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Brasil chega a 230 mil mortes por Covid com dias seguidos com mais de 1.200 óbitos

6 de fevereiro de 20216 de fevereiro de 2021 Por Marcos Montinely

A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. (Foto: Reprodução)

 O Brasil, desde terça-feira (2), registra mais de 1.200 mortes pela Covid-19. Nesta sexta-feira (5), foram 1.244 óbitos pela doença e 51.319 casos. Com isso, o país chegou a 230.127 mortes e a 9.449.088 pessoas infectadas pelo coronavírus desde o início da pandemia.

Rio Grande do Norte e Roraima não divulgaram dados atualizados.

Os dados do país são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.050. O valor da média representa um aumento de 5% em relação ao dado de 14 dias atrás e, com isso, uma situação de estabilidade na média.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

 

Enfermeira morre após tomar injeção com noradrenalina em vez de remédio para cólica

 (Foto: Reprodução)

Uma enfermeira de apenas 24 anos morreu após receber uma injeção no Hospital dos Servidores de Pernambuco (HSP), em que trabalhava há um mês. Adriana Frade, trabalhava no bloco cirúrgico do hospital e pediu um medicamento para cólicas menstruais, mas acabou recebendo noradrenalina, um estimulante usado para ressuscitação cardiopulmonar.
A morte da enfermeira foi confirmada pelo governo – que é responsável pela administração do hospital, a causa da morte descrita no comunicado foi devido ao “uso de medicação intravenosa”. O caso aconteceu na última quarta-feira (4) e o sepultamento do corpo da enfermeira aconteceu nesta sexta-feira (5), no Cemitério Morada da Paz, em Paulista.
Na nota divulgada pelo Hospital dos Servidores, a unidade de saúde informou que houve “um acidente envolvendo uma enfermeira que usou medicação intravenosa, levando-a graves consequências ao seu estado de saúde”. Outro trecho do comunicado dizia que o corpo clínico adotou procedimentos para salvar a vida da profissional, mas que, pela gravidade do quadro, a mesma veio a óbito.
A enfermeira tinha se formado no primeiro semestre de 2020 na Universidade de Pernambuco (UPE) e estava com data marcada para o seu casamento, que aconteceria em setembro. De acordo com familiares, os médicos chegaram a passar 50 minutos tentando reanimar a jovem antes de encaminharem ela até à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde pouco tempo depois ela faleceu após uma parada cardíaca.
O corpo da enfermeira foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), para passar por exames. A causa da morte foi apontada como edema agudo pulmonar. Mas o caso ainda segue sendo investigado. A direção do Hospital dos Servidos informou ainda que “os fatos e circunstâncias serão objeto de apuração por meio dos devidos processos legais, em todas as instâncias cabíveis”.

 

Afogados: relação de casos de covid-19 por localidade e ainda ativos de acordo com o logradouro

 

Acusado de estupro, Anderson do Molejo confirma sexo com fã

Em depoimento na tarde desta sexta-feira (5), o vocalista do grupo de pagode negou, no entanto, que relação não foi consensual

Anderson prestou depoimento nesta sexta-feira sobre a denúncia

Anderson prestou depoimento nesta sexta-feira sobre a denúncia

ANDERSON BORDE/AGNEWS

Acusado de estupro, o vocalista do grupo Molejo, Anderson Leonardo, confirmou à polícia que manteve relações sexuais com o cantor e dançarino que o denunciou. Mas, segundo o músico, a relação foi consensual. 

O jovem de 21 anos fez um boletim de ocorrência nesta quarta-feira (3) dizendo ter sido estuprado pelo vocalista do grupo de pagode, que, em nota, negou o crime. Ele sempre foi muito fã de Anderson e esperava ser empresariado pelo pagodeiro.

 

 

Comércio desaba e saques na poupança disparam com fim do auxílio emergencial

O fim do pagamento do auxílio emergencial, medida fundamental para ajudar trabalhadores informais e desempregados durante a pandemia, já afetou as vendas de supermercados e lojas de material de construção em janeiro e influenciou um saque recorde de recursos da caderneta de poupança. Iniciado em abril, o benefício injetou mais de R$ 290 bilhões na economia.

Segundo reportagem do jornal O Globo, analistas preveem um primeiro trimestre de queda no varejo e freio na atividade econômica do país com o fim dos pagamentos. No mês passado, os saques na caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 18,2 bilhões.

Janeiro costuma ser um mês de resgates na poupança, para pagar as despesas como IPVA e IPTU. Mas este ano a perda foi recorde, a maior já registrada desde 1995, quando teve início a série histórica, como reflexo do fim do auxílio.

 

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