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As imagens foram divulgadas nas redes sociais pelos familiares, uma mãe uma guerreira, sobretudo uma abençoada por Deus, Acssa Basta, 32 anos, tem tudo para comemorar o seu novo aniversário, a sua nova vida, essa é imagem recente em sua recuperação depois da tentativa de feminicídio a que foi vítima em Tabira. Ela aparece ao lado do cunhado Leco e da irmã Débora Ferreira.

 

 

Foi uma batalha contra o tempo, primeiro foi levada Hospital Regional Emília Câmara em Afogados depois para Caruaru e em seguida ao Hospital Esperança onde visualmente conforme imagens e informações está se recuperando muito bem.

 

 

Casada, mãe de dois filhos ela foi vítima de tentativa de feminicídio na segunda, um dia após o dia das mães (14), em sua residência na cidade Tabira-PE onde morava com seu esposo Adjailton Alves que investiu contra a vítima com golpes de faca que chegaram a atingir na região do pescoço e supercílio.

 

 

Para título de informações Acsa é filha de Alberto Ferreira, conhecido como irmão Betinho, ex-vereador de Tabira.

O acusado foi detido pela guarda municipal e em seguida preso pela polícia.

 

Anvisa dá passo rumo à regulamentação da maconha

 
 
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pode dar ainda em 2018 um importante passo para a regulamentação do cultivo de maconha e outras plantas controladas para pesquisa e uso medicinal. O tema é tratado com prioridade no órgão. Para a conclusão da proposta, outros órgãos de governo, como Ministério da Justiça e Receita Federal, devem ser consultados. As medidas devem passar pela avaliação da diretoria colegiada e depois por consulta pública.
 

 

Estão em pauta duas regulamentações, segundo fontes ouvidas pelo Correio. Uma de cultivo da maconha e outras plantas controladas para pesquisa, e outra específica da droga para fins comerciais. As propostas foram elaboradas pela área técnica da agência e passaram por análise da diretoria de regulamentação em setembro do ano passado.
 
As normas vão padronizar o modo e a qualidade da maconha plantada domesticamente e possibilitar que instituições públicas e privadas cultivem e desenvolvam medicação à base da planta no Brasil. A pesquisa com maconha e seus derivados é permitida no país. Contudo, os cientistas dependem de importações e os estudos precisam de autorização da Anvisa.
 
A regulamentação da maconha ganhou fôlego desde novembro de 2017, quando a agenda regulatória 2020 foi aprovada. Para pressionar, pesquisadores vão entregar um abaixo-assinado pedindo a regulamentação. “É importante para o avanço da produção científica nacional”, defende o biomédico Renato Filev, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo e um dos organizadores do requerimento.
 
A Anvisa confirmou as informações por meio de nota. “A Anvisa realiza, no momento, discussões preliminares internas sobre o tema em um grupo de trabalho, com vistas a uma proposta de regulamentação. Não há mais detalhes ou previsões”, explica o texto. “Não há definição de quando o assunto será levado para decisão da diretoria colegiada”, conclui a nota.
 
Em maio do ano passado, a Anvisa incluiu a maconha sativa como “planta medicinal” na lista que define os nomes oficiais de fármacos. Antes, em janeiro, a Anvisa aprovou o registro do primeiro remédio à base de maconha no Brasil, o Mevatyl. Há dois anos, o órgão retirou o canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito, o que facilitou a comercialização de medicamentos que contêm a substância no país. (Via: Correio Braziliense)