Um motociclista foi flagrado, na manhã deste domingo (14), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) a quase 200 km/h em um trecho da BR-230, no município de Cruz do Espírito Santo, na Mata paraibana. Por conta da velocidade acima do permitido para o trecho (100km/h), o condutor terá que pagar uma multa R$ 880 e ainda teve computados sete pontos em sua carteira de habilitação.

De acordo com a PRF, o flagrante foi registrado por um radar portátil. A medida faz parte das ações da PRF que antecedem a Operação Semana Santa em todo o país. O objetivo é coibir o excesso de velocidade, uma das principais causas de acidentes graves nas rodovias federais da Paraíba.

Os acidentes envolvendo motocicletas aumentaram neste primeiro trimestre nas rodovias que cortam o estado, quando comparados com o mesmo período do ano anterior.

Nos três primeiros meses deste ano, a PRF registrou 190 acidentes envolvendo motos, com 135 pessoas feridas com gravidade e 23 óbitos. O número de óbitos registrados de motociclistas ou passageiros de motos representam 65,71% das mortes registrados em acidentes nas rodovias este ano. Entre as principais causas está a velocidade incompatível

O açude de Coremas, que é o maior da Paraíba, já ultrapassou os 100 milhões de metros cúbicos de água e já chegou a 16, 87% de seu volume total.

A notícia foi divulgada pelo secretário responsável, que fez a verificação na manhã desta sexta-feira (12) nos órgãos de fiscalização. De acordo com ele, este ano o reservatório já ultrapassou os 50 milhões de recarga. 

O abastecedor tem capacidade para armazenar 591.646.222 metros cúbicos. A expectativa é de que haja mais pancadas de chuvas até o mês de junho e suba mais o volume.

 

A Polícia Federal deflagrou, neste último sábado (13), a Operação Flying Low, com objetivo de combater organização criminosa envolvida com tráfico ilícito de entorpecente, realizado por meio aéreo, e apreendeu meia tonelada de cocaína em um helicóptero, avaliada aproximadamente em R$ 4 milhões.
Segundo a PF, a organização criminosa buscava a droga no Paraguai e a levava para o estado de São Paulo. Pelo fato de a aeronave não ter autonomia para o percurso todo, fazia uma parada para reabastecimento em matagal ermo localizado na região de Presidente Prudente, local em que os traficantes foram abordados pelos federais.
Duas pessoas foram presas e foram apreendidos arma, veículos e dinheiro em espécie. Diligências continuam, com o apoio da Polícia Militar.
Cerca de 25 policiais federias participaram do trabalho, contando com o apoio aéreo do Comando de Aviação Operacional da PF (CAOP) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo. As investigações duraram cerca de um ano. 
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“Não há o que comemorar no governo Bolsonaro”, afirma José Maranhão 
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O senador José Maranhão (MDB-PB) foi convidado para a solenidade de celebração dos cem dias do governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) mas não compareceu. “Não há o que comemorar. Não se sabe muito sobre o futuro. Eu, particularmente, estou preocupado”, afirmou o senador.

O parlamentar salientou que torce pelo êxito da gestão Bolsonaro, em quem votou no segundo turno. “Mas do jeito que vai, temos que acreditar num milagre. Não sei quem o aconselha. Dizem que são os filhos. Mas esse governo não tem um plano, um projeto, um planejamento para dar esperança ao povo e criar um elã na sociedade, como Juscelino Kubitscheck teve com seu plano de desenvolvimento econômico”, acentuou.

Previdência

A respeito da proposta de reforma da Previdência Social, Maranhão opinou que o governo terá dificuldades para sua aprovação no Congresso Nacional. “Criou-se muita resistência ao tema desde o governo do presidente Michel Temer. Aliás, eu não sei a quem interessava atrapalhar tanto as reformas naquela época. Criou-se um espaço, uma lacuna no governo e os movimentos sindicais e sociais como os dos “sem terra” se aproveitaram para sair na frente criticando o tema com apoio da oposição. Faltou comunicação para tratar de um assunto tão complexo”, disse Maranhão.

O ex-governador da Paraíba frisou não ter conselhos ou palpites a dar ao presidente Bolsonaro porque “ele não ouve ninguém e não me escutaria”.

Mobilização

Maranhão propõe uma mobilização de bancadas federais, a partir da representação paraibana, para pressionar o Planalto a não inviabilizar o funcionamento de órgãos como o Dnocs. Para ele, há, no momento, uma postura de certa “vacilação” do governo federal em relação a políticas efetivas de convivência com a estiagem.

“Por isso, é importante que a bancada se irmane toda em torno desse projeto para levar à frente o trabalho extraordinário que o Dnocs, historicamente, vem efetuando”. Para ele, a criação de um novo órgão para substituir o Dnocs significa “um modismo que não corresponde à realidade política, social e administrativa do nosso país”