Porém, depois do anúncio, a modelo Taty Sindel, representante da Paraíba, partiu para cima de Juh e arrancou sua faixa por não concordar com o resultado.

 A edição 2021 do Miss Bumbum teve de tudo: de beijo a treta. Apresentado por Andressa Urach, 33, segundo lugar nessa competição em 2012, o concurso terminou com a vitória da candidata mineira Luna Leblanc.

Luna desbancou a candidata de Roraima Juh Campos ao receber o voto final da própria apresentadora, já que ambas estavam empatadas.

Porém, depois do anúncio, a modelo Taty Sindel, representante da Paraíba, partiu para cima de Juh e arrancou sua faixa por não concordar com o resultado. Taty, aliás, perdeu o primeiro desfile da noite, pois perdeu o voo e chegou atrasada.

A noite também mostrou um momento contra a homofobia. Em determinada etapa do desfile, as modelos Camila Beck, de Tocantins, e Déia Cavalheiro, do Mato Grosso do Sul, se beijaram no palco com a bandeira do arco-íris aberta. Elas são namoradas.

Por causa das restrições pela pandemia de Covid-19, o evento foi realizado sem plateia. Os jurados foram os humoristas Rafinha Bastos e Maurício Meirelles, além da ex-paquita Cátia Paganote.

A apresentadora Andressa Urach foi muito elogiada por causa de sua condução do desfile do qual é a embaixadora e sócia. O Miss Bumbum comemora dez anos. Ela usou durante o evento um colar com o nome do marido, Thiago, que não estava presente.

Andressa, dois anos depois de seu vice-campeonato, passou a fazer parte da Igreja Universal, se afastou do concurso e parou de fazer fotos sensuais. Mas no ano passado ela começou a mudar de postura ao anunciar que estava abandonando a instituição religiosa e dizer que se sentiu mais usada “que no tempo da prostituição”.

“Dediquei os últimos seis anos da minha vida para Jesus, como todos sabem, mas acabei me sentindo como um objeto descartável”, afirmou. “Sei que Jesus não tem nada a ver com isso e a obra de Deus é feita por pessoas falhas”, completou, na ocasião.

Governo prorroga auxílio emergencial por mais três meses
Benefício continuará a ser pago até outubro

auxilio_emergencial_Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta segunda-feira (5) o decreto que prorroga por três meses o pagamento do auxílio emergencial à população de baixa renda afetada pela pandemia da covid-19. Com isso, o benefício, que terminaria agora em julho, será estendido até outubro. De acordo com a Secretaria-Geral da Presidência da República, o ato será publicado na edição de amanhã (6) do Diário Oficial da União (DOU).

Também foi editada uma medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário para custear o pagamento complementar do auxílio. No mês passado, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia da covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil. As famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.