Mundo

Uma empresa de tecnologia sediada na Califórnia e financiada pelo fundador do Google, Larry Page, construiu o Flyer, um “drone para humanos” que acomoda um passageiro e usa dez propulsores movidos a bateria para voar até 3 metros acima da água.

Segundo a Kitty Hawk, o Flyer é pilotado a partir de um joystick. E, qualquer pessoa leva, em média, 15 minutos para aprender a pilotar o modelo. O equipamento já foi testado mais de 25 mil vezes em um centro de 100 treinamento em Las Vegas.

Kitty Hawk anunciou que o veículo é “o primeiro passo para tornar os voos parte da vida cotidiana”.

Embora a velocidade padrão do drone humano seja de aproximadamente 32 Km/h, o engenheiro-chefe do projeto, Todd Reichert, garante que ela pode alcançar até 160 Km/h. Mas, para atingir tal velocidade, um paraquedas embutido seria necessário para frear o modelo.

No entanto, de acordo com as regras da Administração Federal de Aviação (FAA), por ser um veículo “motorizado”, o Flyer precisa atender a requisitos específicos, como não pesar mais de 115 Kg ou viajar mais rápido que 63 Km/h. Ele também só pode ser pilotado durante o dia e longe de aeroportos.

Ano passado, o CEO da Kitty Hawk, Sebastian Thrun, disse que o Flyer deve chegar ao mercado em 2023. Ele é uma das duas apostas da empresa para compradores ousados, e embora ainda não tenha divulgado preços, já está aceitando pedidos de reserva.

Detalhes do Flyer

Tipo de Máquina:  Aeronave Pessoal;

Poder:  Inteiramente elétrico;

Capacidade: Uma pessoa;

Limite de altura: Até 10 metros da superfície da água;

Decolagem e aterrissagem vertical:  Alimentado por 10 propulsores independentes;

Vida útil da bateria:  A duração da bateria dependerá do peso do participante, fatores ambientais e velocidade de avanço;

Tempo de voo:  12-20 minutos (a 32 Km/h).

Um Airbus A321 da Ural Airlines, com 226 passageiros e 7 tripulantes a bordo, fez um pouso de emergência nesta quinta-feira (15) em um milharal na região de Moscou, após colidir com um bando de pássaros, informaram autoridades russas.

O Ministério da Saúde da Rússia informou que 23 pessoas, incluindo nove crianças, ficaram feridas e foram hospitalizadas.

A aeronave colidiu com a revoada de pássaros logo depois de decolar do aeroporto de Jukovki, nos subúrbios de Moscou, às 3h20 (horário de Brasília), informou a agência russa de transporte aéreo federal (Rosaviatsia) em um comunicado.

O destino do voo era Simferopol, a principal cidade da península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Várias aves “atrapalharam a operação dos motores” e a tripulação decidiu fazer um pouso de emergência, diz a nota.

O pouso em um milharal, localizado a 1 km da pista, foi feito sem o trem de pouso.

O Comitê de Investigação da Rússia vai apurar o incidente.

Em busca de conhecimento para desenvolver novos negócios, universitários de vários estados que desenvolvem startups inovadoras em diversas áreas no Startup Summit

O governo pretende encaminhar ao Congresso Nacional, até o final do ano, o Marco Legal de Startups, iniciativa que cria normas e práticas para o setor. A expectativa do Ministério da Economia é que o projeto de lei seja encaminhado até setembro.

“Acreditamos que será uma alavanca para que o Brasil se torne um dos países mais inovadores do mundo. Quando comparamos o novo marco legal com o ambiente de startups em outros países, estamos aproveitando as melhores lições, e indo além. O Brasil vai se tornar uma grande potência de startups global”, disse o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, em entrevista à Agência Brasil. Ele proferiu palestra no Innovation Summit Brasil – 2019, evento que debate, em Florianópolis, o ecossistema brasileiro de ciência, tecnologia e inovação.

O marco legal é um projeto realizado pelos ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em parceria com a sociedade civil. “O marco legal foi produto de uma construção que teve a participação de 160 pessoas, e que foi colocado em consulta pública, tendo recebido 711 contribuições, com mais de 4 mil sugestões de alterações. Por isso, estamos no momento de sistematizar essas contribuições para encaminhá-lo ao Congresso Nacional no segundo semestre”, disse Igor Nazareth, subsecretário de Inovação do Ministério da Economia.

Segundo Nazareth, o marco legal estuda a melhora do ambiente de negócios, com propostas de simplificação para que as startups se tornem sociaedade anônima (S.A.) e possam receber recursos, com diminuição da burocracia e redução de custos. Também foram objetos de trabalho, a facilitação de investimentos, as compras públicas e a atração de talentos para as startups.

“Hoje temos algumas leis dispersas que tratam do tema e trazem alguns avanços. Mas o que estamos fazendo é trazer tudo isso para aperfeiçoar o que diz respeito às startups e colocar no mesmo marco legal. Não estamos trabalhando só com leis. O projeto será encaminhado ao Congresso, mas também estamos trabalhando com decretos e instruções normativas. O objetivo do trabalho e do marco legal é identificar as barreiras que dificultam o crescimento e desenvolvimento das nossas startups e propor instrumentos e políticas para apoiar seu crescimento e desenvolvimento”, afirmou Nazareth.

Emprega+

O secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que participou do evento, disse que, até setembro, o governo pretende lançar o Emprega+, um programa que de qualificação de capital humano que tem como objetivoa elevação da taxa de emprego no país. Segundo Costa, a data de lançamento do programa ainda não foi definida porque parte dele será feita em conjunto com o Sistema S. “Mas estamos em fase final de negociação”, disse.

O programa é baseado em três instrumentos. “Primeiro, vouchers principalmente para aqueles que estão desempregados, para que treinem e voltem a se qualificar para o mercado de trabalho. Também temos os chamados contratos de impacto social, em que contratamos empresas para que elas qualifiquem as pessoas e as coloquem no mercado. As empresas ganham de acordo com o sucesso em recolocar essas pessoas. E também programas específicos, desenhados junto com as empresas para qualificarem as pessoas no futuro.”

Agência Brasil

Temor de recessão global faz dólar fechar acima de R$ 4

As divulgações de dados econômicos ruins na China e na Alemanha provocaram turbulências nos mercados financeiros de todo o planeta. No Brasil, o dólar comercial fechou acima de R$ 4 pela primeira vez desde maio, e a bolsa de valores chegou a ficar abaixo dos 100 mil pontos em alguns momentos do dia.

A moeda norte-americana encerrou esta terça-feira (14) vendida a R$ 4,04, com alta de R$ 0,074 (1,86%) em apenas um dia. Na maior cotação desde 23 de maio (R$ 4,047), a divisa acumula valorização de 5,83% em agosto.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,94%, aos 100.258 pontos. Por volta das 16h, o indicador chegou a ficar abaixo da barreira de 100 mil pontos, mas o ritmo de queda estabilizou-se nos minutos finais de negociação.

Mercados

Os mercados financeiros globais registraram fortes movimentos de fuga após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) na Alemanha recuou 0,1% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior. Os dados indicam que a maior economia da Europa está à beira da recessão.

Na China, segunda maior economia do planeta, a produção industrial cresceu 4,8% em julho sobre o mesmo mês do ano passado. Esse é o menor ritmo mensal de crescimento desde fevereiro de 2002. Influenciada pela queda nas compras de automóveis, as vendas no varejo na China cresceram 7,6% em julho, menos que o esperado.

Na Europa, a bolsa de Londres caiu 1,42%, a de Frankfurt recuou 2,19%, e a de Paris teve retração de 2,08%. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, caiu 3,05% nesta quarta-feira (14). Perdas nos mercados de países desenvolvidos fazem os investidores retirarem dinheiro de mercados emergentes, como o Brasil.

Giammattei, do partido Vamos, promete combater a insegurança com ações como reviver a pena de morte e tratar as gangues violentas do país como terroristas.

Eleito, Giammattei enfrentará um desafio depois da Guatemala ter assinado um tratado impopular com Washington. (Foto: Reprodução)

CIDADE DA GUATEMALA, GUATEMALA (FOLHAPRESS) – O conservador Alejandro Giammattei foi eleito neste domingo (11) o novo presidente da Guatemala, segundo declarou o tribunal eleitoral do país. 

Giammattei, do partido Vamos, promete combater a insegurança com ações como reviver a pena de morte e tratar as gangues violentas do país como terroristas.

A candidata rival, a social-democrata Sandra Torres, do partido Unidade Nacional da Esperança (UNE), admitiu a derrota para seu rival conservador. 

Eleito, Giammattei enfrentará um desafio depois da Guatemala ter assinado um tratado impopular com Washington. 

Ele disse, neste domingo (11), que quer pensar sobre o que pode ser feito para alterar o acordo firmado pela atual administração de Jimmy Morales no fim de julho, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Guatemala com a taxação sobre as remessas de dinheiro e o aumento das tarifas sobre exportações.

A Guatemala aceitou o acordo para se tornar o que Washington chamou de “terceiro país seguro”, onde os imigrantes solicitarão asilo em vez de permanecer nos EUA.
Segundo autoridades americanas, aqueles que chegarem aos EUA sem ter solicitado asilo na Guatemala serão devolvidos ao país da América Central.

A Guatemala integra, junto a El Salvador e Honduras, o Triângulo do Norte, faixa territorial marcada pela violência de facções criminosas –as chamadas “maras”.

Em contrapartida, segundo o governo guatemalteco, parte do acordo estabelece um convênio para dar vistos de trabalho no setor agrícola a cidadãos dos países centro-americanos, um programa que poderia ser ampliado para os setores de construção e serviços.

As autoridades locais negam que o pacto migratório transformará o país em uma prisão americana. 

Um motor fundamental da economia da Guatemala são as remessas dos migrantes nos EUA. No ano passado, atingiu-se a marca histórica de quase 9,3 bilhões de dólares. 

Antes da eleição do domingo, os dois candidatos haviam criticado o acerto. Na época, Giammattei o chamou de “más notícias”, dizendo que a Guatemala não está pronta para lidar com um potencial salto no número de imigrantes pedindo asilo. 

Levantamento feito pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) mostra que as profissões ligadas à tecnologia estarão entre as mais promissoras, pelo menos nos próximos cinco anos. No período, ocupações que têm a tecnologia como base não só motivarão a abertura de novos postos de trabalho como exigirão a requalificação de parte da mão de obra hoje disponível.

Realizado para subsidiar a oferta de cursos da instituição, o Mapa do Trabalho Industrial indica que, até 2023, o Brasil terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em ocupações industriais para fazer frente às mudanças tecnológicas e à automação dos processos de produção.

Segundo o Senai, a demanda por profissionais qualificados dos níveis superior e técnico deverá criar vagas de trabalho para trabalhadores qualificados a exercer funções pouco lembradas há algum tempo. É o caso de ocupações como condutores de processos robotizados, cujo número de vagas a entidade calcula que aumentará 22% – contra um crescimento médio projetado para outras ocupações industriais da ordem de 8,5% no mesmo período.

Além dos condutores de processos robotizados, as maiores taxas de crescimento do nível de ocupação deverão ocorrer entre pesquisadores de engenharia e tecnologia (aumento de 17,9%); engenheiros de controle e automação, engenheiros mecatrônicos e afins (14,2%); diretores de serviços de informática (13,8%) e operadores de máquinas de usinagem CNC (13,6%).

Divulgado hoje (12), o Mapa do Trabalho 2019-2023 mostra que, entre as áreas que mais vão demandar formação profissional estão a metalmecânica (1,6 milhão vagas), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentícia (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil), energia e telecomunicações (359 mil).

O topo do ranking por área, no entanto, deverá ser liderado pelas chamadas ocupações transversais, compreendidas como aquelas cujos profissionais estão aptos a trabalhar em qualquer segmento, como pesquisadores e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais. Neste segmento, o Senai estima a criação de 1,7 milhão de vagas nos próximos cinco anos. Técnicos de controle de produção; de planejamento e controle de produção; em eletrônica; eletricidade e eletrotécnica e em operação e monitoração de computadores estão entre as 20 ocupações transversais que mais exigirão formação entre 2019 e 2023.

A demanda por qualificação prevista inclui o aperfeiçoamento de trabalhadores que já estão empregados e, em parcela menor (22%), aqueles que precisam de capacitação para ingressar no mercado de trabalho. Essa formação inicial inclui a reposição em vagas já existentes e que se tornam disponíveis devido à aposentadoria, entre outras razões.

O Mapa ainda indica que os profissionais com formação técnica terão mais oportunidades na área de logística e transporte, que exigirá a capacitação de 495.161 trabalhadores. A metalmecânica precisará qualificar 217.703 pessoas. De acordo com especialistas responsáveis pela elaboração do estudo, a área de logística destaca-se, entre outros fatores, pela necessidade de aumentar a produtividade por meio da melhoria dos processos logísticos.

O Mapa do Trabalho Industrial é elaborado a partir de cenários sobre o comportamento da economia brasileira e dos seus setores, projetando o impacto sobre o mercado de trabalho e estimando a demanda por formação profissional com base industrial (formação inicial e continuada), e serve como parâmetro para o planejamento da oferta de cursos do Senai.

Agência Brasil

A jovem Nayara Emanuela dos Santos Silva, de 22 anos, saiu da residência de sua mãe, na cidade de Petrolândia, no Sertão de Itaparica, na manhã deste último sábado (10), com o proposito de pegar uma lotação com destino a cidade de São José do Egito, no Sertão do Pajeú.

Mas a família teve informações que a mesma não chegou a cidade de destino.

A família esteve na Delegacia de Polícia Civil de Petrolândia para registrar o desaparecimento, onde foram orientados a cumprir o prazo de 48 horas, para registrar a ocorrência. Nesta segunda-feira (12) completa-se o prazo, e não tiveram notícias.

A família pedi a quem tiver informações, entrar em contato com os  seguintes contatos: (87) 9  9952-5733 (irmã), (87) 9  9610-2641 (mãe) ou (87) 9  9630-7729 (tio Alexandre Sertão)

143 kg de maconha são apreendidos em Cabrobó

Foto: Divulgação/Polícia Militar

Policiais militares da 2ª CIPM apreenderam, na noite desse sábado (10), nove sacos grandes com maconha que totalizavam 143,35 kg. O entorpecente foi encontrado dentro de um veículo, na BR 428, na saída de Cabrobó.

O efetivo realizava rondas pela Operação Saturação, em combate aos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) e Contra o Patrimônio (CVP), quando percebeu um veículo em atitude suspeita. O motorista, não obedeceu a ordem de parada, tentou fugir e acabou colidindo com um animal na via.

Após o carro parar, o condutor desceu e fugiu entrando na caatinga. Várias diligências foram realizadas, mas até o momento ninguém foi preso. Durante a abordagem ao veículo, os PMs encontraram todo o entorpecente, que foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil para serem tomadas as medidas cabíveis.

Procurador também tentou intimidar Alexandre de Moraes a votar pela prisão em segunda instância

Após a morte de Teori Zavascki, Michel Temer indicou Alexandre de Moraes, então ministro da Justiça, para a vaga de Zavascki no Supremo. “Um ano depois, o ministro tornou-se alvo de uma investida dos movimentos coordenada por Dallagnol após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região confirmar, em janeiro, a condenação do ex-presidente Lula no processo do triplex do Guarujá”, revelam as novas mensagens da Vaza Jato, na reportagem de Rafael Neves e Rafael Mora Martins.

“Em meio às especulações sobre a provável prisão do petista, circulou a informação de que o Supremo estudava permitir o cumprimento da pena só após a condenação ser ratificada Superior Tribunal de Justiça, a terceira instância. As atenções então voltaram-se para Moraes, o único no STF que ainda não havia emitido voto sobre o assunto”, aponta o texto. Confira abaixo um dos diálogos:

Três dias após a confirmação da sentença de Lula, Dallagnol expôs sua preocupação à procuradora Thaméa Danelon:

27 de Janeiro de 2018 – Chat privado

Deltan Dallagnol – 20:41:03 – Tamis, qto à execução provisória, temos que deixar mais caro pro Alexandre de Moraes mudar de posição

Thaméa Danelon – 20:41:26 – Claro

Danelon – 20:41:31 – O q vc sugere?

Danelon – 20:41:49 – Eu vi q vc replicou um tt de uma cidadã.

Danelon – 20:41:54 – Vou replicar

Dallagnol – 20:43:56 – Temos que reunir infos de que no passado apoiava a execução após julgamento de SEGUNDO grau e passar pros movimentos baterem nisso muito

Dallagnol – 20:44:09 – Deixar cara a mudança

Danelon – 20:44:16 – Ok. Eu posso passar para os movimento.

Danelon – 20:44:31 – Para o Vem pra Rua e Nas Ruas

Dallagnol – 20:44:33 – Mostrar que a mudança beneficia Aécio e PSDbistas do partido a que vinculado

Danelon – 20:44:43 – Ótimo

Danelon – 20:44:58 – Eu lembro q ele se manifestou favorável a segunda inst

Dallagnol – 20:45:00 – Que vão perder foro neste ano provavelmente

Danelon – 20:45:06 – Mas não lembro como ele declarou isso

“Se por causa da pressão ou não, certo é que poucos dias depois, em 6 de fevereiro, Alexandre de Moraes fez o que Dallagnol, Danelon e o Vem Pra Rua desejavam: votou a favor da execução da pena do deputado federal João Rodrigues, do PSD de Santa Catarina, que havia tido uma condenação pela Justiça Federal confirmada em segunda instância”, informam os repórteres. 

A carta é intitulada “Lula não foi julgado, foi vítima de uma perseguição política”, e cita as revelações do jornalista Glenn Greenwald.

Um manifesto de juristas estrangeiros pede ao Supremo Tribunal Federal que liberte o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e anule suas condenações. A íntegra da carta está disponível no site do Instituto Lula.

No perfil que mantém no Twitter, o instituto faz uma série de comentários a respeito do teor do manifesto e se posiciona contra o juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça, dizendo que “Não há Estado de Direito sem respeito ao devido processo legal. E não há respeito ao devido processo legal quando um juiz não é imparcial, mas atua como chefe da acusação”.

A carta é intitulada “Lula não foi julgado, foi vítima de uma perseguição política”, e cita as revelações do jornalista Glenn Greenwald e do site The Intercept, em parceria com outros veículos, as quais “estarreceram todos os profissionais do Direito. Ficamos chocados ao ver como as regras fundamentais do devido processo legal brasileiro foram violadas sem qualquer pudor. Num país onde a Justiça é a mesma para todos, um juiz não pode ser simultaneamente juiz e parte num processo.”

O Instituto Lula afirma que espera que as autoridades brasileiras tomem as providências “para identificar os responsáveis por estes gravíssimos desvios de procedimento”. E continua: “Sergio Moro não só conduziu o processo de forma parcial, como comandou a acusação. Manipulou os mecanismos da delação premiada, orientou o trabalho do MP, exigiu a substituição de uma procuradora com a qual não estava satisfeito e dirigiu a estratégia de comunicação da acusação.”

 

Dólar é cotado a R$ 3,9338 nesta manhã de segunda-feira

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta segunda-feira (12), está cotado no valor de R$ 3,9338 com variação de 5.144%. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 4,09.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 4,41 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 4,6284.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação

O papa Francisco considerou que os dirigentes do mundo devem salvar a Amazônia, onde há muitos interesses em jogo, segundo uma entrevista publicada nesta sexta-feira pelo jornal italiano La Stampa.

A Amazônia, que abrange nove países da América do Sul, “é um lugar representativo e decisivo”, afirmou o papa. “Junto com os oceanos, contribui determinantemente para a sobrevivência do planeta”, recordou o pontífice argentino, que convocou para outubro um sínodo de bispos sobre esse tema no Vaticano.

Francisco denunciou na entrevista os verdadeiros obstáculos que impedem a salvaguarda desse enorme território ameaçado pelo desmatamento, o agronegócio e a indústria madeireira.

“A ameaça da vida das populações e do território deriva de interesses econômicos e políticos dos setores dominantes da sociedade”, resumiu. A reunião no Vaticano é como “um filho da Laudato si’”, detalhou o papa, ao se referir a uma de suas primeiras encíclicas sobre a defesa da natureza.

“Não é uma encíclica verde, é uma encíclica social, que se baseia em uma realidade ‘verde’, a custódia da Criação”, acrescentou.

Durante a conversa, o papa convidou os líderes políticos a eliminar “os próprios conluios e corrupções” para que se concentrem nesses temas. “Devem ser assumidas responsabilidades concretas, por exemplo, sobre o tema das minas ao ar livre, que envenenam a água provocando tantas doenças”, afirmou Francisco, que alertou também sobre a “questão dos fertilizantes”.

Para o papa, “grande parte do oxigênio que respiramos vem de lá. É por isso que o desmatamento significa matar a humanidade”, acrescentou. (AFP).

Campeã olímpica e mundial, a judoca Rafaela Silva, de 27 anos, conquistou nesta sexta-feira (9) a única medalha que faltava no currículo, o ouro dos Jogos Pan-Americanos na categoria para atletas até 57 kg.

A medalha dourada, conquistada após a final contra a dominicana Ana Rosa, completará a coleção de Rafaela, que já tem um bronze (Toronto 2015) e uma prata (Guadalajara 2011) na competição continental.

Ao sair da luta decisiva, Rafaela disse estar muito feliz com o desempenho dela na Lima 2019. “Estou trabalhando e agora preciso manter meu foco, porque isso aqui foi um caminho da minha preparação para o campeonato mundial”, afirmou.

No primeiro confronto do dia, Rafaela encarou a norte-americana Amelia Fulgentes. A judoca brasileira começou a luta mais agressiva e, ao tentar impedir as ações de Rafaela, Amelia foi logo punida com um shido. O cenário voltou a se repetir outras duas vezes e resultou na vitória da campeã olímpica por ippon.

O duelo seguinte de Rafaela, válido pela semifinal do torneio, foi disputado contra a cubana Anailys Dorvigny. Muito superior à adversária, a brasileira precisou de menos de dois minutos para projetar as costas da adversária no tatame, dar um ippon e carimbar a vaga na decisão.

Na final, Rafaela enfrentou a dominicana Ana Rosa, mesma adversária que bateu na semifinal do Campeonato Pan-Americano, em abril. Ao entrar no tatame, a campeã olímpica logo acertou a pegada e tentou projetar as costas da adversária no solo.

Em umas das tentativas, logo conquistou um wasari. Rafaela não se contentou com a vantagem no placar, seguiu firme no combate e logo deu um hippon na adversária para conquistar a medalha inédita na carreira.

 

México detém crianças em centros superlotados, sujos e com doenças

Condições similares a de prisões superlotadas, pulgas e doenças estão entre as principais reclamações dos imigrantes em um centro de detenção na Cidade do México que ainda abriga dezenas de menores dois meses depois de um tribunal decidir que a situação é inconstitucional.   

Sob a ameaça de sanções econômicas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o México intensificou neste ano a detenção de imigrantes, numa tentativa de conter o fluxo de refugiados provenientes da América Central.

Conhecido como Las Agujas, o centro de detenção cercado por paredes com espinhos, no distrito de Iztapalapa, na região leste da Cidade do México, até essa semana ainda abrigava 108 menores, alguns dos quais desacompanhados, disse Jesus Quintana, que monitora o local para o escritório do ouvidor de direitos humanos do México (CNDH).

Em junho, um tribunal julgou ser inconstitucional manter crianças em Las Agujas depois que uma menina guatemalteca de 10 anos morreu sob custódia. O Instituto Nacional de Migração do México (INM), que administra o centro, não recorreu da decisão, mas disse à Reuters que cumpre as leis de proteção aos imigrantes em “todo e qualquer caso”.

Las Agujas faz parte de uma rede de centros que o governo prometeu reformar. A detenção de menores aumentou a preocupação sobre o tratamento dado aos imigrantes pelo governo do México, em sua tentativa de reduzir o fluxo de pessoas para o norte.

“O que eles têm são instalações similares a prisões”, disse Ana Saiz, diretora do Sin Fronteras, um dos quatro grupos de defesa dos imigrantes que acionaram Las Agujas na Justiça após a morte da menina guatemalteca, em maio. “Essa prática (de deter crianças) é contrária aos direitos humanos e ilegal no México.”

O governo disse que a menina, que foi detida junto com sua mãe, morreu sob custódia oficial depois de cair de um beliche no centro, que tem capacidade para 464 pessoas.

Em 10 de junho, um painel de juízes ordenou que Las Agujas deixe de abrigar crianças, em observância a leis de migração e aos direitos dos menores.

Em 24 de julho, uma corte administrativa disse que o diretor de Las Agujas, Miguel Angel Hernandez, descumpriu a ordem judicial, fazendo referência a cinco menores da Índia ainda no centro.

Hernandez disse à corte que ele cumpriu a decisão ao realocar 38 menores identificados pelos grupos que abriram a ação judicial, de acordo com documentos anexados aos autos verificados pela Reuters. O INM disse em 27 de julho que “em nenhum momento deixou de cumprir a decisão do tribunal”.

Em nota, o INM disse que prioriza a união familiar e que menores desacompanhados encontram-se apenas “temporariamente” nos centros.

Os ataques mais violentos

A Constituição americana resguarda o direito dos cidadãos de comprarem armas, porém o texto de 1791 é ambíguo e abre margem para diferentes interpretações. “Sendo necessária uma milícia bem ordenada para a segurança de um Estado livre, o direito do povo a possuir e portar armas não poderá ser violado”, diz o texto da Segunda Emenda. Vale lembrar que a lei foi criada sob o impacto da Revolução Americana (1776), quando muitas milícias civis combateram as tropas do Império Britânico. Além disso, no final do século XVIII o país era outro e, com um número bem reduzido de forças regulares de segurança, os civis tinham de se defender de ataques de criminosos, animais selvagens e de índios.

Mapa dos ataques

O jornal “New York Times” apresentou dados alarmantes sobre o crescimento do número de assassinatos nas metrópoles americanas, após vários anos seguidos de queda. A reportagem cita o exemplo da cidade de Milwaukee, onde 104 pessoas foram mortas este ano, frente a 86 em todo o ano passado. Outras 30 grandes cidades também registraram aumento de homicídios, como Nova Orleans (120 este ano contra 98 em 2014); Baltimore (215 a 138, na mesma comparação); Washington (105 a 73); e St. Louis (136 a 85).

Independente da metodologia adotada, o fato é que os EUA têm anualmente mais de 30.000 mortes por armas de fogo; números que colocam o país na liderança do ranking de violência entre as nações desenvolvidas. As mortes anuais por arma de fogo, incluindo todas as origens (suicídio, assassinatos simples e “mass shooting”) nos EUA superam os óbitos por doenças cardiovasculares e perdem apenas para os falecimentos decorrentes de acidentes de trânsito. Parte dessa tragédia é atribuída por especialistas à facilidade em comprar armas no território americano; o país é líder mundial em número de armas per capita, com mais de 88 para cada 100 habitantes. Nos Estados Unidos, uma em cada três famílias possui uma ou mais armas de fogo em casa, e em 2015 chegou-se ao recorde de 23,1 milhões de armas vendidas, mais do que o dobro de 10 anos atrás.

As razões para o aumento da violência urbana, segundo especialistas, são variadas e díspares. Alguns até mesmo estimam que, com a polícia sob escrutínio público após casos de brutalidade contra negros e minorias, os agentes se tornaram menos severos, estimulando a ousadia dos bandidos. Essa teoria, porém, é rejeitada pela maioria dos estudiosos da violência urbana. Eles são unânimes em citar, como um dos principais fatores, a facilidade de se obter armas de fogo nos EUA, o que tem permitido que conflitos banais, como discussão de trânsito, acabem em morte por tiros.

No mesmo jornal, o colunista Nicholas Kristof trouxe dados que reforçam a avaliação dos especialistas: mais americanos morreram por arma de fogo nos EUA desde 1968 do que nos campos de batalha de todas as guerras na história do país; as crianças americanas são 14 vezes mais propensas a morrer à bala do que as de outros países desenvolvidos, segundo um estudo de Harvard, citado por Kristof.

A facilidade de acesso a armas de fogo nos EUA, classificado por lobistas da indústria bélica como um direito constitucional, está na raiz de crimes de ressonância na mídia, como o assassinato de seis paroquianos negros na Carolina do Sul, em junho, por um jovem branco racista; ou o caso recente do jornalista Bryce Williams, que matou dois ex-colegas de uma TV afiliada à rede CBS em Virgínia, quando faziam uma entrevista ao vivo. Num e-mail enviado à emissora, antes do crime, Williams afirmou que se sentia discriminado no trabalho por ser negro e que comprara a pistola usada no crime por proteção, após o massacre na Carolina do Sul. Como chamou a atenção Kristof, é um exemplo de como a violência com armas tende a se propagar.

No Brasil, onde o Estatuto do Desarmamento impõe restrições, a violência com armas de fogo tem índices de zonas de guerra. Por isso, é importante ficar vigilante às iniciativas da chamada “bancada da bala”, composta por parlamentares ligados à indústria de armas, que vêm tentando criar brechas na legislação.

 

 Bolsonaro afirma que vai privatizar os Correios

Durante a cerimônia de abertura do 29º Congresso Expofenabrave em São Paulo, nesta terça-feira (06), o presidente Jair Bolsonaro, afirmou a uma plateia de empresários que vai privatizar os Correios para “destravar a vida de vocês”.

Segundo o Valor Econômico, o presidente afirmou que mudou sua visão a respeito das privatizações. Ele disse que era estatizante, mas que vem “aprendendo muito” com as pessoas que estão ao seu lado. 

Bolsonaro avaliou que a situação econômica do país ainda é complicada, mas afirmou que já vê sinais de recuperação. 

 

A irmã do atirador, Megan Betts, 22, está entre os mortos. As outras oito vítimas eram três

Uma testemunha, Anthony Reynolds, disse que ouviu tiros que pareciam ter saído de uma arma pesada (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Treze horas separaram dois massacres em duas cidades diferentes dos EUA.

Os moradores de El Paso, no Texas, faziam vigílias em homenagem aos 20 mortos do ataque a tiros realizado no sábado (3), em um Walmart da cidade que faz fronteira com o México, quando uma nova chacina ocorria em Dayton, no estado de Ohio.

Numa ação que durou menos de um minuto, um atirador matou nove pessoas e feriu outras 27 na madrugada deste domingo (4), no bairro de Oregon, área histórica da cidade onde há bares, restaurantes e galerias de arte.

De acordo com a prefeita de Dayton, a democrata Nan Whaley, um homem branco identificado como Connor Betts, 24, de Bellbrook, também no estado de Ohio, usava um colete à prova de balas e carregava um rifle potente e munição reserva. Ele atirou em pessoas com idades entre 22 e 57 anos que estavam na rua, em frente a um bar.

“Ele [o atirador] tentou entrar no bar, mas não conseguiu passar da porta”, disse James Wilson, que estava perto do local do ataque e publicou o relato em uma rede social. “Alguém tomou a arma dele e então ele foi baleado [pela polícia] e morreu.”

A irmã do atirador, Megan Betts, 22, está entre os mortos. As outras oito vítimas eram três mulheres e cinco homens. Seis das vítimas eram negras.

O motivo do ataque não foi esclarecido, e a polícia acredita que Betts agiu sozinho.
De acordo com a polícia, o atirador e a irmã chegaram ao local no mesmo carro junto a uma terceira pessoa. Eles se separaram antes do ataque.

A arma usada foi comprada online, de forma legal, de uma loja no Texas e enviada a um revendedor local. O atirador não possuía nenhum antecedente que o impediria de adquirir armas. Seu histórico tinha pequenas infrações de trânsito.

Uma testemunha, Anthony Reynolds, disse que ouviu tiros que pareciam ter saído de uma arma pesada. “Só ‘bum bum bum bum bum’ rápido”, disse. “Eu diria que era uma arma grande. Você não teria isso de nenhuma pistola.”

As mortes em Ohio somam-se a outras 20 do ataque realizado em El Paso no dia anterior, totalizando 29 mortes e 53 feridos em menos de 24 horas.

O saldo é ainda maior se contabilizado o ataque a tiros em Gilroy, na Califórnia, no domingo anterior (28), quando um adolescente de 19 anos invadiu um festival gastronômico, matou três pessoas e deixou outras 12 feridas.

Assim, em uma semana, os EUA assistiram à morte de 32 pessoas em ações que também deixaram 65 feridos.

Desde 1982, 114 massacres com uso de armas ocorreram nos Estados Unidos. Locais de trabalho, escolas e igrejas se acostumaram a testemunhar massacres que, na última década, cresceram em números.

Segundo levantamento realizado pela revista americana Mother Jones, que exclui assaltos e confrontos entre gangues e só considera ataques em lugares públicos com quatro ou mais vítimas, entre 2010 e 2019 ocorreram 63 ataques a tiros nos EUA, mais que o triplo da década anterior –20 episódios, que geraram 171 mortes no total.

Considerando as vítimas dos dois casos deste final de semana, o saldo de 2010 até agora é de 526 mortes, aumento de 207% em relação ao período entre 2000 e 2009.
A cada ataque como os deste final de semana, os EUA retomam o debate sobre restringir a posse de armas, mas as propostas não conseguem avançar.

No país, o lobby da bala, representado pela NRA (National Rifle Association, o lobby pró-armas americano), historicamente faz doações a congressistas –particularmente republicanos– para evitar regulações mais rígidas envolvendo a posse de armas.
Grupos armamentistas dizem que a segunda emenda da Constituição dos EUA dá ao indivíduo direito de manter e de portar uma arma de fogo.

O número estimado de armas (registradas e ilegais) entre os cidadãos varia de 265 milhões a quase 400 milhões –a população americana soma cerca de 328 milhões de habitantes.

A presidente da Câmara dos Deputados americana, a democrata Nancy Pelosi, escreveu em um comunicado que os “senadores republicanos devem parar a obstrução ultrajante e se unir à Câmara para acabar com o horror e o derramamento de sangue que a violência armada inflige todos os dias nos EUA”.

“Não podemos permitir que outra família ou comunidade sofra a dor e a angústia da violência das armas. Nós temos a responsabilidade de agir para o povo a quem servimos.”

No Twitter, o presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump, classificou o ataque em Ohio como “um ato de covardia”. “Sei que estou junto a todos neste país para condenar o ato odioso de hoje. Não existem razões ou desculpas que justifiquem a morte de pessoas inocentes.”

Bolsonaro reafirma que não há fome no Brasil e cita a Bíblia

Em mais uma declaração polêmica, o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que não existe fome no Brasil. Prefaciando com o versículo João 8:32 da Bíblia – “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” -, o chefe do Planalto cita dados do Bolsa Família, BPC e Aposentadoria Rural que, segundo ele, somados geram “R$ 200 bilhões que vão para o bolso dos mais pobres”.

“Logo, se você entender a fome como sistêmica e endêmica, o Brasil não a tem. Osmar Terra, Min da Cidadania”, postou o mandatário no Twitter, referindo-se à declaração do ministro Osmar Terra.

Em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto no dia 19 de julho, Bolsonaro disse que não existe fome no Brasil porque o País é “rico para qualquer plantio”.

“O Brasil é um país rico para praticamente qualquer plantio. Fora que passar fome no Brasil é uma grande mentira. Passa-se mal, não come bem, aí eu concordo. Agora, passar fome, não. Você não vê gente, mesmo pobre, pelas ruas, com físico esquelético, como a gente vê em alguns outros países pelo mundo”, declarou.

Três dias depois, o ministro Osmar Terra defendeu Bolsonaro, dizendo que “problema grave no Brasil é a obesidade e não a fome”.

Um segundo ataque na madrugada deste domingo (4) elevou para 29 o número de mortos em assassinatos em massa neste fim de semana nos Estados Unidos. O criminoso, que foi morto pela polícia, matou 9 pessoas na cidade de Dayton, Ohio. Na tarde de sábado (3), outro atirador fez 20 vítimas em El Paso, no Texas. Ele foi preso pela polícia.

O ataque em Dayton ocorreu pouco depois da 1h da manhã (2h em Brasília) perto de um bar na East Fifht Street, na região central da cidade. O criminoso utilizava uma arma de calibre .223, utilizado pelo exército americano, além de recarregadores.
A polícia confirmou no Twitter que estava nas proximidades do ataque e conseguiu agir rapidamente para conter e matar o suspeito. De acordo com a prefeita de Dayton, Nan Whaley, a polícia levou cerca de 1 minuto

A identidade do autor dos tiros ainda não foi informada, tão pouco o motivo do ataque. A suspeita é de que ele tenha agido sozinho. Em uma entrevista coletiva, o porta-voz da polícia de Dayton informou que o FBI já atua no caso.

Segundo o “The New York Times”, 16 pessoas foram levadas para o hospital Miami Valley, mas não foi dada nenhuma informação sobre o estado de saúde e a situação das vítimas.

Testemunhas

De acordo com a BBC, o ataque ocorreu do lado de fora de um bar chamado Ned Peppers. Em seu perfil no Instagram, o estabelecimento postou uma mensagem em que afirmava que os funcionários do bar estavam seguros.

Uma testemunha disse à BBC que estava próximo ao local, em um show de rap que foi evacuado. “Saímos todos com rapidez e segurança”, disse Jae Williams. “Ficamos todos chocados”.

Tiros no Texas

No sábado (3), um ataque deixou 20 pessoas mortas e 26 feridas na cidade de El Paso, no Texas. Um homem foi detido.

O presidente do México, Andrés Manuel López Obrador, afirmou que entre os mortos há 3 mexicanos. O ministro de Relações Exteriores do país informou que outros 6 mexicanos ficaram feridos no ataque.

As vítimas feridas têm, de acordo com a “ABC News”, entre 2 e 82 anos de idade. As autoridades consulares do Brasil nos EUA estão em contato com a polícia texana, mas não há, até o momento, nenhuma informação de brasileiros entre as vítimas em El Paso. Do mesmo modo, não foi recebida nenhuma consulta de familiares no Brasil sobre o caso.

Trump defende posição contra a China: “Não há inflação

O presidente americano, Donald Trump, afirmou neste sábado, 3, no Twitter, que a China terá condições de pagar as tarifas impostas pelos Estados Unidos a mercadorias do país porque “as coisas estão indo muito bem” para a economia chinesa. Segundo Trump, o país asiático usa a estratégia de desvalorizar a moeda para estimular sua economia – e, portanto, poderia usar parte dessa vantagem para compensar os Estados Unidos.

“Eles estão nos pagando dezenas de bilhões de dólares, possibilitados por suas desvalorizações monetárias e injetando quantias enormes de dinheiro para manter seu sistema funcionando”, disse ele, pelo Twitter. O presidente americano afirmou que, até agora, a economia dos Estados Unidos não sentiu o efeito das tarifas nos preços de produtos no mercado interno. “Não há inflação”, frisou.

No entanto, na sexta-feira, os chineses já avisaram que vão retaliar os americanos, que anunciaram na quinta-feira uma nova onda de tarifas para US$ 300 bilhões em exportações da China.

Neste sábado, também pela rede social, o republicano afirmou que os EUA têm sido procurados por países que desejam negociar pactos comerciais reais, “e não os acordos unilaterais de terror feitos por governos passados”. Trump acrescentou que várias nações querem evitar a imposição de tarifas por Washington.

Rússia

Ainda na questão das tarifas de comércio exterior, os Estados Unidos decidiram isentar a segurança de aviação e a tecnologia de exploração espacial de novas sanções anunciadas na sexta-feira contra a Rússia.

As sanções, anunciadas por Trump após pressão do Congresso pela adoção de uma linha mais dura contra Moscou, têm relação com a tentativa de assassinato por envenenamento do ex-espião russo Sergei Skripal, e de sua filha, no Reino Unido, em 2018. O líder russo, Vladimir Putin, nega envolvimento do governo no crime.

As novas sanções dos Estados Unidos entrarão em vigor em setembro e serão válidas por pelo menos um ano. As barreiras incluem a proibição expressa de itens que possam ser usados na “produção de armas químicas e biológicas”.

As medidas significam ainda que os EUA vão se opor a empréstimos ou outras formas de assistência à Rússia em instituições financeiras internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI), e impedirão que os bancos americanos participem do financiamento da dívida russa em moeda estrangeira.

WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, sacramentou a promessa que fez ao presidente Jair Bolsonaro em março e designou nesta quarta-feira (31) o Brasil como um aliado preferencial extra-Otan.

O comunicado assinado por Trump foi encaminhado pela Casa Branca ao Departamento de Estado, comandado pelo secretário Mike Pompeo.

A designação cabe a países que não são membros da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), mas considerados aliados estratégicos militares dos EUA. 

Segundo o documento, o novo status diz respeito ao controle de exportação de armas. Com isso, o país passa a ter acesso à cooperação militar e transferências de tecnologia com os americanos.

A designação agrada a ala militar do governo brasileiro, porque promete expandir a cooperação entre as forças dos países e a possibilidade de comprar equipamentos com isenções dentro da Lei de Exportação de Armas que rege a venda desses produtos sensíveis. 

O Brasil terá ainda prioridade para receber de graça ou a preço de custo “artigos de defesa em excesso”, equipamentos que não são mais utilizados pela Defesa americana ou em estoque excessivo.

Também será autorizado a participar de algumas licitações do Departamento de Defesa dos EUA, e terá maior facilidade na compra de tecnologia espacial. 

Em março, Trump chegou a dizer que poderia trabalhar para o Brasil se tornar um integrante de fato da Otan e não só um aliado preferencial-, mas isso dependeria de uma aprovação mais ampla organização.

O Brasil foi o 17º país a receber o status desde 1961 e o segundo nas Américas, depois da Argentina. A aliança tem 29 membros, mas nenhum na América Latina ou situado no Atlântico Sul.

Desde o ano passado, a Colômbia goza do status de único sócio global da Otan na América Latina.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, falou nesta terça-feira (30) sobre a indicação de Eduardo Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, para a embaixada do Brasil em Washington.

“Eu conheço o filho dele [Jair Bolsonaro], e eu considero que o filho dele é extraordinário, um jovem brilhante, incrível, estou muito feliz pela indicação”, disse Trump.

Ele completou: “Eu conheço o filho dele e provavelmente é por isso que o fizeram [indicaram]. Estou muito feliz com essa indicação”.

Em seguida, o presidente americano foi perguntado se isso não seria nepotismo, do que ele discordou. “Não, eu não acho que é nepotismo porque o filho ajudou muito na campanha. O filho dele é extraordinário, ele realmente é.”

Por fim, Trump afirmou que não tinha conhecimento da indicação: “Eu acho que é uma grande indicação, eu não sabia disso”.

Um grupo de cerca de 70 católicos formado por sacerdotes, religiosas e leigos foi preso em um prédio do Capitólio dos Estados Unidos, em Washington DC, enquanto protestavam contra a crise migratória que o país enfrenta. A manifestação chamada “Dia da Ação Católica” foi realizada na quinta-feira, 18 de julho, no Russell Senate Office Building e buscava atrair a atenção sobre a situação na fronteira sul dos Estados Unidos, em particular, em relação à a prisão de crianças.

“Sentimos que era o momento de algo mais importante e a necessidade de correr um risco maior para conscientizar os católicos de todo o país”, disse a manifestante Maggie Conley a CNA – agência em inglês do Grupo ACI – durante o protesto.

As ordens religiosas presentes incluíam as Irmãs da Misericórdia, Irmãs do Bom Socorro de Nossa Senhora Auxiliadora, Irmãs Dominicanas da Congregação de Nossa Senhora do Sagrado Coração, jesuíta e frades franciscanos. Havia também vários leigos que não pareciam fazer parte de nenhuma ordem.

Alguns membros do grupo usavam pulseiras amarelas e portavam pôsteres com fotos de crianças migrantes que morreram sob a custódia dos Estados Unidos, bem como a data de sua morte. Durante o protesto, cinco pessoas se sentaram no centro do saguão do edifício formando uma cruz.

Entre os presos, estava Irmã Pat Murphy, de 90 anos, membro das Irmãs da Misericórdia. A religiosa trabalhou na imigração e defesa de migrantes e durante mais de uma década realizou vigílias de oração semanais fora dos escritórios de Imigração e Controle Alfandegário, em Chicago.

Irmã Judith Frikker, das Irmãs da Misericórdia, embora não tenha sido presa, participou em solidariedade com suas irmãs “e, o que é mais importante, com os imigrantes”. Em entrevista à CNA, disse que “os imigrantes, os detidos, suas famílias, especialmente as crianças, estão sendo tratados de uma forma que viola seus direitos humanos”.

A religiosa acredita que a crise na fronteira sul não ocorre por causa da imigração em si mesma, mas devido a como os imigrantes são recebidos no país quando tentam entrar.

“A crise não são as pessoas que entram, a crise é o que está acontecendo com as pessoas quando tentam entrar. Eles procuram viver com dignidade. Muitas pessoas estão buscando asilo e seus direitos estão sendo negados. Temos que agir contra isso”, indicou.

Irmã Judith luta por opções de políticas que abordem a imigração, o processamento de pedidos de asilo e a detenção nas fronteiras sem precisar fazer mudanças na infraestrutura.

A manifestação ocorreu poucos dias depois que o presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (UCSSB), Cardeal Daniel DiNardo, denunciou publicamente a ação do governo de Donald Trump  contra os imigrantes sem documentos, como as fiscalizações abusivas, assim como a limitação de asilo para aqueles que o solicitam..

Segundo a CNN, o governo de Trump apresentou uma regra na segunda-feira, 15 de julho, que poderia limitar drasticamente a capacidade dos migrantes centro-americanos de pedirem asilo caso entrem nos Estados Unidos pelo México, segundo um documento dos departamentos de Justiça e Segurança Nacional.

Esta regra proibiria os migrantes que residiram em um terceiro país de solicitar asilo nos Estados Unidos. Portanto, impediria que os migrantes que passam pelo México possam pedir asilo.

O governo também anunciou uma série de operações para prender imigrantes sem documentos em cidades como Atlanta, Baltimore, Chicago, Denver, Houston, Los Angeles, Miami, Nova York e San Francisco, para depois deportá-los.

Cidades Acessando Blog

Panificadora Samuel
Escola Monteiro Lobato
 

CLICK AQUI E CONFIRA AS FOTOS!

Educação Infantil,

Ensino Fundamental e Médio

(87) 3838.1481 (87) 3838.2246

Siteemonteirolobato.com.br

Dr. Jamildo Carvalho
Desfile Cívico Escola M.L

AABB

Bloco a Onda 2017

Galeria de Fotos!