Em vitória do governo, Senado aprova marco legal de terras raras e minerais críticos 

Marco prioriza a indústria nacional, garante incentivos de R$ 5 bilhões ao setor  e reforça soberania diante da disputa global por terras raras. Texto segue para sanção do presidente Lula

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residente Luiz Inácio Lula da Silva e terras rarasCrédito: Freepik | Ricardo Stuckert/PR

 O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) o marco legal para a exploração e industrialização de minerais críticos e estratégicos, incluindo terras raras. O projeto prevê R$ 5 bilhões em incentivos fiscais, cria um fundo garantidor e estabelece um conselho governamental com atribuições para analisar operações envolvendo interesses estrangeiros no setor.

A proposta, considerada uma das prioridades do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi aprovada em votação simbólica e praticamente sem mudanças em relação ao texto que passou pela Câmara dos Deputados. Dessa forma, o projeto segue para sanção presidencial.

A aprovação também representa uma vitória para a estratégia do governo de estimular o processamento dos minerais no território brasileiro, ampliar a participação da indústria nacional na cadeia produtiva e evitar que o país se limite à exportação de matérias-primas estratégicas.

Conselho terá poder sobre operações estrangeiras

Um dos principais pontos do marco é a criação do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, que terá atribuições para regular o setor e acompanhar operações consideradas relevantes para os interesses nacionais.

Entre suas competências estará a análise de mudanças de controle societário de empresas, cessões de ativos da União e concessões de títulos minerários. O órgão também poderá acessar informações relacionadas a possíveis influências e interesses estrangeiros.

O setor privado tentou modificar o projeto para limitar os poderes estatais, mas prevaleceu a posição defendida pelo Palácio do Planalto.

Parte das competências será dividida com a Agência Nacional de Mineração (ANM), embora o projeto não detalhe como ocorrerá a interlocução entre os dois órgãos.

Disputa global por terras raras

A aprovação ocorre em meio à crescente competição internacional pelo acesso aos minerais críticos, recursos essenciais para setores de alta tecnologia, energia e defesa.

O marco é tratado como prioritário pelo governo Lula Lula diante do avanço do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a exploração de terras raras no Brasil. Recentemente, o governo estadunidense fechou um acordo para a compra da Serra Verde, empresa do setor sediada em Goiás.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos também anunciou um aporte de US$ 750 milhões, aproximadamente R$ 3,8 bilhões, na companhia.A venda da Serra Verde aos Estados Unidos ocorreu com o apoio do então governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), candidato à Presidência da República no pleito de outubro. .

O interesse estadunidense está inserido na disputa estratégica com a China, que lidera a exploração de minerais críticos em nível mundial. Esses recursos são utilizados tanto pela indústria de alta tecnologia quanto pelo setor de defesa.

As terras raras são um conjunto de 17 elementos químicos cuja extração e cujo refino apresentam elevada complexidade. Alguns desses elementos são empregados na fabricação de ímãs para veículos elétricos, equipamentos de energia renovável e sistemas de defesa.

Industrialização e soberania

O projeto institui uma política nacional para minerais críticos e estratégicos e estabelece diretrizes para a exploração desses recursos. O texto mantém como eixos o fortalecimento da soberania nacional, o incentivo ao refino de minérios no Brasil e o estímulo à transição energética.

A intenção é ampliar o valor agregado da produção mineral brasileira e reduzir o risco de o país assumir apenas o papel de fornecedor de commodities para cadeias industriais instaladas no exterior.

Nas últimas semanas, auxiliares de Lula atuaram para acelerar a votação do relatório elaborado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM).

O governo também preparou uma medida provisória e um decreto presidencial para dar continuidade à regulamentação do marco. Entre outros pontos, essas normas deverão definir quais minerais serão classificados como críticos, por terem pouca oferta no país, ou estratégicos, por apresentarem elevada demanda internacional.

Durante a discussão no plenário, Braga relacionou a política mineral ao desenvolvimento tecnológico e industrial do país.

“Estamos tratando aqui de talvez algo que seja o [tema] mais estratégico no avanço da indústria 4.0 e da indústria 5.0”, afirmou.

R$ 5 bilhões em incentivos fiscais

O marco prevê R$ 5 bilhões em incentivos fiscais para um programa destinado ao desenvolvimento do setor. Os benefícios serão concedidos na forma de créditos da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), distribuídos igualmente entre 2030 e 2034.

Como contrapartida, o projeto estabelece condições relacionadas ao uso de produtos nacionais e à comercialização para o mercado interno.

Terão prioridade no acesso aos incentivos empresas que utilizarem mão de obra das regiões afetadas pelos empreendimentos ou contribuírem para aumentar o valor agregado da cadeia mineral.

Também serão priorizados projetos integrados a cadeias produtivas, incluindo a fabricação de baterias e ímãs.

A regulamentação deverá estabelecer as faixas de crédito, os prazos, os procedimentos e os mecanismos para verificar o cumprimento das exigências estabelecidas pelo marco.

Fundo garantidor poderá receber R$ 2 bilhões da União

A proposta também cria um fundo garantidor para apoiar o desenvolvimento do setor. A participação da União nesse instrumento será limitada a R$ 2 bilhões.

Se o projeto for sancionado, as empresas abrangidas pela nova legislação deverão destinar parte de suas receitas brutas à pesquisa ou ao fundo. O percentual será de 0,3% durante os primeiros seis anos e passará a 0,5% posteriormente.

O texto permite ainda que recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima sejam utilizados no financiamento de projetos de beneficiamento mineral relacionados à transição energética e à mitigação dos efeitos do aquecimento global.

Entre os objetivos da nova política mineral também estão o enfrentamento dos impactos climáticos e o estímulo à geração de energia limpa e renovável.

ANM poderá realizar leilões

Outro instrumento previsto pelo marco é a possibilidade de a Agência Nacional de Mineração promover leilões de áreas com potencial de extração, com o objetivo de estimular a expansão do setor.

As empresas poderão ainda emitir debêntures incentivadas e de infraestrutura, títulos que contam com benefícios fiscais e poderão funcionar como fonte adicional de financiamento para novos projetos.

Como o Senado manteve praticamente intacto o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, o projeto encerrou sua tramitação no Congresso Nacional e segue agora para a sanção do presidente Lula.

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População de Pernambuco cresce e chega a 9.583.176 habitantes, aponta novo levantamento do IBGE

Pernambuco tem 9.583.176 habitantes, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados consideram a contagem da população até 1º de julho de 2026. No estado, o número representa aumento de 0,22% em relação ao ano passado, quando o IBGE somou 9.562.007 habitantes.

Pernambuco figura como o 7º estado mais populoso do Brasil e o 2º mais populoso da Região Nordeste, ficando atrás apenas da Bahia que soma 14.889.472 habitantes. O Ceará aparece em terceiro na região, com 9.302.211 moradores.

Confira população dos estados do Nordeste:

1º Bahia – 14.889.472 (0,12%)

2º Pernambuco – 9.583.176 (0,22%)

3º Ceará – 9.302.211 (0,36%)

4º Maranhão – 7.024.557 (0,09%)

5º Paraíba – 4.182.828 (0,44%)

6º Rio Grande do Norte – 3.463.737 (0,25%)

7º Piauí – 3.392.617 (0,24%)

8º Alagoas – 3.221.128 (0,01%)

9º Sergipe – 2.307.255 (0,34%).

Municípios

De acordo com o levantamento, o Recife é o município mais populoso de Pernambuco, com 1.588.983 habitantes, aumento de 0,04% com relação aos dados de 2025, que estimavam 1.588.376 pessoas.

Na sequência estão Jaboatão dos Guararapes (685.222), Petrolina (422.461), Caruaru (408.281), Paulista (367.155), Olinda (364.087), Cabo de Santo Agostinho (219.044), Camaragibe (156.425), Garanhuns (152.484) e Vitória de Santo Antão (142.419)

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Vice-prefeito Daniel Valadares reúne lideranças políticas de Afogados da Ingazeira

Neste fim de semana, o vice-prefeito Daniel Valadares reuniu diversas lideranças políticas municipais em sua residência para apresentar seus candidatos e traçar um plano de trabalho para as eleições de 2026.

“Agradeço a confiança de sempre dessas lideranças, que estão sempre comigo. Este encontro foi apenas o primeiro. Daqui até o dia da eleição, vamos realizar vários encontros dessa natureza para levar a mensagem dos nossos candidatos às nossas lideranças e aos nossos amigos. Juntos, vamos dar uma grande votação a eles”, destacou Daniel Valadares.

Para deputado federal, Daniel apoia Carlos Veras (PT). Para deputado estadual, seu voto será em Maria Arraes (PSB). Na chapa majoritária da Frente Popular de Pernambuco, Daniel também apoia João Campos para governador, Humberto Costa para senador e Marília Arraes para senadora.

Participaram do encontro os suplentes de vereador Luiz Besourão, Alisson Lira, Alexandre da Rua Nova, Danilo Gonçalves, Pedão Vaqueiro, Núbia do Miguel Arraes, Lúcia da Ponte, Silvio da Rua Nova e Valquíria do Lava Jato; participaram também a presidente do PT de Afogados da Ingazeira, Mônica Souto; além de presidentes de associações, conselheiros tutelares e lideranças de bairros do município.

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Moraes modificou contrato de R$ 130 milhões entre Vorcaro e escritório da esposa | g1

G1 – Registros digitais e metadados de arquivos obtidos em investigações apontam que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atuou na edição de um contrato de prestação de serviços advocatícios no valor de cerca de R$ 130 milhões celebrado entre o escritório de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o empresário Daniel Vorcaro, do Master.

As informações foram publicadas nesta terça-feira (1º) pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmadas pela TV Globo.

Em nota, o escritório de Viviane Barci de Moraes afirma que solicitou ao ministro informações sobre a eventual existência de impedimentos legais para a contratação, o que o escritório diz que não foi verificado e, por isso, o contrato foi assinado.

De acordo com a apuração, os metadados do documento em formato digital — enviado via aplicativo de mensagens por Viviane Barci de Moraes a Vorcaro e extraído do celular de Vorcaro — trazem o nome e o usuário vinculado ao ministro Alexandre de Moraes como o autor da última modificação ou edição do arquivo contratual.

“O arquivo compartilhado (‘MINUTA DE CONTRATO’) aponta em seus metadados como autor usuário denominado Guilherme Benazzi e a última modificação realizada por usuário denominado ‘Ministro Alexandre de Moraes’, às 16h30 – 03:00 do dia 11/01/2024”, diz o relatório da Polícia Federal.

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André Mendonça admite que se encontrou com Daniel Vorcaro setembro 2, 2026 Por Jerffeson Almeida

CORREIO BRAZILIENSE – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou na manhã desta quarta-feira (2/9) que teve um encontro com o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, em março de 2025. Ele disse também ter recebido o advogado do empresário no mesmo mês.

A nota foi emitida à imprensa pouco depois que o jornalista Paulo Motoryn revelou o encontro em seu Substack, uma plataforma online que permite que criadores, jornalistas e escritores publiquem e distribuam newsletters.

A publicação foi ao ar depois que o jornal O Estado de S.Paulo revelou uma troca de mensagens entre Vorcaro e Alexandre de Moraes, nas quais o banqueiro pedia ajuda ao magistrado.

As mensagens são fruto de uma apuração feita pela Polícia Federal a pedido de Mendonça.

Segundo Mendonça, seu encontro com Vorcaro ocorreu a pedido do próprio banqueiro, e ele teria se limitado a ouvi-lo. “Uma única vez”, diz a nota enviada à imprensa.

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Quaest: Lula tem 37%, Flávio 30% e Cury chega a 10%; segundo turno tem empate técnico 2 de setembro de 2026 Por Michael Andrade Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 10%. Os números são do cenário estimulado que inclui Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura, embora esteja inelegível. Cury apresentou a maior variação em relação à rodada anterior, divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, tinha 2% e agora chegou a 10%, uma alta de oito pontos percentuais. Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Pablo Marçal registram 1% cada. Os demais nomes testados não alcançaram 1%. Os indecisos são 10%, enquanto 7% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam votar. No cenário sem Pablo Marçal, Lula mantém 37%, Flávio aparece com 29% e Cury continua com 10%. Renan tem 3%; Caiado, Zema e Samara Martins (UP) registram 1% cada. Segundo turno Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados. Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 41%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível apontar vantagem estatística de um sobre o outro. Nesse cenário, 13% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam, enquanto 4% estão indecisos. Na rodada anterior, Lula tinha 43% contra 40% de Flávio. A variação entre os dois levantamentos ocorreu dentro da margem de erro. Metodologia A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026. Fonte: Estadão

Pesquisa mostra avanço de Augusto Cury no primeiro turno e diferença de um ponto entre Lula e Flávio Bolsonaro em eventual segundo turno.

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 37% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial, seguido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro, com 10%.

Os números são do cenário estimulado que inclui Pablo Marçal (PRTB), que registrou candidatura, embora esteja inelegível.

Cury apresentou a maior variação em relação à rodada anterior, divulgada em 14 de agosto. Na ocasião, tinha 2% e agora chegou a 10%, uma alta de oito pontos percentuais.

Renan Santos (Missão) aparece com 3%. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Pablo Marçal registram 1% cada. Os demais nomes testados não alcançaram 1%. Os indecisos são 10%, enquanto 7% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não iriam votar.

No cenário sem Pablo Marçal, Lula mantém 37%, Flávio aparece com 29% e Cury continua com 10%. Renan tem 3%; Caiado, Zema e Samara Martins (UP) registram 1% cada.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem tecnicamente empatados.

Lula registra 42% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 41%. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, não é possível apontar vantagem estatística de um sobre o outro.

Nesse cenário, 13% afirmam que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam, enquanto 4% estão indecisos.

Na rodada anterior, Lula tinha 43% contra 40% de Flávio. A variação entre os dois levantamentos ocorreu dentro da margem de erro.

Metodologia

A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07065/2026.

Fonte: Estadão

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Fim da escala 6×1 é aprovado na CCJ do Senado

O projeto que propõe o fim da escala 6×1 foi aprovado no âmbito da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado federal, em votação na tarde desta quarta-feira (2). O texto foi apreciado de forma simbólica no colegiado, com apenas quatro votos contrários registrados.

O texto prevê a redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas por semana em até 14 meses. O parecer foi lido nesta quarta pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), relator do tema no Senado. A matéria, agora, vai a votação em Plenário.

A proposta foi pautada na comissão, após ser destravada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A proposta é prioridade para o governo do presidente Lula (PT), que tenta a reeleição em 2026.

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Nordeste: Policial e marido viram réus pelo assassinato de soldado carbonizado no CE

A Justiça do Ceará aceitou, nesta terça-feira (1º), a denúncia contra a policial militar Júlia Natália Girão e o marido dela, Antoneudo Ribeiro Lima Júnior, pelo assassinato do soldado Raphael Sampaio de Silva, encontrado baleado e carbonizado em um carro em Itaitinga, na Grande Fortaleza.

Com isso, a policial e o marido se tornam réus pelo assassinato. A denúncia contra eles havia sido feita pelo Ministério Público do Ceará em 28 de agosto. “As investigações apontam ainda que os acusados teriam simulado o sequestro da policial militar para criar uma versão falsa dos fatos e afastar suspeitas”, afirmou o Ministério Público.

O g1 apurou que o casal foi acusado pelos crimes de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima), destruição de cadáver e fraude processual. Júlia e Antoneudo seguem presos.

O Tribunal de Justiça do Ceará informou que o caso ocorre em segredo de Justiça e por isso não pode divulgar detalhes.

Relacionamento extraconjugal

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Vorcaro negociou aeronaves em contrato de R$ 50 milhões com esposa de Moraes, aponta PF

Daniel Vorcaro e Viviane Barci de Moraes.Crédito: Reprodução

A Polícia Federal (PF) identificou negociações do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master,  para usar cotas de um jatinho e de um helicóptero como parte do pagamento de um segundo contrato, no valor de R$ 50 milhões, com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a investigação, uma minuta previa que R$ 40 milhões fossem quitados por meio da transferência de cotas das duas aeronaves. Outros R$ 10 milhões seriam destinados ao reembolso de despesas relacionadas aos voos.

O escritório de Viviane afirma, porém, que esse segundo acordo não chegou a ser firmado. Em nota, declarou ter assinado apenas o primeiro contrato, de aproximadamente R$ 130 milhões, com o Banco Master e negou “transferência ou substituição do contrato”.

Segundo o escritório, a proposta apresentada por Vorcaro não foi aceita. “Nada foi assinado e o contrato original foi extinto com a liquidação do banco, o que encerrou qualquer vínculo com a instituição”, afirmou.

O veículo que caiu no canal da Transposição do Rio São Francisco, na zona rural de Triunfo, no Alto Sertão da Paraíba, foi retirado na manhã desta segunda-feira (31). O acidente aconteceu na noite deste domingo (30), no Sítio Cacimba Velha, e deixou um casal morto.
As vítimas foram identificadas como Antonio Robson Macena da Costa, de 27 anos, e Izabelly Bezerra Pinheiro, de 33 anos, ambos moradores de Triunfo.
A Polícia Militar foi acionada após receber a informação de que um automóvel havia caído no canal. Ao chegar ao local, os policiais encontraram o veículo completamente submerso e confirmaram que havia duas pessoas no interior.
Os militares entraram no canal e conseguiram retirar as vítimas do veículo. Foram realizadas manobras de reanimação cardiopulmonar, mas os sinais vitais não foram restabelecidos. Uma equipe do SAMU também esteve no local e confirmou as mortes.
Na manhã desta segunda-feira, equipes realizaram a retirada do automóvel do canal. A área foi isolada pela Polícia Militar, e a Polícia Civil foi acionada para os procedimentos necessários.
Os corpos foram encaminhados ao Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (NUMOL) de Cajazeiras para a realização dos exames médico-legais.
As circunstâncias que fizeram o veículo sair da pista e cair no c
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Lula lidera 1º turno com 38%, contra 30% de Flávio Bolsonaro e 11% de Cury, diz Real Time Big Data

Lula e Flávio Bolsonaro foram usados de maneiras distintas pelos candidatos estaduais na estreia do horário eleitoral gratuito

Lula e Flávio Bolsonaro foram usados de maneiras distintas pelos candidatos estaduais na estreia do horário eleitoral gratuitoCrédito: Ricardo Stuckert/PR | Agência Brasil

  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece na liderança da disputa presidencial no primeiro turno, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (1º). No cenário sem Pablo Marçal (PRTB), Lula registra 38% das intenções de voto, contra 30% de Flávio Bolsonaro (PL) e 11% de Augusto Cury (Avante).

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 27 e 31 de agosto em todo o país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-03490/2026.

No primeiro cenário testado, sem Pablo Marçal, Lula lidera com vantagem de 8 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro. Depois dos dois primeiros colocados, aparecem Augusto Cury, com 11%, Renan Santos (Missão), com 7%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 2%.

Os candidatos Clariana Barão (DC), Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Wilson Grassi (Democrata) somaram, juntos, 2%. Como nenhum deles atingiu 1% individualmente, foram reunidos na categoria “outros”. Brancos e nulos somaram 3%, mesmo percentual dos que não souberam ou não responderam.

A pesquisa também simulou um cenário com Pablo Marçal, devido à situação jurídica do ex-coach. Ele pediu registro de candidatura ao TSE dentro do prazo e, por isso, foi incluído em uma das rodadas. No entanto, segundo a reportagem, Marçal está inelegível até 2032 e aguarda decisão da Justiça Eleitoral sobre o registro.

Com Marçal na disputa, Lula mantém os mesmos 38%. Flávio Bolsonaro aparece com 29%, Augusto Cury marca 10%, Renan Santos fica com 6%, Ronaldo Caiado registra 4%, Pablo Marçal tem 3% e Zema aparece com 2%. Outros candidatos somam 2%, enquanto brancos e nulos são 3% e os que não souberam ou não responderam também chegam a 3%.

O levantamento ainda testou cenários de segundo turno. Na simulação entre Lula e Flávio Bolsonaro, os dois aparecem numericamente empatados, com 44% cada. Brancos e nulos somam 9%, e 3% não souberam ou não responderam.

Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% contra 42% de Flávio Bolsonaro em um eventual confronto direto. O novo resultado indica estabilidade na disputa entre os dois principais nomes testados pela pesquisa.

Em outros cenários de segundo turno, Ronaldo Caiado aparece numericamente à frente de Lula, com 45% contra 43%. Contra Zema, Lula marca 43%, enquanto o governador mineiro registra 40%. Em uma disputa com Renan Santos, o petista teria 44%, contra 37% do adversário. Já contra Pablo Marçal, Lula aparece com 44%, ante 40% do candidato do PRTB.

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Relatório do Coaf desmente Flávio Bolsonaro e mostra repasse de R$ 65 milhões de Vorcaro para Dark Horse

Bolsonaro e mostra repasse de R$ 65 milhões de Vorcaro para Dark Horse

Cartaz do filme Dark Horse- Jair Bolsonaro-Flávio Bolsonaro-Daniel VorcaroCrédito: Dark Horse-Flávio Bolsonaro-Jair Bolsoanro (Foto: Divulgação/Jair Bolsonaro/Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil/Flávio Bolsonaro/Adriano Machado/Reuters/Daniel Vorcaro/Reprodução/ Montagem/IA Dall-e)

 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, mentiu ao afirmar em entrevista à GloboNews que o banqueiro Daniel Vorcaro havia interrompido os repasses financeiros para o filme Dark Horse — cinebiografia sobre seu pai, Jair Bolsonaro (PL) — em maio de 2025, informa reportagem da revista piauí. Um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) revela que, em 16 de setembro de 2025, Vorcaro enviou mais uma parcela no valor exato de US$ 1.666.667 para o Havengate Development Fund, fundo norte-americano responsável por administrar os recursos da produção.

O repasse financeiro ocorreu exatamente oito dias após Flávio Bolsonaro enviar uma mensagem de texto ao banqueiro cobrando o pagamento das parcelas que estavam atrasadas. Com esta nova transferência, que permaneceu desconhecida do público até o momento, o montante total enviado por Vorcaro para a cinebiografia subiu de US$ 10,6 milhões para US$ 12,3 milhões — o que, considerando a cotação da época, equivalia a mais de R$ 65 milhões.

Registros de diálogos inéditos, travados via aplicativo de mensagens WhatsApp entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda — profissional responsável por auxiliar na captação de recursos para o longa-metragem —, apontam evidências de que houve ainda um oitavo pagamento. Em mensagem datada de 22 de outubro de 2025, Miranda questionou o banqueiro: “Consegue liberar as parcelas do filme?”, completando em seguida: “Se não vai parar tudo por lá 😐”. Vorcaro respondeu confirmando a operação: “Sim. Liberei mais uma hoje”. Miranda retrucou informando que avisaria a equipe e que Flávio Bolsonaro também faria uma ligação para ele. O banqueiro solicitou então que o publicitário apresentasse suas desculpas ao senador pelos atrasos. Caso esta transferência adicional de US$ 1,6 milhão tenha sido efetivada, o total desembolsado pelo dono do Banco Master para a produção alcança US$ 14 milhões, o equivalente a cerca de R$ 72 milhões. O acordo firmado entre as partes previa um montante global de US$ 24 milhões, totalizando sete parcelas reconhecidamente pagas até setembro e uma possível oitava parcela em outubro.

A apuração detalha um histórico de declarações contraditórias prestadas pelo parlamentar ao longo do caso. Em março de 2025, após ter seu número de telefone identificado na agenda de Vorcaro, o senador declarou à colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, que jamais mantivera qualquer tipo de contato com o dono do Banco Master. Posteriormente, ao ser questionado pelo repórter Thalys Alcântara, do Intercept Brasil, sobre os motivos de Dark Horse ter sido financiado por Vorcaro, o parlamentar reagiu negando a informação e classificando-a como mentira. Na sequência, durante a entrevista concedida à GloboNews, sustentou que o Havengate Development Fund era fiscalizado pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) e que a estrutura havia sido encerrada assim que surgiram as primeiras suspeitas sobre os negócios de Vorcaro. No entanto, o fundo não possui registro na SEC e permanece registrado como ativo nos dados fazendários do estado do Texas.

Procurada pela piauí para esclarecer os motivos de ter ocultado a manutenção da relação financeira com o banqueiro durante quase todo o ano de 2025, a assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro esquivou-se de prestar esclarecimentos, afirmando que os questionamentos sobre pagamentos deveriam ser direcionados à produtora do filme. Mesmo confrontada com o fato de que a descoberta da nova parcela comprovava uma inveracidade dita publicamente pelo pré-candidato, a equipe do parlamentar manteve a posição de que ele não tinha explicações a dar.

A Polícia Federal investiga a engenharia financeira utilizada no trânsito dos recursos. As investigações apuraram que os valores não saíam diretamente das empresas de Vorcaro e tampouco eram depositados na conta da produtora Go Up Entertainment LLC nos Estados Unidos, o que representaria o fluxo convencional. As remessas eram efetuadas por meio do doleiro Antonio Freixo Junior, conhecido pelo apelido de “Mineiro” e proprietário da empresa Entre Investimentos e Participações, profissional que já se declarou publicamente especialista em operações de câmbio de saída. O destinatário final das transferências era o fundo Havengate, sediado no Texas e administrado por Paulo Calixto, advogado especializado em imigração sem histórico de atuação no setor cinematográfico e ligado ao deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Como cabe ao fundo Havengate o repasse das verbas para a produtora Go Up, os investigadores buscam identificar se a totalidade do dinheiro foi efetivamente empregada na produção do longa-metragem ou se parcela dos recursos permaneceu retida no fundo ou foi destinada ao custeio da permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O deputado passou a residir no país em fevereiro de 2025, mesmo mês em que Vorcaro realizou a primeira transferência de 2 milhões de dólares para o Havengate. Em declarações anteriores prestadas à rádio CBN, Eduardo Bolsonaro minimizou sua participação na produção, afirmando ter investido apenas 50 mil dólares de recursos próprios para garantir a contratação do diretor, valor que posteriormente lhe teria sido restituído. Contudo, em documentos oficiais da produção nos Estados Unidos, o deputado é qualificado alternadamente como “produtor executivo” e “financiador”. Questionada sobre a extensão do controle de Eduardo Bolsonaro sobre a conta do fundo, a produtora Go Up não forneceu respostas objetivas. Até o momento, as apurações policiais não encontraram provas materiais de que os valores tenham sido desviados para despesas pessoais do deputado.

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Vice de Flávio Bolsonaro confirma apoio à candidatura de Raquel ao governo de PE; Veja

O candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar, vice de Flávio Bolsonaro (PL), confirmou apoio à reeleição de Raquel Lyra (PSD) para o Governo do Estado. “Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra tem demonstrado que está no caminho para derrotar o PT e o PSB.

Tropa de Pernambuco: não tenho dúvida nenhuma de que a melhor opção ao governo é a governadora Raquel Lyra”, disse Gaspar.

Raquel Lyra tem apoio declarado de todas as lideranças bolsonaristas de Pernambuco, como o candidato ao Senado Mendonça Filho (PL), o ex-ministro de Jair Bolsonaro e candidato a deputado federal Gilson Machado (PL), além de nomes como Pastor Júnior Tércio, Clarissa Tércio, Coronel Meira, entre outros.

 

Vídeo:

 

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Festa de Setembro 2026, shows com Safadão, Xand Avião, Nattan e Zé Vaqueiro em Serra Talhada

A programação da 236ª Festa de Setembro de Serra Talhada já foi divulgada e promete movimentar o Sertão pernambucano entre os dias 4 e 7 de setembro, na Lagoa Maria Timóteo.

Entre os principais nomes confirmados estão Wesley Safadão, Xand Avião, Nattan, Zé Vaqueiro, Taty Girl, Henry Freitas e Luan Estilizado.

Confira a programação:

4 de setembro – sexta-feira

Zé Vaqueiro

Henry Freitas

Kelly Freitas

Wilton Bello

5 de setembro – sábado

Wesley Safadão

Taty Girl

João Pedro e Lucas

6 de setembro – domingo

Xand Avião

Luan Estilizado

VN e Banda

7 de setembro – segunda-feira

Nattan

Rey Vaqueiro

Nando Mazany

Kenndy Brasil

Além do Polo Nacional, a Festa de Setembro contará com programação cultural entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro, reunindo atrações em diferentes espaços e estilos.

A expectativa é de grande movimentação durante os festejos, com impacto no comércio, bares, restaurantes, transporte e rede hoteleira de Serra Talhada e municípios da região.

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Concursos em PE têm mais de mil vagas e salários de até R$ 15 mil; confira

Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, mil vagas de emprego. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior.

 

As vagas estão distribuídas entre municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão. A prefeitura de Floresta está com mais de 400 vagas para profissionais de nível médio, técnico e superior, com salários de até R$ 15 mil.

Prefeitura de Exu

 

  • Inscrições até 31 de agosto;
  • 305 vagas de nível fundamental, médio e superior;
  • salário de até R$ 15,1 mil;
  • confira o edital.

 

Prefeitura de Custódia

 

 

Prefeitura de Quixaba

  • Inscrições até 1º de setembro, no site da prefeitura ou presencialmente na sede da Secretaria Municipal de Administração;
  • 16 vagas de nível médio (magistério) e superior;
  • bolsas de R$ 2.565,31 para o educador popular;
  • confira o edital.

 

Prefeitura de Surubim

Auxiliar de serviços gerais

  • Inscrições até 8 de setembro, presencialmente na sede da Secretaria de Educação e Cultura de Surubim (Av. Oscar Loureiro, 40, Cabaceira);
  • 15 vagas;
  • salário mínimo;
  • confira o edital.

 

Professor

  • Inscrições até 8 de setembro, presencialmente na sede da Secretaria de Educação e Cultura de Surubim (Av. Oscar Loureiro, 40, Cabaceira);
  • 6 vagas;
  • salário de R$ 2,5 mil;
  • confira o edital.

 

Profissional de Apoio Escolar

  • Inscrições até 8 de setembro, presencialmente na sede da Secretaria de Educação e Cultura de Surubim (Av. Oscar Loureiro, 40, Cabaceira);
  • 15 vagas;
  • salário mínimo;
  • confira o edital.

 

Prefeitura de Petrolina

 

  • Inscrições até 11 de setembro;
  • 16 vagas de nível médio e superior;
  • salários de até R$ 2,6 mil;
  • confira o edital.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             
  • Prefeitura de Floresta

     

    Prefeitura de Belo Jardim

    • Inscrições de 1º de setembro a 4 de outubro;
    • 150 vagas de nível médio, técnico e superior;
    • salários de até R$ 4,8 mil;
    • confira o edital.

     

    Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira

     

    Secretaria de Educação de Pernambuco

     

     

    Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

     

     

    Prefeitura de Tamandaré

     

     

    Prefeitura de Caruaru

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Mercado de trabalho brasileiro vive seu melhor momento em décadas

O próximo desafio brasileiro não é apenas criar empregos. É criar empregos mais produtivos, mais sofisticados e capazes de pagar salários muito maiores

Os dados mais recentes da PNAD Contínua mostram que o mercado de trabalho brasileiro segue em situação excepcionalmente forte. A taxa de desemprego voltou a 5,3%, próxima da mínima histórica da série do IBGE. Quando se fazem comparações com séries mais antigas, é possível sustentar que o país vive hoje um dos menores níveis de desemprego desde os anos 1980.

Para quem acompanha a economia brasileira há mais de duas décadas, é difícil encontrar um período comparável. O mercado de trabalho está apertado, os salários reais subiram, a ocupação bateu recordes e vários indicadores tradicionalmente problemáticos, como desalento e informalidade, recuaram.

Há hoje cerca de 5,8 milhões de pessoas desempregadas no país. Durante a pandemia, esse número chegou a superar 15 milhões. A diferença ajuda a dimensionar a força da recuperação ocorrida nos últimos anos.

O número de pessoas ocupadas também atingiu níveis recordes. São aproximadamente 103,3 milhões de brasileiros trabalhando, contra algo próximo de 81 milhões no pior momento da pandemia. Houve, portanto, uma expansão enorme da ocupação desde aquele período.

O emprego formal também apresenta desempenho muito forte. O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado está próximo de 39 milhões, outro recorde histórico. Ao mesmo tempo, o desalento caiu para níveis muito baixos e a taxa de informalidade se encontra perto de suas mínimas recentes, em torno de 37%.

Há ainda aproximadamente 26 milhões de trabalhadores por conta própria, número também bastante elevado.

Talvez o indicador mais relevante seja o rendimento. A renda média real do trabalho está próxima da máxima histórica, em torno de R$ 3.762 mensais.

É claro que esse valor ainda está muito distante do padrão de renda dos países desenvolvidos. E esse é justamente o ponto central.

O Brasil conseguiu avançar muito na quantidade de empregos, mas ainda precisa avançar enormemente na qualidade desses empregos.

Nos países ricos, os trabalhadores estão inseridos, em média, em atividades de produtividade muito maior. Produzem bens e serviços mais sofisticados, trabalham com mais capital, tecnologia e conhecimento e, por isso, recebem salários muito superiores.

Esse é o desafio da chamada armadilha da renda média.

O Brasil já não é um país extremamente pobre. A renda per capita brasileira está próxima da faixa de US$ 10 mil por ano, característica de economias de renda média. Países desenvolvidos frequentemente apresentam renda per capita superior a US$ 30 mil, chegando em muitos casos a US$ 50 mil ou US$ 60 mil.

Sair dessa distância exige muito mais do que simplesmente aumentar a taxa de ocupação. É necessário mudar a estrutura produtiva.

É exatamente aqui que entra a discussão sobre complexidade econômica. Economias capazes de produzir bens e serviços sofisticados empregam trabalhadores em atividades de maior produtividade e conseguem pagar salários maiores.

Complexidade econômica não é, portanto, uma discussão abstrata. No fim das contas, ela aparece de maneira muito concreta no cotidiano das pessoas: empregos melhores e salários mais altos.

Isso não significa que a economia brasileira esteja sem problemas. Há sinais claros de desaceleração na margem. Os juros continuam elevados, empresas enfrentam dificuldades financeiras, o número de recuperações judiciais cresceu e os dados mais recentes de atividade econômica mostram perda de fôlego.

Mesmo assim, o mercado de trabalho permanece extraordinariamente forte.

O país saiu de uma situação de mais de 15 milhões de desempregados na pandemia para cerca de 5,8 milhões atualmente. Mais de 103 milhões de brasileiros estão trabalhando, o emprego com carteira atingiu recordes, a renda real está próxima das máximas e indicadores como desalento e informalidade melhoraram.

Em perspectiva histórica, trata-se de um resultado impressionante.

O próximo desafio brasileiro não é apenas criar empregos. É criar empregos mais produtivos, mais sofisticados e capazes de pagar salários muito maiores.

É aí que começa a verdadeira agenda do desenvolvimento.

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Paulo Vieira detona condução de sabatina com Flávio Bolsonaro no JN: “Se não interromper a mentira vira desserviço”

Comediante Paulo VieiraCrédito: Instagram

 O ator e humorista Paulo Vieira criticou a sabatina de Flávio Bolsonaro (PL) no Jornal Nacional e afirmou que os entrevistadores deveriam ter reagido de maneira mais incisiva a declarações do candidato. A manifestação ocorre após Flávio deixar sem esclarecimentos detalhados pontos relacionados aos R$ 61 milhões repassados por Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para o financiamento do filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.

“Ao entrevistar um mentiroso, se não interromper a mentira e dizer a verdade de imediato, vira desserviço. Faltou muitas interrupções e explicações.”

A avaliação de Paulo Vieira converge com críticas feitas pelo deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) sobre a necessidade de aprofundar as explicações em torno da relação entre Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e o financiamento de “Dark Horse”.

O ponto central da controvérsia são os R$ 61 milhões repassados por Vorcaro para o projeto. Flávio já confirmou que procurou o então banqueiro para captar recursos para a produção. Reportagens publicadas desde maio apontam que o valor negociado chegaria a R$ 134 milhões e que R$ 61 milhões foram efetivamente transferidos.

Foi justamente o trajeto dos R$ 61 milhões que Lindbergh colocou no centro de suas cobranças. Em maio, durante reunião da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, o deputado questionou a movimentação do dinheiro para um fundo no exterior e cobrou atuação das autoridades para esclarecer a operação. As notas taquigráficas oficiais da Câmara registram a intervenção do parlamentar sobre o caso.

Parte dos recursos teria passado pelo fundo Havengate Development, sediado nos Estados Unidos e administrado por Paulo Calixto, advog

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Patrimônio de candidatos do PL tem o maior aumento em quatro anos e lidera ranking dos partid os

O patrimônio de candidatos do PL cresceu 184% em quatro anos e chegou a R$ 4,9 bilhões nas eleições de 2026, colocando a legenda na liderança nacional da soma de bens declarados à Justiça Eleitoral. O partido responde sozinho por 15,7% dos R$ 31,1 bilhões informados pelos candidatos de todas as siglas que disputam cargos em outubro.

Os dados foram compilados pelo g1 a partir das declarações apresentadas pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2022, os concorrentes do PL haviam declarado conjuntamente R$ 1,7 bilhão. Em quatro anos, portanto, o montante cresceu R$ 3,2 bilhões, embora o número de candidatos da legenda tenha permanecido praticamente estável, passando de 1.629 para 1.636.

Considerando todas as legendas, o patrimônio declarado pelos candidatos brasileiros alcançou R$ 31,1 bilhões neste ano, 30% acima dos R$ 23,9 bilhões registrados nas eleições de 2022. Os valores incluem imóveis, veículos, participações empresariais, ações, aplicações financeiras e outros ativos informados no processo de registro das candidaturas. A declaração patrimonial é obrigatória e tem como objetivo dar transparência aos bens dos concorrentes, mas os ativos podem aparecer pelo valor de aquisição, e não necessariamente pelo preço atual de mercado.

O aumento registrado pelo PL também alterou significativamente o patrimônio médio de seus candidatos. O valor passou de cerca de R$ 1 milhão por concorrente em 2022 para aproximadamente R$ 3 milhões em 2026. Com isso, a legenda avançou da sétima para a segunda posição entre os partidos com as maiores médias patrimoniais.

A distribuição dos bens dentro do partido, porém, é bastante concentrada. Dos 1.636 candidatos do PL, 319 declararam não possuir qualquer patrimônio em seus nomes. No extremo oposto, apenas 12 candidatos reúnem aproximadamente R$ 2,5 bilhões, metade de toda a riqueza declarada pelos concorrentes da legenda.

O maior patrimônio individual entre os candidatos do PL é o do empresário Luiz Osvaldo Pastore, primeiro suplente na chapa do senador Eduardo Gomes (PL-TO), que disputa a reeleição. Pastore declarou R$ 677,7 milhões em bens, distribuídos entre aplicações financeiras, obras de arte e participações empresariais. Ele aparece como o terceiro candidato mais rico do país, segundo o levantamento.

Na sequência aparece Wilson Picler, empresário e candidato a suplente na chapa de Deltan Dallagnol (Novo-PR) ao Senado pelo Paraná. Picler informou patrimônio de R$ 478,7 milhões. Quase metade desse valor decorre de participações no Centro Universitário Internacional (Uninter), instituição fundada por ele.

No ranking do patrimônio total por legenda, o MDB aparece depois do PL, com R$ 3,3 bilhões declarados por 1.409 candidatos. O PSDB reúne R$ 2,6 bilhões, enquanto PSD e Republicanos têm aproximadamente R$ 2,5 bilhões cada. PDT, União Brasil, Novo e PP aparecem na sequência.

A reportagem do g1 também destaca o Democrata, antigo Partido da Mulher Brasileira (PMB), como a legenda com maior crescimento proporcional do patrimônio declarado entre 2022 e 2026. Apesar de ter reduzido seu número de candidatos em 396, a soma dos bens passou de R$ 164 milhões para R$ 702 milhões, avanço de 328%.

Esse salto está fortemente concentrado em dois candidatos a deputado estadual por Minas Gerais. Antonio dos Reis Gonçalves Lerin e Sérgio Cassemiro declararam, juntos, R$ 533 milhões, equivalentes a 76% de todo o patrimônio relacionado aos candidatos do partido.

Já o Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), de Pablo Marçal, lidera quando o critério é patrimônio médio por candidato. A legenda apresenta apenas 12 candidaturas em todo o país, que somam R$ 663,6 milhões em bens declarados, situação que eleva de maneira significativa a média patrimonial do partido.

Na outra ponta aparece o Partido Comunista Brasileiro (PCB). Seus 23 candidatos declararam conjuntamente R$ 4,1 milhões, menor média patrimonial entre os 30 partidos que disputam as eleições de outubro.

O Partido dos Trabalhadores (PT), do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem 1.103 candidatos e patrimônio total declarado de R$ 788 milhões. De acordo com os dados apresentados pelo g1, a média é de aproximadamente R$ 714 mil por candidato, o que coloca a legenda na 20ª posição no ranking desse indicador.

Os números refletem as declarações entregues pelos próprios candidatos à Justiça Eleitoral e, por isso, não equivalem necessariamente ao valor de mercado atual de seus bens. Ainda assim, o levantamento mostra uma expansão expressiva do patrimônio informado pelos concorrentes de 2026 e uma forte concentração de riqueza em determinadas legendas e candidaturas

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A última cartada da direita e do bolsonarismo contra Lula não funcionou

Lula entra na reta decisiva da campanha na frente, com margem para crescer, e finalmente com os instrumentos para colocar diante do eleitor o resultado de quatro anos de trabalho

Luiz Inácio Lula da SilvaCrédito: Ricardo Stuckert

A pesquisa Datafolha divulgada anteontem trouxe um recado claro: a ofensiva movida nas últimas semanas contra o presidente Lula não conseguiu abalar de forma significativa sua liderança.

No primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. A diferença se estreitou ligeiramente em relação a julho, mas ainda garante ao presidente uma vantagem confortável.

No cenário de segundo turno, o placar é 47% a 43%. Na avaliação de governo, 47% aprovam e 50% desaprovam a gestão — números estáveis, dentro da margem de erro em relação aos levantamentos anteriores.

Não é o quadro de uma candidatura em crise. É o quadro de uma disputa que segue com Lula na frente, mesmo sob fogo cerrado.

Nas últimas semanas, setores da Polícia Federal e a mídia de inspiração lava-jatista transformaram em espetáculo dois inquéritos que tramitam sob a relatoria do ministro André Mendonça no STF. Um investiga suposto tráfico de influência envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O outro trata da saída de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, da chefia de gabinete da Presidência, após a revelação de um empréstimo pessoal recebido de uma lobista também investigada.

São processos reais, que seguem seu curso e cujo desfecho ninguém pode antecipar. Mas foram tratados, por semanas, como se já fossem veredicto.

A quantidade de vazamentos protegidos por sigilo de Justiça que inundaram portais e programas não foi acidental. Tratava-se de uma tática de guerra de desgaste disfarçada de jornalismo.

Ela tinha um alvo e um cronograma: chegar à reta final da campanha com o maior estrago possível à imagem do presidente. A tentativa era recriar o efeito Lava Jato — a operação que não apenas impediu a eleição de Lula em 2018, mas o levou ao cárcere por meio de um processo marcado por evidências de ilegalidade que já vinham à tona durante seu próprio curso.

A aposta era clara: transformar acusações contra terceiros, ainda sob apuração, em condenação moral do próprio Lula, e com isso abrir caminho para Flávio Bolsonaro.

Os números do Datafolha mostram que essa aposta não vingou. O eleitor parece ter distinguido o que é fato apurado do que é factoide fabricado para consumo eleitoral.

Isso não significa que os casos percam relevância. Pelo contrário, merecem investigação, seja qual for o resultado. Mas o eleitorado não parece disposto a responsabilizar Lula por supostas decisões e condutas de terceiros que ainda não foram sequer denunciados formalmente, muito menos julgados.

Convém observar o contraste de ritmo. Enquanto o inquérito sobre vazamentos ligados a Fábio Luís foi ampliado por Mendonça em questão de dias, outro processo sob a mesma relatoria caminha em passo bem mais lento.

É o caso que apura os R$ 61 milhões repassados pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro, para financiar o filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro negociada pelo próprio Flávio Bolsonaro.

Nesse caso, pesa a suspeita — ainda em apuração, é bom frisar — de que parte dos recursos tenha sido desviada para sustentar Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Lá, ele articula junto ao governo estadunidense sanções contra autoridades brasileiras e o próprio STF. Essa pressão teve no Pix, sistema de pagamentos criado pelo Banco Central, um dos alvos declarados, ao lado da condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de derrubada violenta do Estado democrático de direito.

A notícia-crime que deu origem ao caso é de maio. A autorização para a Polícia Federal abrir o inquérito só saiu em 23 de julho, depois de mais de dois meses de tramitação. A discrepância de velocidade entre os dois processos, ambos nas mãos do mesmo ministro, é um dado que o eleitor tem todo o direito de estranhar.

Com a proximidade do início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na TV, no próximo sábado, o tabuleiro tende a ficar mais equilibrado — e, paradoxalmente, mais favorável a Lula.

Até aqui, a batalha da comunicação foi travada em condições desiguais, com o noticiário dominado por vazamentos seletivos e interpretações tendenciosas.

A partir de sábado, a campanha do presidente terá tempo garantido para lembrar ao eleitor, sem intermediários, o que o governo entregou nos últimos anos: o retorno, o fortalecimento e a criação de novos programas sociais e ambientais, a recuperação do poder de compra do salário mínimo, a geração de empregos, os investimentos em saúde e educação.

É um patrimônio concreto, difícil de apagar com uma campanha de insinuações.

Do outro lado, é razoável esperar que o bolsonarismo aposte pesado na desinformação, terreno em que já demonstrou fluência e disposição para operar nas eleições anteriores.

Mas o horário eleitoral tem uma vantagem que as redes sociais e o noticiário não oferecem: a possibilidade de o próprio governo apresentar seu balanço, sem cortes, sem manchetes descontextualizadas, sem legendas maldosas.

Chegou o momento da verdade. A tentativa de usar investigações em curso como arma de manipulação eleitoral fracassou em produzir o abalo que se esperava.

Lula entra na reta decisiva da campanha na frente, com margem para crescer, e finalmente com os instrumentos para colocar diante do eleitor o resultado de quatro anos de trabalho. Depois de semanas em que o adversário tentou escolher o tema e o tom do debate, é hora de o governo contar sua própria história. O caminho está aberto.

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Flávio Bolsonaro defende castração química e o Bolsa Família durante evento no Rio de Janeiro

Candidato da direita defende o programa bolsa faília.

Senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) marcou presença no evento de lançamento da candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro pelo Partido Liberal (PL) na manhã deste sábado (22/8) e voltou a repetir o discurso em defesa de castração química para estupradores e da anistia aos condenados do 8 de Janeiro. Flávio também disse que, se eleito, pretende manter o programa Bolsa Família.

“Eu sei que muita gente precisa do Bolsa Família e nós vamos garantir que vocês recebam o Bolsa Família […] Bolsonaro e Ruas vão fazer muito mais. Vamos garantir o Bolsa Família? Vamos. Vamos garantir a aposentadoria? Vamos. Mas nós vamos melhorar a sua vida”, disse Flávio.

Não é a primeira vez que o candidato do PL defende o auxílio que é considerado uma marca do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em outra oportunidade, Flávio declarou o programa é “direito adquirido” e que “ninguém tem o direito de tocar ou de acabar”. O filho mais velho de Jair Bolsonaro (PL) já foi um duro crítico do Bolsa Família, mas tem defendido que o programa passe por manutenções.

Segurança pública

Temas relacionados à segurança pública também apareceram com destaque no breve discurso de Flávio Bolsonaro. O presidenciável afirmou que pretende classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as milícias como organizações terroristas. “Esses caras vão mofar na cadeia ou vão ser neutralizados pela nossa polícia“, disse.

O combate às organizações criminosas tem sido amplamente explorada pela campanha de Flávio Bolsonaro, que aposta em discurso radical de combate à criminalidade. O parlamentar chegou a repetir o discurso pela implementação de castração química para estupradores, medida contemplada pela sua proposta de governo.

“Com Bolsonaro e Ruas, as mulheres serão protegidas. Nós vamos aprovar a castração química para estupradores e abusadores de mulheres e crianças. ‘Ah, mas o Flávio é radical’. Não gostou? Vota no defensor de bandido”, disse.

Anistia para condenados do 8 de janeiro

O candidato ao Palácio do Planalto do PL também voltou a falar em anistia para os condenados pelo 8 de janeiro. Pouco antes de encerrar seu discurso, Flávio Bolsonaro pediu voto para os candidatos ao Senado pela sua legenda no Rio de Janeiro, e afirmou que vai precisar dos parlamentares em votações consideradas essenciais para sua gestão.

“Eu vou precisar do [Calos] Jordy e do Portinho para que as instituições voltem a respeitar a construção brasileira. Eu vou precisar do Jordy e Portinho para aprovar a anistia ampla, geral e irrestrita aos perseguidos do 8 de janeiro. Eu vou precisar do Jordy e Portinho para a libertar Jair Messias Bolsonaro”, declarou o presidenciável.

Embora não mencione o Supremo Tribunal Federal (STF), as declarações sugerem um embate à Suprema Corte, já que os três temas citados estão relacionados ao STF. Os partidos de oposição e do centrão têm priorizado as eleições para o Senado, tendo em vista que a Casa tem competência para processar e julgar ministros do STF.

O evento desta manhã reuniu apoiadores do PL no Maracanãzinho, na capital fluminense. Além de Flávio Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, além de aliados políticos do bolsonarismo no estado, como o ex-ministro da Saúde e candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro, Eduardo Pazuello (PL), também marcaram presença no encontro que oficializou Douglas Ruas ao governo do Rio de Janeiro.

Governo do Rio de Janeiro

Pesquisa Datafolha divulgada nessa sexta-feira (21/8) mostra que Eduardo Paes (PSD) lidera a corrida ao governo do Rio de Janeiro com 41% das intenções de votos no primeiro turno. Em seguida, aparece o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), com 19%.

Esta é a primeira candidatura de Douglas ao governo fluminense. Ele foi eleito deputado estadual em 2022, com cerca de 175 mil votos, e atualmente cumpre seu primeiro mandato. Durante o período, também assumiu a presidência da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Sua coligação reúne os partidos Mobiliza, Agir e Avante.

Na liderança das pesquisas, Eduardo Paes (PSD) disputa o governo do Rio de Janeiro pela terceira vez. Ele também foi eleito prefeito da capital carioca em quatro ocasiões. Paes concorre pelo Partido Social Democrático (PSD) e sua coligação reúne PDT, MDB, DC, PSB, PT, PCdoB, PV, PSDB, Cidadania, PRD e Solidariedade, além do próprio PSD.

 

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João Campos diz que venderá avião e helicópteros do governo para bancar isenção de IPVA de motos; Veja

O candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) afirmou, neste sábado (22), durante agenda em Xexéu, na Mata Sul, que pretende vender um avião e dois helicópteros do governo estadual para ajudar a custear a promessa de isenção do IPVA para motos de trabalhadores pernambucanos.

“Se for preciso para pagar o IPVA dos trabalhadores e trabalhadoras de Pernambuco, eu vou vender um avião e dois helicópteros que o governo comprou para andar com as autoridades”, declarou. Em seguida, João questionou se alguém do público já havia utilizado as aeronaves e afirmou que elas são usadas apenas por autoridades estaduais.

No discurso, o candidato disse que o avião teria custado R$ 63 milhões e cada helicóptero, R$ 35 milhões. “Vamos vender esses danados e pagar o IPVA das motos de Pernambuco, porque nós estamos do lado do povo”, afirmou. Os valores mencionados pelo candidato não foram verificados.

João também afirmou que, caso seja eleito, pretende manter uma rotina próxima à população. “Eu vou andar é na rua, andando de carro, andando de moto, correndo, de bicicleta, de cavalo, de jumento. O que tiver, eu vou montar”, disse. (Via: Blog Ricardo Antunes)

 

VEJA O VÍDEO:

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