A cidade de Boa Vista, no Cariri da Paraíba, amanheceu de luto. A secretária de Educação Dayse Alves foi assassinada pelo próprio marido dentro de um motel, na BR 104, em Campina Grande. O crime que chocou a cidade aconteceu na noite dessa segunda-feira (15), dia em que a vítima comemorava aniversário.

Após o crime, o acusado Aderlon Bezerra de Souza, de 41 anos, cometeu suicídio.

O motivo do crime ainda não tinha sido revelado, até às 6h da manhã desta terça-feira (16).

Conhecidos do casal usaram as redes sociais para lamentar a tragédia, informando que os dois eram pessoas muito boas e queridas por quem os conheciam e ajudavam muita gente.

A informação das duas mortes foi confirmada pela coordenação do Centro Integrado de Operação (Ciop) da Polícia Militar de Campina Grande.

A equipe do Instituto de Polícia Científica (IPC) esteve no motel, fez a perícia e remoção dos corpos.

Agora a pouco o superintendente da Polícia Civil de Campina Grande, Luciano Soares, confirmou que o suspeito do crime  é que o marido da vítima, Aderlon Bezerra de Souza, de 42 anos. Ele estava armado com um revólver e após cometer o homicídio se matou com a mesma arma.

Ainda de acordo com informações da polícia, o aniversário da vítima foi no domingo (14) e o marido dela teria convidado a esposa para comemorar no motel onde aconteceu o crime. O casal deixou duas filhas.

A Polícia Militar e a Polícia Civil estiveram no local e continuam investigando o caso.

PB Agora

Em Petrolina, ministra da Agricultura garante R$ 3 milhões para pesquisa em fruticultura

Após uma extensa agenda no Vale do São Francisco, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, encerrou o roteiro de visitas, nesta segunda-feira (15), com uma reunião para ouvir as demandas dos exportadores de frutas da região. No encontro acompanhado pelo prefeito Miguel Coelho, a gestora se despediu com uma boa notícia para os produtores, a liberação de R$ 3 milhões para pesquisa destinada a melhorar a produtividade na fruticultura em Petrolina e cidades próximas.

A ministra elogiou o desenvolvimento nos perímetros irrigados, a capacidade do Vale do São Francisco e afirmou que o apoio cobrado ao Governo Federal para incentivar essa cadeia produtiva é justa e proporciona retorno imediato à população. “Quando a gente ouve as histórias daqui, fica até barato esses R$ 3 milhões diante de tanto resultado que esse negócio traz”, disse a ministra referindo-se aos mais de 250 mil empregos diretos gerados pela fruticultura no Vale.

Além de se comprometer com recursos para o desenvolvimento do segmento agrícola, Tereza Cristina afirmou que vai negociar a expansão do mercado internacional para os produtores nordestinos. Para isso, o primeiro passo será levar representantes do Vale do São Francisco em viagens oficiais do Ministério para o Japão e outros países ainda neste semestre. “A fruta é um exemplo do potencial que se tem de exportação. Precisamos abrir mais mercados. A gente pode caminhar e muito em relação a esse segmento”, defendeu.

O prefeito Miguel Coelho comemorou a passagem da ministra por Petrolina e o compromisso do Governo Federal para o desenvolvimento de Petrolina e cidades às margens do São Francisco. “Esses R$ 3 milhões garantidos para investir em nossa terra equivalem a novas 20 mil vagas de emprego no setor. Além disso, a visita da ministra tem uma enorme importância porque ela vê de perto a potência que é nossa região, percebe que tem de ser priorizada e ouve da boca de quem produz o que é preciso para manter o Vale do São Francisco como um exemplo do Brasil que dá certo”, resumiu Miguel.

Na visita, Tereza Cristina cumpriu cinco agendas em Petrolina e Juazeiro, onde conheceu a produção agrícola e anunciou também com o presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, recursos para a expansão da vinícola Miolo. A titular da pasta da Agricultura é a terceira autoridade com status de ministro a cumprir agenda em menos de um mês na cidade de pernambucana. Também visitaram o município sertanejo o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

Fotos: Jonas Santos

 

A casa caiu!  “Zé Batata”,  é preso por usar uma batata doce como arma

Um homem foi preso após tentar assaltar um motociclista usando uma batata doce como arma. O assaltante abordou a vítima com a mão na cintura fingindo estar armado e chegou a entrar em luta corporal com a vítima após ela reagir. Samuel Lira Rodrigues, 29 anos, foi apelidado pelos policiais da Central de Flagrantes I como “Zé Batata”. O caso aconteceu na noite da segunda-feira (15), no bairro do Benedito Bentes, parte alta de Maceió.

A vítima, cujo nome não foi informado, tem 19 anos e relatou que estava pilotando a moto da empresa para a qual trabalha, uma distribuidora de bebidas, quando foi surpreendida pelo suspeito. “Ele falou ‘perdeu, perdeu, perdeu’. Nisso, ele segurou no galão da moto e ela estancou caindo por cima de mim. Depois, ele já veio me agredindo dando um tapa na minha cara”, relatou.

O trabalhador contou ainda que o assaltante o levou para um matagal, onde iniciaram uma luta corporal após o suspeito o agredir com um ferro da motocicleta. “Ele começou a me agredir com aquele ferro. Foi o exato ponto em que eu não aguentei ai fui pra cima dele e reagi”, contou. Em seguida, a vítima conseguiu deter o suspeito e o levou para a pista, onde pediu socorro para acionaram a Polícia Militar.

Somente após imobilizar o assaltante que a vítima percebeu que ele estava armado com uma batata doce. Segundo informações, Samuel Lira tem passagens pela polícia por furtos. Devido aos ferimentos, o suspeito foi socorrido para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no Benedito Bentes. Após receber atendimento e ser liberado, ele foi conduzido à Central de Flagrantes I, onde foi autuado por assalto. (Via: Portal OP9 – Tv Ponta Verde)

AGU é contra cinemas proibirem compra de alimentos em outras lojas 

cinema_Arquivo Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou ontem (15) ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer contra medidas adotadas por redes de cinemas para evitar que clientes entrem nas salas com alimentos e bebidas comprados em outros estabelecimentos. A proibição é feita por algumas redes para forçar os consumidores a comprar na lanchonete do cinema.

O parecer foi enviado na ação em que a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex (Abraplex) pretende derrubar decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou o ingresso de clientes nas salas de exibição com alimentos e bebidas comprados em outras lojas. Segundo a entidade, a proibição impede a liberdade econômica das empresas. O caso está no STF desde 2016.

No entendimento da AGU, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe que a empresa condicione ou indiretamente imponha a venda conjunta de serviços que não podem ser negociados separadamente.

“Ao compelir o cliente a comprar na própria lanchonete do cinema todo e qualquer produto alimentício, a empresa de exibição de filmes e documentários dissimula uma venda casada, uma vez que, insofismavelmente, limita a liberdade de escolha do consumidor, o que revela prática abusiva”, diz a AGU.

Além disso, a advocacia pública sustenta que a proibição pode levar a constrangimentos, como vistorias e abertura de bolsas.

O caso é relatado pelo ministro Edson Fachin. Não há data prevista para o julgamento.

Agência Brasil