Dois de quatro casos suspeitos de nova mutação do coronavírus no Brasil são descartados

De acordo com o secretário Estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, esses dois casos vieram de dois pacientes internados em hospitais privados do estado.

Os outros dois casos suspeitos ainda estão em análise pelo Instituto Adolfo Lutz. (Foto: Reprodução)

Dois dos quatro casos suspeitos de contaminação pela nova cepa do coronavírus em São Paulo já foram descartados após a realização de análises. De acordo com o secretário Estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, esses dois casos vieram de dois pacientes internados em hospitais privados do estado e que estiveram no Reino Unido.

“Felizmente, não se identificou nenhuma modificação desse material genético que pudesse lembrar essa variante do Reino Unido. Esses dois casos são da mesma linhagem que vem circulando no nosso país e não consagraram nenhuma mutação”, afirmou o secretário.

Os outros dois casos suspeitos ainda estão em análise pelo Instituto Adolfo Lutz. Eles foram anunciados pelo laboratório privado Dasa, na sexta-feira.

Um primeiro sequenciamento, feito pelo Instituto de Medicina Tropical, confirmou se tratar da mesma variante surgida no Reino Unido, cuja alteração se dá na chamada proteína S do vírus, responsável pela aderência às mucosas do nariz, da garganta e do pulmão.

As amostras estão, agora, com o Adolfo Lutz, que está fazendo o pareamento para certificar de que se trata mesmo na nova cepa. As amostras foram enviadas ao Lutz na manhã de sábado e o resultado deve ser divulgado ainda nesta segunda-feira.

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O padre José Ronaldo de Brito, de 37 anos, foi assassinado com uma arma branca na cidade de Santarém, no Pará. O corpo da vítima, que era natural de Aliança, na Mata Norte de Pernambuco, foi encontrado em uma casa no bairro Bela Vista do Juá na noite desse domingo (03), com várias perfurações.

Por nota, a Polícia Civil do Pará informa que o suspeito de matar o padre foi identificado e que equipes da Delegacia de Homicídios de Santarém realizam diligências para prendê-lo. Segundo as autoridades, o religioso provavelmente foi assassinado no dia 1º de janeiro.

O vigário prestava serviços na Paróquia de Belterra e era coordenador da Pastoral Carcerária em Santarém. Ele celebrou missa na última sexta-feira e disse que passaria alguns dias de férias; iria para sua terra natal.

De acordo com relatos de amigos, a vítima concluía a edição do seu último livro, de título “Aliança: raízes de um povo”, e trabalhava no início da próxima fase de uma campanha em prol do Parque Ambiental de Aliança, do qual era um dos mentores. Além de padre, José Ronaldo era historiador e sociólogo.

Homenagens

A Arquidiocese de Santarém se diz “envolvida pelo sentimento de consternação” e pede “orações da comunidade cristã”. A instituição informa que “outras informações relacionadas ao fato serão divulgadas posteriormente”. 

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