Política

Alguns manifestantes pro presidente se amontoam em Vitória, Espirito Santo – foto: divulgação

Fracassaram as manifestações convocadas por correligionários de Bolsonaro em todo o País.

Jair Bolsonaro (PSL) perdeu a primeira batalha pelas ruas, neste sábado (9), para o ex-presidente Lula (PT).

Os bolsonaristas queriam protestar contra a libertação do petista e contra os seis ministros do STF que votaram contra a prisão em segunda instância.

Em Curitiba, outrora capital da Lava Jato, apenas 20 pessoas compareceram à manifestação pró-Bolsonaro

Alguns manifestantes pro presidente se amontoam em Vitória, Espirito Santo – foto: divulgação

“Pouca gente e muita baixaria”, relatou ao Blog do Esmael o advogado Mesael Caetano dos Santos, conhecido como “Advogado dos Pobres”.

Em Curitiba, o fracassado protesto bolsonarista ocorreu na tradicional Boca Maldita.

 

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula vai pedir nesta sexta-feira sua imediata liberdade à 12ª Vara de Execuções Penais (VEP) de Curitiba. Caberá à juíza Carolina Lebbos autorizar a soltura do petista e de outros presos na mesma situação, como o ex-ministro José Dirceu.

A decisão, no entanto, não é automática. O juiz de execução pode ainda decretar prisão preventiva do petista, se assim for pedido pelo Ministério Público e se considerar que existem os requisitos previstos em lei para isso — como, por exemplo, periculosidade do réu e risco de fuga. Não há prazo definido em lei para que ele se manifeste.

Caso Lula seja solto hoje, ele terá ficado 580 dias na cadeia. Nas conversas que manteve nas semanas que antecederam a decisão de ontem do STF, Lula deixou claro aos seus aliados que, ao ganhar a liberdade, dois pontos vão marcar a sua atuação política: não fará inflexão ao centro nem empunhará a bandeira de deslegitimar o governo do presidente Jair Bolsonaro, como em eventual campanha por impeachment.

Nova oposição

Lula planeja viajar o país e tentar fortalecer a oposição ao governo. Também está previsto um giro internacional para se encontrar com personalidades que se manifestaram contra a sua prisão. Mas o primeiro ato do petista ao ser libertado será em Curitiba, em frente à Polícia Federal. O ex-presidente quer prestar uma homenagem aos simpatizantes que ficaram em vigília no local durante um ano e sete meses. A expectativa é que também ocorra um comício em São Paulo ou São Bernardo do Campo, em seguida.

— Ao sair daqui, ele está querendo preparar um grande pronunciamento à nação, afirmou João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST, depois de visitar o petista em sua cela na Polícia Federal do Paraná, na tarde ontem.

A possibilidade de adotar um caminho político de centro chegou a ser discutida por petistas próximos a Lula. Com Bolsonaro seguindo por uma linha que os dirigentes do partido classificam como de extrema-direita, uma inflexão ideológica poderia ajudar o PT a recuperar o terreno perdido na sociedade. Mas, após debates, a conclusão foi que a legenda enfrenta rejeição muito mais pelas denúncias de corrupção e pela acusação de que as medidas econômicas do governo Dilma Rousseff quebraram o país do que propriamente por questões ideológicas.

— O Lula me falou: avisa lá para os sem-terra que eu vou sair mais à esquerda do que eu entrei, disse Rodrigues.

A recuperação da imagem do PT se dará, na visão dos dirigentes partidários, aos poucos, impulsionada pelo desgaste de Bolsonaro. Na estratégia traçada, Lula pode impulsionar esse sentimento ao frisar em seus discursos as consequências para a população das medidas que vêm sendo adotadas, principalmente na área econômica. Um antigo aliado destaca a “capacidade de Lula de explicar de maneira simples um assunto complexo”. Esse mesmo aliado aposta que Lula evitará entrar em bate-bocas com o atual presidente. Com informações de O Globo.

Deputados e senadores lavajatistas estão se preparando para lutar no Congresso Nacional contra a decisão do Supremo Tribunal Federal de vetar a prisão após a segunda instância. Esses parlamentares querem acelerar a tramitação de Propostas de Emenda à Constituição sobre o tema na Câmara e no Senado.

 A decisão do Supremo Tribunal Federal nessa quinta-feira (7) de vetar a prisão após a segunda instância é alvo de reação por parte de parlamentares lavajatistas, que querem acelerar a tramitação de Propostas de Emenda à Constituição sobre o tema na Câmara e no Senado.

Tudo indica que ocorrerá uma dura luta política em torno do tema porque o presidente da Câmara Rodrigo Maia já adiantou que o Congresso não deve enfrentar o Supremo, informa a Folha de S.Paulo

“A gente tem que tomar certo cuidado porque tivemos a oportunidade de ter tratado disso em março. [Apreciar as propostas] logo depois que o Supremo decidir que ia revisitar o tema, pode parecer que a gente está querendo enfrentar o Supremo e não é o caso”, afirmou Maia. 

A reportagem destaca que o grupo de deputados e senadores lavajatistas não tem votos suficientes em nenhuma das duas Casas. Para aprovar uma emenda constitucional, são necessários 308 votos de deputados e 49 de senadores, em votação em dois turnos.

FELICIANO

 

Publicado por Marcos Montinelly em Terça-feira, 5 de novembro de 2019

 

 

 

O deputado pastor Marcos Feliciano (PSL-SP) pediu ajuda para o presidente do PSL no Amapá, o também pastor Guaracy Jr., para que organizasse um grupo para atacar o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) em suas redes sociais. Os parlamentares discutiram pela internet neste final de semana por conta da obstrução de justiça que teria sido feita pelo presidente Jair Bolsonaro.

Randolfe Rodrigues

@randolfeap

Deputado, “falsa comunicação de crime” (art. 340, CP) ocorre só quando não se aponta o nome do marginal: se a acusação for sabidamente falsa contra pessoa determinada, seria “denunciação caluniosa” (art. 340, CP). 

Marco Feliciano

@marcofeliciano

O Sen. Radolfe @randolfeap tuíta dizendo q representará contra o PR @jairbolsonaro por “crime de obstrução à justiça”. Esse crime não existe no Código Penal! Se ousar fazer, eu representarei ao PGR contra ele por crime de comunicação falsa (Art. 340/CP), esse sim existente!

Em um áudio, Feliciano pede para Guaracy juntar pessoas que possam o ajudar na discussão contra Randolfe, e se refere ao político como “senadorzinho”.

“Meu querido líder Guaracy, tudo bom? Por favor, amigo, dá um abraço no pastor Jeziel. Agradece a ele pela atenção, por ter saído em minha defesa. Não sou jurista igual ele, mas eu leio um pouco, né? E esse senadorzinho aí precisa de um trato, né? Se ele puder me ajudar mais… Se ele puder levantar um grupo de pessoas pra ir lá no Twitter dele ou no Facebook e espancar ele, ele começa a baixar a bola”, fala o deputado, no áudio publicado pela revista Época.

Mais um general decidiu abandonar o governo de Jair Bolsonaro. Nesta segunda-feira 4/XI, Maynard Marques de Santa Rosa se demitiu do cargo de chefia da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), vinculada à Secretaria-Geral.

A Folha de S.Paulo informa que, segundo pessoas próximas ao general, ele resolveu deixar o governo por desentendimentos com o ministro Jorge Oliveira, chefe da Secretaria-Geral.

Aliados de Santa Rosa, um dos mais influentes militares no poder, prometem segui-lo na decisão de sair do governo.

O porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, confirmou que a saída do general partiu de um pedido dele e não comentou os motivos da demissão.

 

 

Leia também: 

Governo Trump mantém veto à carne bovina do Brasil

Os EUA negaram a abertura de seu mercado para a carne bovina in natura do Brasil. Esse pleito estava incluso nas negociações de uma parceria estratégica acertada com o presidente norte-americano, Donald Trump.

Segundo informações da Folha de S.Paulo, a decisão dos EUA resulta de uma inspeção técnica liderada pelo Departamento de Agricultura no Brasil.

Fontes que tiveram acesso ao documento sustentam que os americanos solicitaram informações adicionais ao governo Bolsonaro e decidiram que uma nova inspeção sobre a qualidade da carne deverá ser realizada no Brasil.

Só depois haverá a possibilidade de as barreiras contra a carne brasileira nos EUA serem levantadas.

Isso pode atrasar a abertura do mercado norte-americano em cerca de um ano.

Vale lembrar que os EUA suspenderam a compra de carne bovina in natura do Brasil em meados de 2017, após a deflagração, pela Polícia Federal, da Operação Carne Fraca, que diz ter revelado um esquema de adulteração da carne vendida no mercado interno e externo.

Lula o melhor presidente do Brasil

Desde que o ministro Dias Toffoli liberou as entrevistas de Lula à imprensa, proibidas pela Justiça no ano passado para impedir que o ex-presidente, então já preso, apoiasse Fernando Haddad, será a primeira vez que ele irá à TV aberta

Nenhuma rede de TV aberta, até agora, quis entrevistar o ex-presidente, apesar de as tevês estrangeiras fazerem fila para entrevistá-lo. No mundo inteiro, ninguém entende por que as televisões brasileiras não querem entrevistar o ex-presidente que é lembrado como o melhor presidente da República por enorme parte do povo

Por URBS –  Foto de reprodução 

A TV Cultura pediu à Justiça Federal do Paraná autorização para entrevistar Luiz Inácio Lula da Silva, ao vivo, no Roda Viva. Se o depoimento do ex-presidente for autorizado, o programa irá ao ar na próxima segunda-feira (4), às 22 horas.

Nesta quarta-feira (30), a juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara de Execuções Penais, pediu que o Ministério Público Federal (MPF) se manifeste sobre o pedido. Lula já aceitou dar a entrevista.

Esta pode ser a primeira entrevista ao vivo do ex-presidente desde que ele foi preso injustamente, em abril de 2018. Todas os depoimentos de Lula a jornalistas na prisão foram gravados.

Da Sputnik Brasil

Nesta quinta-feira (31) foi divulgada uma pesquisa de opinião inédita do Ibope Inteligência que mostra que a rejeição ao PSL superou a do PT.

A pesquisa foi divulgada pela coluna de José Roberto de Toledo no site da revista Piauí e vem logo após crises internas dentro do PSL nas últimas semanas. As brigas recentes entre a legenda e seu principal político, o presidente Jair Bolsonaro (PSL), evidenciaram impasses. O partido que elegeu a maior bancada do Congresso nas eleições de 2018 hoje tem membros dissidentes e embates públicos.

O Ibope aponta que hoje 50% dos brasileiros não votariam de jeito nenhum no PSL. A mesma rejeição soma 43% quando se trata do PT. Além disso, o percentual de pessoas que diz que votaria com certeza no PT tem 15 pontos percentuais a mais do que no caso do PSL. São 27% os que dizem que com certeza votariam no PT enquanto 15% dizem o mesmo sobre o PSL.

Nas regiões brasileiras, os extratos Norte/Centro-Oeste e Sul são as únicas regiões do país que dão menos rejeição ao PSL do que ao PT, segundo a pesquisa.

O extrato Norte/Centro-Oeste é o que menos rejeita o PSL, sendo que 41% dos entrevistados dizem que não votariam de jeito nenhum no PT e 38% dizem o mesmo do PSL.

As regiões Sudeste e Nordeste dão mais rejeição ao PSL. O Nordeste é a região que mais rejeita o partido de Bolsonaro. Lá, segundo o Ibope, 62% rejeitam o PSL, enquanto 28% rejeitam o PT.

Mulheres e negros rejeitam PSL

Entre as mulheres, a rejeição é de 52% ao PSL contra 40% ao PT. Entre os homens, o PSL também leva a pior. A rejeição masculina ao PSL é de 49% e ao PT é de 45%.

Já a diferença entre negros e brancos chega a ser ainda maior. Entre os brancos, há uma rejeição maior contra o PT, de 53%. O percentual é de 51% quando se trata do PSL entre os brancos. Apesar disso, 19% dos entrevistados brancos afirmam que votariam com certeza no PT e 11% dizem o mesmo do PSL.

Entre negros, a rejeição ao PSL é de 50%, 14 pontos percentuais a mais do que ao PT. Ainda, 32% dos entrevistados negros dizem que votariam com certeza no PT, enquanto apenas 12% dizem o mesmo do PSL.

Imunidade parlamentar dificulta responsabilização na Justiça, mas filho do presidente segue sujeito ao julgamento de parlamentares

Leonardo Lellis/Veja-

Além de uma série de críticas, do PT ao PSL, a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) de apologia ao AI-5 também lhe colocou na mira de um processo de cassação na Câmara. Os partidos de oposição já anunciaram que apresentarão uma representação no Conselho de Ética que pode custar o mandato do filho Zero Três do presidente Jair Bolsonaro — que também o repreendeu.

“Ao fazer apologia ao AI-5, Bolsonaro está defendendo a ruptura do Estado Democrático de Direito, que significa o fechamento do Congresso Nacional, o fim da liberdade de expressão e a perseguição a opositores do governo. Em suma, querem uma ditadura no Brasil”, afirmou o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ), ao anunciar a ação.

O parlamentar argumenta que a declaração viola o artigo 3º do Código de Ética da Câmara, que coloca como dever dos deputados o respeito à Constituição e a valorização das instituições democráticas e as prerrogativas do Poder Legislativo. Freixo também disse que o deputado também será acionado no Supremo Tribunal Federal por violação aos artigos 286 e 287 do Código Penal, que tratam de incitação e apologia ao crime.

O advogado Eduardo Mendonça, especialista em direito constitucional, explica que a imunidade parlamentar impede a responsabilização judicial de deputados e senadores por suas declarações. Assim, uma ação na Justiça contra Eduardo Bolsonaro dificilmente prosperaria.

Entretanto, o filho do presidente segue sujeito ao julgamento de seus colegas na Câmara dos Deputados. “Tecnicamente, não vejo óbice a que uma Casa Legislativa entenda que a defesa ostensiva de medidas antidemocráticas é incompatível com a dignidade da função”, explica Mendonça.

Ele pondera que uma eventual cassação de um deputado por causa de uma declaração seria atípica na tradição do Congresso, mesmo que ela flerte com o autoritarismo. “Seria um movimento ruim, de cerceamento do debate, mas não inconstitucional. Não acho que tentar cassar um mandato eletivo com base na fala de um parlamentar seja uma boa forma defender a democracia constitucional contra riscos autoritários. O deputado está expressando o pensamento de uma parcela do eleitorado, infelizmente. É preciso discutir esse ponto de vista dentro do debate público. E não fingir que ele não existe”, acrescenta.

 

Rodrigo Maia diz que apologia de Eduardo à ditadura é passível de punição

Presidente da Câmara dos Deputados disse que fala do líder do PSL sobre o AI-5 é repugnante e deve ser repelida pelas instituições brasileiras

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o deputado Eduardo Bolsonaro (SP), líder do PSL na Casa, poderá ser punido por ter cogitado a reedição do Ato Institucional nº 5 em caso de “radicalização” por parte da esquerda. Maia disse que a afirmação do filho caçula do presidente Jair Bolsonaro é repugnante e deverá ser repelida pelas instituições brasileiras. Ele ainda acrescentou que “o Brasil jamais regressará aos anos de chumbo”.

“Manifestações como a do senhor Eduardo Bolsonaro são repugnantes, do ponto de vista democrático, e têm de ser repelidas com toda a indignação possível pelas instituições brasileiras”, disse Maia, em comunicado distribuído pelas redes sociais. “A apologia reiterada a instrumentos da ditadura é passível de punição pelas ferramentas que detêm as instituições democráticas brasileiras. Ninguém está imune a isso. O Brasil jamais regressará aos anos de chumbo.”

 

A declaração de Eduardo foi dada em uma entrevista à jornalista Leda Nagle que foi divulgada nesta quinta-feira, 31. O Ato Institucional nº 5, ao qual Eduardo se referiu, foi baixado em 13 de dezembro de 1968 e abriu caminho para a radicalização da ditadura militar (1964-1985), com a cassação e a suspensão de direitos políticos, institucionalização da censura à imprensa e o endurecimento da repressão com tortura, mortes e desaparecimentos de militantes de oposição.

Eduardo cogitou a reedição do AI-5 quando foi questionado sobre os protestos no Chile e a eleição de Alberto Fernández na Argentina, tendo como vice a ex-presidente Cristina Kirchner. “Se a esquerda radicalizar a esse ponto, a gente vai precisar ter uma resposta. E a resposta, ela pode ser via um novo AI-5, via uma legislação aprovada através de um plebiscito, como aconteceu na Itália. Alguma resposta vai ter que ser dada”, declarou.

Diante do repúdio que provocou na classe política, unindo os representantes de partidos da esquerda à direita, Eduardo recorreu ao Twitter para reiterar o seu posicionamento. Ele publicou o vídeo em que o então deputado Jair Bolsonaro exalta a ditadura militar e elogia o torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra ao divulgar seu voto no impeachment de Dilma Rousseff. Eduardo acrescentou a declaração: “Se você está do lado da verdade, não tenhais medo.”

Os partidos de oposição anunciaram que irão mover uma ação no Conselho de Ética da Câmara para pedir a cassação do mandato de Eduardo. Segundo o líder da oposição na Casa, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), ao ameaçar o povo brasileiro com a volta da ditadura, Eduardo fere mortalmente o juramento que fez ao tomar posse, prometendo defender a Constituição. Além disso, ameaça a instituição que integra, já que o AI-5 provocou o fechamento do Congresso.

Eduardo Bolsonaro🇧🇷

@BolsonaroSP

Se você está do lado da verdade, NÃO TENHAIS MEDO!

Vídeo incorporado

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) compareceu nesta quarta-feira 30 à audiência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, onde denunciou que o vereador Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, comanda a milícia virtual bolsonarista para fazer linchamentos.

“Quem coordena? Carlos Bolsonaro, direto do Rio de Janeiro, coordena. Realizando reuniões, disparando via Whatsapp seus comandos”, disse o deputado.

Frota contou alguns episódios que fizeram parte das ações desse exército virtual e levou ao presidente da CPI, Angelo Coronel (PSD-BA), documentos listando os perfis que atuam nos ataques virtuais. “São sempre as mesmas milícias atuando de forma organizada”, disse.

Frota também revelou ter discutido com Jair Bolsonaro e os filhos Carlos e Flávio sobre o impulsionamento de conteúdo no Facebook durante a campanha  eleitoral. Segundo ele, empresários foram acionados para bancar a empreitada durante a eleição.

Assista à sessão ao vivo e, abaixo, confira repercussões sobre seu depoimento no Twitter:

 

A matéria mostrou investigação que cita uma possível liberação de Bolsonaro para entrada do suspeito de matar Marielle Franco no condomínio onde o presidente mora – Assista a seguir os vídeos do caso. No primeiro, o Jornal Nacional apresenta reportagem de seis minutos. No segundo, Bolsonaro tenta se defender em seu ataque característico. ASSISTA:

 

Publicado por Marcos Montinelly em Quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Não fosse tão sério, o presidente estaria dormindo tranquilamente e vivendo seu sonho das Arábias. Mas acordaram-no no meio da madrugada para mostrar que seu circo no Brasil pegara fogo. Emergencialmente, em seu canal no Facebook, o presidente com cara de sono e poucos amigos atacou a rede Globo por conta da reportagem no JN.

Jair Bolsonaro (PSL-RJ), extremista de direita, presidente da República, é citado em processo do Caso Marielle Franco.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso ao caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde têm casa o presidente Jair Bolsonaro e o ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado da morte da vereadora Marielle Franco. No dia 14 março de 2018, horas antes do crime, o ex-PM Élcio Queiroz, outro suspeito do crime, anunciou na portaria do condomínio que iria visitar Jair Bolsonaro e acabou indo até a casa de Lessa, segundo informações divulgadas pelo Jornal Nacional nesta terça-feira (30/10/2019).

O caderno de registros do condomínio informa que, às 17h10 do dia do crime, uma pessoa de nome Élcio a bordo de um Logan prata anunciou que iria até a casa número 58, que pertence ao presidente Jair Bolsonaro. No condomínio, também mora o filho Carlos Bolsonaro na casa 36.

À polícia, o porteiro afirmou que ligou para a casa 58. E que uma pessoa que ele identificou como sendo o “seu Jair” liberou a entrada de Élcio Queiroz. O suspeito, no entanto, foi até a casa 66, onde mora Ronnie Lessa. O porteiro, então, telefonou novamente, e o mesmo “seu Jair” teria dito que sabia para onde ele estava indo. Conforme a reportagem, no dia da visita, no entanto, Bolsonaro estava em Brasília e não em sua casa no Rio de Janeiro. O então deputado federal registrou a presença em duas votações na Câmara.

Lessa é acusado pela polícia de ser o autor dos disparos que mataram Marielle o seu motorista, Anderson Gomes; e Queiroz é suspeito de ser o motorista do carro que levava o matador. Os dois foram presos no dia 12 de março deste ano.

Segundo o Jornal Nacional, a citação a Bolsonaro pode levar a investigação da morte de Marielle ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo fato de o presidente ter foro privilegiado. Representantes do Ministério Público do Rio que investigam o caso foram até Brasília no último dia 17 de outubro para consultar o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, sobre se poderiam continuar com a investigação. Eles, no entanto, ainda não obtiveram resposta.

À reportagem, o advogado de Jair Bolsonaro, Frederick Wassef, afirmou que o depoimento do porteiro é “mentiroso” e que isso é passível de “investigação por falso testemunho”.

Presidente Jair Bolsonaro nega contato com acusado pela morte de Marielle Franco e se coloca à disposição de delegado

O presidente Jair Bolsonaro negou na noite de terça-feira ter autorizado a entrada em seu condomínio de um dos suspeitos de ter assassinado a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco no dia do crime, e disse que deseja ser ouvido pelo delegado do caso para se defender.

Bolsonaro fez uma transmissão de vídeo ao vivo em sua página no Facebook de madrugada na Arábia Saudita, onde está em visita oficial, após reportagem do Jornal Nacional, da TV Globo, afirmar que um dos suspeitos da morte de Marielle entrou no condomínio de Bolsonaro dizendo que iria à casa do então deputado, mas que, na verdade, foi para a residência do ex-policial Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora e seu motorista, Anderson Gomes, em março do ano passado.

Segundo a reportagem, que cita o depoimento de um porteiro do condomínio à polícia, esse porteiro teria dito que um homem com a voz de Bolsonaro teria autorizado pelo interfone a entrada no condomínio de Élcio Queiroz, acusado de dirigir o carro usado no crime de Marielle, mas o presidente disse que sequer estava no Rio de Janeiro no dia do crime.

A reportagem da TV Globo também ressalvou que o sistema da Câmara registra a presença de Bolsonaro no Congresso no dia da visita de Élcio Queiroz.

“Eu tenho registrado no painel eletrônica da Câmara 17h41, ou seja, 31 minutos depois da entrada desse elemento no condomínio, e tenho também 19h36, e tenho também registrado no dia anterior e no dia posterior as minhas digitais no painel de votação”, disse Bolsonaro no vídeo em uma resposta exaltada.

“O que cheira isso aqui, não quero bater o martelo, o que parece: ou o porteiro mentiu, ou induziram o porteiro a cometer um falso testemunho ou escreveram algo no inquérito que o porteiro não leu e assinou embaixo em confiança ao delegado ou àquele que foi ouvi-lo na portaria”, acrescentou.

O presidente disse que quer falar com o delegado responsável pelo inquérito para se defender, e acrescentou que vai tornar público seu depoimento, independentemente de o processo correr em sigilo.

“Eu quero falar sobre esse processo. Vou chegar na madrugada de quinta-feita, a partir dessa madrugada estou à disposição de vocês. Senhor delegado, quero te ouvir, olhar nos seus olhos, e que o senhor faça perguntas para mim, quero te responder”, afirmou.

Bolsonaro também acusou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de ter vazado as informações do inquérito para a imprensa, segundo o presidente, com a intenção de “destruir a família Bolsonaro” de olho nas eleições presidenciais de 2022.

Em nota oficial, Witzel afirmou que não compactua com vazamentos e negou interferência política nas investigações.

“Lamento profundamente a manifestação intempestiva do presidente Jair Bolsonaro. Ressalto que jamais houve qualquer tipo de interferência política nas investigações conduzidas pelo Ministério Público a cargo da Polícia Civil”, afirmou.

A TV Globo afirmou, também por meio de nota, que revelou a existência do depoimento do porteiro e das afirmações que ele fez, mas que ressaltou “com ênfase e por apuração própria” que as afirmações se chocavam com os registros de presença do então deputado em Brasília naquele dia.

“O depoimento do porteiro, com ou sem contradição, é importante, porque diz respeito a um fato que ocorreu com um dos principais acusados, no dia do crime. Além disso, a mera citação do nome do presidente leva o Supremo Tribunal Federal a analisar a situação”, acrescentou a emissora.

*Com informações do Estadão e de Pedro Fonseca, Eduardo Simões, Ricardo Brito, Maria Pia Palermo e com informações do Estadão.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro teve acesso aos registros do caderno de visitas do condomínio Vivendas da Barra, na Zona Oeste do Rio, onde o presidente Jair Bolsonaro e o ex-policial militar Ronnie Lessa, acusado de ser o autor dos disparos que mataram a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, têm casa. Nesta terça-feira (29), foi informado pelo Jornal Nacional que, no dia 14 de março de 2018, horas antes do crime, o ex-PM Élcio Queiroz, outro suspeito do crime, disse na portaria do condomínio que iria visitar Jair Bolsonaro, mas foi para a casa de Lessa.
O porteiro que trabalhava na guarita do condomínio no dia do crime anotou no livro de visitantes o nome de Élcio, o carro, um Logan, a placa, AGH 8202, e a casa visitada, que seria a de Bolsonaro, a de número 58. A entrada aconteceu às 17h10. Depois de identificar o visitante na portaria, o porteiro ligou para a casa 58 para confirmar se havia autorização para ele entrar.
No depoimento, o porteiro ainda diz que acompanhou a movimentação do carro e que viu que o veículo parou na casa 66, onde morava Ronnie Lessa, outro acusado de matar Marielle e Anderson.
Élcio é um dos suspeitos do assassinato de Marielle. A polícia o acusa de ser o motorista do carro usado no crime.
Registros de presença da Câmara dos Deputados mostram que o então deputado federal Jair Bolsonaro estava em Brasília no dia do crime. Além disso, ele também postou vídeos nas redes sociais em que mostrava que ele estava na Câmara. 
A citação a Bolsonaro pode levar a investigação da morte de Marielle ao Supremo Tribunal Federal (STF), já que o presidente na época era deputado federal, e, por isso, tem direito a foro privilegiado.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, soube com antecedência das provas colhidas pela polícia sobre a citação do nome do presidente na investigação do assassinato de Marielle Franco. De acordo com o Radar, coluna da revista Veja, um interlocutor informou que Witzel não escondia a euforia com os fatos revelados nesta terça-feira pelo jornal.

A revista Istoé desta semana revela em reportagem de capa que o deputado federal Eduardo Bolsonaro teria pago sua lua de mel com recursos públicos. A matéria, assinada por Germano Oliveira, mostra ainda diversas outras “falcatruas” que teriam sido cometidas pela família presidencial.

Eis um trecho da reportagem:

ISTOÉ mergulhou nos últimos dias nos subterrâneos dessas disputas e negociatas bolsonaristas, ouviu diversos interlocutores, checou inúmeros dados e descobriu uma assombrosa malha de práticas criminosas que já levaram no Brasil, legal e legitimamente, à abertura de processos de impeachment do mais alto mandatário da Nação – e, a se fazer valer a Constituição, poderia também encaminhar o atual presidente para idêntico destino.

 

Vídeo:

 

 

São situações e práticas que ferem o decoro de forma clara. Nesse campo, estão em jogo no clã bolsonarista circunstâncias aterradoras, como o pagamento das passagens da lua de mel do deputado Eduardo com dinheiro público do fundo partidário – na quarta-feira 23, ele declarou que no partido as pessoas têm de ter lealdade ao seu pai, não lealdade ao fundo. Convenhamos que isso tem uma lógica torta, mas é lógica: Eduardo, ao lançar mão do dinheiro do povo para a lua de mel, exerceu a deslealdade.

Mas tem mais: ISTOÉ descobriu a manutenção de uma poderosa rede de milicianos digitais operados diretamente pelo Planalto, promíscuo fato que joga na marginalidade a República brasileira, transformando-a em republiqueta de fundo de quintal. Ou, melhor: fazendo da República uma associação criminosa de milicianos. Há também a revelação de que até o carro blindado do deputado Eduardo é pago com os recursos públicos do fundo partidário e que ele teria feito “rachadinha” com os salários da advogada do PSL.

A história da advogada expõe cruamente as vísceras do modus operandi de uma república administrada por personagens pouco escrupulosos. Relatos obtidos por ISTOÉ dão conta de que a advogada em questão, Karina Kufa, contratada pelo partido a pedido de Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), teria sido a responsável por acertar os detalhes da viagem de lua de mel do deputado. Eduardo se casou com Heloísa Wolf no dia 25 de maio, no Rio de Janeiro, com as despesas pagas por amigos, mas faltava comprar as passagens da viagem de núpcias rumo as paradisíacas Ilhas Maldivas. Falando em nome de Eduardo, a advogada teria ligado para Antonio Rueda, vice-presidente nacional do PSL, pedindo dinheiro do fundo partidário.

CLIQUE AQUI para ler a matéria na íntegra.

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‘Não quero saber se é filho do presidente. Vamos combater criminosos das redes sociais’, diz presidente da CPI das Fake News

O senador Angelo Coronel (PSD-BA), presidente da CPI das Fake News no Congresso, disse nesta sexta-feira (25) que as investigações devem chegar aos “autores, investidores e patrocinadores de bunkers espalhados pelo país afora para depreciar pessoas” e que seu trabalho será imparcial.

Em entrevista ao jornalista Rubens Valente, da Folha de S. Paulo, Coronel disse que não se importa se entre os chefes das milícias digitais estão filhos do clã Bolsonaro.

“Na minha condução, eu não quero saber de matiz partidária, eu não quero saber se a pessoa é filho de presidente, se é irmã de presidente, se é inimigo de presidente, nós temos que simplesmente combater os criminosos das redes sociais. […] Todas as instituições e toda a sociedade brasileira estão do lado de quem está lutando para combater esses crimes digitais. Só quem deve ficar contra é quem comete”, disse ele.

“Tenho certeza de que aqueles que cometem ou patrocinam os crimes digitais com certeza esses não vão ficar a favor das investigações”, completou o senador Angelo Coronel.

Em várias manifestações à imprensa, a deputada Joice Hasselmann, ex-líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso, acusou os filhos de Bolsonaro de chefiarem uma rede com cerca de 1,5 mil perfis falsos na internet. “Não é só fake news, mas também campanhas de difamação”

 

 

Sertão:

A deputada Roberta Arraes (PP) obteve apoio do empresário Tião do Gesso na sua reeleição em 2018, porém o compromisso da deputada com o empresário para sua eleição de prefeito em 2020 parece ter ido às ruínas. Os bastidores da politica dão conta que a deputada já estaria de mãos dadas com o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Araripina, Emanuel Bringel, e também pré-candidato a prefeito de Araripina  principal cidade do Araripe, dando uma cacetada em Tião do Gesso, fiel aliado do governador Paulo Câmara (PSB) na eleição de 2018.

Segundo fontes palacianas ligadas a articulação politica do governador, Paulo Câmara não estaria de acordo com a posição da deputada em apoiar Bringel, pois ela  teria tomado uma posição unilateral sem combinar com o palácio e com as forças socialista de Araripina. Essa mesma fonte revelou a esse blogueiro que o governador Paulo Câmara só irá apoiar os verdadeiros escudeiros da campanha de 2018, já que não é o caso de Emanuel Bringel que apoiou o ex-senador Armando Monteiro opositor do palácio.

Segundo a deputada Joice Hasselmann, alguns deputados do PSL assinaram a lista de apoio a Eduardo como líder na Câmara porque passaram a sofrer ataques nas redes sociais

A deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que alguns de seus colegas de partido assinaram a lista que garantiu Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como líder da legenda na Câmara porque foram vítimas de ataques orquestrados nas redes sociais. Depois de diversas reviravoltas e uma clara disputa interna, o filho do presidente Jair Bolsonaro assumiu o posto na segunda-feira (21/10).

Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, na noite da mesma segunda-feira, Joice se referiu a uma estrutura virtual de 1.500 páginas no Facebook, além de perfis no Instagram e grupos de WhatsApp, que é usada para realizar “ataques coordenados” na internet.

“Quem aguenta um ataque coordenado de mais de 20 perfis de Instagram, 1.500 páginas de Facebook? Porque esses são os números. Mil e quinhentas páginas interligadas atacando todo dia, com memes sendo preparados, com todos os grupos de WhatsApp, ataca aqui, ataca ali…”, disse, já próximo do fim da entrevista.

“Inclusive, algumas pessoas que assinaram a lista (em favor de Eduardo Bolsonaro na liderança do PSL na Câmara), assinaram por isso, porque elas estavam sendo atacadas. E elas me diziam: ‘Joice, você tem mais de 1 milhão de votos, eu não tenho, eu tive 40 mil. Eu não tenho capital político, eu não posso fazer isso'”, completou.

Eleições municipais e tapetão

Um pouco antes, a deputada negou que a desavença entre ela e a família Bolsonaro tenha sido motivada por cálculos políticos visando as eleições municipais do ano que vem — Joice é pré-candidata à Prefeitura de São Paulo. “Nesta briga específica, não tem nenhum horizonte eleitoral. Eu vou ser candidata e ponto. Já deixei isso claro, a Executiva nacional do partido me apoia e o presidente daqui de São Paulo, que é o Eduardo Bolsonaro, ou vai ser afastado ou daqui a pouco termina o mandato dele, em novembro. Então não muda nada no processo. Eu vou ser candidata e isso já está definido”, garantiu.
Joice, então, prosseguiu: “O que está envolvido aí é uma tentativa de tomar o controle do PSL no tapetão, para colocar um líder que é o filho do presidente, que não agrega, desagrega. Tanto não agrega que, mesmo com o Palácio atuando, os ministros atuando, (muitos deputados não o apoiaram).”

A deputada reconheceu, no entanto, que o fato de ela ser amiga do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), gera “ciúmes” e faz com que alguns a vejam como “mais Doria do que Bolsonaro”. Ela também afirmou que as desavenças com a família começou quando ela defendeu as investigações sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ). Nesse momento da entrevista, Joice — que se definiu como “100% lava-jatista” (e evitou se dizer 100% bolsonarista) — disse que não ficou satisfeita como o governo, que se elegeu com a bandeira do combate à corrupção, atuou.

“Deleta tudo”

Na avaliação da parlamentar — que, por decisão do presidente Bolsonaro, deixou de ser líder do governo na Câmara na semana passada —, os filhos são um dos maiores obstáculos para o sucesso do atual governo. “Quando o presidente da República, que é o homem mais importante do país, sai da estatura dele e desce pra fazer uma espécie de lobby para eleger o filho… no que isso ajuda o país? Isso enfraquece o presidente”, avaliou.

%u2028Para ela, os filhos de Bolsonaro deveriam se afastar das redes sociais. “Quando alguém que é filho do presidente fala uma frase, o peso dela é 10 vezes maior. Por isso mesmo eles deveriam ficar mais quietos, restritos. Deletar o Twitter deles. Deleta. Deleta tudo, deleta Facebook, deleta Instagram, deleta tudo. Fiquem quietos. Porque, em todas as crises que aconteceram entre Executivo e Legislativo, havia uma participação direta ou indireta de um dos meninos. Ou era alguém xingando um deputado, ou xingando um partido. O que isso contribui para o Brasil? Eu quero que o Brasil dê certo. Eu quero que o governo dê certo. E, desse jeito, daqui a pouco a gente vai perder a esperança.”

“Eu errei”

Joice disse ainda que errou no último domingo, quando entrou em uma espécie de guerra de emojis pelo Twitter com o vereador Carlos Bolsonaro. Em determinado momento, ela tuitou a figura de um veado. “Errei. Reconheço”, disse, se referindo a essa postagem e acrescentando que pretendia apagá-la.

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A deputada defendeu que os integrantes do PSL devem acalmar os ânimos e buscar um terceiro nome, que seja consenso, para liderar o partido na Câmara. Só assim, ela acredita, a legenda vai superar a atual crise. Ela, porém, não quis sugerir um nome nem mencionar deputados que estariam sendo cotados para a função.

Ouça áudio

Publicado por Marcos Montinelly em Sexta-feira, 18 de outubro de 2019

 

 

O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse que pretende “implodir” o presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de “vagabundo”. Em áudio divulgado pelo portal R7, Waldir reclama da articulação de Bolsonaro para tomar dele a liderança da bancada na Câmara. O deputado conversa com colegas da ala que o apoia, a mesma do presidente do partido, Luciano Bivar (PE).

“Eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele. Eu tenho a gravação. Não tem conversa, não tem conversa. Eu implodo o presidente. Acabou o cara”, disse o líder do PSL. “Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo. Eu andei no sol em 245 cidades gritando o nome desse vagabundo”, acrescentou.

O áudio não permite concluir se a gravação a que ele se refere é a que foi divulgada ontem à noite pelas revistas Época e Crusoé, na qual Bolsonaro pede a deputados que se movimentem para substituir Waldir por seu filho, Eduardo, na liderança do partido na Câmara.

Em seguida foi deflagrada uma guerra de listas – ora em favor do deputado goiano, ora em favor de Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente. A Mesa Diretora da Câmara confirmou nesta quinta (17) que Waldir continua à frente da bancada.

Bolsonaro classificou a gravação de sua conversa como um “ato de desonestidade”. “Eu não trato publicamente deste assunto. Converso individualmente. Se alguém grampeou telefone, primeiro é uma desonestidade”, afirmou.

Por Erick Mota para o Congresso em Foco

Delegado Waldir (PSL-GO) foi para cima da família do presidente e afirmou que Flávio Bolsonaro não pode ser o bandido de estimação do Brasil. “O Brasil não pode ter nenhum bandido de estimação”, falou Waldir, depois de afirmar que a polícia federal tem que investigar todo mundo. ” Por exemplo, o filho do presidente. Então seria importante ser transparente né? Ele é o presidente do PSL no Rio de Janeiro”, disse. A afirmação aconteceu após notícias de que o presidente Jair Bolsonaro estaria agindo para destituir o líder do PSL na Câmara, e colocar no seu lugar o filho, Eduardo Bolsonaro (PSL/SP).

“Infelizmente nós temos uma decisão agora da justiça que impede o levantamento das informações”, falou se referindo a decisão do ministro Gilmar Mendes, que suspendeu todas as investigações que ligam o senador ao esquema de Fabrício Queiroz.Para o líder do partido de Bolsonaro, existe a chance do presidente estar por trás, ou no mínimo, ter informações privilegiadas sobre operações policiais que acontecem no âmbito federal. Nas palavras de Waldir, “parece que o presidente tem bola de cristal”, pois atacou o PSL poucos dias antes da operação da polícia federal atingir em cheio o presidente do partido, Luciano Bivar (PE).

Outro nome citado, mas de maneira indireta, pelo líder da agremiação do presidente da República, foi o do deputado estadual Gil Diniz, líder do PSL na Assembleia Legislativa de São Paulo e ex-assessor de Eduardo Bolsonaro. “Temos também agora em São Paulo um caso envolvendo um deputado estadual numa rachadinha. Então nós ficamos preocupados”, disse Waldir.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), falou em evento em uma universidade que a ex-presidente Dilma Rousseff foi deposta por um golpe articulado por Michel Temer. Maia também opinou sobre o primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro.

Questionado sobre a função de Temer na queda de Dilma, Maia respondeu: “É obvio que o Michel Temer operou o processo de impeachment da Dilma”.

Se defendendo de acusações de que foi covarde ao não trabalhar pelo impeachment de Temer, Maia disse que nove em cada 10 políticos agiriam de tal maneira, mas ele optou pelo contrário. “Não tive medo nenhum”.

Bolsonaro

Rodrigo Maia comentou também o primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro e afirmou que o início do governo foi “radicalizado” porque estaria “estimulado pelo núcleo de rede social, indo para o confronto”.

O presidente da Câmara disse que derrubou medidas impostas por Bolsonaro com o objetivo de mostrar a ele que não se governa por decretos.

“Fomos gerando os limites? Nos últimos meses, o presidente vem fazendo um discurso mais conciliador. Ele viu que em uma democracia ele não consegue governar sozinho. precisa do Supremo, Congresso e instituições”, disse. 

Valadares: um nome, uma história e uma votação fraca para quem foi prefeito por três mandatos.

 

O ex-prefeito  Totonho Valadares, se filiou ao MDB.

A solenidade aconteceu na Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira, ao partido (MDB), o evento contou com a presença do líder de governo do presidente Bolsonaro, o Senador Fernando Bezerra Coelho, o presidente estadual da legenda Deputado Federal Raul Henry e do deputado estadual Antônio Coelho.

Agenda:

Primeiro aconteceu o ato de filiações das lideranças da região na Pousada de Brotas, onde vários ex-prefeitos, vereadores das cidades de Betânia, Carnaíba, Flores, Iguaracy, Ingazeira, Mirandiba, Petrolândia e Santa Terezinha.

Já a solenidade de filiação de Tô, as informações é que convites não faltaram, sem dúvidas o evento foi bem planejado, tinha tudo para mostrar a força política, mas não foi bem assim, tirando todas as lideranças regionais, o evento para um ex-prefeito de três mandatos, 74 anos, deixou a desejar a sua força política.

Estiveram presentes só dois vereadores, um deles o seu filho Daniel, populares e dois ou três líderes, nada de impressionar, pelo contrário, mostrando que as coisas não são mais como antes, e contra fatos não há argumentos, confira o desempenho nessa última eleição:

Votou em Bolsonaro que obteve apenas 22% dos votos, contrariando e traindo o seu grupo político.

O grupo liderado pelo prefeito conseguiu uma votação para Haddad de 77%,  Contra 22% 

Os números não mentem.

Outro quadro que merece atenção foi a votação que Tô, e seus aliados deram aos seus deputados nesta última eleição, vejamos:

Federal:

Foi uma decepção a votação que Totonho e aliados deram a  Gonzaga Patriota, um deputado atuante e com serviços prestados com apoio de Tô, teve apenas 8,14%,  que representa apenas 1.372 votos. 

 

 

Os números não metem …

Tô perdeu para o vereador Zé Edson e seus aliados, que deram ao candidato  Zeca Cavalcanti(PTB), 15,22%, que representa 2.567 votos, quase o dobro.

 

FATO:  Liderança, tem voto: 

 

João Campos, um rapaz JOVEM, candidato pela primeira vez apoiado pelo prefeito Patriota, quebra toda essa falácia que as pessoas velhas ou “caciques” na política tem mais votos, ERRADO! A roda gigante gira para todos,  o jovem  candidato a dep. federal é a maior avaliação para quem pensa que idade credencia votos, não foi o que as urnas apresentaram com os candidatos de Tô.

Os números não mentem:

Uma gestão aprovado pela população em mais 85%, onde tem dois administradores: Patriota e Alessandro Palmeira em uma cidade hoje considerada modelo, não seria nenhuma surpresa a votação que o Jovem João Campos obteve 40,53% que representa 6.834 votos. 

A votação do Jovem  João Campos em Afogados definitivamente mostra quem construiu de fato uma liderança no grupo da frente popular e uma identificação com o grupo da união pelo povo que era liderado pela ex-prefeita e saudosa Giza. 

Para deputado estadual os números são ainda piores para um ex-prefeito de três  mandatos, vejamos:

 

Waldemar Borges, deputado concorrendo a reeleição que poderia ter em Afogados uma boa votação pela sua contribuição ao município com apoio de Tô, ele só obteve 6,26%, apenas 1.034 votos.

Os números não mentem:

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O candidato de Tô, perdeu para candidato do vereador Zé Negão, o candidato  a dep. estadual João Paulo Costa (quem é esse em Afogados?)  ele obteve 13.57% que representa 2.241 dos votos, quase o dobro, e ainda por cima um candidato desconhecido no município.  

 

Os números não mentem:

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Perdeu para o Jovem Mário Martins (Psol), um trabalhador afogadense, funcionário público, que “sozinho” obteve 8,77% que representa 1.448 votos em Afogados, no geral ele obteve 1.620 votos.

Os números não mentem:

 

 

Perdeu para Aline Mariano, que contou com o apoio do prefeito, obteve 5.957 votos.

Onde está a liderança do ex-prefeito Totonho Valadares? 

 

 

Liderança:

A maior votação! 

A maior votação até hoje em Afogados da Ingazeira, pertence a saudosa e conhecida mãe do povo Giza Simões, em 2010 a ex-prefeita obteve 9.407 votos.

Caminhada das mulheres

Giza sempre viverá na memória de cada um de nós, do grupo da União Pelo Povo, como será lembrado também as palavras do ex-prefeito Totonho: “Adversários tem que ser tratados como adversários”, quantos ataques a uma senhora digna, professora, uma mulher honrada que partiu, mas deixou um legado histórico de amor ao próximo.

Desconvidado.

Durante o momento de despedida da ex-prefeita, sendo velado no Cine São José, em Afogados, uma multidão compareceu independente de cor partidária para dá o seu último adeus aquela que era considerada a mãe do povo, lideranças de toda região estavam presentes, menos Totonho Valadares, porque foi desconvidado para NÃO comparecer ao velório de despedida da ex-prefeita de tanto que  atacava nos seus discursos de ódio, uma mulher guerreira, sobretudo, humilde, Giza é um exemplo a ser seguido.  

Perguntar não ofende, responde se quiser, se  Totonho de 74 anos, tivesse os votos que ele acha que tem, você acredita que ele estaria brigando para ser candidato pelo grupo da frente popular ou já teria se definido ?

 

                            Charge do dia:  Coronelismo nunca mais…

 

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião para apreciação de indicados para compor o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e para o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Também na pauta projetos que sustam flexibilização de posse de arma.rrÀ mesa:rpresidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS).rrFoto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Congresso em Foco – A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou nesta terça-feira (1) o texto base do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) sobre reforma da Previdência. Foram 17 votos a favor e 9 contra. Ainda faltam ser analisados seis destaques na comissão.

Leia como cada senador votou:

Eduardo Braga (MDB-AM)

Mecias de Jesus (Republicanos-RR)

Ciro Nogueira (PP-PI)

Esperidião Amin (PP-SC)

Alessandro Vieira (Cidadania-SE)

Arolde Oliveira (Podemos-RJ)

Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE)

Antonio Anastasia (PSDB-MG)

Tasso Jereissati (PSDB-CE)

Roberto Rocha (PSDB-MA)

Major Olímpio (PSL-SP)

Lasier Martins (PSD-RS)

Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)

Telmário Mota (Pros-RO)

Rodrigo Pachedo (DEM-MG)

Zequinha Marinho (PSC-TO)

Jorginho Mello (PL-SC)

Contrários

José Maranhão (MDB-PB)

Veneziano Vital do Rego (PSB-PB)

Fabiano Contarato (Rede-ES)

Weverton Rocha (PDT-MA)

Otto Alencar (PSD-BA)

Angelo Coronel (PSD-BA)

Randolfe Rodrigues (Rede-AP)

Rogério Carvalho (PT-SE)

Jaques Wagner (PT-BA)

Os senadores Jaques Wagner (PT-BA) e Rogério Carvalho (PT-SE) lideraram na segunda-feira (30) a estratégia do PT para barrar a reforma junto com outros partidos de oposição. O líder da sigla, Humberto Costa (PE), estava nessa segunda  no Uruguai para reunião do Parlasul.

O líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também promete resistência: “Não aceitaremos a manobra da quebra de interstício e apresentaremos questão de ordem para não votarmos nesta semana”, disse ao Congresso em Foco.

PEC paralela

Antes de ser submetido ao plenário, o relatório de Tasso deve ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Na CCJ é preciso o apoio da maioria dos senadores presentes. O senador remeteu a uma nova PEC, chamada de paralela, as mudanças que fez em seu parecer. Entre elas, a autorização para que estados e municípios reformem seus modelos de Previdência.

Tasso promoveu apenas algumas supressões no texto principal para evitar que ele volte à Câmara, o que retardaria a promulgação da emenda constitucional. Ciente da dificuldade de derrubar a PEC, a oposição tenta ao menos emplacar algum destaque para forçar o retorno da proposta à análise dos deputados.

“Há, com certeza, uma folga razoável em torno do limite de votos necessários para aprovação de uma emenda constitucional”, disse Alcolumbre. “A gente pode ter 60 votos, 62, 63 votos, porque há um sentimento dos senadores em aprovar essa matéria”, acrescentou o presidente do Senado.

O segundo turno da votação em plenário deve ocorrer na terça (8) ou na quarta-feira (9) da semana que vem. Alcolumbre acertou com líderes partidários que a reforma seja aprovada em segundo turno até o próximo dia 10. Só então a PEC paralela andará na CCJ, segundo a presidente da comissão, Simone Tebet (MDB-MS).

O clima no Senado é bem diferente do que marcou a votação na Câmara. O texto-base da proposta foi aprovado no dia 10 de julho por 379 a 131 votos. Eram necessários pelo menos 308 votos. Embora o governo tenha tido margem folgada, obtendo aquela que é considerada a maior vitória do presidente Jair Bolsonaro no Congresso, deputados da oposição fizeram barulho e protestaram até o momento final da votação.

No relatório, Tasso acatou apenas uma emenda supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público, e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis.

Tasso Jereissati rejeitou as emendas de senadores com temas ligados a servidores públicos, mudanças em pensões, idade mínima, regras de transição, aposentadorias especiais, cálculo da aposentadoria, abono salarial e regras especiais para grupos específicos.

Senadores como Paulo Paim (PT-RS) e Eliziane Gama (Cidadania-MA) já anunciaram que vão tentar aprovar destaques ao texto durante a discussão em plenário, informa a Agência Senado. Entre os pontos que podem sofrer destaques estão as restrições ao abono salarial, benefício pago a quem ganha menos de dois salários mínimos (R$ 1.996) e tem pelo menos cinco anos de cadastro no PIS/Pasep. O texto da reforma assegura o direito apenas a quem tiver renda mensal igual ou menor que R$ 1.364,43.

O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, que é ex-tucano, acertou com a cúpula do MDB a sua filiação para a próxima quinta-feira, num ato com o presidente Raul Henry e o senador Fernando Bezerra Coelho.

Rompido com o prefeito Patriota, desde quando votou em Bolsonaro, traindo o grupo da Frente Popular.  Valadares  será  candidato pela oposição em Afogados da Ingazeira, resta saber se ele vai assumir definitivamente o palanque de Bolsonaro.

A avaliação do governo Bolsonaro no Nordeste chegou a seu pior patamar com os critérios ruim e péssimo.

O prefeito do Município disse  que o momento é de trabalho,  que ainda falta um ano para discutir eleições, seguindo seus lideres, exemplo de  Eduardo Campos (In memoriam), quando era lhe perguntado quem era o candidato ele respondia: sucessão política se trata no período certo, o momento é de trabalho, assim falava  Eduardo, outra grande coincidência é a forma de governar na gestão municipal, pautado no diálogo, ouvindo a população,  assim o prefeito Patriota goza de uma liderança ao lado do seu vice-prefeito Alessandro Palmeira, Inovação: O único vice no estado com  total autonomia na gestão, ele trabalha todos os dias em seu gabinete, o modelo de gestão tem aprovação popular que chega aos 85%.

 

Afogados se tornou exemplo para tantos outros municípios onde vários prefeitos já visitaram a cidade para buscar conhecimentos, mesmo sem alinhamento político na época das vacas gordas, quando Lula era Presidente o que se comenta e isso é fato, se essa dupla Sandrinho e Patriota fosse os gestores na época de Eduardo e Lula, mesmo  assim diante das dificuldades é uma das mais belas e bem cuidadas do interior, então vejamos:

Educação está entre as melhores do estado, Saúde modelo para muitas cidades não só de pernambuco como em todo País, a exemplo do centro de reabilitação só existe três e um deles em Afogados, UBS em todos os Bairros,  Hospital não faltam médicos conquista da gestão,  Segurança temos 23°Bpm, delegacia da mulher, Polícia cientifica, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros uma das poucas cidades que ainda a tranquilidade existe, praças belíssimas e lotadas pelas as famílias.

Conheça Afogados da Ingazeira.

Bolsa fecha no maior patamar em dois meses; dólar cai para R$ 4,130

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa brasileira operou deslocada do mercado americano e fechou em alta de 0,45%, a 104.817 pontos, maior patamar desde 11 de julho. O dólar, que chegou a R$ 4,185 pela manhã, perdeu força e encerrou em queda de 0,26%, a R$ 4,1530. 

Nos Estados Unidos, índices da Bolsa de Nova York, que operavam em alta pela manhã, inverteram o sinal com a notícia de que uma delegação chinesa cancelou visitas a fazendas no estado americano de Montana.

O presidente americano Donald Trump também mexeu com os ânimos do mercado ao declarar que a China é uma ameaça ao mundo e que não busca um acordo parcial com a Pequim, apenas um acordo total.

Especulava-se sobre a possibilidade de um primeiro ajuste nas relações comerciais entre os países, com o cancelamento de tarifas. 

Trump também disse que o que o eleitorado americano não o punirá pela guerra comercial nas eleições de 2020.

Com o agravamento das tensões comerciais, índices americanos fecharam em queda e, no saldo semanal, quebraram um ciclo de três semanas de altas. Nesta sexta, Dow Jones caiu 0,58%, S&P 500 0,50% e Nasdaq, 0,80%. 

Além disso, o Fed, banco central americano, disse que realizará mais operações compromissadas até outubro para injetar dinheiro no sistema bancário do país.

Nesta semana, as taxas de juros no mercado de “repos” –captação de fundos de curto prazo, por meio de compra e venda de títulos sob acordos de prazo muito curto–, tiveram alta de mais de 400% e foram para níveis mais altos desde o auge da crise global de crédito em 2008, em patamares de 10%.

Se essa condição persistir, cresce o receio de que os formuladores de política monetária estejam perdendo o controle das taxas de juros de curto prazo.

Embora as operações de recompra devam fornecer uma ajuda temporária, analistas disseram que o Fed precisa oferecer soluções mais permanentes.

No Brasil, a Bolsa brasileira acumulou alta de 1,27% na semana marcada pelo corte na Selic e pela disparada do petróleo, que subiu 7,56% no período.

Nesta sessão, o Ibovespa teve alta de 0,45%, a 104.817 pontos. O giro financeiro foi de R$ 22,3 bilhões, acima da média diária para o ano.

Segundo Bruno Capusso, analista sênior de Tesouraria do banco Fator, o mercado brasileiro foi beneficiado pela escolha de José Barroso Tostes Neto, auditor fiscal aposentado, como o novo secretário especial da Receita Federal, em substituição a Marcos Cintra. Capusso diz que havia uma apreensão de que o indicado ao cargo fosse de fora do órgão. 

Ele também cita operação da Polícia Federal que tem como alvo o líder do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). 

“Hoje o mercado está mais tranquilo com esta operação, pois ela não deve atrapalhar andamento das pautas do governo”, diz Capusso.

O dólar, por sua vez, acumulou valorização de 1,6% no período. Dentre moedas emergentes, o real é a terceira que mais se desvalorizou. Apenas o Rand sul-africano e o Zloty polonês tiveram desempenhos piores na semana.

Este movimento é fruto da queda no carry trade –prática de investimentos em que o ganho está na diferença do câmbio e do juros.

O corte na taxa básica de juros promovido pelo Banco Central na quarta (18) deixa aplicações com juros menos atrativas para estrangeiros, que entrevam com dólares no país.

No momento, a diferença entre juros no Brasil nos Estados Unidos, que já foi grande, está no menor patamar da história, o que deixa o investimento em juros no Brasil menos atrativo.

O saldo pode ser ainda menor, com a previsão da Selic a 4,5% ao fim do ano.

Tal movimento leva o dólar a ganhar força frente ao real. Na manhã desta sexta-feira (20), a moeda chegou a R$ 4,185, maior patamar desde 13 de setembro de 2018, antes das eleições presidenciais. Na data, a moeda bateu os R$ 4,20, recorde nominal.

 

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, afirmou que “por vias democráticas, a transformação que o Brasil quer não acontecerá” na velocidade que o governo planeja.

A declaração foi feita pela rede social Twitter na noite desta segunda-feira (09). No texto, Carlos reclama ainda da atuação de políticos da oposição, sem citar nomes. Segundo ele, os avanços são ignorados, e os malfeitores esquecidos

 

A publicação repercutiu rapidamente entre os seguidores também já foi comentada por outros políticos. As deputadas Sâmia Bomfim e Talíria Petrone classificaram as declarações como um ataque à democracia.

Sâmia Bomfim

@samiabomfim

Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República, declarou publicamente sua descrença nas vias democráticas para a “transformação que o Brasil quer”. É um discurso golpista e autoritário. É um inequívoco ataque à democracia. É um grito por ditadura? Urge unidade democrática.

1.288 pessoas estão falando sobre isso

Talíria Petrone

@taliriapetrone

O que falta para se entender que Bolsonaro prepara um golpe fascista contra a democracia e a sociedade brasileira? Carlos Bolsonaro, seu filho preferido, acaba de assumir isso explicitamente no Twitter. É hora de darmos um basta!

976 pessoas estão falando sobre isso

Reginaldo Lopes

@ReginaldoLopes

O filho predileto do presidente, que inclusive demite ministros, afirmou que “por vias democráticas a transformação não acontecerá”. Carlos Bolsonaro dá a senha: o bolsonarismo investirá na escalada autoritária. Não acreditam mesmo na democracia e já admitem isso abertamente.

O PSDB também se manifestou e repudiou as declarações do filho do presidente.

Carlos Bolsonaro também se manifestou sobre a repercussão de suas declarações.

Carlos Bolsonaro

@CarlosBolsonaro

Agora virei ditador? Pqp! 😂😂😂! Boa noite a todos!

4.232 pessoas estão falando sobre isso

 

O ataque de Jair Bolsonaro à ex-presidenta do Chile Michelle Bachelet repercute fortemente na imprensa internacional. O jornal inglês The Guardian destaca em manchete que ocupante do Planalto insulta a chefe de direitos humanos da ONU ao lembrar da tortura do pai dela pelo regime de Pinochet. Michelle, Alta Comissária da ONU para direitos humanos, havia apontado ‘encolhimento da democracia’ no Brasil, em referência aos assassinatos cometidos pela polícia.

Na publicação inglesa, o correspondente Dom Phillips reporta as declarações de Bolsonaro, para quem, sem o ditador, “o Chile hoje seria uma Cuba”.

Os argentinos ClarínLa Nación e Página 12 também dão destaque às críticas de Bolsonaro, à nota de solidariedade de Lula a Bachelet e ao rechaço do presidente Sebastian Piñera.

Na imprensa chilena, jornal La Tercera reproduziu despachos das agências internacionais de notícias e estampou na edição de hoje a posição do Itamaraty, que reafirmou as críticas, mas sem mencionar o ataque de Bolsonaro.

Bolsonaro criticou Michelle Bachelet, após ela apontar “encolhimento do espaço democrático no Brasil”. No Facebook, o ocupante do Planalto postou: “Diz [referindo-se a Bachelet} ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai brigadeiro à época”.

Agências

Material da agência espanhola EFE destaca a frase de Bolsonaro a Bachelet: “Se não fosse por Pinochet, Chile hoje seria uma Cuba”.  A matéria destaca que o brasileiro a acusou de defender “vagabundos” e a atacou pessoalmente ao mencionar a morte do pai. O texto é replicado em 38 mil veículos estrangeiros de língua hispânica, incluindo Clarin (Argentina), El Mostrador (Chile), La Vanguardia e El Universal (México), El Espectador (Colômbia), ABC (Espanha), e o serviço em espanhol da BBC.

Em outra matéria, a EFE diz que o ex-secretário-geral da OEA José Miguel Insulza criticou Bolsonaro e chamou o brasileiro de “vergonha”. “(Bolsonaro) é uma vergonha para o Brasil e para a região, mas acredito que não há muito o que fazer, senão protestar”, disse Insulza.

Despacho da Reuters fala em “atrito” do Chile com o Brasil. Reproduzido em mais de 2,2 mil sites noticiosos em todo o mundo, incluindo veículos influentes como Huffington Global e o Daily Mail, o texto diz que Bolsonaro reagiu “furiosamente” aos comentários de Bachelet, provocando irritação no Chile, que se assustou com o tom e ataque pessoal à ex-presidenta. Despacho da France Presse também reporta que Bolsonaro atacou Bachelet e pediu desculpas por Pinochet. Segundo a agência francesa, ele a acusou de defender “bandidos”

 

 

 

 

Câmara aprova projeto que altera regras eleitorais

Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu nesta quarta-feira (4) a votação do Projeto de Lei 11021/18, que altera várias regras eleitorais. Entre outras mudanças, o texto prevê exceções ao limite de gastos de campanhas; estabelece itens nos quais podem ser usados recursos do Fundo Partidário; define critérios para análise de inelegibilidade; e autoriza o retorno da propaganda partidária semestral.

A proposta será analisada ainda pelo Senado.

Para valer nas eleições municipais do próximo ano, as alterações precisam ser publicadas em até um ano antes do pleito, ou seja, até o começo de outubro deste ano.

Segundo o texto aprovado, um substitutivo do deputado Wilson Santiago (PTB-PB), haverá quatro novas situações nas quais o partido poderá usar recursos do Fundo Partidário.

Poderão ser contratados serviços de consultoria contábil e advocatícia, inclusive em qualquer processo judicial e administrativo de interesse ou litígio que envolva candidatos do partido, eleitos ou não, relacionados ao processo eleitoral, ao exercício de mandato eletivo ou que possa acarretar reconhecimento de inelegibilidade.

As legendas poderão usar esses recursos também para pagar juros, multas, débitos eleitorais e demais sanções relacionadas à legislação eleitoral ou partidária; na compra ou locação de bens móveis e imóveis, construção de sedes, realização de reformas; e no pagamento pelo impulsionamento de conteúdos na internet, incluída a priorização em resultados de sites de pesquisa.

Nesse último caso, o pagamento deverá ser feito com boleto bancário, depósito identificado ou transferência eletrônica, proibido o pagamento nos 180 dias anteriores às eleições.

Em relação aos programas de promoção da participação feminina na política, mantidos com recursos do fundo, o texto não permite mais que instituto ou fundação de pesquisa e de doutrinação e educação política conduzam esses programas. O órgão que cuidar dessa finalidade deverá ser comandado pela secretaria da mulher do partido.

Na proposta de orçamento federal para 2020, o Fundo Partidário atingiu R$ 959 milhões após a correção pela inflação (3,37%).

*Agência Câmara

 

Polícia Federal

O Podemos quer que a escolha do diretor-geral da PF seja definida a partir de uma lista tríplice elaborada pelo próprio órgão, e depois, enviada ao presidente da República para nomeação.

A PEC elaborada pelo partido prevê ainda mandato de dois anos, recondução ao cargo uma única vez e que os indicados para a lista tríplice sejam apenas delegados da última classe funcional, com mais de 35 anos e conduta profissional e reputação ilibadas.

Eis a justificativa da proposta:

— O que se pretende é evoluir de um sistema de escolha em que o Chefe do Executivo age solitariamente, para um outro, mais democrático. Ou seja, busca-se garantir às próprias instituições a possibilidade de indicar, pela via democrática e a partir de critérios técnicos.

O Podemos está colhendo assinaturas na Câmara para protocolar a PEC.

 

 

Governo de PE prepara legislação para garantir a manutenção do transporte complementar

Foto: reprodução

Para evitar que milhares de pessoas fiquem sem meios de locomoção entre as cidades, áreas rurais e urbanas, o Governo de Pernambuco iniciou o processo para a elaboração de uma lei que regulamentará o trabalho de motoristas de lotação em todo o Estado. A informação partiu do secretário estadual de Desenvolvimento Social, Sileno Guedes, nesta quinta-feira, 5, em reunião em Garanhuns com motoristas de todas as regiões de Pernambuco.

“Vamos apresentar uma proposta de legislação previamente conhecida e discutida por todos, com colaboração dos motoristas, que deverá virar lei. Tudo isso para não ter fragilidades no que será apresentado em breve. Estamos jogando no mesmo time”, afirmou o secretário, garantindo que o projeto de lei atenderá a necessidade econômica dos motoristas, a malha do serviço no Estado, o transporte regular e, principalmente, os usuários.

Um passo importante nesse processo foi dado ontem pela Empresa Pernambucana de Transporte Intermunicipal (EPTI), ao lançar um sistema de pré-cadastramento online que servirá de base sobre a realidade do Estado. “Precisamos de um panorama dos próprios motoristas e para isso precisamos ouvi-los, afinal eles são quem mais sabem sobre o assunto, pois estão no dia a dia e conhecem profundamente as características do serviço”, explicou Sileno.

Ainda segundo ele, o governador Paulo Câmara quer fazer esse levantamento para aprimorar o projeto que pretende apresentar à categoria. O sistema de pré-cadastramento pode ser acessado no site da EPTI.

Tendo em vista que as penalidades ficarão mais rígidas para o transporte complementar pirata a partir do dia 9 de outubro, o Governo de Pernambuco buscará, dentro da lei, assegurar a manutenção do serviço.

 

Uma colisão frontal na BR-232 envolvendo um veículo modelo Gol, com placa PDV-2314 de Serra Talhada, e um caminhão-pipa de placa NRB-9471, do Ceará, na manhã desta quinta-feira (05) matou Manoel Pereira, mais conhecido por “Nezito”, de 45 anos.

Ele atuou por muito tempo como porteiro do Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães (Hospam), em Serra Talhada, e era bastante querido na unidade médica. “Muita gente gostava dele, era sempre alegre”, comentou uma servidora do Hospam ouvida pela reportagem.

Em conversa com o Farol de Notícias, a equipe da PRF (Polícia Rodoviária Federal) relatou que o veículo conduzido por “Nezito” colidiu em cheio com o caminhão por volta das 9h50, pouco depois da entrada que dá acesso ao distrito de Bernardo Vieira.

Testemunhas ouvidas pelo policiamento relataram que o Gol vinha, no sentido Serra/Belmonte, fazendo zigue-zagues na pista colocando em risco outros veículos. No km-435 ocorreu a colisão, quando o caminhão-pipa vinha no sentido contrário. O impacto foi tão forte que o motor do Gol saltou do carro. Manoel Pereira morreu na hora. Ele deixa filhos. O condutor do carro-pipa não ficou ferido.

 

Blogmarcosmontinelly via Farol de Notícias

 

Na quarta-feira (4), o filho do ex-jogador Cafu, pentacampeão mundial pela Seleção Brasileira em 2002, morreu, em Barueri, cidade da Grande São Paulo, após sofrer um infarto.

De acordo com a ESPN, Danilo Feliciano de Moraes, um dos três filhos do ex-capitão da Seleção, estava jogando futebol no aniversário da sua irmã no bairro de Alphaville. Ele tinha 29 anos.

Há três semanas, Marcos Evangelista de Moraes, nome de batismo de Cafu, chegou a postar uma foto com os três filhos, desejando Feliz Dia dos Pais. Na imagem, Danilo aparece de camiseta branca.

A nova política:

Luiz Augusto de Souza Ferreira diz ter recebido pedidos ”não republicanos” do secretário especial de Produtividade e Emprego do Ministério da Economia, Carlos da Costa

 

O presidente Jair Bolsonaro assinou o decreto de exoneração de Luiz Augusto Souza Ferreira da presidência da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O documento foi publicado no Diário Oficial da Uniãodesta quarta-feira (4/9),

A exoneração ocorre após o presidente Jair Bolsonaro ter determinado a apuração de uma declaração do então presidente da ABDI, sobre ter recebido pedidos “não republicanos” do secretário especial de Produtividade e Emprego do Ministério da Economia, Carlos da Costa.

Igor Nogueira Calver foi nomeado para o lugar de Souza. Até ontem, ele ocupava o cargo de Secretário Especial Adjunto do Ministério da Economia. Igor assume o posto para um mandato de quatro anos.

No Twitter, Ferreira afirmou que foi demitido “por ser correto”. “Acabo de ser demitido. Sem apuração.  Por ser correto. E ok. O que eu já previa. Os covardes cada vez mais tomam conta do governo. Agradeço ao presida (sic) Jair Bolsonaro. Espero que Deus possa iluminar suas decisões. E que abra seus olhos. E rápido”, escreveu. Apesar de não ser uma conta verificada, o perfil de Ferreira na rede social já foi mencionada na página oficial da ABDI.

 

Guto Ferreira@guto_sferreira

“Acabo de ser demitido. Sem apuração. Por ser correto. E ok. 🥴 O que eu já previa. Os covardes cada vez mais tomam conta do governo. Agradeço ao presida @jairbolsonaro Espero que Deus possa iluminar suas decisões. E que abra seus olhos. E rápido.”

Ver imagem no Twitter
Veja outros Tweets de Guto Ferreira

 

Jair Bolsonaro falou sobre assunto, na segunda-feira (2/9) pela manhã, durante entrevista à imprensa na saída do Palácio da Alvorada, quando disse que, ao tomar conhecimento do caso, determinou sua apuração.
“Mais cedo, já ciente de uma possível exoneração, Guto Ferreira já havia se pronunciado no Twitter. “Engraçado vai ser o pessoal introduzindo o ’01’ Jair Bolsonaro a erro no meu caso sobre a ABDI. Hoje rola uma cabeça. Mas amanhã, quando ele descobrir, vão rolar mais. Não se engana, Capitão. Escrevam aí. O código moral das Forças Armadas podia ser padrão no governo”.

Goldman ao hospital no dia 19 de agosto, como parte do tratamento de um câncer na região cervical, mas passou mal e exames constataram sangramento no cérebro.

O ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, morreu por volta das 13h neste domingo (1), aos 81 anos. Goldman estava internado desde 19 de agosto no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, após passar mal e ser submetido a uma cirurgia no cérebro.

A assessoria de imprensa do político informou que ele foi ao hospital no dia 19 de agosto, como parte do tratamento de um câncer na região cervical, mas passou mal e exames constataram sangramento no cérebro. Goldman passou por cirurgia e estava internado desde então.

O governador paulista João Doria lamentou a perda “para a família, para o estado e para o país” e decretou luto oficial de três dias no estado de São Paulo. O governo de São Paulo ofereceu o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, como espaço para o velório de Goldman. No entanto, a família do ex-governador optou por realizar o velório no Palácio 9 de julho, onde fica a Assembleia Legislativa do Estado.
A prefeitura de São Paulo também lamentou, em nota, a morte.

“De deputado a ministro, tendo assumido o governo de São Paulo quando José Serra deixou o cargo para concorrer à presidência da República, Goldman foi um dos mais combativos políticos brasileiros, sempre defendendo as causas dos mais necessitados. Vai fazer falta à vida pública do país”.

O deputado federal Fernando Filho (DEM) recebeu nesta sexta-feira lideranças políticas da Região Metropolitana do Recife e do Sertão do Pajeú, com as quais tratou das articulações para as eleições municipais de 2020.

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Eduardo Melo

O parlamentar se reuniu com o ex-prefeito de Triunfo, Eduardo Melo, que se filiou ao MDB a convite do próprio Fernando Filho.

Totonho Valadares

Também estiveram reunidos com o Deputado; Toninho Valadares e Carlos Valadares, filhos do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, que divulgou que é pré-candidato em Afogados, Tô, continua articulando seu plano “B”, mesmo assumindo que votou em Bolsonaro aos 45 minutos do segundo tempo contrariando a maioria dos Afogadenses, por essa razão há quem diga que Valadares já rompeu faz tempo com  “A frente popular” que é  liderado pelo prefeito Patriota que tem mais 85% de aprovação no modelo de gestão implantado no município, sobretudo deu uma votação expressiva a Fernando Haddad de mais de 77,% votos, mais o curioso disso tudo que o ex-prefeito Tô, na verdade está construindo as suas alianças com o pé lá, e outro cá, quem diria. 

O deputado também recebeu o prefeito de Orobó, Chaparral; Mário Viana maior liderança no grupo das oposições de Ingazeira; e Alexandre Soares, pré-candidato no Recife.

“Essa é uma fase em que muitas lideranças têm nos procurado para ampliar o campo das oposições, disputando as eleições do ano que vem por esse partido, onde se encontram partidos como o DEM e o MDB. Certamente esses quadros serão um grande reforço e se somarão conosco para construirmos um campo ainda mais forte”, destacou Fernando Filho.

SÃO PAULO – Pesquisa realizada pela CNT/MDA divulgada nesta segunda-feira (26) mostra que a avaliação negativa do governo Jair Bolsonaro saltou de 19% em fevereiro para 39,5% este mês. Enquanto isso, a avaliação positiva caiu de 38,9% para 29,4% no mesmo período de tempo.

No caso da avaliação pessoal de Jair Bolsonaro, a aprovação recuou de 57,5% para 41%, enquanto a desaprovação do presidente foi de 28,2% para 53,7% entre fevereiro e agosto.

Enquanto isso, apenas 9,5% dos entrevistados acreditam que o presidente está cumprindo totalmente suas promessas de campanha, enquanto outros 45,4% afirmam que ele está cumprindo em partes. Outros 40% dizem que Bolsonaro não está cumprindo suas promessas. 5,1% não souberam ou não responderam.

No caso da relação com o Congresso, 31,6% das pessoas afirmam que o presidente tem conseguido uma boa articulação para aprovar temas importantes para o País, enquanto 55,6% acham que ele não está conseguindo articular as propostas. 12,8% não souberam ou não responderam.

Segundo a pesquisa, entrevistados apontaram Saúde (54,7%), Educação (49,8%) e Emprego (44,2%) como os maiores desafios do atual governo. Dentre as onze opções apresentadas, os entrevistados deixaram Energia (2,0%), Saneamento (3,1%) e Transporte (3,5%) como os menores desafios.

Sobre o desempenho do governo em diferentes setores, a pesquisa coloca o Combate à Corrupção (31,3%), Segurança (20,8%) e Redução de cargos e ministérios (18,5%) como as áreas que o governo melhor atuou nestes oito meses.

Por outro lado, Saúde (30,6%), Meio Ambiente (26,5%) e Educação (24,5%) foram apontados pelos entrevistados como as áreas de pior desempenho de Bolsonaro. (247)

Um levantamento feito pelo Instituto FSB Pesquisa, encomendado por Veja, apontou que 48% dos brasileiros desaprovam o governo Jair Bolsonaro, contra 44% que apoiam, e 6% nem aprovam, nem reprovam. De acordo com os dados, 68% acreditam que as falas dele prejudicam em algum grau o andamento do governo e, para 49%, elas atrapalham muito.

As estatísticas apontaram que, segundo 42% dos enrtevistados, a gestão está pior que o esperado. Deste contingente, 27% consideraram o desempenho muito pior do que o esperado e 15% disseram que é um pouco pior do que o esperado.

O percentual dos que veem a performance do governo igual à que já esperavam é de 28%.

Foram entrevistadas 2 000 pessoas em todo o País entre os dias 16 e 18 deste mês. (247)

Um contingente de 3,35 milhões de desempregados no país procura trabalho há pelo menos dois anos. Isso equivale a 26,2% (ou cerca de uma em cada quatro) pessoas no total de desocupados no Brasil. Os números do segundo trimestre deste ano são recorde desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2012.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os números, no segundo trimestre de 2018 o contingente de desempregados procurando trabalho há no mínimo dois anos tinha menos 196 mil pessoas, ou seja, era de 3,15 milhões.

No segundo trimestre de 2015, o total era de 1,43 milhão de pessoas, ou seja, menos da metade do segundo trimestre deste ano.
“A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas tem crescido nos mais longos. Parte delas pode ter conseguido emprego, mas outra aumentou seu tempo de procura para os dois anos”, avalia a analista da PNAD Contínua Adriana Beringuy.

Recuo

No segundo trimestre, a taxa de desemprego do país recuou para 12%, percentual inferior aos 12,7% do primeiro trimestre deste ano e aos 12,4% do segundo trimestre de 2018.

A taxa caiu em dez das 27 unidades da Federação na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano, segundo os dados divulgados nessa quinta-feira. As maiores quedas ocorreram no Acre, de 18% para 13,6%, Amapá, de 20,2% para 16,9%, e em Rondônia, de 8,9% para 6,7%. Nas outras 17 unidades da Federação, a taxa se manteve.

Na comparação com o segundo trimestre de 2018, a taxa subiu em duas unidades, Roraima (de 11,2% para 14,9%) e Distrito Federal (de 12,2% para 13,7%), e caiu em três: Amapá (de 21,3% para 16,9%), Alagoas (de 17,3% para 14,6%) e Minas Gerais (de 10,8% para 9,6%). Nas demais unidades, a taxa ficou estável.

Ditadura continua no governo de Bolsonaro

BRASÍLIA — A Executiva do PSLdecidiu nesta terça-feira expulsar o deputado Alexandre Frota (SP). Ele foi acusado de infidelidade partidária por criticar abertamente o presidente Jair Bolsonaro, além de se abster no segundo turno de votação da reforma da Previdência.  O presidente do DEM,  ACM Neto, confirmou ao GLOBO que o partido convidou Frota para integrar seus quadros. Mas segundo a colunista Bela Megale, o PSDB trata como certa filiação do deputado.

O pedido de expulsão partiu do próprio presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). A Executiva, presidida por Bivar, se reuniu na sede do partido na manhã desta terça-feira para deliberar sobre o caso.

— A defesa dele é que estava agindo de acordo com a Constituição, com o direito de expressar os pensamentos dele. Mas esquece ele que faz parte de uma instituição, um partido político, e que tem no mínimo que respeitar a hierarquia do partido e o sentimento de unicidade que todo partido procura ter — disse Bivar.

O estatuto do PSL diferencia infidelidade partidária de “desalinhamento” do filiado com o partido. Por isso, o PSL não irá pedir a cassação do mandato de Frota por infidelidade partidária, já que essa infração não foi constatada, de acordo com Bivar. O presidente da sigla disse, ainda, que Frota foi advertido diversas vezes por suas declarações contra o presidente Bolsonaro.

— Foi um sentimento da Executiva Nacional do partido de que não foi a primeira vez que ele se comportou dessa forma, apesar de já termos conversado com ele.

A deputada Carla Zambelli mudou de ideia sobre uma eventual expulsão nos últimos dias, depois de conversar diretamente com Frota. Segundo ela, o deputado pediu desculpas e estava disposto a repensar suas atitudes.

Filiado à sigla desde março do ano passado, Frota viveu uma “lua de mel” com os colegas antes de começar a criticar publicamente as ações do governo e a postura da bancada do PSL no Congresso. Sua chegada ao partido, por exemplo, foi precedida por  um convite público de Bolsonaro, em tom de brincadeira, para que ele ocupasse um ministério.   As trocas públicas de afeto, no entanto, minguaram recentemente.

Estavam presentes na reunião Major Olímpio, o deputado Felipe Francischini (PR), o deputado Julian Lemos (PB), o líder da sigla na Câmara Delegado Waldir (GO) e outros membros do partido. Na saída, Olímpio não quis comentar se estava satisfeito com o resultado.

O colunista Elio Gaspari aposta que o ex-presidente Lula irá para casa em setembro deste ano, uma vez que já terá cumprido um sexto da pena. A prisão política, que também tem sido denunciada por grandes juristas daqui e de fora, foi o mecanismo encontrado pela direita brasileira para fraudar a democracia e implantar sua agenda econômica

Lula vai para casa em setembro. Quem aposta é o colunista Elio Gaspari, em sua coluna na Folha de S. Paulo. “Quem conhece as costuras das togas da magistratura acha que Lula pode ir para o regime semiaberto a partir do mês que vem. A decisão poderá vir do juízo de primeira instância. Se não vier, a questão irá para o Superior Tribunal de Justiça. Em último caso, a decisão será do Supremo Tribunal. O desfecho será a saída de Lula da carceragem da Polícia Federal”, diz ele.

Leia ainda reportagem da Rede Brasil Atual sobre a prisão política de Lula, denunciada por Noam Chomsky:

O linguista e filósofo norte-americano Noam Chomsky afirmou que os diálogos entre integrantes da Operação Lava Jato, divulgados pelo site The Intercept Brasil, em parceria com outros veículos da imprensa tradicional, revelam “esforços corruptos” do então juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça, para prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, “o principal preso político do mundo”, enquanto agia para proteger outro ex-presidente. “A insistência de evitar que FHC fosse investigado, enquanto fabricava acusações contra Lula, é uma coisa muito grave. Por isso, segundo qualquer parâmetro, Lula é um preso político, o principal preso político do mundo”, afirmou.

Em entrevista à revista Jacobin Brasil, durante visita a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Chomsky destacou que as reportagens da série da Vaza Jato “deixaram absolutamente claro que o juiz Moro era tudo menos um herói, ao contrário do que foi apresentado pela imprensa”. Ele lembrou que o então juiz sugeriu ao procurador Deltan Dallagnol que desse prosseguimento à denúncia contra Lula, mesmo não havendo provas suficientes para fundamentar a denúncia. “Quanto mais a corrupção de Moro é exposta, mais ele lança ataques para poder suprimi-la, mostrando o quão corrupto ele é — e fica mais claro o profundo ataque a democracia brasileira.”

Chomsky comparou a prisão de Lula à do filósofo comunista italiano Antônio Gramsci, “silenciado” pelo regime fascista de Benito Mussolini. Ele também destacou a estratégia de “demonização e vilanização da esquerda” através da difusão em massa de mentiras pelas das redes sociais, em especial o WhatsApp, em benefício de partidos e políticos de extrema-direita, seja no Brasil, na Alemanha, ou mesmo nos Estados Unidos.

“É exatamente isso que o golpe de direita fez no Brasil. No último verão, ficou claro que se Lula pudesse aparecer publicamente, ele ganharia as eleições. Então, era preciso fazer algo contra ele, colocá-lo em confinamento solitário, impedi-lo de fazer qualquer comunicação. Depois veio a campanha das redes sociais, grotesca, e é uma tendência que vai acontecer cada vez mais no mundo”, afirmou o linguista.

Lacaio dos EUA

Sobre a retórica belicista de presidente Jair Bolsonaro (PSL) contra a Venezuela, Chomsky afirmou que ele apenas segue, “como um mero lacaio”, as ordens dos Estados Unidos. Também declarou que as sanções norte-americanas impostas contra o governo de Nicolás Maduro, “tornaram a crise venezuelana uma catástrofe”, provocando a morte de dezenas de milhares de pessoas.

Ele comparou as ações contra a Venezuela ao cerco de seis décadas movido pelos Estados Unidos contra Cuba – desde o bloqueio econômico a ações tipicamente terroristas – após a Revolução de 1959, já que o “o sucesso de Cuba faria todo o sistema de dominação de Washington na América Latina erodir”. “Cuba é uma das vítimas. A Venezuela é outra. E Bolsonaro parece simplesmente seguir as ordens de Trump, então ele simplesmente segue as instruções que lhe são passadas.”

Memória:

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Publicado por Marcos Montinelly em Domingo, 11 de agosto de 2019

 Primeiro vídeo da campanha presidencial

Se estivesse vivo, o ex-governador Eduardo Campos estaria completando neste último sábado, 54 anos de idade. Falecido em 2014, em um  acidente aéreo quando era candidato a presidente da República, Eduardo foi o maior articulador político de Pernambuco deixou um legado de mestre, um exemplo de modelo de gestão, Pernambuco, o Brasil e à política perdeu, na história foi o melhor governador para os pernambucanos, se vivo fosse seria sem dúvidas o Presidente deste País.

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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, desembarca nesta quinta-feira na capital pernambucana para participar de um encontro do partido liderado pelo deputado federal André de Paula. Em 2011 quando o partido começou a ser formatado por lideranças egressas em sua maioria do PFL, em Pernambuco Kassab solicitou a Eduardo Campos um nome que pudesse tocar o partido, e o então governador prontamente sugeriu André de Paula, um quadro que construiu uma brilhante trajetória na política pelo PFL, mas que no ano anterior não havia conseguido a reeleição para a Câmara dos Deputados.

Entre 2012, ano de fundação do PSD, e 2018, foram quatro eleições em que o partido foi formalmente aliado do PSB. Nas quatro ocasiões, o PSB saiu vitorioso e o PSD sempre foi considerado um importante aliado tanto na prefeitura do Recife, comandada por Geraldo Julio, quanto no governo de Pernambuco, comandado por Paulo Câmara, mas foi depois da eleição que a relação entre os dois partidos não foi mais a mesma, uma vez que o governador, legitimamente, vale ressaltar, fez uma escolha pessoal pelo deputado estadual Rodrigo Novaes para a secretaria de Turismo.

A escolha de Rodrigo, que é um dos melhores quadros da política pernambucana, não pôde ser considerada uma escolha partidária, uma vez que o PSD tinha outros quadros para apresentar para o secretariado. O desfecho deixou o PSD livre para trilhar o caminho que bem entender em 2020. Evidente que a aliança entre os dois partidos poderá ser mantida no ano que vem, mas pelas próprias declarações de Kassab, o seu partido caminha para apresentar uma candidatura própria a prefeito do Recife.

Essa candidatura, que poderá ser representada por André de Paula, o principal nome do partido em Pernambuco, garantiria um protagonismo político ao partido em 2020, uma vez que a legislação mudou e os partidos precisarão de candidaturas próprias para fortalecer suas chapas  diante da proibição das coligações proporcionais. Caso se confirme a candidatura própria do PSD, estará se findando uma aliança de oito anos que foi boa para os dois partidos, mas talvez seja chegada a hora do divórcio devido a relações litigiosas que poderiam ser evitadas se o diálogo tivesse prevalecido.

Ao reclamar sobre a atuação da OAB na investigação do caso de Adélio Bispo, autor do atentado à faca do qual foi alvo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que poderia explicar ao presidente do órgão, Felipe Santa Cruz, como o pai dele desapareceu durante a ditadura militar.

Felipe é filho de Fernando Augusto Santa Cruz de Oliveira, desaparecido em fevereiro de 1974, depois de ter sido preso junto de um amigo chamado Eduardo Collier por agentes do DOI-CODI, no Rio de Janeiro.

Fernando era estudante de direito e funcionário do Departamento de Águas e Energia Elétrica em São Paulo e integrante da Ação Popular Marxista-Leninista. Felipe tinha 2 anos quando o pai desapareceu.

No relatório da Comissão da Verdade, responsável por investigar casos de mortos e desaparecidos na ditadura, não há registro de que Fernando tenha participado de luta armada.

O documento, inclusive, ressalta que Fernando à época do seu desaparecimento “tinha emprego e endereço fixos e, portanto, não estava clandestino ou foragido dos órgãos de segurança”.

O ex-deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante), que governou a cidade de Afrânio por 08 anos como prefeito da cidade, voltou para “curar a ressaca” das derrotas de 2016 e 2018. Ao lado de aliados e de sua esposa, a ex-prefeita Lucia Mariano, foi acompanhado por uma verdadeira multidão na entrega de equipamentos para a cidade. O “véio” retornou a sua terra natal para oxigenar o seu grupo político.

Os equipamentos são frutos de suas emendas parlamentares e deve atender a maioria das associações da “Terra do Doce de Leite”: 10 tratores com arado, uma retroescavadeira, 1345 caixas d´água de 3 mil litros, 120 poços tubulares, 120 cisternas em polietileno de 15 mil litros, 1800 m de canos de 50 mm e a autorização para limpeza de 207 barragens. “Quero agradecer, primeiramente, a Deus e a todos vocês aqui presentes. Quero dizer a todos que eu comecei a minha carreira política por Afrânio e quero encerrá-la aqui. Com a permissão de Deus, vou continuar trabalhando pela minha cidade de Afrânio”, concluiu Adalberto.

Os vereadores da base da oposição, Pretinhos, Junior do Carro de Som, Leila dos anjos e JB estiveram prestigiando o evento.

por Ricardo Banana

O presidente Jair Bolsonaro informou nesta sexta-feira (26) que já pediu o agrément – uma espécie de aprovação – ao governo norte-americano para formalizar a indicação de Eduardo Bolsonaro à embaixada do Brasil em Washington. De acordo com o mandatário, a solicitação enviada aos Estados Unidos foi realizada diretamente com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo.

“Acho que foi mandado ontem o agrément, acho que foi ontem se não me engano. Não tenho certeza. Eu acertei com o Ernesto”, afirmou Bolsonaro, ressaltando que “não está com pressa”.

Mais cedo, o próprio Araújo confirmou que o governo brasileiro já formalizou o primeiro passo para a indicação do deputado federal ao cargo. “Tenho grande certeza de que será concedido o agrément pelo governo americano e que Eduardo Bolsonaro será um extraordinário embaixador”, elogiou o ministro.

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Caso o governo norte-americano dê o aval, Eduardo precisará ter seu nome aprovado no Senado, onde também será sabatinado. Na casa, no entanto, os senadores se dividem quanto à ideia, principalmente porque o filho do presidente não tem formação na área nem experiência como diplomata. Além disso, a oposição aponta para um caso de nepotismo.

Desde o fim do ano passado, Eduardo, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, tem focado na política externa. No fim de junho, ele participou, junto com seu pai, de uma reunião privada com o presidente Donald Trump, na Casa Branca. A função, geralmente, é desempenhada pelo chanceler brasileiro.

O sem noção ou sem palavra? 

Bolsonaro defende o fim das aulas em autoescolas para obter a CNH

O presidente da República, Jair Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira (25) o fim dos cursos de formação para novos motoristas. “Eu acho que nem deveria ter exame de nada. Você faz uma parte escrita e vai para a prática, nem precisa cursar em autoescola”, sugeriu em sua live semanal, transmitida pela internet.

Bolsonaro afirmou que aprendeu a guiar quando ainda era criança, sem curso algum. “Com 10 anos de idade eu estava dirigindo trator na fazenda em Eldorado Paulista (SP).” O presidente admitiu, no entanto, que essa é apenas uma ideia, que ficará para “um segundo momento” em sua intenção de reduzir o custo da carteira de motorista.

Na prática, ele já pediu, via projeto de lei que será analisado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o fim dos simuladores. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, as máquinas de simulação das autoescolas, que passam a ser opcionais aos aspirantes a motoristas, elevam o preço do documento em 15% (cerca de R$ 300).

Também quer a ampliação da validade da CNH (carteira nacional de habilitação) de 5 para 10 anos para adultos, e de 2,5 anos para 5 anos para os idosos. Além do aumento do limite de pontos para cassação da carteira, que dobrará de 20 para 40 pontos.

Outro objetivo do governo é tirar a multa para pais que não utilizam a cadeirinha para crianças em seus carros. “Criaram uma polêmica com isso dizendo que eu tinha afrouxado a lei, mas na verdade eu inclui a punição de três pontos na carteira, que não existia”, afirmou durante a live.

Secretária de Educação de Campina Grande-PB foi presa suspeita de participar de esquemas nas licitações de merenda escolar

A secretária de Educação de Campina Grande, Iolanda Barbosa foi encaminhada para Penitenciária Feminina do município. A determinação foi do juiz das Execuções Penais de Campina Grande, Vladimir José Nobre de Carvalho, nesta quinta-feira (25).

A defesa de Iolanda informou que a secretária afastada possui diploma de curso superior, e a unidade não conta com a “cela especial”, com isso ela deve ser transferida para João Pessoa.

“Caso não disponha de cela especial, determino que se oficie à Vara Militar em João Pessoa solicitando informações acerca da existência de cela especial em um dos batalhões deste Estado e da possibilidade de recolhimento da presa”, diz o magistrado no despacho.

Iolanda chegou a Penitenciária no final da tarde desta quinta-feira (25), e está em uma área separada. Ela aguarda a transferência para um Batalhão da Polícia Militar.

A secretária de Educação se apresentou nesta quinta-feira (25) à Polícia Federal. Ela é suspeita de ter participado do esquema de fraudes nas licitações para aquisição de merenda escolar no Município, investigado pela Controladoria Geral da União (CGU), pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Polícia Federal. 

No encontro com jornalistas estrangeiros, na sexta-feira 19, Bolsonaro chamou os governadores nordestinos de ‘paraíbas’

Bolsonaro teria feito manifestação racista tendo como alvo os cidadãos nordestinos (Foto: Arquivo)

Um grupo de 11 deputados e senadores da oposição protocolou, nesta quinta-feira, 25, uma representação no Ministério Público Federal (MPF) para que sejam apurados eventuais crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro durante o café da manhã com jornalistas estrangeiros, na sexta-feira 19, quando ele chamou os governadores do Nordeste de “paraíbas”.

Os parlamentares pedem a investigação da prática do ato de improbidade administrativa, por violação de princípios constitucionais da Administração Pública, como a impessoalidade e a moralidade, assim como dano moral coletivo, causado pelos atos de racismo e ameaça de perseguição interfederativa. A intenção de protocolar a notícia-crime contra Bolsonaro, idealizada pelo presidente do PCdoB do Maranhão, deputado federal Márcio Jerry, foi antecipada por VEJA.

De acordo com o texto, a manifestação racista, que teve como alvo os cidadãos nordestinos, feriu a ética, a moralidade pública, o decoro, o respeito aos direitos humanos, em nome de fins políticos ou ideológicos, e representa uma “inequívoca afronta ao tratamento isonômico” que deve ser destinado aos estados. No encontro com jornalistas, Bolsonaro disse ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que não era para “ter nada com esse cara”, em alusão ao governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB).

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), anunciou nesta segunda-feira (22) que não vai participar da cerimônia de inauguração do Aeroporto Glauber Rocha, em Vitória da Conquista, no sudoeste do Estado. No evento, estará o presidente Jair Bolsonaro.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o governador afirmou que não irá ao evento porque o ato se transformou em ato político-partidário, se referindo à presença de Bolsonaro.

O Palácio do Planalto informou que não irá comentar as declarações de Rui Costa.

A cerimônia está marcada para a terça-feira (23). Essa será a primeira vez que o presidente irá ao Nordeste após causar indignação ao usar um termo pejorativo para se referir aos nordestinos.

Exclusão

Ainda no vídeo, o governador da Bahia diz que a forma como a cerimônia será feita exclui a participação do povo da inauguração de um equipamento público. “A medida anunciada é excluir o povo da inauguração, fazer uma inauguração restrita a poucas pessoas, escolhidas a dedo como se fosse uma convenção político-partidária. Não posso concordar com isso”, disse ao explicar a decisão. O aeroporto de Vitória da Conquista começou a ser construído em 2014, durante o segundo mandato do ex-governador Jaques Wagner, com recursos estaduais e federais. (Fonte: G1-BA)

Em café da manhã com jornalistas nesta sexta-feira (19), no Palácio do Planalto, em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro atacou Flávio Dino (PCdoB), que é governador do Maranhão, e João Azevêdo (PSB), que é governador da Paraíba.

Sem saber que seu áudio estava aberto em uma transmissão ao vivo, Bolsonaro disse ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni: “O governador de Paraíba é pior que esse do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”.

Em seu ataque, o presidente se referiu justamente a governadores que estão entre os mais bem avaliados do Brasil.

Flávio Dino foi reeleito em primeiro turno como governador do Maranhão em 2018 e sua aprovação ultrapassa os 50%. Sob sua gestão, o estado atingiu os melhores níveis socioeconômicos já vistos na região e é lá que os professores ganham os melhores salários do país. Dino foi eleito o melhor governador do Brasil por sites especializados em duas ocasiões.

Flávio Dino usou suas redes sociais e respondeu o seguinte:

O governador João Azevedo também se pronunciou, na noite desta sexta-feira (19), sobre o recente ataque do presidente Jair Bolsonaro ao governador do Maranhão, Flávio Dino, e ao Nordeste.  Em seu twitter, João condenou a fala do presidente e exigiu a manutenção das relações institucionais.

“A respeito das declarações do presidente Jair Bolsonaro, quero dizer que condenamos toda e qualquer postura que venha ferir os princípios básicos da unidade federativa e as relações institucionais deles decorrentes”, disse.

Já João Azevêdo, que está em seu primeiro mandato, se elegeu em primeiro turno e tem altos índices de aprovação. Em abril, ao completar os cem primeiros dias de governo, pesquisa de opinião apontou que o governo do socialista é considerado ótimo e bom por 46,6% da população, enquanto apenas 13,3% o consideram ruim ou péssimo.

Em janeiro, logo após assumir a presidência, Bolsonaro chegou a dizer em entrevista que não é o presidente dos nordestinos ao comentar os resultados eleitorais na região.

The Intercept Brasil

Em chats secretos, Deltan Dallagnol, coordenador da operação Lava Jato, concordou com a avaliação de procuradores do Ministério Público Federal de que Flávio Bolsonaro mantinha um esquema de corrupção em seu gabinete quando foi deputado estadual no Rio de Janeiro. Segundo os procuradores, o esquema, operado pelo assessor Fabrício Queiroz, seria similar a outros escândalos em que deputados estaduais foram acusados de empregar funcionários fantasmas e recolher parte do salário como contrapartida.

Dallagnol disse que o hoje senador pelo PSL Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, “certamente” seria implicado no esquema. O procurador, no entanto, demonstrou uma preocupação: ele temia que Moro não perseguisse a investigação por pressões políticas do então recém eleito presidente Jair Bolsonaro e pelo desejo do juiz de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, o STF. Até hoje, como presumia Dallagnol, não há indícios de que Moro, que na época das conversas já havia deixado a 13ª Vara Federal de Curitiba e aceitado o convite de Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça, tenha tomado qualquer medida para investigar o esquema de funcionários fantasmas que Flávio é acusado de manter e suas ligações com poderosas milícias do Rio de Janeiro.

O escândalo envolvendo Flávio, que vinha dominando as manchetes, desapareceu da mídia nos últimos meses. A investigação, nas mãos do Ministério Público do Rio, parece ter entrado em um ritmo bem mais lento do que o esperado para um caso dessa gravidade. Moro tampouco dá sinais de que está interessado nas ramificações federais do caso – como o suposto empréstimo de Queiroz para a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Nas poucas vezes em que respondeu a questionamentos sobre a situação do filho do presidente, ele repetiu que “não há nada conclusivo sobre o caso Queiroz” e que o governo não pretende interferir no trabalho dos promotores. Entretanto, o caso voltou aos noticiários na segunda-feira, 15 de julho, quando o presidente do STF, Dias Toffoli, atendeu ao pedido de Flávio Bolsonaro e suspendeu as investigações iniciadas sem aprovação judicial envolvendo o uso dos dados do Coaf, órgão do Ministério da Economia que monitora transações financeiras para prevenir crimes de lavagem de dinheiro.

No dia 8 de dezembro de 2018, Dallagnol postou num grupo de chat no Telegram chamado Filhos do Januario 3, composto de procuradores da Lava Jato, o link para um reportagem no UOL sobre um depósito de R$ 24 mil feito por Queiroz numa conta em nome da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Segundo o texto, a “transação foi apontada como “atípica” pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e anexado a uma investigação do Ministério Público Federal, na Lava Jato”. “Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. A comunicação do Coaf não comprova irregularidades, mas indica que os valores movimentados são incompatíveis com o patrimônio e atividade econômica do ex-assessor”, escreve o UOL.

A notícia levou Dallagnol a pedir a opinião dos colegas sobre os desdobramentos do caso, e sobre como seria a reação de Moro. A procuradora Jerusa Viecilli, crítica da aproximação de Moro com o governo Bolsonaro, respondeu “Falo nada … Só observo 👀”. Dallagnol manifestou sérias preocupações com a forma que o ministro da Justiça conduziria o caso, sugerindo que o ex-juiz poderia ser leniente com Flávio, seja por limites impostos pelo presidente ou pela intenção de Moro de não pôr em risco sua indicação ao Supremo: “É óbvio o q aconteceu… E agora, José?”, digitou o procurador. “Seja como for, presidente não vai afastar o filho. E se isso tudo acontecer antes de aparecer vaga no supremo?”, escreveu. Dallagnol completou, sobre o presidente: “Agora, o quanto ele vai bancar a pauta Moro Anticorrupcao se o filho dele vai sentir a pauta na pele?”

Por Guilherme Amado/Época

Seis meses depois de assumir um gabinete na Câmara, Alexandre Frota está desiludido. O deputado do PSL, partido de Jair Bolsonaro, afirmou que sente “nojo” do bolsonarismo “xiita”, disse não ver qualquer articulação política do governo e defende João Doria no Palácio do Planalto em 2023: “Doria-ACM vai ser uma grande chapa presidencial”.

Em entrevista à coluna, Frota contou como foram seus dias como “bombeiro” entre os temperamentais Rodrigo Maia e Paulo Guedes, durante a reforma da Previdência, e interrompeu a conversa para mostrar um áudio enviado naquele momento por Guedes revelando que uma sugestão de Frota mudou a propaganda da reforma.

Leia a entrevista:

Há três meses, o senhor dizia que precisava de provas do rombo da Previdência antes de apoiar a reforma. Na semana passada o senhor estava distribuindo bandeirinhas no plenário a favor da proposta. O que mudou?

O que mudou é que, depois de tantas conversas com o Paulo Guedes e palestras com a equipe econômica, passei a apoiar a Previdência. Sobre as bandeirinhas, foi uma estratégia de marketing, já que a esquerda tinha camisas e faixas vermelhas. Pedi para um assessor comprar as bandeiras na 25 de Março. A esquerda ficou boquiaberta. Foi um show.

O centrão é mocinho ou vilão?

Eu não uso “centrão”. Eu os chamo de moderados. Não são nem mocinhos nem vilões. São equilibrados e buscam um entendimento que faça com que as pautas andem em prol da sociedade.

O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos, disse que, se dependesse do governo, a reforma da Previdência teria andado muito pouco. O senhor concorda?

Ele tem total razão. A Câmara fez o que o governo deveria ter feito. Não existe uma base montada pelo governo. Essa base foi montada pelos moderados, por nós que trabalhamos incansavelmente. O governo maltratou a Câmara.

Como é a articulação política do governo Bolsonaro?

A articulação com a Câmara não existe. Merecíamos um tratamento diferenciado. O governo se empenha muito pouco.

Que pessoas mais te decepcionaram?

Eu aprendi muito cedo na Câmara que você não tem muito tempo para se decepcionar com as pessoas. Mas quem mais me decepcionou, com toda a certeza, foi o Bolsonaro.

Que conselho o senhor daria a Jair Bolsonaro?

Bolsonaro precisa olhar um pouco para trás, para as coisas que ele prometeu. Quero que ele termine o mandato e acerte. Mais do que tudo, o Brasil precisa andar. Não estou mais preocupado com o que o Bolsonaro vai fazer ou não. Só não quero que ele erre.

O senhor atribui a aprovação da reforma a Rodrigo Maia?

Não posso ser leviano e esquecer do Paulo Guedes. Mas com certeza o Rodrigo Maia construiu tudo isso com muita sabedoria e calma, passando por cima de muitas críticas.

Como o senhor construiu uma relação com Paulo Guedes?

Pior para Bolsonaro é uma honra, diz Flávio Dino, governador do Maranhão.

 Daniela Lima – Painel – Folha de S.Paulo
“Em um dia, ele atacou Míriam Leitão, desprezou a fome –contrariando a ciência e o senso comum, pois basta andar na rua–, e chamou os governadores do Nordeste de ‘paraíbas’. A cabeça dele é movida pelo confronto, e o coração, infelizmente, está possuído de ódios.” Esta foi a reação do governador Flávio Dino (PC do B-MA) às falas controversas de Jair Bolsonaro. Criticado pelo presidente, concluiu: “Só sei que sou o pior dos gestores na visão dele, o que para mim é uma honraria”.
Dino diz que ele e os demais governadores da região vão aguardar manifestação do Planalto sobre o vídeo no qual Bolsonaro aparece fazendo críticas aos gestores nordestinos. “Como não conhecemos o contexto, fica até difícil entender”, explica.
Antes de iniciar café da manhã com jornalistas, nesta sexta (19), o presidente cochichou com Onyx Lorenzoni (Casa Civil). Um microfone captou o áudio.
Há ruídos, mas é possível detectar que o presidente usa a expressão “governadores de Paraíba” e, em seguida, afirma que “o pior [inaudível] o do Maranhão”. Depois, de maneira clara, diz: “Não tem que ter nada para esse cara”.

“Viva a Paraíba! Viva o Nordeste”, diz Fernando Haddad

O ex-prefeito Fernando Haddad, que disputou a presidência da República pelo PT, se solidarizou aos nordestinos, que foram alvo de discriminação e preconceito por parte de Jair Bolsonaro. “Minha total solidariedade aos governadores do Nordeste, chamados de paraíbas pelo Bolsonaro em tom de deboche. Vocês são os melhores e orgulham a Nação pelo trabalho e respeito ao povo. Viva a Paraíba, viva o Nordeste!”, postou.

Leia, abaixo, a carta dos governadores nordestinos:

Nós governadores do Nordeste, em respeito à Constituição e à democracia, sempre buscamos manter produtiva relação institucional com o Governo Federal. Independentemente de normais diferenças políticas, o princípio federativo exige que os governos mantenham diálogo e convergências, a fim de que metas administrativas sejam concretizadas visando sempre melhorar a vida da população.

Recebemos com espanto e profunda indignação a declaração do presidente da República transmitindo orientações de retaliação a governos estaduais, durante encontro com a imprensa internacional. Aguardamos esclarecimentos por parte da presidência da República e reiteramos nossa defesa da Federação e da democracia.

RENAN FILHO – Governador do Estado de Alagoas

RUI COSTA – Governador do Estado da Bahia

CAMILO SANTANA – Governador do Estado do Ceará

FLÁVIO DINO – Governador do Estado do Maranhão

JOÃO AZEVÊDO – Governador do Estado da Paraíba

PAULO CÂMARA – Governador do Estado de Pernambuco

WELLINGTON DIAS – Governador do Estado do Piauí

FÁTIMA BEZERRA – Governadora do Rio Grande do Norte

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