Presidente bozonaro

Bolsonaro afirmou neste sábado (02), que pegou a gravação das ligações da portaria do condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde ele tem casa, para evitar adulteração no conteúdo.

As gravações tratam sobre a visita de Élcio de Queiroz, um dos acusados de matar a vereadora Marielle Franco (Psol), ao condomínio no dia do crime, em março de 2018. Élcio visitou o ex-policial Ronnie Lessa, acusado de ter sido o autor dos disparos que mataram Marielle e o motorista Anderson Gomes. Segundo depoimento do porteiro do condomínio, alguém com a voz que ele julgou ser de Bolsonaro autorizou a entrada de Élcio no condomínio.

Há, no entanto, registros de presença do Bolsonaro na Câmara dos Deputados no dia 14 de março de 2018, quando ainda atuava como deputado. O MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que atua no caso, diz que o porteiro mentiu ao mencionar o nome do presidente em seu depoimento à polícia.

As gravações da portaria do condomínio Vivendas da Barra, já periciadas, foram divulgadas no Twitter pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho 02 do presidente e que também mora no condomínio na zona sul do Rio.

“Nós pegamos, antes que fosse adulterada, ou tentasse adulterar. Pegamos toda a memória da secretária eletrônica que é guardada há mais de ano. A voz não é a minha”, disse o presidente.

Na última quarta-feira (30), o Ministério Público do Rio de Janeiro informou que um áudio obtido era de Ronnie Lessa. Já nessa sexta-feira (1º), o deputado Marcelo Freixo solicitou nova perícia nas gravações, alertando justamente para a possibilidade de adulteração dos áudios.

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A ex-dirigente do PSL Mulher de Pernambuco, Bete Oliveira, prestou depoimento à PF (Polícia Federal) e afirmou que o partido utilizou candidaturas laranjas em 2018 no Estado, segundo a Folha de S.Paulo.

De acordo com ela, as mulheres só foram incluídas na disputa eleitoral para cumprir a cota mínima obrigatória de 30%, estabelecida por lei. Os dois depoimentos foram feitos em março e abril deste ano.

Ainda segundo Bete, que recebeu só 2.529 votos em campanha à Câmara dos Deputados, “a criação do PSL Mulher e do PSL Jovem ocorreu única e exclusivamente para arranjar, cada um desses grupos, 20 mil votos para Luciano Bivar”.

Presidente nacional do partido, Bivar é quem comanda politicamente o PSL em Pernambuco. Ele foi o único candidato pesselista eleito no Estado, com 117.943 votos. Atualmente, ele está rachado com o presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).

Bete afirmou que foi convidada para se candidatar à Câmara dos Deputados por um dirigente da legenda para que a cota fosse cumprida. Além disso, ela recebeu R$ 10.000 do partido, mas disse que usou esse valor integralmente na campanha.

A ex-presidente do PSL falou que ficou sabendo pela imprensa de outras mulheres que receberam valores muito superiores aos que foram destinados à maior parte das candidatas da sigla.

Bete disse que só se filiou ao PSL por causa de Bolsonaro, “mas que não sabia como era a forma de trabalhar da direção local do PSL”.

Nem Bete, nem Bivar quiseram comentar o caso. Ele já negou irregularidades na campanha. Em outubro, endereços ligados a ele foram alvo de busca e apreensão da PF.

Indústria das armas estão comemorando o faturamento

 

Dados da Polícia Federal (PF) apontam que 36.009 novos armamentos foram registrados, no Brasil, entre janeiro e agosto deste ano, dos quais 52% ocorreram nos últimos três meses desse período, após o presidente Jair Bolsonaro editar uma sequência de decretos sobre o tema. As informações são do jornal O Globo.

Segundo a reportagem, em setembro, o total de registros ativos de armas no país expedidos pela PF já havia ultrapassado a marca de 1 milhão, ante os 678.309 de dezembro do ano passado.

O jornal detalha levando-se em consideração a média mensal de registros, 2019 pode se tornar o ano com maior número de novas armas em circulação desde o início da série histórica, em 1997. Em 2018, o patamar de 36 mil novas armas só foi alcançado em outubro. O volume notificado pela PF até agosto de 2019 já é maior do que a média anual considerando o período de 2008 até o ano passado: 34.412.

A disseminação da presença das armas de fogo no país também é apontada no incremento de 49% dos registros ativos concedidos pela PF entre dezembro do ano passado e setembro deste ano, quando o número bateu a marca recorde de 1.013.139. O crescimento não é explicado apenas pelos novos armamentos, mas também por registros expirados que foram reativados.

 

TÓQUIO, JAPÃO (FOLHAPRESS) – O presidente Jair Bolsonaro avaliou nesta segunda-feira (21) que é mais estratégico que seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), abra mão de uma indicação como embaixador nos Estados Unidos e permaneça no Brasil para ajudar a pacificar o PSL.

Em rápida entrevista à imprensa, antes de sua participação na cerimônia de ascensão do novo imperador japonês, ele disse que não quer interferir na decisão do filho, mas ressaltou que é necessário “ver o que pode catar de caco” na disputa interna da sigla.

“Obviamente, isso o Eduardo vai ter de decidir nos próximos dias, talvez antes de eu voltar ao Brasil”, disse. “No meu entender, [o mais estratégico] é ele ficar no Brasil, até para pacificar o partido e ver o que pode catar de caco, porque teve gente que foi para o excesso. É igual um casal, chega um ponto de um problema que não tem mais retorno por parte de alguns”, disse.

O presidente disse que defendeu, em reunião no Palácio do Planalto, o nome do deputado federal Filipe Barros (PR) para a liderança do partido, mas que foi opinião vencida. Na avaliação dele, a tendência agora é de que o embate interno arrefeça.

Desde o início do mês, o presidente tem enfrentado uma queda-de-braço com o presidente nacional da sigla, Luciano Bivar. Para tentar enfraquecer o dirigente do partido, Bolsonaro atuou para tirar de postos de liderança nomes ligados a Bivar: como os deputados federais Joice Hasselmann (SP) e Delegado Waldir (GO).

“Vai se arrefecer [a crise]. Eu me pergunto: o pessoal tirava foto comigo, agora tira com o Bivar. O que ele tem de mais bonito ou de melhor do que eu?”, questionou Bolsonaro.

O presidente disse que, ao retornar ao Brasil em novembro, conversará com a maior parte dos integrantes da bancada do partido ligados a Bivar, na tentativa de chegar a um consenso. Ele ponderou, no entanto, que não terá diálogo com aqueles que, segundo ele, ultrapassaram o limite da razoabilidade.

“Vou expor minha experiência de 28 anos de carreira parlamentar. Eles embarcaram em uma canoa fantasma, aceitando promessas, como dou a lua. Isso serve para um casal de jovens, não para político com mandato de deputado federal”, ressaltou.

Para evitar o agravamento da crise interna, o presidente disse que pediu ao seu filho e vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) que não entre em embate. Ele trocou farpas nas redes sociais, no final de semana, com Joice.

“Todo mundo perde em qualquer alfinetada”, disse. “Em um relacionamento, toda ferida [mesmo] muito profunda cicatriza. Você não vê eu jogando lenha na fogueira, não vou entrar nessa briga de meu grupo contra o deles”, acrescentou.

Ele ressaltou que sempre sugere aos seus filhos que se acalmem, porque, de acordo com ele, é natural na política “um troca de pequenas farpas”.

“Eu sugiro, pai é pai até morrer. Eu sugiro sempre acalmar”, disse. “Eu engoli sapo para caramba. E eu procuro passar isso a eles”, acrescentou.

 

O governo federal prepara uma Medida Provisória (MP) para acabar com a multa adicional de 10% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que empresas devem pagar ao governo em demissões sem justa causa. A informação foi divulgada pelo secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, em entrevista ao portal G1.

Trata-se de um desconto concedido por Guedes e Bolsonaro que beneficia a demissão sem justa causa pelas empresas. Um modo de fazer avançar a fragilidade e a precarização dos postos de emprego.

Além disso, A medida se trata de mais um avanço do governo reacionário sob o fundo. Iniciativas anteriores como a liberação do saque do FGTS para 2019 e a proposta de saque-aniversário, medida adotada pelo governo para tentar estimular a economia, além de não produzirem resultado significativo, vão aos poucos minando o fundo que possui importante papel para a manutenção de programas de financiamento habitacional para famílias de baixa renda.

Bolsonaro sempre apresentou os direitos trabalhistas, como o FGTS, como uma “mochila” nas costas do empresariado explorador brasileiro. No governo, Bolsonaro deseja entregar todos os benefícios possíveis para que o empresariado siga aprofundando a exploração do mercado de trabalho e descontando ainda mais a crise nas costas da população trabalhadora.

Modelo desaparecida em Fortaleza é encontrada morta, estrangulada, às margens da CE-040, em Aquiraz

“A proposta contraria o interesse público ao determinar a identificação da vítima

Felipe Cordeiro e Sandra Manfrini – O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA E SÃO PAULO – O presidente Jair Bolsonaro (PSL) comunicou ao Senado Federal que decidiu vetar, integralmente, o projeto de lei que obrigava os hospitais das redes de saúde pública e privada a notificar os casos suspeitos de violência contra a mulher à polícia em, no máximo, 24 horas.

O governo justificou o veto à proposta “por contrariedade ao interesse público”.

No projeto, a deputada federal Renata Abreu (PTN-SP) afirmou que “não existe por parte dos órgãos governamentais qualquer canal de comunicação entre hospitais e delegacias que mapeie de forma significativa as áreas com maior concentração de violência à mulher”.

Segundo a parlamentar, “a mulher agredida, por medo, deixa de registrar o boletim de ocorrência, porém, procura um hospital devido às lesões”.

“E, muitas vezes, não há conhecimento das Secretarias de Justiça do ocorrido, e tal estatística passa despercebido.”

A mulher agredida, por medo, deixa de registrar o boletim de ocorrência, porém, procura um hospital devido às lesões

Renata Abreu (PTN-SP), deputada federal

Atualmente, a legislação determina a notificação obrigatória de casos de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados. Pelo texto vetado, deveriam ser informados também os indícios.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) participa de evento em São Paulo nesta quinta-feira Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Na justificativa enviada ao Senado, Bolsonaro afirmou que consultou os Ministério da Saúde e da Mulher, da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Ambos se manifestaram a favor do veto integral.

“A proposta contraria o interesse público ao determinar a identificação da vítima, mesmo sem o seu consentimento e ainda que não haja risco de morte, mediante notificação compulsória para fora do sistema de saúde”, afirmaram as duas pastas. “Isso vulnerabiliza ainda mais a mulher, tendo em vista que, nesses casos, o sigilo é fundamental para garantir o atendimento à saúde sem preocupações com futuras retaliações do agressor, especialmente quando ambos ainda habitam o mesmo lar ou ainda não romperam a relação de afeto ou dependência.”

 

Polícia cumpre 11 mandados de prisão em Afogados da Ingazeira

 

Nota à Imprensa
A SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL, através da POLÍCIA CIVIL DE PERNAMBUCO, no âmbito do PACTO PELA VIDA, deflagrou na manhã desta quinta-feira, 10/10/2019, a 87ª Operação de Repressão Qualificada do ano, denominada ” AURORA”, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2 – DINTER 2, decorrente de investigação realizada pela 167ª Circunscrição Policial, vinculada à 20ª DESEC – Afogados da Ingazeira-PE, sob a presidência do Delegado Ubiratan Rocha.
A investigação iniciou em julho de 2019 e tem por objetivo desarticular organização criminosa voltada para a prática dos crimes de:
1) TRÁFICO DE DROGAS;
2) ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS.
Durante a operação, foram cumpridos 11 (onze) mandados de prisão e 11 ( onze) mandados de busca e apreensão expedidos pelo MM Juiz da Comarca de Afogados da Ingazeira-PE.
Na execução foram empregados 120 Policiais Civis e Militares, além do apoio do IC.
A Operação está sendo coordenada pela Diretoria Integrada do Interior – 2 e supervisionada diretamente pela Chefia da Polícia. 
As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL.
Os detalhes preliminares da referida operação serão divulgados em 10/10/2019, às 10h, no prédio da 20ª DESEC- Afogados da Ingazeira-PE. 
Chefia de Polícia

O Ministério Público Eleitoral pediu que a Justiça abra um segundo inquérito contra o ministro do turismo, Marcelo Álvaro Antônio (PSL), por suposta prática de caixa dois na eleição do ano passado. Duas novas testemunhas se apresentaram nesta quarta-feira (9).

A reportagem do portral G1 destaca que “são duas mulheres que trabalharam na campanha de Marcelo Álvaro Antônio para deputado federal, em Conselheiro Lafaiete, na Região Central de Minas Gerais, a cerca de cem quilômetros de Belo Horizonte. ‘Eu ficava no gabinete e também panfletava com as meninas nas ruas em prol dessa campanha dele’, afirma uma mulher que preferiu não ser identificada.”

A matéria ainda acrescenta que “as duas foram contratadas por Ivanete Nogueira, vice presidente do PSL na cidade e responsável pela equipe de trabalho da campanha de Marcelo no local. Nesta terça-feira, o Jornal Nacional mostrou a denúncia de Ivanete, que já prestou depoimento para a Polícia Federal. Segundo ela, pelo menos parte da campanha do ministro em Conselheiro Lafaiete foi paga via caixa dois. Ivanete disse que recebeu R$ 17 mil em dinheiro para efetuar os pagamentos em uma caixa de papel e que negociou direto com Marcelo”

Nesta terça (8), Bolsonaro disse a apoiador para ‘esquecer’ partido, afirmando que presidente da legenda está ‘queimado’. PSL é alvo de investigações por supostas candidaturas-laranja.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (9) que “por enquanto” permanecerá no PSL e comparou a crise no partido a uma “briga de marido e mulher”.

Bolsonaro deu a declaração ao conceder uma entrevista coletiva na qual foi questionado sobre a crise envolvendo o partido ao qual é filiado desde o ano passado.

Nesta terça (8), o presidente disse a um apoiador para “esquecer” o PSL, o que provocou a reação de integrantes da legenda no Congresso Nacional.

“Por enquanto, eu continuo [no PSL]. Não tem crise. Briga de marido e mulher, de vez em quando acontece. O problema não é meu. O pessoal quer um partido diferente, atuante. O partido está estagnado. Não tem confusão nenhuma”, afirmou o presidente.

“Falei para o garoto: ‘Esquece o PSL’. Por quê? Ele é pré-candidato a vereador e, se começar a falar em partido, é campanha antecipada. Isso que eu falei para ele”, acrescentou.

Bolsonaro concedeu uma rápida entrevista coletiva ao deixar o Palácio do Planalto em uma saída lateral, geralmente não utilizada pelo presidente da República, somente por convidados e funcionários.

Antes de conceder essa entrevista, Bolsonaro se reuniu no Planalto com deputados do PSL.

Cerca de uma hora depois da entrevista do presidente, o porta-voz de Bolsonaro, Otávio Rêgo Barros, afirmou que ele “não pretende deixar o PSL de livre e espontânea vontade”.

PSL

O Ministério Público e a Polícia Federal apuram suspeitas de candidaturas-laranja, de fachada, do PSL em estados como Minas Gerais e Pernambuco.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, por exemplo, presidente licenciado do PSL-MG, já foi denunciado pelo Ministério Público por suposto envolvimento em candidaturas de fachada no estado. Ele nega as acusações.

Nesta terça (8), Bolsonaro disse que o presidente nacional da legenda, Luciano Bivar, está “queimado para caramba“.

Mais cedo, nesta quarta, Bivar afirmou à colunista do G1 e da GloboNews Andréia Sadi que Bolsonaro “já está afastado” do PSL.

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