O artista morreu neste sábado (3), aos 84 anos, em decorrência de complicações da Covid-19 após 18 dias de internação.

Agnaldo Timóteo em estúdio da Barra Funda, em março. (Foto: Divulgação)

Velório será restrito a um pequeno número de parentes e não haverá cerimônia pública. Cantor, uma das vozes mais conhecidas da música romântica brasileira, morreu de Covid-19 neste sábado (3).

O corpo do cantor Agnaldo Timóteo vai ser sepultado na tarde deste domingo (4) no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, no Rio de Janeiro. O artista morreu neste sábado (3), aos 84 anos, em decorrência de complicações da Covid-19 após 18 dias de internação.

Não haverá velório e nenhuma outra cerimônia aberta ao público e fãs. A despedida será restrita apenas a um pequeno número de parentes por conta das restrições impostas pela pandemia.

O cantor iniciou a carreira na década de 1960 e se consolidou com canções românticas. Na política, teve mandatos como deputado federal e vereador em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Agnaldo estava internado desde o dia 17 de março na UTI do Hospital Casa São Bernardo, na Zona Oeste do Rio. Médicos acreditam que o artista de 84 anos contraiu o coronavírus no intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina. Ele chegou a tomar a segunda dose, no dia 15, dois dias antes da internação.

No último dia 27, Agnaldo precisou ser intubado para “ser tratado de forma mais segura” contra a doença, segundo a família.

“É com imenso pesar que comunicamos o FALECIMENTO do nosso querido e amado Agnaldo Timóteo. Agnaldo Timóteo não resistiu as complicações decorrentes do COVID-19 e faleceu hoje às 10:45 horas. Temos a convicção que Timóteo deu o seu Melhor para vencer essa batalha e a venceu! Agnaldo Timóteo viverá eternamente em nossos corações! A família agradece todo o apoio e profissionalismo da Rede Hospital Casa São Bernardo nessa batalha”, disse a família, em nota.

Agnaldo Timóteo — Foto: Sesc Piracicaba/Divulgação

Trajetória

Agnaldo Timóteo Pereira, mais conhecido como Agnaldo Timóteo, nasceu em Caratinga, no interior de Minas Gerais, em 16 de outubro de 1936.

Apaixonado por música desde cedo, se apresentava em circos itinerantes que chegavam à cidade.

Timóteo passou a cantar em programas de calouro em rádios de Caratinga, Governador Valadares e Belo Horizonte. Ele conciliava as apresentações com o trabalho de torneiro mecânico. Em Minas, interpretava canções de Cauby Peixoto e ficou conhecido como “Cauby mineiro”.

Na década de 1960, se mudou para o Rio de Janeiro atrás de oportunidades na música e começou a trabalhar como motorista da cantora Ângela Maria.

Timóteo gravou seu primeiro disco após indicação da cantora em 1961, mas demorou a estourar.

A projeção veio após participação no programa de Jair de Taumaturgo na TV Rio, quando ganhou todos os prêmios do programa e foi contratado pela gravadora EMI-Odeon.

Com o LP “Surge um Astro”, emplacou o hit “Mamãe” (versão de “La Mamma”, de Charles Aznavour) e passou a participar do programa “Jovem Guarda”. O início da carreira foi todo focado em versões de sucessos internacionais.

Com o álbum “Obrigado Querida”, lançado em 1967, alcançou o primeiro lugar nas gravadoras do país e seu primeiro grande hit foi “Meu grito”, canção de Roberto Carlos.

A partir de então, se consolida como cantor romântico e lança outros sucessos como “Ave-Maria”, “Verdes campos” e “A galeria do amor”. Agnaldo Timóteo gravou mais de 50 discos, alternando entre o romântico e o brega.

Agnaldo Timóteo — Foto: Acervo Grupo Globo

Trajetória política

Timóteo iniciou sua atuação como político em 1982, quando foi eleito deputado federal no Rio de Janeiro pelo PDT.

Durante o mandato, brigou com Leonel Brizola e transferiu-se para o extinto PDS.

Candidatou-se ao governo do Estado em 1986, mas foi derrotado por Moreira Franco.

Foi eleito novamente deputado federal em 1994, e renunciou dois anos depois para assumir como vereador na cidade do Rio de Janeiro.

Em 2005, assumiu como vereador em São Paulo pelo Partido Progressista, e foi reeleito em 2008.

Mega-Sena: ninguém acerta as seis dezenas, e prêmio vai a R$ 8 milhões

As dezenas sorteadas foram: 05 – 09 – 11 – 16 – 43 – 57. Quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03. A quadra teve 3.627 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ R$ 616,09. (Foto: Walla Santos/ClickPB/Arquivo)

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.358 da Mega-Sena, realizado neste sábado (3) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 05 – 09 – 11 – 16 – 43 – 57.

A quina teve 66 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 23.700,03. A quadra teve 3.627 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ R$ 616,09.

O próximo concurso (2.359) será na terça-feira (6). O prêmio é estimado em R$ 8 milhões.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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Foto: Hélia Scheppa/Governo de Pernambuco

 

Daqui a um ano, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), estará no limite para decidir se renuncia ao cargo para disputar as eleições de 2022. Pela legislação eleitoral, se quiser ir para as urnas, o gestor terá que deixar o governo estadual até seis meses antes do próximo pleito, ou seja, o dia 2 de abril de 2022 é o limite.

O futuro político de Paulo Câmara ainda é uma incógnita. Entretanto, nos bastidores da política local, quatro caminhos são apontados para ele no ano que vem: candidato a senador, a deputado federal, a vice-presidente ou terminar o mandato de governador do estado.

A opção vista como mais viável para Paulo Câmara é disputar uma vaga de deputado federal. Aliados veem a disputa como segura, sobretudo com o apoio de parte dos prefeitos do PSB no interior do estado.

Outro caminho seria a disputa para o Senado, mas essa possibilidade é mais remota, porque a vaga é almejada por partidos aliados, principalmente o PP, e o PSB já estará na titularidade da chapa de governador, provavelmente com Geraldo Julio. “Em 2014, foi PSB para governo e para o Senado: Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho. Mas foi uma construção feita por Eduardo Campos, que era candidato a presidente. Dessa vez, é mais difícil que isso aconteça, até porque os aliados precisam ser contemplados”, diz um deputado federal do PSB sob reserva.

A terceira opção para uma eventual disputa de Paulo Câmara é integrar uma chapa como candidato a vice-presidente da República. Um integrante da cúpula nacional do PSB afirma que esse cenário se viabilizaria se o PSB compor com um candidato a presidente com menos potencial de votos no Nordeste. “É aí que a entrada de Paulo Câmara, um nome nordestino, faria sentido na composição”, explica o aliado