Filhos de Bolsonaro gastam mais de R$63 mil em festa clandestina com cartão corporativo do pai

 

Os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro, Eduardo e Jair Renan, gastaram em apenas um dia um total de R$ 63.399,90 no cartão corporativo do pai. As informações são do site Metrópoles.

De acordo com apublicação,  o valor foi gasto no dia 30 de agosto de 2021, em Goiás. Nesta data, o ex-presidente não tinha agenda oficial. No entanto, Bolsonaro esteve na capital do Estado, Goiânia, para se encontrar com lideranças evangélicas;

Ainda segundo o portal, nesse mesmo dia, Jair Renan esteve em Goiânia. Nessa data, ele fez uma tatuagem com o rosto do pai e participou de uma festa clandestina, durante a pandemia de Covid-19. O evento foi encerrado por uma equipe de fiscalização da prefeitura e teve destaque na imprensa local. 

Já Eduardo Bolsonaro esteve em um evento no qual foram homenageados os policiais que atuaram na operação de captura e morte de Lázaro Barbosa, que matou uma família no Distrito Federal. O deputado federal também participou de uma cerimônia de entrega de diplomas a policiais civis. 

Confira outros registros feitos pelos filhos de Bolsonaro Goiânia: 

  • Augustus Hotel – hospedagem três estrelas, no Setor Central: R$ 5.190,00
  • Lírios Grill Restaurante – restaurante no Setor Pedro Ludovico: R$ 21.240,00
  • LA Hotels Empreendimentos – apart-hotel: R$ 28.320,00
  • Dell’Aria Catering Alimentos – companhia que fornece refeições para empresas aéreas: R$ 1.298,00
  • Dell’Aria Catering Alimentos – companhia que fornece refeições para empresas aéreas: R$ 4.101,90
  • Dell’Aria Catering Alimentos – companhia que fornece refeições para empresas aéreas: R$ 250,00
  • Pipabalão – empresa de locação de bens móveis: R$ 3.000,00

CNM critica reajuste de piso salarial de professores e orienta prefeitos a ignorar aumento

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) criticou, hoje, o reajuste do piso salarial dos professores oficializado pelo Ministério da Educação (MEC) e, pelo segundo ano seguido, voltou a orientar os gestores municipais a ignorar o aumento anunciado pelo governo federal. As informações são do portal G1.

“O impacto torna ingovernável. Estamos orientando os municípios a não concederem, por mais que entendamos como importante. Esse montante inviabiliza a educação no Brasil. Aí, nós vamos ver o MEC apresentando grandes projetos para salvar a educação no Brasil, enquanto tira esse valor dos municípios”, declarou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.

O MEC anunciou, ontem, um aumento de quase 15% no mínimo pago a professores da educação básica. O piso – que será atualizado de R$ 3.845,63 para R$ 4.420,55 – é definido pelo governo federal, mas o pagamento é feito pelas prefeituras e governos estaduais.

Para a CNM, o custo total desse reajuste pode impactar a gestão educacional no Brasil e agravar a situação fiscal dos municípios. A estimativa, divulgada pelo presidente da entidade, é de que o aumento custe R$ 19,4 bilhões anualmente aos municípios.

“É importante, sim, o piso, mas sabemos que não é assim [que deve ser concedido]. Tem que ter o piso, tem que valorizar o magistério, mas não desse jeito”, declarou.

 

Saiba quantos presos por ataques terroristas em Brasília recusaram vacina contra Covid-19

Dos 904 bolsonaristas detidos pelos atos terroristas na Praça dos Três Poderes, em Brasília, no último dia 8 de janeiro, 64 se recusaram a tomar vacina contra a Covid-19. A informação consta em um relatório da equipe médica do Complexo Penitenciário da Papuda, divulgado na última terça-feira (17).

O relatório aponta ainda que, ao todo, 134 internos foram vacinados contra alguma doença, o que inclui a Covid. No entanto, não foi informado se os outros 706 detentos que passaram pela triagem tinham esquema vacinal completo ou se a adesão à imunização contra o coronavírus ainda estava sendo investigada.

Além das 64 recusas para a vacina da Covid, 19 pessoas não tomaram contra a Hepatite B; 19 recusaram o imunizante contra o Tétano e contra a Tríplice viral; e duas não quiseram tomar a vacina Pneumo 23.

Foram aplicados ainda testes rápidos para a Covid e outros testes para diagnóstico de HIV, sífilis, hepatites B e C, procedimento considerado padrão para todos os presos. (Via: Agência Brasil)

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