Na última terça-feira (22), chegou ao fim a segunda edição de La Casa Digital. Considerado o maior reality show sobre prosperidade digital da América do Sul, o programa premiou o vencedor com R$ 1 milhão. 

O show da final ficou por conta do grupo musical Kemuel, que reúne influências do gospel norte-americano e da música cristã contemporânea, como Hilsong United e Kirk Franklin.

Foram 12 participantes disputando o prêmio, realizando provas sem poder dormir durante 24h. Confinados em um resort, engana-se quem pensa que eles tiveram vida boa ao longo do reality. 

Chamados de “generais”, foram diariamente colocados à prova nas diversas áreas do empreendedorismo digital, além de ouvirem palestras que encorajam uma vida de princípios e valores.

Quem mostrou o melhor desempenho, sob a ótica e avaliação do idealizador da iniciativa, Pablo Marçal e sua equipe foi o tabirense John, que ganhou a quantia milionária. 

Ainda de acordo com o Blog Mais Pajeú, os participantes foram escolhidos por meio de um vídeo que postaram na internet como requisito para tentar as vagas.

Em suas produções, o jovem John, esbanja criatividade e desenvoltura com o marketing digital. O “Thor do Sertão” como é chamado conquistou o prêmio após uma série de provas e desafios.

 

Dólar é cotado a R$ 4,9034 nesta manhã de sexta-feira

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 5,85 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,1446.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

 

O valor do dólar na manhã desta sexta-feira (25), está cotado no valor de R$ 4,9034. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 5,0710.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 5,85 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,1446. 

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

Reforma prevê blindar políticos que espalham fake news em ano de eleição

A proposta, divulgada pela relatora, Margarete Coelho (PP-PI), proíbe banimento, cancelamento ou suspensão de perfil ou conta de candidato no período eleitoral.

Proposta proíbe que perfis de candidatos sejam banidos das redes sociais (Foto: Reprodução)

 O texto da reforma eleitoral apresentado nesta semana na Câmara dos Deputados prevê blindagem para candidatos que espalham fake news e responsabiliza plataformas de internet por conteúdo publicado por terceiros.

A proposta, divulgada pela relatora, Margarete Coelho (PP-PI), proíbe banimento, cancelamento ou suspensão de perfil ou conta de candidato no período eleitoral.

A ideia é semelhante a lei aprovada no estado americano da Flórida pelo governador Ron de Santis, apoiador do ex-presidente Donald Trump –banido do Twitter e suspenso de Facebook e YouTube.

Após muitas críticas, foi retirado da proposta na Câmara um parágrafo determinando que as plataformas só poderiam remover conteúdos publicados em perfis de candidatos, partidos e coligações mediante medida judicial ou com notificação dos responsáveis 24 horas antes.

Isso impossibilitava as plataformas de usarem suas regras para remover ou rotular conteúdos que questionem a integridade do pleito, incitem à violência ou promovam supressão de votos, caso sejam de autoria de candidatos.

“O texto restringe o banimento de perfis de candidatos durante o processo eleitoral, o que parece razoável”, afirma Margarete à reportagem. Ela diz que a proposta não impede as plataformas de moderarem conteúdo que viole suas regras.

“O que fizemos foi exigir que as plataformas apresentem, antes do início do período eleitoral, suas políticas e critérios de moderação, para que os candidatos e o próprio eleitor tenham clareza sobre o que pode e o que não pode.”

A proposta prevê que os órgãos de direção nacional dos partidos políticos poderão impugnar, perante o TSE, regras de moderação de conteúdo que impliquem “restrição indevida de direitos e garantias de cunho político”. E determina que as publicações devem ser restauradas caso a remoção esteja em desacordo com a legislação eleitoral.

O presidente Jair Bolsonaro e seus aliados tiveram diversas postagens removidas ou rotuladas nas redes. Eles pregam um maior controle sobre as plataformas de internet, que acusam de fazer censura contra políticos de direita.

Em maio, veio a público a minuta de um decreto presidencial que proíbe as redes sociais de suspenderem contas, removerem ou rotularem conteúdo sem autorização judicial prévia, a não ser em situações específicas.

“Essa blindagem é perigosa, afasta qualquer possibilidade de moderação, criando um supercidadão digital político, que tem mais direitos que qualquer um na internet”, afirma Diogo Rais, professor da Universidade Mackenzie.

A restrição à possibilidade de moderação não é o único receio das plataformas.

O artigo 568, por exemplo, determina que “o provedor de aplicação será considerado responsável pela divulgação da propaganda se a publicação for comprovadamente de seu prévio conhecimento”.

Para especialistas e empresas, o texto subverte o Marco Civil da Internet, que prevê responsabilização das plataformas apenas se mantiverem algum conteúdo mesmo após ordem judicial. Eles também apontam que o termo “prévio conhecimento” é vago.

Segundo Francisco Brito Cruz, do Internet Lab, isso pode levar as plataformas a removerem muito conteúdo, restringindo a liberdade de expressão, por temer serem responsabilizadas.

Para Margarete, a responsabilização é justa. “Se elas analisam previamente o conteúdo do que é publicado em suas plataformas, é de se esperar que respondam pela omissão na aplicação de suas diretrizes”, diz. “O árbitro não pode mudar as regras durante o jogo e sobretudo não pode beneficiar determinados grupos.”

A proposta de reforma ainda obriga as empresas a moderar conteúdo em ano de eleição quando houver “fatos sabidamente inverídicos” em relação ao processo ou pleito e a pré-candidatos, candidatos e partidos, quando “obtiver alcance significativo perante o eleitorado” e for provocado “por interessado ou usuário”.

A atuação de agências de checagem é tolhida no texto, que determina que elas devem “retirar, retificar ou fazer adição de informações para fins de correção fidedigna dos fatos se comprovadas falhas”.

Segundo Margarete, a Justiça Eleitoral é que fará a verificação das informações sobre os responsáveis técnicos e fontes de financiamento das agências de checagem, bem como determinará a correção de informações.

Alguns pontos do texto foram elogiados por especialistas. A reforma veda a contratação de serviços para maior disseminação de mensagens, como disparos em massa, e utilização de bancos de dados pessoais obtidos por dever profissional ou empresarial.

O texto deve ser apresentado aos líderes na semana que vem e, depois, irá para discussão com as bancadas. “Nossa expectativa é que possamos aprovar em plenário neste ano”, diz a relatora. Para vigorar em 2022, a lei precisa ser aprovada até outubro.

Morte de Rodrigo Carneiro 39 anos, comoveu Tuparetama-PE

A morte de Rodrigo Carneiro, de apenas 39 anos, abalou Tuparetama. Casado com Amanda Lima, que trabalha na saúde de em Tuparetama, Rodrigo lutava contra a doença desde o inicio do mês de junho, quando foi transferido para o Regional de Afogados da Ingazeira.

Intubado, acabou não resistindo e morreu na madrugada  dessa quinta-feira (24), mesmo dia do  sepultamento, no Cemitério Municipal de Tuparetama, segundo o blogueiro Marcelo Patriota. Nas redes sociais, amigos, colegas e familiares,  muitos comentários e pesares lamentando a morte prematura de Rodrigo Carneiro, segundo amigos, o mesmo não tinha comorbidades.

Secretaria de Saúde de Tuparetama atualizou na noite de ontem (24) o boletim epidemiológico com números da Covid-19 no município. O boletim trouxe a confirmação de da nova morte pela doença.

“Nos solidarizamos com a dor dos familiares pela partida do ente querido e continuamos alertando à população que a melhor forma de combater o coronavírus que é a prevenção”, disse a Secretária. Tuparetama tem 490 casos confirmados da Covid-19, sendo que 449 pacientes estão recuperados, 15 estão em recuperação e 26 faleceram.