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Nesta segunda-feira (18), o presidente Michel Temer questionou a veracidade de pesquisa Datafolha que o apontou como o presidente mais impopular desde a redemocratização do país. “Não é verdadeira”, disse o emedebista. Segundo o levantamento divulgado no dia 10 de junho, 82% dos brasileiros desaprovam o atual governo.

 

O presidente falou com a imprensa após participar de almoço com líderes do Mercosul, em Assunção, no Paraguai. Temer comentou o número ao ser questionado sobre como retomar as pauta do governo no Congresso diante da baixa popularidade.

“Nós aprovamos seis ou sete medidas provisórias numa única noite. Ademais disso, naquela noite aprovou-se a urgência para a chamada reoneração, que foi votada no dia seguinte no Senado Federal. E na Câmara, em face de conversas que tive com o presidente Rodrigo Maia, aprovou-se o cadastro positivo e a duplicata eletrônica”, disse.

O presidente também afirmou já ter articulado para esta semana a aprovação de projeto de lei que destrava a venda de distribuidoras da Eletrobras. “Então, o Congresso está trabalhando como antes”, disse.

Livre comércio

No discurso aos chefes de Estado na Cúpula do Mercosul, Temer defendeu as negociações de acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Fazem parte do bloco a Argentina, o Brasil, Paraguai e Uruguai.

“Na frente das negociações externas, nossa opção é inequívoca, mais e melhor abertura. No lugar de nos fecharmos entre nós mesmos, atuamos em conjunto para inserir nossos países na economia global. Essa estratégia é indispensável para a competitividade dos nossos produtos, para a geração de emprego e renda para nossa gente”, disse.

Temer lembrou que houve avanços significativos nas negociações nos últimos tempos e afirmou que o bloco sul-americano precisa avançar cada vez mais rumo à inserção na economia global.

 

Também avaliou como positiva a aproximação do Mercosul com a Aliança do Pacífico (Chile, Colômbia, Peru e México). Segundo Michel Temer, as palavras de ordem do Mercosul são “mais diálogo, mais livre comércio e mais investimento”.

Ao relatar a chegada de venezuelanos no Brasil, Temer comentou a situação de crise humanitária no país, e disse não estar poupando esforços para construir condições físicas e jurídicas que permitam o acolhimento solidário dos fugitivos. A Venezuela foi suspensa do Mercosul em 2017 por “ruptura da ordem democrática”.

Questão da Nicarágua

Durante cúpula, os líderes dos países do Mercosul emitiram resoluções nas quais expressam preocupação com a situação política e social da Nicarágua e da Venezuela. O bloco condenou “todo tipo de violência” no país e pediu a retomada o diálogo para “estabelecer uma solução pacífica para a grave crise”.

Até o momento, já foram registradas cerca de 200 mortes na crise política mais violenta desde os anos 1980.

Já a Venezuela vive uma crise ditatorial com o governo de Nicolás Maduro. O bloco pediu que o presidente Maduro faça uma “coordenação com a comunidade internacional” para encontrar solução para a crise no país. A Venezuela está suspensa do bloco desde 2017 por “ruptura na ordem democrática”.

 

 

STF julga hoje ação penal contra Gleisi Hoffmann e Paulo Bernardo

 

https://www.nexojornal.com.br/incoming/imagens/Plenario_STF.jpg/ALTERNATES/LANDSCAPE_640/Plenario_STF.jpg

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) julga hoje (19), a partir das 14h, ação penal proposta pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo.

No processo, os cinco ministros do colegiado vão decidir se condenam ou absolvem os acusados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, na Operação Lava Jato.

De acordo com a denúncia, Gleisi teria recebido R$ 1 milhão para sua campanha ao Senado em 2010. O valor teria sido negociado por intermédio de Paulo Bernardo e do empresário Ernesto Kluger Rodrigues, que também é réu. 

No entendimento da PGR, o valor da suposta propina paga a Gleisi é oriundo de recursos desviados de contratos da Petrobras, conforme citações feitas pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores das investigações.

A Segunda Turma é composta pelos ministros Edson Fachin, relator da ação, Celso de Mello, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Defesa

Em documento encaminhado ao Supremo durante a fase de defesa, os advogados do casal afirmaram que as acusações são “meras conjecturas feitas às pressas”, em função de acordos de delação premiada.

“A requerida [senadora] jamais praticou qualquer ato que pudesse ser caracterizado como ilícito, especialmente no bojo do pleito eleitoral ao Senado no ano de 2010, na medida em que todas as suas contas de campanha foram declaradas e integralmente aprovadas pela Justiça Eleitoral”, afirmou a defesa, na ocasião.

Após tomar ciência da liberação do processo para julgamento, a defesa da senadora disse que recebeu a notícia com naturalidade e confia que será absolvida.

 

 

 

 

 

Em evento do PSB, Paulo Câmara não descarta aliança com Ciro Gomes

 

 

Evento recebeu nomes do PDT e PCdoB no Agreste do Estado / Foto: Renata Monteiro/ JC

Durante participação no Seminário de Formação Política - Vereador (a) Presente, que teve início nesta segunda-feira (18) no Hotel Canariu's, em Gravatá, o governador Paulo Câmara, que é vice-presidente nacional do PSB, não descartou uma aliança nacional entre socialistas e o PDT. O partido, que é presidido em Pernambuco pelo deputado federal Wolney Queiroz - que também participou do evento, bem como seu pai, José Queiroz, ex-prefeito de Caruaru -, tem como pré-candidato à presidência Ciro Gomes, ex-governador do Ceará.

 

"A gente está discutindo, conversando, vendo cenários, vendo o que é melhor para Pernambuco e para o Brasil e vamos fazer isso com discussão com o PDT, com o PCdoB e com o PT, caso eles queiram fazer aliança conosco aqui em Pernambuco", destacou o governador.

 

Nas últimas semanas, Ciro, que está sendo sondado por partidos de centro como o PP e o DEM para a formação de alianças, tem afirmado que prioriza uma coligação com o PSB. A escolha, afirmou o pedetista, se dá pelo fato de a legenda de Paulo Câmara não ter pré- candidato ao Palácio do Planalto.

 

Deva Pessoa, ex-prefeito de Tuparetama, é multado pelo TCE 

 

Depois de ter a prestação de contas de 2015 rejeitada pelo TCE, a Primeira Câmara também julgou irregular o Relatório de Gestão Fiscal da Prefeitura de Tuparetama do mesmo ano, cujo responsável foi o ex-prefeito Deva Pessoa, aplicando-se uma multa no valor de R$ 31.590,00 que deverá ser paga no prazo de 15 dias. O relator do processo foi o conselheiroValdecir Pascoal.
 
Segundo ele, a prefeitura apresentou no entre o 1º e 3º quadrimestres de 2015 um excedente nos gastos com pessoal, comprometendo até 58,34% de sua receita corrente líquida com essa despesa, quando o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal é 54%, "evidenciando de modo contundente uma gestão sem a responsabilidade fiscal", "restando configurada a total inércia do gestor" e "grave descontrole fiscal" foram os termos utilizados pelo relator.
 
O ex-prefeito, regularmente citado, não apresentou defesa no prazo legal assim como deixou a decisão transitar em julgado, ou seja, não apresentou recurso.
 
Por fim, o relator determinou, ainda, a remessa ao Ministério Público do Estado de Pernambuco, a fim de dar ciência desta Decisão e tomar providências que entender cabíveis. O número do processo no TCE-PE é 1770021-8.