Mundo

A pandemia de coronavírus provocou ao menos 953.025 mortes no mundo desde que o escritório da OMS na China registrou o surgimento da doença em dezembro, segundo um balanço estabelecido por AFP este sábado (19) às 8h de Brasília com base em fontes oficiais.
Desde o início da pandemia, mais de 30.556.040 pessoas contraíram a doença. Delas, pelo menos 20.629.000 se recuperaram, segundo as autoridades.
Este número de casos positivos reflete apenas uma parte do total, devido às diferentes políticas dos diferentes países para diagnosticar, já que alguns só o fazem com aqueles que precisam de hospitalização. Além disso, na maioria dos países pobres a capacidade de realizar testes de diagnóstico é limitada.
Na sexta-feira, foram registrados no mundo 5.813 novas mortes e 331.948 casos. Os países com mais óbitos segundo os últimos balanços oficiais são Índia com 1247, Estados Unidos (880) e Brasil (858).
A quantidade de mortos nos Estados Unidos aumentou para 198.597, com 6.725.044 contágios. As autoridades consideram que 2.556.465 pessoas se recuperaram.
Depois dos Estados Unidos, os países com mais vítimas mortais são Brasil com 135.793 mortos e 4.495.183 casos, Índia com 85.619 mortos (5.308.014 casos), México com 72/803 mortos (688.954 casos), e Reino Unido com 41.732 mortos (385.936 casos).
O Peru registra a maior taxa de mortalidade, com 94 mortes a cada 100 mil habitantes, seguido pela Bélgica (86), Espanha (65), Bolívia (64) e Chile (64).
A China, sem considerar os territórios de Hong Kong e Macau, registrou um total de 85.269 pessoas contagiadas, das quais 4.634 morreram e 80.464 se recuperaram totalmente.
Neste sábado às 8h de Brasília e desde o início da epidemia, América Latina e Caribe soma 320.809 mortes (8.636.686 casos), Europa 224.786 (4.779.619), Estados Unidos e Canadá 207.837 (6.866.650), Ásia 123.321 (7.077.509), Oriente Médio 41.741 (1.771.780), África 33621 (1.392.772), e Oceania 910 (31.029).
Este balanço foi realizado com dados das autoridades nacionais coletados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS). Devido às correções das autoridades, ou à divulgação tardia dos dados, o aumento dos números publicados nas últimas 24 horas pode não corresponder exatamente com os do dia anterior.

 

Dezenas de milhares de jovens se reuniram perto do antigo Palácio Real em Bangkok neste sábado(19) para exigir mais democracia, a renúncia do primeiro-ministro e até mesmo uma reforma da monarquia, um assunto tabu na Tailândia. 

A manifestação começou no campus da faculdade Thammasat, cenário em 1976 de um massacre no qual dezenas de estudantes pró-democracia foram mortos pelas forças de ordem, apoiadas por milícias ultramonárquicas. 
Neste sábado, os manifestantes marcharam em direção à icônica Praça Sanam Luang, em frente ao famoso Grande Palácio, onde alguns devem passar a noite. 
No domingo, uma nova caminhada está planejada no centro da capital. No final da tarde, a polícia anunciou a presença de mais de 15.000 manifestantes, enquanto os organizadores mencionaram “dezenas de milhares de pessoas”. 
“É a maior manifestação desde o golpe de 2014”, que levou ao poder o primeiro-ministro Prayut Chan O Cha, legitimado desde então por eleições polêmicas, disse à AFP Parit Chiwarak, uma das figuras do movimento. “É uma virada na história do país”, disse Patipat, um professor de 29 anos.
Os protestos, que tomam as ruas quase todos os dias desde o verão boreal, reúnem principalmente jovens, estudantes e trabalhadores. 
Outros militantes pertencentes ao movimento dos camisas “vermelhas”, apoiadores do ex-primeiro-ministro no exílio Thaksin Shinawatra, também aderiram ao movimento. “A juventude deste país não vê futuro”, disse Thaksin Shinawatra, derrubado em um golpe há 14 anos, em um comunicado neste sábado, sem endossar explicitamente os manifestantes. 
No centro de suas demandas estão o fim do “assédio” aos adversários políticos, a dissolução do parlamento com a renúncia de Prayut Chan O Cha e a revisão da Constituição de 2017, elaborada na época da junta e considerada muito favorável ao Exército.
Modernizar a monarquia
Parte dos manifestantes vai mais longe, ousando enfrentar a realeza. Algo nunca antes visto no país onde, apesar das sucessivas derrubadas de regimes (12 golpes desde 1932), a monarquia permaneceu até agora intocável, protegida por uma das mais severas leis de lesa-majestade do mundo. 
Suas demandas não são menos audaciosas, pois exigem a não ingerência do rei nos assuntos políticos, a revogação da lei sobre lesa-majestade e a devolução dos bens da Coroa ao Estado. 
O soberano tailandês, além de seu status como monarca constitucional, tem uma influência considerável que ele exerce na maioria dos casos nas sombras. 
O atual monarca, Maha Vajiralongkorn, que assumiu o trono em 2016 após a morte de seu pai, o venerado Rei Bhumibol, é uma personalidade controversa. 
Em poucos anos, ele reforçou a autoridade de uma monarquia já muito poderosa, assumindo diretamente o controle da fortuna real. Suas frequentes viagens à Europa, mesmo em meio à pandemia de coronavírus, também levantam questões. 
O primeiro-ministro alertou contra essas manifestações, chamando-as de uma possível ameaça de uma nova onda de infecções na Tailândia. 
Até agora, o país registrou apenas 3.500 casos e 58 mortes por covid-19. Isso pode “destruir a confiança dos investidores” e prejudicar o país, já atingido pela crise econômica ligada à pandemia, afirmou. 
As manifestações se desenvolveram até agora de forma pacífica em um país acostumado a protestos sangrentos, como em 1973, 1976, 1992 e 2010. 
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As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 787, o que representa uma nova mudança. (Foto: Reprodução)

 O Brasil registrou 954 mortes pela Covid-19 e 36.686 novos casos da doença, nesta quarta (16). O país, assim, chega aos 134.161 óbitos pelo novo coronavírus e a 4.420.985 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Amazonas não divulgou dados atualizados da pandemia no estado.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 787, o que representa uma nova mudança. O país saiu de uma situação de queda (o que estava ocorrendo nos últimos dias) da média e voltou para o patamar de estabilidade dos dados de mortes (o que não significa uma situação tranquila).
A média ainda está em patamares elevados.

O Brasil registrou 987 novas mortes em decorrência do novo coronavírus nas últimas 24 horas, segundo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quarta-feira (16). O total desde o início da pandemia passou para 134.106.

Os números da pasta também apontam que 36.820 pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no período. O total de casos confirmados da Covid-19 chega agora a 4.419.083.

Desde o início da pandemia, um total de 3.720.312 pessoas se curaram da doença.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um comício no domingo (13) em um local totalmente coberto, em Nevada, despertando a indignação das autoridades estaduais que alertaram que a reunião violou as restrições de aglomeração impostas devido à pandemia do coronavírus.
Os comícios internos se mostraram problemáticos para Trump, que também foi fortemente criticado em junho, após um evento que mais tarde foi vinculado a um aumento nos casos do vírus.
No evento de domingo no subúrbio de Las Vegas, Henderson, Trump aplaudiu sua própria forma de lidar com a pandemia, que matou quase 195.000 americanos. Este é o número mais alto de óbitos de um país em todo mundo.
“Fizemos um trabalho maravilhoso. Não estão nos dando nenhum crédito pelo trabalho que fizemos”, disse ele à multidão, acrescentando que sua liderança “salvou milhões de vidas”.
Mesmo assim, o governador democrata Steve Sisolak tuitou: “Esta noite, o presidente Donald Trump está tomando ações imprudentes e egoístas que colocam em risco inúmeras vidas aqui em Nevada”.
E Trump convocou a multidão a “dizer a seu governador para abrir seu estado”.
Os planos de manifestação despertaram rejeição das autoridades locais, que destacaram que eventos com mais de 50 pessoas não são permitidos pelo coronavírus.
“A cidade de Henderson enviou uma carta e um aviso verbal ao organizador do evento de que o evento, conforme planejado, violaria diretamente as diretrizes de emergência do governador para a covid-19”, disse a porta-voz local, Kathleen Richards.
A campanha de Trump alegou que, no evento de Nevada, os participantes teriam suas temperaturas verificadas na entrada e receberiam máscaras.
“Se você puder se reunir com dezenas de milhares de pessoas para protestar nas ruas, ou queimar pequenas empresas em tumultos, você pode se reunir pacificamente sob a Primeira Emenda para ouvir o presidente dos Estados Unidos”, disse o diretor de Comunicação da campanha de Trump, Tim Murtaugh, à imprensa.
Um comício de Trump em um local coberto em Tulsa em junho foi altamente polêmico, com muitos participantes ignorando as recomendações do governo para usar máscaras, ou manter o distanciamento social.
Os casos de coronavírus aumentaram em Tulsa nas semanas seguintes àquela manifestação, e as autoridades de saúde locais disseram que era “mais do que provável” que os grandes eventos tenham sido um fator crucial.

Dois homens morrem após acidente em Bezerros

Dois homens morreram, neste domingo (13), após um acidente de trânsito, na BR-232, no município de Bezerros, no Agreste do estado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão ocorreu por volta das 16h30, no quilômetro 100 da rodovia.
Segundo a PRF, um veículo de passeio trafegava na BR quando perdeu o controle e bateu em uma carreta que estava estacionada às margens da rodovia. O motorista e o passageiro morreram no local.

Incêndios no Pantanal cresceram 210% neste ano, mostram dados do Inpe

Dados consolidados do Inpe apontam que o bioma, que arde em chamas, registrou 14.489 queimadas de 1º de janeiro até 12 de setembro, contra 4.660 no mesmo período do ano passado. Verbas diminuirão em 2021 (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT)

Dados consolidados do Inpe apontam que o bioma, que arde em chamas, registrou 14.489 queimadas de 1º de janeiro até 12 de setembro, contra 4.660 no mesmo período do ano passado. Verbas diminuirão em 2021 (Foto: Mayke Toscano/Secom-MT)

Os incêndios florestais no Brasil cresceram de forma vertiginosa ao longo de 2020 em quase todos os biomas, de acordo com informações registradas pelo Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe). De 1º de janeiro a 12 de setembro, o órgão contabilizou 125.031 queimadas no país, o maior registro para o período desde 2010, quando 182.170 focos de calor foram mapeados no mesmo intervalo.
Na comparação com o ano passado, a quantidade de incêndios nas florestas brasileiras já subiu 10% em 2020. O crescimento mais alarmante é no Pantanal. Em relação ao intervalo entre 1º de janeiro e 12 de setembro de 2019, o número de queimadas no bioma deu um salto de 210% neste ano — passou de 4.660 para 14.489.
Apesar de restar pouco mais de três meses para o fim de 2020, este já é o maior índice de queimadas para o bioma em um único ano. Segundo o levantamento do Programa Queimadas, que reúne dados desde 1998, o recorde de incêndios no Pantanal havia sido registrado em 2005, quando foram contabilizadas 12.536 ocorrências em todo aquele ano.
O Pantanal, aliás, é a área ambiental que tem registrado o maior crescimento de incêndios desde o primeiro ano de gestão do presidente Jair Bolsonaro. Em 2019, quando 10.025 queimadas na região foram contabilizadas pelo Inpe, a alta nos focos de calor foi de aproximadamente 493% na comparação com 2018, quando foram mapeados apenas 1.691 incêndios. Nunca antes o Programa Queimadas havia constatado um aumento tão elevado para o Pantanal.
A quantidade elevada de queimadas já fez o bioma perder cerca de 15% do território. Conforme números do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo) ao menos 2,2 milhões de hectares do Pantanal já foram deteriorados por conta do fogo. O Mato Grosso e o Mato Grosso do Sul são os estados mais afetados: ambos perderam pouco mais de 1 milhão de hectares da floresta.
Floresta amazônica
Enquanto isso, a área florestal do Brasil mais afetada pelo fogo em 2020 é a Amazônia: até o último sábado, o Inpe registrou 60.675 incêndios na região, 8% a mais do que o contabilizado no mesmo período de 2019 (56.085). No ano passado inteiro, a quantidade de queimadas na floresta foi de 89.176, 30% a mais do que os 68.345 focos de calor na Amazônia em 2018.
Segundo o Inpe, a área desmatada na Amazônia por conta do fogo foi de 1.359km² em agosto. O número é o segundo maior para o mês dos últimos cinco anos, perdendo apenas para agosto do ano passado, quando as queimadas consumiram 1.714km² da floresta.
Outra região em que os incêndios estão em alta é a do Pampa. Segundo os dados mais recentes do Programa Queimadas, o bioma já apresenta uma evolução de 38% em relação ao que foi contabilizado até 12 de setembro de 2019 (as queimadas subiram de 1.055 para 1.459). Os focos de calor na floresta contabilizados neste ano já superam a estatística de todo o ano de 2019, quando aconteceram 1.420 incêndios no Pampa.
A Mata Atlântica é mais um bioma em que as queimadas estão aumentando em 2020. Segundo o Inpe, a floresta teve 11.439 incêndios até o último dia 12, uma alta de 5% comparada às 10.873 queimadas registradas até a segunda semana de setembro do ano passado.
Por enquanto, os únicos biomas do país em que os focos de calor diminuíram ante 2019 foram a Caatinga e o cerrado. O primeiro apresenta uma queda de 12% (os incêndios caíram de 3.117 para 2.714), e o segundo contabiliza um recuo de 7% (os focos de calor baixaram de 37.055 para 34.255).
Menos recursos
Apesar da alta nos registros de incêndios florestais, a previsão é de que os principais órgãos federais que cuidam dos biomas do país tenham menos orçamento em 2021. De acordo com o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para o ano que vem apresentado pelo Executivo, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) podem ter um corte de R$ 126,1 milhões nas suas verbas.
Segundo a proposta entregue pelo Palácio do Planalto ao Congresso em agosto, a estimativa de repasses da União para o Ibama no próximo ano é de quase R$ 1,65 bilhão (sendo que pouco mais de R$ 513 milhões dependem da aprovação dos parlamentares). O ICMBio, por sua vez, pode receber até R$ 609 milhões (desse valor, R$ 260,2 milhões precisam do aval do Legislativo). Neste ano, os órgãos tiveram, respectivamente, em torno de R$ 1,7 bilhão e R$ 679,4 milhões.
O governo não prevê nenhum centavo para ações do programa de Prevenção e Controle do Desmatamento e dos Incêndios nos Biomas. Em 2020, Ibama e ICMBio tiveram pouco mais de R$ 128,4 milhões autorizados pelo Palácio do Planalto e outros R$ 5,7 milhões aprovados pelo parlamento para essa finalidade.
Precisamos reverter essa situação
“A situação é bastante preocupante. O Brasil vinha, há alguns anos, adotando políticas públicas que reduziram os índices de desmatamento e de incêndios, e o setor econômico entendeu a importância de conciliar a conservação da natureza com o aspecto produtivo. Mas, com as recentes mudanças governamentais, houve um retrocesso muito grande, com diminuição tanto de recursos financeiros quanto de recursos humanos. Isso não pode, especialmente no momento em que as queimadas estão aumentando. Com certeza, falta empenho. Nós temos a obrigação de ajudar que os biomas do país sejam preservados. Não apenas por sermos brasileiros, mas por sermos cidadãos do planeta. Existe uma série de questões relacionadas a esse problema. Há córregos, rios e nascentes sendo prejudicados, animais morrendo, plantas sumindo e comunidades tradicionais sem ajuda. Precisamos urgentemente de um novo direcionamento para reverter essa situação e de mais decisões que tenham a participação da sociedade civil.”

“Tirou o Lula da eleição, produziu uma situação nova para o país, a interpretação [da lei] mudou… Era uma, mudou para prender o Lula, passou a eleição, mudou para soltar o Lula”, disse o líder do governo Jair Bolsonaro, o deputado Ricardo Barros (PP-PR).

247 – Integrante do chamado Centrão e atual líder do governo Jair Bolsonaro, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) disse que o ativismo político do Judiciário sempre existiu e ficou ainda mais evidente após a operação Lava Jato.

Em entrevista ao UOL, o parlamentar que já foi líder do governo na gestão de Fernando Henrique Cardoso, vice-líder no governo Lula e ex-ministro da Saúde no governo de Michel Temer,  afirmou que os métodos da operação não respeitaram as leis e citou os processos contra Lula como exemplo de parcialidade da Lava Jato.

“É claro que há uma parcialidade na posição da Lava Jato, todos sabem disso. É evidente, é visível”, disse. “Tirou o Lula da eleição, produziu uma situação nova para o país, a interpretação [da lei] mudou… Era uma, mudou para prender o Lula, passou a eleição, mudou para soltar o Lula. Não precisamos fazer muito esforço para perceber ativismo político”, acrescentou.

Barros foi uma dos parlamentares que, em meio ao debate sobre a possibilidade de prisão em 2ª instância, defendeu a realização de uma Assembleia Constituinte para garantir que condenados cumpram pena antes de esgotados todos os recursos.

Na entrevista, o líder do governo disse ainda que o Ministério Público (MP) e a Justiça, de forma geral, não respondem pelos erros cometidos durante julgamentos e questionou as ações os métodos de investigação — como as buscas e apreensões, por exemplo—, realizadas às vésperas das eleições.

“Quem sabe quem não vai ganhar uma eleição no Brasil? O MP e o Judiciário, porque eles agem contra o cidadão no meio da campanha, prendem, fazem busca e apreensão, tiram a pessoa do processo político. E depois de alguns anos, se ficar provado que não era nada… Não era nada, bate nas costas. Nem pedir desculpas eles pedem”, criticou.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 691, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil registrou mais 516 mortes pela Covid-19 e 17.526 casos da doença, nesta terça-feira (8). Com isso, o país chega a 127.517 mil óbitos pelo novo coronavírus e 4.165.124 infecções desde o início da pandemia.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

O jornal Folha de S.Paulo também divulga a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 691, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Teste do foguete auxiliar foi realizado em uma área específica localizada em Promontory, no estado do Utah. A viagem será a primeira missão tripulada rumo à lua em 50 anos.

Engenheiros da Nasa (agência aeroespacial norte-americana) testaram um foguete auxiliar que será utilizado para levar astronautas à lua em 2024. O teste foi realizado em uma área específica localizada em Promontory, no estado do Utah. A viagem será a primeira missão tripulada com destino ao satélite natural em 50 anos.

Os foguetes integram o Sistema de Lançamento Espacial (SLS), considerado o maior lançador desde a construção do Saturno V, na década de 1960. Os motores serão responsáveis para fornecer a maior do impulso necessário aos primeiros dois minutos da missão.

Custo da cesta básica aumenta em 13 capitais em agosto, diz Dieese 

O preço da cesta básica aumentou, no mês de agosto, em 13 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), na comparação com o mês anterior. Em quatro capitais (Curitiba, Brasília, Natal e João Pessoa), o custo da cesta básica diminuiu.

Os dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos levam em conta os preços do conjunto de alimentos básicos, necessários para as refeições de uma pessoa adulta – conforme Decreto-Lei 399/38 – durante um mês.

O tempo médio de trabalho necessário para adquirir os produtos da cesta nas capitais pesquisadas, em agosto, foi de 99 horas e 24 minutos, maior do que em julho, quando ficou em 98 horas e 13 minutos.

O Dieese verificou também que o trabalhador comprometeu, em agosto, na média, 48,85% do salário-mínimo líquido – ou seja, após o desconto referente à Previdência Social – para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. Em julho, o percentual foi de 48,26%.

Cesta mais cara

Entre as capitais analisadas, a cesta básica mais cara foi a de São Paulo, onde o preço médio ficou em R$ 539,95; seguida por Florianópolis, com R$ 530,42. As cestas mais baratas foram as de Aracaju, com preço médio de R$ 398,47; e de João Pessoa, R$ 414,50.

Em São Paulo, houve alta de 2,9% na comparação com julho. No ano de 2020, o preço do conjunto de alimentos aumentou 6,6% e, nos últimos 12 meses, 12,15%. Na cidade de São Paulo, especificamente, o tempo médio de trabalho necessário para adquirir os produtos da cesta, em agosto, foi de 113 horas e 40 minutos, e o valor da cesta corresponde a 55,86% do salário-mínimo líquido.

Com base na cesta mais cara de agosto, que foi a da capital paulista, o Dieese estima que o salário-mínimo necessário para o sustento de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças) deveria ser a R$ 4.536,12, o que corresponde a 4,34 vezes o mínimo vigente de R$ 1.045.

Percentualmente, a maior alta mensal ocorreu em Vitória, com 5,08% de aumento, o que deixou o valor da cesta em R$ 509,45. Considerando a variação no ano de 2020, Salvador teve a maior alta (16,15%), deixando o preço da cesta em R$ 418,72. Já nos últimos 12 meses, a maior alta foi registrada no Recife, um aumento de 21,44%, resultando na cesta de R$ 439,19.

Contas de água e esgoto no Brasil penalizam quem consome menos, diz estudo da UFPB 

Modelo tarifário dificulta acesso de famílias de baixa renda à água tratada e saneamento

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O consumo brasileiro médio diário de água por pessoa é de 154,9 litros e está acima do que a ONU considera razoável, que deveria ficar entre 50 e 110 litros por dia.

A pesquisa “Implicações Socioambientais do Modelo Tarifário dos Serviços de Água e Esgoto no Brasil”, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), revela que a estrutura tarifária de saneamento brasileira atual penaliza residências que consomem menos os serviços de água e esgoto.

Os pesquisadores atestaram, no estudo, que o modelo atual traz consequências socioambientais, dificulta o acesso de famílias de baixa renda aos serviços e estimula um consumo desequilibrado.

O estudo foi realizado pelos pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento e Meio Ambiente (Prodema), Filipe Campos Magalhães e Gustavo Ferreira. Foi avaliada, na pesquisa, a estrutura tarifária residencial de companhias estaduais de saneamento no Brasil.

De acordo com Filipe Magalhães, as taxas das contas de água e esgoto possuem algumas características predominantes. Há tarifas mínimas e multipartes, com faixas de consumo que, diz o pesquisador, teoricamente encarecem a cobrança dos serviços de água e esgoto para quem consome mais.

“Porém, através de pesquisa inédita no Brasil, foi constatado que a estrutura tarifária atual está penalizando as residências que consomem menos. Essas circunstâncias podem provocar sobrecarga da rede e dos mananciais”.

Além disso, o pesquisador da UFPB alerta sobre a constatação da deficiência na prestação dos serviços de água e esgotos. Segundo Filipe, esse fato gera o agravamento de doenças relacionadas ao saneamento inadequado e ligações clandestinas.

Também foi possível evidenciar, na pesquisa da UFPB sobre o modelo atual das taxas, a queda de arrecadação das companhias e a contribuição para a desigualdade socioeconômica.

“A pesquisa abrangeu 25 companhias estaduais e foram coletados dados das estruturas tarifárias residenciais. Simulamos o consumo em quatro níveis: 5m³, 15m³, 25m³ e 30m³. O valor da fatura para cada nível foi dividido pelo volume consumido, resultando no valor proporcional pago por cada metro cúbico”, explica Filipe Magalhães.

O pesquisador da UFPB conta que, por exemplo, na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o valor de cobrança do metro cúbico para o nível de consumo de 5m³ chega a ser quase o dobro de quem consome 15m³. Fica acima até, enfatiza Filipe, de quem consome 30m³ e isso demostra regressividade de cobrança.

Para viabilizar outro cenário, Magalhães elaborou um modelo sustentável de tarifas nos serviços de água e esgoto. Ele utilizou o “Fator de Ajuste Socioambiental”, que leva em conta condições socioeconômicas e consumo. Além de incentivos para quem consome menos água e cobrança progressiva para quem consome mais água.

Em seu trabalho, o pesquisador da UFPB também alerta que, no Brasil, o consumo médio diário de água por pessoa é de 154,9 litros. Ele afirma que esse valor está “bem acima” do consumo que a Organização das Nações Unidas (ONU) considera razoável: entre 50 e 110 litros diários.

“A pesquisa de Filipe mostrou que a forma tarifária de cobrança da água não é justa. Pessoas com menor poder aquisitivo, e gastam menos água, deveriam ser incentivadas a pagar contas menores. No entanto, elas pagam proporcionalmente e pagam mais do que as outras”, destaca a professora Cristina Crispim, que esteve na banca de defesa do pesquisador da UFPB.

Ascom/UFPB

O Grand Hotel Sonnenbichl, localizado nos alpes de Garmisch-Partenkirchen, foi o destino escolhido pelo rei.

Maha Vajiralongkorn foi nomeado príncipe herdeiro em 1972 e ascendeu como rei da Tailândia em 2016, após a morte do pai. (Foto: Reprodução)

 O rei da Tailândia, Maha Vajiralongkorn, 68, também conhecido como Rama X, está isolado em um resort de luxo na Alemanha em meio à pandemia do novo coronavírus, com mais de 20 mulheres. O Grand Hotel Sonnenbichl, localizado nos alpes de Garmisch-Partenkirchen, foi o destino escolhido pelo rei.

A informação foi dada pelo jornal alemão Bild, que afirmou a libertação da ex-amante e consorte real (cônjuge do monarca) Sineenat Bilaskalayani, 35, presa no ano passado sem motivos aparentes — após se envolver publicamente com o monarca, casado com ex-comissária de bordo Suthida Tidjai — para se juntar ao grupo de mulheres.

Ainda segundo a mídia alemã, a ex-amante de Rama X desembarcou em Munique, na Alemanha, no último sábado (29) e foi levada para os aposentos da realeza, que reservou um andar inteiro no hotel e armou um forte esquema de segurança. Há relatos que a administração do local construiu uma “sala de prazer” para o monarca.

Sineenat treinou como piloto na Tailândia e no exterior, serviu na unidade real de guarda-costas do rei e, em 2019, foi premiada com o posto de major-general. No entanto, a ex-amante do monarca deixou o posto após três meses da nomeação. Ela foi acusada por deslealdade e ambição de tomar a posição da rainha, Suthida Tidja.

Maha Vajiralongkorn foi nomeado príncipe herdeiro em 1972 e ascendeu como rei da Tailândia em 2016, após a morte do pai. Entretanto, Rama X vive na Alemanha desde 2007. Ele também é pai de sete filhos e atualmente está no seu 4º casamento.

Reynaldo Gianecchini sobre definições de sua sexualidade: “Não me considero gay”

“Todo mundo tem muitos lados dentro de si mesmo e que a sexualidade reflete muito isso”, disse o artista.

Gianecchini ainda falou sobre os rótulos sexuais. “Dizem que sou gay, mas não me considero assim.” (Foto: Reprodução)

O ator Reynaldo Gianecchini, de 47 anos, abriu o coração e fez algumas revelações íntimas sobre sua sexualidade. Em entrevista a EFE, ele defendeu a liberdade para as pessoas serem o que quiser: “Nunca quis levantar nenhuma bandeira. Acredito na liberdade de ser o que cada um quiser ser. Todo mundo tem muitos lados dentro de si mesmo e que a sexualidade reflete muito isso”, disse o artista.

Gianecchini ainda falou sobre os rótulos sexuais. “Dizem que sou gay, mas não me considero assim. Eu me considero tudo ao mesmo tempo. Se existir uma palavra para mim, então é ‘pan’ [pansexual] – termo que se refere a quem tem atração física, amor e desejo sexual por outras pessoas, independentemente de sua identidade de gênero ou sexo biológico-  porque ‘pan’ é tudo’”, concluiu.

Vale lembrar que em março deste ano, Reynaldo Gianecchini deu uma entrevista para a revista imprensa Pop-se e desabafou: “Não assumi que sou gay. Falei que sou tudo”, contou o ator abertamente sobre a sua opção sexual. Cabe tudo dentro de mim, não me encaixo em nenhuma gaveta. É uma atitude política falar isso hoje em dia. A sociedade é muito careta. O Brasil é um país preconceituoso, racista e reprimido

‘Era perceptível que eles mantinham relações sexuais entre irmãos, entre pai e filha, entre mãe e filhos’, diz a pessoa. Defesa da deputada não se manifestou.

Pessoa que conviveu com família diz que eles viviam mentira (Foto: Reprodução)

Uma pessoa que morou na casa da deputada federal Flordelis (PSD) afirmou que ela e o ex-marido assassinado, pastor Anderson do Carmo, mantinham relações sexuais com filhos e filhas.

A pessoa, que prefere se manter no anonimato, disse ao RJ2 que tem medo de sofrer represálias da família da deputada.

Como mostrado pela equipe de reportagem nessa segunda-feira (31), a pessoa afirmou que morou na casa de Flordelis – informação que é reforçada por testemunhas ouvidas na investigação sobre a morte do pastor Anderson, crime do qual Flordelis é acusada de ser a mandante.

No relato exclusivo ao RJ2, as histórias desconstroem a imagem de mãe amorosa e mulher bem-intencionada que Flordelis exibia.

“O que era perceptível é que ela mantinha um número para manter o marketing pessoal dela, de 50 crianças adotadas”, afirmou a pessoa.

Também segundo o depoimento, o “Ministério Flordelis” – uma espécie de congregação – servia para arrecadar dinheiro e sustentar os luxos da deputada.

“Tanto Flordelis quanto Anderson do Carmo não tinham nenhum tipo de emprego, nenhum tipo de renda. E este marketing, das 50 crianças, praticamente era a única fonte de renda que eles possuíam.”

E o dinheiro recebido, segundo o depoimento, não era pouco.

“Ela cantava nas igrejas, recebia as ofertas. O dinheiro circulava em grande quantidade, na verdade, na casa. (…) Regalias e carro do ano, bons restaurantes, era isso que era destinado.”

Só que os privilégios não eram para toda a família.

“Tinha diferença de tratamento. Algumas crianças tinham certos privilégios. Outros não tinham tantos privilégios quanto os primeiros”, detalhou a pessoa.

“Existia na casa, sim, uma geladeira que não ficava, na época, no quarto da missionária Flordelis. Essa geladeira ficava na cozinha, porém ela tinha cadeado e grade. Ficava trancada e só quem tinha acesso à chave era Anderson, missionária Flordelis e Carlos, que era quem cuidava de toda a alimentação da casa”, acrescentou.

Seguindo o relato, alguns integrantes da família de Flordelis comiam determinados alimentos, mas a grande maioria tinha outro tipo de refeição.

“Batata frita para os mais privilegiados, bife… E para outras crianças sempre era frango, sempre era uma comida um pouco de menos valor.”

Os relatos são confirmados por outros depoimentos. Um obreiro da igreja disse à polícia que a casa recebia doações de comida e que percebeu que a melhor parte ia para determinado núcleo familiar.

Linguagem em código

As investigações da polícia também mostraram que muitas informações precisavam ser mantidas em segredo pelo principal núcleo da família.

Foi aí que surgiu a ideia de usar uma linguagem comum entre crianças e adolescentes nas décadas de 1970 e 1980. O recurso virou um importante código de comunicação: a língua do “P”.

“Existia uma comunicação interna entre eles, onde eles não queriam que uma outra pessoa soubesse. Eles falavam a língua do P, mas de uma maneira bem acelerada, que era bem impossível uma pessoa sem prática reconhecer ou identificar”, detalhou.

A conversa ocorria geralmente entre Flordelis e Simone, uma das filhas biológicas. E a polícia também foi informada disso. Uma testemunha afirmou que a comunicação através de códigos era comum no grupo.

Relações sexuais

A pessoa ouvida pelo RJ2 também relatou práticas sexuais envolvendo moradores da casa.

“Durante o convívio, era perceptível que eles mantinham relações sexuais entre irmãos, entre pai e filha, entre mãe e filhos. Isso era nítido, notório, e inclusive contado pelos próprios.”

De acordo com o relato, a história de amor do casal Flordelis e Anderson começou a mudar quando o pastor começou a mandar mais do que a deputada nos negócios da família.

“Anderson se tornou uma pedra no sapato pra Flordelis. E ela fez com ele exatamente o que ela faz com todos: retira do caminho.”

Ao desabafar, a pessoa afirmou ter percebido as mentiras de Flordelis – e do pastor.

“O que eles pregam não é exatamente o que eles vivem. Eles vivem uma vida de mentira, uma vida de omissões, uma vida sem amor, uma vida voltada praticamente pra si, pelo dinheiro, riqueza e fama.”

Procurada, a defesa da deputada não retornou aos contatos do RJ2.

Em maio, a Vice também anunciou a decisão de abandonar a produção editorial própria no Brasil. Ambas as empresas foram duramente atingidas pela crise.

Segundo o editor Graciliano Rocha, em nota pública de despedida, a decisão de descontinuar a operação do BuzzFeed News Brasil foi tomada ao longo deste ano e é um efeito direto da crise econômica desencadeada pela pandemia. (Foto: Reprodução)

 O BuzzFeed anunciou nesta segunda-feira (31) o encerramento de sua operação de notícias jornalísticas no Brasil, iniciada em maio de 2016.

Segundo o editor Graciliano Rocha, em nota pública de despedida, a decisão de descontinuar a operação do BuzzFeed News Brasil foi tomada ao longo deste ano e é um efeito direto da crise econômica desencadeada pela pandemia.

Ainda conforme o editor, as demais franquias da empresa no país nas áreas de entretenimento (BuzzFeed Brasil) e gastronomia (Tasty Demais) continuam com suas atividades. O BuzzFeed News em inglês também segue normalmente.

Em maio, a Vice também anunciou a decisão de abandonar a produção editorial própria no Brasil. Ambas as empresas foram duramente atingidas pela crise.

Com o encerramento da operação, Rocha e sua equipe de quatro repórteres —Tatiana Farah, Mauro Albano, Severino Motta e Guilherme Lúcio da Rocha — deixam a empresa. A equipe foi comunicada da descontinuidade do site de notícias na semana passada.

Em abril, o BuzzFeed já havia anunciado a intenção de vender suas operações no Brasil e na Alemanha, em decorrência da perda global de receitas publicitárias devido à pandemia.

“Nós entramos em 2020 como uma empresa lucrativa e estávamos preparados para investir em nosso negócio no Brasil, mas infelizmente não temos mais capacidade para isso”, disse à época Matt Drinkwater, vice-presidente sênior da área internacional do BuzzFeed, ao Meio e Mensagem.

Segundo uma pessoa com conhecimento da operação, no Brasil a empresa segue no processo de negociação para busca de um novo parceiro de negócios. Já a operação de notícias seria descontinuada de qualquer forma, independentemente da venda ou não.

A operação jornalística não gerava receitas próprias, sendo integralmente bancada pela empresa, que se financia através de publicidade e criação de conteúdo por encomenda para marcas (branded content, na expressão em inglês).

“Jornalismo é uma atividade essencial em uma democracia e seu pleno exercício, tal como o concebemos, pressupõe independência editorial em relação a governos, partidos e interesses político-ideológicos. Mantivemo-nos fiéis a este compromisso”, escreveu Rocha no comunicado de encerramento.

Na nota, o editor lembra ainda de uma das reportagens de maior repercussão do site. Nela, o repórter Chico Felitti contou com delicadeza a trajetória de Ricardo Corrêa da Silva, figura emblemática das ruas de São Paulo, conhecido pelo apelido Fofão da Augusta.

“Por aptidão e escolha, voltamos a nossa atenção principalmente a histórias de pessoas”, escreve Rocha. “Ao contar a história de uma única pessoa, pode-se enxergar as marcas da história e as escolhas políticas de uma cidade ou um país, mas sem perder a beleza da singularidade.”

Com mais 45.961 confirmações de novas infecções do novo coronavírus, o Brasil se aproxima da marca de quatro milhões de diagnósticos positivos. Com os novos números divulgados nesta segunda-feira (31) pelo Ministério da Saúde, o país já soma 3.908.272 casos do novo vírus. Além disso, a pasta também adicionou ao balanço mais 553 vítimas da Covid-19. Com isso, 121.381 óbitos já foram confirmados dentro do país.
Apesar de continuar registrando mortes e casos pela doença, na última semana epidemiológica finalizada, a 35ª, o Brasil observou uma pequena redução tanto no número de novos casos, quanto no número de novos óbitos, em relação à semana anterior, a 34º. Foram registrados 1.475 infecções e 806 mortes a menos entre as duas. É a segunda semana que o país observa uma queda na curva de casos.
Mesmo com a breve descida vista na curva nacional, os dados dos estados ainda preocupam especialistas. Atualmente são 22 unidades federativas com a confirmação de mais de mil mortes cada. Quem lidera o ranking negativo é São Paulo, com 30.014 óbitos pelo novo coronavírus, acumulando quase um quarto das mortes brasileiras.
O número de vítimas do estado é maior do que o de alguns países como França e Espanha, que segundo a Universidade Johns Hopkins têm 30.640 e 29.094 mortes pela doença, respectivamente.
Apesar dos altos números, governo de São Paulo anunciou hoje que o estado registrou a terceira semana seguida de queda de óbitos e internações por covid-19. Entre os dias 23 e 29 de agosto, houve redução de 4% nos óbitos e de 4,4% nas internações em relação à semana anterior, entre os dias 16 a 22 de agosto.
“É uma continuidade de bons indicadores que já se prolongam por três semanas no Estado de São Paulo. Mas volto a repetir com muita ênfase, temos que ter extrema precaução. Não há nada para celebrarmos. A celebração só virá após a imunização com a vacina. Até lá temos que ter resiliência, paciência, compreensão e proteção à vida”, alertou o governador João Doria.
Outros estados
O Rio de Janeiro é o segundo com mais fatalidades, com 16.065 vítimas da covid. Os dois (SP e RJ) são os únicos estados que têm mais de 10 mil mortes.
Em seguida estão: Ceará (8.409), Pernambuco (7.593), Pará (6.146), Bahia (5.397), Minas Gerais (5.335), Amazonas (3.649), Maranhão (3.446), Rio Grande do Sul (3.435), Paraná (3.290), Espírito Santo (3.158), Goiás (3.094), Mato Grosso (2.751), Distrito Federal (2.521), Paraíba (2.450), Rio Grande do Norte (2.256), Santa Catarina (2.260), Alagoas (1.887), Sergipe (1.857), Piauí (1.825) e Rondônia (1.148).
No pé da tabela estão: Mato Grosso do Sul (862), Tocantins (673), Amapá (661), Acre (612), Roraima (587).

O jornal afirma que Nicole Poturalski, 27, com quem o ator foi fotografado recentemente, tem um relacionamento aberto com o marido, Roland Mary, 68, que também é pai do filho dela, Emil, de 7 anos.

Não só o relacionamento seria bem aceito pelo marido como ele a teria conhecido em agosto de 2019 justamente no restaurante Borchardt, em Berlim, que é de propriedade de Mary. (Foto: Reprodução)

 Brad Pitt, 56, está namorando uma mulher casada, de acordo com o tabloide britânico “Daily Mail”. O jornal afirma que Nicole Poturalski, 27, com quem o ator foi fotografado recentemente, tem um relacionamento aberto com o marido, Roland Mary, 68, que também é pai do filho dela, Emil, de 7 anos.

Não só o relacionamento seria bem aceito pelo marido como ele a teria conhecido em agosto de 2019 justamente no restaurante Borchardt, em Berlim, que é de propriedade de Mary. Ele já havia estado no local em 2009, durante as filmagens de “Bastardos Inglórios” na Alemanha, e voltou no ano passado, enquanto promovia o filme “Era Uma Vez em Hollywood”.

“Brad foi apresentado à esposa de Roland, Nicole [Poturalski], e ela lhe passou o próprio número”, disse um amigo da modelo ao jornal. “Roland é um cara muito filosófico”, disse sobre o marido dela. “Ele foi casado várias vezes e tem cinco filhos. Ele não está interessado em negatividade ou ciúme.”

“Eles ainda são casados”, garantiu. “Mas você poderia descrever seu relacionamento como um casamento aberto.”

A publicação diz ainda que Nicole viajou para Los Angeles algumas semanas depois desse primeiro encontro. A modelo foi fazer uma sessão de fotos na cidade, mas aproveitou para ir com Pitt a um show de Kanye West, onde os foram fotografados juntos.

Recentemente, o novo casal foi visto a caminiho do Chateau Miraval, no sul da França, onde ele e Angelina Jolie se casaram em 2014.

O jornal tentou falar com Roland Mary sobre o assunto, mas ele não quis responder. A assessoria de Brad Pitt disse que não fala sobre a vida pessoal do ator.

Netflix libera filmes e séries de graça; confira lista

É possível assistir aos conteúdos gratuitamente mesmo sem ter qualquer assinatura

Mesmo sem pagar pela Netflix, qualquer internauta pode aproveitar títulos como Stranger Things, Elite, Bird Box e Dois Papas. (Foto: Reprodução)

A Netflix lançou, nesta segunda-feira (31), um site com filmes e séries gratuitos para quem não é assinante do serviço de streaming. O objetivo da empresa é conseguir novos adeptos à plataforma, e a novidade está disponível em 200 países, incluindo o Brasil. 

Mesmo sem pagar pela Netflix, qualquer internauta pode aproveitar títulos como Stranger Things, Elite, Bird Box e Dois Papas. Os filmes podem ser assistidos completamente, mas as séries só tiveram seus primeiros episódios disponibilizados. 

A Netflix não informa até quando o site fica no ar, e disse que “a seleção pode mudar de tempos em tempos”. 

Ao site TechCrunch, a empresa argumentou que “testa diferentes promoções de marketing para atrair novos membros e dar a eles uma ótima experiência com a Netflix”. Confira os títulos disponibilizados gratuitamente:

Filmes

  • Mistério no Mediterrâneo
  • Bird Box
  • Dois Papas

Séries

  • Stranger Things
  • Elite
  • O Chefinho – De volta aos negócios
  • Olhos que Condenam
  • Casamento às Cegas
  • Nosso Planeta
  • Grace and Frankie

Para assistir gratuitamente aos títulos, é preciso acessar a página especial da Netflix.

Os conteúdos podem ser acessados de qualquer navegador compatível no desktop e no Android; por enquanto, não é possível consumir as novidades no iOS.

O contrato assinado em 2011 previa que ele receberia US$ 105 milhões (R$ 174 milhões na cotação da época) ao longo de 11 anos.

O jogador da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain, da França, assinou o primeiro contrato com Nike antes mesmo de se tornar jogador profissional do Santos. (Foto: Reprodução/Redes Sociais Neymar)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Patrocinadora de Neymar, 28, desde quando o jogador tinha 13 anos, a Nike anunciou neste sábado (29) que vai romper o vínculo com o jogador a partir do dia 31 de agosto.

A informação foi divulgada inicialmente pelo site Diário do Peixe e confirmada pela Folha. Procurada, a empresa de material esportivo não explicou a razão pela qual decidiu encerrar o vínculo e limitou-se a dizer que “não comentaria detalhes do contrato.”

O jogador da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain, da França, assinou o primeiro contrato com Nike antes mesmo de se tornar jogador profissional do Santos.

Aos 19 anos, quando venceu a Libertadores pelo clube alvinegro, ele renovou o acordo para mais 11 anos com a empresa, vínculo que terminaria em 2022. O contrato assinado em 2011 previa que ele receberia US$ 105 milhões (R$ 174 milhões na cotação da época) ao longo de 11 anos.

A assessoria do jogador também foi procurada, mas afirmou que ainda não havia um pronunciamento oficial sobre o assunto até a publicação deste texto.

No último contrato assinado entre Neymar e a Nike, a empresa incluiu uma cláusula que divida os clubes europeus em categorias e determinava o valor que o atleta receberia pelo patrocínio de acordo com o time em que ele decidisse atuar, conforme noticiado pelo UOL, em março de 2018.

De acordo com o portal, o texto do contrato previa uma divisão dos clubes em quatro categorias: A, B, C, e D. Se Neymar jogasse pela categoria A, ganharia a remuneração integral; em um clube B, o valor cairia pela metade; em um clube de nível C, seria a metade do valor da categoria B. E se Neymar atuasse por um time do nível D, não teria direito a receber nada.

Nessa época, ele já atuava pelo PSG, mas a categoria na qual o clube se enquadrava não era conhecida.

Em maio de 2019, quando a modelo Najila Trindade acusou Neymar de estupro, a Nike afirmou que acompanhava o caso com preocupação, assim como outras empresas patrocinadoras do atacante, como a Mastercard. Dois meses depois, a Polícia Civil encerrou a investigação e decidiu não indiciar o jogador, que manteve os contratos.

Apesar do fim do vínculo, Neymar ainda vai continuar vestindo uniformes da Nike, pois o PSG e a seleção brasileira também utilizam materiais esportivos da empresa americana.

A relação com a seleção canarinho, aliás, é marcada por polêmicas. Em 1998, após a Copa do Mundo na França, uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) foi aberta para investigar as negociações entre a CBF (Confederação Brasileira) e a empresa.

Em 2001, ao término da comissão, Ricardo Teixeira, então presidente da CBF, foi acusado de vários crimes e o contrato teve que ser revisto.

Além de ter patrocinado Neymar por 15 anos, a Nike mantém longa relação com grandes jogadores do Brasil, incluindo atletas já aposentados, como Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.

O contrato com Ronaldo é um dos mais antigos da empresa com atletas de futebol. O acordo vitalício foi assinado em 1994, ano em que o ex-atacante foi campeão do mundo com a seleção brasileira.

Recentemente, em 2016, o jogador português Cristiano Ronaldo também assinou um contrato vitalício com a fornecedora.

Laura atingiu nesta quinta-feira as costas da Louisiana, sul dos Estados Unidos, como um furacão “extremamente perigoso” de categoria 4, o que forçou a evacuação de centenas de milhares de pessoas neste estado e no vizinho Texas devido à ameaça de “inundações catastróficas”.
“Extremamente perigoso, o furacão de categoria 4 Laura tocou o solo perto de Cameron (Louisiana)”, afirmou o Centro Nacional de Furacões (NHC) em um boletim de 6H00 GMT (3H00 de Brasília).
“Tempestade catastrófica, ventos extremos e inundações repentinas estão acontecendo em partes da Louisiana”, advertiu o NHC, que informou que Laura registra ventos máximos de 240 km/h.
Somadas à maré alta, essas ondas – que podem avançar cerca de 50 km terra adentro – podem fazer com que as águas subam entre 4,5 e 6 metros acima do nível normal.
Os moradores da região deixaram o local em ônibus após receberem ordem de retirada obrigatória devido ao risco de enchentes. 
Fugir da rota do furacão
O governador do Texas, Greg Abbott, pediu aos residentes que evacuem suas casas. “Eles têm apenas mais algumas horas para escapar dos danos”, disse ao Weather Channel.
“Esta é uma tempestade muito perigosa, mais forte do que a maioria que já cruzou” as costas do estado, acrescentou, insistindo para que a população faça “tudo possível para sair do caminho” de Laura.
O presidente Donald Trump pediu aos moradores das áreas afetadas que “ouçam as autoridades locais”. “Laura é um furacão muito perigoso e está se intensificando rapidamente”, publicou Trump no Twitter. “Meu governo continua colaborando totalmente com os gestores de emergência estaduais e locais”.
Jimmy Ray estava entre os que receberam ordem de evacuação em Lake Charles, no estado de Louisiana. A princípio “íamos tentar aguentar dentro de casa, mas vimos que o furacão ia ser muito forte”, disse à AFP.
Outra evacuada da cidade, Patricia Como, contou que seus irmãos, primos e outros membros da família decidiram ficar, mas ela não queria correr o risco. “Não vou brincar com Deus”, disse.
Craig Brown, o prefeito da Ilha de Galveston, no Texas, que sofreu o furacão mais mortal da história dos Estados Unidos em 1900 com milhares de vítimas fatais, disse que as autoridades estão “monitorando de perto” a situação.
“Tivemos uma boa cooperação de nossos residentes na evacuação”, disse ele. “Se eles quiserem ficar, nós permitiremos”, mas “se eles ficarem, é possível que não tenham nenhum serviço de emergência disponível”, esclareceu.
Evitar contágios
Angela Jouett, que lidera a operação de evacuação em Lake Charles, informou que novos protocolos foram implementados devido à pandemia do coronavírus. “As pessoas que entram (nos centros de evacuação) usam desinfetante nas mãos”, passam por “controles de temperatura” e mantêm entre elas uma distância física de dois metros.
O governador Abbott – cujo estado sofre uma onda significativa de infecções por Covid-19 – pediu àqueles que podiam pagar por isso que se refugiassem em hotéis e motéis “para se isolarem”.
Em Nova Orleans, devastada em 2005 pelo furacão Katrina, de categoria 5, o histórico Bairro Francês estava sem turistas, e sacos de areia foram empilhados diante de portas e janelas. Os edifícios de arquitetura colonial foram protegidos com chapas de madeira.
“Não estou preocupado com a água que entra com a tempestade, mas sim com a chuva e as bombas sem funcionar. É isso que vai causar as enchentes”, disse à AFP Robert Dunalp, empresário que não se esquece do Katrina, que deixou mil mortos e danos enormes.
Laura passou na segunda-feira como tempestade tropical por Cuba, onde provocou fortes chuvas e alguns danos. No fim de semana, a tempestade provocou 25 mortes no Haiti e República Dominicana.
A temporada de tempestades no Atlântico, que vai até novembro, deve ser uma das mais severas. O NHC prevê até 25 fenômenos, e Laura é o 12º até o momento. 

 

 

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na noite desta terça-feira (25), que poderá decidir o novo valor do auxílio emergencial até sexta-feira (28/8). O presidente já havia informado que prorrogaria o pagamento das parcelas do auxílio emergencial até dezembro. No entanto, Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre a quantia praticada, que deverá ficar entre R$ 250 e R$ 400.

O mandatário citou ainda uma reunião com a equipe econômica na tarde de hoje. Ele defendeu que a “economia tem que pegar” até o fim do ano.

“Pretendemos prorrogar até o fim do ano, não com este valor que está aí, que pode até ser pouco para quem recebe, mas é muito para quem paga. Quem paga somos todos nós. E não é dinheiro que o governo tem. Isso vem de endividamento. Então, estamos negociando. Hoje teve mais uma reunião com equipe econômica. Demos mais um passo no tocante a isso daí. Acreditamos que teremos mais um endividamento, não na ordem de R$ 50 bilhões por mês, como é este auxílio emergencial no momento, de R$ 600, mas diminuir um pouco este valor para ver se a economia pega. Nós temos que pegar. A economia tem que pegar”, declarou durante a abertura do 32° Congresso Nacional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Bolsonaro completou que ainda não se chegou a um consenso sobre o valor. “Outras coisas foram discutidas, logicamente não batemos o martelo ainda. A gente espera que até sexta-feira esteja quase tudo definido para darmos mais uma ajuda, não é favor não, é uma obrigação nossa. É obrigação nossa ajudar o Brasil a sair da crise que ainda temos e venhamos então voltar à normalidade”, concluiu.

O governo pretendia anunciar ainda hoje, juntamente com o pacote do programa Pró- Brasil, os novos valores do auxílio. Porém, como os valores não foram fechados, o pacote foi adiado a pedido do presidente.

No último dia 19, Bolsonaro afirmou que o valor seria menor do que os R$ 600 já pagos. Na data, o chefe do Executivo justificou que o atual valor do auxílio custa aos cofres públicos mais de R$ 50 bilhões mensais. Em referência ao ministro Paulo Guedes, o presidente apontou que “alguém na equipe econômica” sugeriu R$ 200, quantia que Bolsonaro considera pouco, apesar de ter elencado o mesmo valor quando a medida foi aventada. Bolsonaro completou dizendo que é possível chegar a um “meio termo”.

“Então R$ 600 é muito, o Paulo Guedes fa…, alguém da economia falou em R$ 200, eu acho que é pouco. Mas dá pra chegar em um meio termo e nós buscarmos que seja prorrogado por mais alguns meses, talvez até o final do ano de modo que consigamos sair dessa situação e fazendo com que os empregos e formais e informais voltem à normalidade e nós possamos então continuar naquele ritmo ascendente que terminamos e começamos o início desse ano, que a economia realmente estava apontando para os melhores do mundo para o Brasil depois de algumas décadas de patinação”, declarou. (Fonte: Diario PE)

O dado oficial do PIB brasileiro, que será divulgado no próximo dia 1º de setembro, deve mostrar uma contração de até 10% na economia.

A estimativa atual é que economia brasileira mostre um tombo recorde em torno de 8% a 10% no 2º trimestre, frente aos 3 meses anteriores, o que colocará o país oficialmente em recessão (Foto: Reprodução)

Apesar da projeção de tombo recorde no 2º trimestre, o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil caiu menos do que o da maioria das economias da zona do euro e de outros países da América Latina como México, Colômbia, Chile e Peru, segundo levantamento da Austin Rating. O dado oficial do PIB brasileiro, que será divulgado no próximo dia 1º de setembro, deve mostrar uma contração de até 10% na economia.

A prévia do ranking do desempenho do PIB das maiores economias do mundo mostra que em 18 países a queda no 2º trimestre foi superior a 10% na comparação com os primeiros 3 meses do ano. Em diversos países a retração foi recorde, em meio aos abalos e restrições impostas pela pandemia do novo coronavírus.

As maiores quedas entre os 38 países do ranking que já divulgaram dados oficiais do período entre abril a junho foram no Peru (27,2%) e Reino Unido (20,4%). Na zona do euro, os países com retração mais drástica da atividade econômica foram a Espanha (-18,5%), Portugal (-13,9%) e França (13,8%). Nos Estados Unidos, o recuo foi de 9,5% e, na Alemanha, o tombo foi de 9,7%. Já na China, houve alta de 11,5%.

A estimativa atual é que economia brasileira mostre um tombo recorde em torno de 8% a 10% no 2º trimestre, frente aos 3 meses anteriores, o que colocará o país oficialmente em recessão. Levantamento do G1 mostrou que, de 12 consultorias e instituições financeiras consultadas, 10 esperam um tombo de até 10% – patamar em linha com o da última projeção do governo.

A Austin estima uma queda de 10,1% do PIB do Brasil no 2º trimestre, o que deixaria o Brasil na 23º posição do ranking, considerando também as projeções para outros países que ainda não divulgaram os números oficiais. No 1º trimestre, o Brasil teve retração de 1,5% e ficou na 16ª posição no comparativo entre as maiores economias.

“Se o resultado oficial vir abaixo de 9% como espera parte do mercado, a queda será menor também que a registrada pelos Estados Unidos”, afirma Alex Agostini, economista-chefe da agência classificadora de risco de crédito, que faz periodicamente o ranking.

Veja a prévia do ranking do PIB dos países no 2º trimestre:

  1. China: 11,5%
  2. Hong Kong: -0,1%
  3. Taiwan: -1,4%
  4. Finlândia: -3,2%
  5. Coréia do Sul: -3,3%
  6. Indonésia: -4,2%
  7. Lituânia: -5,1%
  8. Letônia: -7,5%
  9. Japão: -7,8%
  10. Israel: -8,1%
  11. Eslováquia: -8,3%
  12. República Tcheca: -8,4%
  13. Holanda: -8,5%
  14. Suécia: -8,6%
  15. Polônia: -8,9%
  16. Estados Unidos: -9,5%
  17. Alemanha: -9,7%
  18. Tailândia: -9,7%
  19. Bulgária: -9,8%
  20. Ucrânia: -9,9%
  21. Áustria: -10,7%
  22. Chipre: -11,6%
  23. Bélgica: -12,2%
  24. Romênia-12,3%
  25. Itália: -12,4%
  26. Cingapura: -13,1%
  27. Chile: -13,2%
  28. França: -13,8%
  29. Portugal: -13,9%
  30. Hungria: -14,5%
  31. Colômbia: -14,9%
  32. Filipinas: -15,2%
  33. Malásia: -16,5%
  34. México: -17,3%
  35. Espanha: -18,5%
  36. Tunísia: -20,4%
  37. Reino Unido: -20,4%
  38. Peru: -27,2%

Perspectivas

Entre os fatores que explicam uma queda menos acentuada do PIB do Brasil no 2º trimestre, a Austin cita o bom desempenho da agropecuária, a alta das commodities metálicas e também o socorro do governo às empresas e famílias, que ajudaram a atenuar os efeitos da pandemia, que já deixou mais de 115 mil mortos no país.

No Brasil, as despesas autorizadas para gastos relacionados à pandemia já somam mais de R$ 510 bilhões e devem alcançar, segundo cálculos do banco Itaú, 7,9% do PIB, percentual superior ao desembolsado por outros países.

“Mas também é importante registrar que o país demorou para fazer a quarentena, bem como saiu mais rápido que os demais países”, destaca Agostini, citando a abertura prematura de setores da economia no Brasil.

Apesar da reação de diversos segmentos nos últimos meses, analisas têm alertado para o risco de perda de fôlego da economia brasileira na reta final do ano e de até mesmo uma retração no 4º trimestre, em meio ao encerramento ou enxugamento de medidas de alívio dos reflexos da pandemia no país e desemprego em alta. A avaliação é que o PIB só deverá recuperar o patamar pré-pandemia em 2022.

Para o ano de 2020, o mercado reduziu a previsão para o tombo PIB do Brasil de 2020, revisando a estimativa de uma redução de 5,52% para 5,46%, segundo última pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira (24). Para 2021, a projeção é de um avanço de 3,5%.

A Austin estima queda de 5,1% em 2020 e expansão de 3,3% no ano que vem.

“Infelizmente, a recuperação no Brasil será mais lenta em relação as demais economias, com destaque para as economias emergentes, em virtude de o Brasil estar algum tempo em processo de recuperação fraca devido aos desarranjos do lado fiscal, que acumula déficit anual desde 2014, bem como os entraves entre Executivo e Legislativo que afetam a aprovação das reformas estruturantes, além das recentes discussões sobre a manutenção do teto de gastos”, avalia.

O edital para o processo seletivo foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (26).

Trauma de João Pessoa abre vagas para médicos (Foto: Walla Santos)

O Governo da Paraíba abriu inscrições para selecionar médicos para atuar nos Hospitais de Trauma de João Pesssoa e de Campina Grande. O edital para o processo seletivo foi publicado no Diário Oficial desta quarta-feira (26).

Confira o edital a partir da página 7De acordo com o edital serão selecionados médicos nas especialidades de Neurocirurgia, Cirurgia Vascular e Cirurgia Torácica. 

Os interessados deverão se inscrever através do site do Portal da Cidadania. As inscrições poderão ser realizadas nas seguintes etapas: 1ª ETAPA: no horário de 00h do dia 26 de agosto de 2020 às 23h59min do dia 01 de setembro de 2020; 2ª ETAPA: no horário de 00h do dia 04 de setembro de 2020 às 23h59min do dia 10 de setembro de 2020; 3ª ETAPA: no horário de 00h do dia 16 de setembro de 2020 às 23h59min do dia 22 de setembro de 2020.

O Processo de Seleção será realizado através de Avaliação de Titulação e Experiência Profissional, de caráter eliminatório e classificatório.

O contrato de trabalho terá validade de 180 dias, podendo ser prorrogado por igual período a contar da data da assinatura do contrato individual, ou a critério da necessidade da Administração Pública.

Os resultados finais serão publicados no Diário Oficial do Estado da Paraíba e divulgados nos sites: http://www.paraiba.pb.gov.br/www.paraiba.pb.gov.br; da http://espep.pb.gov.br/; e da Secretaria de Estado da Saúde https://paraiba.pb.gov.br/dire… e no http://portaldacidadania.pb.gov.br.

Mega-Sena pode pagar R$ 47 milhões nesta quarta-feira

O sorteio ocorre às 20h deste quarta-feira (26) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

Mega Sena realiza nesta quarta sorteio (Foto: Reprodução)

O concurso 2.293 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 47 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste quarta-feira (26) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. 

A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet – saiba como fazer.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Dólar é cotado a R$ 5,5267 nesta quarta-feira

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,54 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,8656.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta quarta-feira (26), está cotado no valor de R$ 5,5267. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 5,8264.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,54 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,8656.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

Padrasto é preso suspeito de abusar da enteada de dez anos em Cabedelo

A mãe da criança descobriu o crime e denunciou o companheiro.

O padrasto foi preso suspeito de abusar da enteada (Foto: Reprodução)

Um homem foi preso na noite desta terça-feira (25), suspeito de abusar sexualmente da enteada de 10 anos, na cidade de Cabedelo, na Paraíba. A mãe da criança descobriu o crime e denunciou o companheiro.

A Polícia ainda não afirmar por quanto tempo a criança era abusada pelo homem.  A prisão dele aconteceu na presença da Guarda Municipal de Cabedelo e do Conselho Tutelar.

A criança está bem e sob os cuidados da mãe e do Conselho Tutelar.

O suspeito preso negou as acusações. O caso deve ser encaminhado para a Delegacia da Mulher de Cabedelo.

Ministro do STJ suspende inquérito contra jornalista que escreveu artigo com título “por que torço para que Bolsonaro morra”

De acordo com a defesa, não há justa causa para a persecução criminal, já que o artigo não ofenderia a integridade corporal ou a saúde do presidente da República, tampouco caracterizaria calúnia ou difamação.

Hélio Schwartsman seria ouvido pela Polícia Federal nesta quarta-feira (26) e esse fato, segundo o ministro Mussi, revela o perigo na demora – um dos pressupostos para a concessão da liminar. (Foto: Reprodução)

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Jorge Mussi suspendeu nesta terça-feira (25) o inquérito policial aberto para investigar possível crime do jornalista Hélio Schwartsman ao escrever o artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra”, publicado em julho pelo jornal Folha de S.Paulo, após o presidente da República informar que havia contraído o novo coronavírus.

Confira aqui.

Segundo o ministro Jorge Mussi, ainda que possam ser feitas críticas ao artigo, não é possível verificar, em análise preliminar, que tenha havido motivação política ou lesão real ou potencial aos bens protegidos pela Lei de Segurança Nacional, capazes de justificar o eventual enquadramento de Schwartsman – o que recomenda a suspensão do inquérito até a análise do mérito do habeas corpus impetrado em favor do jornalista.

Hélio Schwartsman seria ouvido pela Polícia Federal nesta quarta-feira (26) e esse fato, segundo o ministro Mussi, revela o perigo na demora – um dos pressupostos para a concessão da liminar.

Segundo as informações processuais, com base na Lei de Segurança Nacional (Lei 7.170/1983), o ministro da Justiça e Segurança Pública solicitou à polícia a abertura de inquérito para investigar supostas ofensas à honra e à dignidade do presidente Jair Bolsonaro contidas no artigo de Schwartsman.

De acordo com os advogados do jornalista, não há justa causa para a persecução criminal, já que o artigo não ofenderia a integridade corporal ou a saúde do presidente da República, tampouco caracterizaria calúnia ou difamação. Para a defesa, o pedido feito pelo ministro da Justiça e Segurança Pública atinge a liberdade de expressão e de imprensa.

Requisitos cumulativos

Jorge Mussi destacou que, de acordo com a jurisprudência dos tribunais superiores, a incidência da Lei 7.170/1983 pressupõe a presença de dois requisitos cumulativos: um subjetivo, consistente na motivação e na finalidade política do agente, e outro objetivo, referente à lesão real ou potencial à integridade territorial, à soberania nacional, ao regime representativo e democrático, à federação ou ao Estado de Direito.

“No caso dos autos, não obstante as críticas que possam ser feitas ao artigo publicado pelo paciente, de uma breve análise de seu conteúdo, não é possível extrair a sua motivação política, tampouco a lesão real ou potencial à integridade territorial, à soberania nacional, ao regime representativo e democrático, à federação ou ao Estado de Direito, circunstância que revela o fumus boni iuris e recomenda o deferimento da cautela requerida”, concluiu o ministro.

Jorge Mussi encaminhou o habeas corpus para manifestação do Ministério Público Federal. Não há previsão de data para o julgamento do mérito do pedido.

 

O abono é pago anualmente a trabalhadores com carteira assinada que ganham até dois salários mínimos Foto: Divulgação

As discussões para a criação do Renda Brasil chegaram a um novo impasse ontem depois de o presidente Jair Bolsonaro sinalizar ao ministro da Economia, Paulo Guedes, não estar disposto a acabar com o abono salarial.

O benefício pago a trabalhadores que recebem até dois salários mínimos é a principal fonte de financiamento proposta pela equipe econômica para o novo programa social, que irá substituir o Bolsa Família.

Bolsonaro também teria relatado ao ministro que o fim do abono sofre resistências dentro do Congresso.

O abono salarial beneficia cerca de 23,2 milhões de trabalhadores e deve custar aos cofres federais, neste ano, um total de R$ 18,3 bilhões. Esses recursos respondem por 83% do valor estimado para custear o Renda Brasil por um ano.

O presidente também quer um valor médio do programa superior ao proposto pela equipe econômica, que está em torno de R$ 270.

A equação que os técnicos do governo precisam fazer é complexa, diante dos pedidos de Bolsonaro e da necessidade de cumprir o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas públicas à variação da inflação.

Negociação com líderes

Para atender aos pedidos feitos pelo presidente e não mexer no abono salarial, a equipe de Guedes trabalha numa proposta de ampla desindexação de despesas do Orçamento federal.

Em busca de apoio de deputados e senadores à proposta, a equipe econômica deve começar a apresentar os detalhes do plano aos líderes aliados nesta semana. A ideia de encontros diretos com os parlamentares foi do próprio presidente, que quer assegurar apoio dentro do Congresso para o novo Bolsa Família.

A equipe econômica ainda enfrentará um outro obstáculo no Parlamento. O plenário do Senado aprovou ontem, por unanimidade, um requerimento convidando Guedes para prestar esclarecimentos sobre a declaração que deu, na semana passada, quando a Casa derrubou um veto de Bolsonaro a reajustes do funcionalismo. O ministro classificou a medida como um “crime contra o país”. A data para a possível audiência ainda não foi marcada.

Uma das preocupações de Bolsonaro é garantir que o Renda Brasil ofereça um benefício maior e atenda um número mais amplo de famílias do que o universo abarcado atualmente pelo programa criado no governo Luiz Inácio Lula da Silva.

O Bolsa Família paga, em média, R$ 190, e atende 14 milhões de famílias. Segundo fontes do governo ouvidas pela reportagem, Bolsonaro quer um benefício acima de R$ 300 e 20 milhões de famílias atendidas. Dessa forma, ele iria superar a marca registrada pelo PT.

Unificação de benefícios

Para caber nos limites do teto de gastos, técnicos levantaram a possibilidade de unir 30 programas sociais, entre os quais o abono salarial, que sozinho poderia garantir R$ 18 bilhões por ano.

— A unificação pode trazer ganhos, mas não é uma panaceia que resolverá a desigualdade brasileira, que deverá ser ampliada com a pandemia, afirma Letícia Bartolomeu, especialista em política pública do Ipea.

Guedes compara o Renda Brasil a um jogo de montar. Cada peça inserida ou removida dele interfere no resultado final do benefício.

Texto amplia gradualmente destinação de verbas federais; complementação, hoje de 10%, deve atingir 23% a partir de 2026. PEC ainda precisa ser votada em segundo turno.

No ano passado, a Paraíba e mais oito estados precisaram receber a complementação: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco e Piauí. (Foto: Reprodução)

O Senado aprovou em primeiro turno nesta terça-feira (25), por unanimidade, a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera regras e torna permanente o Fundeb – fundo que financia a educação básica.

O texto foi aprovado com o mesmo teor já aprovado na Câmara dos Deputados, no mês passado. A renovação do fundo ainda precisa passar por um segundo turno de votação no Senado.

Por acordo de líderes, a segunda votação – que regimentalmente precisaria aguardar um período de três sessões – acontecerá ainda nesta terça.

Para ser aprovado novamente, o texto precisa do apoio de pelo menos 49 senadores. No primeiro turno, o placar foi de 79 a 0 a favor da PEC. Há previsão de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), promulgue a emenda já nesta quarta (26) em sessão do Congresso.

Apesar do consenso dos líderes partidários a favor da proposta, o tema ocupou todo o tempo da sessão plenária nesta terça. Isso, porque vários senadores quiseram discursar em defesa do Fundeb e registrar que o Congresso teve protagonismo na construção do texto que torna o fundo permanente.

A PEC prevê, entre outros pontos, a ampliação gradual da participação da União no Fundeb, de forma a chegar a 23% a partir de 2026. Atualmente, essa complementação financeira do governo federal está em 10%.

O Fundeb

Considerado essencial para o ensino público no país, o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica pode deixar de existir em dezembro se não for prorrogado. A extinção é definida na própria lei de criação do fundo.

A renovação é tida como fundamental para garantir o reforço de caixa de estados e municípios para investimentos da educação infantil ao ensino médio.

O fundo é composto por contribuições dos estados, Distrito Federal e municípios e por uma complementação da União sobre esses valores. Hoje, o Fundeb representa 63% do investimento público em educação básica.

Em 2019, os recursos do Fundeb chegaram a R$ 166,6 bilhões. A participação federal é usada para complementar os fundos estaduais que reuniram, em determinado ano, um valor por aluno abaixo do mínimo nacional.

No ano passado, nove estados precisaram receber essa complementação: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil registrou nesta terça-feira (25) 1.215 mortes pela Covid-1 e 46.959 casos da doença. O país chegou a 116.666 óbitos e a 3.674.176 infecções pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

A Folha de S.Paulo também divulga a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 980, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 55,7 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 54,6 e 62,5 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos, tem 48,2 mortes para cada 100 mil habitantes. Recentemente, a Índia, com 58.390 óbitos, também passou o Reino Unido em número de mortos.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 16,6 mortes por 100 mil habitantes.

Dados do Ministério da Saúde, divulgados nesta terça-feira (25), mostram que o Brasil registrou 47.134 casos de contaminação pelo novo coronavírus e 1.271 mortes em decorrência da Covid-19 nas últimas 24 horas.

Desde o início da pandemia, já são 116.580 óbitos acumulados e 3.669.995 casos confirmados no país.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Volta às aulas presenciais em PE não deve passar de outubro, diz secretário

O secretário de Educação de Pernambuco, Frederico Amâncio, falou que a volta às aulas presenciais no Estado não deve passar do mês de outubro. O pronunciamento aconteceu em um evento online sobre o ensino no Brasil, nessa segunda-feira (24). 
De acordo com ele, as aulas devem voltar para de evitar prejuízos emocionais, sociais e de aprendizado para crianças e adolescentes.
Na ocasião, ele também disse que, nas periferias, os estudantes não estão mais em casa e que ele acredita que estariam mais seguros na escola. O anúncio do secretário criou ainda mais expectativa sobre essa retomada. 
Influência
Mesmo o secretário falando apenas da rede estadual, caso seja confirmada a volta para outubro, por exemplo, a decisão pode influenciar também no recomeço das aulas presenciais em escolas particulares.
Recentemente, em entrevista à Rádio Jornal, Fred Amâncio também disse que as escolas iriam reabrir gradativamente e a prioridade será dos alunos do ensino médio. (NE 10)
Morre Gessner Caetano, médico e empresário paraibano, vítima de covid-19
Gessner Caetano foi diagnosticado com insuficiência renal e pneumonia causadas pelo covid-19.

Gessner Caetano foi candidato a a deputado federal da Paraíba em 1994, sendo um dos favoritos para a disputa daquele ano. Com raízes em Patos e Campina Grande, Gessner se destacou na Paraíba como empresário. (Foto: Reprodução/Facebook)

O empresário e médico paraibano Gessner Caetano morreu nesta terça-feira (25), vítima de covid-19. Ele estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em um hospital privado no Recife, em Pernambuco. Nesse fim de semana, seu quadro de saúde foi classificado como ‘gravíssimo’.

Gessner Caetano foi diagnosticado com insuficiência renal e pneumonia causadas pelo covid-19. Ele foi submetido a procedimento de hemodiálise e, a princípio, estava se recuperando bem até apresentar um quadro infeccioso grave, com sangramento nasal.

Gessner Caetano foi candidato a a deputado federal da Paraíba em 1994, sendo um dos favoritos para a disputa daquele ano. Com raízes em Patos e Campina Grande, Gessner se destacou na Paraíba como empresário.

Padre Robson admite pagamentos de extorsão com dinheiro da Afipe e sem aval da polícia: ‘Se agi mal, agi de boa-fé’

Em depoimento ao MP, ele revelou ao menos dois repasses sem monitoramento. Em um dos casos, pegou R$ 500 mil diretamente do fluxo diário da entidade.

Padre Robson admitiu ter feito pagamentos a chantagistas com dinheiro da Afipe — (Foto: Reprodução/Instagram)

Em depoimento ao Ministério Público de Goiás (MP-GO) no processo de extorsão do qual foi vítima, padre Robson admitiu que fez repasses aos chantagistas sem o monitoramento da polícia e usando dinheiro da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe). O intuito dos pagamentos, de mais de R$ 2,9 milhões, segundo o sacerdote, era evitar que fossem a público supostos casos amorosos dele.

A defesa do padre Robson disse que “reforça que todo o conteúdo das mensagens é falso, o que comprova que ele foi vítima de criminosos de altíssima periculosidade”. Salienta ainda que “os responsáveis já foram condenados pelo Judiciário e cumprem rigorosas penas. Por fim, destaca que o religioso “não tem e nunca teve nenhum patrimônio”.

 

Foi este processo que originou a Operação Vendilhões, deflagrada pelo MP-GO e que apura desvio de R$ 120 milhões doados por fiéis à Afipe, entidade que o padre fundou e presidia até pedir afastamento.

De acordo com a Justiça, o conteúdo usado para fazer a chantagem cita dois supostos casos amorosos do pároco, sendo um deles com o próprio hacker acusado da extorsão. Do total repassado ao grupo, pelo menos R$ 550 mil, conforme relato do próprio pároco, não tiveram anuência a polícia.

Em depoimento, o pároco relatou a invasão de hackers em seu celular e contas de e-mail. Ele relata que foi ameaçado de ser exposto como um “promotor de adultério” e justificou suas atitudes em relação ao episódio.

“São todas insídias muito fortes, causam intimidação e também muita confusão na cabeça. Se eu agi mal em alguma coisa, eu agi de boa-fé colocando as coisas na tentativa de se resolver”, diz o padre em trecho do depoimento.

Cinco pessoas envolvidas no esquema de chantagem foram condenadas, com penas que variam de 9 a 16 anos de prisão, em 2019. O padre relatou que recebeu um primeiro e-mail avisando sobre o pedido de R$ 2 milhões para não revelar informações pessoais dele. Ele, então, revelou que combinou um pagamento de R$ 700 mil com os chantagistas e, só depois, avisou a polícia. Este valor foi recuperado.

“O valor eu já estava combinando com eles. Tanto que eu falei que ia levantar possibilidade dos valores, não o valor determinado. Parece-me que foi R$ 700 mil que eu tinha dito a ele”, afirmou.

Irritados, os hackers voltaram a ameaçar o padre, cobrando o valor integral pedido inicialmente. O padre, então, autorizou duas transferências bancárias, mas o valor acabou sendo bloqueado. A corporação, apesar de avisada, não concordou com o repasse.

“A polícia não concordando, mas eu dizendo para eles que era uma saída e que isso iria voltar para a associação que estava sendo também prejudicada”, afirmou.

O MP questionou a existência de um e-mail enviado ao banco em que o padre mudou de posição e autorizou o pagamento do depósito. Porém, o religioso disse que “não tinha conhecimento desse e-mail”.

Promotores cumprem mandado na casa do padre Robson — Foto: MP-GO/Divulgação

Repasses sem aval da polícia

Novamente, o padre relatou que foi procurado por um dos hackers alegando receber “ameaças pesadas”. Ele contou que resolveu repassar R$ 500 mil para o grupo.

“A polícia discordou totalmente [do repasse] (…) Não, acho que não, os R$ 500 [mil] não foram [repassados com monitoramento policial]”, afirmou.

O dinheiro, em espécie, foi deixado dentro de um carro vermelho, em frente a um condomínio fechado, em Goiânia. O padre contou que o montante nem precisou ser sacado e foi retirado do fluxo diário do caixa da Afipe.

“A gente tem nas economias internas nossas, cotidianas ali, que a gente vai juntando. São valores de vendas de santinho, de dinheiro que chega lá, mais de três mil cartas [formas de doações à Afipe em que a pessoa recebe em casa o pedido de doação]. Então, às vezes, tem dinheiro aqui, dinheiro ali e a gente vai juntando”, destaca.

Novamente, ele foi questionado se a polícia acompanhou a entrega. “Eu realmente não acredito que tenha participado”, respondeu.

Houve ainda um repasse de R$ 80 mil aos hackers sob alegação de que o tio de um deles estava “precisando”.

Momento em que servidora da Afipe entrega pacote com dinheiro para chantagistas — Foto: Reprodução/TV Globo

A partir daí, o padre disse que começou a “negociar” e sugeriu a seguinte proposta: repassar R$ 50 mil mensais. Foram seis depósitos, totalizando R$ 300 mil.

Os pagamentos foram feitos no estacionamento de um shopping de Goiânia. Um deles foi flagrado por câmeras de segurança, quando uma funcionária da Afipe deixa o pacote dentro de uma caminhonete. Em seguida, o motorista deixa o local.

“A primeira entrega ainda não teve a participação da polícia. Mas eles estavam acompanhando depois, posteriormente, em cada uma das entregas”, recorda.

O padre é perguntado sobre o prejuízo que a associação e ele próprio tiveram, ele nega ter qualquer bem e que nada foi recuperado. “A associação [teve prejuízo]. Eu não tenho nada. Não [chegou a recuperar alguma coisa]. Uns R$ 980 mil [não teve ressarcimento]”.

De acordo com a investigação do MP, o prejuízo foi de R$ 1,2 milhão. A defesa do padre disse ao G1 que o valor usado nos pagamentos foi recuperado e está depositado em conta judicial, aguardando liberação para retornar às contas da Afipe.

Dinheiro foi apreendido na casa do padre Robson durante operação que apura desvios na Afipe — Foto: MP-GO/Divulgação

Entenda o caso

  • No dia 21 de agosto, o MP deflagrou a Operação Vendilhões, que apura desvios de verba e lavagem de dinheiro na Afipe
  • A ação apura o uso de dinheiro da Afipe – em sua grande maioria doado por fiéis – na compra de fazendas, casas de praia e outros imóveis de luxo. O MP afirma que eram usados “laranjas” e empresas de fachada para a prática dos crimes
  • Um processo de extorsão sofrido pelo padre Robson originou a ação do MP. A Justiça afirma que um hacker extorquiu o pároco tinha um romance com ele e ameaçava expor casos
  • A investigação aponta que a Afipe movimentou cerca de R$ 2 bilhões na última década. Ao menos R$ 120 milhões teriam sido desviados
  • Fundador e presidente da Afipe, padre Robson se afastou do cargo por conta da operação. Ele era o responsável por gerir um orçamento de R$ 20 milhões mensais

Ponte vence e se classifica. Afogados sai da competição de cabeça erguida e entrada de Jeferson Danilo nos emocionou

A Ponte Preta confirmou o bom momento na temporada e também favoritismo contra o Afogados-PE na Copa do Brasil. Depois de ter vencido por 3 a 0 em Campinas, ainda em março, a Macaca poderia perder por até dois gols na tarde desta terça-feira, no Sertão de Pernambuco, mas voltou a ganhar, desta vez por 2 a 0, e carimbou a vaga para a quarta fase. Zé Roberto e Guilherme Lazaroni, um em cada tempo, marcaram no Vianão.

Mas a desclassificação não tirou o brilho do time do Afogados na competição ao qual participou pela primeira vez, indo a terceira fase e eliminando o gigante Atlético Mineiro.
Nos do blog Mais Pajeú apaixonados pelo esporte e por nossa terra ficamos emocionados com a entrada do goleiro Jeferson Danilo, morador do Residencial Laura Ramos, um rapaz humilde e querido por todos.
O senador está sendo medicado com hidroxicloroquina e azitromicina, mesmo sem comprovação médica para os medicamentos no tratamento da covid-19.
De acordo com a assessoria do parlamentar, Flávio Bolsonaro está sem sintomas e em isolamento em sua residência em Brasília. (Foto: Reprodução)

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) foi diagnosticado com covid-19 nesta segunda-feira (24). De acordo com a assessoria do parlamentar, Flávio Bolsonaro está sem sintomas e em isolamento em sua residência em Brasília.

O senador está sendo medicado com hidroxicloroquina e azitromicina, mesmo sem comprovação médica para os medicamentos no tratamento da covid-19.

O senador é o quarto membro da família Bolsonaro a ser infectado pelo vírus com confirmação pública. Antes dele, foram infectados o presidente Jair Bolsonaro, a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e seu meio-irmão, Jair Renan.

Lava Jato denuncia ministro do TCU por corrupção e lavagem de dinheiro

Vital do Rêgo Filho foi presidente da CPI da Petrobras no Senado — Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo (foto), foi denunciado por corrupção e lavagem de dinheiro pela força-tarefa da Operação Lava Jato por recebimento de propina enquanto era senador e presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras. Ele teve R$ 4 milhões em bens bloqueados em uma nova fase da operação, deflagrada na manhã desta terça-feira (25).

Segundo a denúncia do MPF, Vital do Rêgo recebeu R$ 3 milhões de Leo Pinheiro, então presidente da OAS, para que os executivos da empreiteira não fossem convocados para depor na CPMI, em 2014.

As propinas, segundo o MPF, foram pagas por meio de repasses a empresas sediadas na Paraíba.

73ª fase da Lava Jato

Segundo o MPF, a operação desta terça-feira tem como objetivo colher provas relacionadas à participação de intermediários no recebimento das propinas.

Nesta fase da operação, batizada de “Ombro a ombro”, são cumpridos 15 mandados de busca e apreensão em Cabedelo, Campina Grande e João Pessoa, na Paraíba, além de Brasília.

Alexandre Costa, que é assessor de Vital do Rêgo no TCU e, na época dos crimes, era assessor dele no Senado, é alvo de um dos mandados de busca e apreensão.

Segundo as investigações, Costa era um intermediário nos recebimentos de propina. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 2 milhões dele.

A operação foi baseada nas informações repassadas por Léo Pinheiro, executivo da OAS, em acordo de colaboração premiada.

Bolsonaro critica Maria Júlia Coutinho e apoiadores reagem: “Maju mentirosa”

Uma fala da jornalista durante o “Jornal Hoje” não agradou o presidente que se pronunciou no Twitter

A hashtag “Maju mentirosa” está sendo usada por apoiadores do presidente para criticar a jornalista que comentou no ao vivo que o Governo não presta solidariedade as vítimas da Covid-19. (Foto: Reprodução)

Um vídeo postado pelo presidente Jair Bolsonaro no Twitter fez a jornalista da Globo Maria Júlia Coutinho entrar para os assuntos mais comentados da rede social nesta terça-feira (25). A hashtag “Maju mentirosa” está sendo usada por apoiadores do presidente para criticar a jornalista que comentou no ao vivo que o Governo não presta solidariedade as vítimas da Covid-19.

A jornalista disse que o presidente participou de um evento chamado “Brasil vencendo a Covid” justo quando o país estava prestes a registrar 115 mil mortos – número que já foi superado. 

“A Globo, como sempre, mentindo a meu respeito: ‘nem Bolsonaro, nem as autoridades do Governo presentes prestaram solidariedade às vítimas e seus familiares’”, escreveu Bolsonaro na legenda do vídeo que começa com Maju falando no “Jornal Hoje”.

No mesmo vídeo, após a fala de Maju, é mostrado a médica Raissa Soares pedindo um minuto de silêncio em respeito às vítimas do coronavírus ao lado do presidente no evento citado pela jornalista. Nas imagens, foi escrito: “Não teve homenagem, Maju?”.

O assunto está repercutindo nas redes sociais e a jornalista está sendo criticada por quem apoia Bolsonaro e defendida por seguidores que é contra o atual Governo. 

Pacientes na Bélgica e Holanda assim como Hong Kong tiveram casos de reinfecção pelo coronavírus

Após confirmações, especialistas ponderam que produção de anticorpos não fornecem proteção permanente.

Apesar disso, a virologista Marion Koopmans disse que reinfecções já eram esperadas. (Foto: Reprodução)

Dois pacientes, um na Bélgica e outro na Holanda, foram reinfectados pelo novo coronavírus, informou a rede de TV holandesa NOS, nesta terça-feira, 25. O registro vem no dia seguinte ao anúncio de que um homem de Hong Kong havia sido o primeiro caso confirmado de dois diagnósticos da covid-19.

A virologista Marion Koopmans, citada pela emissora, informou que o paciente holandês era uma pessoa idosa com sistema imunológico enfraquecido.

De acordo com ela, os casos em que os pacientes permanecem infectadas com o vírus por um longo tempo, com melhoras e pioras, são mais conhecidos. Mas uma reinfecção verdadeira, como nos casos holandês, belga e chinês, requer teste genético do vírus na primeira e na segunda infecção para ver se as duas cepas se diferem.

Apesar disso, Marion disse que reinfecções já eram esperadas. “Que alguém apareça com uma reinfecção, não me deixa nervosa”, disse. “Temos que ver com que frequência isso acontece.”

Já o caso belga foi o de uma mulher que contraiu a covid-19 pela primeira vez em março e depois em junho. O virologista Marc Van Ranst disse que em casos como o dela, em que os sintomas foram relativamente leves, o corpo pode não ter criado anticorpos suficientes para prevenir uma reinfecção, embora eles possam ter ajudado a frear a doença.

O especialista também informou à emissora belga VRT que não ficou surpreso com a reinfecção de Hong Kong. “Acho que nos próximos dias veremos outras histórias semelhantes. Essas podem ser exceções, mas existem e não são apenas uma”, disse Van Ranst. “Não é uma boa notícia.”

Homem de Hong Kong foi o primeiro caso confirmado      

Um homem de Hong Kong, de 33 anos, se tornou o primeiro caso documentado de reinfecção da covid-19 no mundo, segundo informaram pesquisadores da Universidade de Hong Kong, nesta segunda-feira, 24. O paciente recebeu alta após ser curado do vírus em abril, mas, no início deste mês, ele testou positivo novamente após retornar da Espanha.

Segundo as autoridades sanitárias da cidade, a princípio, pensou-se que o homem poderia ser um “portador persistente” do Sars-CoV-2 – o vírus causador da covid-19 -, mantendo o agente em seu corpo desde a infecção anterior.

No entanto, os cientistas afirmaram que as sequências genéticas das cepas de vírus contraídas pelo homem em abril e agosto são “claramente diferentes”. Essa descoberta pode ser um retrocesso para quem baseia sua estratégia contra a pandemia na suposta imunidade obtida após a transmissão da doença.

O paciente não teve sintomas na 2ª vez, sugerindo que apesar da exposição prévia não ter prevenido a nova infeccção, a indicação é de que o sistema imune preservou algum tipo de memória em relação ao vírus. “A segunda infecção foi completamente assintomática – o sistema imune dele preveniu que a doença se agravasse”, afirmou ao The New York Times Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale que não participou do estudo, mas analisou a publicação científica a pedido do jornal americano.

A líder técnica da resposta à pandemia da Organização Mundial da Saúde (OMS), Maria Van Kerkhove, comentou o caso nesta segunda-feira, durante coletiva de imprensa. “Não precisamos tirar conclusões precipitadas, mesmo que este seja o primeiro caso de reinfecção documentado”.

Ela acrescentou que embora a reinfecção seja possível, porque em outros coronavírus a resposta imune decai após um período, ainda não há estudos conclusivos quanto à duração da imunidade ao Sars-CoV-2.

USP e Fiocruz investigam 20 suspeitas de reinfecção por covid-19      

A confirmação do 1º caso de reinfectado pela covid-19 no mundo, em Hong Kong, pode ter impacto direto no desenvolvimento de uma vacina. A reinfecção indica que a imunidade contra o vírus seria temporária. Assim, uma dose única do imunizante não seria suficiente para garantir proteção por longo prazo. Além disso, quem já teve a doença também teria de receber a vacina. No Brasil, a Universidade de São Paulo (USP) e a Fiocruz investigam 20 suspeitas de reinfecção.

Há em todo o mundo, sob investigação, vários casos de pessoas que se curaram mas voltaram a testar positivo tempos depois. A reincidência poderia indicar reinfecção ou retorno da mesma infecção após um período de latência.

Existem pelo menos dezesseis possíveis casos em investigação pela Universidade de São Paulo (USP), mais quatro no Rio coordenados pela Fiocruz.

O primeiro caso reportado pela USP, no início de agosto, foi de uma técnica em enfermagem de 24 anos que voltou a ter sintomas pouco mais de um mês após testar positivo. Na 1.ª vez, em 13 de maio, os sintomas acabaram em 10 dias e ela passou os 38 seguintes assintomática. Depois, em 27 de junho, acordou com forte dor de cabeça, muscular e de garganta, mal-estar, febre, perda de olfato e paladar.

No 5.º dia em que os sintomas voltaram, deu novo positivo. Os sintomas sumiram 12 dias após, mas a dor de cabeça e a perda parcial do olfato persistiram até 6 de agosto, quando a pesquisa foi divulgada. Na época, ela ainda testava positivo.

O governo paulista anunciou semana passada que o HC preparou um ambulatório específico para pacientes que apresentem sinais de possível reinfecção. O objetivo, diz o Estado, não é só dar seguimento ao atendimento, mas saber se houve recorrência de reinfecção ou há outro vírus em curso que não o covid-19.

Homem parou para comprar cigarro enquanto carregava corpo em carrinho de mão em Goiás

Segundo a Polícia Civil, suspeito percorreu 2 km pelo bairro até abandonar a vítima no meio da rua.

Imagens mostram que ele fuma e conversa com outros clientes, por cerca de cinco minutos, enquanto o morto permanece ao lado. (Foto: Reprodução)

Um novo vídeo mostra quando o homem, flagrado carregando um corpo em um carrinho de mão, para em uma distribuidora, compra um cigarro e volta a carregar a vítima, tranquilamente, pelas ruas de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. As imagens registradas pela câmera de monitoramento do estabelecimento registram que ele fica por cerca de cinco minutos no local, enquanto o corpo está dentro do carrinho.

O caso aconteceu no sábado (22). De acordo com o delegado Rogério Bicalho, moradores do Parque Veiga Jardim entraram em contato com a Polícia Militar informando que estavam desconfiados de um homem que caminhava pelas ruas do bairro empurrando um carrinho de pedreiro com uma mala e um lençol.

“Quando a PM chegou na rua, o homem já tinha fugido e deixado o carrinho no meio da rua. Nós acionamos a perícia, e foi constatado que dentro do carrinho, envolvido em um lenço e uma mala, estava o corpo de um outro homem”, contou o delegado.

O Instituto Médico Legal de Aparecida de Goiânia identificou a vítima como Alexandre Marcena Vieira, de 24 anos. Segundo o delegado, a família da vítima deve ser ouvida nos próximos dias. O homem flagrado carregando o corpo também foi identificado e está sendo procurado pela polícia.

“Nós conseguimos localizar a casa do homem que aparece nas imagens. No local havia marcas de sangue. Conversamos com alguns vizinhos, e um deles informou que ouviu um barulho estranho durante a madrugada. No entanto, ainda não é possível apontar a motivação do crime”, disse.

Ainda segundo o delegado, o homem tinha passagem por roubo e receptação. O nome dele não foi divulgado pelas autoridades policiais.

Cauan fala sobre medo de morrer e diz que se tornou uma pessoa melhor após Covid-19

“Eu já estava procurando uma mudança na minha vida. Aí, agora, não teve jeito, Deus falou comigo”, desabafou o músico.

Ele afirma que no último dia 16 começou a sentir uma melhora interna, em sua personalidade, mesmo que os exames físicos ainda não apontassem recuperação. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O cantor Cauan Máximo, 38, que faz dupla com Cleber, fez um relato emocionado, nesta terça-feira (25), após se recuperar do novo coronavírus. Ele afirmou, no programa Encontro (Globo), que chegou a pensar que seria melhor morrer, mas acredita ter se recuperado não só fisicamente, e se tornado uma pessoa melhor.

“Eu tive dois momentos muito difíceis, em que fiquei com medo. Nem sei explicar o que sentia, pensei que se eu morresse seria mais vantagem, mas Deus me deu muita força, muita gente orando. Não foi só o pulmão. Eu era ansioso, inquieto, tinha déficit de atenção. Mas Deus veio e fortaleceu meu interior.”

Cauan, que chegou a ter 70% do pulmão comprometido pela doença, deixou a UTI (Unidade de Terapia Intensiva) na segunda-feira (24), após quase dez dias. Os pais do músico também contraíram o novo coronavírus e seu pai está em estado grave na UTI. O cantor pediu orações para ele também.

Em seu relato emocionado, ainda na cama do hospital, Cauan falou que agradece a Deus por ter passado por essa experiência, que o tornou uma pessoa melhor. Ele afirma que no último dia 16 começou a sentir uma melhora interna, em sua personalidade, mesmo que os exames físicos ainda não apontassem recuperação.

“Antes disso acontecer comigo eu já estava procurando melhorar meu interior, a forma de lidar com as pessoas, com menos arrogância. Eu era muito insensato, brincava com a doença. Mas eu já estava procurando uma mudança na minha vida. Aí, agora, não teve jeito, Deus falou comigo”, desabafou o músico.

“Eu costumo dizer que não amava nem meus filhos direito”, continuou ele. “Agora que estou amando. É chato falar uma coisa dessas, mas poucos dias antes de eu ser internado pedi perdão para a mãe dos meus filhos pelo tanto que deixei de fazer”, afirmou ele, que tem três filhos: Enrico, Iago e Maria Eduarda.

O cantor ainda agradeceu pelo tratamento recebido durante seu tempo na UTI. Segundo ele, houve uma enfermeira que o tratava como filho, além de muitos fãs rezando por sua recuperação: “Eu não mereço uma coisa dessa”, desabafou.

Mais da metade dos óbitos mundiais ocorreram em quatro países: Estados Unidos (175.588), Brasil (113.358), México (59.610) e Índia (55.794).

O número de mortes em todo o mundo pelo novo coronavírus ultrapassou 800 mil (Foto: Reprodução)

 – O número de mortes em todo o mundo pelo novo coronavírus ultrapassou 800 mil, segundo relatório divulgado pela Universidade Johns Hopkins (EUA) neste sábado (22). O total de casos passou de 23 milhões.

Mais da metade dos óbitos mundiais ocorreram em quatro países: Estados Unidos (175.588), Brasil (113.358), México (59.610) e Índia (55.794).

A China, marco zero da doença, registrou 4.710 mortes e quase 90 mil casos. O vírus se espalhou para 188 países desde que foi ali detectado pela primeira vez em dezembro.

Em números absolutos de casos, EUA e Brasil também seguem na liderança, com mais de 5,6 milhões e 3,5 milhões, respectivamente. Mas a maior taxa de letalidade, segundo a Johns Hopkins, está no Iêmen com 28,5%, seguido pela Itália (13,8%), Reino Unido (12,8%), Bélgica (12,3%) e México (10,8%).

A taxa de letalidade nos EUA e no Brasil é de 3,1% e 3,2%, respectivamente. No mundo, é estimada em 0,6% pela OMS (sujeita a mudanças, conforme novos estudos são feitos). Já a da gripe sazonal é de 0,1%.

A taxa de letalidade se refere à quantidade de pessoas que morreram pela Covid em relação ao total de infectados por ela. Já a de mortalidade é a relação de pessoas que morreram pela doença por grupos de 100 mil habitantes. No Brasil, essa relação está em 54. Nos EUA, em 53.

Nesta sexta (21), o diretor de emergências da OMS (Organização Mundial da Saúde), Michael Ryan, disse que a desaceleração da pandemia se estabilizou no Brasil, as UTIs estão sob menos pressão do que inicialmente, mas alertou que isso não significa que o país tenha conseguido controlar a transmissão do vírus–são mais de 6.000 casos diários.

“Podemos ter a impressão de que as coisas estão melhorando, mas precisamos de medidas efetivas para diminuir a transmissão no Brasil. A pergunta agora é se esse padrão de declínio será mantido.”

O que mais preocupa a OMS no momento é o ressurgimento de casos de Covid-19 em vários países que, com a queda dos registros, haviam relaxado medidas mais restritivas, como o isolamento social e o uso de máscaras de proteção.

A Coreia do Sul, considerada uma história de sucesso no enfrentamento ao coronavírus, voltou a proibir grandes eventos sociais, fechando casas noturnas e igrejas a partir deste domingo, depois de registrar mais de 300 casos em dois dias seguidos.

A Alemanha, que inicialmente também havia conseguido desacelerar a transmissão do vírus, relatou neste sábado mais 2.000 casos, uma quantidade que não era registrada desde o final de abril, o pico da pandemia.

As escolas alemãs foram reabertas há duas semanas, e ao menos 41 delas relataram que alunos ou professores foram infectados desde então.

Na França, mais de 4.500 novos casos da Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas. O uso de máscara, já obrigatório em algumas áreas de Paris e cidades como Nice, passou a ser também agora em Toulouse e Lyon.

A Espanha computou mais de 8.000 casos em 24 horas. Em Madri, foi recomendado que as pessoas voltem ao isolamento nas áreas mais afetadas pelo coronavírus.

A Inglaterra vive situação parecida. As regras de confinamento foram endurecidas em áreas da região noroeste.

Na Dinamarca, que enfrenta um aumento de casos e de novos surtos, o uso de máscara passou a ser obrigatório a partir deste sábado nos transportes públicos. Até agora era apenas uma recomendação.

Nesta sexta (21), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que espera que a pandemia acabe em menos de dois anos.

Em entrevista coletiva em Genebra, ele lembrou que a gripe espanhola de 1918, que matou pelo menos 50 milhões de pessoas, levou dois anos para ser superada. “É claro que com mais conectividade, o [corona]vírus tem mais chance de se espalhar”, disse.

Mas, ao mesmo tempo, ele lembrou que hoje há mais tecnologia e conhecimento para detê-lo, destacando a importância da “unidade nacional e solidariedade global”.

Neste sábado, o professor Mark Walport, membro do Grupo de Aconselhamento Científico para Emergências do Reino Unido, disse à BBC que a Covid-19 “vai ficar conosco para sempre de uma forma ou de outra”. “Um pouco como a gripe, é possível que vamos precisar de revacinação em intervalos regulares.”

A Paraíba registrou 680 novos casos de Covid-19 e 20 óbitos confirmados desde a última atualização, 11 deles ocorridos nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde divulgado neste sábado (22), 100.970 pessoas já contraíram a doença, 62.409 já se recuperaram e 2.288, infelizmente, faleceram. Até o momento, 296.213 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados. 

Confira:

Casos Confirmados: 100.970
Casos Descartados: 122.837
Óbitos confirmados: 2.288
Casos recuperados: 62.409
Total de municípios: 223

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 35%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 36%. Em Campina Grande estão ocupados 31% dos leitos de UTI adulto e no sertão 47% dos leitos de UTI para adultos.

O índice de Isolamento Social foi de apenas 36, 6%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%. 

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos:

Água Branca (54); Aguiar (24); Alagoa Grande (910); Alagoa Nova (277); Alagoinha (931); Alcantil (59); Algodão de Jandaíra (16); Alhandra (620); Amparo (17); Aparecida (78); Araçagi (495); Arara (203); Araruna (234); Areia (411); Areia de Baraúnas (11); Areial (48); Aroeiras (209); Assunção (45); Baia da Traição (609); Bananeiras (285); Baraúna (135); Barra de Santa Rosa (73); Barra de Santana (104); Barra de São Miguel (55); Bayeux (1719); Belém (1001); Belém do Brejo do Cruz (40); Bernardino Batista (9); Boa Ventura (6); Boa Vista (102); Bom Jesus (12); Bom Sucesso (23); Bonito de Santa Fé (35); Boqueirão (371); Borborema (40); Brejo do Cruz (395); Brejo dos Santos (34); Caaporã (937); Cabaceiras (64); Cabedelo (2674); Cachoeira dos Índios (99); Cacimba de Areia (9); Cacimba de Dentro (266); Cacimbas (46); Caiçara (433); Cajazeiras (1565); Cajazeirinhas (33); Caldas Brandão (243); Camalaú (3); Campina Grande (12126); Capim (148); Caraúbas (43); Carrapateira (50); Casserengue (336); Catingueira (17), Catolé do Rocha (374); Caturité (102); Conceição (555); Condado (125); Conde (755); Congo (79); Coremas (131); Coxixola (34); Cruz do Espírito Santo (280); Cubati (75); Cuité (183); Cuité de Mamanguape (112); Cuitegí (399); Curral de Cima (28); Curral Velho (2), Damião (33); Desterro (54); Diamante (232); Dona Inês (89); Duas Estradas (84); Emas (50); Esperança (483); Fagundes (108); Frei Martinho (10); Gado Bravo (97); Guarabira (3928); Gurinhém (432); Gurjão (30); Ibiara (76); Igaracy (11); Imaculada (52); Ingá (1235); Itabaiana (1063); Itaporanga (322); Itapororoca (772); Itatuba (338); Jacaraú (295); Jericó (36); João Pessoa (25768); Joca Claudino (15); Juarez Távora (301); Juazeirinho (202); Junco do Seridó (60); Juripiranga (464); Juru (132); Lagoa (6); Lagoa de Dentro (134); Lagoa Seca (684); Lastro (20); Livramento (103); Logradouro (145); Lucena (423); Mãe d’Água (19); Malta (108); Mamanguape (2224); Manaíra (11); Marcação (370); Mari (1140); Marizópolis (32); Massaranduba (323); Mataraca (210); Matinhas (72); Mato Grosso (17); Matureia (48); Mogeiro (195); Montadas (47); Monte Horebe (30); Monteiro (477); Mulungu (374); Natuba (63); Nazarezinho (39); Nova Floresta (68), Nova Olinda (15); Nova Palmeira (76); Olho D´Água (40); Olivedos (95); Ouro Velho (2);  Parari (5); Passagem (30); Patos (3490); Paulista (228); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (35); Pedras de Fogo (1284); Pedro Régis (50); Piancó (170); Picuí (240); Pilar (381); Pilões (108); Pilõezinhos (266); Pirpirituba (310); Pitimbu (613); Pocinhos (165);  Poço Dantas (20); Poço de José Moura (29); Pombal (532); Prata (7); Princesa Isabel (89); Puxinanã (276);  Queimadas (1142); Quixaba (34); Remígio (244); Riachão (75); Riachão do Bacamarte (229);  Riachão do Poço (92); Riacho de Santo Antônio (30); Riacho dos Cavalos (14); Rio Tinto (1085); Salgadinho (30); Salgado de São Felix (257); Santa Cecília (74); Santa Cruz (58); Santa Helena (19); Santa Inês (65);  Santa Luzia (251); Santa Rita (2919); Santa Terezinha (54); Santana de Mangueira (9); Santana dos Garrotes (19); Santo André (13); São Bentinho (62); São Bento (1852); São Domingos (6); São Domingos do Cariri (53);  São Francisco (34);  São João do Cariri (102); São João do Rio do Peixe (271); São João do Tigre (12); São José da Lagoa Tapada (59); São José de Caiana (48); São José de Espinharas (63); São José de Piranhas (180); São José de Princesa (2); São José do Bonfim (59); São José do Brejo do Cruz (13); São José do Sabugi (236); São José dos Cordeiros (42); São José dos Ramos (251); São Mamede (44); São Miguel de Taipu (137); São Sebastião de Lagoa de Roça (237); São Sebastião do Umbuzeiro (19); São Vicente do Seridó (49); Sapé (1085); Serra Branca (163); Serra da Raíz (27); Serra Grande (11); Serra Redonda (261); Serraria (172); Sertãozinho (283); Sobrado (189); Solânea (597); Soledade (164); Sossego (15), Sousa (1568); Sumé (252); Tacima (123); Taperoá (93); Tavares (145); Teixeira (166); Tenório (30); Triunfo (74); Uiraúna (135); Umbuzeiro (77); Várzea (18); Vieirópolis (7); Vista Serrana (14), Zabelê (30).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM, e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 22/08, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Os 20 óbitos registrados neste sábado ocorreram entre 21 de maio e 22 de agosto, 12 deles nas últimas 48 horas. Os pacientes tinham idade entre 30 e 93 anos, sendo 05 deles com menos de 65 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente.  Sobre o local de ocorrência, três deles aconteceram em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos.

Mulher, 55 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa e diabética. Início dos sintomas em 17/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020. 

Homem, 63 anos, residente em Patos.Não possuía comorbidade. Início dos sintomas em 09/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020. 

Mulher, 70 anos, residente em Pilar. Diabética e cardiopata. Com início dos sintomas em 17/06/2020, foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020. 

Homem, 67 anos, residente em São Mamede. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas em 22/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020. 

Homem, 81 anos, residente em Sapé. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas em 20/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020. 

Homem, 69 anos, residente em Cabedelo. Hipertenso, diabético e ex- tabagista. Início dos sintomas em 01/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 30 anos, residente em Ingá. Portadora de obesidade e Síndrome de Down. Início dos sintomas em 21/07/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 21/08/2020. 

Mulher, 75 anos, residente em João Pessoa. Portadora de neoplasia. Início dos sintomas em 08/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020.

Mulher, 74 anos, residente em Serraria. Ex- tabagista. Início dos sintomas em 01/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020. 

Mulher, 69 anos, residente em Sousa. Hipertensa e cardiopata. Início dos sintomas em 11/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020. 

Mulher, 50 anos, residente em Uiraúna. Portadora de hipertensão e depressão. Início dos sintomas em 13/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020. 

Homem, 60 anos, residente em Campina Grande. Diabético. Início dos sintomas em 11/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/08/2020. 

Homem, 65 anos, residente em Campina Grande. Diabético. Início dos sintomas em 01/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/08/2020. 

Mulher, 80 anos, residente em Mataraca. Hipertenso e cardiopata. Início dos sintomas em 11/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/08/2020.

Homem, 65 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético e etilista. Início dos sintomas em 09/08/2020. Foi a óbito em sua residência no dia 19/08/2020. 

Mulher, 92 anos, residente em Bayeux. Hipertensa e diabética. Início dos sintomas em 03/07/2020. Foi a em hospital público no dia 28/07/2020.

Mulher, 93 anos, residente em Campina Grande. Portadora de hipertensão e doença renal. Início dos sintomas em 14/06/2020. Foi a em hospital privado no dia 16/07/2020.

Mulher, 72 anos, residente em João Pessoa. Portadora de Linfoma. Início dos sintomas em 23/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 11/07/2020. 

Mulher, 80 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, cardiopata e ex-tabagista. Início dos sintomas em 10/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 24/05/2020. 

Homem, 80 anos, residente em João Pessoa. Portador de hipertensão, diabetes, obesidade e doença renal. Início dos sintomas em 10/05/2020. Foi a em hospital privado no dia 21/05/2020.

Os dados epidemiológicos e de ocupação de leitos estão disponíveis em www.paraiba.pb.gov.br/coronavi…

Ainda sem nome, a nova estatal seria controladora da Eletronuclear, que administra as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ), e sócia de Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu (PR). (Foto: Reprodução)

 Apesar da resistência do Congresso em avançar com a privatização da Eletrobras, o governo reservou R$ 4 bilhões no Orçamento de 2021 para dar início à execução do plano e criar uma estatal para reunir parte das operações da empresa após a venda.

Os recursos seriam necessários para compor a participação da União no capital da nova empresa e, segundo técnicos que participam das discussões, poderia bancar ao menos parte das obras da usina de Angra 3, paralisadas desde 2015.

Ainda sem nome, a nova estatal seria controladora da Eletronuclear, que administra as usinas nucleares de Angra dos Reis (RJ), e sócia de Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu (PR).

A justificativa para manter essas atividades nas mãos da União é que haveria dificuldades legais para transferi-las integralmente à iniciativa privada.

No caso das geradoras de Angra, a trava está na Constituição. Ela proíbe a exploração privada da energia nuclear – hoje exercida pela Eletronuclear, da Eletrobras.

Já Itaipu é resultado de um tratado entre Brasil e Paraguai. Pelo acordo, a comercialização de energia produzida deve ser feita por empresa de controle da União.

A criação da estatal é discutida após a saída de Salim Mattar, então secretário especial de Desestatização do Ministério da Economia, do governo.

Criticado pela demora nas privatizações prometidas desde a campanha eleitoral, ele atribuiu o fato à falta de vontade política do “establishment”.

A interpretação dos técnicos é que a reorganização em uma nova empresa é mais viável do que discutir aspectos técnicos, regulatórios e políticos para transferir essas atividades para entes privados. Isso poderia atrapalhar ainda mais a privatização da Eletrobras.

Uma saída estudada seria propor a um interessado privado participação de, no máximo, 49% na empresa ou nas usinas.

No caso de Angra 3, China e EUA – que no mundo travam uma disputa comercial e geopolítica – querem ser sócios. Russos e franceses também avaliam entrar nesse negócio.

Por causa do alinhamento estratégico de Jair Bolsonaro (sem partido) com o presidente dos EUA, Donald Trump, os técnicos do Ministério de Minas e Energia que trabalham no projeto de Angra 3 consideram definir barreiras para dificultar o investimento chinês na usina.

Angra 3 foi incluída, em julho de 2019, no PPI (Programa de Parceria de Investimentos).

Porém, ainda não se sabe se o governo voltará a propor uma sociedade à iniciativa privada nessa usina ou se irá contratar um grupo para concluir as obras que estão paralisadas por causa de um esquema de corrupção investigado pela Lava Jato na Eletronuclear.

De qualquer forma, reunir as duas empresas em uma só holding abre espaço para que, no futuro, o governo também aproveite recursos da hidrelétrica para compensar o déficit em Angra.

Essa solução permitiria viabilizar o fomento do governo ao programa nuclear, que, na gestão do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ganhou força.
A dívida de Itaipu está vencendo, deixando a companhia sem essas obrigações a partir de 2023. Isso, na visão dos que defendem o plano, livraria os consumidores de mais aumentos de tarifa.

Com Itaipu e as receitas de Angra 1 e 2, seria possível concluir Angra 3 e as receitas do conjunto poderiam ser usadas depois para novas obras ou para pagar dividendos ao governo. Estima-se que a usina exigirá investimentos da ordem de R$ 17 bilhões.

A reorganização de Angra e Itaipu começou a ser planejada no governo Michel Temer (MDB) e foi resgatada na gestão Bolsonaro.

O plano é uma condição para a privatização da Eletrobras e está previsto no projeto de lei do Executivo para a venda da empresa, que libera uma nova estatal para as atividades.
Mas o texto, enviado em novembro de 2019, ainda não avançou. Para prosseguir, depende de aval do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Maia diz que a privatização da Eletrobras é fundamental, mas que há outras prioridades no momento, como a defesa do teto e as reformas. Para ele, o Congresso não deve tratar de assuntos polêmicos agora.

Antes mesmo da pandemia, a privatização da empresa era vista como algo de difícil aprovação. A venda é tratada publicamente como uma prioridade desde o governo Temer.

Bomba de combustível

A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (20), reajuste nos preços da gasolina, de 6%, e do diesel, de 5%. Os novos preços valem a partir desta sexta-feira (21) e são referentes ao cobrado nas vendas às distribuidoras. O valor final nos postos para os motoristas agrega outros custos e varia segundo o mercado.

De acordo com o levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 8 e 15 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país foi de R$ 4,234. O diesel S-500 foi de R$ 3,364. O etanol, de R$ 2,769. E o gás de cozinha, de R$ 70,01, para o botijão de 13 kg.

Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis”. 

Morre Sebastião Pereira, ex vice-prefeito de Terra Nova

Foto: reprodução

Faleceu na tarde de hoje, quinta-feira, (20-08), o ex vice-prefeito de Terra Nova, Sebastião Pereira. Em nota o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores, José Edivaldo David de Barros, ao tempo que lamentou o falecimento de uma das principais reservas morais da política terranovense, manifestou pesar e suas considerações de respeito à família por essa perca irreparável.

NOTA DE PESAR

“Foi com profunda tristeza que o município de Terra Nova recebeu na tarde de hoje a notícia do falecimento de Sebastião Pereira de Sá Barros, ex vice-prefeito e ex-vereador de Terra Nova.

Sebastião Amâncio, como era conhecido em Terra Nova, pautou sua vida pública regida pelo princípio da probidade. Homem de caráter exemplar, altruísta nato, formou uma família linda e querida no nosso município. Homem de humildade notável, um dos poucos políticos terranovenses que sempre teve “passe-livre” para adentrar em qualquer casa. Militou na política durante quase toda a vida, sabendo de forma impecável a diferença entre adversário político e inimizade. Viveu para fazer amigos. Deixa uma lacuna enorme na vida pública de Terra Nova. Fica seu legado exemplar onde a honestidade, simplicidade e carisma impera.

Aos familiares, deixo meu fraterno abraço e votos de pesar. Que Deus possa confortar o coração de todos”, escreveu o Presidente da Câmara Municipal.

José Edivaldo David de Barros

– Presidente da Câmara –

A Casa Branca não informou a causa da morte.

Robert não tinha filhos, mas ajudou a criar Christopher Hollister Trump-Retchin, filho de sua primeira esposa, Blaine Trump (Foto: Reprodução)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, informou que seu irmão, Robert Trump, morreu na noite deste sábado (15), um dia depois de o líder republicano o visitar em um hospital de Nova York.

A Casa Branca não informou a causa da morte.

“É com o coração pesado que compartilho que meu maravilhoso irmão, Robert, faleceu pacificamente esta noite. Ele não era apenas meu irmão, ele era meu melhor amigo. Sentiremos muito sua falta, mas nos encontraremos novamente. Sua memória viverá no meu coração para sempre. Robert, eu te amo. Descanse em paz”.

Robert, empresário de 71 anos e irmão mais novo de Trump (que tem 74 anos), estava internado no Hospital Presbiteriano de Nova York, em Manhattan, confirmou a Casa Branca na sexta-feira (14), mesmo dia em que Donald Trump o visitou.

Não há detalhes sobre a doença de Robert. O jornal “The News York Times” informou, com base em relatos de uma amigo da família, que Robert Trump tinha um sangramento cerebral após sofrer uma queda.

Robert não tinha filhos, mas ajudou a criar Christopher Hollister Trump-Retchin, filho de sua primeira esposa, Blaine Trump, até mesmo dando a ele seu sobrenome. Ele deixa sua segunda esposa, Ann Marie Pallan, e suas irmãs, Maryanne Trump Barry e Elizabeth Trump Grau. Seu irmão Fred Trump Jr. morreu em 1981.

Sem ganhadores, Mega-Sena acumula e deve pagar R$ 33 milhões na quarta
96 apostadores acertaram a quina; outros 4.532 acertaram a quadra

Mega-Sena

Realizado na noite deste sábado (15), em São Paulo, o concurso de número 2.290 da Mega-Sena não teve nenhum acertador das 6 dezenas, e o prêmio máximo foi acumulado. Para o próximo concurso, cerca de R$ 33 milhões de reais serão sorteados para os apostadores.

As dezenas sorteadas no concurso foram:

05 – 18 – 36 – 44 – 57 – 60

A loteria teve 96 apostas que acertaram a quina – 5 das 6 dezenas sorteadas – e, para esses sortudos, a Caixa pagará o valor bruto de R$ 25.025,89, sem os impostos a serem descontados.

Outras 4.532 apostos acertaram a quadra – 4 dos 6 números sorteados, e levaram R$ 757,30 cada.

O próximo sorteio acontece na quarta-feira (19), e está programado para as 20h. O evento terá transmissão ao vivo pelo YouTube, e pode ser acessado no canal da Caixa.

Treze é campeão paraibano após nove anos de jejum 
Galo perde por 1 a 0 para o Campinense, mas vence no placar agregado

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Após nove anos de espera, o Treze Futebol Clube finalmente conquistou, neste sábado (15), o Campeonato Paraibano. Mesmo perdendo por 1 a 0 para o Campinense, no Estádio Amigão, em Campina Grande. Como havia vencido a partida de ida por 2 a 0, o Galo garantiu o 16º título estadual em sua história.

Apesar de ter a vantagem, o Treze começou o jogo partindo pra cima. O Galo acertou o travessão adversário logo aos 3 minutos do primeiro tempo, em finalização de Douglas Lima. O goleiro Wellington ainda desviou antes de a bola explodir na trave. Aos 10 minutos, Wellington teve que trabalhar novamente em chute de Vinícius Barba. No rebote, Frontini marcou o gol, mas o camisa 9 estava em posição irregular, e o juiz invalidou a jogada. O goleiro do Campinense apareceu novamente aos 17 minutos, quando salvou com os pés novo arremate de Frontini.

O Campinense só foi assustar aos 35 minutos. Alex Travassos cruzou e Calixto não chegou. A bola sobrou para Fábio Júnior que, na pequena área, chutou por cima do gol. A Raposa melhorou e teve outra chance, aos 39 minutos. Fábio Júnior recebeu passe de Bismarck, mas finalizou mal. Mesmo com a pressão do Campinense, foi o Treze que teve a melhor oportunidade do primeiro tempo. Aos 44 minutos, Léo Pereira cruzou na área para o chute de Tales. O goleiro Wellington Lima salvou com uma bela defesa. No rebote, a bola sobrou para Alexandre Santana, livre, concluir na rede pelo lado de fora.

O Treze voltou para o segundo tempo com o regulamento debaixo do braço. Recuado, o Galo deu espaços para o Campinense atacar. A Raposa marcou o gol da vitória aos 20 minutos. Rafael Ibiapino cruzou e Léo Pereira falhou. Juliano aproveitou a chance e, dentro da pequena área, chutou forte para abrir o placar.

O gol animou o Campinense que foi com tudo para o ataque. Apesar das chances criadas, a Raposa parou nas defesas milagrosas do goleiro Jeferson. No último lance do jogo, Reinaldo Alagoano, que entrou no segundo tempo, cabeceou tirando tinta do travessão. No fim, mesmo com a derrota, o Treze comemorou o título do Campeonato Paraibano.

Times:

Treze: Jeferson, Léo Pereira, Breno Calixto, Nilson Júnior e Gilmar; Robson, Vinícius Barba (Alisson Cassiano) e Alexandre Santana (Bruno Mota); Tales (Edson Carioca), Douglas Lima (Gustavo) e Frontini (Ermínio). Técnico: Moacir Júnior

Campinense: Wellington Lima, Alex Travassos (Matheus Silva), Alex Maranhão, Breno e Matheus Camargo. Elielton, Juliano, Caio Breno (Allefe)e Bismarck (Pedro Maycon). Rafael Ibiapino e Fábio Júnior (Reinaldo Alagoano). Técnico: Hélio Cabral.

Agência Brasil

Agentes públicos estão proibidos de fazer publicidade a partir deste último sábado (15)

A partir deste sábado (15), agentes públicos de todo o país estão proibidos de fazer publicidade, propaganda ou pronunciamento em rádio e televisão. As restrições são parte de diversas condutas vedadas no período que antecede às eleições municipais, cujo primeiro turno ocorre no dia 15 de novembro. O objetivo, segundo a lei, é garantir que todos os candidatos tenham igualdade de oportunidades no pleito.

No entanto, de acordo com Emenda Constitucional Nº. 107, aprovada em julho, há uma exceção para as eleições deste ano: publicidade e divulgação de ações de enfrentamento e orientação à população em torno da pandemia estão permitidas.

De acordo com a Lei nº 9.504, conhecida como Lei da Eleições, os agentes públicos (inclusos aqui os prefeitos, vereadores, parlamentares e outros) não podem praticar uma série de condutas que lhes dê vantagem na corrida eleitoral contra outros candidatos.

 

 

O Brasil chegou a 107.232 mortes pela covid-19, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada neste sábado (15). Nas últimas 24 horas, foram registrados 709 novos óbitos pelas secretarias estaduais de saúde. Ontem (14), o sistema da pasta marcava 106.523 mortes em decorrência da pandemia.

A soma de casos acumulados é de 3.317.096. Entre ontem e hoje, foram notificadas 41.576 novas infecções. Na sexta-feira, o sistema do Ministério da Saúde contabilizava 3.275.520 pessoas com a covid-19.

Pela atualização diária, a letalidade (mortes entre o total de infectados) da doença foi de 3,2%. Os dados indicam também que 805.592 pacientes estão, neste momento, em acompanhamento. Outros 2.404.272 já se recuperaram.

Na distribuição geográfica do número absoluto de mortes, os estados com mais óbitos são São Paulo (26.780), Rio de Janeiro (14.526), Ceará (8.129) Pernambuco (7.156) e Pará (5.932). (Agência Brasil)

Covid-19 chega a 98,7% dos municípios brasileiros

Imagem ilustrativa do novo coronavírus com a bandeira do Brasil

 

A Covid-19 já atinge 98,7% dos municípios brasileiros, segundo levantamento da Globonews. Neste domingo (16), o Brasil chegou ao total de 107.305 óbitos por causa da doença e 3.318.168 brasileiros com o novo coronavírus desde o começo da pandemia.

A região Norte do país foi a primeira a registrar 100% do seu território com casos do novo coronavírus. De acordo com dados das secretarias estaduais de saúde, apenas 67 cidades brasileiras ainda estão livres de casos da doença.

Ao todo, são 17 estados com todas as cidades com pelo menos um caso de coronavírus. Não há nenhum estado brasileiro que não registre 90% de seu território atingido.

O mesmo levantamento foi realizado há 15 dias e, desde então, mais três estados atingiram o patamar de 100%: Mato Grosso do Sul, Tocantins e Pernambuco.

Entretanto, Rio Grande do Sul e Minas Gerais mostraram o maior crescimento de municípios com casos registrados. E é sintomático, uma vez que estes dois estados sempre mostraram os números mais baixos neste mesmo levantamento.

Índice nas regiões: Região Norte: 100%; Região Sudeste: 98%; Região Centro-Oeste: 98%; Região Sul: 97%; Região Nordeste: 99%.

Estados com 100% das cidades com casos: Amapá – 16 das 16 cidades (100%); Rio de Janeiro – 92 das 92 cidades (100%); Espírito Santo – 78 das 78 cidades (100%); Pará – 144 das 144 cidades (100%); Acre – 22 das 22 cidades (100%); Rondônia – 52 das 52 cidades (100%); Ceará – 184 das 184 cidades (100%); Roraima – 15 das 15 cidades (100%); Alagoas – 102 das 102 cidades (100%); Sergipe – 75 das 75 cidades (100%); Rio Grande do Norte – 166 das 166 cidades (100%); Maranhão – 217 dos 217 cidades (100%); Amazonas – 62 das 62 cidades (100%); Mato Grosso – 141 das 141 cidades (100%).

Estados que têm cidades sem registro: Paraná – 396 das 399 cidades (99%) (subiu 4 cidades); Santa Catarina – 294 das 295 cidades (99%) (subiu 2 cidades); Piauí – 222 dos 224 (99%) (Subiu 2 cidades); Bahia – 414 das 417 cidades (99%) (Subiu 7 cidades); Paraíba – 222 das 223 cidades (99%) (Subiu 1 cidade); São Paulo – 642 das 645 cidades (99%) (Estável); Goiás – 241 das 246 cidades (97%) (Subiu 6 cidades); Minas Gerais – 824 das 853 cidades (96%) (subiu 24 cidades); Rio Grande do Sul – 477 das 497 cidades (93%) (Subiu 11 cidades).

Fenômeno recebe o nome da constelação onde está o ponto radiante

De vez em quando, o planeta Terra atravessa a órbita de uma corrente de meteoróides. Quando isso ocorre, vários meteoros entram juntos na atmosfera, em trajetórias paralelas, e parecem vir de um mesmo lugar. Essa região se chama ponto radiante e a chuva de meteoros recebe o nome da constelação onde está o ponto radiante.

E três dessas chuvas de meteoros tiveram o ponto alto no fim de julho, mas continuarão visíveis pelos próximos dias.

A Piscis Austrinídeos, dentro da constelação Peixe Austral, fica visível até a madrugada do dia 10. O melhor horário para observar os meteoros é por volta das 23h.

As Alfa-Capricornídeas, em Capricórnio, estão ativas até 15 de agosto e têm origem em um cometa. E na constelação de Aquário tem as Delta-Aquarídeas, também originadas em um cometa e que serão visíveis até o dia 23.

Já as Perseidas também são provocadas por um cometa, o Swift Tuttle, e ocorrem na constelação de Perseu, o Herói, até o dia 24 de agosto. Enquanto as outras tiveram o auge no mês passado, as Perseidas terão seu ponto alto na semana que vem. Devido ao horário, não será possível acompanhar o fenômeno a olho nu aqui no Brasil. Essa chuva de meteoros será bastante intensa no dia 12, das 10h até as 13h.

No domingo (9), Dia dos Pais, quem acordar bem cedo poderá acompanhar a ocultação de Marte. É como se fosse um eclipse, quando a Lua passa entre a Terra e o planeta vermelho.

Agência Brasil

 

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.001, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

Os finais de semana, por atrasos de notificação, costumam ter números mais baixos.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.001, o que mantém uma posição de estabilidade nos dados, embora com números elevados.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 48,3 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 49,9 e 70,2 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos, tem 41,2 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 10 mortes por 100 mil habitantes.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Justiça determina que Bolsonaro pague multa a Jean Wyllys e honorários de advogado

Bolsonaro processou Jean Wyllys, mas Justiça considerou ação improcedente (Foto: Reprodução)

O juiz Leonardo de Castro Gomes, da 47ª Cível do Tribunal de Justiça do Rio, deu prazo de 15 dias para que, assim que for notificado, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pague R$ 2,6 mil ao ex-deputado Jean Wyllys e ao advogado Lucas Mourão.

A determinação envolve um processo de 2017, em que Bolsonaro processou Wyllys e requereu indenização de R$ 22 mil por danos morais. Na época, o então deputado Jair Bolsonaro moveu a ação alegando que Wyllys o chamou de “boquirroto”, “fascista” e “nepotista”.

A determinação para o pagamento dos valores foi revelada pela coluna do jornalista Ancelmo Góis, de O Globo, neste domingo (9).

A Justiça não considerou procedente a reclamação de Bolsonaro e negou o pedido. Assim, o presidente acabou condenado a pagar multas pelos embargos apresentados e deverá repassar 10% da causa, a título de honorário, ao advogado de Jean Wyllys.

Bolsonaro não pode mais recorrer da ação.

Bolsonaro apresenta sintomas da covid-19

O país atingiu essa marca no início da tarde deste sábado, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio de imprensa.

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Após o Brasil superar a marca de 100 mil óbitos pelo novo coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro compartilhou neste sábado (8) uma postagem de sua equipe de comunicação na qual lamenta mortes pela Covid-19 “assim como por outras doenças” e pede divulgação de dados positivos.

O país atingiu essa marca no início da tarde deste sábado, segundo dados coletados com as secretarias estaduais da saúde pelo consórcio formado por Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, o Globo e G1.

Pouco depois das 19 horas, Bolsonaro publicou, em suas redes sociais, uma foto vestido com a camisa do Palmeiras, acompanhada da descrição “parabéns Palmeiras campeão paulista 2020”. O clube venceu o Corinthians no campeonato estadual neste sábado.

Em seguida, o presidente compartilhou uma postagem da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República sobre a pandemia do novo coronavírus.

“Todas as vidas importam: as que vão e as que ficam. Lamentamos as mortes por Covid, assim como por outras doenças. Nossas orações e nossos esforços têm a força de um governo que dá tudo para salvar vidas. Toda a assistência possível à saúde dos brasileiros foi dada”, diz a publicação.

A imagem que segue o texto traz uma lista de “números que merecem ser divulgados”.

A publicação diz que quase 3 milhões de vidas foram salvas ou estão em recuperação. A equipe do presidente afirma que o país tem “um dos menores índices de óbitos por milhão entre as grandes nações”.

De fato, o Brasil tem um índice de 48 mortes por Covid para cada 100 mil habitantes, similar ao americano e muito menor do que o de países europeus como a Bélgica (86), o Reino Unido (70) e a Itália (58), mas muito maior, por exemplo, que o da vizinha Argentina (10), ou mesmo maior que a França (45) e o México (41).

A lista prossegue afirmando que o Brasil é “sempre um dos países que mais recupera infectados” e “sempre com índice de recuperação acima dos 95%”.

O Brasil registrou até este sábado (8) mais de 3 milhões de infecções pelo coronavírus, número provavelmente subnotificado conforme indicam estudos de campo. É o segundo país no mundo em número de infectados -logo, é natural que tenha mais curados do que outras nações onde menos gente adoeceu.

O único país que supera o Brasil, no momento, são os Estados Unidos, que já beiram os 5 milhões de casos, ou 60% mais infecções. A população americana é 57% maior que a brasileira.

A publicação da secretaria também listou ações adotadas pelo governo na pandemia, como repasses para estados e municípios, pagamento de auxílio emergencial a informais e programa para evitar demissões, que permite cortes de jornadas e salários de trabalhadores.

Procurada, a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto não respondeu se o presidente vai se pronunciar diretamente sobre a marca de 100 mil mortes por coronavírus no país.

De acordo com a ONU, o Brasil tem a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás somente do Catar.

Paulo Guedes, afirmou que ampliar a faixa de isenção de cerca de R$ 1,9 mil para R$ 3 mil geraria uma perda de arrecadação de R$ 22 bilhões por ano. (Foto: Reprodução)

O aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), uma das propostas que a equipe econômica do governo discute para a reforma tributária, pode se tornar uma medida regressiva e agravar a distribuição de renda no Brasil, segundo avaliação da Secretaria do Tesouro Nacional.

De acordo com relatório de dezembro do ano passado da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil tem a segunda maior concentração de renda do mundo, atrás somente do Catar. Segundo o relatório, a parcela do 1% mais rico da população concentra 28,3% da renda total do país.

Na semana passada, o assessor especial do Ministério da Economia, Guilherme Afif Domingos, afirmou, em entrevista ao G1, que o governo vai propor o aumento da faixa de isenção do IR dos atuais R$ 1.903,99 por mês para cerca de R$ 3 mil.

Na avaliação do Tesouro, os principais beneficiários do aumento da faixa de isenção seriam os que ganham mais de R$ 1.951 por mês — 20% da população. Esses passariam a pagar menos imposto de renda, dinheiro que o governo utiliza para financiamento de programas sociais e custeio da máquina pública.

“Alterações sobre o Imposto de Renda podem ser progressivas ou regressivas. Rever isenções sobre o IRPF é exemplo de medida progressiva e reduz distorções. Por outro lado, o aumento da faixa de isenção do IRPF, é, sim, uma medida regressiva, ou seja, tende a piorar a distribuição de renda ao favorecer as parcelas mais ricas da população. O resultado líquido dessas duas medidas depende do desenho da reforma tributária que venha a ser feita”, afirmou o Tesouro Nacional em resposta a questionamento do G1.

Na campanha eleitoral de 2018, o então candidato a presidente, Jair Bolsonaro, à época do PSL, prometeu uma isenção maior ainda no Imposto de Renda da Pessoas Física. A promessa era que seria isento quem ganha até cinco salários mínimos (até R$ 5.345, em valores atuais). O adversário de Bolsonaro no segundo turno, Fernando Haddad (PT), fez a mesma proposta.

Nesta quarta-feira (5), em audiência pública na comissão da reforma tributária, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que ampliar a faixa de isenção de cerca de R$ 1,9 mil para R$ 3 mil geraria uma perda de arrecadação de R$ 22 bilhões por ano.

“Custa um Fundeb [fundo que financia a educação básica, em valores repassados pelo governo até 2026]. E a classe política tem que decidir isso. Não é o ministro da Fazenda. O congressista é eleito para tomar essa decisão. Todo ano ele tem que decidir. Reajustando todas as faixas [da tabela do IR], vai para R$ 36 bilhões [o impacto nas contas públicas]. Vai dar os dois, vai aumentar imposto para dar os dois? Essa é a decisão que o Congresso tem de tomar. Vamos encaminhar e vamos encaminhar os dados também”, disse Guedes na ocasião.

Segundo Paulo Guedes, outras medidas a serem propostas são a redução nas deduções; a diminuição da alíquota de 27,5% (atualmente, a mais alta); a criação de uma alíquota maior para os mais ricos; e a retomada da cobrança de imposto sobre a distribuição de lucros e dividendos para as pessoas físicas, que existia até 1996.

Argumentos do Tesouro
Na semana passada, o novo secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, apresentou um gráfico feito a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) anual 2018, com as faixas de renda da população brasileira (abaixo).

O secretário explicou que o gráfico divide a população brasileira em cinco partes de acordo com a a renda mensal: a primeira (Q1 no gráfico) reúne os 20% mais pobres; a segunda (Q2) entre os 20% e 40% mais pobres; até a última (Q5), que representa os 20% mais ricos, com renda mensal superior a R$ 1.951 naquele ano.

“A renda mensal domiciliar mediana do Brasil é de R$ 954 [em 2018], e os 20% mais ricos ganham acima de R$ 1.951. Esse é um ponto importante. Precisamos discutir programas. Gastamos de forma considerável com programas sociais. Como a gente poderia propor debates que melhorem essa distribuição de recursos”, disse Funchal na última semana.

Os números sobre a renda no Brasil não captam os resultados da pandemia do novo coronavírus. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve alta do desemprego no país no começo de julho. Apesar disso, houve impacto positivo dos auxílios emergenciais do governo.

Transferência de renda
De acordo com o Tesouro Nacional, os números foram apresentados em um momento em que se discute a reformulação dos programas de distribuição de renda, no contexto da pandemia do novo coronavírus — que tem gerado perda de rendimento para a população.

O objetivo, segundo o Tesouro, é “promover um debate sobre a busca de um desenho mais eficaz das políticas distributivas, que as torne mais progressivas e mais focadas nas parcelas da população que realmente precisam, sem que para isso seja necessário aumentar as despesas e ampliar a pressão fiscal”.

De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, um estudo do Banco Mundial mostra que parte dos programas de transferência de renda beneficiam a parcela mais rica da população, ou seja, que ganham acima de R$ 1.101,00 (Q4 e Q5 no gráfico). Ele citou as isenções de IRPF para dependentes e aposentados, e o abono salarial.

Por outro lado, entre os programas bem avaliados pelo Banco Mundial, com foco nos mais pobres, estão Bolsa Família, o benefício previdenciário rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

“Toda essa discussão de programas de transferência de renda, de renda mínima, que vai se acelerar nos próximos meses, traz algumas mensagens. Existe um custo associado para controlar diversos programas que fazem a mesma coisa. A gente pode reorganizar esses programas e focalizar [nos mais pobres]”, disse Bruno Funchal na semana passada.

Segundo ele, “a reorganização traz um benefício de gestão, ter um bom programa bem desenhado, e que a gente consegue fazer uma boa gestão, e a segunda mensagem é fazer com que esse programa seja mais eficiente, transferir renda para aqueles que têm menor renda. Esse é o debate que a gente precisa fazer”.

Em 2018, o antigo Ministério da Fazenda, então sob o comando de Eduardo Guardia, divulgou um estudo apontando que a correção da faixa de isenção do IRPF de dobrar a faixa de isenção do IR, dos atuais R$ 1.903,99 para R$ 3.807,98, implicaria um custo de R$ 28 bilhões a R$ 73 bilhões por ano — dependendo do formato adotado.

Na ocasião, a pasta avaliou que a maior parte dessa renúncia fiscal beneficiaria os declarantes mais ricos da população brasileira.

“A concentração do benefício nas camadas mais ricas da sociedade ocorre porque o número de contribuintes do IRPF é muito pequeno, e a parcela pobre da sociedade já não paga esse tributo. Assim, qualquer medida que eleve a faixa de isenção irá favorecer, primordialmente, os mais ricos e reduzir ainda mais a progressividade que o IRPF confere ao sistema tributário”, dizia o estudo na época.

As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

Imagem ilustrativa do novo coronavírus com a bandeira do Brasil

O Brasil teve uma média móvel de 995 óbitos diários, menor do que a registrada nas semanas de julho. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou 572 mortes em razão da pandemia do novo coronavírus e 18.043 novos casos da doença nesta segunda-feira (3). O país tem 94.702 óbitos e 2.751.665 infectados com a Covid-19.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também divulga a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

O Brasil teve uma média móvel de 995 óbitos diários, menor do que a registrada nas semanas de julho.

Com cinco meses de pandemia, o Brasil tem uma taxa de 44 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 47 e 69 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 8 mortes por 100 mil habitantes.

O índice de Isolamento Social foi de apenas 37,3%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

A Paraíba registrou 667 novos casos de Covid-19 e 22 óbitos confirmados desde a última atualização, 05 deles ocorridos nas últimas 24h. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde divulgado neste sábado (01), 83.461 pessoas já contraíram a doença, 36.179 já se recuperaram e 1.833 faleceram. Até o momento, 243.128  testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados. 

  • Casos Confirmados: 83.461
  • Casos Descartados: 106.465
  • Óbitos confirmados: 1.833
  • Casos recuperados: 36.179
  • Total de municípios: 222

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 48%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 55%. 

Em Campina Grande, estão ocupados 38% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 51% dos leitos de UTI para adultos.  

O índice de Isolamento Social foi de apenas 37,3%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%. 

Os casos confirmados estão distribuídos por 222 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (49); Aguiar (23); Alagoa Grande (782); Alagoa Nova (244); Alagoinha (764); Alcantil (39); Algodão de Jandaíra (5); Alhandra (577); Amparo (17); Aparecida (61); Araçagi (462); Arara (179); Araruna (222); Areia (339); Areia de Baraúnas (10); Areial (42); Aroeiras (180); Assunção (44); Baia da Traição (473); Bananeiras (162); Baraúna (129); Barra de Santa Rosa (48); Barra de Santana (82); Barra de São Miguel (40); Bayeux (1363); Belém (792); Belém do Brejo do Cruz (24); Bernardino Batista (6); Boa Ventura (4); Boa Vista (74); Bom Jesus (9); Bom Sucesso (13); Bonito de Santa Fé (15); Boqueirão (300); Borborema (14); Brejo do Cruz (268); Brejo dos Santos (20); Caaporã (896); Cabaceiras (55); Cabedelo (2404); Cachoeira dos Índios (88); Cacimba de Areia (8); Cacimba de Dentro (190); Cacimbas (42); Caiçara (378); Cajazeiras (1252); Cajazeirinhas (19); Caldas Brandão (165); Camalaú (1); Campina Grande (10723); Capim (142); Caraúbas (35); Carrapateira (38); Casserengue (211); Catingueira (17), Catolé do Rocha (249); Caturité (91); Conceição (364); Condado (111); Conde (652); Congo (67); Coremas (121); Coxixola (20); Cruz do Espírito Santo (264); Cubati (70); Cuité (154); Cuité de Mamanguape (101); Cuitegí (332); Curral de Cima (24); Curral Velho (1), Damião (17); Desterro (50); Diamante (65); Dona Inês (83); Duas Estradas (65); Emas (41); Esperança (407); Fagundes (81); Frei Martinho (6); Gado Bravo (95); Guarabira (3431); Gurinhém (400); Gurjão (20); Ibiara (38); Igaracy (8); Imaculada (39); Ingá (976); Itabaiana (984); Itaporanga (149); Itapororoca (604); Itatuba (285); Jacaraú (262); Jericó (10); João Pessoa (21551); Joca Claudino (3); Juarez Távora (262); Juazeirinho (153); Junco do Seridó (38); Juripiranga (436); Juru (68); Lagoa (6); Lagoa de Dentro (109); Lagoa Seca (615); Lastro (16); Livramento (78); Logradouro (123); Lucena (336); Mãe d’Água (18); Malta (83); Mamanguape (2054); Manaíra (10); Marcação (252); Mari (991); Marizópolis (24); Massaranduba (303); Mataraca (150); Matinhas (70); Mato Grosso (14); Matureia (29); Mogeiro (140); Montadas (38); Monte Horebe (13); Monteiro (283); Mulungu (302); Natuba (49); Nazarezinho (32); Nova Floresta (51), Nova Olinda (12); Nova Palmeira (53); Olho D´Água (37); Olivedos (69);  Parari (5); Passagem (30); Patos (2548); Paulista (141); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (34); Pedras de Fogo (1219); Pedro Régis (41); Piancó (134); Picuí (177); Pilar (264); Pilões (89); Pilõezinhos (228); Pirpirituba (246); Pitimbu (574); Pocinhos (119);  Poço Dantas (4); Poço de José Moura (12); Pombal (364); Prata (5); Princesa Isabel (63); Puxinanã (249);  Queimadas (926); Quixaba (27); Remígio (223); Riachão (64); Riachão do Bacamarte (215);  Riachão do Poço (84); Riacho de Santo Antônio (28); Riacho dos Cavalos (11); Rio Tinto (944); Salgadinho (25); Salgado de São Felix (206); Santa Cecília (59); Santa Cruz (45); Santa Helena (20); Santa Inês (48);  Santa Luzia (205); Santa Rita (2324); Santa Terezinha (52); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (17); Santo André (14); São Bentinho (40); São Bento (1390); São Domingos (1); São Domingos do Cariri (43);  São Francisco (33);  São João do Cariri (94); São João do Rio do Peixe (196); São João do Tigre (8); São José da Lagoa Tapada (44); São José de Caiana (33); São José de Espinharas (28); São José de Piranhas (148); São José de Princesa (2); São José do Bonfim (57); São José do Brejo do Cruz (8); São José do Sabugi (193); São José dos Cordeiros (32); São José dos Ramos (214); São Mamede (40); São Miguel de Taipu (119); São Sebastião de Lagoa de Roça (184); São Sebastião do Umbuzeiro (8); São Vicente do Seridó (46); Sapé (897); Serra Branca (130); Serra da Raíz (18); Serra Grande (9); Serra Redonda (219); Serraria (128); Sertãozinho (128); Sobrado (173); Solânea (325); Soledade (134); Sossego (9), Sousa (1257); Sumé (201); Tacima (113); Taperoá (65); Tavares (81); Teixeira (150); Tenório (14); Triunfo (42); Uiraúna (56); Umbuzeiro (72); Várzea (14); Vieirópolis (4); Vista Serrana (2), Zabelê (22).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM, e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 01/08, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

 

Pernambuco registra 1.741 novos casos da Covid-19 e 40 mortes nas últimas 24h

Nas últimas 24 horas, Pernambuco contabilizou 1.741 novos casos e 40 novos óbitos provocados pelo novo coronavírus, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, o estado chegou neste último sábado (1º) à soma de 96.746 casos confirmados e 6.597 mortes pelo vírus desde o início da pandemia.

Dos casos confirmados no último dia, 136 (8%) são casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) 1.605 casos (92%) são leves. Do total, o Estado contabiliza sendo 23.670 graves e 73.076 leves.

Do total de mortes das últimas 24h, 23 (57,5%) ocorreram nos últimos três dias, sendo 9 mortes registradas no dia de sexta-feira, (31), 10 mortes na quinta (30) e 4 na quarta (29). Os outros 17 óbitos (42,5%) ocorrem entre os dias 16/04 e 28/07. (FolhaPE)

Murashko anunciou na última semana que profissionais da saúde serão vacinados ainda em agosto, antes dos resultados do ensaio clínico da vacina, segundo informações do Moscow Times.

A rapidez com que a suposta vacina foi desenvolvida e a falta de transparência do governo russo sobre os resultados dos ensaios clínicos levantam suspeita da comunidade internacional. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

 O ministro da Saúde russo, Mikhail Murashko, anunciou neste sábado (1º) que a Russia deve iniciar vacinação em massa contra o novo coronavírus em outubro.

Murashko anunciou na última semana que profissionais da saúde serão vacinados ainda em agosto, antes dos resultados do ensaio clínico da vacina, segundo informações do Moscow Times.

A rapidez com que a suposta vacina foi desenvolvida e a falta de transparência do governo russo sobre os resultados dos ensaios clínicos levantam suspeita da comunidade internacional. O estudo que levou ao fármaco acompanhou por seis meses apenas 38 voluntários remunerados com idade entre 18 e 65 anos. Os resultados são fruto de um ensaio clínico de fase 1.

A Russia é o quarto país do mundo em total de casos confirmados e o 11º no total de mortes causadas pela Covid-19.

(FOLHAPRESS)

 

Gilmar volta a criticar governo e diz que situação só não é pior em razão do SUS e dos governadores

O ministro do STF disse que estamos chegando ao “macabro” número de 100 mil mortos, em um campeonato extremamente constrangedor de que quem registra mais óbitos.

Ao criticar o governo federal, Gilmar afirmou que a “cabeça do sistema” está extremamente “comprometida”. (Foto: Arquivo/Agência Brasil)

O Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes voltou a criticar duramente neste sábado (1º) a condução do governo federal no enfrentamento da pandemia do coronavírus, afirmando que vivemos uma situação de “constrangimento” e que há uma “certa ausência de atuação” do Ministério da Saúde.

Gilmar também afirmou que a situação apenas não é mais massacrante por conta da atuação dos governadores e do SUS (Sistema Único de Saúde).

As declarações do ministro foram dadas durante transmissão ao vivo promovida pelo Instituto de Direito Público.

O ministro do STF disse que estamos chegando ao “macabro” número de 100 mil mortos, em um campeonato extremamente constrangedor de que quem registra mais óbitos.

“Eu acredito que nós estamos agora em tempos de pandemia com esse alto constrangimento que estamos a enfrentar, são mais de 92 mil mortos a esta altura e nos avizinhamos desse macabro número de 100 mil mortos no Brasil, um campeonato extremamente constrangedor que nós nunca gostaríamos de vencer”, disse.

“Não obstante, me parece que não chegamos a resultados ainda mais massacrantes ainda piores graças ao SUS e isso tem sido falado pelo ex-ministro [Luiz Henrique] Mandetta. Ele se revela um grande ativo nesse contexto. E, acho, graças às ações dos governadores, que foram extremamente pró-ativos nesse contexto”.

Ao criticar o governo federal, Gilmar afirmou que a “cabeça do sistema” está extremamente “comprometida”.

“Vemos quase que uma certa ausência de atuação por parte do Ministério da Saúde. Nós vemos que aquilo que os burocratas chamam de cabeça do sistema acabou sendo comprometida. Isso é extremamente grave”, completou.

No mês passado, ao se referir à situação da Covid-19 no Brasil, Gilmar afirmou que o Exército se associava a um genocídio. A pasta da Saúde é comandada interinamente há mais de dois meses pelo general Eduardo Pazuello.

A declaração deu início a uma crise institucional.

Como resposta, o Ministério da Defesa divulgou uma nota assinada pelo ministro Fernando Azevedo e Silva e pelos comandantes das três Forças, na qual repudiaram “veementemente” as declarações do ministro e disseram que esses comentários causavam indignação.

O Ministério da Defesa acionou a PGR (Procuradoria-Geral da República), que ingressou com uma representação contra o ministro.

O vice-presidente Hamilton Mourão também disse que Gilmar havia “cruzado a linha da bola”.

A crise se arrefeceu após telefonema do presidente Jair Bolsonaro ao ministro. Gilmar também conversou com Pazuello.

Serra Talhada inaugura Shopping sob protocolo da Covid-19

Fotos: Farol de Notícias/Max Rodrigues

Abertura gradativa das lojas, contagem online de visitantes e protocolos de biossegurança seguidos à risca são alguns dos pontos da metodologia adotada pela Imalls, empresa administradora do Shopping Serra Talhada, para esta quinta-feira (30), às 12h.

Às vésperas da abertura do Shopping Serra Talhada a imprensa local realizou um tour pelas dependências do mais novo centro de compras da cidade e participou de uma coletiva de imprensa com João Graciliano, administrador do shopping e representante da Imalls, e Natália Leite, gerente comercial do empreendimento.

O shopping ainda não poderá disponibilizar as salas de cinema para o público, devido ao decreto estadual de contenção ao novo coronavírus, assim como a praça de alimentação que terá apenas duas empresas funcionando no delivery. Durante a conversa com os profissionais da comunicação, João Graciliano identificou alguns dos protocolos que deverão garantir a segurança dos profissionais e dos visitantes.

“Teremos uma abertura gradual, mas também estamos tomando todas as medidas cabíveis, sem medir esforços para manter o máximo de segurança para lojistas, colaboradores e visitantes. Nas entradas teremos tapetes sanitizadores, a cancela de entrada será automática, fazemos a aferição da temperatura de todos que entrarem, indispensável o uso de máscaras. Além de um sistema de monitoramento online do público, quando atingir o número permitido teremos que barrar a entrada de mais pessoas. O padrão que vamos manter é de 1 pessoa a cada 10 metros de área comum, já nas lojas o permitido é 1 a cada 6 metros de loja”, declarou.

AQUECENDO A ECONOMIA

O Shopping Serra Talhada é um empreendimento planejado e sonhado há mais de 10 anos na cidade, sua obra levou cinco anos para ficar concluída e agora é uma realidade que gera em torno de mil empregos, destes 400 são postos de trabalho diretos na cidade. A administração do Shopping Serra chamou o momento de impacto visível, visto que a área de influência da cidade atrairá público num raio de 75 km, um volume de negócios do chamado mercado residual de R$ 54 milhões.

Imagem ilustrativa do novo coronavírus com a bandeira do Brasil

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.024.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil registrou 1.189 novas mortes pela Covid-19 e 56.992 casos da doença, nesta quinta (30). Com isso, o país já soma 91.377 mortes e 2.613.789 infecções pelo novo coronavírus.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.024.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 43,6 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 46,4 e 69,3 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 7,4 mortes por 100 mil habitantes.

Balanço divulgado pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira (30) aponta 57.837 novos casos e 1.129 novas mortes confirmadas pela Covid-19 no Brasil. O total já chega a 91.263 mortes e 2.610.102 casos pelo novo coronavírus.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

França, Alemanha, Bélgica também anunciaram um aumento no número de novos casos e na taxa de transmissão (que indica para quantas pessoas em média cada infectado transmite o vírus).

O governo britânico também desaconselhou viagens não essenciais ao país ibérico, que nesta semana viu ressurgirem focos de infecção por coronavírus em três regiões: Aragão, Galícia e, principalmente, na Catalunha. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) – Em meio a um aumento de surtos de Covid-19 em vários países europeus, o Reino Unido anunciou neste sábado (25) que residentes que voltarem da Espanha a partir da 0h de domingo terão que se isolar totalmente em casa por duas semanas.

O governo britânico também desaconselhou viagens não essenciais ao país ibérico, que nesta semana viu ressurgirem focos de infecção por coronavírus em três regiões: Aragão, Galícia e, principalmente, na Catalunha.

Quase 8.000 casos foram diagnosticados na região nos últimos 14 dias, quase a metade dos 16.410 novos contágios registrados na Espanha. O número diário de novos casos no país vinha caindo desde o começo de maio, mas voltou a crescer para cerca de 900 por dia.

França, Alemanha, Bélgica também anunciaram um aumento no número de novos casos e na taxa de transmissão (que indica para quantas pessoas em média cada infectado transmite o vírus).

Na quinta, o governo francês informou mais de 1.000 novos casos diários, a maior parte afetando idosos, mas com alta entre “jovens adultos”, por causa da redução no distanciamento físico e outros cuidados contra o contágio.

“Durante o verão e as férias, pode parecer artificial cumprimentar-se e conversar à distância, mas esse esforço individual é crucial para impedir que a epidemia se recupere e afete nossa liberdade”, afirmou comunicado do Ministério da Saúde.

Na Alemanha, o Instituto Robert Koch (agência de saúde) registrou 815 novos casos na sexta, contra 583 na semana passada e 395 na semana anterior, e pesquisadores afirmaram que está ocorrendo aumento entre a população, e não apenas em frigoríficos e outros locais pontuais.

Na Bélgica, a média de novos casos por semana quase dobrou, com 85% dos novos casos diagnosticados em pessoas com menos de 60 anos. O governo, que adiou a passagem para uma nova fase de relaxamento das medidas de combate ao contágio, anunciou que uma menina de três anos se tornou a vítima mais jovem do coronavírus no país.

Um número maior de infecções diárias também preocupa a Áustria, onde o governo retomou o uso obrigatório de máscaras nas lojas na última sexta. “Nosso lema permanece o mesmo: tanta liberdade quanto possível, tantas restrições quanto necessárias”, afirmou em mídia social o premiê austríaco, Sebastian Kurz.

Segundo cálculos do Imperial College na semana passada, Espanha, Itália, Bélgica e o próprio Reino Unido registram taxa acima de 1, o que indica que o contágio está se acelerando.

Além da Espanha, o Reino Unido exige quarentena de 14 dias de todos os que chegam de países com transmissão ainda alta, como Brasil, Estados Unidos, Portugal, Suécia, Sérvia e Rússia.

Na sexta, o governo francês também desaconselhou viagens à Espanha e a Noruega estabeleceu quarentena de dez dias para quem chega do país, restrições que podem prejudicar a economia espanhola, que tem mais de 11% de sua atividade baseada em turismo.

Estimativas deste mês divulgadas pela Comissão Europeia indicavam que o PIB do país pode se contrair quase 11% em 2020, a segunda maior queda no bloco, depois da Itália.

Em reação, a ministra de Relações Exteriores da Espanha, Arancha González Laya, afirmou na TV que “os governos, tanto nacional quanto regionais, estão trabalhando para isolar os casos assim que aparecerem, rastrear os contatos e garantir que os tratemos”. As medidas são as recomendadas pela Organização Mundial da Saúde, segundo a qual o surgimento de novos focos é esperado com a retomada da economia.

As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.
O total já chega a 81.487 mortes e 2.159.654 casos pelo novo coronavírus no país desde o início da pandemia. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Brasil registrou 1.346 novas mortes pela Covid-19 e 44.887 casos da doença, nesta terça (21). Com isso, o país já soma 81.597 óbitos e 2.166.532 infecções.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo, G1 e UOL para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais. O balanço é fechado diariamente às 20h.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

O volume registrado às segundas tende a ser baixo, porque laboratórios têm atividade menor aos fins de semana. Já a média móvel para a segunda-feira considera também os dados dos seis dias anteriores, uma informação mais estável.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 1.048.

O Brasil tem uma taxa de cerca de 39 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos, e o Reino Unido, ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 43,4 e 68,5 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena muito mais rígida, o índice é de 5,3 mortes por 100 mil habitantes.

O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (21) que o Brasil registrou 41.008 casos de contaminação pelo novo coronavírus e 1.367 mortes por Covid-19 confirmadas nas últimas 24 horas.

O total já chega a 81.487 mortes e 2.159.654 casos pelo novo coronavírus no país desde o início da pandemia.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

 

Dólar é cotado a R$ 5,2097 nesta quarta-feira

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,3039.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta quarta-feira (22), está cotado no valor de R$ 5,2097. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 5,4169.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,3039.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

 

 

Paraíba registra 1.164 novos casos de covid-19 nesta terça; total de mortos chega a 1.558 e 68.844 infectados

O índice de Isolamento Social foi de apenas 41,3%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

A Paraíba registrou 1.164 novos casos de Covid-19 e 41 óbitos confirmados desde a última atualização, sendo 04 deles ocorridos nas últimas 24 horas. De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira (21), 68.844 pessoas já contraíram a doença, 25.028 já se recuperaram e 1.558 faleceram. Até o momento, 202.723 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

  • Casos Confirmados: 68.844
  • Casos Descartados: 78.605
  • Óbitos confirmados: 1.558
  • Casos recuperados: 25.028
  • Total de municípios: 221

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 50%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 54%. 

Em Campina Grande, estão ocupados 39% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 65% dos leitos de UTI para adultos.  

O índice de Isolamento Social foi de apenas 41,3%, considerado baixo em  relação à meta de 70% e à mínima de 50%. 

Os casos confirmados estão distribuídos por 221 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (46); Aguiar (22); Alagoa Grande (651); Alagoa Nova (222); Alagoinha (622); Alcantil (29); Algodão de Jandaíra (4); Alhandra (481); Amparo (13); Aparecida (50); Araçagi (412); Arara (150); Araruna (194); Areia (233); Areia de Baraúnas (8); Areial (37); Aroeiras (139); Assunção (31); Baia da Traição (362); Bananeiras (114); Baraúna (122); Barra de Santa Rosa (33); Barra de Santana (73); Barra de São Miguel (31); Bayeux (1169); Belém (554); Belém do Brejo do Cruz (16); Bernardino Batista (4); Boa Ventura (2); Boa Vista (62); Bom Jesus (8); Bom Sucesso (9); Bonito de Santa Fé (8); Boqueirão (243); Borborema (7); Brejo do Cruz (179); Brejo dos Santos (17); Caaporã (867); Cabaceiras (40); Cabedelo (2166); Cachoeira dos Índios (57); Cacimba de Areia (7); Cacimba de Dentro (103); Cacimbas (41); Caiçara (321); Cajazeiras (1045); Cajazeirinhas (13); Caldas Brandão (137); Camalaú (1); Campina Grande (9196); Capim (131); Caraúbas (31); Carrapateira (28); Casserengue (169); Catingueira (17), Catolé do Rocha (215); Caturité (66); Conceição (190); Condado (105); Conde (567); Congo (42); Coremas (81); Coxixola (16); Cruz do Espírito Santo (249); Cubati (65); Cuité (138); Cuité de Mamanguape (89); Cuitegí (251); Curral de Cima (20); Curral Velho (1), Damião (7); Desterro (45); Diamante (4); Dona Inês (60); Duas Estradas (47); Emas (16); Esperança (355); Fagundes (73); Frei Martinho (5); Gado Bravo (77); Guarabira (2955); Gurinhém (307); Gurjão (19); Ibiara (24); Igaracy (4); Imaculada (32); Ingá (645); Itabaiana (901); Itaporanga (75); Itapororoca (455); Itatuba (232); Jacaraú (185); Jericó (5); João Pessoa (18002); Joca Claudino (2); Juarez Távora (226); Juazeirinho (133); Junco do Seridó (32); Juripiranga (347); Juru (16); Lagoa (4); Lagoa de Dentro (87); Lagoa Seca (517); Lastro (15); Livramento (59); Logradouro (112); Lucena (247); Mãe d’Água (16); Malta (32); Mamanguape (1848); Manaíra (9); Marcação (139); Mari (779); Marizópolis (13); Massaranduba (255); Mataraca (146); Matinhas (65); Mato Grosso (10); Matureia (25); Mogeiro (116); Montadas (36); Monte Horebe (3); Monteiro (201); Mulungu (259); Natuba (47); Nazarezinho (18); Nova Floresta (39), Nova Olinda (10); Nova Palmeira (40); Olho D´Água (36); Olivedos (54);  Parari (5); Passagem (30); Patos (2207); Paulista (81); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (30); Pedras de Fogo (1146); Pedro Régis (35); Piancó (112); Picuí (148); Pilar (225); Pilões (62); Pilõezinhos (193); Pirpirituba (168); Pitimbu (551); Pocinhos (86);  Poço Dantas (4); Poço de José Moura (4); Pombal (247); Prata (3); Princesa Isabel (48); Puxinanã (222);  Queimadas (768); Quixaba (26); Remígio (192); Riachão (45); Riachão do Bacamarte (199);  Riachão do Poço (63); Riacho de Santo Antônio (20); Riacho dos Cavalos (8); Rio Tinto (754); Salgadinho (13); Salgado de São Felix (163); Santa Cecília (49); Santa Cruz (19); Santa Helena (17); Santa Inês (32);  Santa Luzia (187); Santa Rita (1800); Santa Terezinha (47); Santana de Mangueira (5); Santana dos Garrotes (10); Santo André (12); São Bentinho (35); São Bento (961); São Domingos do Cariri (41);  São Francisco (28);  São João do Cariri (78); São João do Rio do Peixe (132); São João do Tigre (5); São José da Lagoa Tapada (36); São José de Caiana (32); São José de Espinharas (12); São José de Piranhas (99); São José de Princesa (1); São José do Bonfim (53); São José do Brejo do Cruz (5); São José do Sabugi (183); São José dos Cordeiros (13); São José dos Ramos (173); São Mamede (35); São Miguel de Taipu (91); São Sebastião de Lagoa de Roça (158); São Sebastião do Umbuzeiro (5); São Vicente do Seridó (43); Sapé (716); Serra Branca (107); Serra da Raíz (14); Serra Grande (8); Serra Redonda (167); Serraria (85); Sertãozinho (82); Sobrado (152); Solânea (246); Soledade (116); Sossego (8), Sousa (930); Sumé (131); Tacima (99); Taperoá (54); Tavares (50); Teixeira (107); Tenório (14); Triunfo (29); Uiraúna (36); Umbuzeiro (59); Várzea (11); Vieirópolis (4); Vista Serrana (3), Zabelê (16).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM,e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 21/07, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Dos 41 óbitos registrados, 5 deles ocorreram nas últimas 48h e os demais entre 05 de maio e 18 de julho. Sobre o local do óbito, 24,4% aconteceram em hospitais privados e 75,6% em hospitais públicos.  

Mulher, 84 anos, residente em Cabedelo. Hipertensa, portadora de doença hepática. Início dos sintomas em 14/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/07/2020. 

Mulher, 74 anos, residente em Guarabira. Hipertensa. Início dos sintomas em 03/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/07/2020. 

Homem, 81 anos, residente em Itapororoca. Início dos sintomas em 03/07/2020. Sem informação de comorbidade. Foi a óbito em hospital público no dia 20/07/2020.

Mulher, 83 anos, residente em Mamanguape. Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas em 04/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/07/2020. 

Mulher, 92 anos, residente em Santa Rita. Tabagista, portadora de cardiopatia e doença pulmonar. Início dos sintomas em 25/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/07/2020. 

Homem, 73 anos, residente em Bayeux. Diabético, portador de cardiopatia. Início dos sintomas em 10/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/07/2020. 

Mulher, 80 anos, residente em Mamanguape. Portadora de cardiopatia e síndrome de down. Início dos sintomas em 12/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/07/2020.

Mulher, 76 anos, residente em São João do Rio do Peixe. Início dos sintomas em 11/07/2020. Portadora de cardiopatia. Foi a óbito em hospital público no dia 18/07/2020.

Homem, 51 anos, residente em Lagoa Seca. Cardiopata e ex-tabagista. Início dos sintomas em 02/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/07/2020. 

Homem, 74 anos, residente em Queimadas. Portador de doença neurológica. Início dos sintomas em 09/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 17/07/2020. 

Mulher, 83 anos, residente em Cuitegi. Hipertensa e diabética. Início dos sintomas em 01/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/05/2020.

Homem, 74 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético e obeso. Início dos sintomas em 19/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/07/2020.

Mulher, 95 anos, residente em João Pessoa. Portadora de doença renal. Início dos sintomas em 25/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/07/2020.

Mulher, 92 anos, residente em Bayeux. Diabética e portadora de doença neurológica e renal. Início dos sintomas em 04/07/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 15/07/2020.

Homem, 68 anos, residente em João Pessoa. Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas em 19/06/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 13/07/2020.

Homem, 77 anos, residente em Guarabira. Portador de doença neurológica. Início dos sintomas em 10/06/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 12/07/2020.

Mulher, 75 anos, residente em Casserengue. Diabética, portadora de doença renal e respiratória. Início dos sintomas em 19/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 10/07/2020.

Mulher, 66 anos, residente em Manaíra. Hipertensa. Início dos sintomas em 06/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 09/07/2020.

Mulher, 79 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa e diabética. Início dos sintomas em 30/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 07/07/2020.

Homem, 54 anos, residente em João Pessoa. Cardiopata. Início dos sintomas em 15/05/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 03/07/2020.

Homem, 83 anos, residente em João Pessoa. Cardiopata. Início dos sintomas em 28/06/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 02/07/2020.

Mulher, 79 anos, residente em João Pessoa. Portadora de doença neurológica. Início dos sintomas em 22/05/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 02/07/2020. 

Menina recém nascida, 42 dias, residente em Jericó. Portadora de displasia óssea. Início dos sintomas em 26/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 30/06/2020. 

Homem, 74 anos, residente em João Pessoa. Início dos sintomas em 25/06/2020. Ex-tabagista. Foi a óbito em hospital público no dia 30/06/2020.

Homem, 54 anos, residente em Campina Grande. Diabético e portador de cardiopatia. Início dos sintomas em 14/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 29/06/2020. 

Homem, 71 anos, residente em Ingá. Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas em 27/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 27/06/2020. 

Mulher, 80 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa, cardiopara e portadora de doença respiratória. Início dos sintomas em 31/05/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 21/06/2020.

Mulher, 27 anos, residente em Serra Branca. Início dos sintomas em 14/06/2020. Portadora de doença neurológica. Foi a óbito em hospital público no dia 20/06/2020.

Homem, 68 anos, residente em Damião. Hipertenso. Início dos sintomas em 24/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/06/2020. 

Mulher, 68 anos, residente em Pedras de Fogo. Diabética. Início dos sintomas em 13/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 16/06/2020. 

Mulher, 28 anos, residente em Campina Grande. Início dos sintomas em 01/06/2020. Cardiopata e gestante de alto risco. Foi a óbito em hospital público no dia 15/06/2020.

Homem, 65 anos, residente em Quixaba. Hipertenso. Início dos sintomas em 24/04/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 14/06/2020. 

Homem, 55 anos, residente em Cabedelo. Cardiopata e imunossuprimido. Início dos sintomas em 12/06/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 12/06/2020. 

Homem, 71 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, obeso e portador de doença neurológica. Início dos sintomas em 13/05/2020. Foi a óbito em hospital privado no dia 12/06/2020.

Mulher, 85 anos, residente em João Pessoa. Início dos sintomas em 14/05/2020. Diabética. Foi a óbito em hospital privado no dia 04/06/2020.

Homem, 63 anos, residente em Pitimbu. Diabético. Início dos sintomas em 23/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 04/06/2020. 

Homem, 59 anos, residente em Cabedelo. Hipertenso Início dos sintomas em 18/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 27/05/2020. 

Mulher, 65 anos, residente em Lagoa Seca. Início dos sintomas em 16/07/2020. Diabética. Foi a óbito em hospital público no dia 27/05/2020.

Homem, 54 anos, residente em Gado Bravo. Cardiopata. Início dos sintomas em 08/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 26/05/2020. 

Homem, 79 anos, residente em Cabedelo. Hipertenso. Início dos sintomas em 03/05/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/05/2020. 

Mulher, 70 anos, residente em Santa Rita. Diabética. Início dos sintomas em 23/04/2020. Hipertensa, portadora de cardiopatia. Foi a óbito em hospital público no dia 06/05/2020.

 

 

Operação policial investiga cinco cidades de PE

G1/PE

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou, hoje, a Operação Locatário, que cumpre mandados em endereços de empresários e agentes públicos nas cidades do Recife e de Olinda, Paulista, Surubim e Sairé. As três primeiras ficam no Grande Recife; e as duas últimas, no Agreste. Um dos alvos é o prefeito de Paulista, Júnior Matuto (PSB), que foi afastado do cargo.

A investigação foi iniciada em julho de 2019 com o objetivo de apurar a participação deles na prática dos crimes de dispensa indevida de licitação, peculato, uso de documento falso, associação criminosa e lavagem de dinheiro. A operação foi uma das duas ações policiais deflagradas hoje, que resultaram no afastamento do prefeito Júnior Matuto (PSB).

Segundo o delegado Diego Pinheiro, responsável pelas investigações, a Polícia Civil recebeu informações do Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e do TCE de indícios de irregularidade numa dispensa de licitação para contratar imóveis para prédios públicos.

“A imobiliária foi criada logo após as eleições para a prefeitura e verificamos que houve um investimento do dono da imobiliária em imóveis em Paulista. Logo em seguida, um secretário solicitou à prefeitura exatamente esses imóveis para serem locados e usados como postos de saúde da família e como casas de acolhimento dos médicos cubanos. Também verificamos que o responsável é amigo pessoal do prefeito”, disse o delegado.

Houve, ainda superfaturamento nos aluguéis desses imóveis. A irregularidade foi constatada pelo TCE.

“O valor pago pela prefeitura à empresa era muito acima do valor de mercado. No caso mais grave, a diferença chegou a 1200%. O imóvel que custava R$ 2 m

Na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada no início da noite de hoje (20), consta que foram registradas 632 novas mortes por covid-19 entre ontem (19) e hoje, totalizando 80.120. O balanço apresenta também 20.257 novos casos confirmados de covid-19 nas últimas 24 horas. No total, 2.118.646 pessoas foram diagnosticadas com a covid-19 no Brasil desde o início da pandemia e 1.409.202 se recuperaram da doença.

De acordo com o Ministério da Saúde, 629.324 pacientes estão em acompanhamento. Há ainda 3.946 óbitos em investigação.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,8%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 38,1. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1008,2.

Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número diário registrado tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais registro de mortes por covid-19 são: São Paulo (19.788), Rio de Janeiro (12.161), Ceará (7.185), Pernambuco (6.036) e Pará (5.538). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Mato Grosso do Sul (228), Tocantins (299), Roraima (431), Acre (465) e Amapá (515).

Os estados com mais casos confirmados desde o início da pandemia são: São Paulo (416.434), Ceará (147.566), Rio de Janeiro (141.005), Pará (139.396) e Bahia (123.292). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Mato Grosso do Sul (16.337), Tocantins (17.898), Acre (17.462), Roraima (25.686) e Rondônia (29.801).

Mais de 1 milhão de pessoas se cadastraram para testes clínicos

A vacina chinesa contra o novo coronavírus, chamada de CoronaVac, começará a ser testada em voluntários brasileiros a partir de hoje  (21). A vacina será aplicada em 890 voluntários da área da saúde do Hospital das Clínicas, na capital paulista.

A vacina é aplicada em duas doses. A primeira delas começa a ser aplicada amanhã. A outra dose será aplicada após 14 dias. Os pesquisadores do Hospital das Clínicas vão analisar os voluntários em consultas que são agendadas a cada duas semanas. A estimativa é concluir todo o estudo da fase 3 de testes em até 90 dias.

Ao todo, os testes com a CoronaVac serão realizados em nove mil voluntários em centros de pesquisas de seis estados brasileiros: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. A pesquisa clínica será coordenada pelo Instituto Butantan e o custo da testagem é de R$ 85 milhões, custeados pelo governo.

Os testes serão acompanhados por uma comissão de pesquisadores internacionais, que terão acesso à plataforma científica para observar o andamento e garantir transparência em todo o processo.

Caso seja comprovado o sucesso da vacina, ela começará a ser produzida pelo Instituto Butantan a partir do início do ano que vem, com mais de 120 milhões de doses, o suficiente para vacinar cerca de 60 milhões de brasileiros. 

“A partir do fechamento do estudo, que deve acontecer em setembro, entramos na fase de acompanhamento, que é muito contínua. A qualquer momento, a partir daí, poderemos ter a  abertura parcial do estudo que indique a sua eficácia. Se esse estudo for concluído antes do final deste ano – e essa é uma expectativa real – poderemos ter essa vacina disponível para a população brasileira já no início do próximo ano”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.

Segundo o governador de São Paulo, João Doria, a vacina, caso seja aprovada, será destinada a todos os brasileiros. “Isso será feito através do Sistema Único de Saúde, universal e gratuito a todos os brasileiros. O Instituto Butantan terá todo o domínio da tecnologia. É isto que prevê o acordo com o laboratório Sinovac.”

As doses da vacina chegaram nesta madrugada no Aeroporto Internacional de Guarulhos. Esta vacina contra o coronavírus é desenvolvida pela Sinovac, sediada na China, e tem parceria com o Instituto Butantan. A carga inicial com 20 mil doses da vacina está aguardando liberação pela alfândega. Depois disso, o medicamento será inspecionado na sede do instituto. Em seguida, será distribuída aos 12 centros de pesquisa que serão responsáveis pelo recrutamento, aplicação e acompanhamento dos voluntários.

“Hoje é um momento histórico para a ciência brasileira. Chegaram em São Paulo, nesta madrugada, 20 mil doses da vacina CoronaVac, e agora elas seguem para a sede do Instituto Butantan. E a partir de amanhã, começam a ser testadas”, falou Doria.

CoronaVac

A CoronaVac é uma das vacinas contra o novo coronavírus em fase mais adiantada de testes. Ela já está na terceira etapa, chamada de “etapa clínica”, onde é feita a testagem em humanos. O laboratório chinês já realizou testes do produto em cerca de mil voluntários na China nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra as proteínas do vírus.

A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos inofensivos do vírus. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. No teste, metade das pessoas receberão a vacina e metade receberá placebo, uma substância inócua e sem efeitos químicos. Os voluntários não saberão o que vão receber. Esse método de testagem é chamado de “testagem cega”, e permite saber se há realmente efeitos físicos e químicos no uso da medicação ou se a melhora acontece simplesmente por ação do organismo.

O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, está bastante otimista com o sucesso da CoronaVac. “Podemos ter aqui no Brasil a primeira vacina a ser usada em massa. E em termos temporais, isso é muito favorável. Estamos no meio de uma epidemia, temos muitos casos e esse é o cenário ideal para testarmos essa vacina”, afirmou.

Aplicação da vacina

Os voluntários para o teste começaram a ser recrutados na semana passada, com o lançamento de uma plataforma pelo governo paulista onde eles puderam se inscrever. Apenas profissionais da saúde que ainda não tiveram a doença e que atuam com pacientes diagnosticados com covid-19 poderão participar. Para atender aos critérios, esses profissionais da saúde não poderão ter outras doenças e nem estar em fase de testes para outras vacinas. As voluntárias também não poderão estar grávidas.

Segundo o governo paulista, mais de 1 milhão de pessoas se inscreveram na plataforma para participar dos testes.

Agência Brasil

De acordo com informações divulgadas neste domingo (19), já foram feitos 1.046 testes de diagnóstico entre os funcionários da empresa e pessoas que tiveram contato com os trabalhadores nos últimos dias.

Com os números relacionados ao abatedouro, o índice de infecções semanais na região subiu para 41,13 por 100 mil habitantes. (Foto: REUTERS/Paulo Whitaker)

A Alemanha registrou mais um surto de infecções pelo novo coronavírus, dessa vez em um abatedouro de aves na cidade de Lohne, localizada no estado da Baixa Saxônia, na região central do país, em que há 66 casos positivos.

De acordo com informações divulgadas neste domingo, já foram feitos 1.046 testes de diagnóstico entre os funcionários da empresa e pessoas que tiveram contato com os trabalhadores nos últimos dias.

Com os números relacionados ao abatedouro, o índice de infecções semanais na região subiu para 41,13 por 100 mil habitantes.

O máximo considerado para estabelecer medidas restritivas mais rígidas, em determinada localidade, é de 50 por 100 mil pessoas por semana, o que indica que Lohne já está perto do limite.

Até o momento, no entanto, o surto é menor do que foi registrado na cidade de Gütersloh, também em um abatedouro de animais, que deixou mais de 1.500 infectados. Por causa disso, uma população de 640 mil habitantes foi confinada novamente.

A Alemanha registrou, segundo o Instituto Robert Koch, mais de 201,3 mil casos de infecção, além de 9.083 mortes em decorrência da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus.

Lewis Hamilton mostrou porque é o piloto que mais vezes largou na frente na história da Fórmula 1. O inglês da equipe Mercedes não só fez hoje (18), em Budapeste, o melhor tempo do treino oficial do Grande Prêmio da Hungria, como estabeleceu o novo recorde da pista. O tempo de 1min13s447 garantiu ao hexacampeão a 90ª pole position da carreira.

A Mercedes comandará a primeira fila da largada na prova deste domingo (19), já que o finlandês Valtteri Bottas, 107 milésimos atrás do companheiro, fez o segundo melhor tempo do treino. Na sequência das Flechas de Prata, como são conhecidos os carros da escuderia alemã, estará a dupla da Racing Point: o canadense Lance Stroll sairá em terceiro, melhor posição de largada dele na carreira, e o mexicano Sérgio Peres, em quarto. A dupla da Ferrari virá na terceira fila, com o alemão Sebastian Vettel em quinto e o monegasco Charles Leclerc em sexto.

“Trabalho com um grupo incrível de pessoas e Valtteri não me dá moleza. [Para superá-lo] é preciso ter absoluta perfeição e o qualificatório é uma das coisas que mais gosto”, disse Hamilton, após o treino.

“Eu sabia que seria disputado e estamos realmente em um nível forte como time. Lewis fez realmente um bom trabalho. Tenho certeza que a primeira volta será interessante”, afirmou Bottas.

Na primeira fase do qualificatório (Q1), que reuniu os 20 carros que largarão amanhã, a Racing Point foi o destaque, com Peres e Stroll anotando os melhores tempos e Hamilton em quarto, entre as McLarens do espanhol Carlos Sainz e do inglês Lando Norris.

Na segunda parte do treino, com os 15 pilotos mais velozes do Q1, o hexacampeão fez a melhor marca, seguido por Bottas, pelo holandês Max Verstappen, da Red Bull, e por Leclerc, que, até os segundos finais, sequer estava entre os 10 melhores tempos.

Destaque negativo

O destaque negativo do treino foi Alexander Albon. Mesmo a bordo da Red Bull, um dos carros mais potentes da categoria, o tailandês sequer chegou à terceira fase do qualificatório (Q3), com os 10 carros mais velozes da primeira meia hora. Ele largará em 13º, registrando, no Q2, um tempo quase um segundo inferior ao de Verstappen, companheiro de equipe – o holandês sairá em 7º, na quarta fila, ao lado de Norris.

O GP da Hungria, terceiro da edição deste ano do Mundial de Fórmula 1, terá largada às 10h10 (de Brasília) deste domingo no circuito de Hungaroring. Após duas etapas, o campeonato tem Valtteri Bottas como líder, com 43 pontos, seguido por Hamilton (37) e Norris (26). Já entre os construtores, a Mercedes soma 80 pontos – 41 de vantagem para a McLaren, segunda colocada. A Red Bull é a terceira, com 27 pontos.

Recordes

A temporada 2020 tem sido marcada pela caça de Lewis Hamilton a recordes de Michael Schumacher. O principal deles, que só poderá ser atingido ao final do campeonato, é o de maior vencedor da Fórmula 1 – o inglês, com seis títulos, pode igualar a marca do alemão, heptacampeão.

Outros feitos, porém, pode vir ao longo do ano, um deles neste domingo. Se ganhar na Hungria, será a oitava vitória de Hamilton no circuito, o que o tornaria o maior vencedor de uma mesma prova ao lado de Schumacher, que cruzou a linha de chegada do Grande Prêmio da França oito vezes à frente dos rivais. Além disso, o triunfo em Hungaroring seria o 86ª da carreira do inglês, que ficaria a cinco dos 91 conquistados pelo alemão.

Supremo envia à PGR notícia-crime contra Damares Alves

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, pediu ‘a prisão de governadores e prefeitos’ em reunião ministerial.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Foto: Reprodução)

O Supremo Tribunal Federal enviou à Procuradoria-Geral da República (PGR) notícia-crime protocolada contra a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, pela declaração sobre pedir ‘a prisão de governadores e prefeitos’, dita durante a polêmica reunião ministerial do dia 22 de abril, que precedeu à renúncia do ex-ministro Sérgio Moro. A medida é praxe, e caberá à Procuradoria optar se prossegue ou arquiva o pedido.

Durante o encontro, a ministra afirmou que ‘o Brasil vive hoje a maior violação de direitos humanos da história do País nos últimos trinta anos (sic)’. “A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão [a] processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos”, afirmou.

Após a divulgação da reunião, Damares informou pela assessoria do ministério que defendia a prisão para administradores públicos que tivessem violado direitos de pessoas que furaram as regras de isolamento social. Em abril, uma apoiadora do presidente Jair Bolsonaro que foi detida em Araraquara (SP) após se recusar a deixar uma praça e desobedecer recomendações da Guarda Municipal. A mulher também agrediu uma agente.

A notícia-crime enviada pelo Supremo é assinada pelo advogado Ricardo Schmidt. Segundo ele, Damares ‘proferiu grave ameaça aos Poderes dos Estados’.

“A ora noticiada Damares Regina Alves deve ser denunciada pela prática do crime capitulado no artigo 18 da Lei nº 7170, por flagrantemente ter tentado impedir, com emprego de grave ameaça, o livre exercício dos Poderes dos Estados, no caso a atuação de governadores e prefeitos, inclusive ameaçando de prisão os supramencionados agentes públicos”, afirmou.

‘Boiada’

Além de Damares, o Supremo enviou à PGR na semana passada notícia-crime contra o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por declarações ditas na mesma reunião ministerial.

Na ocasião, Salles disse que o governo federal deveria aproveitar a ‘oportunidade’ da pandemia do novo coronavírus para ‘ir passando a boiada’ em regulações ambientais. Após a divulgação das imagens, o ministro disse que estava defendendo a flexibilização de normas, dentro da legalidade.

O pedido foi apresentado pelos senadores Randolfe Rodrigues e Fabiano Contarato, ambos da Rede, a deputada federal Joênia Wapichana, do mesmo partido, e o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ).

Os parlamentares destacaram que ‘as palavras e o contexto demonstram claramente, em alto e bom som, a intenção do Sr Ministro do Meio Ambiente de afrouxar, de maneira sorrateira, as normas estatais relacionadas ao meio ambiente, aproveitando-se de um momento tão crítico da história da saúde pública nacional’.

Jornalista de 78 anos e apresentador do programa ‘O Pulo do Gato’, na Rádio Bandeirantes, lutava há dois anos contra um enfisema pulmonar

José Paulo de Andrade, um dos maiores ícones do radiojornalismo de São Paulo, morreu na manhã desta sexta-feira (17) aos 78 anos. Ele lutava contra um enfisema pulmonar há dois anos e estava internado desde o dia 7 no Hospital Albert Einstein, após ser diagnosticado com o novo coronavírus (covid-19). Ele trabalhava há 57 anos na Rádio Bandeirantes, onde apresentava desde 1973 o jornal matinal O Pulo do Gato.

Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo, José Paulo começou a carreira no início da década de 60, na Rádio América, e chegou à Rádio Bandeirantes em 1963, como locutor esportivo, repórter de campo e comentarista. Ainda participou de debates políticos na televisão e apresentou os jornais Titulares da Notícia, Jornal Gente, Jornal de São Paulo, Rede Cidade, Band Cidade e Entrevista Coletiva. Também interpretou o Zorro no programa As Aventuras do Zorro, em 1969.

O Grupo Bandeirantes divulgou uma nota de pesar nas primeiras horas da manhã. “Com uma voz firme, amplo conhecimento político-econômico, são-paulino fanático e um dos maiores formadores de opinião do Brasil, José Paulo tinha um coração gigante e um caráter ímpar. Com 57 anos de Rádio Bandeirantes, José Paulo de Andrade deixará um legado indiscutível, um vazio enorme e muitas saudades”, diz a nota.

Milton Neves, colega de rádio, também homenageou o radialista: “Zé Paulo fez TV e tudo no rádio: narrou, foi repórter volante, comentarista e grande analista político. Obrigado por tudo, Zé Paulo!”.

Pernambuco confirmou, nesta quinta-feira (16), mais 1.131 casos da Covid-19 e 64 mortes, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Com isso, o estado passou a contabilizar 76.091 infectados pelo novo coronavírus e 5.836 óbitos, números que começaram a ser registrados no início da pandemia, em março.

De acordo com a SES, do número de confirmações no boletim desta quinta-feira (16), 962 são casos leves, de pacientes que não precisaram ser internados em hospitais, que estavam na fase final da doença ou curados. Os outros 169 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag). Do total de 76.091 registros da Covid-19, 21.653 são graves e 54.438 leves.

Dos 64 óbitos confirmados nesta quinta (16), 46 ocorreram entre o dia 24 de abril e o domingo (12). As outras 18 mortes aconteceram entre a segunda-feira (13) e a quarta-feira (15). Os detalhes epidemiológicos, como local dos óbitos e faixa etária e comorbidades das vítimas, devem ser divulgados à noite pelo governo estadual.

No boletim desta quinta, a SES informou que “a melhor forma de analisar a evolução e a curva de transmissão da doença é a partir das datas de ocorrência dos óbitos e pelas datas de notificação dos casos” e que “a análise pelos dados dos informes diários não é indicada, já que, por vezes, há o acúmulo, ou a falta de notificações, que são feitas pelas secretarias municipais, unidades de saúde e laboratórios”.

Sendo assim, segundo o governo, ao longo das últimas semanas, Pernambuco “vem observando uma tendência de queda dos casos e dos óbitos pela Covid-19” e “as análises apontam uma redução em todos os indicadores na comparação entre as semanas epidemiológicas 27 (28/06 a 04/07) e 28 (05 a 11/07)”.

G1 Petrolina/Foto: Reprodução

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