As causas do acidente com o Boeing 737 ainda não foram divulgadas; passageiros de pelo menos 30 países estavam a bordo da aeronave

 

B Dalsh/File Photo

ADIS ABEBA – Um avião da companhia Ethiopian Airlines que se dirigia da capital etíope a Nairobi, capital do Quênia, caiu neste domingo, 10, com 157 pessoas a bordo, informaram as autoridades do país. O CEO da Ethiopian Airlines, Tewolde Gebremariam, confirmou que não há sobreviventes entre as vítimas, de 33 nacionalidades diferentes.

Entre os mortos, estão 32 quenianos e 17 etíopes, de acordo com informações da empresa. Até o momento, não há informações sobre a lista de passageiros e membros da tripulação. Familiares de passageiros ainda aguardam explicações.

A Ethiopian Airlines confirmou que a aeronave perdeu contato e provavelmente caiu às 8h44 (horário local), seis minutos depois de decolar do aeroporto internacional de Adis Abeba às 8h38 (horário local, 2h38 em Brasília), perto da cidade de Bishoftu, informou em comunicado.

A empresa alega que o avião não tinha problemas técnicos conhecidos. O operador de tráfego aéreo do país disse que a aeronave apresentou velocidade vertical instável após a decolagem e que a visibilidade parecia estar clara.

Acidente

Acidente

O avião, com número de voo ET302, tinha previsão de aterrissar no aeroporto internacional de Nairobi Jomo Kenyatta às 10h25 (horário local). A aeronave tinha pouco mais de quatro meses de uso. 

A Ethiopian Airlines é a maior companhia aérea da África, com vários voos não somente com destinos internacionais, e com uma boa reputação em matéria de segurança aérea.

O acidente ocorreu menos de cinco meses depois que, em outubro de 2018, outro Boeing737 da companhia Lion Air caiu na Indonésia 12 minutos após a decolagem e, de acordo com informações das caixas-pretas, a queda ocorreu devido a um erro no sistema automático, causando a morte de 189 pessoas.

Em 25 de janeiro de 2010, um avião da Ethiopian Airlines caiu no Mar Mediterrâneo e deixou 90 pessoas mortas. A aeronave caiu pouco depois de ter iniciado uma viagem de Beirute a Adis Abeba/ EFE

Advogado executa esposa dentro de casa e se mata em seguida

A comerciante Calliane Fraga Cintra Macedo, 31 anos foi morta pelo seu marido dentro da casa onde residiam na cidade baiana de Itatim, Centro Norte baiano. De acordo com a Polícia Civil, o advogado Daniel Macedo Santos cometeu suicídio após matar a esposa. 

A Polícia Militar informou que o advogado não aceitava o fim do relacionamento. Calliane tinha uma loja de venda de bolsas e calçados femininos e deixa dois filhos. As crianças estavam na casa da avô materna, no momento do crime. O casal tinha uma menina de 3 anos. A outra criança, de 11 anos, era filho de Calliane com seu ex-marido.

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