Pagamentos do Auxílio Emergencial chegam ao fim nesta terça-feira

O ciclo de pagamentos chega ao fim e até o momento não há qualquer nenhuma indicação de que haverá um novo auxílio em 2021.

De acordo com o Ministério da Cidadania, em 2021, só serão efetuados pagamentos resultantes de contestações administrativas e extrajudiciais e de decisões judiciais. (Foto: Reprodução)

A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta terça-feira (29) a última parcela do Auxílio Emergencial a 3,2 milhões de pessoas – e, com isso, encerra o calendário de pagamentos do programa lançado em abril deste ano para apoiar trabalhadores autônomos e desempregados afetados pela pandemia, e que socorreu um total de 68 milhões de brasileiros.

O ciclo de pagamentos chega ao fim e até o momento não há qualquer nenhuma indicação de que haverá um novo auxílio em 2021 ou lançamento de um novo programa social ou substituto do Bolsa Família.

De acordo com o Ministério da Cidadania, em 2021, só serão efetuados pagamentos resultantes de contestações administrativas e extrajudiciais e de decisões judiciais.

Parlamentares seguem defendendo a prorrogação do auxílio por dois ou três meses em 2021, por meio da ampliação do estado de calamidade pública, mas o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem reafirmado que o programa irá acabar no final de 2020.

Último lote de pagamentos

Recebem nesta terça os trabalhadores nascidos em dezembro, que não fazem parte do Bolsa Família: 3,2 milhões vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300; enquanto outros cerca de 50,3 mil mil ainda vão receber parcela de R$ 600.

Para os trabalhadores do Bolsa Família, os pagamentos da última parcela do auxílio emergencial se encerraram em 23 de dezembro. A partir de janeiro, esse público volta a receber o bolsa.

VEJA QUEM RECEBE NESTA TERÇA:

Cerca de 50,3 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em dezembro:

– aprovados que receberam 4 parcelas recebem a última parcela de R$ 600
– aprovados que receberam de 1 a 3 parcelas recebem parcelas de R$ 600 restantes até a 5ª

3,2 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em dezembro:

– aprovados que já receberam todas as parcelas de R$ 600 (e qualquer número de parcelas de R$ 300) recebem a última parcela de R$ 300

A ajuda paga nesta terça será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta segunda serão liberados no dia 27 de janeiro.

Vale lembrar que, ao longo de janeiro, prossegue apenas o calendário de liberação de saques em dinheiro e transferências bancárias para os trabalhadores que até então só puderam movimentar a última parcela do auxílio através do aplicativo Caixa TEM. 

Pelas regras do programa, os valores não sacados das poupanças digitais abertas e não movimentadas no prazo de 270 dias retornarão para a União.

Números do programa
O Auxílio Emergencial socorreu 68 milhões de cidadãos diretamente, totalizando um gasto público sem precedentes de mais R$ 300 bilhões em pagamentos. Para dimensionar o impacto do programa, basta comparar com o Bolsa Família, que tem orçamento de cerca de R$ 35 bilhões ao ano.

O auxílio apoiou trabalhadores que se viram de uma hora para a outra sem renda e foi decisivo para oferecer algum alívio à população de menor renda e para evitar um tombo ainda maior da economia em 2020.

“O benefício sempre esteve presente em cerca de 40% das residências do país. Em julho, esse número chegou ao pico de 44,1% dos domicílios”, informou o Ministério da Cidadania.

Os beneficiados receberam ao menos 5 parcelas de no mínimo R$ 600. Em setembro, o governo decidiu prorrogar o auxílio até dezembro no valor de R$ 300, mas o governo redefiniu as regras e só 56% dos aprovados fora do Bolsa Família tiveram direito a receber mais 4 parcelas extras.

Segundo o Ministério da Cidadania, o balanço final só será divulgado após a finalização de todos os processos de contestação ainda em análise.

Em balanço feito pela Caixa até o dia 28 de dezembro, foram pagos R$ 291,8 bilhões a 67,9 milhões de beneficiários. Os números devem subir com os pagamentos desta terça.

Renda Cidadã e chance de novo auxílio
A equipe econômica tem reafirmado que o governo não pretende estender o Auxílio Emergencial para além de 2020, mas permanecem as pressões para uma prorrogação do programa ou algum tipo de benefício adicional para a parcela mais pobre da população brasileira.

No dia 23 de novembro, Guedes disse que, “do ponto de vista do governo”, não existe prorrogação do auxílio emergencial, mas admitiu a possibilidade na hipótese de um forte aumento no número de mortes por Covid-19.

Integrantes do governo têm defendido a criação de um novo programa social, que inicialmente foi batizado de Renda Brasil e agora tem sido chamado de Renda Cidadã. A principal dificuldade, porém, é encontrar uma fonte de receita para financiar o novo programa sem furar o teto de gastos (regra que não permite o crescimento das despesas acima da inflação do ano anterior).

Guedes tem reafirmado que o governo vai continuar com o Bolsa Família se não encontrar espaço fiscal para criar um novo programa social.

Nas contas do especialista em contas públicas da consultoria Tendências, Fábio Klein, uma ampliação do programa, com tíquete médio de R$ 300 e 17,5 milhões de famílias atendidas, representaria um gasto extra de R$ 32 bilhões no próximo ano.

Em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, o líder governista e senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o governo só deverá avaliar um novo programa social ou a retomada do auxílio emergencial a partir de fevereiro do próximo ano, após o recesso parlamentar.

Afogados registra 13 novos casos para covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que nesta segunda (28) foram registrados 13 casos para covid – 19 em nosso município. Desses, 08 já estava em investigação.
São 09 pacientes do sexo feminino, com idades de 24, 25, 25, 40, 40, 43, 47, 81 e 89 anos, e 04 pacientes do sexo masculino, com idades de 30, 31, 45 e 73 anos. Entre as mulheres: 02 profissionais da saúde, 02 aposentadas, 02 autônomas, 01 cabeleireira , 01 sem informação e 01 dona de casa. Já entre os homens: 01 sem informação, 01 ajudante de pedreiro, 01 profissional da segurança e 01 aposentado. 
 
Entram em investigação os casos de 17 homens, com idades entre 16 e 68 anos, e de 19 mulheres, com idades entre 03 e 68 anos. 
Hoje, 80 pacientes apresentaram resultados negativos para a COVID – 19 e 41 pacientes apresentaram cura após avaliação clínica e epidemiológica. O município atingiu a marca de 1.853 pessoas (90,74 %) recuperadas para covid-19. Atualmente, 166 casos estão ativos. 
 
Afogados atingiu a marca de 9.399 pessoas testadas para covid-19, o que representa 25,22 % da nossa população. 
Casos leves x SRAG/covid- 19: 
Leves (1972 casos), 96,57% Graves (70 casos), 3,43%.
Semana epidemiológica: Encerrou-se no último sábado a Semana Epidemiológica (SE) 52, com um total de 87 casos e média móvel de 12,14 casos/dia. Analisando as 04 últimas semanas anteriores, nota-se: SE 51 (137 casos) e média móvel (19,57 casos/dia); SE 50 (136 casos) e média móvel (19,42); SE 49 (143 casos) e média móvel (20,42 casos/dia); SE 48 (64 casos) e média móvel (9,14 casos/dia).

Dólar é cotado a R$ 5,24 nesta terça-feira

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,40 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,7175.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta terça-feira (29), está cotado no valor de R$ 5,24. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 5,4795.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,40 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,7175.  

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

O Portal ClickPB apura de segunda à sexta-feira a cotação do dólar e euro.

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Petrobras eleva diesel em 4% e gasolina em 5% a partir de terça-feira

Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP). (Foto: Paulo Whitaker/Reuters)

A Petrobras informou nesta segunda-feira (28) que vai elevar em 4% o preço médio do diesel em suas refinarias e em 5% o da gasolina a partir de terça-feira (29), em meio a uma alta do petróleo nas últimas semanas e uma desvalorização do real frente ao dólar nas últimos dias.

A nova alta no preço dos combustíveis foi a segunda anunciada em duas semanas. Em 15 de dezembro, a estatal elevou o preço do diesel e da gasolina.

Com a alta de 4%, o preço médio do combustível mais vendido do Brasil passará a ser de R$ 2,02 por litro. No acumulado do ano, a redução do valor é de 13,2%, segundo informou a Petrobras.

Já o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,84 por litro, acumulando no ano redução de 4,1%.

Apesar da alta das cotações dos combustíveis da Petrobras na terça-feira, especialistas apontam a permanência de uma defasagem ante a paridade de importação.

“Faz cerca de três semanas que a Petrobras trabalha com defasagem de mais de 10 centavos em relação ao mercado internacional e segue bem próxima a esse nível mesmo com o ajuste de hoje”, afirmou à Reuters o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva.

“O ajuste atual foi menos da metade do necessário para termos paridade de importação”, acrescentou ele, comentando que tem havido atrasos nos repasses da alta do petróleo para os combustíveis da Petrobras.

O presidente da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, também ressaltou a defasagem nos preços ante ao mercado externo e frisou que “as importações por agentes privados continuam inviabilizadas”.

A Petrobras defende que seus preços seguem a chamada paridade de importação, impactada por fatores como as cotações internacionais do petróleo e o câmbio.

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel.

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Maioria dos brasileiros esperam alta da inflação, diz Datafolha

Segundo o levantamento, 72% dos entrevistados afirmam que a inflação vai aumentar. Em agosto deste ano, eram 67%.

 A expectativa de aumento da inflação atingiu em dezembro o maior patamar registrado no governo Jair Bolsonaro (sem partido) pelas pesquisas do Datafolha.

Segundo o levantamento, 72% dos entrevistados afirmam que a inflação vai aumentar.
Em agosto deste ano, eram 67%. Naquele mês, a inflação em 12 meses medida pelo IPCA estava em 2,44%. Em novembro, chegou a 4,31%.

Em dezembro do ano passado, pouco mais da metade dos entrevistados (52%) fazia essa avaliação, apesar da disparada nos preços naquele mês, principalmente, por causa do aumento no custo das carnes. Na pesquisa de abril do ano passado, eram 45% os que previam alta da inflação nos meses seguintes.

A parcela dos que esperam ver uma queda da inflação recuou de 17% em dezembro do ano passado para 11% em agosto deste ano e para 10% na pesquisa mais recente. Os demais entrevistados dizem que a inflação ficará como está.

O Datafolha ouviu 2.016 pessoas por telefone entre os dias 8 e 10 deste mês. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A percepção dos brasileiros está em linha com as projeções de mercado para os índices de preços durante o primeiro semestre de 2021.

Também reflete um momento em que o custo de alimentos e insumos à produção está em alta, por causa de fatores como falta de produtos, aumento de exportações e repasse cambial.

A expectativa dos economistas consultados pelo Banco Central é que o IPCA, índice de preços ao consumidor que serve como meta de inflação, deva passar dos atuais 4,31% (registrados em novembro) em 12 meses para algo próximo de 6% até maio de 2021.

Depois, espera-se um recuo ao longo do segundo semestre do próximo ano, para 3,34%.

O Banco Central prevê inflação de 3,40% no final de 2021. O número está abaixo do centro da meta de 3,75%.

Outro indicador de inflação, o IGP-M, composto por preços no atacado, ao consumidor e da construção, está em patamar bem mais alto: subiu quase 25% nos últimos 12 meses.

Como mostrou reportagem do jornal Folha de S.Paulo os preços de insumos que servem de base para a cadeia produtiva brasileira registram a maior alta desde o início do Plano Real, de quase 70%, segundo dados do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) até outubro.

Alimentos acumulam alta no IPA (índice de preços no atacado da FGV) de 25%, sendo que metade desse aumento já bateu no IPC (índice de preços ao consumidor da FGV).
O arroz, produto cuja alta provocou até reação por parte do governo, subiu quase 120% no atacado e 62% no varejo, o que mostra o risco de continuidade desses repasses.

A concentração da inflação em alimentos também faz com que o índice de preços seja sentido de maneira diferente pela população.

Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), para famílias com renda domiciliar mensal menor que R$ 1.650,50, a inflação acumulada em 12 meses está em 5,80%. Entre as famílias com ganho maior que R$ 16.509,66, o indicador está em 2,69%.

Para o Banco Central, o choque inflacionário atual é temporário, mas o índice de preços poderá subir mais em caso de uma falta de confiança na sustentabilidade da dívida pública que resulte em desvalorização adicional do real, com impacto nos preços. Nesse caso, o IPCA subiria 6,4% em 2021, acima do limite de 5,25%.

Também foi analisada a situação de prolongamento da pandemia, em que as pessoas ficariam mais tempo em distanciamento social, o que contribuiria para reduzir a inflação a 2,4%.

A recuperação da economia e seus impactos sobre as projeções de inflação para os próximos anos devem levar o BC a elevar os juros no próximo ano ou no seguinte, de acordo com as projeções de mercado.

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Coreia do Sul detecta nova variante do coronavírus e acelera esforços por vacina

 

A nova mutação, considerada mais transmissível do que outras que circulam atualmente, foi encontrada em três pessoas que entraram na Coreia do Sul vindas de Londres.


A Coreia do Sul tem um total de 57.680 casos de coronavírus, com 819 mortes desde o início da pandemia. (Foto: Reprodução)

As autoridades da Coreia do Sul prometem acelerar os esforços para lançar um programa público de vacinação contra o coronavírus, uma vez que o país detectou seus primeiros casos da nova variante do vírus, primeiramente detectada no Reino Unido.

A nova mutação, considerada mais transmissível do que outras que circulam atualmente, foi encontrada em três pessoas que entraram na Coreia do Sul vindas de Londres no dia 22 de dezembro, disse a Agência de Prevenção e Controle de Doenças da Coreia nesta segunda-feira (28).

A Coreia do Sul estenderá a proibição de voos vindos da Grã-Bretanha por mais uma semana, até dia 7 de janeiro, e exigirá que todos os passageiros que chegarem desse país ou da África do Sul – onde também há uma variante – façam testes antes do embarque, segundo as autoridades.

O país asiático registrou 808 novos casos de Covid até a meia-noite deste domingo (27), menos do que os recordes dos dias 24 e 25 de dezembro, quando teve 1.237 e 1.132 infecções, respectivamente.

As autoridades sul-coreanas alertaram que a queda pode ser devido a redução de testes realizados no fim de semana e no feriado de Natal. As medidas de distanciamento social estão valendo no país até o início de janeiro.

O governo da Coreia do Sul tem enfrentado muitas críticas sobre seus planos de aquisição e distribuição de vacinas, que preveem que as primeiras vacinações comecem apenas no primeiro trimestre de 2021, meses depois de países como os Estados Unidos e a União Europeia, que começou a imunizar a população em massa neste domingo.

Opiniões negativas sobre os planos de vacina foram uma das principais razões que levaram a taxa de desaprovação do presidente Moon Jae-in a um recorde histórico de quase 60%, segundo a pesquisa de opinião pública ‘Realmeter’.

Os reguladores da Coreia do Sul vão diminuir o tempo necessário para aprovar vacinas de 180 para 40 dias, segundo o Ministério de Alimentos e Segurança de Medicamentos. Um processo de aprovação adicional para a distribuição e venda de vacinas, que geralmente leva vários meses, será reduzido para cerca de 20 dias.

Em fevereiro, trabalhadores do sistema de saúde e idosos começarão a receber as doses da vacina, segundo Moon.

“Há preocupações de que nosso país não tenha assegurado vacinas suficientes ou que as vacinações sejam adiadas. Isso não é verdade”, disse Moon em uma reunião com seus principais assessores, de acordo com um comunicado. “Estamos nos esforçando para adiantar o cronograma de adoção das vacinas”, completou o presidente.

Os planos da Coréia do Sul preveem a compra de doses suficientes para vacinar 46 milhões de pessoas, ou mais de 85% de sua população.

As autoridades disseram esperar que a população sul-coreana alcance um nível de imunidade coletiva por meio das vacinas mais rápido do que em outros países.

A Coreia do Sul tem um total de 57.680 casos de coronavírus, com 819 mortes desde o início da pandemia.

Secretário diz que tem expectativa que aeronave apreendida com cocaína fique na Paraíba

Governo do Estado aguarda decisão da Justiça e espera que o avião permaneça, pois será utilizado em ações de combate ao crime organizado e distribuição de vacinas.

Aeronave foi interceptada pela polícia paraibana após investigação. Cinco pessoas estão presas. (Foto: Divulgação/Secom-PB)

A aeronave que foi apreendida com 752 quilos de cocaína no município de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba no dia 09 de dezembro, está custódia do Governo do Estado após decisão da justiça. Há uma grande expectativa que, após o término das investigações, o avião fique na Paraíba para ser usado em ações de combate ao crime organizado, tráfico de drogas e também pela Secretaria de Estado da Saúde – na distribuição de vacinas, por exemplo. 

“Há um pleito do Governo do Estado nesse sentido, nos autos do processo na Justiça Federal. Nós estamos aguardando a decisão da judicial nesse sentido. Há uma grande expectativa, tendo em vista que a aeronave foi apreendida com a prática de crimes, com o tráfico de drogas e a lei é clara nesse sentido”, afirmou Jean Nunes, secretário de Estado da Segurança e Defesa Social.

Ainda de acordo com o secretário, que foi entrevistado desta segunda-feira (28), no programa Arapuan Verdade, da Rádio Arapuan FM, a aeronave irá servir a diversas ações do Governo do Estado. “Possa servir, aqui no estado, no combate ao crime organizado, no combate ao tráfico de drogas e armas e também apoiando a Secretaria de Saúde e todos aqueles envolvidos no combate ao covid-19, principalmente agora com iminência da chegada de vacinas a gente vai precisar ter uma estrutura de distribuição. então essa aeronave será muito bem-vinda”, reforçou como o ClickPB acompanhou. 

Afogados registra 10 novos casos para covid-19

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira informa que neste domingo (27), foram registrados 10 casos para covid – 19 em nosso município. Todos já estavam em investigação.

São 07 pacientes do sexo feminino, com idades de 26, 28, 34, 39, 42, 53 e 62 anos, e 03 pacientes do sexo masculino, com idades de 05, 23 e 39 anos. Entre as mulheres: 04 agricultoras, 01 aposentada, 01 professora (rede pública) e 01 estudante (rede pública). Já entre os homens: 01 menor, 01 autônomo e 01 profissional de segurança. 
Hoje não temos novos casos em investigação e 14 pacientes apresentaram resultados negativos para COVID – 19. 
O município atingiu a marca de 1.812 pessoas (89,30 %) recuperadas para covid-19. Atualmente, 194 casos estão ativos. 
Afogados atingiu a marca de 9.279 pessoas testadas para covid-19, o que representa 24,90 % da nossa população.
Casos leves x SRAG/covid- 19: 
Leves (1959 casos), 96,55% Graves (70 casos), 3,45%.
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Auxílio Emergencial: Caixa paga última parcela a 3,2 milhões nesta segunda-feira

Os pagamentos serão para trabalhadores nascidos em novembro, que não fazem parte do Bolsa Família.

A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta segunda-feira (28) a última parcela do Auxílio Emergencial a 3,2 milhões de trabalhadores.

Os pagamentos serão para trabalhadores nascidos em novembro, que não fazem parte do Bolsa Família: 3,2 milhões vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300; enquanto outros cerca de 50 mil ainda vão receber a parcela de R$ 600. O calendário para beneficiários deste grupo vai até esta terça-feira, 29 de dezembro.

Para os trabalhadores do Bolsa Família, os pagamentos da última parcela do auxílio emergencial se encerraram em 23 de dezembro. A partir de janeiro, esse público volta a receber o bolsa.

A ajuda paga nesta segunda será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta segunda serão liberados no dia 25 de janeiro.

VEJA QUEM RECEBE NESTA SEGUNDA:

Cerca de 50,3 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro:

– aprovados que receberam 4 parcelas recebem a última parcela de R$ 600
– aprovados que receberam de 1 a 3 parcelas recebem parcelas de R$ 600 restantes até a 5ª

3,2 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em novembro:

– aprovados que já receberam todas as parcelas de R$ 600 (e qualquer número de parcelas de R$ 300) recebem a última parcela de R$ 300

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br.

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Hamilton Mourão testa positivo para Covid-19

Vice-presidente da República ficará em isolamento no Palácio do Jaburu. Resultado foi confirmado na tarde deste domingo, de acordo com nota divulgada.

O vice-presidente, Hamilton Mourão, durante cerimônia no Planalto. (Foto: Adriano Machado/Reuters)

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, 67 anos, testou positivo para Covid-19 neste domingo (27), segundo nota divulgada pela assessoria.

De acordo com a Vice-Presidência o resultado foi confirmado na tarde deste domingo. A nota foi divulgada pela assessoria à noite e não contém detalhes sobre o estado de saúde de Mourão. Ele ficará em isolamento no Palácio do Jaburu, residência oficial destinada ao vice-presidente.

Com o diagnóstico, Mourão passa a integrar uma extensa lista de políticos que contraíram o coronavírus.

Todos os chefes de Poderes já foram infectados e se recuperaram da doença. O presidente Jair Bolsonaro anunciou resultado positivo para a Covid-19 em julho.

Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, contraiu a doença em março e, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, em setembro.

Também em setembro, Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), foi diagnosticado com o coronavírus.

Nota

Veja nota divulgada pela assessoria do vice-presidente:

Na tarde de hoje, domingo, 27 de dezembro, foi confirmado o teste positivo para Covid-19 do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que permanecerá em isolamento na residência oficial do Jaburu.

 

 

Salgueiro perde nos pênaltis e dá adeus ao sonho de voltar a Série C

Foto: reprodução

Acabou o sonho do Salgueiro de continuar brigando para chegar à Série C do Campeonato brasileiro em 2021. Na disputa de pênaltis, o time sertanejo foi derrotado agora há pouco pelo Altos-PI no Estádio Felipão, em Ceará-Mirim, por 4×2. A partida valia uma vaga às quartas de final da Série D.

No tempo normal o jogo foi bastante disputado, e foi o Altos quem abriu o placar logo aos 7 minutos do primeiro tempo com o atacante Juninho Arcanjo. Mas o Carcará nem deixou os anfitriões comemorarem direito. Aos 9 Ciel cobra falta, o goleiro Marcelo faz um golpe de vista falho e fica tudo igual: 1×1.

As duas equipes se alternaram em boas chances perdidas no restante da partida, deixando o placar assim até o final. Nos pênaltis, Ciel – que havia empatado o jogo para o Carcará – desta vez parou no goleiro Marcelo. Já Hugo Freitas bateu a cobrança no travessão. Pelo Altos, apenas Juninho Arcanjo desperdiçou sua cobrança. A equipe piauiense fica aguardando agora seu adversário das quartas, enquanto o Salgueiro volta para casa e deve começar a se planejar para a próxima temporada.

 

 

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A virada do ano trará mudanças em regras de acesso a aposentadorias do INSS, obrigando trabalhadores que ainda não têm direito ao benefício a comprovarem mais tempo de contribuições previdenciárias ou a esperar mais tempo para pedir a renda.

As alterações ocorrem nas chamadas regras de transição, criadas pela reforma da Previdência de 2019 para evitar o aumento repentino das exigências de idade mínima e tempo de contribuição, principalmente para cidadãos que já estavam perto da aposentadoria quando a nova legislação passou a valer.

Para a maior parte dos trabalhadores da iniciativa privada, são duas as modificações mais importantes: a das regras progressivas de pontos e a das idades mínimas.

No sistema de pontos, os segurados do INSS podem se aposentar sem a necessidade de cumprir a idade mínima de 62 anos, para mulheres, e de 65 anos, para homens.

Para ter essa vantagem, porém, é necessário atingir o período de recolhimentos previdenciários exigidos na antiga aposentadoria por tempo de contribuição, de 30 anos, para mulheres, e de 35 anos, para homens. Além disso, é necessário que a soma da idade aos anos contribuídos resultem em uma pontuação obrigatória, que sobe a cada ano.

Em 2020, os pontos exigidos são 87, para mulheres, e 97, para homens. Em 2021, a pontuação subirá para 88 e 98 para, respectivamente, mulheres e homens. Essa progressão continuará a ser de um ponto por ano até chegar a 92 (mulher) e 100 (homem). Cada ponto equivale a um ano, seja de idade ou de contribuição.Continue lendo →

 

O MDB quer o domínio do Congresso de volta

.Foto: reprodução

O MDB velho de guerra quer voltar a dominar o Congresso Nacional. Desde a reabertura democrática que o partido descobriu que dominar Câmara e Senado é conter e dirigir o governo seja qual for o presidente da República. Foi assim que Ulysses Guimarães infernizou o governo Sarney e dirigiu atos importantes dentro e fora do Palácio do Planalto. Só Antônio Carlos Magalhães, então do PFL tirou o PMDB do comando do Senado e pronto, os Jucás, Barbalhos, Renans, Sarneys, Eunícios e Garibaldis deram as cartas nas relações políticas.

No Senado atual, foi um acidente. Renan Calheiros tentando pela quinta vez voltar à presidência, deixou escapar a eleição para o iniciante no grupo do cafezinho do Senado, o Davi Alcolumbre, uma espécie de vereador nacional, do Amapá, mas apoiado pelo então ministro influente, chefe da Casa Civil da Presidência, Onyx Lorenzoni. Apoiado pelo grupo contra Renan, Davi derrotou o gigante político, entrou para o comando e se instalou como camaleão. Agradou as raposas da política e só não foi reeleito porque o Supremo decidiu dizer não e ficar com a Constituição, mas esteve perto da reeleição inconstitucional. Foi assim que o DEM chegou de forma surpreendente ao comando do Senado.

Na Câmara, não foi tão difícil. Vindo de dois mandatos de presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia construiu uma maioria com base em vários partidos, inclusive esquerda. O primeiro mandato foi tampão em substituição a Eduardo Cunha e os outros dois reeleições já permitidas. Foi uma organização por metas e inércia que é uma forte arma na política. O DEM saiu de partido pequeno, quase em extinção para ocupar cinco ministérios e as presidências da Câmara e Senado. A situação agora se inverte e o MDB, ex-PMDB, pode ocupar as presidências da Câmara e do Senado e voltar a ditar as normas políticas.

A estratégia do MDB é diferente do jeito político do DEM. Nada de gritarias, palavras de ordem e oposição dura, mas força política de bastidores. O Congresso é poder dominante na política e no momento está em baixa. A promessa de campanha do candidato Baleia Rossi é exatamente a retomada do poder. Não é o debate aberto e raso de oposição ou adesão ao governo, mas a discussão sobre dividir o poder. É doçura ou travessura, como se diz nas festas das bruxas. Pelo jeito do governo Bolsonaro, a opção pode ser travessuras. Neste caso o partido come pelas beiradas, sem os discursos estridentes nem críticas diretas ao presidente. Mas nunca se esqueça de que foi deste partido que partiram as articulações para impeachments de dois presidentes da República.

O deputado Arthur Lira é o candidato polarizado com o candidato Baleia Rossi, do grupo do presidente da Câmara. Líder da entidade chamada Centrão, Arthur Lira não é criança e nem calouro na política. A promessa é a mesma: uma nova terra onde jorra pão e mel, mas para o colegas parlamentares. Aí a linguagem é a mesma, troca, retorno do governo e a garantia de reeleição, a linguagem que vale ouro no Congresso. Seja Lira ou Baleia, na Câmara, ou MDB no Senado, o presidente Jair Bolsonaro vai enfrentar um novo ritmo de trabalho, menos estridente, mas profissional na política. É a volta dos métodos antigos. Os aposentados foram chamados para por ordem na casa. Sim, o DEM quer evitar a eleição de um representante do MDB no Senado, mas não será fácil.

Cartão de inscrição do Enem será entregue a partir de 5 de janeiro

 

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) afirma que vai disponibilizar, a partir de 5 de janeiro de 2021, o cartão de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. O documento contém número de inscrição, data, hora e local do exame, entre outras informações. 

O cartão poderá ser acessado na página do participante no site do Inep. Por meio dele, também será informado se o inscrito contará com determinado atendimento especializado, assim como tratamento pelo nome social.

Mais de 5,7 milhões de pessoas se inscreveram para o Enem 2020, que foi adiado por conta da pandemia da Covid-19. Não é obrigatório levar o cartão de inscrição nos dias da prova, mas o Inep recomenda que os participantes estejam com o documento.

A versão impressa das provas do Enem 2020 ocorrerá nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. A versão digital está prevista para 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021.

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Brasil chega a 190.815 óbitos pela Covid-19, mostra consórcio de imprensa

Os números menores podem ser explicados por atrasos de notificação das secretarias estaduais relacionados ao Natal. Registros do tipo costumam acontecer em feriados, domingos e segundas.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 636, uma queda de 1% em relação a 14 dias atrás. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

 O Brasil registrou 276 mortes pela Covid-19 e 16.995 casos da doença, neste sábado (26). Com isso, o país chegou 190.815 óbitos e 7.464.620 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus.

Os números menores podem ser explicados por atrasos de notificação das secretarias estaduais relacionados ao Natal. Registros do tipo costumam acontecer em feriados, domingos e segundas.

Os dados do país são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 636, uma queda de 1% em relação a 14 dias atrás. O cenário configura uma situação de estabilidade. Durnate a última semana, a situação era de crescimento.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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