Ele estava internado na UTI desde o dia 30 de novembro e, segundo recentes comunicados da assessoria de imprensa dele, seu estado era grave

O cantor Genival Lacerda, de 89 anos de idade, morreu por complicações da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus na manhã desta quinta-feira (7).  Ele estava internado na UTI desde o dia 30 de novembro e, segundo recentes comunicados da assessoria de imprensa dele, seu estado era grave e ele respirava com a ajuda de aparelhos.

Com mensagem breve em seu Instagram, o filho do cantor, Genival Lacerda Filho, revelou a informação no começo da manhã desta quinta-feira (7). “Painho faleceu”, disse em seus stories.

“O quadro de saúde de Genival Lacerda  continua grave, com pneumonia severa, ainda sem apresentar melhoras. A pressão arterial está controlada e os rins funcionando bem.”, dizia o boletim divulgado no último domingo (03).

No dia 8 de dezembro Genival teve a pressão arterial e as taxas normalizadas, além de cessão da febre. De acordo com a assessoria de imprensa do artista, com a boa nova ele teve inclusive redução na sedação.

INTERNAÇÃO

No último 30 de novembro, Genival Lacerda foi internado na UTI após testar positivo para a Covid-19. Em meados de maio, o cantor já tinha passado pelo hospital e sido internado após sofrer um AVC. Segundo o Jornal do Comércio, o cantor paraibano estava em casa quando passou mal.

CARREIRA

Nascido em Campina Grande, na Paraíba, no dia 5 de abril de 1931, Genival se mudou, ainda nos anos 1950, para Pernambuco, onde mora até hoje. Em 1956 lança seu primeiro disco e estourou também no Rio de Janeiro, onde também morou e trabalhou em casas de forró.

Em 1975, veio seu maior sucesso até hoje, Severina Xique-Xique e se consolidou como um dos maiores sanfoneiros e cantores da música nacional, com mais de 50 discos lançados em 64 anos de carreira.

No cinema, também fez participações especiais em filmes como Vamos Cantar Disco (1979), Made in Brazil (1985), Beijo 2348/72 (1990) e O Rei da Munganga (2009).

Genival deixa dois filhos: João Lacerda e Genival Lacerda Filho.

Defensor da cloroquina e da ivermectina para prevenção da Covid-19, pastor bolsonarista morre aos 36 anos 

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O pastor bolsonarista Thiago Souza de Andrade morreu, em São Paulo, vítima do coronavírus. Membro do movimento “São Paulo Conservador”, o religioso defendia a cloroquina para o tratamento da Covid-19. “Se você tomou ivermectina, azitromicina ou hidroxicloroquina, poste no Facebook”, disse. Eduardo Bolsonaro se solidarizou com o pastor, mas não citou a causa de morte.

O pastor evangélico bolsonarista Thiago Souza de Andrade morreu no último domingo (3), em São Paulo, vítima do coronavírus. Membro do movimento “São Paulo Conservador”, o religioso, que recebeu solidariedade do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), tinha 36 anos e defendia a cloroquina para o tratamento da Covid-19. “Se você tomou ivermectina, azitromicina ou hidroxicloroquina, poste no Facebook e, se não precisou tomar e é a favor, poste que é a favor”, disse ele na rede social no dia 25 de novembro.

“Vamos forçar as prefeituras a começarem a prevenção urgente. E fazer a distribuição gratuita”, continuou o religioso. Defendido publicamente por Jair Bolsonaro, o remédio não tem comprovação científica.

A esposa do pastor informou que ele ficou 30 dias internados lutando contra a doença.

“Nossa solidariedade aos familiares do ativista Thiago Andrade do Movimento São Paulo Conservador, falecido nesta madrugada”, escreveu o deputado Eduardo Bolsonaro em seu Instagram.

“Agradecemos seus esforços na construção de um Brasil melhor. Que Deus conforte a família”, acrescentou o parlamentar, sem mencionar o fato de que Andrade morreu de Covid-19.

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