Mundo

Além do painel com o ator e a criadora, o público presente no auditório pôde assistir em primeira mão cenas e o trailer final da série. (Foto: Reprodução)

O ator, famoso por interpretar o Superman, é o protagonista de “The Witcher”, nova série da plataforma de streaming, que estreará no próximo dia 20.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Henry Cavill, 36, não estava anunciado entre as atrações da CCXP (Comic Con Experience 2019), que acontece em São Paulo, mas cumpriu as expectativas dos fãs e apareceu mesmo assim no painel da Netflix, neste domingo (8). Ele já havia feito uma aparição na edição argentina no sábado (7).

O ator, famoso por interpretar o Superman, é o protagonista de “The Witcher”, nova série da plataforma de streaming, que estreará no próximo dia 20.

A narrativa de drama e fantasia é baseada na série de livros de mesmo nome, escrita por Andrzej Sapkowski, e acompanha Geralt de Rívia, um dos últimos bruxos restantes na Terra.

“Gerald não é um personagem simples, é complicado, ele tem a natureza de uma pessoa carinhosa, mas o mundo acabou o corrompendo”, diz Cavill. Ele explica que os bruxos da série trabalham como mercenários à caça de monstros. “Gerald é especial, ele é tudo que um cavaleiro nobre deveria ser, mas é tratado como vilão por onde passa.”

Quando soube que a plataforma produzia a série, o ator insistiu com seus agentes e os produtores até conseguir o papel do protagonista. Antes, Cavill já havia jogado os jogos da franquia e lido todos os livros do personagem.

“O verdadeiro poder dele é a capacidade de amar, ele vai muito além da capacidade de um bruxo e matador de monstros. Gerald se esforça para ajudar as pessoas”, explica Cavill.

Um dos pontos fortes que a série promete são as cenas de luta. Para a criadora, Lauren Schmidt, elas são diferentes das de outras produções televisivas não apenas pela habilidade técnica da equipe. 

“Qualquer um pode usar espadas, mas quem se importa? A gente sempre fala sobre quem está lutando, por que estão fazendo isso, qual é a história por trás. Não sei se vocês sabem, mas Henry faz todas as cenas ele mesmo, sem dublês.”

Além de Gerald, há outras duas importantes personagens para a trama: Ciri e Jennifer, que possuem laços estreitos com o feiticeiro. “Em termos de contar uma história, se você só tiver um personagem interessante, você vai perder o interesse nele também. Quanto mais complexo eles forem, melhor a interação”, diz Laura.

“Ele tenta evitar ao máximo o relacionamento com Ciri, mas o destino não deixa ele se afastar”, diz Cavill. “Tenho certeza que todo mundo já passou por isso, eles amam se odiar.”

Além do painel com o ator e a criadora, o público presente no auditório pôde assistir em primeira mão cenas e o trailer final da série.

Ambos ator afirmam que a série passa uma mensagem sobre aceitar as diferenças e ter empatia pelas pessoas ao redor. “É fácil ter sentimentos negativos porque você é diferente, mas a verdade é que a gente tem que se amar independente das dificuldades que o mundo nos impuser.”

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TELEVISÃO:

Minissérie ‘O Auto da Compadecida’ será reprisada pela 1ª vez na Globo a partir do dia 7 de janeiro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) vão voltar à tela da Globo. A minissérie “O Auto da Compadecida” (1999) será reprisada pela primeira vez, a partir do dia 7 de janeiro, na emissora. 

Antes, no fim de dezembro, os quatro episódios da produção, baseada na peça teatral homônima de Ariano Suassuna (1927-2014), estarão disponíveis para os assinantes do GloboPlay.

O anúncio foi feito por Selton Mello neste domingo (8) na CCXP (Comic Con Experience 2019), evento de cultura pop que acontece em São Paulo. No fim de novembro, a atriz Virginia Cavendish já tinha revelado por meio de suas redes sociais que a minissérie seria reprisada.

Também presente na CCXP, o diretor Guel Arraes contou que a reexibição da minissérie conta com algumas novidades. Um delas é que todo o material foi remasterizado, o que significa que visualmente foram tirados arranhões e a imagem ganhou mais brilho. Os efeitos especiais também foram refeitos, especialmente, os que mostram o céu do julgamento. Além disso, foi produzida uma abertura nova, que foi apresentada pela primeira vez no evento. 

“É muito doido. O negócio está pronto há 20 anos, e você entra lá e faz de novo uma parte. Isso foi muito bacana. É uma obra que não termina, de certa maneira”, disse Arraes. 

Mello afirmou que Chicó é o personagem mais popular que ele já fez, maior até do que outros trabalhos que ele fez em novelas. “Eu não dou um passo em nenhum lugar do Brasil, que não chegue alguém, não interessa a idade, a classe social, que não venha falar de Chicó. Há 20 anos, Chicó é o contato do público comigo.”

O ator completou que acha ótimo que novas gerações vão poder conhecer esse trabalho e destacou a importância da reprise da minissérie, que tem uma hora a mais que o filme “O Auto da Compadecida”, longa que surgiu em 2000, um ano depois da produção para a televisão. 

“Essa uma hora a mais que tem na minissérie eu já não lembro mais o que é que tem. Eu só lembro que tinha um gato que descome dinheiro. O resto não lembro mais nada, porque a gente se acostumou nesses 20 anos a ver o filme. O que eu acho muito bonito é que a gente vai inaugurar uma nova geração de fanáticos pelo ‘O Auto da Compadecida'”, afirmou o ator.

Ele, então, pediu para o público falar o bordão do Chicó: “Não sei, só sei que foi assim”, gritou a plateia. 

Nascido no interior de Minas e criado em São Paulo, Selton Mello disse que só entendeu como tinha que fazer o sertanejo Chicó, quando pisou em Cabaceiras, na Paraíba, onde foi gravada a minissérie. “Eu e o Matheus sempre falamos isso, que foi quando a gente pisou lá, que a gente começou a ouvir as pessoas falando, o humor delas, a vivacidade delas, ali que a gente entendeu como fazer esses personagens”, contou. 

Para Arraes e Mello, a reprise da minissérie neste momento do Brasil vai cair em um bom momento. O diretor afirmou que ‘O Auto da Compadecida’ é um painel popular do Brasil e pode chamar a atenção de políticos, artistas e empresários para as necessidade do povo brasileiro e nordestino que, apesar de ser desassistido, é “esperto, safo e consegue se divertir, ter humor”. “É uma comédia onde os personagens estão sempre atrás de comida. O que eles querem? A coisa mais básica do mundo: comer. E, no entanto, é muito engraçado. “

No fim, Mello perguntou se tinha alguém de cosplay de João Grilo ou Chicó. “Valoriza-se muito pouco a cultura brasileira”, disse ele, arrancando aplausos da plateia. Não tinha, mas havia uma pessoa com um cartaz da minissérie, e ele prometeu fazer uma foto com o fã. 

Em quatro episódios, “O Auto da Compadecida” conta as aventuras de João Grilo e Chicó, quando no início da década de 1930, eles vão para Taperoá, no sertão da Paraíba. Lá, eles passam a trabalhar e morar com o padeiro Eurico (Diego Vilela). Chicó se torna um dos muitos amantes de Dora (Denise Fraga), a mulher do padeiro.

Rosinha, papel de  Cavendish, é filha de Antônio Morais (Paulo Goulart), um tradicional latifundiário que quer ver a jovem casada com um homem valente e rico. Mas ela se apaixona por Chicó, que não tem dinheiro. João Grilo, porém, vai armar um plano para eles casarem. 

Em 2000, a minissérie foi editada, virou filme e foi para os cinemas, atraindo mais de 2 milhões de espectadores.

Mega-Sena acumula, e próximo prêmio será de R$ 25 milhões 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2214 da Mega-Sena, sorteados na noite de sábado (7). O prêmio acumulado para o próximo sorteio, previsto para a próxima quarta-feira (11), é de R$ 25 Milhões.

As dezenas sorteadas ontem foram 04, 10, 18, 30, 34 e 47.

Os 47 apostadores que acertaram a quina vão receber R$ 41.300,51, e os que fizeram a quadra, e os 3.223 que fizeram a quadra, R$ 805,47.

MUNDO: 

Rapper americano Juice Wrld morre aos 21 anos

Um dos nomes em ascensão do rap americano, Jarad Anthony Higgin, seu nome real, havia desembarcado nesta manhã de um voo vindo da Califórnia (Foto: Reprodução)

(FOLHAPRESS) – O rapper americano Juice Wrld morreu neste domingo (8), aos 21 anos, em um hospital de Chicago após sofrer uma convulsão no aeroporto da cidade americana.

Um dos nomes em ascensão do rap americano, Jarad Anthony Higgin, seu nome real, havia desembarcado nesta manhã de um voo vindo da Califórnia. Segundo a revista Variety, ele teria sangrado pela boca e foi levado ao hospital com vida, mas não resistiu. O relatório médico não informou a causa da morte.

Conhecido pelo hit “Lucid Dreams”, que acumula quase 400 milhões de reproduções no YouTube, o rapper nascido em Chicago havia acabado de completar 21 anos, na última segunda-feira (2).

O rapper começou a carreira com canções publicadas na plataforma SoundCloud, aos 15 anos. Ganhou destaque ao assinar com a gravadora Interscope Records, em 2018, e lançar o primeiro álbum, “Goodbye & Good Riddance”. O single “All Girls Are the Same” chegou ao segundo lugar das paradas americanas.

Misturando elementos do rock e do emo ao hip-hop, ele abordava temas como depressão, morte e abuso de drogas nas letras. Ainda em 2018, dedicou um EP aos rappers XXXTentation, que morreu aos 20 anos em 2018, e Lil Peep, que também morreu aos 21 anos em 2017, por conta de uma overdose.

Sua carreira também incluiu um música original na trilha sonora da animação “Homem Aranha no Aranhaverso”, e uma parceria recente com o grupo de k-pop BTS, Ellie Goulding e Benny Blanco.

Seu último trabalho foi o disco “Death Race for Love”, lançado em meados de 2019. Entre as parcerias, colaborou com artistas como BTS, Ellie Goulding, Panic! at the Disco e Benny Blanco.

O modelo paraibano Ítalo Cerqueira acaba de ser eleito o segundo homem mais bonito do mundo na competição Mister Supranational 2019. Melhor colocação do Brasil em todos os tempos. 

A 4ª edição do concurso de beleza masculino de Mister Supranational foi realizada em Katowice, província de Silésia, na Polônia.  A competição é comandada por Gerhard von Lipinski, da Nowa Scena, sob licença da World Beauty Association gerida por Marcela Lobón. 

O indiano Prathamesh Maulingkar, campeão do ano anterior, passou a faixa para o grande vencedor, o norte americano Nat CrnKovic.

A cerimônia contou com a participação de quarenta (40) candidatos ao título. 

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Prefeitura de Patos (PB) paga gratificações a servidores e folha estoura em 411%

 

A prefeitura de Patos, na Paraíba, estourou a folha de pessoal em 411,44% entre 2008 e 2018, revela auditoria do Tribunal de Contas do Estado. Gastos excessivos, despesas em larga escala e violação à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) marcam as gestões de seis políticos que se sucederam nos últimos anos na gestão municipal.

A auditoria foi publicada em primeira mão pelo repórter Francicleber Souza, do site Patos On Line, e confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Um dado destacado no documento da Corte de Contas informa que em julho de 2019 foram efetivadas contratações em série de 1.069 funcionários sob a rubrica “excepcional interesse público”, para “funções ordinárias”.

“Muitas dessas contratações ocorreram para cargos que facilmente concluímos serem pertencentes a serviços ordinários permanentes” diz o relatório. Entre os admitidos estão apadrinhados dos gestores municipais para preenchimentos de cargos de advogado, coordenador, cozinheiro, digitador, educador físico, encanador, eletricista, motorista, operador de máquina, recepcionista, supervisor, vigia, professor, assistente social, cuidador, médico e outros.

Até julho, os gastos da administração de Patos com os contratados por “excepcional interesse público” chegaram a R$ 12 5 milhões.

Desde 2016, a prefeitura de Patos “vem passando por recorrentes alterações de gestor devido a diversos motivos” – decisões judiciais, renúncias e eleições. Nesse período, seis administradores passaram pelo cargo, dos quais, três apenas no corrente exercício. O relatório cita Francisca Mota (2013/2016), Lenildo Moraes (2016), Dinaldinho Wanderley (2017/2018), Bonifácio Rocha (2018/2019), Sales Júnior (2019) e Ivanes Lacerda (2019).

O Tribunal de Contas apurou que, em 2017, só em gastos com gratificações a servidores, a prefeitura desembolsou R$ 800 mil. De janeiro a setembro de 2019, a prefeitura realizou pagamentos de R$ 2,49 milhões a título de “gratificação adicional” a quase 700 servidores. Em 2018, o montante concedido a esse título chegou a R$ 4,58 milhões.

Os auditores do TCE da Paraíba verificaram que os agentes fiscais tributários deveriam ganhar R$ 10,9 mil, incluindo gratificações, mas a média bate em R$ 15, 1 mil, ou seja, R$ 5,1 mil “acima do máximo legalmente permitido”.

O Tribunal de Contas aponta, ainda, “incorporação indevida de vantagens por servidores municipais”. Os auditores constataram que em vários procedimentos de admissão de servidores apadrinhados “não existe sequer a assinatura da pessoa contratada”.

Defesas – A reportagem pediu posicionamento da prefeitura de Patos via e-mail enviado à Coordenadoria de Comunicação. Também foi solicitada manifestação dos gestores citados no relatório do Tribunal de Contas do Estado. A reportagem tentou ainda contato por telefone. O espaço está aberto para as manifestações.

MUNDO

 

BLOGMARCOSMONTINELLY

Aos 82, Willie Murphy treina todos os dias e pôde usar sua super força para jogar até uma mesa no ladrão, que acabou indo parar no hospital

Um homem invadiu a casa de uma idosa em Rochester, em Nova York, na semana passada, mas calma. Essa não é a uma história comum de invasão.

Na quinta-feira passada (21), enquanto se arrumava para dormir, Willie Murphy, uma senhora de 82 anos, ouviu um homem bater na porta de sua casa e pediu para ela chamar uma ambulância para ele.

Segundo a CNN, a idosa chamou a polícia e disse que não iria deixar o homem entrar na casa. Ele ficou irritado e quebrou a porta.

“Estava meio escuro e eu estava sozinha, e eu sou velha. Mas adivinhe só, eu sou durona”, conta.

Willie Murphy é halterofilista e malha quase todos os dias na academia perto de casa e já ganhou prêmios de levantamento de peso antes.

“Ele escolheu a casa errada para invadir”, diz.

Quando o homem quebrou a porta, ela começou a usar alguns móveis da casa para atacar o homem, como uma mesa da sala.

“Eu peguei a mesa e bati nele. E adivinha? A mesa quebrou”, relembra. Mesmo depois que a mesa quebrou, ela não parou e usou as pernas de metal para continuar batendo no homem.

Ele tentou se levantar, mas foi surpreendido com um novo ataque: a idosa correu para a cozinha e pegou um shampoo de bebê, que jogou no rosto do homem e depois deu vassouradas nele.

Depois da surra, o homem queria ir embora. Mesmo Murphy sendo campeã de levantamento de peso, ela conta que não foi fácil tirar o homem de lá.

“Eu estou tentando ajudar ele a dar o fora da casa, mas ele é muito pesado. Eu não consigo movê-lo. Ele é peso morto”, diz.

A polícia chegou instantes depois do fim da surra e encontraram o homem jogado no chão. A ambulância chegou um tempo depois e o homem foi levado para o hospital.

“Eu acho que ele estava feliz quando o levaram para a ambulância porque eu o mandei para o hospital”, conta, orgulhosa.

 

Londres proíbe Uber de operar nas suas ruas

O órgão que controla o transporte público em Londres, chamado Transport for London (TfL), decidiu nesta segunda-feira não renovar a licença de operador privado da Uber, empresa de tecnologia que oferece serviços de transporte. As autoridades alegaram “falhas” que teriam posto em risco a segurança dos passageiros. A Uber tem 21 dias para recorrer da medida —já anunciou que assim fará— e poderá continuar operando em Londres até uma decisão definitiva.

“O TfL concluiu que não concederá à Uber London Limited uma nova licença de operador privado em resposta à sua última solicitação”, informou o órgão em um comunicado nesta segunda-feira. Segundo essas autoridades, uma mudança no aplicativo permitiu que motoristas não autorizados publicassem suas fotos em contas de outros motoristas, e pelo menos 14.000 trajetos teriam sido feitos nessas condições. O órgão gestor qualifica de “inaceitável” que a empresa norte-americana tenha permitido que os passageiros entrassem em veículos com motoristas que supostamente careciam de carteira de habilitação e seguro. “Identificou-se um padrão de falhas por parte da companhia que inclui várias infrações que puseram os passageiros e sua segurança em risco”, disse a autoridade. “Foram auditados todos os motoristas de Londres nos últimos dois meses”, defendeu-se a companhia.

É a segunda vez que a Uber perde a licença necessária para prestar seus serviços em Londres nos últimos dois anos. Em setembro passado, foi concedida uma prorrogação de dois meses após a expiração de um acordo anterior de 15 meses. A renovação das permissões estavam sujeitas a melhoras na segurança dos passageiros.

Em um dia de turbulência no mercado financeiro, o dólar norte-americano voltou a subir e fechou no maior valor da história. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (25) vendido a R$ 4,215, com alta de R$ 0,022 (0,53%). Foi o maior valor nominal da moeda americana, sem considerar a inflação, desde a criação do real, em julho de 1994.

O dólar chegou a abrir em queda, mas reverteu a tendência ainda nos primeiros minutos de negociação e fechou em alta. Na máxima do dia, por volta das 14h, a divisa foi vendida a R$ 4,219. A moeda acumula valorização de 5,14% no mês. O euro comercial fechou em R$ 4,646, com alta de 0,43%. Essa cotação, no entanto, não está no nível recorde de R$ 4,66, registrado no último dia 18.

Bolsa

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela instabilidade. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia em baixa de 0,25%, aos 108.426 pontos. O indicador interrompeu uma sequência de duas altas seguidas. A bolsa chegou a operar em alta no início da sessão, mas passou a cair no fim da manhã, mantendo o desempenho negativo durante a tarde.

Na manhã de hoje, o Banco Central informou que as contas externas fecharam outubro com déficit de US$ 7,8 bilhões, o pior resultado para o mês desde 2014. O dado indica saída líquida de dólares do país por meio da balança comercial, dos serviços e do pagamento de rendas para o exterior. Menos moeda estrangeira no Brasil pressiona o câmbio para cima

Hoje, autoridades chinesas anunciaram que estão próximas da primeira fase de um acordo comercial com os Estados Unidos. A notícia, no entanto, foi insuficiente para reverter a instabilidade no mercado no Brasil.

Fonte: Agencia Brasil  

​Edição especial é inspirada em Kylo Ren, mas Brasil não está na lista de países que receberão o produto

Tecnologia: 

A edição especial chega às lojas a partir do dia 10 de dezembro, e estará disponível em 15 mercados, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Hong Kong e Espanha. Infelizmente, o Brasil não está na lista (Foto: Reprodução)

Há um mês da estreia de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, a Samsung lança uma edição especial do modelo Galaxy Note 10+ inspirada em Kylo Ren.

O smartphone apresenta um esquema de cores em preto e vermelho, basicamente as cores que remetem ao personagem. Além do aparelho com uma arte especial, há ainda o estojo de carregamento correspondente e os Galaxy Buds (fones de ouvido sem fio). A caneta S Pen ganha a cor vermelha, lembrando obviamente o sabre de luz.

A edição especial chega às lojas a partir do dia 10 de dezembro, e estará disponível em 15 mercados, incluindo Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Hong Kong e Espanha. Infelizmente, o Brasil não está na lista.

Nos EUA, o smartphone será vendido por US$ 1.300,00 na Amazon, Samsung e em algumas lojas Best Buy e Microsoft.

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Tiktok chega a 1,5 bilhão de downloads e já é mais baixado que o Instagram

O TikTok é o único aplicativo que não pertence ao Facebook e que está entre os 5 mais baixados do planeta

​Aplicativo da chinesa ByteDance hoje é o terceiro mais baixado do mundo, atrás apenas do WhatsApp e do Messenger (Foto: Reprodução)

A rivalidade entre TikTok e Instagram parece longe de seu fim. Embora ambos sejam os aplicativos mais populares da atualidade, o TikTok agora alcançou uma grande marca, a de 1,5 bilhão de downloads acumulados na App Store e no Google Play.

O primeiro bilhão foi conquistado em fevereiro desse ano, e de lá para cá, o app conseguiu mais de 600 milhões de downloads. O crescimento é 6% maior do que o de 2018, durante o mesmo período. De acordo com o Business Insider, o TikTok teve um enorme crescimento recente na Índia, que hoje representa 31% dos downloads do aplicativo, seguida pela China, com 11,5%, e pelos Estados Unidos, com 8,2%.

O TikTok ainda não alcançou o mesmo sucesso no Brasil, mas vem crescendo. Recentemente, o Flamengo se tornou o primeiro clube de futebol brasileiro a criar uma conta na rede social para postar conteúdo exclusivo. Algumas semanas depois, o Corinthians seguiu o mesmo caminho. Os dois clubes, vale lembrar, representam as duas maiores torcidas do país, com quase 70 milhões de fãs.

Uma curiosidade é que, hoje, o TikTok é o único aplicativo que não pertence ao Facebook e que está entre os 5 mais baixados do planeta, lado a lado com o próprio Facebook, o Instagram, o Messenger e o WhatsApp – com estes dois últimos ainda a frente do TikTok.

O Facebook já se movimenta para tentar frear o crescimento do rival. Como no passado com o Stories e o Snapchat, a plataforma recentemente iniciou no Brasil os testes de uma nova seção do app chamada Cenas, que tem os mesmos recursos do TikTok e visa competir com a rede social chinesa em seu mercado.

Blogmarcosmontinelly

BRASÍLIA – O WhatsApp informou que baniu mais de 400 mil contas no país durante a campanha eleitoral do ano passado. Em ofício enviado à CPI das Fake News, a empresa disse que os usuários foram derrubados por violarem os termos de uso, o que inclui o disparo de mensagens de maneira automatizada. No documento, o WhatsApp salienta que a análise não levou em conta o conteúdo do que foi enviado, já que o serviço de mensagens é criptografado.

“O WhatsApp proíbe expressamente o uso de qualquer aplicativo ou robô para enviar mensagens em massa ou para criar contas ou grupos de maneiras não autorizadas ou automatizadas”, afirmou a empresa.

As contas foram retiradas do ar entre os dias 15 de agosto, início oficial da campanha, e 28 de outubro, data do segundo turno. O documento foi enviado em resposta a um requerimento do presidente da CPI, o senador Angelo Coronel (PSD-BA).

Um dos indícios usados pela empresa para detectar o processo de automatização está relacionado ao comportamento da conta logo depois de ela ser registrada.

“Por exemplo, se um usuário faz alterações rápidas em seu catálogo de contatos ou os números não são compartilhados reciprocamente entre os usuários, isso pode indicar que um remetente obteve números sem o consentimento do usuário”, destaca o documento.

Segundo a empresa, cerca de dois milhões de usuários são banidos por mês no mundo todo por violarem as regras de uso do aplicativo.

Em outubro do ano passado, uma semana antes do segundo turno da eleição, o WhatsApp divulgou uma nota em que comunicava ter banido “centenas de milhares de contas durante o período das eleições no Brasil”. Na ocasião, no entanto, a empresa não divulgou quantos usuários haviam sido retirados do serviço de mensagens.

No mês passado, durante uma palestra na Colômbia, o gerente de políticas públicas e eleições globais do WhatsApp, Ben Supple, confirmou que a empresa sabe que empresas usaram o aplicativo para enviar mensagens em massa na eleição de 2018.

A ABI (Associação Brasileira de Imprensa) protocolou no STF (Supremo Tribunal Federal) uma notícia-crime contra o presidente da República, Jair Bolsonaro, no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol/RJ).

A petição (íntegra) foi motivada pela informação, dada por Bolsonaro, de que ele e o filho Carlos Bolsonaro pegaram a gravação das ligações da portaria do condomínio Vivendas da Barra, no Rio de Janeiro, onde ambos têm casa. De acordo com o presidente, a ação foi feita para “evitar adulteração do conteúdo”.

O pedido foi encaminhado em 8 de novembro ao presidente do STF, Dias Toffoli e tornou-se público nesta sexta-feira(15). O relator do caso será o ministro Alexandre de Moraes.

A associação afirma que Bolsonaro e Carlos “acessaram, em data ainda imprecisa, por meios impróprios, elementos probatórios de uma investigação criminal sigilosa e em andamento, os quais poderiam elucidar o iter criminis percorrido pelos principais suspeitos do assassinato”.

A ação do presidente e de seu filho 02 “carece de investigação”, segundo a ABI. Diz ainda que “é imperioso verificar quando e de que modo ocorreu o acesso” aos áudios, e também se a Polícia já havia realizado a perícia do material, “o que até o momento segue sem razoáveis esclarecimentos“.

Partidos da oposição (PT, PDT e Psol) já haviam protocolado uma notícia-crime contra Bolsonaro em 5 de novembro. À época, argumentaram que a ação de Bolsonaro ao pegar as gravações trata-se de crime de responsabilidade não só dele, como do ministro Sergio Moro (Justiça e Segurança Pública), além de improbidade administrativa de Moro e do vereador Carlos Bolsonaro. “Trata-se de uma clara tentativa de destruição e/ou manipulação de provas”, completaram.

 

 

Mente pouco:

Apreensões de cocaína em portos brasileiros crescem 50% em 2019, diz Receita Federal

Apreensão de cocaína bate recorde nos portos brasileiros (G1)

As apreensões de cocaína em portos brasileiros aumentaram 50% entre janeiro e outubro de 2019, de acordo com a Receita Federal. Foram 47,1 toneladas apreendidas nos dez meses. O total apreendido em todo o ano de 2018 foi de 31,5 toneladas.

A maior parte da droga foi encontrada nos portos de Santos (18,9 t), Paranaguá (13,5 t), Natal (4,4 t) e Itajaí (3,7 t). Segundo a Receita, os principais destinos eram portos da Holanda, França e Bélgica.

As investigações apontam que dentro dos postos trabalhadores subornados pelos traficantes rompem os lacres e escondem a cocaína nos contêineres – sem o conhecimento das empresas exportadoras.

 

Agentes encontraram 450 kg de droga em duas apreensões, no Porto de Paranaguá, em outubro de 2019 — Foto: Divulgação/RFB

A cocaína é colocada em diferentes tipos de cargas, como de café e produtos químicos.

Para a Receita Federal, o recorde nas apreensões tem a ver com o aumento da produção de cocaína nos países andinos – origem da droga – e também com o treinamento dos agentes que estão preparados para identificar os carregamentos.

A maioria dos portos tem aparelhos de raio-x que identificam cargas suspeitas ainda dentro dos contêineres.

“Todos esses detalhes, como feito, como eles pegaram, como chegaram a essa droga é repassado para as equipes de vigilância e também para o escritório de inteligência”, afirma Gerson Faucz, delegado da Receita Federal.

Com o aperto da fiscalização, as quadrilhas testam novas rotas. A Receita apreendeu cargas de cocaína que iam para Portugal e Itália, países que até agora não estavam no radar da fiscalização.

“A polícia tem que estar sempre se adequando ao estilo dos criminosos e buscando sempre a identificação deles da forma mais rápido possível”, explica Luciano Flores, superintendente regional da Polícia Federal (PF).

O maior símbolo da Guerra Fria caiu em 1989, nas mãos de um povo indignado pela violência de estrangeiros que dominavam o país

BERLIN – CIRCA NOVEMBER 1989: People gather near a part of the Berlin Wall that has been broken down after the communist German Democratic Republic’s (GDR) decision to open borders between East and West Berlin circa November 1989 in Berlin, West Germany. (Photo by Carol Guzy/The The Washington Post via Getty Images)

Germany, Berlin in the night of 1989/12/31 to 1990/01/01 :

Muro de Berlim foi o principal símbolo da Guerra Fria. Depois das ocupações estrangeiras que derrubaram Hitler, a Alemanha teve seu território dividido pelas potências vencedoras da Guerra, que logo sujeitaram esses espaço, e sua população, a um domínio baseado na influência econômica e imposição de um projeto político, seja socialista ou capitalista liberal.

Entre esses diversos atos que ferem o princípio de autonomia dos povos, o principal foi a decisão da URSS em construir um muro bem ao redor de Berlim Ocidental, impedindo a transição entre o mundo capitalista e a Alemanha socialista. O projeto começou a ser erguido em agosto de 1961 e passou por diversos aprimoramentos.

Com a crise do Socialismo Real e a insatisfação popular com as arbitrariedades soviéticas e falta de democracia, além, claro, da indignação gerada pelo impedimento de entrar em contato com parentes e conhecidos que moravam em regiões diferentes da mesma cidade, o povo berlinense se revoltou em 1989 e, com picaretas, cordas, martelos e vontade, eles derrubaram blocos de concreto, consolidando a reunificação alemã.

1. “Muros não são eternos”

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2. Encontro feliz

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7. Empréstimo de martelos para derrubar o Muro

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8. O povo atravessa a recém-derrubada fronteira

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9. Trabalho em equipe

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Saiba mais sobre o Muro de Berlim pelas obras abaixo:

1. Berlim: 1961, de Frederick Kempe – https://amzn.to/2JUD3w6

2. Os túneis: A história jamais contada das espetaculares fugas sob o Muro de Berlim, de Greg Mitchell – https://amzn.to/34D9maR

3. 1989: O ano que mudou o mundo: A verdadeira história da queda do Muro de Berlim, de Michael Meyer – https://amzn.to/2pHRIDT

Group of three smart phone addicted friends in a coffee shop terrace everyone with one cellphone

A cada minuto, 188 milhões de e-mails são enviados, 41 milhões de mensagens de textos são trocadas pelo WhatsApp e FB Messenger, 4,5 milhões de vídeos são vistos no YouTube, 3,8 milhões de buscas são realizadas no Google, 2 milhões de snaps são publicados, 1,4 milhão de perfis são vistos no Tinder, 1 milhão de pessoas se conectam ao Facebook, 390 mil aplicativos são baixados de lojas como Play Store e App Store (Apple) e 87,5 mil pessoas tuítam.

Cerca de 57% da população mundial está conectada, um total de 4,3 bilhões de pessoas, e 45% dos habitantes do planeta usam redes sociais, cerca de 3,5 bilhões de pessoas, conforme o relatório Digital 2019, da empresa We Are Social. Somente o Facebook tem 2,4 bilhões de usuários, enquanto o Google chega a 2,4 bilhões de internautas com o sistema operacional Android e a 2 bilhões com sua plataforma de vídeo YouTube.

 

Esse cenário é resultado de uma história que completou 50 anos na semana passada. No dia 29 de outubro de 1969, um pacote de dados foi transmitido entre computadores de duas universidades diferentes na Califórnia, Estados Unidos. A inovação foi produto de pesquisas feitas por acadêmicos sob os auspícios de uma agência militar do governo daquele país, que criou uma rede denominada Arpanet. Anos depois, em 1973, Vinton Cerf e Robert Khan criaram o protocolo TCP/IP, que seria a base do transporte de informações na rede.

A década de 1980 marcou a introdução de diversas tecnologias fundamentais relacionada à internet no mercado. Foi a fase de difusão de computadores pessoais e portáteis, de roteadores que permitiam a conexão entre diferentes redes e de telefones celulares, que nas décadas seguintes seriam terminais essenciais para a difusão da rede.

Acesso à internet pelo telefone celular popularizou-se a partir da década de 1990

Os anos 1990 consolidaram a internet como se conhece. Em 1991, o centro de pesquisas Cern desenvolveu o modelo da World Wide Web (Rede Mundial de Computadores), calcado no protocolo de transferência de hipertexto (HTTP), a linguagem de marcação de hipertextos (HTML) e na organização de conteúdos em páginas, visíveis por meio de um programa chamado de navegador e acessível por um endereço.

Durante a década, a internet passou a se expandir em diversos países, ganhando diferentes modalidades de conteúdos, bens e serviços, inclusive o comércio eletrônico. Na primeira fase, a relação com os usuários se dá fundamentalmente no acesso a textos, imagens e vídeos em sites. Em 1996, começa a funcionar o serviço de voz sobre IP, permitindo chamadas de voz por outro meio que não telefones fixos ou móveis. Em 1998, é lançado o mecanismo de busca Google.

Na década seguinte, outros tipos de serviços de informação e comunicação ganhariam popularidade. É o caso das redes sociais, com o Friendster, em 2002, o Linkedin, em 2003, e o Facebook, em 2004. No ano seguinte, o audiovisual online ganha impulso com a criação do YouTube, que viria a se tornar a maior plataforma de publicação e consumo de vídeos do planeta. A facilidade de publicação de conteúdo e a participação em redes sociais e fóruns motivou a ideia de uma web 2.0, marcada pela participação e pelo caráter social.

A década de 2010 trouxe a difusão global da internet, a ampliação da sua base de usuários e a consolidação desses grandes agentes, alcançando bilhões de pessoas. O smartphone torna-se o equipamento eletrônico mais difundido do mundo e puxa a expansão e novas formas de conectividade ininterrupta e ubíqua, bem como o acesso a serviços não mais por sites, mas por aplicativos, ou Apps.

Também foi na década atual que diversos problemas eclodiram e puseram em questão a situação da internet. Um dos marcos foram as denúncias do ex-trabalhador da Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos Edward Snowden sobre a existência de práticas de espionagem em grande escala por alguns governos, entre os quais o do seu país, em colaboração com grandes empresas de tecnologia. Em 2017, veio à tona o escândalo da empresa de marketing digital Cambridge Analytica, suspeita de ter usado dados de quase 100 milhões de usuários para influenciar processos políticos, como as eleições nos Estados Unidos e o referendo do Brexit em 2016, além de pleitos em diversos outros países.

O conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e responsável pela primeira conexão TCP/IP no país, Demi Getschko, diz que é preciso separar a internet como estrutura tecnológica das atividades realizadas sobre esta. Os problemas de abuso na exploração de dados e excessos envolvendo o debate público online não estariam relacionados à internet, mas ao que é realizado a partir dela.

Futuro

Segundo o criador do protocolo TCP/IP e hoje vice-presidente de “evangelização da internet” do Google, Vint Cerf, a rede mundial de computadores caminha pa:ra ser “totalmente natural”, utilizada pelos indivíduos sem pensar nela. Cerf diz acreditar que haverá melhora geral tanto nos índices de conectividade quanto nas velocidades, com ampliação do 5G e das redes de fibra ótica.

“Bilhões de aparelhos conectados em rede terão capacidade ainda maior de interatividade para voz, gestos e sistemas de inteligência artificial. Vejo também a expansão da internet interplanetária – quem sabe? Uma coisa é certa: depois de todas as conquistas dos últimos 50 anos, as possibilidades são infinitas”, afirmou, em texto publicado em blog no Google.

Demi Getschko vai em sentido similar e considera que a “naturalização da internet” tende a seguir dinâmica semelhante à da eletricidade, tornando-se tão presente que fique quase imperceptível. No tocante a tentativas de regulação por governos diante dos problemas no ambiente virtual, que vêm se multiplicando nos últimos anos, o conselheiro do CGI lembra que há dificuldades em razão do caráter “sem fronteiras” da rede.

“A internet não tem um país, mas comunidades. É preciso que ver formas de combater ilícitos, que nem sempre são os mesmos nas legislações. Estamos em uma situação em que muitos paradigmas mudam. Temos tendência de ficar muito ansiosos e de tentar remendar. A internet é uma peneira de infinitos furos”, pondera.

Já o professor Sérgio Amadeu destaca que as respostas às crises da internet dependem de medidas concretas, como regular as grandes plataformas digitais. “Não dá para aceitar que elas atuem da forma como atuam, muitas vezes censurando conteúdos do nosso país. E corporações não vão abandonar sua lucratividade. Além da regulação, é preciso esta batalha pela ética, por termos de conduta a partir de debates amplos na sociedade”, defende.

Javier Pallero acredita que o Estado tem papel central, por ser o único com poder de garantir o respeito a direitos humanos no ambiente virtual. Ele ressalta que aí há uma responsabilidade de governos democráticos em fortalecer as práticas democráticas na rede, assegurando regras transparentes e justas e não contribuindo para práticas como a censura de conteúdos.
Outra dimensão, acrescenta Pallero, é qualificar a formação do cidadão para “ser um pensador crítico da internet em um mundo dirigido pela tecnologia e com uma grande dependência disso”.

Agência Brasil

MUNDO:

Carros elétricos: cientistas dos EUA desenvolvem bateria EV que consegue carregar um carro elétrico em cerca de 10 minutos (Nissan/Reprodução)

 

CIÊNCIA:

São Paulo – Um dos problemas mais enfrentados pelos motoristas é o medo do combustível acabar antes de chegarem ao local desejado. Isso costuma ocorrer independentemente do tipo de carro. Mas a preocupação é ainda maior com carros elétricos. Quando a bateria de um carro elétrico chega ao fim, o motorista terá mais problemas para abastecê-lo novamente do que os motoristas de veículos movidos à combustão. Um3carregador comum demora cerca de 8 a 12 horas para abastecer completamente o automóvel.

Uma nova tecnologia, desenvolvida por cientistas da Universidade Penn State, nos Estados Unidos, pode ter achado uma solução para o problema: uma bateria elétrica-voltz, conhecida como EV, capaz de recarregar 100% o carro em cerca de 10 minutos. A bateria, segundo os responsáveis por seu desenvolvimento, consegue aguentar até 2 mil e 500 recargas, o que, em quilômetros, equivalem a cerca de meio milhão de quilômetros andados.

As baterias para carros, que são constituídas de íon-lítio, também são utilizadas em dispositivos eletrônicos como celulares, consoles de videogame ou computadores do tipo notebook. Porém, assim como ocorre nos dispositivos móveis, esse estilo de bateria possui um número limitado de recargas o que faz com que acabem se degradando, o que também é culpa do calor para qual estão expostas, mais rápido do que o usual – e é consideravelmente mais difícil trocar de carro do que trocar de celular ou computador.

A equipe da Penn State, porém, não é a primeira a pensar em um modelo de carregamento extremamente rápido: ele já existe nos EUA e é conhecido como XFC. Mas o tempo mínimo alcançado, até então, havia sido de cerca de 30 minutos por um abastecedor público, que permitia que o automóvel andasse por cerca de 144 quilômetros – e não preenchia a carga totalmente. A nova bateria EV é capaz de fazer com que o veículo ande por cerca de 300 quilômetros com uma carga completa.

A nova bateria, que pode ser considerada um avanço capaz de impulsionar a produção de carros elétricos, também possui limitações: enquanto estão abastecendo os automóveis, não é recomendável que sejam aquecidas a mais de 60 graus Celsius, por ser bastante perigoso e comprometedor para o bom funcionamento dela, além de deixar o processo de carregamento cada vez mais lento.

A equipe, porém, ainda não está satisfeita: os cientistas estão estudando se existe a possibilidade de desenvolver uma bateria EV capaz de carregar um carro em até 5 minutos. O relatório da pesquisa foi publicado na revista Joule.

 

Como não cobram dos usuários, tanto Twitter quanto Facebook ganham mais de 80% de suas receitas com anúncios. Mas a política virou um desafio a essa modelo -blogmarcosmontinelly

 

Os Estados Unidos estão começando um novo ciclo de eleição presidencial, e as redes sociais novamente podem ser protagonistas. No pleito presidencial de 2016, que elegeu Donald Trump presidente em uma época em que poucas pesquisas acreditavam em sua vitória, discussões sobre notícias falsas na internet tornaram-se o grande tema da eleição.

Tentando não fazer a situação se repetir da mesma forma em 2020, Twitter e Facebook, as redes que estiveram no centro do debate em 2016, começam a se mexer. Mas as duas apresentaram neste mês soluções diametralmente opostas para as fake news na política.

O presidente e fundador do TwitterJack Dorsey, anunciou que vai banir anúncios políticos da rede social. Em seu perfil no próprio Twitter, Dorsey afirmou que o alcance de anúncios deve ser “conquistado, não comprado”. “Uma mensagem política conquista alcance quando as pessoas decidem seguir uma conta ou retuítam. Pagar por esse alcance remove essa decisão”, escreveu o executivo.

O comunicado veio semanas depois de o presidente e fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, afirmar o exato oposto: que pensou em banir anúncios políticos do Facebook, mas decidiu não fazê-lo. Em um discurso histórico na Universidade Georgetown em 17 de outubro, ele afirmou que, embora tenha havido ataques de fake news comprovados em países como Irã, Rússia e China, segundo o executivo, suas redes sempre defenderão a “liberdade de expressão”

“Há muito mais anúncios sobre questões [políticas] do que anúncios de eleições. Nós banimos anúncios sobre saúde, imigração ou empoderamento feminino?”, questionou. “Se não vamos banir assuntos sobre esses temas, realmente faz sentido dar a todo mundo uma voz no debate político, menos aos próprios candidatos?”, disse Zuckerberg.

O poder dos anúncios

Como não cobram dos usuários, tanto Twitter quanto Facebook têm em anúncios ou compra de alcance em posts patrocinados mais de 80% de suas receitas. Assim, mexer nesta seara é um vespeiro. As ações do Twitter caíram mais de 3% após o anúncio de Dorsey. A declaração veio dias depois de o Twitter divulgar resultados trimestrais abaixo do esperado no dia 24 de outubro, o que já havia feito a ação cair mais de 20%.

Os posts patrocinados fazem com que uma postagem chegue a mais pessoas e, no geral, o anunciante consegue delimitar seu público — como pessoas de certa idade e moradoras de determinada região. Em um nível cada vez maior de personalização, os social media de empresas ou políticos conseguem até mesmo enviar o conteúdo a pessoas de perfil ideológico específico, como pessoas que curtem determinada página ou determinados assuntos.

Esse tipo de modelo permite que os anúncios sejam mais eficientes, mas, ao mesmo tempo, intensificam as “bolhas” na internet. Se um conteúdo falso for patrocinado, pode terminar chegando a milhões de pessoas, que, caso concordem com o que foi exposto, vão compartilhar a informação com sua rede de amigos e gerar um efeito cascata. Mesmo que a informação seja desmentida depois, é difícil que o estrago seja desfeito.

O efeito cascata ainda pode acontecer com o chamado “alcance orgânico”, sem anúncios, mas em intensidade menor. Dorsey aproveitou o anúncio para mandar uma indireta a Zuckerberg. “Não é digno de confiança para nós dizermos: “Estamos trabalhando duro para as pessoas pararem de jogar com nossos sistemas e espalhar desinformação, maaas (sic) se alguém nos pagar para focalizar e forçar pessoas a ver seus anúncios políticos… bem… eles podem dizer o que quiserem!”, escreveu.

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Tentando incentivar o efeito orgânico de notícias verdadeiras, o próprio Facebook lançou nesta semana nos Estados Unidos uma aba na rede social chamada de “News” (notícias, em inglês), dedicada exclusivamente a notícias de fontes de portais jornalísticos confiáveis e que passaram por curadoria. O Facebook vai pagar pelas notícias de parceiros como o The New York Times, The Washington Post e Business Insider. Ainda não se sabe quando a iniciativa chegará a outros países.

Mas o próprio “Facebook News” foi criticado. Ainda em sua defesa da liberdade de expressão, Zuckerberg também convidou o portal ultraconservador Breitbart para fazer parte do projeto. Em 2016 e durante o governo Trump, o Breitbart espalhou uma série de notícias falsas sobre a campanha da então candidata democrata Hillary Clinton. O homem forte do Breitbart, Steve Bannon, foi chefe de campanha de Trump e só deixou o portal no início de 2018.

No ano que vem, o presidente Donald Trump, do Partido Republicano, tentará a reeleição contra um candidato da oposição do Partido Democrata ainda a definir — que pode ser o ex-vice presidente Joe Biden ou os senadores Bernie Sanders ou Elizabeth Warren. Mas a um ano das próximas eleições, as feridas da anterior ainda mal cicatrizaram. Em 2016, opositores ao presidente apontam que ajudaram Trump a se eleger. O Congresso e a Justiça americana estavam investigando ainda neste ano uma possível interferência da Rússia no pleito, além de haver constantes discussões sobre o que as redes sociais americanas poderiam ter feito para impedir esse cenário. E estudos mostram que o uso de notícias falsas se repetiu, em ambos os lados do espectro político, nas eleições legislativas (as midterms) de 2018.

No ano passado, Zuckerberg foi chamado ao Congresso para explicar o caso da Cambridge Analytica, e a empresa recebeu neste ano uma multa de 5 bilhões de dólares da Free Trade Comission (comissão reguladora dos Estados Unidos) pelo vazamentos de dados.

Facebook e Twitter não são comparáveis em tamanho. O Facebook é usado mensalmente por 2,45 bilhões de usuários no mundo (incluindo as redes Instagram e WhatsApp, que são do mesmo grupo) e faturou no ano passado 56 bilhões de dólares. O Twitter tem pouco mais de 300 milhões de usuários e 3 bilhões de dólares em faturamento em 2018. Contudo, analistas apontam que a ação do Twitter pode pressionar Zuckerberg a apresentar novas propostas para o comportamento do Facebook durante as eleições.

E no Brasil?

Nas eleições brasileiras de 2018, que elegeram, além do presidente Jair Bolsonaro (PSL), governadores, senadores e deputados federais e estaduais, um dos principais canais de campanha — mas também de fake news — foi o aplicativo de mensagens WhatsApp.

No Brasil, disparos em massa patrocinados por empresários que teriam favorecido Bolsonaro nas eleições são até hoje investigados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Em uma pesquisa que ficou famosa durante a eleição, um grupo da Universidade de São Paulo e da Universidade Federal de Minas Gerais, em parceria com a Agência Lupa, analisou mais de 300 grupos de WhatsApp sobre política e constatou que 56% das imagens compartilhadas eram falsas ou enganosas. Na ocasião, os pesquisadores publicaram um artigo no jornal americano The New York Times com o título “As fake news estão envenenando a política brasileira. O WhatsApp pode parar isso”. Outra pesquisa, do Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, identificou grupos de família como grande vetor de fake news.

MUNDO:

Luis Lacalle Pou: “não é algo bom que políticos distintos e, neste caso, governantes emitam ou opinem no que pode acontecer ou se passar em um outro país’ – 13/10/2019 (Matilde Campodonico/AP)

Via: VEJA

Candidato de centro direita às eleições do Uruguai, Luis Lacalle Pou repudiou o apoio do presidente Jair Bolsonaro, que havia declarado a sua preferência ao conservador na terça-feira, 29. Lacalle Pou disputa o segundo turno do pleito presidencial no final de novembro contra Daniel Martínez, da Frente Ampla, que governa o país há 15 anos.

À imprensa uruguaia, Lacalle Pou passou um pito em Bolsonaro por sua ousadia. “Não é algo bom que políticos distintos e, neste caso, governantes emitam ou opinem no que pode acontecer ou se passar em um outro país”, afirmou. “Se eu fosse presidente da República e houvesse um processo eleitoral no Brasil, por mais que eu gostasse mais de um do que de outro, asseguro que esperaria os resultados (eleitorais), pois, ganhe quem ganhar, é com ele que tenho que me dar bem”, concluiu.

Na terça-feira, 29, Bolsonaro havia defendido a oposição, representada por Lacalle Pou, à Frente Nacional, de esquerda, que governa o país desde o início de 2015. “(O Partido Nacional) está mais alinhado com os nossos pensamentos liberais e econômicos”, disse o presidente ao jornal O Estado de S. Paulo. A atitude gerou atrito nas relações bilaterais.

O governo do Uruguai manifestou “desconforto” pelo ato de Bolsonaro, como reportou o jornal El Observador. O ministério das Relações Exteriores uruguaio chegou a convocar o embaixador brasileiro, Antonio Simões, para prestar explicações. A atitude da Argentina, onde Bolsonaro deu apoio explícito à reeleição de Maurício Macri e insultou o seu opositor peronista, Alberto Fernández, vitorioso no pleito, foi oposta. O governo de Macri e tampouco ele, como candidato, aceitaram o suporte do presidente brasileiro.

Política:

PSL repudia fala de Eduardo sobre ‘novo AI-5’: ‘tentativa de golpe’

PSL repudiou na tarde desta quinta-feira, 31, a declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente Jair Bolsonaro e líder do partido na Câmara, a respeito de um possível “novo AI-5” se houver uma “radicalização” da esquerda no país. Em nota assinada pelo presidente da legenda, deputado Luciano Bivar (PE), o diretório nacional da sigla classifica a manifestação como “tentativa de golpe ao povo brasileiro” e diz ser “contra qualquer iniciativa que resulte em retirada de direitos e garantias constitucionais”.

“O Diretório Nacional do Partido Social Liberal, com veemência, repudia integralmente qualquer manifestação antidemocrática que, de alguma forma, considere a reedição de atos autoritários. A simples lembrança de um período de restrição de liberdades é inaceitável”, diz o texto.

O PSL passa por um racha interno entre grupos fieis a Jair Bolsonaro e a Luciano Bivar, que disputam o comando do partido e, assim, o poder sobre seu caixa. Um dos lances na briga, a destituição do ex-líder do PSL na Câmara Delegado Waldir (GO), teve Eduardo como figura central. Uma gravação mostrou Bolsonaro articulando pessoalmente a tomada de assinaturas para tirar Waldir do posto e substituí-lo pelo filho, que depois de uma guerra de listas acabou ficando no posto.

A nota do PSL afirma ainda que, na sigla, “a democracia não é negociável”. “Não podemos permitir que sejam abalados pilares democráticos caros, como a tolerância, a prática de aceitar o contraditório, as críticas e o trabalho importante da imprensa, que deve ser livre, sem amarras de qualquer tipo”.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro quer saber quem, na casa de Jair Bolsonaro, liberou a entrada do policial Élcio Queiroz, em seu condomínio, no dia da morte de Marielle Franco. “Os investigadores estão recuperando os arquivos de áudio da guarita do condomínio para saber com quem o porteiro conversou naquele dia e quem estava na casa 58”, informa reportagem publicada na Folha de S. Paulo.

“O principal suspeito de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, o sargento aposentado da Polícia Militar, Ronnie Lessa, reuniu-se com outro acusado, o ex-policial militar Élcio Queiroz, no condomínio Vivendas da Barra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. É o mesmo local onde o presidente Jair Bolsonaro tem uma casa. A reunião ocorreu no dia do crime, em 14 de março de 2018. Segundo depoimento de um porteiro do condomínio, obtido pelo programa, Élcio teria dito na portaria que iria à casa de Jair Bolsonaro, que na época era deputado. Segundo veiculado no Jornal Nacional, o livro de visitantes aponta que, às 17h10, Élcio informou que iria à casa de número 58. O porteiro disse no depoimento, no entanto, que acompanhou por câmeras a movimentação do carro no condomínio e que Élcio se dirigiu à casa 66, onde mora Lessa. O porteiro teria ligado novamente para a casa 58; segundo ele, quem atendeu disse que sabia para onde Élcio estava se dirigindo.No depoimento, o porteiro teria dito que, nas duas vezes que ligou para a casa 58, foi atendido por alguém cuja voz julgou ser de Jair Bolsonaro”, informa ainda a reportagem. (247)

MUNDO:

País em ebulição com uma avalanche de protestos em decorrência do aumento de 30 pesos (equivalente a R$ 0,17) no metrô de Santiago, o Chile dá um serviço de qualidade na saúde a 15% da população apenas, de acordo com o professor Dante Contreras, do Departamento de Economia e Negócios da Universidade do Chile e investigador do Centro de Estudos de Conflito.

247 – País em ebulição com uma avalanche de protestos em decorrência do aumento de 30 pesos (equivalente a R$ 0,17) nas tarifas do metrô de Santiago, o Chile precisa lidar com problema que despertam a necessidade de o governo rever o modelo da gestão do neoliberalismo. Na área da saúde, por exemplo, 85% das pessoas não podem pagar pelo serviço.

De acordo com o professor Dante Contreras, do Departamento de Economia e Negócios da Universidade do Chile e investigador do Centro de Estudos de Conflito, o sistema de saúde “segue a lógica da extrema segregação”. “Quem tem dinheiro tem à disposição hospitais  e médicos de primeiro nível. Mas isso representa cerca de 15% da população.  Os 85% restantes utilizam o sistema público, deficitário, que não conta com recursos suficientes”, diz ele em entrevista à Veja.

“O Chile não é moderno como se acredita. Ele tem setores de sua economia e da sociedade que são modernos, mas também áreas extremamente atrasadas. Um país com alta segregação na educação, na saúde e no seu território não pode ser definido como moderno”, afirma.

De acordo com o estudioso, “o Chile está na média de desigualdade da América Latina, que é a região mais desigual do mundo”. “Então é um país de alta desigualdade. Quando você o compara a outros países da OCDE, você se dá conta que é o pior nesse grupo. O 1% mais rico da população concentra 25% da riqueza”, continua.

“Com relação a tendencia da desigualdade, o que observados é que ela está estável. É do tipo estrutural, ou seja, muito difícil. de ser combatido.

Guedes, Bolsonaro, FHC, os grandes jornais burgueses nunca economizaram elogios ao modelo chileno de capitalismo. Guedes em especial está calado. A juventude e os trabalhadores chilenos trincaram seu modelo.

Há muitos anos o Chile é um modelo para a burguesia brasileira. De FHC a Paulo Guedes e Bolsonaro cada um deles já reivindicou entusiasticamente o Chile. A Veja, a Folha, o Estado de São Paulo, a FIESP, cada um deles já dedicou recursos e editoriais em homenagem ao regime herdeiro da sanguinária ditadura de Pinochet. A privatização de tudo, a selvagem retirada de direitos trabalhistas foram conquistadas lá depois de mais de 30mil assassinatos na ditadura. Este era o modelo de capitalismo para o Brasil. A juventude e os trabalhadores do país irmão trincaram o espelho da burguesia brasileira.

Hoje todos os porta-vozes brasileiros do capitalismo chileno olham assustados para o imenso e raivoso condor se levantando além do Aconcágua. Guedes tão falante, tão entusiasta do modelo chileno e de quanto aprendeu por lá, encontra-se irremediavelmente mudo. Bolsonaro faz o que seu intelecto alcança: aponta o dedo para um intergalático complô do Foro de São Paulo.

Acusando fantasmas Bolsonaro revela elementos profundos atormentando sua psique: o pânico diante de um espectro muito mais real a rondar vários países do mundo e em especial a América Latina, o espectro da luta de classes.

O que está acontecendo no Chile?

Semana passada a juventude secundarista tomou de assalto as estações de metrô e as ruas tendo como demanda inicial a denúncia do aumento da passagem deste transporte fundamental na capital do país. Mas a juventude mostrava muito mais que uma demanda pontual relativa a 3% de aumento, expressava o ódio profundo, compartilhado por todos setores oprimidos e pelos trabalhadores, ao capitalismo chileno e a um regime reacionário, herdeiro de Pinochet. O ódio dos alugueis caros, da aposentadoria de miséria, dos salários de fome, da educação e da saúde privatizadas, dos mil e um esquemas de corrupção envolvendo militares e policias, tudo isso motiva os trabalhadores, a juventude e a classe média a ir as ruas.

O governo local tentou aplacar a raiva suspendendo o aumento do metrô e ao mesmo tempo tentando injetar uma dose cavalar de medo: colocaram os tanques e as Forças Armadas nas ruas, decretaram toque de recolher em Santiago, Valparaíso e Antofagasta. Não obtiveram sucesso, as barricadas e os panelaços seguiram na sexta, no sábado, no domingo. Hoje, segunda-feira, enquanto escrevemos esta matéria há notícia de que 20 portos estão fechados pelos trabalhadores, e em várias cidades os operários de braços cruzados juntam-se a professores e jovens em grandes manifestações. O maior sindicato da maior mina de cobre do mundo, anuncia greve a partir de quarta-feira se não for revogada a Lei de Emergência.

Acuado Piñera insiste ainda no mesmo, coloca os militares a distribuírem gás lacrimogênio, bordoadas, tiros, atropelamentos e em resumo a arrancar vidas. Já há nos números oficiais 7 mortos nas manifestações, incluindo um manifestante alvejado com um tiro na cabeça. O governo está pendurado e depende dos militares e de forças externas a si mesmo para manter-se. Sabe que junto dele corre risco todo o regime.

Ao mesmo tempo em que busca manter-se mani militari o aliado de Bolsonaro procura socorro na Ex-Concertación, aliança política que governou o país por várias décadas, com a qual o PT mantém importante aliança, e que foi crucial para dar uma cara moderna e liberal ao país ao mesmo tempo que mantinha intacta toda estrutura econômica, política e militar herdada de Pinochet.

Essa tarde e noite, e nos próximos dias, se poderá medir quanto avança o movimento, se as jornadas revolucionários dos últimos dias avançam e conseguem derrubar Piñera, o que exige superar todos limites das burocracias sindicais e políticas que estão dispostas a negociar com ele, se aparece um desvio como eleições antecipadas como propôs o PC chileno, ou se a combinação de blindagem oferecida pela Ex-Concertación, a selvagem repressão e violenta campanha midiática contra os “vândalos” tem sucesso e isola a chama da juventude do combustível da classe trabalhadora.

O que a burguesia chilena, com ajuda americana, construiu e Guedes tanto gostava?

O capital veio ao mundo escorrendo sangue e lama, afirmava Karl Marx. No Chile ele se refez de forma especialmente sanguinária. Irrigaram a taxa de lucro com o sangue de mais de 30 mil assassinados durante a ditadura. Uma ditadura que Bolsonaro elogiou recentemente.

O golpe militar de 11 de Setembro de 1973, com direito a bombardeio do palácio presidencial, foi vivamente apoiado pelos EUA. O país foi o experimento selvagem de neoliberalismo no mundo. Com as botas militares calavam os trabalhadores e trucidavam todos direitos. É como se o pesadelo de fundir o que há de mais neoliberal em Guedes com o que há de mais reacionário em Bolsonaro ganhasse vida.

É assim que tudo foi privatizado por lá: o cobre, a água, as escolas, a saúde, e até mesmo a previdência. Lá o modelo de capitalização de Paulo Guedes está implementado, aposenta-se a pessoa com o que poupar em um sistema privatizado, a AFP. Resultado: velhinhos morrendo de fome e o mais alto índice de suicídio da América Latina.

Lá a educação é toda paga. Até mesmo as escolas públicas são pagas. É o país dos sonhos de Guedes e Weintraub. Mas desde 2006 a juventude toma as ruas exigindo educação pública e gratuita.

Lá a reforma trabalhista foi selvagem. Mas os trabalhadores mal conseguem pagar alugueis na cada vez mais cara Santiago.

A economia do país cresce a ritmos maiores que quase todos países da América do Sul, empresas como a LanChile que foi propriedade do presidente Piñera até 2010, tornam-se gigantes, engolindo a brasileira TAM para tornar-se a LATAM. O PIB, os lucros crescem, e o povo padece. E toma as ruas.

O espelho neoliberal está quebrado, Guedes está calado

O que era a grande conquista neoliberal é o que motiva o ódio sentido que leva o povo as ruas, os trabalhadores à greve.

Guedes que foi dar aula na Universidade do Chile durante a ditadura, sempre declarou querer copiar tudo de lá. Mas seu espelho neoliberal está quebrado.

Para a juventude, para os trabalhadores o Chile é mais que nunca um espelho. Nele vemos nosso potencial de dizer nosso ódio aos inimigos de classe, a revirar a terra dos regimes herdeiros da ditadura. O potencial que mostra-se no Chile, precisa ser vivamente apoiado no nosso país, para fortalecer os chilenos bem como para aprofundar o susto e o medo de Guedes e outros burgueses brasileiros. Aqui como lá é preciso superar os limites das burocracias sindicais e políticas e construir mecanismos de coordenação das lutas para poder promover a auto-organização, e assim solidificar a aliança de classes que pode oferecer uma resposta anticapitalista à crise, construir um partido revolucionário que dê programa, estratégia e atue com decisão para a vitória desse movimento.

É com essa perspectiva que atuamos aqui no Brasil, para fazer como diz Diana Assunção em editorial do MRT publicado hoje: nossa militância no MRT tem como objetivo consolidar uma força material que atue em cada estrutura e categoria que estamos presentes para se apoiar e irradiar esses exemplos da luta de classes internacional para a conjuntura nacional. Só através da construção de um partido revolucionário dos trabalhadores é possível atuar de forma consciente na luta de classes nesses momentos decisivos.”

Foto divulgada pelo Palácio Real da Tailândia em agosto mostra o rei Maha Vajiralongkorn com sua então consorte real Sineenat Bilaskalayani (Foto: Reprodução)

BANGCOC – O rei da Tailândia , Maha Vajiralongkorn , retirou o título, privilégios e posto militar de sua amante oficial , Sineenat Wongvajirapakdi , depois de ela se mostrar “desleal” e rivalizar com a rainha Suthida, informou o palácio real tailandês nesta segunda-feira.

Apontada “consorte real” no fim de julho — a primeira unção deste tipo no país em quase um século —, numa cerimônia que chamou a atenção para vida extravagante e blindada do rei da Tailândia, Sineenat, de 34 anos, violou as normas de conduta de cortesãs por ser “ingrata” e “ambiciosa”, e por isso caiu em desgraça, diz o comunicado do palácio.

“A nobre consorte real Sineenat é ingrata e se comporta de maneiras não compatíveis com seu título. Ela também não está satisfeita com o título que lhe foi dado, fazendo de tudo para subir ao nível da rainha”, destacou a nota.

O rei Vajiralongkorn, de 67 anos, foi coroado soberano constitucional da Tailândia em maio último , adotando o nome real de Rama X. A coroação aconteceu cerca de três anos depois de ele sentar pela primeira vez no trono após a morte de seu pai, Bhumibol, que reinou por 70 anos, em 2016. Dias antes da cerimônia de sua coroação, Rama X se casou com sua guarda-costas pessoal, Suthida Tidjai, 41 anos, dando a ela o título de rainha Suthida Bajrasudhabimalalakshana.

Até Sineenat ser ungida em julho, o título de consorte real não era usado na Tailândia desde o fim da monarquia absolutista no país, em 1932. No mês seguinte à unção, o palácio real divulgou uma série de fotos da amante oficial do rei , assim como dados biográficos. Em algumas das imagens Sineenat aparecia de forma convencional, sentada aos pés do rei com tradicionais vestidos tailandeses, mas em outras era mostrada como uma mulher ousada, no comando de um jato de guerra ou pilotando um avião. Tanto as fotos quanto a página com sua biografia foram removidas do site do palácio nesta segunda-feira.

O comunicado da remoção do título de consorte real de Sineenat traz um retrato vívido de seu comportamento, afirmando que ela se opôs à nomeação de Suthida como rainha porque esperava ser ela própria a monarca. O texto também a classifica como “ambiciosa”, buscando obter mais títulos, e de se autopromover nas atividades oficiais.

“Ela tem falta de entendimento das boas tradições da corte real. Ela demonstra desobediência ao rei e à rainha”, diz o comunicado.

Em seu reinado até agora, Rama X tem procurado consolidar a autoridade da monarquia, assumindo o controle direto da vasta fortuna real e transferindo duas unidades militares para seu controle pessoal. Ele também reintroduziu o chamado Ratchasawat, um código de conduta para aqueles que trabalham no serviço real à imagem do aplicado quando do período absolutista, já tendo punido funcionários do palácio que o violaram.

Pilar da arquitetura política tailandesa, a monarquia é protegida por uma lei de lesa-majestade que pune com multas elevadas e até 35 anos de prisão qualquer comentário negativo sobre qualquer membro da família real, incluindo animais de estimação.

Proclamado herdeiro do trono em 1971, quando tinha 20 anos, Rama X foi casado três vezes antes de se unir à rainha Suthida. O primeiro casamento, em 1987, foi com sua prima, princesa Soamsawali Kitiyakaram, a quem deixaria alguns anos depois em favor da aspirante a atriz Yuvadhida Polpraserth, com quem se casou em 1994 e teve cinco filhos, incluindo seu primogênito, Juthavachara Mahidol. Dois anos depois, a princesa fugiu para o Reino Unido com toda a prole, e todos tiveram seus títulos reais e passaportes removidos.

O terceiro casamento aconteceu em 2001, com Srirasmi Suwadee, uma mulher que integrava seu serviço, embora o casamento não tenha sido divulgado até 2005, ano em que o príncipe Dipangkorn Rasmijoti nasceu. Em 2014, no entanto, Rama X se divorciou dela depois da prisão de diversos de seus parentes em investigação sobre pessoas alegando ter ligações com a família real para lucrar. Um tio, os pais e três irmãos de Srirasmi acabaram condenados por lesa-majestade e continuam na prisão. A terceira esposa de Rama X, no entanto, não foi alvo de nenhuma acusação formal, e hoje vive na periferia da capital Bangcoc, raramente sendo vista em público. A separação também não afetou a posição de filho, que permanece em primeiro lugar na linha de sucessão como suposto herdeiro da coroa tailandesa.

COTAÇÃO:

Dólar é cotado a R$ 4 1306 nesta manhã de terça-feira

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta terça-feira (22), está cotado no valor de R$ 4,1306 com variação de 0.049%. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 4,6054.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 4,82 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 5,1039.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

 

 

India: colégio pede que alunos usem caixa na cabeça para evitar ‘cola’

Alunos da escola indiana Bhagat Pre-University College, no estado de Karnataka, foram induzidos a fazer as provas escolares de química com uma caixa de papelão na cabeça. As imagens da sala de aula estão entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta segunda-feira (21/10).

De acordo com MB Satish, um funcionário do colégio, que concedeu entrevista à BBC, a prática foi utilizada para evitar que alunos colassem na prova e que a ideia foi copiada de outra instituição. Mas, eles enfatizaram que nenhum estudante foi obrigado a usar a caixa na cabeça. 
“Ninguém foi obrigado a nada. Você pode ver na foto que alguns estudantes não estavam usando (a caixa na cabeça), disse Satish.

O funcionário do colégio contou que cada aluno levou a própria caixa de papelão de casa, mas que, em razão às críticas, cessaram a prática e lamentaram a utilização do método.

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O vice-diretor do Conselho de Educação indiano, SC Peerjade,  disse ao jornal Times of India que considera a prática “desumana” e que foi dada uma advertência à direção da escola, além de ele estar avaliando uma “ação disciplinar contra o colégio”, tendo em vista a gravidade da prática usada.

Mais Caro:

 

blogmarcosmontinelly

Mais caro de todos, o iPhone 11 Pro Max de 512 GB sai a R$ 9.599. Apple reduziu preço de entrada no país para reaquecer vendas.

Consumidores brasileiros começam a ter acesso aos novos iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max nesta sexta-feira (18). A Apple quebrou a tradição de vender a geração mais moderna em novembro, e começa a ofertar os celulares hoje por preços que partem de R$ 4.999 e chegam a R$ 9.599. A empresa reduziu valores para tentar reaquecer o interesse dos fãs.

A linha do iPhone 11 repete o visual do iPhone X, de 2017. Houve poucas mudanças no formato do aparelho. Mesmo assim, os telefones de 2019 têm processador de última geração (A13 Bionic) e câmera com maior capacidade de produzir fotos próximas da perfeição.

Confira os preços praticados oficialmente pela Apple. São estes os valores cobrados na loja online oficial, em parceiros do varejo eletrônico e nas lojas da marca em São Paulo e no Rio de Janeiro.

iPhone 11: a chegada da ultra wide

O iPhone 11 se destaca pela estreia da câmera ultra wide nos celulares da empresa. O modelo mais básico traz dois sensores de 12 MP e duas lentes na traseira: a já mencionada ultra wide, capaz de captar uma parcela maior da paisagem, e a wide, cuja angulação é mais reduzida. Desta forma, o usuário tem duas opções na hora de fotografar.

No ano passado, o iPhone XR tinha apenas uma câmera na traseira, com a vantagem de gerar fotografias com efeito retrato a partir de ajustes de software. Desta vez, a Apple aposta num robusto conjunto fotográfico para não deixar nenhum consumidor na mão. A câmera frontal também tem 12 MP.

A ficha técnica do iPhone 11 inclui tela LCD de 6,1 polegadas, maior que a do iPhone 11 Pro, porém com um tipo de painel de qualidade inferior. A bateria tem longa duração e o processador fazem bonito em análises publicadas na imprensa estrangeira, com direito a muita velocidade na execução das tarefas.

Quem quiser comprar o iPhone 11 terá seis cores à disposição: preto, branco, vermelho, lilás, amarelo e verde. O acabamento é brilhoso e reflexivo.

iPhone 11 Pro: câmera tripla

Amantes da fotografia terão nos produtos da série Pro os principais aliados, uma vez que a Apple inclui uma terceira câmera. A teleobjetiva permite aproximar-se do personagem que está sendo fotografado para detectar melhor detalhes como os fios de cabelo ou a textura dos objetos.

A tecnologia de tela também ganha reforço do painel OLED, superior ao LCD do iPhone 11 básico por produzir contrastes mais elevados e níveis de preto mais escuros. O iPhone 11 Pro tem display de 5,8 polegadas, enquanto o iPhone 11 Pro Max traz componente de 6,5 polegadas.

Os engenheiros da maçã modificaram o processador para maior eficiência energética. A promessa é de até 5 horas a mais longe da tomada, quando comparados os modelos de ponta deste ano e de 2018. Apesar de divulgar o número do acréscimo de autonomia, a fabricante não revelou qual o período médio que os aparelhos da linha do iPhone 11 podem ficar sem receber carga.

iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max contam com uma nova cor: o Verde Meia-Noite, numa tonalidade que lembra verde musgo. O novo estilo fez sucesso no exterior. Além dele, há também os já tradicionais Cinza Espacial, dourado e prata. Os produtos Pro têm acabamento fosco.

O Pro Max abocanhou recentemente o título de “melhor celular do mundo” conferido pela organização de defesa do consumidor Consumer Reports, responsável por uma revista de mesmo nome.

Todos os novos modelos rodam sistema iOS 13.

Ficha técnica do iPhone 11

  • Tamanho da tela: 6,1 polegadas
  • Resolução da tela: 1792 x 828 pixels
  • Painel da tela: LCD
  • Câmera principal: dupla, 12 megapixels
  • Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
  • Sistema: iOS 13
  • Processador: Apple A13 Bionic
  • Memória RAM: não informado
  • Armazenamento (memória interna): 64 GB, 128 GB e 256 GB
  • Cartão de memória: sem suporte
  • Capacidade da bateria: não informado
  • Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
  • Peso: 194 gramas
  • Cores: preto, verde, amarelo, lilás, vermelho e branco
  • Anúncio global: 10 de setembro de 2019
  • Lançamento no Brasil: 18 de outubro de 2019
  • Preço de lançamento no Brasil: R$ 4.999

Ficha técnica do iPhone 11 Pro

  • Tamanho da tela: 5,8 polegadas
  • Resolução da tela: 2436 x 1125 pixels
  • Painel da tela: OLED
  • Câmera principal: tripla, 12 megapixels
  • Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
  • Sistema: iOS 13
  • Processador: Apple A13 Bionic
  • Memória RAM: não informado
  • Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
  • Cartão de memória: sem suporte
  • Capacidade da bateria: não informado
  • Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
  • Peso: 188 gramas
  • Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
  • Anúncio global: 10 de setembro de 2019
  • Lançamento no Brasil: 18 de outubro de 2019
  • Preço de lançamento no Brasil: R$ 6.999

Ficha técnica do iPhone 11 Pro Max

  • Tamanho da tela: 6,5 polegadas
  • Resolução da tela: 2688 x 1242 pixels
  • Painel da tela: OLED
  • Câmera principal: tripla, 12 megapixels
  • Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
  • Sistema: iOS 13
  • Processador: Apple A13 Bionic
  • Memória RAM: não informado
  • Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
  • Cartão de memória: sem suporte
  • Capacidade da bateria: não informado
  • Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
  • Peso: 226 gramas
  • Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
  • Anúncio global: 10 de setembro de 2019
  • Lançamento no Brasil: 18 de outubro de 2019
  • Preço de lançamento no Brasil: R$ 7.599

MUNDO:

O Departamento de Polícia da cidade de Santa Barbara, na Califórnia, deu novos esclarecimentos sobre as duas mortes ocorridas ontem na casa do ator Ron Ely (81 anos), famoso por ter interpretado o personagem Tarzan na série de TV do herói nos anos 60. O jornal The Sun e a revista People noticiam que foi o filho do ator, Cameron Ely (30 anos), o protagonista dos crimes. Ele teria assassinado a própria mãe a facadas e depois foi morto pela polícia.

Segundo os assessores do Departamento de Polícia local, teria sido Cameron o responsável por chamar as autoridades após matar a mãe dele, a ex-Miss Florida Valeria Lundeen (62 anos), por volta das 20h de terça-feira, dia 15 de outubro. Ele teria dito que o pai atacou sua mãe. Os policiais retornaram a ligação antes de comparecem ao local, com uma voz masculina atendendo a ligação sem fôlego e chorando.

Quando os policiais chegaram ao bairro de Hope Runch, vizinhança de luxo no subúrbio de Santa Barbara, Cameron estava armado, agindo de forma agressiva e não teria obedecido às ordens dos quatro oficiais presentes. Ele teria acabado trocando tiros com os policiais e morrendo logo em seguida. Ainda não há informações oficiais sobre o estado de saúde de Ron Ely. Inicialmente foi noticiado que o ator teria sido levado para um hospital na região, mas sem ferimentos.

Até o momento não houve nenhum pronunciamento oficial por parte de representantes e familiares da família Ely. Além de Cameron, Ron e Valerie são pais das gêmeas Kirsten e Kaitland (32 anos), modelos e influenciadoras digitais responsáveis por administrar as páginas do pai nas redes sociais. Nenhuma delas se pronunciou publicamente sobre o ocorrido até o instante.

Afastado da televisão desde 2014, Ron Ely era um dos nomes mais conhecidos da TV norte-americana entre os anos 60 e 70. Além de protagonizar ‘Tarzan’ entre 1966 e 1968, ele tem em seu currículo participações em sucessos como ‘Mulher-Maravilha’, ‘Ilha da Fantasia’ e ‘Barco do Amor’. Casado desde 1984 com Valerie Lundeen, quando mais jovem Ely namorou com as atrizes Ursula Andress e Britt Ekland.

Antes de se casar com Ron Ely, Valerie participou de vários concursos de beleza nos Estados Unidos. Ela foi vencedora do Miss Flórida em 1981, representando a cidade de Miami, chegando a competir no concurso Miss Estados Unidos no mesmo ano. Ela chegou a trabalhar como aeromoça e venceu uma competição de beleza entre funcionárias de companhias aéreas dos Estados Unidos, sendo nomeada Miss Airlines Internacional em 1980.

Leia também 

Presidente americano comemora acordo de frágil cessar-fogo na Síria

O governo americano firmou um acordo com a Turquia na quinta-feira (17). Contudo, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, advertiu na sexta-feira (19) que suas tropas reiniciariam a ofensiva militar com maior intensidade se as forças curdas não deixarem a região ao longo da fronteira no prazo combinado de 120 horas.

Trump declarou na sexta-feira (19) que disparos em menor grau de atiradores de elite e de morteiros foram rapidamente interrompidos. Ele comemorou afirmando que as sanções americanas contra a Turquia resultaram no acordo pelo cessar-fogo.

Contudo, a organização Observatório Sírio para os Direitos Humanos afirmou que os combates continuaram na sexta-feira nas proximidades de Ras al-Ayn, no norte da Síria, e que sete pessoas foram mortas em bombardeios aéreos da Turquia.

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, vai visitar a partir de sábado (19) o Oriente Médio e Bruxelas, onde fica a sede da OTAN, para discutir a situação.

A prefeitura de Paris decidiu, nesta quinta-feira (3/10), conceder ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o título de “cidadão honorário”. A nomeação foi aprovada nesta tarde por integrantes do Conselho de Paris, órgão equivalente à Câmara de Vereadores. A menção honrosa foi justificada pelo compromisso de Lula com a “redução das desigualdades sociais e econômicas no Brasil”. 

“Esse compromisso permitiu que quase 30 milhões de brasileiros saíssem da extrema pobreza e acessassem direitos e serviços essenciais”, informou a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, em comunicado oficial. O comunicado ainda destacou a “política proativa de combate às discriminações raciais” por parte do ex-presidente, e ressaltou que muitos “defensores da democracia” são atacados atualmente no país brasileiro. 
A nota oficial da prefeitura de Paris ainda ressaltou que Lula foi condenado quando pretendia disputar novamente a presidência nas eleições de 2018. “Ele (Lula) sempre afirmou ser vítima de uma conspiração política para impedi-lo de voltar ao poder enquanto era o favorito da eleição presidencial de outubro de 2018, que viu a vitória do candidato de extrema direita Jair Bolsonaro”, diz. “O Comitê dos Direitos Humanos da ONU pediu às autoridades brasileiras que assegurassem os direitos civis e políticos de Lula, principalmente o de ser candidato. Mas ele teve esse direito negado, apesar de chefes de Estado europeus, de parlamentares franceses e de juristas internacionais denunciarem a inconsistência das provas apresentadas pela acusação”, acrescenta o texto. 

SAIBA MAIS

Na sequência, a prefeitura de Paris também citou o jornal The Intercept, que divulgou recentemente conversas vazadas entre o ex-juiz e atual ministro da Justiça Sergio Moro, autor da condenação do ex-presidente, e procuradores da Operação Lava-Jato. O comunicado divulgado hoje afirma que o The Intercept revelou que Moro articulou, com os procuradores da força-tarefa, “uma forma de impedir que Lula se apresentasse na eleição”. “Em julho de 2018, a decisão da Justiça estimando ilegal a prisão do ex-presidente e que solicitou sua liberação imediata foi revogada sob ordens do juiz”, destaca o texto.

O título de Cidadão Honorário é considerado muito importante para a população francesa. Desde que foi criada, em 2001, a menção honrosa foi atribuída apenas 17 vezes para homenagear personalidades presas ou em perigo por causa de suas opiniões políticas. O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, a escritora bengalesa Taslima Nasreen e a advogada iraniana Shirin Ebadi, que conquistou o prêmio Nobel da Paz em 2003, já foram congratulados com o título parisiense. 

O ex-presidente brasileiro, aos 73 anos, está preso desde 7 de abril de 2018 na superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, acusado de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex em Guarujá. 

Prêmio Jabuti

Ainda nesta quinta-feira (3/10), o ex-presidente Lula também foi anunciado como finalista do Prêmio Jabuti 2019, o mais tradicional prêmio literário do Brasil concedido pela Câmara Brasileira do Livro. Ele concorre ao Prêmio na categoria Inovação – Livro Brasileiro Publicado no Exterior pelo livro A verdade vencerá: o povo sabe por que me condenam, das editoras Boitempo e El Viejo Topo. Com a indicação, o petista se junta a Fernando Henrique Cardoso entre os ex-presidentes indicados ao prêmio. Porém, se vencer, ele será o primeiro ex-presidente brasileiro a levar a premiação. 
No livro, lançado em março de 2018, pouco antes do TRF-4 expedir o mandato de prisão a Lula, o ex-presidente concede uma longa entrevista, de mais de 100 páginas, à editora da Boitempo, Ivana Jinkins, e aos jornalistas Gilberto Maringoni, Maria Ines Nassif e Juca Kfouri. A publicação ainda conta com textos de Luis Fernando Veríssimo, Luis Felipe Miguel, Eric Nepomuceno, Rafael Valim e Camilo Vannuchi.
O livro de Lula concorre ao lado de obras como Brasil: Uma biografia, de Lilia Schwarcz e Heloisa Murgel Starling; e A resistência, de Julián Fuks; Gente de cor, cor de gente, de Mauricio Negro; Meia-noite e vinte, de Daniel Galera; Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos; Simpatia pelo demônio, de Bernardo Carvalho; e Terapia financeira: realize seus sonhos com educação financeira, de Reinaldo Domingos. 

MUNDO:

Moscou — Um Boeing 767-300 fez aterrissagem de emergência na noite desta quarta-feira na cidade de Barnaul, na Sibéria, onde estava previsto o pouso, e deixou 56 pessoas feridas, segundo divulgaram hoje as autoridades locais.

A aeronave, com 344 pessoas a bordo, incluindo dez tripulantes, só chegou chegar ao aeroporto Gherman Titov na segunda tentativa.

O Boeing, pertencente à companhia russa Azur, vinha da cidade de Cam Ranh, no Vietnã.

Os últimos dados divulgados pelas autoridades russas, 56 pessoas se feriram, com lesões de diferentes graus, mas apenas uma delas precisou ser internada no hospital.

 

 

País segue na 57ª posição entre 63 países com gargalos fortes em áreas como educação. Uma boa surpresa é o nível de digitalização dos serviços do governo

 

Tecnologia:

Falta de mão de obra qualificada, de investimentos e agilidade nos negócios estão entre os fatores que mantém o Brasil nos últimos lugares do ranking de competitividade digital da escola de negócios suíça IMD

A nova edição da lista, divulgada nesta quinta-feira (26), mostra o país estagnado desde o ano passado na 57ª posição entre 63 países.

É a pior posição desde que o ranking começou há cinco anos. O Brasil foi da 56ª posição em 2015 para a 54ª em 2016 mas, já no ano seguinte, caiu para a 55ª. Em 2018, foi para a 57ª, onde segue até hoje. Os primeiros lugares são Estados Unidos, Singapura, Suécia e Dinamarca.

Para avaliar competitividade digital econômica dos países, foram analisados três fatores: “Conhecimento”, que significa a capacidade do país de entender e aprender novas tecnologias; “Tecnologia”, que é a competência para desenvolver inovações digitais; e “Preparação para o Futuro”.

Do ano passado para este, o Brasil melhorou em “Conhecimento” e “Preparação para o Futuro”, mas ficou estagnado em “Tecnologia”.

Conhecimento

O Brasil subiu três posições, do 62º para o 59º lugar, neste primeiro índice, que engloba a oferta do país de profissionais qualificados e a qualidade na sua formação. O país já chegou a ficar na 54ª posição neste item em 2016.

O subitem que mais se destacou foi “Concentração científica”, que subiu 10 posições do ano passado para este. Esse é o primeiro estágio da cadeia de inovação e revela a capacidade do país de gerar conhecimentos que possam gerar novas tecnologias e, eventualmente, inovação.

Com um gasto de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em pesquisa e desenvolvimento, o Brasil está entre os 30 países que mais investem no setor.

“Parece muito, mas se compararmos com países que estão querendo ser mais inovadores, como Estados Unidos e China, tem que melhorar muito esse porcentual”, diz Carlos Arruda, professor da Fundação Dom Cabral, parceira do IMD no desenvolvimento dessa pesquisa.

Outro destaque da “Concentração Científica” é a produção de publicações provenientes da pesquisa e do desenvolvimento, na 8ª posição geral. Isso significa que o Brasil é um bom gerador de conhecimento.

“Esse conhecimento poderia ser transformado em tecnologia e inovação, mas há um gargalo. O país consegue fazer publicações interessantes, mas não consegue transformar isso em patentes”, diz Arruda. O país está na 46ª posição geral no item “geração de patentes”.

Outro fator de destaque é o nível relativamente alto de investimento público em educação, já que o Brasil está entre os oito que mais investem no setor e entre os 30 que mais investem por aluno.

O Brasil investe cerca de 6% de seu PIB em educação, só que a maior parte desse valor vai para a educação superior e pós-graduação – ao contrário do que ocorre em países desenvolvidos, onde a maior porcentagem dos recursos costumam ir para a educação básica.

“O país investe bem, investe muito, mas bastante dirigido para as universidades, que vão gerar cientistas. É bom, mas fica deficiente na educação básica, como mostra a posição horrível do país no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), em 56º lugar”, diz Arruda.

A resposta passa por melhorar a qualificação de mão de obra interna e da legislação digital, de acordo com o professor José Caballero, economista sênior do ranking global de Competitividade Digital do IMD.

“As empresas estão com dificuldades de encontrar trabalhadores qualificados (…) e a digitalização encontra problemas para avançar com a legislação local e com um setor privado pouco encorajado”, diz.

Ele destaca que o Brasil é penúltimo lugar do ranking no item “Talentos”, que corresponde à mão de obra qualificada.

Preparação para o futuro

O Brasil pulou quatro posições, de 47º para o 43º lugar, no quesito “Preparação para o Futuro”. O destaque positivo foi para o subitem “E-Participação”, que mede o nível de digitalização no relacionamento do governo com a população em geral, onde houve salto da 32ª posição para a 12ª.

Aí entra desde o programa digital do Imposto de Renda até serviços digitais do Detran ou de tribunais reginais.

“O Brasil se destacou nisso e deve avançar ainda mais”, diz Arruda. “Vemos planos de simplificação administrativos sendo lançados, burocracias sendo reduzidas em muitas frentes”, diz. 

O que mais preocupa Arruda a educação. “É algo que não dá para corrigir rapidamente. Nós temos um gap de qualidade que vem de longo prazo e é difícil de ser reparado”.

Arruda destaca que entre os piores países do ranking, há quatro latino-americanos e nenhum asiático. Já entre os melhores, há quatro asiáticos e nenhum latino.

“Estamos numa região que está ficando para trás na competitividade digital, enquanto outra parte do mundo se posicionou orientada para essa mudança.

“Estamos representando nosso time, Palmeiras, e todos os torcedores do Brasil. Representamos todos os torcedores do mundo, todos os que torcem pela pessoa com deficiência”, declarou.

A entrega do troféu foi no Fifa The Best, nesta segunda-feira, no Teatro Alla Scala, em Milão, na Itália (Foto: Reprodução)

Silvia Grecco, que narra os jogos, especialmente do Palmeiras, para o filho adotivo, Nickollas, que tem 12 anos e é cego, autista, venceu o prêmio ‘Torcedor do Ano’, da Fifa. A entrega do troféu foi no Fifa The Best,  nesta segunda-feira, no Teatro Alla Scala, em Milão, na Itália.

Nickolllas nasceu prematuro, aos 5 meses e pesando 500 gramas, e foi adotado aos quatro meses. Devido à deficiência visual, o menino teve a adoção recusada por 12 famílias, antes de conhecer Silvia.

– Eu gostaria de compartilhar esse prêmio com o senhor Justo Sanchez, que também tem uma linda história de amor com o filho dele. Sinta-se também homenageado – disse a brasileira.

A vencedora prosseguiu, descrevendo o local do prêmio em Milão para o filho, como costuma fazer quando chega aos estádios:

– Nickollas, aqui na frente tem uma plateia com muitas pessoas, jogadores, ídolos, brasileiros. Estamos representando nosso time, Palmeiras, e todos os torcedores do Brasil. Representamos todos os torcedores do mundo, todos os que torcem pela pessoa com deficiência.

– O futebol pode transformar a vida dessas pessoas, é muito amor, dedicação. Com o simples gesto de narrar os jogos para meu filho, o jornalista Marco Aurélio Souza nos viu. Nossa história rodou o mundo – contou.

Por fim, Silvia Grecco agradeceu:

Agradeço à Fifa por essa indicação e por hoje falar para o mundo do futebol que a pessoa com deficiência existe, precisa ser amada, respeitada e incluída.

Secretária-geral da Fifa elogia

Nas redes sociais, Fatma Samoura, secretária-geral da Fifa, elogiou o discurso da mãe de Nickollas:

–  Silvia, suas palavras tocaram os nosso coração quando você dedicou o prêmio para todos os fãs com deficiência

 

 

Mundo:

“É um Exterminador do Futuro, porque quer acabar com todo o progresso e qualquer tipo de esperança para o futuro”, disse o ator

 

Barcelona – Ator, produtor, empresário, fisioculturista e ex-governador da Califórnia, pelo Partido Republicano, Arnold Schwarzenegger disparou contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o comparou com um personagem que interpretou cinco vezes nos cinemas.

“É um Exterminador do Futuro, porque quer acabar com todo o progresso e qualquer tipo de esperança para o futuro”, disse o austríaco naturalizado americano, em entrevista exclusiva à Agência EFE concedida em Barcelona, onde acontece o Arnold Classic Europe, competição que organiza.

Na grande tela, Schwarzenegger protagonizou cinco dois seis filmes da franquia “Exterminador do Futuro”, em que interpretava primeiro um ciborgue enviado para matar a mãe do homem que defenderia a resistência humana da chamada “revolução das máquinas”. Depois, o modelo que o identificava volta reprogramado, para proteger John Connor de outros exterminadores.

Ferrenho defensor do meio ambiente Schwarzenegger tem feito duras críticas a Trump, pela recente revogação de uma permissão federam que permitia o estado da Califórnia ter os próprios padrões contra emissões de poluentes.

O ex-governador garantiu que o que classificou de dura regulamentação na Califórnia foi importante para a redução de poluentes e impulsionou o uso de energia renovável. “Foram exemplo de sucesso para todo mundo”, afirmou

Enquanto no Brasil  os projetos dos políticos…

Presidente se manifestou por meio do Twitter, após Comissária da ONU apontar redução do espaço à democracia no Brasil, além de aumento da letalidade policial

O presidente Jair Bolsonaro atacou o pai de Michelle Bachelet, alta comissária da ONU para direitos humanos e ex-presidente do Chile. Ele foi morto pela ditadura chilena em 1974. 

Publicada nas redes sociais na manhã desta quarta-feira (4), a crítica foi uma resposta à entrevista coletiva concedida por Bachelet em Genebra, na qual ela afirma que o Brasil sofre uma “redução do espaço democrático”, sobretudo com ataques contra defensores da natureza e dos direitos humanos.

“Michelle Bachelet, seguindo a linha do Macron em se intrometer nos assuntos internos e na soberania brasileira, investe contra o Brasil na agenda de direitos humanos (de bandidos), atacando nossos valorosos policiais civis e militares”, escreveu o presidente. 

“Diz ainda que o Brasil perde espaço democrático, mas se esquece que seu país só não é uma Cuba graças aos que tiveram a coragem de dar um basta à esquerda em 1973, entre esses comunistas o seu pai brigadeiro à época”, prosseguiu Bolsonaro.

 

O texto acompanha uma foto em que Bachellet – à época, presidente do Chile -, ao lado de Dilma Rousseff e Cristina Kirchner, da Argentina.

 

Mundo:

O furacão Dorian avançava lentamente nesta quarta-feira (4) em direção à costa sudeste dos Estados Unidos como uma tempestade perigosa de categoria 2, depois de provocar sete mortes e deixar um rastro de destruição nas Bahamas.
O primeiro-ministro do arquipélago do Caribe, Hubert Minnis, informou à imprensa que até o momento foram registradas sete mortes. 
O chefe de Governo advertiu que o número de vítimas pode aumentar e classificou Dorian como “uma das maiores crises na história de nosso país”.
O Centro Nacional de Furacões (NHC) americano, com sede em Miami, informou que o “centro da tempestade avançará perigosamente para a costa leste da Flórida e a costa da Geórgia na quarta-feira à noite”.
Às 9h GMT (6h de Brasília), Dorian avançava no sentido norte-noroeste a 13 km por hora, com ventos de até 165 km/h, segundo o NHC.
Imagens aéreas da ilha Grande Ábaco, nas Bahamas, mostram cenas de danos catastróficos, com centenas de casas sem teto, carros virados, enormes inundações e escombros por todos os lados.
“Partes de Ábaco estão dizimadas. Há grandes inundações, danos severos às casas, comércios e outros edifícios e infraestruturas”, disse Minnis.
“Os habitantes das Bahamas suportaram horas e dias de terror, temendo por suas vidas e as de seus entes queridos”, completou.
“Esta é uma crise de proporções épicas, talvez a pior que já vivemos”, disse o ministro do Interior, Marvin Dames.
A Guarda Costeira dos Estados Unidos enviou helicópteros MH-60 Jayhawk à ilha Andros, no sul do arquipélago, para ajudar com as tarefas de busca e resgate, enquanto os moradores presos em suas casas inundadas faziam chamados desesperados.
Mas as pistas do Aeroporto Internacional de Grand Bahama, em Freeport, estavam debaixo d’água, complicando os esforços de resgate.
O site Bahamas Press publicou um vídeo da inundação do Rand Memorial Hospital de Freeport, e disse que os pacientes tiveram que ser evacuados.
Yasmin Rigby, moradora de Freeport, disse à AFP que “a maior parte da ilha permanece inundada”. A chuva continua, assim como as rajadas de vento. 
“Quem puder me ajudar, sou Kendra Williams. Vivo em Heritage. Estamos debaixo d’água; estamos no telhado”, escreveu uma residente de Grand Bahama, em um SMS ao qual a AFP teve acesso. 
“Alguém pode por favor nos ajudar, eu e meus seis netos e meu filho estamos no telhado”, acrescentou.
Segundo um primeiro boletim da Cruz Vermelha, cerca de 13 mil casas podem ter sido danificadas ou destruídas, e o furacão causou “danos consideráveis” nas ilhas Ábaco e Grande Bahama. 
Pelo menos 61 mil pessoas estariam precisando de ajuda alimentar nas Bahamas, estimou a ONU nesta terça, que se prepara para enviar duas equipes de avaliação. 

Extremamente perigoso

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu prudência.
“Pode ser que os Estados Unidos tenham um pouco de sorte a respeito do furacão Dorian, mas, por favor, não baixem a guarda”, tuitou o presidente. 
“Enquanto segue para a costa, podem acontecer coisar muito ruins e imprevisíveis”, completou. 
O furacão, que deixou 760 mm de chuvas nas Bahamas, caiu na terça-feira para categoria 2, em uma escala máxima de 5, com ventos de 175 km/h, mas continua sendo extremamente perigoso enquanto se desloca lentamente para os Estados Unidos.
As autoridades declararam estado de emergência em grande parte da costa leste do país, onde milhões de habitantes poderiam estar na trajetória de Dorian. 
O Pentágono informou que 5 mil membros da Guarda Nacional e 2.700 militares estão prontos para atuar em caso de necessidade. 
Na Flórida, os efeitos de Dorian já eram sentidos, com fortes chuvas e possíveis tornados.
Em Coconut Grove, os residentes reuniam provisões para atender as vítimas do arquipélago.
Assim como outras 9.500 pessoas na Flórida, Stefanie Passieux esperava a passagem do ciclone junto com seus dois filhos e sua mãe em um dos 121 abrigos, segundo dados da agência de gestão de emergências do estado. 
“Vim ontem assim que abriu. Dizem que estamos em estado de emergência, por isso vim”, disse. 

Recuperados 20 corpos após tragédia de barco incendiado na Califórnia

Vinte corpos foram recuperados após o incêndio e naufrágio de um navio de excursão de mergulho na costa da Califórnia na segunda-feira (2/9), enquanto entre quatro e seis vítimas permanecem presas nos destroços, informaram as autoridades na terça-feira. 
“No total, 20 vítimas foram encontradas e levadas às instalações do legista”, disse o xerife do condado de Santa Barbara, Bill Brown, aos repórteres. Trata-se de 11 mulheres e nove homens.
Cinco tripulantes foram resgatados na segunda-feira após o desastre.
Ao todo, 39 pessoas estavam no barco barco “Concepción”, de 22 metros de comprimento e que naufragou quando os bombeiros tentavam apagar o fogo e, agora, está a 20 metros de profundidade, na direção da costa da ilha de Santa Cruz, em frente a Santa Bárbara, seu porto de origem.
“Hoje iniciamos o processo de mapeamento de perfis de DNA das 20 pessoas que recuperamos até agora para que possam ser comparadas com as amostras da família”, disse Brown. 

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Segundo o xerife, tanto a escada como a escotilha de saída da coberta inferior, onde os passageiros dormiam, parecem ter sido bloqueadas pelo fogo.
Na terça-feira, os socorristas tentaram estabilizar o barco para que os mergulhadores possam entrar com segurança e resgatar os corpos restantes.
Em um raio de 80 metros dos escombros do barco os mergulhadores também procuram corpos e indícios do que provocou o incêndio.
Sete missões de busca, incluindo três tripulações de helicópteros e barcos cobriram cerca de 157 km até a manhã desta terça-feira, sem encontrar sobreviventes, revelou a comandante da Guarda Costeira  Monica Rochester. 
O barco fazia um passeio de mergulho pelo quando o incêndio começou. A tripulação estava acordada e, do convés, pulou no mar.
Os cinco membros da tripulação que se salvaram foram recolhidos por um barco de turismo, o “Grape Escape”, acrescentou Rochester.
Por ora, não há nenhuma hipótese sobre a causa do incêndio a bordo.
Segundo o site do proprietário do navio, o “Concepción” deixou Santa Bárbara no sábado ao amanhecer para uma excursão de mergulho nas ilhas vizinhas, uma área extremamente turística.
Ele deveria retornar ao seu porto de origem na segunda-feira à tarde, feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. 

Maduro acusa Colômbia de incitar conflito e coloca Venezuela em ‘alerta’

Maduro acusa o governo da Colômbia de utilizar a mobilização de dissidentes da extinta guerrilha das Farc para “começar um conflito militar”


AF Agência France-Presse
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o governo da Colômbia de utilizar a mobilização de dissidentes da extinta guerrilha das Farc para uma “manobra” visando “começar um conflito militar” entre os dois países, e decretou “alerta” na fronteira.
“O governo da Colômbia não apenas meteu a Colômbia em uma guerra que recrudesce, mas agora pretende uma armação para agredir a Venezuela e começar um conflito militar contra nosso país”, disse Maduro, acusado por Bogotá de apoiar líderes guerrilheiros.
O presidente fez a advertência em um ato no qual ordenou à Força Armada a declarar “alerta” na fronteira com a Colômbia diante da “ameaça de agressão”.
“Ordenei ao Comandante Estratégico Operacional da Força Armada”, almirante Remigio Ceballos, “e a todas as unidades militares da fronteira que declarem um alerta laranja diante da ameaça de agressão da Colômbia contra a Venezuela”.
Maduro, que não precisou o que implica um “alerta laranja”, culpou Bogotá por provocar uma “escalada” com acusações falsas.
O presidente também convocou exercícios militares na fronteira binacional entre 10 e 28 de setembro para “afinar todo o sistema de armas, todo o sistema operacional”.
O líder colombiano, Iván Duque, acusou Maduro de abrigar um grupo dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) que, liderado por Iván Márquez, ex-número dois do movimento guerrilheiro, anunciou no final de agosto a retomada da luta armada.
O governo de Duque “quer acusar a Venezuela de ser a causa de uma guerra de 70 anos na Colômbia. Essa guerra é da Colômbia e, lamentavelmente, está recrudescendo, apesar dos acordos de paz”, respondeu Maduro.
Em maio, Maduro decretou um “alerta máximo” da Força Armada diante de uma possível “escalada militar”, após a Colômbia acusar a Venezuela de ser refúgio para mais de mil combatentes da guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN).
Desde que assumiu o poder, após a morte do líder socialista Hugo Chávez, em 2013, Maduro faz frequentes denúncias sobre planos dos Estados Unidos e de seus aliados regionais, incluindo Colômbia, para derrubá-lo e assassiná-lo.
Já o líder opositor Juan Guaidó, chefe do Parlamento e reconhecido como presidente interino da Venezuela por mais de 50 países, prometeu colaborar com a Colômbia para localizar os “grupos irregulares” na Venezuela.
“Vamos colaborar com o governo colombiano para atividades de Inteligência, detecção destes grupos que estão operando de maneira irregular”.
Segundo ele, o Parlamento venezuelano vai autorizar o uso de tecnologia de satélite para localizar “acampamentos alojados em território nacional” e lugares de “decolagem de aeronaves para o tráfico ilícito de drogas”.
“Vamos nos aliar ao mundo democrático para enfrentar esta ameaça aos venezuelanos, à nossa soberania”, exclamou Guaidó, que disse ter conversado com o presidente Iván Duque para avançar nesta cooperação.
De qualquer maneira, não está claro como Guaidó vai implementar essa colaboração, já que, na prática, ele não tem controle sobre o aparelho do Estado e das Forças Armadas, leais a Maduro.

Inicialmente, o governo local informou que cinco pessoas haviam morrido no ataque. Outras 21 ficaram feridas.

O número de mortos no ataque a tiros registrado ontem no oeste do Texas, nos Estados Unidos, subiu neste domingo de cinco para sete, entre eles o homem que abriu fogo depois de ser parado por um policial local.

As autoridades de Odessa devem conceder entrevista coletiva para dar novos detalhes sobre o caso. Inicialmente, o governo local informou que cinco pessoas haviam morrido no ataque. Outras 21 ficaram feridas.

A polícia de Odessa explicou em comunicado que o ataque começou às 15h25 no horário local (17h25 em Brasília), quando agentes pararam o veículo dirigido pelo suspeito após verificarem que ele cometeu uma infração de trânsito.

O motorista, então, abriu fogo contra os policiais e fugiu para o interior da cidade de Odessa, onde disparou indiscriminadamente contra os pedestres. Depois, ele deixou o carro para fugir em um caminhão roubado.

Os agentes da polícia de Odessa conseguiram contê-lo perto de um cinema. O homem trocou tiros com os policiais, foi baleado e morreu no local.

Ontem, o chefe da polícia de Odessa, Michael Gerke, disse em entrevista coletiva que o atirador era branco, tinha 30 anos. As autoridades ainda não sabem o que o motivou a cometer o ataque.

O Texas foi palco de um grande ataque a tiros no início de agosto, quando um homem abriu fogo contra um centro comercial da cidade de El Paso, matando 22 pessoas – oito delas mexicanas. Horas depois, outro incidente similar foi registrado na cidade de Dayton, no estado de Ohio, fazendo outras nove vítimas.

António Luís Santos da Costa é um jurista e político português. Foi presidente da Câmara Municipal de Lisboa de 2007 a 2015. É o atual secretário-geral do Partido Socialista, desde novembro de 2014 e é primeiro-ministro de Portugal desde 26 de novembro de 2015


O governo de Portugal, que tem como primeiro-ministro António Costa, informou que, pela primeira vez, em mais de 27 anos, o desemprego registado ficou abaixo das 300 mil pessoas; o número de desempregados inscritos nos serviços de emprego, em junho de 2019, desceu para as 298,2 mil; na atual legislatura, o desemprego registado já desceu 46,3%


O governo de Portugal informou que, pela primeira vez, em mais de 27 anos, o desemprego registado ficou abaixo das 300 mil pessoas. O número de desempregados inscritos nos serviços de emprego, em junho de 2019, desceu para as 298,2 mil. Ao longo da atual legislatura, o desemprego registado já desceu 46,3%, o equivalente a menos 256,9 mil pessoas, com descidas de 60,0% do desemprego jovem (menos 41,5 mil) e de 48,1% do desemprego de longa duração (menos 125,2 mil).

 

A área governativa do Trabalho, da Solidariedade e da Segurança Social refere, em comunicado, que, para encontrar um número mais baixo é preciso recuar a dezembro de 1991, altura em que se registaram 296,6 mil desempregados inscritos».

Só no território Continental, o desemprego registado desceu para as 280,0 mil pessoas, o nível mais baixo em pelo menos 30 anos.

 

O mesmo acontece nas regiões Centro (40,8 mil desempregados), Alentejo (13,5 mil) e Lisboa e Vale do Tejo (88,9 mil), onde o desemprego registado alcançou também os níveis mais baixos de que há registo. No Norte (124,9 mil) o desemprego recuou para o patamar mais baixo em 17 anos, sendo que o desemprego registado no Algarve (7,9 mil) está em níveis comparáveis aos observados no início dos anos 2000. 

Desemprego jovem e desemprego de longa duração também descem

Também o desemprego jovem desceu, em junho de 2019, para os 27,7 mil, com uma redução homóloga de 12,2% (o equivalente a menos 3,8 mil) e um decréscimo face ao mês anterior de 8,0% (menos 2,4 mil).

O desemprego de longa duração baixou para as 134,9 mil pessoas, menos 17,1% do que no mesmo mês do ano passado (menos 27,9 mil) e menos 1,0% face ao mês de maio (o equivalente a menos 1,4 mil).

O comunicado refere também que «estes resultados, em linha com os dados que têm vindo a ser observados pelo Instituto Nacional de Estatística, refletem o bom desempenho da economia, o dinamismo do mercado de trabalho e a execução das políticas ativas de emprego.

Moro e Dallagnol aguardam Glenn Greenwald no Roda Viva, nesta segunda (02/09)

Moro e Dallagnol aguardam Glenn Greenwald no Roda Viva, nesta segunda (02/09) – Toda a Força-Tarefa de Curitiba já espera ansiosa

Ele não guarda segredo. Responsável por levar a público o sistema secreto de vigilância global dos EUA e as mensagens dos procuradores da Lava Jato, o jornalista e advogado constitucionalista Glenn Greenwald estará no centro do Roda Viva, ao vivo, nesta segunda às 22:00h, diz o chamado postado no YouTube

lenn Edward Greenwald (Nova Iorque, 6 de março de 1967) é um escritor, advogado especialista em direito constitucional dos Estados Unidos e jornalista norte-americano, radicado no Rio de Janeiro desde 2005

Para quem ainda não sabe de onde surgiu Greenwald, leia abaixo:

Glenn é autor de quatro livros entre os mais vendidos do New York Times na seção de política e direito. Seu livro mais recente, No Place To Hide (Sem Lugar Para se Esconder), descreve o estado de vigilância implementado pelo governo americano e seus aprendizados durante as reportagens sobre os documentos vazados por Edward Snowden.

Antes de fundar o Intercept, Greenwald escrevia para o jornal britânico The Guardiane para o portal Salon. Foi o primeiro ganhador, ao lado de Amy Goodman, do Prêmio de Jornalismo Independente Park Center I.F. Stone em 2008 e recebeu o Prêmio Online Journalism de 2010 por sua investigação sobre as condições degradantes na detenção de Chelsea Manning.

Reportagens sobre a NSA (Agênia de Segurança Nacional – EUA) lhe rendeream o Prêmio George Polk de Reportagens sobe Segurança Nacional, o Prêmio de Jornalismo Investigativo e de Jornaismo Fiscalizador da Gannett Foundation, o Prêmio Esso de Excelência em Reportagens Investigativas no Brasil (foi o primeiro estrangeiro premiado) e o Prêmio de Pioneirismo da Eletronic Frontier Foundation.

Esquema de corrupção no metrô paulista atinge Serra, Alckmin e vice-governador paulista. Tucano e Demo a Justiça não alcança

A delação premiada feita pelo executivo Sergio Corrêa Brasil, ex-diretor do Metrô de São Paulo, revela um esquema de pagamentos de propinas a deputados nas gestões de José Serra e Geraldo Alckmin. Um dos envolvidos na acusação de ‘mensalinho’ é Rodrigo Garcia, atual vice-governador na gestão de João Doria

Do BR2pontos – Em delação premiada, o ex-diretor do Metrô de São Paulo, Sérgio Corrêa Brasil revelou supostos esquemas de propinas para abastecer as campanhas do alto escalão do PSDB ao governo estadual de São Paulo e também um suposto mensalão na Assembleia Legislativa para apoiar os interesses de governadores tucanos. Em uma série de depoimentos ao Ministério Público Federal, Brasil relata que as vantagens teriam beneficiado candidaturas deJosé Serra e Geraldo Alckmin e que acertos e repasses chegaram a ser realizados junto ao atual vice-governador paulista, Rodrigo Garcia (DEM). 

O delator não diz que entregou ou mandou entregar valores ilícitos em mãos de Serra e Alckmin. Mas afirma que o dinheiro seguia para as campanhas dos tucanos.

A delação do ‘Encostado’

Confessa ter recebido propinas milionárias nas obras das Linhas 2-Verde, 5-Lilás e 6-Laranja, cita candidaturas de Alckmin e Serra, ‘apoio’ de partidos e deputados da Assembleia Legislativa do Estado e rotina de entregas de dinheiro vivo em escritórios políticos, cafés, restaurantes e shoppings.

No âmbito da Justiça estadual, Brasil já está denunciado criminalmente por corrupção na 12.ª Vara Criminal da Capital. Na planilha de propinas da Odebrecht, ele era o ‘Encostado’ ou ‘Brasileiro’.

Sérgio Brasil começou a negociar em junho de 2018 sua delação com a força tarefa da Lava Jatoem São Paulo. Em outubro fez diversos depoimentos. A delação foi homologada agora pela Justiça Federal.

Ele narra um alentado esquema de corrupção no Metrô que teria se iniciado em 2003 e perdurado até, pelo menos, 2014.

A colaboração de Brasil com a força-tarefa da Operação Lava Jato em São Paulo foi homologada pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6.ª Vara Criminal Federal.

O delator descreve ilícitos relativos às obras das linhas 2 – Verde, 5 – Lilás, e 6 – Laranja. Ainda haveria supostos esquemas na Linha 4 – Amarela, mas ele diz que, neste caso, não chegaram a render propinas. Cita, ainda, em meio à rotina de ilícitos o Tribunal de Contas do Estadode São Paulo. Apontou o nome de um ex-conselheiro, Eduardo Bittencourt de Carvalho, já réu em ação por improbidade e enriquecimento ilícito.Veja mais no MSN Brasil:

Enquanto isso no governo de Bolsonaro os doidos:

Ministério Público Federal consegue decisão que obriga município de PE a implantar corretamente portal da transparência

Arte retangular mostra, ao fundo, foto de uma balança em tons dourados e, em primeiro plano, a palavra “Decisão” escrita em letras amarelas.

O Ministério Público Federal (MPF) em Salgueiro/Ouricuri obteve decisão judicial, em caráter de tutela antecipada, que obriga o município de Granito, localizado no Sertão pernambucano, a implantar corretamente seu portal da transparência. A ação é de autoria do procurador da República Marcos de Jesus.

Com o ajuizamento da ação civil pública, o MPF buscou garantir o total cumprimento do que estabelece a Constituição Federal, a Lei de Acesso à Informação (nº 12.527/2011) e a Lei da Transparência (nº 131/2009), visando a garantir a prestação de informações corretas e atualizadas ao cidadão.

De acordo com a decisão, o município terá de apresentar em seu portal da transparência a prestação de contas relativa ao ano de 2018, bem como informações corretas sobre as competências e estrutura organizacional da Prefeitura de Granito. O prazo é de 60 dias, a contar da notificação.

Histórico – O MPF vinha buscando a regularização da prestação de informações pela Prefeitura de Granito desde 2014. Para isso, foram expedidas recomendações, promovidas reuniões e instaurado inquérito civil público. Porém, as apurações do órgão revelaram que ainda persistiam irregularidades no portal da transparência do município, como ausência de informações sobre estrutura organizacional da prefeitura, competências do órgão e prestação de contas referente ao ano anterior.

Para o MPF, o acesso às informações sob guarda das entidades e órgãos públicos é direito fundamental do cidadão, assim como é dever da Administração Pública torná-las acessíveis. Conforme consta na ação, a legislação correspondente, além de ampliar os mecanismos de obtenção de informações e documentos, estabelece o princípio de que o acesso é a regra e o sigilo, a exceção.

Na Justiça Federal também tramitam processos com o mesmo propósito em relação aos municípios de Bodocó, Exu, Ipubi, Moreilândia, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena e Trindade.

Jair Bolsonaro voltou a atacar o presidente da França, Emmanuel Macron, nesta quinta-feira, 29, e esnobou o auxílio de US$ 20 milhões (cerca de R$ 83 milhões) oferecidos pelos líderes do G7.

Em sua live semanal nas redes sociais, Bolsonaro chamou a ajuda do G7 de “esmola”. “Tivemos um encontro na terça-feira com os governadores da região amazônica. E ali, só um falou em dinheiro, aquela esmola oferecida pelo Macron. O Brasil vale muito mais que vinte milhões de dólares”, disse Bolsonaro. 

“Eu havia dito, há poucas semanas, que alguns países europeus estavam comprando o Brasil a prestação. Já gastaram mais de um bilhão de dólares pra cá [sic]. Aí eu te pergunto, o que fizeram com esse dinheiro? Me aponte um hectare replantado, uma ação positiva. Nada.” acrescentou, sem esclarecer quais países e nem o destino dos supostos aportes.

Ele voltou a criticar ONGs, sem apresentar evidências, e afirmou que o problema “não é desmatar, é desmamar esse pessoal.”

Fonte; Et Urbs Magna

Em junho deste ano, numa decisão surpreendente para as esquerdas e para a direita sempre impune do Brasil, o senhor foi condenado a pagar uma indenização de R$ 10 mil à deputada Maria do Rosário por ofensas graves e covardes.

Era a forma de reparação por danos morais, em última instância. Um valor insignificante, mas que pelo menos representava uma punição a um grupo sempre protegido pela Justiça, do qual o senhor faz parte.

A condenação previa também a publicação de uma nota de reparação com pedido de desculpas. Esse pedido deveria ser divulgado em jornais e redes sociais por ordem da Justiça.

Para relembrar, o senhor havia dito, em 2014, que a deputada Maria do Rosário não merecia ser estuprada porque a considerava “muito feia” e não fazia seu tipo. Algo que para mim é assombroso, porque nunca uma autoridade cometeria esse tipo de agressão aqui a França, mesmo os líderes da extrema direita.

Fui informado agora, ao refletir sobre seu apelo para que eu pedisse desculpa por tê-lo chamado de mentiroso, que no dia 13 de junho o senhor publicou o que seria a nota de reparação. Mas, ao invés de pedir desculpas à deputada, o senhor repetiu tudo o que havia dito cinco anos atrás e ainda tentou justificar de novo os horrores da sua fala.

O senhor repetiu as ofensas, quando deveria admitir que havia errado. O senhor voltou a desafiar a Justiça que protege a direita brasileira e atacou de novo uma mulher forte, uma líder política, como atacou a minha esposa, sempre com o argumento de que são feias.

O que o senhor teme são as mulheres que podem representar alguma afronta às suas fragilidades de macho inseguro. Por isso atacou a deputada e agora riu da minha mulher, só porque ela tem mais idade do que eu.

Eu disse esses dias que o Brasil merece um presidente à altura do cargo. Seu país merece mais do que isso, o Brasil exige um homem de verdade em seu posto maior.

Li a nota em que o senhor agride a deputada e tive uma ideia. Vou usar sua tática e, ao invés de pedir as desculpas que o senhor deseja, vou reafirmar o que disse. Eu não devo explicações ao senhor e nunca fui condenado pela Justiça por ofensas tão repulsivas.

Por isso reafirmo. O senhor é mentiroso porque assumiu o compromisso, em conversa comigo, de cumprir os acordos de defesa do ambiente, e não tomou nenhuma providência quando os incendiários iniciaram a destruição da Amazônia, incentivados por seu discurso e suas ideias.

O senhor também é um mentiroso porque se elegeu mentindo. E porque descumpriu a decisão da Justiça e, quando deveria pedir desculpas à deputada Maria do Rosário, voltou a atacá-la covardemente.

O senhor gosta de atacar mulheres porque, para gente com o seu perfil e o seu caráter, incluindo seus filhos, elas são uma ameaça sempre presente, maior do que as representadas pelos homens.

Aproveito e peço desculpas aos que entenderam que, ao chamá-lo de mentiroso, eu fui brando demais diante das agressões, das violências, dos ódios e das discriminações que o senhor e sua família propagam.

Sem falsos abraços

Seu algoz francês

Paris, 27 de agosto de 2019.

(Sei que essa é a carta que muitos gostariam de ler, se Emmanuel Macron decidisse responder por escrito ao apelo de Bolsonaro para que peça desculpas.)

 POR MOISÉS MENDES

Começou nesta quarta-feira (28) e segue até a sexta-feira (30) em Afogados da Ingazeira, a 3ª Feira de Ciências e Inovação, realizada pelo IFPE – campus Afogados em parceria com a Prefeitura Municipal.

O evento conta o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), no qual a proposta dos professores Luís Gomes e Denise Josino foi contemplada com recursos e executada em parceria com a Prefeitura. Tendo como tema este ano “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, uma coleção de 17 metas globais estabelecidas pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU).

A Feira tem também como objetivo divulgar e popularizar a ciência e a inovação no município, por meio da exposição de diversos trabalhos de estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental.

Ontem (28) e hoje (29), a partir das 17 horas, esses estudantes estarão expondo suas produções na Praça Alfredo de Arruda Câmara, no centro da cidade. Na sexta-feira (30), às 19 horas, acontecerá o encerramento, com a premiação dos projetos por categoria, os quais serão selecionados durante o evento por meio de avaliadores.

O escritor brasileiro Paulo Coelho, um dos mais lidos e traduzidos do mundo, publicou um vídeo em seu Twitter pedindo desculpas ao povo francês pela grosseria de Jair Bolsonaro, que desrepeitou a primeira dama francesa, Brigitte Macron, com comentários ofensivos.

Macron lamentou as declarações ‘extraordinariamente desrespeitosas’ de Bolsonaro sobre sua esposa, Brigitte, e divulgou mensagem afirmando que os brasileiros tenham logo um presidente que se comporte à altura do cargo.”

A grosseria de Bolsonaro com a primeira-dama francesa fez o mundo se voltar contra o presidente brasileiro, acentuando ainda mais o sentimento de repulsa da comunidade internacional pelas ações e gestos do brasileiro.

“Quando ele mordeu a isca, senti que viria coisa boa”, disse Debbie Geddes à Fox News (Foto: Reprodução)

Uma pescadora ficou maravilhada com o que conseguira fisgar quando passava uma tarde no Lago Champlain (estado de Nova York, EUA): um peixe com duas bocas!

“Quando ele mordeu a isca, senti que viria coisa boa”, disse Debbie Geddes à Fox News. “Achei que seria grande. Quando o trouxe ao barco não pude acreditar no que estava vendo. Duas bocas! E o peixe estava vivo e se agitando. Muito incrível! Tiramos algumas fotos e soltamos o peixe”, acrescentou ela.

Uma imagem acabou no Facebook em postagem de Adam Facteau, que trabalha com Debbie.

“Eu sabia que (a imagem) ficaria popular”, afirmou Adam à Fox News.

A foto também deixou impressionado o Knotty Boys Fishing, um grupo de pescadores de competição no Facebook.

“Não acredito na atenção que isso tem recebido”, comentou Debbie.

As teorias para explicar as “duas bocas” se multiplicam. Algumas afirmam que o peixe sofreu uma lesão provocada por um outro anzol, que partiu a sua boca em duas. Outros duvidam dessa versão, argumentando que o peixe não sobreviveria.

Mas há quem afirme que se trate de uma mutação genética. Outros acreditam que seja uma nova espécie.

blogmarcosmontinely

A hashtag #DesculpaBrigitte foi lançada na manhã desta segunda-feira (26), após a notícia de que o presidente brasileiro reagiu a um insulto no Facebook à primeira-dama francesa, e, rapidamente, virou sucesso no Twitter. O movimento, reforçado nesta terça-feira (27) pelo lançamento de dois abaixo-assinados de brasileiras que moram na França, emocionou Brigitte Macron.

O sucesso da hashtag #DesculpaBrigitte e a reação da primeira-dama ganham destaque na mídia francesa. O site do Le Parisien e da BFMTV relatam que a primeira-dama francesa ficou emocionada com as mensagens de solidariedade que recebeu de brasileiros pelo Twitter. A hashtag em francês #PardonBrigitte também foi enviada. Em várias mensagens, os brasileiros confirmam a vergonha que sentem diariamente de ter o Brasil governado por Bolsonaro. “Ele não me representa”, destacam alguns internautas.

O escritor Paulo Coelho, muito popular na França, também divulgou um vídeo no Twitter se desculpando pelo que chamou de “histeria de Bolsonaro” em relação à França, ao presidente Macron e à primeira-dama Brigitte.

Esses brasileiros dão razão a Emmanuel Macron que ontem declarou que “os brasileiros deveriam ter vergonha” do comportamento de seu presidente, escreve Le Parisien. No domingo (25), Bolsonaro comentou e concordou com uma grosseria em relação à diferença de idade entre Brigitte e a primeira-dama brasileira, Michelle Bolsonaro, publicada por um internauta no Facebook. A francesa é 25 anos mais velha que o marido, enquanto Michelle é 27 anos mais jovem que ex-capitão. A atitude do presidente brasileiro acirrou a crise diplomática entre os dois países, iniciada após o posicionamento de Macron sobre os incêndios que devastam a Amazônia

Abaixo-assinado de brasileiras de Paris

Dois grupos de brasileiras de Paris na internet lançaram nesta terça-feira abaixo-assinados se solidarizando com Brigitte Macron.

O núcleo francês do “Grupo Mulheres do Brasil”, seguido por mais de 16 mil pessoas, postou um manifesto que foi compartilhado nas mais de 40 páginas do movimento no Brasil e no mundo. O texto repudia a atitude do presidente brasileiro:

O post diz aindq que “somos um coletivo de 40 mil mulheres brasileiras de todas as idades, raças, credos e classes sociais, de diferentes cidades do Brasil e do exterior. De forma suprapartidária e a favor do diálogo, nos colocamos à disposição do presidente Jair Bolsonaro para apresentar dados sobre desigualdade entre gêneros, violência contra a mulher e misoginia, e também para pontuar modelos de políticas públicas que contribuem para a redução das disparidades, do preconceito e das taxas recordes de feminicídio que o Brasil coleciona.

O “Brasileiras de Paris”, que tem quase 5 mil integrantes, publicou uma carta em francês, endereçada a Brigitte Macron. No texto, elas exprimem, como cidadãs brasileiras, “solidariedade e indignação”. O grupo afirma que a atitude “desprezível” do presidente brasileiro é “preocupante e vergonhosa”. As declarações “misóginas, discriminatórias e grosseiras do presidente desonram o povo brasileiro”. Bolsonaro, assim como sua política, “não nos representam”, escrevem as “Brasileiras de Paris”.

Este ano, maior rede de supermercados da Escandinávia, a Paradiset, boicotou produtos brasileiros em protesto contra política do governo Bolsonaro para agrotóxicos. Analistas e produtores agrícolas receiam novas medidas semelhantes Foto: Reprodução

RIO, SÃO PAULO e LONDRES – Diante da crise internacional desencadeada pelas queimadas na Amazônia, analistas e produtores nacionais já temem que produtos brasileiros sejam alvo de boicote por empresas e consumidores estrangeiros. Nas redes sociais, já começaram a circular convocações para um movimento de boicotes a mercadorias “made in Brazil”, com a hashtag #BoycottBrazil.

Nos chamados nas redes sociais, fala-se em não consumir produtos de origem animal e até mesmo no cancelamento de viagens internacionais que tenham como destino o país.

Rubens Ricupero: Brasil deve sofrer represálias e só por ‘milagre’ consegue recuperar sua imagem

A revista britânica Newstatesman também defendeu o boicote: “agora é hora de ser agressivo. Boicote os produtos brasileiros. Faça da associação com o Brasil uma mancha feia para as companhias internacionais”.

Na avaliação de especialistas, como eventuais sanções por parte dos governos europeus poderiam levar a questionamentos na Organização Mundial do Comércio (OMC), não seria surpresa se esses governos apoiassem o movimento de boicote, ainda que não publicamente.

— Os produtores agrícolas europeus podem fazer apelos junto aos consumidores, para que eles não comprem produtos de origem ou feitos com matéria-prima brasileira — ressaltou Welber Barral , ex-secretário de Comércio Exterior do Brasil e sócio da consultoria Barral M Jorge.

‘Commodities’ em risco

Para o professor e pesquisador sênior de agronegócio global no Insper, o economista Marcos Jank, sob pressão de seus governos, as empresas também podem criar novas restrições para a compra de produtos brasileiros, como a exigência de certificações.

 

Chega a dois o número de mortos após acidente na PE 320

Uma colisão entre um veículo modelo Astra e um caminhão, na PE-320, em Serra Talhada, nas proximidades do Clube da Tupan, deixou um saldo de duas pessoas mortas e uma ferida nesta sexta-feira (23), por volta das 16 horas.

A segunda vítima da colisão, que envolveu um veículo modelo Astra e um caminhão, na altura do Km-01, na PE-320,  não resistiu e morreu no bloco cirúrgico do Hospam.

A vítima estava grávida de cinco meses e vinha no banco traseiro do carro. Um outro paciente, o condutor do veículo, ainda luta pela vida no Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam). Ele perdeu o pai e a irmã na colisão.

Segundo o boletim de ocorrência emitido pelo 14º BPM, o acidente foi provocado em função de um veículo ter parado na pista, o que obrigou os motoristas de um veículo Fiesta 2005 e um Celta 2003 pararem bruscamente, mas o condutor do Astra não conseguiu frear, derrapou e colidiu de frente com o caminhão modelo Wolkswagem.

A primeira vítima fatal estava no banco do carona. Já o motorista ficou preso nas ferragens e foi resgatado pelos bombeiros. O Corpo de Bombeiros agiu rápido no socorro logo que foi acionado. Os nomes das vítimas não foram informados.

Farol de Notícias

Prefeito de Imaculada e mais oito são alvos de ação de improbidade

 

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O prefeito de Imaculada, na Paraíba, Aldo Lustosa, virou alvo de uma ação de improbidade administrativa impetrada pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF-PB) após ter sido constatado que uma empresa de fachada venceu uma licitação para construção de duas quadras poliesportivas, que nunca foram concluídas. Além dele, outras oito pessoas também são alvos da denúncia. A investigação faz parte da Operação Recidiva.

Conforme o MPF-PB, a empresa venceu o processo para construir as quadras no padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sendo uma na zona urbana e outra na zona rural de Imaculada, orçadas em mais de R$ 1 milhão. As obras nunca foram concluídas, apesar de pagamentos terem sido feitos.

No curso da investigação, as obras foram vistoriadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), de 30 de julho a 3 de agosto de 2018, com o objetivo de analisar a regularidade do processo de contratação da empresa, assim como verificar se os serviços foram realizados de acordo com o projeto e pagos em conformidade com o efetivamente executado.

A fiscalização desvendou mecanismos de desvio de recursos públicos, mais de R$ 300 mil, empregados por todos os demandados na ação. As fraudes foram comprovadas também por meio de interceptações telefônicas e análises bancárias autorizadas pela Justiça.

A Operação – Deflagrada em novembro do ano passado, a Operação indica a existência de uma organização criminosa que tinha objetivo de fraudar licitações públicas (em obras de construção civil) em diversos municípios paraibanos, bem como nos estados do Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte.

Os suspeitos são apontados como responsáveis por desviar recursos públicos, lavar dinheiro público desviado e fraudar os fiscos federal e estadual. Já são sete ações penais e três ações civis ajuizadas, além de cautelares de sequestros e de afastamento de agente público.

Chefes de Estado e governo de países europeus estão divididos sobre até que ponto a crise provocada pela devastação da Amazônia por responsabilidade do governo de Jair Bolsonaro deve influenciar o acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o Mercosul.

A informação é da Deutsche Welleao destacar que a questão amazônica é um dos temas centrais da cúpula do G7, que teve início neste sábado (24) na cidade de Biarritz, na costa sudoeste da França.

Até o fim da reunião, o presidente francês Emmanuel Macron deverá tentar arrancar resultados concretos em relação à Amazônia dos colegas presentes, muitos deles líderes europeus.

Neste sábado, Macron lançou um apelo a todas as potências mundiais para que ajudem o Brasil e outros países da América do Sul a combater os incêndios na Floresta Amazônica, que chamou de “nosso bem comum”. “Devemos responder de maneira concreta ao apelo das florestas que queimam agora na Amazônia”, disse o francês em discurso transmitido na televisão

O prefeito interino do município de Patos, no Sertão da Paraíba, Ivanes Lacerda (MDB), eleito presidente da Câmara, e empossado na noite desta sexta-feira (23), enfrentará extensos obstáculos no comando do executivo municipal.

O próprio Ivenes expôs, em seu discurso de posse, os desafios que irá enfrentar na administração municipal, entre os quais, a instabilidade administrativa e política vivenciada pelo município, e com a possibilidade de Dinaldo Filho (Dinaldinho), voltar a comandar o município, numa possível decisão judicial, limita o interino Ivenes, tomar medidas com o prazo mais extenso, que possa estabelecer uma situação mais confortável em Patos, se é que podemos assim dizer.

Diante dos fotos, fica praticamente impossível esperar que um prefeito que assume a gestão de um município inumerado de problemas, ‘tire uma carta da manga’ no curto espaço de tempo que dispõe, e resolva todos os problemas existentes por lá. Apesar de persistir a primordialidade de pelo menos tentar colocar o município no caminho certo.

Líderes apoiam o presidente da França que propõe boicote ao Brasil no acordo entre União Europeia e Mercosul

Após o presidente francês Emmanuel Macron acusar Bolsonaro de ter mentido sobre o clima no G20 e afirmar que a França se opõe ao acordo UE-Mercosul, Alemanha, Irlanda e Canadá saíram em defesa do líder francês e também criticaram o governo brasileiro.

O primeiro-ministro da Irlanda, Leo Varadkar, ameaçou votar contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul se o Brasil não respeitar seus “compromissos ambientais”, em meio a críticas ao presidente Jair Bolsonaro pelos incêndios que assolam a Amazônia. Segundo o primeiro-ministro, “de maneira alguma a Irlanda votará a favor do acordo de livre comércio UE-Mercosul se o Brasil não cumprir seus compromissos ambientais”.

E a polêmica não fica só na Europa. O primeiro ministro do Canadá, Justin Trudeau, postou em seu Twitter uma manifestação apoiando Macron e dizendo que no G7 o assunto será tratado de forma prioritária.

 

Os incêndios florestais que devastam a Amazônia há 20 dias, incentivados pelo desmonte dos orgãos de fiscalização ambiental e pelas declarações de incentivo ao desmatamento feitas por Jair Bolsonaro, já resultaram no primeiro grande prejuízo internacional ao agronegócio., Segundo a Agência de Notícias France Press, A França acaba de anunciar que irá se opor ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, o que fecha a entrada de produtos agropecuários brasileiros nos principais mercados europeus.

Para o presidente francês, Emmanuel Macron, Bolsonaro “mentiu” sobre os compromissos ambientais assumidos pelo Brasil, o que levou a decisão da França de não ratificar o tratado comercial entre a UE e o Mercosul. “Dada a atitude do Brasil nas últimas semanas, o presidente da República só pode constatar que o presidente Bolsonaro mentiu para ele na cúpula (do G20) de Osaka”, disse o governo francês por meio de nota. “O presidente Bolsonaro decidiu não respeitar seus compromissos climáticos nem se comprometer com a biodiversidade”, complementa o texto.

Nesta sexta-feira (23), a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o da Irlanda, Leo Varadkar, manifestaram apoio à solicitação do presidente francês, Emmanuel Macron, de debater o desmatamento no Brasil durante a cúpula do G7, neste final de semana, em Biarritz, na França 

Neste final de semana, os principais jornais da Alemanha já haviam criticado duramente o desmonte ambiental promovido pelo governo Jair Bolsonaro e a falta de ações efetivas para conter os incêndios. Em seus editoriais, os jornais defendiam a adoção de sanções ao Brasil como forma de pressionar o país a rever a questão ambiental . 247

blogmarcosmontinely.com.br

Uma empresa de tecnologia sediada na Califórnia e financiada pelo fundador do Google, Larry Page, construiu o Flyer, um “drone para humanos” que acomoda um passageiro e usa dez propulsores movidos a bateria para voar até 3 metros acima da água.

Segundo a Kitty Hawk, o Flyer é pilotado a partir de um joystick. E, qualquer pessoa leva, em média, 15 minutos para aprender a pilotar o modelo. O equipamento já foi testado mais de 25 mil vezes em um centro de 100 treinamento em Las Vegas.

Kitty Hawk anunciou que o veículo é “o primeiro passo para tornar os voos parte da vida cotidiana”.

Embora a velocidade padrão do drone humano seja de aproximadamente 32 Km/h, o engenheiro-chefe do projeto, Todd Reichert, garante que ela pode alcançar até 160 Km/h. Mas, para atingir tal velocidade, um paraquedas embutido seria necessário para frear o modelo.

No entanto, de acordo com as regras da Administração Federal de Aviação (FAA), por ser um veículo “motorizado”, o Flyer precisa atender a requisitos específicos, como não pesar mais de 115 Kg ou viajar mais rápido que 63 Km/h. Ele também só pode ser pilotado durante o dia e longe de aeroportos.

Ano passado, o CEO da Kitty Hawk, Sebastian Thrun, disse que o Flyer deve chegar ao mercado em 2023. Ele é uma das duas apostas da empresa para compradores ousados, e embora ainda não tenha divulgado preços, já está aceitando pedidos de reserva.

Detalhes do Flyer

Tipo de Máquina:  Aeronave Pessoal;

Poder:  Inteiramente elétrico;

Capacidade: Uma pessoa;

Limite de altura: Até 10 metros da superfície da água;

Decolagem e aterrissagem vertical:  Alimentado por 10 propulsores independentes;

Vida útil da bateria:  A duração da bateria dependerá do peso do participante, fatores ambientais e velocidade de avanço;

Tempo de voo:  12-20 minutos (a 32 Km/h).

Um Airbus A321 da Ural Airlines, com 226 passageiros e 7 tripulantes a bordo, fez um pouso de emergência nesta quinta-feira (15) em um milharal na região de Moscou, após colidir com um bando de pássaros, informaram autoridades russas.

O Ministério da Saúde da Rússia informou que 23 pessoas, incluindo nove crianças, ficaram feridas e foram hospitalizadas.

A aeronave colidiu com a revoada de pássaros logo depois de decolar do aeroporto de Jukovki, nos subúrbios de Moscou, às 3h20 (horário de Brasília), informou a agência russa de transporte aéreo federal (Rosaviatsia) em um comunicado.

O destino do voo era Simferopol, a principal cidade da península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.

Várias aves “atrapalharam a operação dos motores” e a tripulação decidiu fazer um pouso de emergência, diz a nota.

O pouso em um milharal, localizado a 1 km da pista, foi feito sem o trem de pouso.

O Comitê de Investigação da Rússia vai apurar o incidente.

Em busca de conhecimento para desenvolver novos negócios, universitários de vários estados que desenvolvem startups inovadoras em diversas áreas no Startup Summit

O governo pretende encaminhar ao Congresso Nacional, até o final do ano, o Marco Legal de Startups, iniciativa que cria normas e práticas para o setor. A expectativa do Ministério da Economia é que o projeto de lei seja encaminhado até setembro.

“Acreditamos que será uma alavanca para que o Brasil se torne um dos países mais inovadores do mundo. Quando comparamos o novo marco legal com o ambiente de startups em outros países, estamos aproveitando as melhores lições, e indo além. O Brasil vai se tornar uma grande potência de startups global”, disse o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, em entrevista à Agência Brasil. Ele proferiu palestra no Innovation Summit Brasil – 2019, evento que debate, em Florianópolis, o ecossistema brasileiro de ciência, tecnologia e inovação.

O marco legal é um projeto realizado pelos ministérios da Economia e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações em parceria com a sociedade civil. “O marco legal foi produto de uma construção que teve a participação de 160 pessoas, e que foi colocado em consulta pública, tendo recebido 711 contribuições, com mais de 4 mil sugestões de alterações. Por isso, estamos no momento de sistematizar essas contribuições para encaminhá-lo ao Congresso Nacional no segundo semestre”, disse Igor Nazareth, subsecretário de Inovação do Ministério da Economia.

Segundo Nazareth, o marco legal estuda a melhora do ambiente de negócios, com propostas de simplificação para que as startups se tornem sociaedade anônima (S.A.) e possam receber recursos, com diminuição da burocracia e redução de custos. Também foram objetos de trabalho, a facilitação de investimentos, as compras públicas e a atração de talentos para as startups.

“Hoje temos algumas leis dispersas que tratam do tema e trazem alguns avanços. Mas o que estamos fazendo é trazer tudo isso para aperfeiçoar o que diz respeito às startups e colocar no mesmo marco legal. Não estamos trabalhando só com leis. O projeto será encaminhado ao Congresso, mas também estamos trabalhando com decretos e instruções normativas. O objetivo do trabalho e do marco legal é identificar as barreiras que dificultam o crescimento e desenvolvimento das nossas startups e propor instrumentos e políticas para apoiar seu crescimento e desenvolvimento”, afirmou Nazareth.

Emprega+

O secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, que participou do evento, disse que, até setembro, o governo pretende lançar o Emprega+, um programa que de qualificação de capital humano que tem como objetivoa elevação da taxa de emprego no país. Segundo Costa, a data de lançamento do programa ainda não foi definida porque parte dele será feita em conjunto com o Sistema S. “Mas estamos em fase final de negociação”, disse.

O programa é baseado em três instrumentos. “Primeiro, vouchers principalmente para aqueles que estão desempregados, para que treinem e voltem a se qualificar para o mercado de trabalho. Também temos os chamados contratos de impacto social, em que contratamos empresas para que elas qualifiquem as pessoas e as coloquem no mercado. As empresas ganham de acordo com o sucesso em recolocar essas pessoas. E também programas específicos, desenhados junto com as empresas para qualificarem as pessoas no futuro.”

Agência Brasil

Temor de recessão global faz dólar fechar acima de R$ 4

As divulgações de dados econômicos ruins na China e na Alemanha provocaram turbulências nos mercados financeiros de todo o planeta. No Brasil, o dólar comercial fechou acima de R$ 4 pela primeira vez desde maio, e a bolsa de valores chegou a ficar abaixo dos 100 mil pontos em alguns momentos do dia.

A moeda norte-americana encerrou esta terça-feira (14) vendida a R$ 4,04, com alta de R$ 0,074 (1,86%) em apenas um dia. Na maior cotação desde 23 de maio (R$ 4,047), a divisa acumula valorização de 5,83% em agosto.

No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,94%, aos 100.258 pontos. Por volta das 16h, o indicador chegou a ficar abaixo da barreira de 100 mil pontos, mas o ritmo de queda estabilizou-se nos minutos finais de negociação.

Mercados

Os mercados financeiros globais registraram fortes movimentos de fuga após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) na Alemanha recuou 0,1% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior. Os dados indicam que a maior economia da Europa está à beira da recessão.

Na China, segunda maior economia do planeta, a produção industrial cresceu 4,8% em julho sobre o mesmo mês do ano passado. Esse é o menor ritmo mensal de crescimento desde fevereiro de 2002. Influenciada pela queda nas compras de automóveis, as vendas no varejo na China cresceram 7,6% em julho, menos que o esperado.

Na Europa, a bolsa de Londres caiu 1,42%, a de Frankfurt recuou 2,19%, e a de Paris teve retração de 2,08%. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, caiu 3,05% nesta quarta-feira (14). Perdas nos mercados de países desenvolvidos fazem os investidores retirarem dinheiro de mercados emergentes, como o Brasil.

Giammattei, do partido Vamos, promete combater a insegurança com ações como reviver a pena de morte e tratar as gangues violentas do país como terroristas.

Eleito, Giammattei enfrentará um desafio depois da Guatemala ter assinado um tratado impopular com Washington. (Foto: Reprodução)

CIDADE DA GUATEMALA, GUATEMALA (FOLHAPRESS) – O conservador Alejandro Giammattei foi eleito neste domingo (11) o novo presidente da Guatemala, segundo declarou o tribunal eleitoral do país. 

Giammattei, do partido Vamos, promete combater a insegurança com ações como reviver a pena de morte e tratar as gangues violentas do país como terroristas.

A candidata rival, a social-democrata Sandra Torres, do partido Unidade Nacional da Esperança (UNE), admitiu a derrota para seu rival conservador. 

Eleito, Giammattei enfrentará um desafio depois da Guatemala ter assinado um tratado impopular com Washington. 

Ele disse, neste domingo (11), que quer pensar sobre o que pode ser feito para alterar o acordo firmado pela atual administração de Jimmy Morales no fim de julho, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Guatemala com a taxação sobre as remessas de dinheiro e o aumento das tarifas sobre exportações.

A Guatemala aceitou o acordo para se tornar o que Washington chamou de “terceiro país seguro”, onde os imigrantes solicitarão asilo em vez de permanecer nos EUA.
Segundo autoridades americanas, aqueles que chegarem aos EUA sem ter solicitado asilo na Guatemala serão devolvidos ao país da América Central.

A Guatemala integra, junto a El Salvador e Honduras, o Triângulo do Norte, faixa territorial marcada pela violência de facções criminosas –as chamadas “maras”.

Em contrapartida, segundo o governo guatemalteco, parte do acordo estabelece um convênio para dar vistos de trabalho no setor agrícola a cidadãos dos países centro-americanos, um programa que poderia ser ampliado para os setores de construção e serviços.

As autoridades locais negam que o pacto migratório transformará o país em uma prisão americana. 

Um motor fundamental da economia da Guatemala são as remessas dos migrantes nos EUA. No ano passado, atingiu-se a marca histórica de quase 9,3 bilhões de dólares. 

Antes da eleição do domingo, os dois candidatos haviam criticado o acerto. Na época, Giammattei o chamou de “más notícias”, dizendo que a Guatemala não está pronta para lidar com um potencial salto no número de imigrantes pedindo asilo. 

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