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O Deputado Federal e Secretário de Transportes de Pernambuco, Sebastião Oliveira e o ex-deputado federal Inocêncio Oliveira reforçaram neste domingo a campanha de Victor Oliveira e Marquinhos Dantas. Antes, o candidato fez uma visita ao bairro Vila Bela.

Na área da Academia das Cidades no bairro do IPSEP, Victor, Marquinhos, Sebastião e Inocêncio falaram à população. Nos discursos, os candidatos e aliados buscaram rechaçar acusações de que, como adversários do PT, poriam fim a programas da gestão petista que deram certo, como Minha Casa Minha Vida e Bolsa Família.

“Estes direitos estão garantidos  e que ninguém vai mexer neles. O PT de Brasília, o povo e os deputados e senadores e a justiça já mandou pra casa. O ministro que cuida do Minha Casa Minha Vida está apoiando esta chapa”, disse Sebastião.

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Ele ainda acusou Luciano de passar um cheque sem fundo pro povo em 2012. “Ele assinou pro povo ele prometeu hospital municipal e não construiu, ele prometeu botar o SAMU pra funcionar e não funciona”. Ainda acusou o gestor de calote de R$ 300 mil na empresa responsável pela construção da UPA”.O ex-deputado federal Inocêncio Oliveira defendeu o neto. “Quem conhece Victor não deixa de votar em Victor”, defendeu. Candidatos a vereador e o deputado estadual Rogério Leão estiveram no evento.

Em São José do Egito Comício do PSB de Evandro arrasta multidão

 

Cleide França candidada a vice prefeita em Afogados da Ingazeira na Chapa do seu esposo Itamar França

 

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A chapa formada pela Coligação “O Futuro em Suas Mãos” PRP/PSOL, em Afogados da Ingazeira,tem um diferencial das outras: trata-se de uma candidata mulher. Cleide França (foto), esposa do policial blogueiro Itamar França. Além de fortalecer a chapa, a candidata também colabora com a exuberância da beleza, lembrando a chapa formada em 2012, da Frente Popular, onde perdurava nas ruas da cidade que a chapa era mesmo constituída de a bela e a fera… Cleide França é evangélica e marca história no município como a primeira mulher a compor chapa com seu marido. (Jr. Finfa)

 

Aviões do Forró, Mano Walter e Kennedy Brazzil fazem shows hoje (04) na ‘Festa de Setembro’ em Serra Talhada

 

 

 

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Aviões do Forró, Mano Walter e Kennedy Brazzil, se apresentam na “Festa de Setembro” neste domingo (4) em Serra Talhada, no Sertão de Pernambuco. Os shows acontecerão no Pátio da Lagoa Maria Timóteo.

“Festa de Setembro”

A “Festa de Setembro” em Serra Talhada é realizada entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro. De acordo com a prefeitura, serão realizados shows de Gabriel Diniz, Aviões do Forró, Gusttavo Lima e Luan Estilizado no Pátio da Lagoa Maria Timóteo, conhecido como Palco Nacional. As apresentações começam a partir das 22h. A entrada é gratuita.

No Palco Cultura Viva, na Praça Sérgio Magalhães, vão se apresentar mais de 50 atrações. Também serão realizados espetáculos infantis , teatro de bonecos, lançamentos de livros e show do Padre João Carlos, no dia 8, a partir das 19h. Nos outros dias, a programação tem início às 20h.

A prefeitura informou que a programação será estendida até a área de Alimentação da Feira Livre, com forró pé de serra e roda de capoeira.

Confira a programação do Palco Nacional:

4 de setembro

Mano Walter
Aviões do Forró
Kennedy Brazzil

5 de setembro

Zé Neto e Cristiano
Zezo
Gleydson e Henricky

6 de setembro

Luan Estilizado
Gatinha Manhosa
Forrozão das Antigas
Forró dos Plays

7 de setembro

Gusttavo Lima
Gabriel Diniz
Fábio Diniz
Sandryno Ferraz

Alta de ICMS encarece medicamentos em 12 estados, entre eles Pernambuco

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reforçarem o caixa em tempo de crise está custando caro a pacientes de quatro regiões do país. Desde o fim do ano passado, 12 estados aumentaram o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre medicamentos, com impacto médio de 1,2% sobre os preços.

De acordo com levantamento da Interfarma, associação que reúne 55 laboratórios em todo o país, a alíquota passou de 17% para 18% nos seguintes estados: Amapá, Amazonas, Bahia, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Sergipe e Tocantins. O imposto subiu de 17% para 17,5% em Rondônia e de 19% para 20% no Rio de Janeiro, que cobra o maior ICMS do país sobre medicamentos.

Segundo a entidade, a carga tributária média sobre os medicamentos no Brasil corresponde a 34% do preço total, uma das mais altas do mundo. A alta do ICMS, de acordo com a Interfarma, resulta em redução de descontos nas farmácias porque a indústria farmacêutica está sendo impactada por outros custos que não foram totalmente repassados em 2015, como a alta do dólar e da energia elétrica.

Para o diretor de Acesso da Interfarma, o consumidor é punido duplamente, tanto ao comprar o medicamento como ao pagar imposto mais alto que não necessariamente é aplicado em saúde. “No caso do Farmácia Popular, que é um programa muito bem-sucedido, o governo federal gasta quase R$ 3 bilhões por ano com programa, mas paga, em média, 18% de ICMS para o estado, que não abriram mão do imposto. Quase R$ 600 milhões por ano vão para o tesouro dos estados, mas não voltam à saúde”, diz.

Distorções

Segundo Bernardo, a alta do ICMS agravou as distorções na tributação dos medicamentos, que pagam mais imposto que produtos menos essenciais. “Alguns estados cobram 12% de ICMS sobre automóveis e 17% sobre cerveja, enquanto reajustaram a alíquota sobre medicamento para 18%”, ressalta. “Até medicamentos veterinários são isentos de ICMS, mas os demais tipos pagam uma das cargas tributárias mais altas do mundo.”

O coordenador do curso de Economia do Ibmec [atenção editor, Ibmec não é sigla, é o nome da instituição], Márcio Salvato, destaca que a tributação sobre produtos essenciais, como comida, medicamentos e combustíveis, é um dos principais meios para qualquer governo arrecadar impostos. De acordo com ele, isso ocorre porque o consumidor tem pouca margem de manobra para reduzir o consumo desse tipo de produto em caso de aumento de preço, o que os economistas chamam de baixa elasticidade de preço.

“Os produtos com baixa elasticidade de preço representam um poderoso aumento de arrecadação porque os governos sabem que o paciente não pode deixar de consumir o remédio ou que nem sempre o motorista pode trocar o carro pelo ônibus e é obrigado a pagar mais imposto. Isso ocorre em todo lugar do mundo”, explica.

Pesquisa

Para o paciente, resta pesquisar muito para fugir dos preços altos. O profissional autônomo Luciano Rangel, 40 anos, mora em Brasília, mas costuma passar temporadas em Campinas (SP) e compara constantemente os preços dos medicamentos. O DF cobra 17% de ICMS sobre medicamentos, contra 18% em São Paulo. Segundo Rangel, o preço do frete, mais baixo em São Paulo, às vezes compensa a diferença de imposto. “Às vezes, é mais barato em Campinas. Depende da tabela de preços deles. Outras vezes, é mais barato em Brasília”, diz.

A servidora pública aposentada Inês Carranca, 91 anos, costuma gastar R$ 300 por mês em medicamentos e apelou para uma solução mais radical. De vez em quando, pede para a filha trazer dos Estados Unidos medicamentos que não precisam de receita. “Uma caixa com 200 comprimidos de ômega 3 custa baratinho nos Estados Unidos. Um creme para tratar um problema nas pernas custa quase R$ 200 aqui e R$ 60 lá”, declara.

Do Diário de Pernambuco