Get Adobe Flash player

Panificadora Samuel

 
 

Cidades acessando blog

Escola Monteiro Lobato



 

CLICK AQUI E CONFIRA AS FOTOS!


Educação Infantil,

Ensino Fundamental e Médio

(87) 3838.1481 (87) 3838.2246

site: emonteirolobato.com.br

 

Login

Dr. Jamildo Carvalho

Blog MM

 

 

 

Tudo posso naquele que me fortalece.

Email:blogmarcosmontinelly@gmail.com

  (87) 9 -9680-8985 

 

 

Desfile Cívico da Escola M. L.

 

Formatura do ABC Monteiro

Yane Marques

Vozes do Forro

AABB

 

Login Form

Fotos Bloco a Onda

Canaval 2016

Bloco a Onda 2017

Galeria de Fotos!

 

 

Faleceu na tarde desta sexta-feira dia (13), o capitão da Polícia Militar de Pernambuco, Gilson Marcone Cerqueira Nogueira, de 41 anos, popularmente conhecido na região por Capitão Gil. 
 
Ele passava por um procedimento cirúrgico para implodir um cálculo renal (pedra nos rins), quando sofreu uma parada cardíaca, vindo a óbito.
 
Gilson estava na Polícia Militar a 18 anos, a maioria dedicados ao 9º Batalhão de Garanhuns, onde comandou as equipes especializadas e por anos esteve a frente do GATI, Gilson deixou o batalhão de Garanhuns em 2015 e foi transferido para o 15º Batalhão sediado em Belo Jardim, assumindo o comando da 2ª companhia de São Bento do Una,  e estava atualmente no comando da 1ª Companhia com sede em Belo Jardim.
 

 

Nas redes sociais amigos lamentaram a morte precoce do Capitão Gilson, o comando do 15º Batalhão e o presidente do Clube dos Oficiais da PM e CBM de Pernambuco também divulgaram nota de pesar.
 
O Comando do 15° BPM, com profunda tristeza, comunica o  falecimento do capitão Gílson Marcone Cerqueira Nogueira, 41 anos, quando submetido a uma cirurgia para retirada de cálculo renal, no hospital Monte Sinai, em Garanhuns, na tarde desta sexta-feira (13).
 
Oficial jovem, competente e dedicado à segurança pública, estava há 18 anos prestando valorosos serviços à PMPE. Atualmente, à frente da 1ª Companhia do 15° Batalhão, sediada em Belo Jardim, no Agreste pernambucano.
 
Casado e pai de quatro filhos, deixa saudades para todos os que tiveram o prazer de tê-lo em seu convívio.  Toda família quinzao, além de parentes e amigos,  enlutados, choram essa dura perda.
TEN CELl PM – JONAS
 

 

Governo de Pernambuco continua perseguindo a direção do Sindicato dos Policiais Civis

http://www.didigalvao.com.br/wp-content/uploads/2016/08/SINPOL-PE-vert.jpg

Ascom/SIMPOL

O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco – SINPOL/PE vem externar seu repúdio e sua indignação com a quebra de parte do acordo firmado entre esta entidade classista e o Governo do Estado com relação a não anistia dos processos administrativos instaurados contra a Diretoria do Sindicato e contra a categoria em decorrência da mobilização, nos últimos 2 anos por melhores condições de trabalho e salário para que os Policiais Civis possam investigar os crimes e diminuir a absurda onda de criminalidade que assola o povo pernambucano.

É preciso deixar claro que os Diretores do Sinpol NÃO respondem por QUALQUER crime, não estão sendo acusados de roubo, extorsão, peculato, assassinato, nem durante nem antes de suas atuações classistas. TODOS os procedimentos aos quais figuram como imputados versam sobre críticas à política de segurança do Governo, reivindicações por condições mínimas de trabalho, de material de proteção individual (coletes em quantidade suficiente e dentro da validade, armamento e munição confiáveis e adequados, máscaras, luvas e materiais de procedimentos corretos para serem usados pelos policiais que trabalham no IML), de estrutura de delegacias e institutos, por contratação de pessoal para atenuar a imensa defasagem nos quadros de investigadores, tudo isso para que possamos prestar um serviço profissional de qualidade para a sociedade pernambucana, apurando e solucionando cada vez mais crimes.

O Governo do Estado, ao invés de ouvir os apontamentos que o Sinpol fez sobre as falhas gerenciais que levaram a Polícia Civil a beira de um colapso e impedem que consigamos investigar e prender os bandidos que estão fazendo os pernambucanos reféns da marginalidade, preferiu tentar esconder e calar nossas críticas construtivas utilizando-se da Corregedoria de Polícia e de um estatuto dos policiais civis opressor oriundo da ditadura militar para perseguir e punir as vozes que procuram defender um sistema de segurança pública mais justo e eficiente, tanto para os policiais quanto para a população.

No último dia 29.12.2016, mesmo após o Governo concordar que tais procedimentos injustos deveriam ser arquivados assinando um acordo nestes termos, fomos surpreendidos com uma punição de 30 dias de suspensão (a segunda maior pena possível, atrás apenas da demissão) ao presidente e vice do Sinpol, Áureo Cisneiros e Rafael Cavalcanti, simplesmente porque eles, ainda em 2015 foram chamados para averiguar irregularidades cometidas contra policiais que participariam de uma Operação de Repressão Qualificada (ORQ) a ser deflagrada nas cidades de Serra Talhada e Salgueiro. Eles estavam sendo obrigados a se deslocarem às 22h para as referidas localidades durante toda a madrugada sem o devido pagamento antecipado de diárias, sem coletes, sem armamento apropriado (até porque depois se soube que iriam prender integrantes de grupos de extermínio) e sem o devido descanso, pois, muitos haviam trabalhado normalmente durante todo o dia.

O Policial Civil, como todo trabalhador, possui direitos e garantias que, mesmo o Estado sendo seu patrão não podem ser negligenciadas ou suprimidas, pois, a Constituição e os Tratados trabalhistas atingem e obrigam a todos. Nós do Sinpol temos a obrigação de defender os direitos da nossa categoria e assim procederemos enquanto esta Diretoria estiver à frente do sindicato.