O jovem Fernando Silva, 23 anos, conhecido por Nandinho, residente no bairro Cohab em Afogados da Ingazeira sofreu um acidente, ele chegou a ser socorrido pelos Bombeiros mas veio a óbito no hospital e um outro rapaz foi socorrido para o Hospital Regional de Afogados.
Segundo informações ele (Nandinho) foi socorrer um amigo que estava com o carro no “prego” e acabou sendo atropelado (não temos detalhes do ocorrido). Nandinho faleceu na hora e segundo informações sua esposa estava no local e presenciou tudo.
Nandinho era filho único, casado e tinha uma filha.
A segunda vítima do acidente está no Hospital Regional, segundo informações consciente, mas não sabemos detalhar ainda o estado de saúde e a identidade dele, segundo relatos se chama Francisco, conhecido por Fram, e é da cidade de Iguaracy.
O motorista envolvido no acidente segundo informações era um idoso, que ficou no local o tempo todo prestando socorro.
estava chovendo no momento do acidente.

O Globo
Alvo de investidas de Jair Bolsonaro, que buscava conquistar o eleitor tradicionalmente lulista por meio do auxílio emergencial no ano passado, o Nordeste hoje concentra as maiores taxas de rejeição ao atual presidente. Pesquisa Datafolha realizada nesta semana mostra que 62% dos moradores da região não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro. Em todo o país, a rejeição ao presidente é de 54%.
O auxílio emergencial começou a ser pago em abril do ano passado, com parcelas de R$ 600. Na época, a popularidade de Bolsonaro nas camadas de renda mais baixa subiu. Nos últimos três meses de 2020, o valor foi reduzido para R$ 300. O benefício foi suspenso no começo do ano e voltou em abril — serão pagas parcelas de R$ 150 a R$ 375 até agosto.
Questionados pelo Datafolha, 87% dos eleitores disseram considerar o novo valor insuficiente, o que indica dificuldade para Bolsonaro repetir a fórmula de reverter a avaliação negativa com base no auxílio.
Além do alto índice de rejeição eleitoral, a pesquisa Datafolha também mostrou que a avaliação que eleitores fazem do governo Bolsonaro atingiu a pior marca desde o início do mandato. O percentual dos que consideram a gestão ótima ou boa caiu de 30% em março, quando foi feito o levantamento anterior, para 24%. O índice dos consideram o governo ruim ou péssimo era de 44%, e agora oscilou para 45%. A pesquisa foi realizada entre terça-feira e anteontem, com 2.071 entrevistas presenciais em 146 municípios de todo o Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais
