seis meses de faturamento comprovado. O crédito pode ser obtido tanto por empreendedores quanto por prestadores de serviço formalizados como MEI (Microempreendedor Individual) e também para os não formalizados, ou seja, os empreendedores informais (pessoa física).

Micro e pequenas empresas podem aderir ao Simples Nacional até quarta

As micro e pequenas empresas de todo o país têm até esta quarta-feira (31) para optar pelo Simples Nacional, o Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições. Para participar é necessário que o empreendimento esteja regular com as obrigações previstas em lei, como estar em dia com pagamentos do programa e ter cumpridas as normas trabalhistas e previdenciárias.

Segundo a Receita Federal, até quarta-feira (24), dos 739.679 processos de opção iniciados, foram atendidos 258.620. Os outros 481.059 permaneciam pendentes por apresentarem irregularidades com a União, estados, Distrito Federal ou município.

A orientação nesses casos é que o contribuinte se informe pelo próprio sistema, no Portal do Simples Nacional, por meio da opção “Acompanhamento da Formalização da Opção pelo Simples Nacional”. Nela é possível acessar o Relatório de Pendências, que reúne as observações e instruções para resolver as irregularidades e ingressar no programa.

O prazo regulamentar vale para empresas que já estão em atividade e, após a confirmação da opção pelo Simples Nacional, tem efeito retroativo ao dia 1º de janeiro de 2024. Para novas empresas, é possível aderir ao Simples Nacional em até 30 dias após a inscrição municipal ou estadual, com limite máximo de 60 dias de abertura do CNPJ, data considerada para efeito retroativo.

MEI

Além de optar pelo Simples Nacional, os Microempreendedores Individuais (MEI) que queiram aderir ao regime também precisam solicitar enquadramento no sistema de recolhimento em valores fixos mensais, o Simei. O prazo limite é igual ao de adesão ao programa e também é necessário estar em dia com as obrigações legais.

Regime especial

Para optar pelo Simples Nacional é necessário que a micro ou pequena empresa fature o limite de R$ 4,8 milhões, ao ano. Para o MEI o limite anual de faturamento é de R$ 81 mil.

A opção pelo regime especial permite ao contribuinte recolher em uma mesma guia, por meio de alíquota única, tributos federais junto com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), recolhido por estados e Distrito Federal, e o Imposto Sobre Serviços (ISS), recolhido pelo município.

Fonte: Agência Brasil

Americanas fecha quatro lojas na última semana do ano e encerra 950 contratos temporários

Registrou ainda 180 pedidos de saída, 40 términos de contrato de experiência e 18 desligamentos involuntários.

A Americanas fechou quatro lojas na última semana de 2023, informou a companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira (4). A empresa tinha no último dia do ano passado 1.754 lojas pelo país, número correspondente a 93,2% do registrado antes da recuperação judicial.

A companhia informa ainda que encerrou 950 contratos temporário no período que vai de 25 a 31 de dezembro, o que corresponde a 80% dos desligamentos registrados. Registrou ainda 180 pedidos de saída, 40 términos de contrato de experiência e 18 desligamentos involuntários.

Segundo o comunicado, “o número absoluto de desligamentos permanece em linha com os períodos anteriores à decretação da recuperação judicial”.

Informa ainda que “seu quadro de funcionários é sazonal por natureza, variando conforme oscilações do mercado de varejo e com picos nas épocas de datas comemorativas, como Páscoa, Black Friday e Natal”.

O relatório traz também que a Americanas realizou pagamentos nesse período que somam R$ 311 milhões e recebimentos de R$ 429 milhões.

Ferrari em Santa Catarina tem maior IPVA 2024 do Brasil; confira a lista

 

O IPVA de 2024 para esse superesportivo atinge R$ 736.170,46 (Foto: Reprodução)

 

A Secretaria de Fazenda de Santa Catarina revelou a lista dos 10 carros com o maior IPVA para 2024.

O resultado é uma relação de carros de encher os olhos de entusiastas automotivos – inclusive, o estado possui a chamada “Santíssima Trindade” dos carros: Ferrari LaFerrari, McLaren P1 e Porsche 918.

O supercarro que lidera esse ranking é a Ferrari LaFerrari, única no Brasil, com placas de Joinville (SC) e valor de mercado de R$ 36.208.523,00. O IPVA de 2024 para esse superesportivo atinge R$ 736.170,46. Com o valor, é possível comprar um carro de luxo zero quilômetro.

Equipada com um motor V12 aspirado de 6.3 litros, gerando 789 cv, aliado a um motor elétrico de 160 cv, a LaFerrari alcança a potência total de 963 cv e torque de 91,6 mkgf. Essa máquina é capaz de atingir 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos.

A Ferrari Daytona SP3 2023, derivada da LaFerrari, é outra presença ilustre na lista, com base de cálculo de R$ 19 milhões e IPVA de R$ 380.715,56. Essa raridade, equipada com motor V12 de 840 cv, destaca-se como um dos modelos mais exclusivos do mundo, limitado a 599 unidades.

Além da Ferrari, Santa Catarina também abriga duas unidades do Porsche 918 Spyder, um de 2015 e outro de 2014, com valores avaliados em R$ 14,8 mi e R$ 13,9 mi, resultando em IPVA de R$ 296.326,00 e R$ 279.191,34, respectivamente. Estes modelos figuram entre os IPVAs mais altos do Brasil, superando até mesmo São Paulo, onde a alíquota é de 4%, resultando em um imposto de R$ 562.984,40.

A lista dos carros com IPVA 2024 mais caros no estado tem ainda o McLaren P1 2014. Apesar de 10 anos de fabricação, o modelo é um carro exclusivo de nível mundial. Avaliado em R$ 13.121.706,00, o superesportivo inglês tem IPVA 2024 de  R$ 262.434,12.

Ferrari LaFerrari, Porsche 918 Spyder e McLaren P1 Coupe forma a “Santíssima Trindade” dos carros. O termo é utilizado pelos entusiastas para qualificar o trio, considerado os esportivos mais exclusivos do mundo.

BNDES inicia Brasil Mais Produtivo com R$ 2 bilhões e juro ‘quase zero’

A meta é fazer 93 mil atendimentos a pequenas indústrias. O banco entrará com R$ 100 milhões de crédito ao um custo financeiro em Taxa Referencial, que chegou a 0,07% em novembro

Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e Aloizio Mercadante
Luiz Inácio Lula da Silva (à esq.), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e Aloizio Mercadante (Foto: Divulgação)

O Brasil Mais Produtivo, programa voltado para indústrias e empresas de pequeno e médio portes, ganhou R$ 2 bilhões para investimento em transformação digital. A meta é realizar 93,1 mil atendimentos a pequenas indústrias até 2026. Remodelado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o programa será operado pelo BNDES a partir de janeiro de 2024.

De acordo com informações publicadas nesta segunda-feira (20) pela coluna Painel, o banco estatal entrará com R$ 80 milhões não reembolsáveis e com a disponibilização de linhas no valor de R$ 100 milhões de crédito com custo financeiro em Taxa Referencial (TR). Em novembro, a taxa é de 0,07% e chegou a 1,9% no acumulado dos últimos 12 meses.

A nova versão do programa faz parte da política industrial coordenada pelo Conselho Nacional do Desenvolvimento Industrial (CNDI) voltado à indústria 4.0 (conectada). Participam como parceiros a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), o Senai, Sebrae, Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e Embrapii (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial).

Dinheiro para as prefeituras a  lei que recompõe FPM e antecipa compensação do ICMS é sancionada pelo presidente

Governo Federal anuncia ‘socorro emergencial’ de R$ 4,8 bilhões para os municípios; ajuda é recompensa pelas perdas de ICMS e queda do FPM

Os prefeitos das 184 cidades do Ceará receberam, com alívio, na tarde desta terça-feira (24), a informação sobre a decisão do presidente Lula em sancionar o texto do projeto de lei que garante aos Municípios a recomposição do FPM (Fundo de Participação dos Municípios) e a compensação pelas perdas do ICMS em 2022.

A CNM (Confederação Nacional de Municípios) emitiu uma nota para os gestores das 5.568 cidades brasileiras com informações sobre os valores a serem repassados a cada Prefeitura. A entidade deve detalhar, nesta quarta-feira, a fatia de recursos que caberá a cada município.

A recomposição do FPM se refere a perdas de receita acumulada nos meses de julho, agosto e setembro e soma R$ 2,3 bilhões. O dinheiro chegará como ajuda para as prefeituras manterem as contas em dia e pagar o 13º salário dos servidores.

Os Governos Estaduais estão, também, contemplados nesse projeto: a União fará um repasse, como compensação pelas perdas do FPE (Fundo de Participação dos Estados), no valor de R$ 1,6 bilhão.
A lei sancionada estabelece que, quanto ao ICMS, serão antecipados para os Estados e Municípios um volume de recursos da ordem de R$ 27 bilhões. Desse montante, R$ 2,7 bilhões serão destinados aos Municípios.

Os recursos seriam transferidos somente em 2024, mas diante da queda na receita, houve antecipação das verbas para 2023.

O presidente Lula vetou o trecho da lei que obrigaria o Governo Federal a compensar os municípios caso os Estados deixassem de realizar os repasses devidos relativos à nova receita ou enviassem recursos dessa fonte para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e serviços de saúde.

CNM COMEMORA VITÓRIA

“A medida era urgente e necessária e conseguimos, com a força do movimento e a união dos gestores municipais, apresentar os dados e aprovar a medida no Congresso Nacional”, comemorou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, ao alertar, porém, que é preciso que todos estejam, de fato, atentos à real situação do país uma vez que a crise financeira não é pontual, ‘’não vai passar se não forem, realmente, solucionados os problemas estruturais, como má repartição do bolo tributário e subfinanciamento de programas federais”.

Copom reduz a Selic e taxa básica de juros cai de 13,25% para 12,75%

O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela segunda vez no semestre. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 12,75% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros .

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.

Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

Inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o indicador ficou em 0,23% e acumula 3,23% em 12 meses . Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.

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O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.

No Relatório de Inflação divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia 2023 em 5% no cenário base. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de setembro.

As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,86%. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,9%.

Crédito mais barato

A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Inflação, o Banco Central projetava crescimento de 2% para a economia em 2023.

O mercado projeta crescimento maior, principalmente após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) cresceu 0,9% no segundo trimestre . Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,89% do PIB em 2023.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob

Prefeitos! Governo antecipará R$ 10 bi para compensar perda de ICMS

(Da Agência Brasil)

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, informou nesta terça-feira (12) que o governo federal irá antecipar R$ 10 bilhões a estados e municípios para compensar a perda com o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O valor estava previsto para ser repassado em 2024, mas será pago ainda este ano.

De acordo com o ministro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou incluir a antecipação no Projeto de Lei Complementar (PLP) 136/23, que trata das perdas de ICMS e está em tramitação na Câmara dos Deputados.

“Isso significa uma compensação de R$ 2,5 bilhões a mais para os municípios brasileiros. [O presidente Lula] nos autorizou a incluir isso hoje no PLP, que já teve aprovada a urgência na semana passada, e o relatório vai ser apresentado pelo deputado Zeca Dirceu [PT-PR e relator do projeto]”, afirmou Padilha.

Outra medida acertada com o presidente Lula é a inclusão no projeto de uma compensação aos municípios pela queda, de julho a setembro, nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Desta forma, as prefeituras irão receber um adicional de R$ 2,3 bilhões.

“Vai ter uma parcela extra do governo federal que compensa essa queda dos últimos três meses, garantindo também que os municípios tenham o FPM compensado, ajudando os municípios a tocar suas ações da saúde, habitação.”

A expectativa do governo, conforme Padilha, é que o PLP 136/23 seja aprovado nesta quarta-feira (13) na Câmara dos Deputados e, em seguida, no Senado. Assim que aprovado, o governo iniciará os repasses aos estados, municípios e Distrito Federal.

Perda de ICMS

A compensação das perdas com o ICMS, imposto administrado pelos estados, ocorre por causa de leis complementares adotadas no ano passado, na gestão de Jair Bolsonaro, que limitaram as alíquotas sobre combustíveis, gás natural, energia, telecomunicações e transporte coletivo, impactando na arrecadação dos entes federativos.

O Projeto de Lei Complementar 136/23, enviado pelo Executivo, prevê compensação total de R$ 27 bilhões em razão das mudanças nas alíquotas, que será paga até 2026. O montante foi negociado entre o Ministério da Fazenda e os governos estaduais, e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em junho.

Vendas do varejo em Pernambuco recuam 0,9%  a paraíba conquista 2ª maior alta do país em vendas no varejo aponta IBGE

(Foto: Walla Santos)

A Paraíba conquistou a segunda maior taxa de crescimento do País, conforme a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (15), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  Na passagem de junho para julho de 2023, o volume de vendas do comércio varejista do Estado cresceu 2,4%, ficando atrás apenas do Espírito Santo (3,3%), enquanto o País registrou alta de 0,7%.  

Ainda de julho sobre junho, houve resultados positivos em 14 das 27 unidades das federações, com destaque para: Espírito Santo (3,3%), Paraíba (2,4%) e Rio Grande do Sul (2,1%). Pressionando negativamente, figuram 11 unidades das federações, com destaque para Acre (-2,1%), Alagoas (-1,6%), Rio Grande do Sul (-1,3%) Pernambuco ( -0,9%) em junho,

O volume de vendas do comércio em Pernambuco caiu 0,9% em junho, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada  pelo IBGE. É o segundo percentual mais baixo do país, empatado com o Tocantins e à frente apenas de Minas Gerais, onde o recuo foi de 1,3%. No Brasil, o índice ficou estável.

Na comparação entre junho de 2023 e o mesmo período do ano anterior, Pernambuco registrou alta de 0,2%, próxima à estabilidade, em desempenho inferior à média brasileira (1,3%). Por outro lado, a variação acumulada do semestre no estado foi de 1,3%, igual ao índice do Brasil no período. No entanto, na variação acumulada dos últimos 12 meses (julho de 2022 a junho de 2023), o desempenho de Pernambuco voltou a ficar negativo, com retração de 1,1%, enquanto a média nacional foi de 0,9%.

Comércio varejista ampliado tem pior resultado do país em junho
No comércio ampliado, que inclui as atividades de material de construção, além de veículos, motos, partes e peças, e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (que englobam os atacarejos), Pernambuco teve o pior resultado do país, com queda de 1,8%. Por outro lado, a alta no Brasil foi de 1,2%. 
Pernambuco teve estabilidade em junho de 2023 no varejo ampliado frente ao mesmo mês de 2022, enquanto o Brasil observou alta de 8,3%. No acumulado do semestre, o volume de vendas do setor caiu 1,6% no estado; o país, por sua vez, voltou a ter desempenho positivo, com avanço de 4%. No acumulado dos últimos 12 meses, a situação se repetiu: retração em Pernambuco (-8,6%) e crescimento a nível nacional (1,1%).
Das 14 atividades comerciais e suas subdivisões investigadas pela Pesquisa Mensal do Comércio, sete tiveram alta em junho de 2023 na comparação com o mesmo mês de 2022. As com melhores resultados foram Combustíveis e lubrificantes (27,8%), Livros, jornais, revistas e papelaria (6,7%) e Hipermercados e supermercados (2,9%). Os percentuais mais baixos ficaram com Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-30,7%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-14,6%) e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-12,2%).
Na variação acumulada do ano (janeiro a junho), os Combustíveis e lubrificantes continuaram na dianteira, com alta de 22,6%, mas a segunda posição passou a ser ocupada pelos Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (22,6%), com Hipermercados e supermercados no terceiro lugar (3,8%). Os Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação tiveram o resultado mais baixo, com recuo de 23,2%. Na sequência estão Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-13,7%) e Tecidos, vestuário e calçados (-12,5%).
No acumulado dos últimos 12 meses, Combustíveis e lubrificantes ficaram na frente mais uma vez, com alta de 21,5%, seguidos por Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7%) e Material de construção (1,2%). Veículos, motocicletas, partes e peças (-22,1%), Tecidos, vestuário e calçados (-17,6%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-15,6%) registraram as maiores quedas percentuais.

Pix poderá ser feito sem internet e usado para pagar conta de luz e condomínio

Novidade, batizada de Pix automático, deve ser lançada no ano que vem e permitirá pagamento de despesas recorrentes, como plano de saúde

A partir do segundo trimestre do ano que vem, o PIX poderá ser usado em débitos automático, para o pagamento das chamadas obrigações recorrentes, como energia elétrica, taxa de condomínio e plano de saúde. A notícia faz parte do Relatório de Gestão do PIX, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

— Todas as instituições que ofertam PIX poderão entrar no PIX Automático —disse o diretor do BC, Renato Gomes, falando sobre a nova funcionalidade desse instrumento.

Sem internet

utra novidade prevista no documento, ainda sem data para começar, é a realização de operações via PIX sem internet, o que é impossível atualmente. A medida tem por objetivo facilitar o pagamento de pedágios, transporte público e outros serviços.

Também está prevista a realização de PIX em transações internacionais e parcelamentos.

“O Pix Automático será desenvolvido de forma bastante flexível, para atender a multiplicidade de negócios em suas diferentes necessidades (…), estimulando a competição”, diz o relatório.

“Dada a maior quantidade de agentes aptos a oferecer a solução aos recebedores, espera-se que o custo também seja menor do que o atualmente observado na oferta de serviços similares”, destaca o documento.

R$ 1,2 tri em transações

Desde o lançamento do PIX, em novembro de 2020, pouco mais de 60% das operações no Brasil foram de valores inferiores a R$ 100. Porém, dados de dezembro de 2022 chamam atenção: em um único mês, o total transferido foi de R$ 1,2 trilhão.

Entre os pontos positivos do PIX, destacados pelo Banco Central, um deles é a inclusão bancária. De acordo com o relatório divulgado nesta segunda-feira, com o surgimento dessa modalidade, 71,5 milhões de pessoas passaram a usar o pix.

— Com isso, essas pessoas passaram a fazer parte do sistema financeiro nacional —afirmou Gomes.

Em 2021, o volume total foi de operações correspondeu a R$ 5,2 trilhões. No ano seguinte, em 2022, o valor subiu para R$ 10,9 trilhões.

O globo.

Nota fiscal eletrônica passa a ser obrigatória para MEI

 

Microempreendedores Individuais (MEI) terão de emitir obrigatoriamente a Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) no padrão nacional a partir de sexta-feira (1º).

A NFS-e começou a ser emitida por MEIs prestadores de serviços a partir de janeiro deste ano.

A mudança segue a Resolução nº 169/22 do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) e vale para os MEI prestadores de serviços para pessoas jurídicas de todo o país.

Facilitando a vida do empreendedor

O governo federal aponta que a adoção de uma NFS-e padronizada não só vai reduzir a burocracia e beneficiar a administração federal, como também facilita a vida dos próprios contribuintes.

O Sebrae, que oferece apoio para os empreendedores durante o processo, também defende o ponto de vista.

“Vamos padronizar as informações, reduzir custos e aumentar a eficácia. As micro e pequenas empresas ganham em competitividade e desburocratização, com a dispensa da emissão de documentos em papel”, defende o presidente do Sebrae Nacional, Décio Lima.

Fonte: CNN

No interior de PE, motorista embriagado provoca a morte de duas pessoas na BR-232

Um motorista embriagado provocou a morte de duas pessoas na manhã desta sexta-feira (1º), na BR-232, em Pesqueira, no interior de Pernambuco. Morreram o passageiro do veículo conduzido pelo motorista alcoolizado e um motoqueiro que fazia a travessia da rodovia.

O sinistro de trânsito (não é mais acidente de trânsito que se define. Entenda) aconteceu por volta das 7h, no km 212 da BR-232.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro colidiu transversalmente com a motocicleta. E, pelos vestígios encontrados, a suspeita é de que o carro pegou a contramão da BR-232, perdeu o controle e colidiu em uma moto que acessava a rodovia.

 

O motorista do carro realizou o teste do bafômetro e o resultado foi de 0,55 mg/l de álcool expelido do pulmão, o que que configura crime de trânsito. Assim, o condutor foi autuado e será encaminhado a uma delegacia após ter alta hospitalar.

O passageiro da moto também foi encaminhado para uma unidade de saúde. Um segundo passageiro do carro teve lesões leves e não precisou ser socorrido. A PRF não informa mais placa dos veículos nem o nome das pessoas envolvidas em sinistros de trânsito.

Forbes: Confira a lista dos 31 Bilionários Nordestinos: Sete são pernambucanos,16 cearenses

Trinta e um nordestinos bilionários.

 Ceará -16

 Pernambuco – 7

 Maranhão – 4

 Bahia – 3

 Paraiba – 1

A relação dos 300 bilionários brasileiros, divulgada pela revista Forbes, traz 31 nomes de nordestinos, com destaque para sete famílias pernambucanas.

 

Entre os bilionários de Pernambuco estão: ANTÔNIO AUGUSTO DE QUEIROZ GALVÃO, ANITA LOUISE REGINA HARLEY, LISIANE GURGEL ROCHA, ÉLVIO GURGEL ROCHA, FLÁVIO GURGEL ROCHA, PAULO SÉRGIO FREIRE MACEDO, e DÓRIO FERMAN. Ambas as fortunas são baseadas no setor financeiro.

Confira, abaixo, a lista completa com os nomes das mais expressivas fortunas do Nordeste e suas respectivas colocações na lista da Forbes:

  1. MÁRIO ARAÚJO ALENCAR ARARIPE – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 25º – Fortuna (R$ bi): R$ 14,42 – Empresa: Casa dos Ventos – Setor: Energia
  2. CANDIDO PINHEIRO KOREN DE LIMA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 27º – Fortuna (R$ bi): R$ 10,10 – Empresa: Hapvida – Setor: Saúde
  3. CANDIDO PINHEIRO KOREN DE LIMA JR. – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 75º – Fortuna (R$ bi): R$ 5,28 – Empresa: Hapvida – Setor: Saúde
  4. JORGE FONTOURA PINHEIRO KOREN DE LIMA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 75º – Fortuna (R$ bi): R$ 5,28 – Empresa: Hapvida – Setor: Saúde
  5. MARIA CONSUELO LEÃO DIAS BRANCO – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 78º – Fortuna (R$ bi): R$ 5,20 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  6. ANTÔNIO AUGUSTO DE QUEIROZ GALVÃO E FAMÍLIA – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 83º – Fortuna (R$ bi): R$ 4,40 – Empresa: Queiroz Galvão – Setor: Energia
  7. ILSON MATEUS RODRIGUES – Estado: Maranhão Posição no Brasil: 87º – Fortuna (R$ bi): R$ 4,25 – Empresa: Grupo Mateus – Setor: Varejo
  8. JOSÉ JANGUIÊ BEZERRA DINIZ – Estado: Paraíba – Posição no Brasil: 107º – Fortuna (R$ bi): R$ 3,30 – Empresa: Ser Educacional – Setor: Educação
  9. OTO DE SÁ CAVALCANTE E FAMÍLIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 128º – Fortuna (R$ bi): R$ 2,64 – Empresa: Arco Educação – Setor: Educação
  10. FRANCISCO DEUSMAR DE QUEIRÓS E FAMÍLIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 138º – Fortuna (R$ bi): R$ 2,50 – Empresa: Pague Menos – Setor: Saúde
  11. AMARÍLIO PROENÇA DE MACÊDO E FAMÍLIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 144º – Fortuna (R$ bi): R$ 2,40 – Empresa: J. Macêdo – Setor: Alimentação
  12. ANITA LOUISE REGINA HARLEY – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 199º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,60 – Empresa: Casas Pernambucanas Setor: Varejo
  13. CARLOS JEREISSATI E FAMÍLIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 199º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,60 – Empresa: Iguatemi – Setor: Varejo
  14. JOSÉ BEZERRA DE MENEZES NETO E FAMÍLIA – Estado: Ceará Posição no Brasil: 205º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,55 – Empresa: BicBanc – Setor: Financeiro
  15. MARIA BARROS PINHEIRO – Estado: Maranhão – Posição no Brasil: 205º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,55 – Empresa: Grupo Mateus – Setor: Varejo
  16. JOSÉ CAETANO PAULA DE LACERDA – Estado: Bahia – Posição no Brasil: 239º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,28 – Empresa: Grupo GPS – Setor: Financeiro
  17. EVERARDO FERREIRA TELLES E FAMÍLIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 240º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,25 – Empresa: Ypióca – Setor: Bebidas
  18. CARLOS NASCIMENTO PEDREIRA FILHO E FAMÍLIA – Estado: Bahia – Posição no Brasil: 244º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,21 – Empresa: Grupo GPS – Setor: Financeiro
  19. LISIANE GURGEL ROCHA – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 244º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,21 – Empresa: Guararapes/Riachuelo – Setor: Varejo
  20. ÉLVIO GURGEL ROCHA – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 247º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,20 – Empresa: Guararapes/Riachuelo – Setor: Varejo
  21. FLÁVIO GURGEL ROCHA – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 248º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,19 – Empresa: Guararapes/Riachuelo – Setor: Varejo
  22. PAULO SÉRGIO FREIRE MACEDO E FAMÍLIA – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 260º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,13 – Empresa: Grupo Nordeste – Setor: Varejo
  23. DENÍLSON PINHEIRO RODRIGUES – Estado: Maranhão – Posição no Brasil: 262º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,12 – Empresa: Grupo Mateus – Setor: Varejo
  24. ILSON MATEUS RODRIGUES JR. – Estado: Maranhão – Posição no Brasil: 262º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,12 – Empresa: Grupo Mateus – Setor: Varejo
  25. DÓRIO FERMAN – Estado: Pernambuco – Posição no Brasil: 269º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,08 – Empresa: Santos Brasil – Setor: Logística
  26. FRANCISCO CLÁUDIO SARAIVA LEÃO DIAS BRANCO – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 271º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,06 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  27. FRANCISO IVENS DE SÁ DIAS BRANCO JR. – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 271º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,06 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  28. FRANCISCO MARCOS SARAIVA LEÃO DIAS BRANCO – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 271º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,06 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  29. MARIA DAS GRAÇAS DIAS BRANCO DA ESCÓSSIA – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 271º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,06 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  30. MARIA REGINA SARAIVA LEÃO DIAS BRANCO XIMENES – Estado: Ceará – Posição no Brasil: 271º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,06 – Empresa: M. Dias Branco – Setor: Alimentação
  31. EDUARDO CINTRA SANTOS E FAMÍLIA – Estado: Bahia – Posição no Brasil: 284º – Fortuna (R$ bi): R$ 1,00 – Empresa: Petrorecôncavo – Setor: Petróleo

Desemprego cai a 8% no segundo trimestre de 2023, diz IBGE

taxa de desemprego no Brasil foi de 8% no trimestre móvel terminado em junho, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É o melhor resultado para a taxa de desemprego neste trimestre desde 2014 (6,9%). Em relação ao trimestre imediatamente anterior, entre janeiro e março, o período traz redução de 0,8 ponto percentual (8,8%) na taxa de desocupação. No mesmo trimestre de 2022, a taxa era de 9,3%.

Com isso, o número absoluto de desocupados teve baixa de 8,3% contra o trimestre anterior, chegando a 8,6 milhões de pessoas. São 785 mil pessoas a menos no contingente de desocupados, comparado o último trimestre do ano passado. Em relação ao mesmo período de 2022, o recuo é de 14,2%, ou 1,4 milhão de trabalhadores.

Já o total de pessoas ocupadas cresceu 1,1% contra o trimestre anterior, passando para 98,9 milhões de brasileiros. Na comparação anual, houve crescimento de 0,7%, somando 641 mil pessoas ao grupo.

A pesquisa mostra que o contingente de empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada subiu 2,4% na comparação trimestral, chegando a 13,1 milhões de pessoas. Houve estabilidade na comparação anual.

O tipo de vínculo que se destaca como responsável pelo crescimento da ocupação vem de um dos segmentos da informalidade, que é o emprego sem carteira assinada.
— Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE.

Beringuy explica que todos os subgrupos de trabalhadores sem carteira tiveram aumento no trimestre, com demanda maior no setor privado, de trabalhadores domésticos e de prestadores de serviços para famílias como destaques.

Já o grupo de trabalhadores com carteira assinada no setor privado ficou estável no trimestre. São 36,8 milhões de pessoas, com aumento de 2,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Veja os destaques da pesquisa

  • Taxa de desocupação: 8%
  • População desocupada: 8,6 milhões de pessoas
  • População ocupada: 98,9 milhões
  • População fora da força de trabalho: 67,1 milhões
  • População desalentada: 3,7 milhões
  • Empregados com carteira assinada: 36,8 milhões
  • Empregados sem carteira assinada: 13,1 milhões
  • Trabalhadores por conta própria: 25,2 milhões
  • Trabalhadores domésticos: 5,8 milhões
  • Trabalhadores informais: 38,7 milhões
  • Taxa de informalidade: 39,2%

Desalentados em queda

O aquecimento do mercado de trabalho trouxe ânimo para parte dos trabalhadores que estavam fora da força de trabalho. Os desalentados, por exemplo, trabalhadores que desistiram de procurar emprego caíram para o menor nível desde o terceiro trimestre de 2016.

Hoje, são 3,7 milhões de pessoas nessa situação, contra um pico de mais de 5,6 milhões no terceiro trimestre de 2020 — momento de pleno choque da pandemia de Covid.

De acordo com Beringuy, do IBGE, há muitos fluxos para a saída de pessoas do desalento. Elas deixam a estatística a partir do momento que retomam a busca por emprego, retornam ao trabalho ou desistem de vez de procurar uma vaga.

A taxa de subutilização também registra queda, que faz a relação entre desocupados, quem poderia trabalhar mais e quem não quer trabalhar com toda a força de trabalho. São 20,4 milhões de pessoas subutilizadas no país, o que gera uma taxa de 17,8% de subutilização.

Esse é o menor número desde 2015, com queda nas duas comparações: 1,0 p.p. no trimestre e 3,4 p.p. no ano.

Rendimento segue estável

O rendimento real habitual ficou estável frente ao trimestre anterior em R$ 2.921. No ano, o crescimento foi de 6,2%.

Já a massa de rendimento real habitual foi estimada em R$ 284,1 bilhões. O resultado também ficou estável frente ao trimestre anterior, mas cresceu 7,2% na comparação anual.

“Na comparação trimestral, o crescimento da população ocupada não foi suficiente para, diante da estabilidade do rendimento, provocar aumento da massa. Já no ano temos um panorama em que tanto a população ocupada como o rendimento sobem, ou seja, mais pessoas trabalhando e com maiores remunerações”, diz Adriana Beringuy, do IBGE.

*Fonte: Raphael Martins, g1

Bancos dão desconto de até 96% para limpar o nome no Desenrola

Os bancos e instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer condições para limpar o nome de pessoas que estão endividadas, dentro do Desenrola Brasil.

O programa de renegociação de dívidas, idealizado pelo governo federal e com o apoio da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), começou a vigorar na segunda-feira (17).

A primeira fase vai contemplar dívidas bancárias. Pessoas físicas que têm dívidas bancárias de até R$ 100 ficarão automaticamente com o nome limpo nas instituições. Assim, os beneficiados podem voltar a pegar crédito ou fazer contrato de aluguel, se não tiverem outras restrições. Mas o não pagamento das parcelas renegociadas leva a uma nova negativação.

O programa, que estará vigente até 31 de dezembro de 2023, tem duas faixas de beneficiados e começou pela faixa 2, destinada a pessoas físicas com renda acima de dois salários míninos (R$ 2.640) até R$ 20 mil e dívidas em banco sem limite de valor.

Nessa fase, os bancos vão oferecer a possibilidade de renegociação diretamente em seus canais com os clientes, e as condições mudam de uma instituição para outra.

Já a faixa 1, voltada a pessoas físicas de renda mensal de até dois salários mínimos ou que constem no CadÚnico (Cadastro Único dos beneficiários dos programas sociais do governo federal), com dívidas de até R$ 5.000, deverá ser incluída ao longo do segundo semestre. O governo está desenvolvendo uma plataforma específica para esse público.

Ao todo, a expectativa é criar condições especiais para facilitar as renegociações de aproximadamente 70 milhões de pessoas.

Tiroteio deixa mortos em Auckland horas antes da abertura da Copa do Mundo feminina

A cidade de Auckland, na Nova Zelândia, foi palco de um tiroteio horas antes da abertura da Copa do Mundo Feminina. O ato ocorreu às 7h22 locais (16h22 no horário de Brasília).

A polícia local afirmou que houve um “grave incidente” na Quay Street, uma das principais ruas do centro econômico da cidade. O ataque ocorreu perto de um canteiro de obras de um edifício em construção.

Duas pessoas morreram e outras ficaram feridas, ainda de acordo com as autoridades.

O autor dos disparos também morreu, um homem de 24 anos que estava com tornozeleira eletrônica.

Os policiais isolaram a área, que recebeu dezenas de viaturas para atender a ocorrência. A Quay Street está fechada. O local é próximo da Fifa Fan Festival.

A seleção da Noruega está hospedada próxima à área do tiroteio e informou que ninguém da delegação ficou ferido.

Preço do ovo de galinha sobe mais de 20% em 12 meses e tem a maior alta em uma década

O alimento é considerado uma opção coringa no cardápio dos brasileiros (Foto: Reprodução)

O preço do ovo de galinha teve a maior alta em uma década no Brasil, subindo mais de 20%, nos últimos 12 meses. Esse aumento é sete vezes maior que a inflação oficial do país, que hoje está em torno de 3%.

O alimento é considerado uma opção coringa no cardápio dos brasileiros devido à sua versatilidade, mas o aumento de preço está pesando no bolso dos consumidores.

De acordo com o levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o preço do ovo de galinha subiu cerca de 23% em um ano . Enquanto isso, as carnes e o frango ficaram mais baratos no mesmo período, com reduções de aproximadamente 6,73% e 3,94%, respectivamente.

O presidente de uma cooperativa, Irineo da Costa Rodrigues explicou que os produtores reduziram a produção de ovos devido ao aumento do custo da ração. Ao mesmo tempo as exportações cresceram, por conta de casos de gripe aviária em alguns países.

“O Brasil, portanto, produzindo menos e passando a exportar, isso fez com que a oferta e a procura ela ficou desequilibrada. Existe uma oferta menor hoje do que o consumo. Por outro lado também as carnes, com preço baixo, faz com que migram um pouco o consumo para as carnes, mas ainda o preço do ovo está muito alto”.

Efeito cascata

A alta no preço do ovo gera um efeito cascata. Em Curitiba, por exemplo, há um ano dava pra encontrar a dúzia de ovos sendo vendida a menos de R$8 nas feiras e nos mercados. Nos últimos 12 meses, esse valor foi subindo, e agora a média está em R$ 9,30. Mas, em uma feira, o produto está ainda mais caro, com a dúzia saindo por R$ 15.

A clientela até pechincha, mas está difícil conseguir um desconto: “Não tem como, o custo é muito alto”, destaca o feirante Juliano.

Em uma panificadora, 90% dos produtos levam ovos nas receitas. São usadas quase 20 dúzias, por dia. O aumento do custo levou a panificadora a repassar pelo menos uma parte desse aumento aos clientes.

“Em alguns produtos aumentamos 5%, mas só em 30 dias os ovos aumentaram quatro vezes. Então é um aumento muito grande. provavelmente mais pra frente vai ter um aumento sim”, destaca a auxiliar de confeiteira, Francielle Bello.