Com a vitória, a equipe brasileira se classificou para as oitavas de final em primeiro lugar do Grupo E do torneio masculino de vôlei de praia das Olimpíadas de Tóquio.

O primeiro set foi disputado, mas os brasileiros cometeram dois erros no final, dando vitória à dupla polonesa em 22 minutos. (Foto: Reprodução)

 Os brasileros Evandro e Bruno Schmidt venceram os poloneses Michal Bryl e Grzegorz Fijalek por 2 sets a 1 (parciais de 19/21, 21/14 e 17/15). Com a vitória, a equipe brasileira se classificou para as oitavas de final em primeiro lugar do Grupo E do torneio masculino de vôlei de praia das Olimpíadas de Tóquio.

O primeiro set foi disputado, mas os brasileiros cometeram dois erros no final, dando vitória à dupla polonesa em 22 minutos.

No set seguinte, Evandro/Bruno Schmidt impuseram seu melhor jogo, conquistando uma vantagem confortável de 15 a 6. Evandro se destacava tanto no ataque como no bloqueio. E com uma largadinha dele, o Brasil fechou.

No tie-break, as equipes mantiveram o equilíbrio até os poloneses abrirem dois pontos (12 a 10). Mas o Brasil conseguiu empatar. E, num ataque de Bruno, conseguiu fechar.

“É importante você passar por dificuldades, botar o time à prova na primeira fase.

Tenho certeza de que ter virado o tie-break foi reflexo do nosso início [de competição]”, afirmou Bruno Schmidt, em entrevista à TV Globo.

As oitavas de final do vôlei de praia começam neste sábado, às 21h (de Brasília).

Bolsonaro diz que auxílio emergencial pode continuar em 2022

 (Foto: Miguel Schincariol/AFP)
O presidente Jair Bolsonaro não descarta a possibilidade de que o governo federal estenda o pagamento do auxílio emergencial para 2022. De acordo com o chefe do Executivo, se a pandemia da Covid-19 não arrefecer, o benefício será estendido novamente, assim como aconteceu neste ano.
“Somente no ano passado, nós gastamos em torno de R$ 300 bilhões com o auxílio emergencial. Isso equivale a mais de 10 anos de Bolsa Família. Neste ano, demos mais quatro meses de auxílio. A gente espera que, com o término da vacina, com a questão da pandemia sendo dissipada, não seja mais preciso isso. Mas, se porventura continuar, nós manteremos o auxílio emergencial”, disse o presidente nnesta sexta-feira (30/7), em entrevista à Rádio Rock, de São Paulo.
Bolsonaro destacou, contudo, que o governo vai intensificar o planejamento para turbinar o Bolsa Família. O plano é aumentar o valor médio do benefício de R$ 192 para R$ 300 e ampliar a quantidade de pessoas atendidas para 17 milhões.
“A economia está voltando agora. Em junho, houve a criação de mais 309 mil empregos. A economia formal está indo bem, mas a informal ainda não. Mas a questão do auxílio emergencial e do Bolsa Família temos que, realmente, pensar nisso. Gastar dinheiro nisso ou se endividar, que é a palavra mais correta, para atender aos mais necessitados até que a economia volte a sua normalidade”, destacou.
Ritmo de vacinação
Na entrevista, Bolsonaro disse que o Brasil “está indo muito bem” na imunização contra o novo coronavírus. Ele ainda corroborou a estimativa do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, de que todos os brasileiros que quiserem ser vacinados estarão totalmente imunizados até novembro.
“Tirando os países que produzem as vacinas, o Brasil é o melhor de todos. A nossa programação foi bem feita e está sendo executada, e grande parte das empresas tem honrado esse contrato de entregá-las na época acertada”, observou.
Questionado sobre a possibilidade de uma nova campanha de vacinação contra a Covid-19 ser necessária para o ano que vem, o presidente comentou que isso deve acontecer. “Não se tem certeza de qual é a validade da vacina. Em média, é um ano. Nós achamos que esse vírus não vai nos deixar”, reconheceu Bolsonaro.
Ele destacou que o governo trabalha para disponibilizar mais imunizantes à população, dentre eles a vacina que está em desenvolvimento pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, a partir de dezembro.
“Assinamos também um contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca, e nas próximas semanas, além do IFA, nós poderemos fabricar a vacina da AstraZeneca no Brasil. Isso diminui bastante o custo para nós, que é um custo altíssimo”, completou.