Após nove meses de gestação em placentas diferentes, as irmãs Beatriz e Liz tiveram o primeiro contato e foi em um abraço.

As três estão bem, mas até o abraço das gêmeas acontecer, a mãe enfrentou um descolamento do saco gestacional, nove infecções urinárias, além de Covid-19. (Foto: Divulgação)

Após nove meses de gestação em placentas diferentes, as irmãs Beatriz e Liz tiveram o primeiro contato e foi em um abraço. A cena emocionou família e equipe médica de um hospital em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, na quarta-feira (17), e foi registrado por uma fotógrafa que acompanhou o nascimento. Mãe e filhas tiveram alta nesta sexta (19).

“Foi lindo! Na hora a médica tirou o pano cirúrgico e consegui ver. Todos que estavam na sala acharam muito fofo. Estamos muito animados com esse momento que estamos vivendo como família”, diz Luana Guimarães, mãe das meninas.

As três estão bem, mas até o abraço das gêmeas acontecer, a mãe enfrentou um descolamento do saco gestacional, nove infecções urinárias, além de Covid-19. Ela diz que não teve medo.

“Aprendi a gestação inteira a confiar em Deus, tudo foi dando tão certo, cuidando de tudo”, afirma.

Ela contraiu a Covid-19 com 33 semanas de gestação e teve sintomas leves da doença. “Ficamos 15 dias fechados com as crianças e mais meu irmão, que estava de visita. Ainda bem que foram dias de chuva e não saímos para nada”, conta.

Alta nesta sexta-feira

Com 32 anos e na quarta gestação, Luana pôde ir nesta sexta-feira (19) com as filhas caçulas para casa em Camboriú, também no Litoral Norte. O parto foi feito por cesárea e sem complicações, segundo a mãe.

Liz e Beatriz encontraram outros três irmãos, de 14, 7 e de 2 anos. Segundo Luana, a família tem outros casos de nascimentos de gêmeos.

“Está sendo um pouco corrido devido aos outros três. A minha mais nova ficou com um pouco de ciúmes. Vamos ver como será daqui para frente com os cinco”, diz.