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Antes do ato, cruzes foram fincadas na praia de Boa Viagem para representar homicídios contabilizados em 2016. Categoria também criticou más condições de trabalho.
 
Policiais militares e bombeiros integrantes da Associação Pernambucana de Cabos e Soldados (ACS-PE) fizeram, na tarde desta quarta-feira (18), uma caminhada pela Avenida Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, para criticar más condições de trabalho dos profissionais. Antes do ato, que teve início às 15h, cruzes foram fincadas na praia de Boa Viagem para simbolizar as vítimas de homicídios no estado. O protesto foi encerrado por volta das 16h30.
 
 
Durante a manifestação, um caixão representando o Pacto pela Vida foi enterrado na areia da praia para demonstrar a insatisfação com o programa do governo estadual para reduzir os índices de violência. Ao longo da caminhada, entre os postos 7 e 6 da praia, houve menções e críticas ao Programa de Jornada Extra da Segurança (PJES).
 
“Nós queremos mostrar como a sociedade está sofrendo com o aumento da violência. Somente no ano de 2016, foram contabilizadas mais de 4.400 mortes. O número é elevadíssimo”, pontua o presidente da ACS-PE, Albérisson Carlos.
 
 
Segundo a organização do ato, 700 cruzes foram fincadas na praia e mais de 600 pessoas participaram do protesto. De acordo com a Companhia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU), a caminhada ocupou duas faixas da Avenida Boa Viagem e, por isso, não houve a necessidade de desvios no tráfego.

 

Atuando em Operação Padrão desde o dia 7 de dezembro do ano passado, os policiais militares se comprometem em continuar no regime reduzido de trabalho. “Os coletes estão vencidos, e os celulares funcionais dados aos policiais não têm crédito para eles fazerem ligações. Nos batalhões, só saem, no máximo, de dez a 15 viaturas. É claro que entregamos propostas, mas o governo do estado não quer negociar com as associações”, reclama Albérisson.

Para ele, as reuniões entre os comandos da PM e dos Bombeiros com as secretarias de Defesa Social e de Administração do Estado têm sido feitas sem transparência. “A intransigência é muito grande. Não existe negociação geral de governo para governo. Quem representa a categoria são as associações”, pontua.
 
Respostas: Procurado pelo G1, o comandante geral da PM, Carlos D’Albuquerque, afirmou que as reivindicações dos profissionais não têm fundamento. “Os coletes têm validade até março, e a questão dos celulares não procede”, pontuou.
 
Em relação às negociações, D’Albuquerque explicou que as reuniões com o governo do estado têm acontecido ao longo do mês de janeiro. “Agora não é mais a hora de opinar. O que tínhamos que fazer, já fizemos. Agora é só uma questão de levar as informações levantadas para a administração estadual. As associações têm feito isso porque há, lá dentro, vontade de promoção pessoal”, critica. Segundo o comandante-geral da PM, uma nova reunião com o Governo está prevista para a tarde desta quarta (18).
 
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