Twitter demite pelo menos 200 funcionários na mais recente rodada de cortes de empregos

Por O Globo

 

O Twitter demitiu pelo menos 200 de seus funcionários no sábado à noite, disseram três pessoas familiarizadas com o assunto. O número equivale a 10% dos cerca de 2.000 que ainda trabalhavam para a empresa.

O bilionário Elon Musk, que adquiriu a plataforma de mídia social em outubro passado, vem reduzindo constantemente a força de trabalho da rede social de cerca de 7.500 funcionários, enquanto buscava reduzir custos.

As demissões ocorreram após uma semana em que a empresa dificultou a comunicação entre os funcionários do Twitter. O serviço interno de mensagens da empresa, Slack, foi colocado off-line, impedindo que os funcionários conversem uns com os outros ou procurem dados da empresa, disseram cinco funcionários atuais e ex-funcionários ao The New York Times.

Na noite de sábado, alguns deles descobriram que haviam sido desconectados de suas contas de e-mail e laptops corporativos, disseram três fontes: o primeiro indício de que as demissões haviam começado.

Na manhã de domingo, o tamanho dos cortes estava ficando claro. Alguns funcionários do Twitter usaram a plataforma para postar mensagens de despedida, enquanto aqueles que mantiveram seus empregos lutaram para usar serviços de mensagens criptografadas, como o Signal, para determinar quem mais restava.

Na noite de sábado, os funcionários restantes também perderam o acesso a um serviço de bate-papo do Google associado às suas contas de e-mail de trabalho, disseram três fontes.

Os cortes atingiram gerentes de produto, cientistas de dados e engenheiros que trabalharam em aprendizado de máquina e confiabilidade do site, o que ajuda a manter os vários recursos do Twitter on-line. A equipe de infraestrutura de monetização, que mantém os serviços por meio dos quais o Twitter ganha dinheiro, foi reduzida de 30 para menos de oito pessoas, segundo outra fonte que estava a par da situação.

Entre os afetados pelas demissões estavam vários fundadores de pequenas empresas de tecnologia que o Twitter adquiriu ao longo dos anos, incluindo Esther Crawford, que fundou um aplicativo de compartilhamento de tela e bate-papo por vídeo chamado Squad e recentemente supervisionou o esforço do Twitter para cobrar dos usuários por selos de verificação.

Outro demitido foi Haraldur Thorleifsson, criador do estúdio de design Ueno, que o Twitter comprou em 2021. Vários dos fundadores receberam pacotes de remuneração mais altos como parte das aquisições de suas empresas, o que pode tornar mais caro demiti-los enquanto suas ações e bônus são pagos por fora, disseram três pessoas familiarizadas com os pacotes de compensação.

A rodada de demissões de sábado foi uma das maiores desde que Musk informou aos funcionários, em uma reunião interna no fim de novembro, que não havia mais planos para reduções de pessoal.

Os cortes se seguiram a uma demissão em massa em novembro, quando Musk eliminou cerca de metade da força de trabalho do Twitter uma semana depois de assumir o controle da empresa. Desde então, os cortes reduziram a equipe do Twitter para cerca de 2.000 funcionários.

Gestão de Bolsonarista na Embratur será investigada

Uma força-tarefa que será criada no Ministério do Turismo vai investigar a gestão do bolsonarista Gilson Machado à frente da Embratur, no governo anterior. Servidores da empresa, da Advocacia-Geral da União (AGU) e da Corregedoria-Geral da República (CGU) foram escalados para a tarefa.

O objetivo do grupo será analisar atos e contratos firmados em 2022, quando a Embratur gastou quase R$ 4 milhões em indenizações trabalhistas a funcionários demitidos ligados a Machado.

Eles foram nomeados já nas últimas semanas do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ou em funções consideradas irregulares pela atual gestão, como a comissão de ética que previa estabilidade até 2024 e empregava, entre outros, a esposa do ex-ministro e atual senador Jorge Seif (PL-SC). Os membros da comissão foram contratados em 31 de outubro, um dia após o 2º turno.

Ao todo, foram 13 pessoas contratadas na Embratur após a derrota de Bolsonaro nas urnas. Um deles com salário de R$ 35.406. Na época, já era sabido que o presidente Lula (PT) mudaria a presidência da Embratur assim que assumisse o governo. As informações são do Diário do Centro do Mundo.

Afogados empata com o Maguary no Vianão

Aos 35 minutos do 1º tempo Paulo Victor cruza na área, Railson não consegue encaixar e dá rebote. Bernardo chega batendo no meio e abre o placar para o Maguary.

Jogados 15 minutos do 2º tempo o Maguary fica com um a menos. William Daltro perde bola na defesa, é desarmado por Ferreirinha e comete a falta na direção do gol. Vermelho direto!

Aos 25, Daniel é derrubado na área por Bruce e o Afogados tem a chance do empate.

Caetano bate forte, no alto, sem chances para Chapa. Tudo igual no Sertão aos 30 minutos.

Compartilhe: