A Prefeitura de Afogados da Ingazeira inaugurou nesta sexta (26) mais uma academia da saúde na zona rural, dessa vez na comunidade do Alto vermelho. A um custo de 23 mil Reais, a Secretaria de Saúde instalou equipamentos para atividades físicas e brinquedos para o lazer das crianças. A academia também conta com piso intertravado produzido pela própria Prefeitura, o que diminuiu o custo da obra, além de iluminação em led.

A academia foi inaugurada sem a presença expressiva da comunidade, não foi distribuído convite e nem aviso no rádio, de modo a garantir um menor número de pessoas. Estiveram presentes, além do Prefeito Alessandro Palmeira, o vice-prefeito, Daniel Valadares, o Secretário de Saúde, Artur Amorim, e os vereadores Raimundo Lima e Rubinho do São João.
“Essa é uma obra muito importante, que traz mais qualidade de vida, com mais saúde e área de lazer para as crianças. É uma das ações do nosso plano de 100 dias. Até o próximo dia 10 de abril teremos uma verdadeira maratona de inaugurações e entregas em nosso município,” destacou o Prefeito Alessandro Palmeira, fazendo referência ao plano anunciado na última semana, que prevê investimentos da ordem de mais de dois milhões de reais em obras e ações nas diversas áreas da gestão municipal.

O Brasil já tem seu primeiro satélite de imageamento da Terra 100% nacional. Lançado por um foguete indiano PSLV (Veículo Lançador de Satélite Polar, na sigla em inglês) na madrugada de domingo (28), o Amazônia-1 entrou em órbita e estabeleceu comunicação com a equipe responsável pela missão, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São José dos Campos (SP).

O sucesso é um marco importante para o combalido programa espacial brasileiro e coroa um trabalho de cerca de três décadas no INPE, da concepção original ao voo. E, se trinta anos soa como um intervalo absurdamente longo para um projeto desse tipo, é porque é mesmo. A boa notícia é que uma missão espacial nunca é simples, e até agora tudo parece ter dado certo.

Lançado à 1h54 (de Brasília), a partir do Centro Espacial Satish Dhawan, no sul da Índia, o Amazônia-1 foi colocado, 17 minutos depois, numa órbita polar (que circula a Terra sobrevoando os polos) com altitude de 760 km.

Equipado com uma câmera de campo amplo capaz de registrar imagens que cobrem uma largura de cerca de 860 km com resolução de aproximadamente 60 metros, ele agora fará companhia no espaço aos satélites Cbers-4 e 4A, construídos em parceria por Brasil e China. O feito eleva para três o número de equipamentos de observação da Terra nacionais em operação. A vida útil mínima do Amazônia-1 é estimada em quatro anos