Nascidos em abril podem sacar auxílio emergencial nesta quarta-feira

A Caixa Econômica Federal libera nesta quarta-feira (05) o saque em dinheiro do auxílio emergencial para 2,38 milhões de beneficiários nascidos em abril. Ao todo, foram creditados R$ 492,87 milhões para esse público em 13 de abril.

De lá para cá, o valor só pôde ser movimentado pelo Caixa Tem, aplicativo no qual os beneficiários conseguem pagar boletos, comprar pela internet e pelas maquininhas de estabelecimentos comerciais.

Desde a última sexta-feira (30), o público geral que recebe o auxílio também já pode movimentar o dinheiro usando o Pix, sistema de pagamentos instantâneo do Banco Central. A única exceção às transações se dá para os casos de transferência para conta de mesma titularidade.

Conforme o Ministério da Cidadania, o modelo de escalonamento das transferências e saques, adotado no ano passado durante a primeira rodada do auxílio emergencial, segue com o objetivo de evitar filas e aglomerações nas agências da Caixa e nas lotéricas.

A nova rodada do auxílio emergencial terá quatro parcelas, de abril a julho, com valor médio de R$ 250. Mulheres chefes de família receberão R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. A estimativa é de que as quatro cotas cheguem a cerca de 40 milhões de famílias.

Corpo de Paulo Gustavo vai ser velado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro

O velório será reservado a familiares, seguindo os protocolos necessários por conta da pandemia.

Velório de Paulo Gustavo acontece no Teatro do Rio de Janeiro (Foto: Reprodução)

O corpo de Paulo Gustavo, um dos grandes nomes da nossa arte nos últimos anos, que faleceu na noite desta terça-feira (04), às 21h12, será velado no Teatro Municipal do Rio. O pedido foi feito pela família do artista, prontamente atendido pelo governo do Rio. O velório será reservado a familiares, seguindo os protocolos necessários por conta da pandemia.

Acometido pela Covid-19 e internado desde 13 de março, o ator e humorista lutou bravamente contra a doença desde então, tendo apresentado sinais de melhora nas últimas semanas.

Ontem, porém, foi constatada uma embolia pulmonar, o que tornou o seu quadro de saúde extremamente crítico. Paulo deixa o marido, Thales, e dois filhos.

Conhecido por levar alegria aos brasileiros, Paulo Gustavo vivia o auge da sua carreira em virtude dos personagens criados. Um deles, em especial, ganhou espaço no coração do público: Dona Hermínia, inspirada na querida mãe do humorista, Déa Lucia. A personagem estrelou o espetáculo “Minha mãe é uma peça”, sucesso de público por onde passou. A repercussão foi tanta que a produção parou nos cinemas. Foram três filmes, sempre com recordes de bilheteria.

O ex-ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, durante sessão da CPI no Senado.

Por Beatriz Jucá/El País

A estreia dos depoimentos dos ex-ministros da Saúde na CPI da covid-19 provocou um impacto negativo ao Governo Bolsonaro já esperado, mas não trouxe novos trunfos apresentados pelo primeiro a ser ouvido pelos senadores, Luiz Henrique Mandetta. O médico, que tenta construir uma candidatura ao Planalto e foi demitido por discordâncias com o presidente sobre o isolamento social, blindou-se com uma carta na qual cobrava, em março de 2020, que o presidente mudasse sua conduta no enfrentamento da pandemia sob o risco de “gerar colapso do sistema de saúde e gravíssimas consequências à saúde da população brasileira”. Afirmou que Bolsonaro não seguia as orientações técnicas do ministério e tinha uma “assessoria paralela”, da qual participava seu filho e estrategista digital Carlos Bolsonaro. Expôs ainda ter visto uma minuta para incluir a covid-19 na bula da cloroquina ―um medicamento sem eficácia― por uma canetada via decreto presidencial, mas disse desconhecer de quem foi à autoria e que a proposta não prosperou.

Ao desgaste provocado por Mandetta ao reforçar a postura negacionista de Bolsonaro durante a maior crise sanitária dos últimos 100 anos, soma-se o adiamento do aguardado depoimento do ex-ministro e general Eduardo Pazuello desta quarta-feira (05) para o próximo dia 19 de maio. Se, num primeiro momento, a postergação poderia aliviar o Planalto de uma semana de embates na CPI, a oposição espera com isso ganhar tempo para fazer acareações e sabatinar o ex-ministro.

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