O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, disse nesta sexta-feira desconhecer a existência dentro do governo de um mapa de votos favoráveis à reforma da Previdência no Congresso Nacional após declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Agência Estado, de que faltariam 48 votos para se chegar ao apoio necessário para aprovar a medida.

Ao mesmo tempo que disse desconhecer a existência de um mapa de votos sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência, Rêgo Barros disse que o presidente Jair Bolsonaro está otimista com a aprovação da medida no Parlamento.

A PEC da Previdência, que sequer começou a tramitar na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, precisa dos votos de 308 deputados em dois turnos de votação e, posteriormente do apoio de 49 senadores também em dois turnos para ser aprovada.

O porta-voz disse que o governo determinou a sua equipe que, após o Carnaval, se intensifique as ações de comunicação para se aprovar a reforma da Previdência.

Segundo ele, a ideia é acelerar essa estratégia de comunicação para que a sociedade possa enxergar em sua plenitude que somente com a aprovação da proposta que vai se ter um futuro para o país.

Após a fala do porta-voz, a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que não há um mapa de votos a favor da PEC da Previdência, mas sim “prognósticos”. Ainda assim, ela se disse otimista com a aprovação da medida.

“Não dá para sair cravando não, mas vamos conseguir”, disse ela aos jornalistas.

Também no Palácio do Planalto, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse a jornalistas que não está na alçada delinear o mapa de apoio parlamentar à reforma, mas disse que há várias pessoas envolvidas nesta tarefa. 

 

Mourão diz que ‘tempo’ colocará filhos de Bolsonaro em seus lugares

Na linha de minimizar todos as crises do governo para evitar mais desgastes, o vice-presidente Hamilton Mourão disse em entrevista à Rede TV, que seu relacionamento com o presidente Jair Bolsonaro (PSL) “é excelente” e minimizou a interferência dos filhos do presidente.

“O tempo vai colocar cada um na sua função precípua, sem maiores problemas”, disse ele, admitindo que há interferência.

O tom das declarações de Mourão sobre os filhos é bem diferente do mês passado, em que o vice-presidente chegou a dizer que Bolsonaro teria de controlar os seus filhos, depois que um deles chamou de mentiroso o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno nas mídias sociais.

Mourão também respondeu as declarações do escritor Olavo de Carvalho, considerado “guru” do governo Bolsonaro. Carvalho recomendou aos seus alunos que deixem os cargos que ocupam no governo e disse se arrepender da candidatura de Mourão.

“O Olavo de Carvalho acha agora que eu sou comunista. Paciência”, reagiu o vice, dizendo “Bolsonaro e eu somos complementares”. (247)

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