
Um adolescente de 17 anos, que supostamente tinha o plano de realizar um ataque contra alunos de duas escolas, foi apreendido na manhã desta segunda-feira (17) em Monte Mor, no interior de São Paulo, após lançar duas bombas caseiras em um prédio onde funcionam as unidades de ensino. Imagens de câmeras de segurança mostram o rapaz caminhando em direção ao local vestido com trajes pretos e com uma “machadinha” em mãos. Ele também exibia um símbolo nazista em um dos braços.
O jovem foi apreendido em uma rua, por volta das 8h, a três quarteirões de onde ficam as escolas. Apesar das explosões, nenhum dos 300 alunos que estudam no período da manhã ficou ferido. Não se sabe, até o momento, qual é a ligação do adolescente com as unidades de ensino.
Assista:
Uma carta escrita a punho pelo rapaz também foi localizada por policiais. Nela, o adolescente diz que “está sozinho, sem amigos, família e pronto para morrer”. Além disso, foram encontradas garrafas com combustível e pregos. A polícia diz que o suspeito não resistiu à ordem dos agentes e que não explicou o motivo do suposto ataque.
A prefeitura da cidade informou que o prédio não sofreu danos significativos e que os alunos foram liberados. Já a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) emitiu uma nota lamentando o ocorrido: “A segurança da unidade será reforçada com o apoio da ronda escolar”, diz trecho do comunicado.
Ataque
Em setembro de 2022, em Barreiras, no oeste baiano, um adolescente invadiu uma escola militar e matou a tiros uma aluna cadeirante. O jovem encontrou na unidade de ensino no início das aulas armado com um revólver que pertencia ao seu pai, um policial da reserva. Policiais militares que estavam nas imediações no momento do ataque entraram na unidade de ensino e atiraram contra o rapaz, que foi socorrido para uma unidade de saúde.
Antes de invadir a unidade de ensino, ele, que havia se mudado de Brasília para o interior baiano, propagou ódio contra os nordestinos e seus colegas. O ataque foi comunicado horas antes por meio das redes sociais.
Mulher que filmou o próprio estupro foge do litoral de SP por medo do ex-marido: ‘saí com a roupa do corpo’
A estudante Juliana Rizzo, de 34 anos, relata ter deixado Praia Grande (SP) após sequência de ameaças do ex-companheiro, Ricardo Penna Guerreiro.
Por g1
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Uma mulher de Praia Grande (SP) divulgou um vídeo do que seria o momento em que ela foi vítima de agressão e estupro de vulnerável pelo ex-marido enquanto estava sob o efeito de remédios.
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Em entrevista ao g1, ela contou que precisou se mudar do litoral de SP devido a ameaças e que pretende se mudar novamente em breve.
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O homem acusado da agressão está preso, mas, segundo a vítima, ele faz ameaças de dentro da própria cadeia. A namorada dele também a estaria ameçando.
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A defesa do homem nega que ele tenha cometido os crimes, diz que “muitas questões serão discutidas” e que manterá sigilo sobre o caso.
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Juliana foi vítima do ex-marido, que a espancava e a estuprava quando ela tomava medicamentos. Ele foi preso em Praia Grande, SP — Foto: Arquivo pessoal/Reprodução
A estudante Juliana Rizzo, que divulgou nas próprias redes sociais imagens sendo estuprada pelo ex-marido, afirmou ao g1, nesta segunda-feira (13), que precisou fugir do litoral de São Paulo após sofrer ameaças. Segundo ela, que foi vítima do crime enquanto dormia sob efeito de remédios, a ideia é se mudar novamente em breve. “Saí com a roupa do corpo e não tinha dinheiro nem para comida.”
O ex-companheiro dela, Ricardo Penna Guerreiro, de 46 anos, foi preso preventivamente em Praia Grande, no litoral de São Paulo, onde eles moravam. A defesa dele nega que o homem tenha cometido o crime sexual.