A mãe do presidente americano estava entre os milhões de imigrantes que chegaram aos Estados Unidos nas primeiras décadas do século 20 em busca de trabalho:

Crédito,Getty Images
- Author,Ángel Bermúdez
- Role,BBC News Mundo
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Mary Anne MacLeod tinha apenas US$ 50 dólares (cerca de US$ 950 hoje) no bolso quando desembarcou em Nova York, em 11 de maio de 1930.
A mulher que anos mais tarde se tornaria mãe do magnata Donald Trump — que acaba de se tornar presidente dos Estados Unidos pela segunda vez — entrou no país legalmente, após ter deixado sua terra natal, a Escócia.
Mas, diferentemente da versão difundida de que ela viajou primeiro como turista, e depois voltou para se casar com o construtor Fred Trump — filho de imigrantes alemães e um dos solteiros mais cobiçados de Nova York —, os documentos alfandegários indicam que ela pretendia ficar no país desde o início.
Seu nome aparece nos registros de imigração da época digitalizados pela Fundação Estátua da Liberdade – Ellis Island, que preserva os dados de mais de 51 milhões de viajantes que chegaram aos Estados Unidos entre 1892 e 1957 via Ellis Island e o porto de Nova York.
De acordo com estes documentos, MacLeod embarcou em 2 de maio de 1930 no porto de Glasgow com destino aos Estados Unidos, onde chegou nove dias depois a bordo do navio Transilvania.