Eleições

Entre os pontos vetados estão a utilização do fundo partidário para pagamento de multas e a recriação da propaganda política gratuita. Vetos seguem para análise do Congresso.

Os trechos sancionados pelo presidente já valerão para as eleições municipais do ano que vem 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta sexta-feira (27), com vetos, o projeto de lei que altera as regras para partidos políticos e para eleições.

O texto foi aprovado no último dia 18 pela Câmara dos Deputados, depois de ter sido modificado pelos senadores.

Os trechos sancionados pelo presidente já valerão para as eleições municipais do ano que vem. Já os trechos vetados por Bolsonaro só valerão para 2020 se o Congresso derrubar os vetos. Uma sessão conjunta com deputados e senadores está prevista para a próxima quarta (2).

Entre os pontos vetados por Bolsonaro estão:

  • a redação da forma como o fundo eleitoral seria composto (entenda mais abaixo);
  • a recriação da propaganda político-partidária gratuita em rádio e TV;
  • a utilização do fundo partidário para pagamento de multas;
  • os dispositivos que traziam anistias às multas aplicadas pela Justiça Eleitoral;
  • o trecho que poderia permitir a eleição de candidatos ficha-suja, alterando o momento em que a análise das condições de elegibilidade seria feita.

Fundo eleitoral

De acordo com o governo, os vetos assinados pelo presidente foram motivados por questões orçamentárias e constitucionais. Entre eles, o que trata da constituição do fundo eleitoral.

No caso da composição do fundo eleitoral, o projeto aprovado pela Câmara trazia a seguinte redação:

“O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é constituído por dotações orçamentárias da União em ano eleitoral, em valor ao menos equivalente:

I – ao definido pelo Tribunal Superior Eleitoral, a cada eleição, com base nos parâmetros definidos em lei

II – ao percentual do montante total dos recursos da reserva específica a programações decorrentes de emendas de bancada estadual impositiva, que será encaminhado no projeto de lei orçamentária anual”.

Ao analisar o projeto, Bolsonaro vetou o inciso II, mantendo a redação atual, que prevê que o fundo será composto por ao menos 30% do valor destinado às emendas parlamentares. Em 2018, o percentual correspondeu a R$ 1,7 bilhão (nesse valor, estavam inclusos recursos para propagandas político-partidárias).

Com isso, a redação do projeto ficou assim:

“O Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) é constituído por dotações orçamentárias da União em ano eleitoral, em valor ao menos equivalente:

I – ao definido pelo Tribunal Superior Eleitoral, a cada eleição, com base nos parâmetros definidos em lei;

II – a 30% (trinta por cento) dos recursos da reserva específica de que trata o inciso II do § 3o do art. 12 da Lei no 13.473, de 8 de agosto de 2017.”

Na proposta orçamentária para 2020, o governo previu a destinação de R$ 2,5 bilhões para abastecer o fundo eleitoral.

Caberá ao Congresso aprovar o montante destinado ao fundo, em votação que acontecerá em dezembro deste ano.

O projeto

Entre os pontos mantidos por Bolsonaro, o projeto que muda regras para partidos políticos prevê:

  • Pagamento de advogados: o texto permite o uso do fundo partidário para pagamento de advogados e contadores. O fundo só poderá ser usado exclusivamente para processos envolvendo candidatos, eleitos ou não, mas relacionados ao processo eleitoral.
  • Partidos com registro fora de Brasília: permite que o registro dos partidos políticos possa ser feito no local da sede da legenda, e não mais no Registro Civil das Pessoas Jurídicas em Brasília. O projeto também abre espaço para que a sede do partido seja fora da capital federal.
  • Doações para partidos políticos: permite o recebimento de doações de pessoas físicas ou jurídicas por meio de boleto bancário e débito em conta, além de permitir a abertura de contas bancárias e serviços de meios de pagamento e compensação a partidos políticos;
  • Manifestação de técnicos de tribunais: determina que as áreas técnicas dos tribunais eleitorais não opinem sobre o mérito da prestação de contas eleitorais, cabendo apenas aos magistrados analisar os relatórios.

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de cassar 6 vereadores do Piauí por fraude na cota para candidaturas femininas deve gerar efeito cascata em outros estados e na Câmara dos Deputados. A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo, desta quinta-feira (19).

Segundo a nota, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, acusado de preencher a cota de 30% de mulheres com laranjas, pode perder 6 deputados em Minas Gerais e 1 em Pernambuco, o próprio presidente da sigla, Luciano Bivar.

Ainda de acordo com a coluna, existem registrados casos de vereadores cassados por fraude nas cotas em todo o país, mas pendentes de decisão do TSE. No estado de São Paulo, são sete ações do gênero. 

A cassação de mandatos não é automática e será avaliada caso a caso, mas já tem causado alvoroço a possíveis afetados. ““Eu ralei para me eleger e posso ser prejudicado por eventual canalhice de alguma liderança do partido”, diz Junio Amaral (PSL-MG).

Ditadura continua no governo de Bolsonaro

BRASÍLIA — A Executiva do PSLdecidiu nesta terça-feira expulsar o deputado Alexandre Frota (SP). Ele foi acusado de infidelidade partidária por criticar abertamente o presidente Jair Bolsonaro, além de se abster no segundo turno de votação da reforma da Previdência.  O presidente do DEM,  ACM Neto, confirmou ao GLOBO que o partido convidou Frota para integrar seus quadros. Mas segundo a colunista Bela Megale, o PSDB trata como certa filiação do deputado.

O pedido de expulsão partiu do próprio presidente do PSL, o deputado Luciano Bivar (PE). A Executiva, presidida por Bivar, se reuniu na sede do partido na manhã desta terça-feira para deliberar sobre o caso.

— A defesa dele é que estava agindo de acordo com a Constituição, com o direito de expressar os pensamentos dele. Mas esquece ele que faz parte de uma instituição, um partido político, e que tem no mínimo que respeitar a hierarquia do partido e o sentimento de unicidade que todo partido procura ter — disse Bivar.

O estatuto do PSL diferencia infidelidade partidária de “desalinhamento” do filiado com o partido. Por isso, o PSL não irá pedir a cassação do mandato de Frota por infidelidade partidária, já que essa infração não foi constatada, de acordo com Bivar. O presidente da sigla disse, ainda, que Frota foi advertido diversas vezes por suas declarações contra o presidente Bolsonaro.

— Foi um sentimento da Executiva Nacional do partido de que não foi a primeira vez que ele se comportou dessa forma, apesar de já termos conversado com ele.

A deputada Carla Zambelli mudou de ideia sobre uma eventual expulsão nos últimos dias, depois de conversar diretamente com Frota. Segundo ela, o deputado pediu desculpas e estava disposto a repensar suas atitudes.

Filiado à sigla desde março do ano passado, Frota viveu uma “lua de mel” com os colegas antes de começar a criticar publicamente as ações do governo e a postura da bancada do PSL no Congresso. Sua chegada ao partido, por exemplo, foi precedida por  um convite público de Bolsonaro, em tom de brincadeira, para que ele ocupasse um ministério.   As trocas públicas de afeto, no entanto, minguaram recentemente.

Estavam presentes na reunião Major Olímpio, o deputado Felipe Francischini (PR), o deputado Julian Lemos (PB), o líder da sigla na Câmara Delegado Waldir (GO) e outros membros do partido. Na saída, Olímpio não quis comentar se estava satisfeito com o resultado.

Quem no mínimo entende um pouco como comporta-se, as lideranças políticas pernambucanas que eles não tomam certas deliberações, o eleitor sábio sabe que historicamente que isso é fato, pois assim sendo político nenhum bem avaliado toma decisões antecipando o pleito, exemplos o saudoso ex-governador Eduardo Campos (In Memoriam), o ex-presidente Lula,  seja Prefeito, Governador ou Presidente a verdade que durante  o  exercício de seu mandato, tendo em vista faltando praticamente 1 ano para  se discutir eleições, natural que surja a pergunta qual será o candidato apoiado pelo atual gestor?  quem acompanha política sabe, a primeira regra é, não satisfazer o desejo desesperador da  oposição em “definir nomes antecipadamente”, segundo, qualquer um que lançar a perguntar a respeito, a resposta vem automática pelos grandes líderes,  “Se discute política no tempo certo, agora é o momento para trabalhar”,   assim fez Eduardo, o prefeito de Carnaíba que elegeu seu sucessor e tantos outros.
Se analisar o perfil  do Prefeito José Patriota, cria de Arraes, de Eduardo e Lula, sendo considerado o melhor ou um dos melhores gestores de PE, a sua gestão é a prova disso, ele conseguiu promover o nome de Afogados da Ingazeira no sertão do Pajeú para todo país, com projetos modelos a exemplo do Reuso da água implantado no estádio Vianão, recentemente entregou o 4° mais avançado centro de Reabilitação do Brasil, um está em seu município entregue recentemente que beneficiará não só município como toda uma região, Patriota, tem aprovação e o reconhecimento de mais  85% da população, mudou a forma de administrar sendo exemplos para outros prefeitos que visitam o município para saber como é o plano de Gestão implantado, tem ao seu lado Alessandro Palmeira, vice-prefeito atuante, trabalhador com o poder de decisão tudo que sonhava qualquer prefeito, os dois trabalhando juntos, sobretudo é a pessoa de extrema confiança, para maioria assim fica fácil de analisar partindo da premissa que reúne todas as prerrogativas a seu favor, quem será o sucessor? Acontece que o prefeito como um líder político, primeiro que ele não daria uma notícia dessa magnitude sem antes comunicar a população pelo respeito que tem ao povo afogadense, segundo, ele vai seguir seus líderes, e dizer  “eleições se discute no tempo das eleições, agora é trabalho” não é, e não será, nenhuma surpresa se o prefeito José Patriota (PSB) se posicionar desta forma não entrando no jogo dos desesperados, mas deixando uma breve ressalva que nunca na história de Afogados teve um vice que trabalha tanto, “há quem diga que são dois prefeitos”.

Opinião:

Deputado Gonzaga Patriota, também concordou que falta muito tempo para discussão, “A gente ainda tem praticamente um ano pra discutir”, Totonho foi um bom prefeito, o Patriota está terminando agora. O nosso vice-prefeito Sandrinho  tem feito um trabalho maravilhoso.

Completou, “Mas eu acho que dá pra gente se entender Isso vai depender muito de uma conversa que Patriota vai ter”. Disse Deputado Gonzaga Patriota em entrevista ao Radialista Nill na rádio Pajeú, durante exposição em Sertânia.

Dos 13 vereadores de  Afogados,  só um votou contra a prestação de contas do prefeito Patriota,  foi o vereador que defendeu o fake news do kit  Gay nas últimas eleições

Resultado de imagem para vereador wellington jk afogadosSomente o vereador aposentado que foi achincalhado por defender o fake do kit Gay, no período das eleições  Jose Welington de Oliveira conhecido por (Welington JK),  votou contra as contas do prefeito José Patriota (PSB), relativas ao exercício 2015, na sessão realizada nesta última terça-feira (23), O parlamentar disse que as contas merecia uma análise mais apurada e votou contra.

Perguntar não ofende, será se ele leu? 

Em Pernambuco, o Progressitas realizou nesta sexta-feira (14) a Convenção Estadual, onde o deputado federal Eduardo da Fonte foi reconduzido à presidência do Partido, presidindo a sigla por mais dois anos.

Parlamentares filiados ao Progressistas estiveram presentes. O deputado estadual Clovis Paiva, líder da bancada na Alepe, expressou sua satisfação. “É um momento muito importante, Dudu mostrou e mostra todos os dias um belo trabalho.O Partido está em ótimas mãos”, enfatizou.

O deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Eriberto Medeiros, expressou a representatividade do momento. “É um momento de reafirmação de todos que fazem o partido Progressistas. Uma demonstração de satisfação pela condução do nosso líder maior do estado, à frente da nossa agremiação partidária que está em grande crescimento em Pernambuco”.

Também esteve presente na ocasião o deputado estadual Cleiton Collins que declarou, “Reunimos as lideranças estaduais para discutir os anseios da política nacional e as mudanças importantes para o nosso país. Me admiro com a preocupação do partido em ter pessoas capacitadas e preparadas para assumir qualquer posicionamento e enfrentar qualquer problema”.

Para as Eleições 2020, o partido Progressistas já está nas articulações no intuito de fazer o maior número de prefeitos e vereadores possíveis, em cada município do Estado de Pernambuco

Bolsonaro é recebido em Tel Aviv pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun

O presidente Jair Bolsonaro chegou a Israel na madrugada deste domingo (31) para visita oficial de quatro dias ao país. O avião com a comitiva brasileira pousou em Tel Aviv pouco antes das 4h, e Bolsonaro é recebido com uma cerimônia de boas-vindas ainda no aeroporto internacional Ben Gurion.

No primeiro dia da viagem, Bolsonaro será recebido pelo premiê israelense Benjamin Netanyahu – um de seus principais aliados externos – para uma série de compromissos, entre os quais reunião privada, assinatura de acordos bilaterais e uma declaração conjunta à imprensa.

À noite, Netanyahu vai oferecer um jantar ao colega brasileiro. O presidente do Brasil ficará em Israel até quarta-feira (03). A viagem a Israel é o quarto compromisso oficial de Bolsonaro no exterior desde que assumiu a Presidência. Antes de ir ao Oriente Médio, ele já viajou para a Suíça, os Estados Unidos e o Chile.

A visita de Bolsonaro ao premiê israelense ocorre às vésperas de eleições convocadas para 9 de abril em que é possível que Netanyahu, líder do partido de direita Likud, deixe o poder. O parlamento de Israel aprovou a própria dissolução em dezembro, antecipando para abril as eleições israelenses que deveriam ocorrer até novembro de 2019.

Se for reeleito pela quinta vez na eleição do mês que vem, Bibi, como Netanyahu é conhecido em Israel, vai superar o recorde de permanência no cargo do fundador do Estado de Israel, David Ben Gurion. O governo de Netanyahu permaneceu ativo desde a dissolução do parlamento, mas não pode tomar decisões que exijam o consentimento dos congressistas, como o voto de novas leis.

A ida a Israel é uma retribuição à visita do premiê israelense ao Brasil, em janeiro, para participar da solenidade de posse do presidente brasileiro. Na primeira visita oficial de um primeiro-ministro de Israel ao Brasil, Netanyahu visitou o Pão de Açúcar e chegou a jogar futebol com banhistas na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Na ocasião, Bolsonaro e Netanyahu tiveram um encontro no qual reafirmaram a intenção de estreitar os laços entre os dois países e fazer parcerias em diversos setores. O israelense chamou o brasileiro de “grande amigo”, “grande aliado” e “grande irmão”.

A agenda de Bolsonaro em Israel prevê compromissos em Tel Aviv e em Jerusalém. As duas cidades estão no centro de uma polêmica envolvendo a embaixada brasileira no país. Em Jerusalém, na segunda-feira (1º), ele visitará o Muro das Lamentações, local sagrado para os judeus.

Bolsonaro declarou no ano passado após vencer a eleição presidencial que pretendia transferir a embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, a exemplo do que fez o presidente norte-americano Donald Trump. Após três meses de governo, a mudança ainda não foi oficializada.

Com a medida, o Brasil reconheceria Jerusalém como capital de Israel, o que suscitou o receio de retaliações comerciais de países árabes, grandes compradores de carne bovina e de frango do Brasil.

Israel considera Jerusalém a “capital eterna e indivisível” do país. Mas os palestinos não aceitam e reivindicam Jerusalém Oriental como capital de um futuro Estado palestino. A comunidade internacional não reconhece a reivindicação israelense de Jerusalém como sua capital indivisível.

Após a polêmica declaração, o governo brasileiro tem adotado um tom de cautela ao falar sobre o assunto. Em diversas ocasiões, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que o governo estuda o assunto, e não deve anunciar nenhuma medida nesse sentido na visita oficial a Israel.

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Políticos do Nordeste tentam evitar fim do BNB

 Presidentes das assembleias legislativas do Nordeste se reuniram na sexta feira 29, no Maranhão, para tentar acertar uma pauta parlamentar comum para a região junto ao governo federal. Uma das maiores preocupações do grupo é com a possibilidade do fim do Banco do Nordeste (BNB).
A instituição, um dos órgãos federais mais estratégicos na região, poderá ser fundida à estrutura do BNDES, segundo estudos dentro do governo. Mas o martelo em torno dessa decisão ainda não está batido. Os políticos do Nordeste acham que uma decisão desse tipo seria prejudicial para a região, que perderia um de seus fortes instrumentos de fomento da economia local. Setores do governo federal, no entanto, acham que o BNB não tem necessidade de continuar existindo no seu formato atual. 
Cheiro de pauta bomba no ar? – Num Congresso que está pacificado apenas na aparência, há duas fortes bancadas especialmente irritadas: a evangélica e a ruralista.
O retrospecto histórico do Congresso ensina que não se deve brincar com a força de bancadas poderosas e cheias de votos. É o caso dessas duas. /(Estadão – BR 18 – M.M)

 

Cidade cenográfica da TV Globo é atingida por incêndio

A cidade cenográfica da novela Espelho da Vida, da TV Globo, foi atingida por um incêndio na madrugada deste sábado (30). O espaço fica nos Estúdios Globo, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com a emissora, ninguém ficou ferido.
O incidente começou durante a gravação de uma cena de incêndio no casarão da personagem Clara Castelo, interpretado pela atriz Vitória Strada, por volta das 2h. Entretanto, logo saiu do controle e as chamas consumiram o local.
Em comunicado enviado ao R7, a emissora carioca informou ainda que não havia atores no set, que foi “rapidamente isolado”. A nota diz que o fogo foi controlado com a ajuda do 12º Grupamento do Corpo de Bombeiros e que não houve outros prejuízos na cidade cenográfica. 
O incidente não deve afetar o cronograma de gravações da trama. (R7)

 Movimento nas agências do INSS Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Entra em vigor hoje (dia 31) a instrução normativa do INSS que cria regras mais rígidas para a concessão de empréstimo consignado a aposentados e pensionistas. As novas normas têm como objetivo combater fraudes e evitar o assédio das instituições financeiras a esses segurados.

Segundo dados do Banco Central (BC), nos últimos 12 meses, a contratação de consignado por esse grupo aumentou 10,9%. Em fevereiro, o montante da dívida dos beneficiários do INSS com os bancos correspondia a R$ 129 bilhões.

A medida proíbe, por exemplo, que os bancos ofereçam empréstimo pessoal no prazo de seis meses após a concessão do benefício. Além disso, bloqueiam a contratação de crédito nos primeiros três meses de recebimento da aposentadoria ou pensão. O segurado interessado no crédito com desconto em folha deverá também fazer uma pré-autorização para ter acesso à modalidade.

Professor de Economia e Finanças do Ibmec/RJ, Nelson de Sousa recomenda que, na hora de fazer um empréstimo, o consumidor avalie se as parcelas cabem no orçamento:

— É importante que a pessoa saiba quanto vai sobrar do salário após a aplicação dos descontos sobre o contracheque, para que não perca o controle. Empréstimos devem ser feitos apenas em casos de emergência. 

Salgueiro perde por 3 a 1 do Ceará e é eliminado da Copa do Nordeste

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Desta vez não deu para o Carcará. Jogando dentro de casa, no Cornélio de Barros, o Salgueiro foi derrotado pelo Ceará por 3 a 1 e está eliminado na Copa do Nordeste. O Alvinegro Cearense foi bastante superior na partida, tanto que construiu o placar favorável ainda no primeiro tempo. Agora, resta ao Salgueiro o Campeonato Pernambucano. O time sertanejo encara o Sport na Ilha do Retiro, com data ainda a ser definida pela Federação Pernambucana de Futebol.

O Carcará precisava de uma vitória simples para se classificar para as quartas de final do Nordestão.

 

Ex-diretor da Dersa e apontado como operador de propinas do PSDB, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, foi condenado a 145 anos de prisão por supostos desvios de R$ 7,7 milhões que deveriam ser aplicados na indenização de moradores impactados pelas obras do Rodoanel Sul e da ampliação da avenida Jacu Pêssego; é a segunda condenação de Vieira de Souza em menos de 10 dias; juíza Maria Isabel do Prado o condenou a 27 anos de prisão pelos crimes de cartel e fraudes em licitações no Rodoanel e em obras da Prefeitura de São Paulo.

 O ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Sousa, o Paulo Preto, apontado como operador de propinas do PSDB, foi condenado a 145 anos de prisão por supostos desvios de R$ 7,7 milhões que deveriam ser aplicados na indenização de moradores impactados pelas obras do Rodoanel Sul e da ampliação da avenida Jacu Pêssego.

É a pena mais alta concedida no âmbito da operação Lava Jato, numa decisão da juíza Maria Isabel do Prado, da 5.ª Vara Criminal Federal de São Paulo. É a segunda condenação de Vieira de Souza em menos de 10 dias. Maria Isabel do Prado o condenou na quinta-feira, 28, a 27 anos de prisão pelos crimes de cartel e fraudes em licitações no Rodoanel e em obras da Prefeitura de São Paulo. Somadas, as duas penas já impostas a Vieira de Souza chegam a 172 anos, 8 meses e 8 dias de reclusão.

Na sexta-feira, 1, ele virou réu pela terceira vez na Lava Jato São Paulo. O juiz Diego Paes Moreira, da 6.ª Vara Federal, aceitou uma denúncia da força-tarefa da Lava Jato São Paulo contra o ex-diretor da Dersa por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-diretor da Dersa está preso desde 19 de fevereiro pela Operação Ad Infinitum, fase 60 da Lava Jato no Paraná. Neste caso, Vieira de Souza é investigado por lavagem de dinheiro no esquema de propinas da Odebrecht.

Brasil 247

Ó abre alas que a equipe do Monteiro Lobato vai passar!

Nesta  última quinta (28), foi o dia dos foliões da Escola Monteiro Lobato colocar o Bloco na rua.

Uma linda equipe formada pela coordenação da escola, professores, alunos, familiares e um grande público que prestigiava o evento.

Com diversas apresentações elaboradas pelos alunos e professores, animaram ainda mais a comemoração que teve percurso da escola até a praça Monsenhor Arruda Câmara.

Confiram as fotos:

Clique no Link abaixo para ver as outras fotos:

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Publicado por Marcos Montinelly em Sábado, 2 de março de 2019

 

Delação da OAS cita pagamentos para 21 políticos de 8 partidos

Por Camila Bomfim, TV Globo — Brasília

Executivos da construtora OAS contaram em depoimentos prestados em razão de acordo de delação premiada que pagaram R$ 125 milhões em propina e caixa dois para 21 políticos de 8 partidos.

A delação os executivos foi homologada em julho do ano passado pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). O conteúdo da delação permanece em sigilo no STF.

A informação foi publicada em reportagem no jornal “O Globo”. Segundo a reportagem, a revelação foi feita por oito ex-funcionários que atuavam na “controladoria de projetos estruturados”, que funcionava como um departamento específico de contabilidade para gerir o pagamento de propina.

Segundo o jornal, há um relatório de 73 páginas da Procuradoria-Geral da República (PGR) em que a procuradora-geral, Raquel Dodge, resume as revelações dos ex-executivos, contidas em 217 depoimentos, e pede providências ao ministro Edson Fachin, relator da operação lava-jato no supremo tribunal federal.

É a primeira vez que ex-funcionários da OAS revelam em delação as propinas pagas pela empreiteira e como a empresa operava para conseguir obras.

Segundo o jornal “O Globo”, o esquema ilegal da construtora envolvia o superfaturamento de grandes obras como estádios da Copa de 2014 e a transposição do Rio São Francisco, com possível repasse de parte desses recursos a políticos citados na colaboração.

O ex-governador do Espírito Santo e ex-senador pelo estado por três mandatos Gerson Camata foi assassinado a tiros, na tarde desta quarta-feira (26), na Praia do Canto, na capital Vitória.

Atingido por vários disparos, Camata (MDB) tinha 77 anos. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública. 
Formado em economia, Gerson Camata se destacou a partir de um programa de televisão, no Espírito Santo, nos anos 1960. A partir daí, foi para a política, sendo eleito governador, senador e deputado federal.
Na Constituinte, Camata defendeu a limitação do direito de propriedade privada, o mandado de segurança coletivo, a jornada semanal de 40 horas, o aviso prévio proporcional, a unicidade sindical, o voto aos 16 anos, o presidencialismo, a limitação dos juros reais em 12% ao ano, o mandato de cinco anos para presidente e a criação de um fundo de apoio à reforma agrária.
Como parlamentar da Constituinte, ele se absteve das votações relativas ao turno ininterrupto de seis horas e à anistia aos micro e pequenos empresários.
Era casado com Rita Camata, ex-deputada federal por cinco mandatos, que foi relatora do Estatuto da Criança e do Adolescente e da Lei de Responsabilidade Fiscal. O ex-governador deixa dois filhos. (R7/ Foto:Lula Marques/Folhapress)

P”S”ICOSE:

Afogados em luto, morreu nesta segunda-feira (17),  o professor e ex-vereador de Afogados da Ingazeira, Luiz Alves dos Santos, (Seu Luiz) aos 82 anos. Ele havia passado por um tratamento em Recife  depois teve inconstância teve que eternar na Casa de Saúde onde veio a óbito a após sofrer um infarto fulminante.

Prefeito  Zé Patriota (PSB), decretou luto oficial de três dias. Professor Luiz Alves, como era conhecido, presidiu a Câmara de Afogados da Ingazeira e também foi vereador na legislatura de 1996 a 2000.

Ainda foi Secretário Municipal de Administração, na gestão do ex-prefeito Antonio Valdares. Na Educação, além de lecionar em Afogados da Ingazeira, Luiz Alves foi diretor da Escola Pinto de Campos e do Colégio Cenecista.

No ano passado foi homenageado pela Câmara de Vereadores de Afogados,  em solenidade que reverenciou os ex-presidentes com a Medalha Orisvaldo Inácio.

O Professor Luis Alves destacou na oportunidade em suas palavras “É sempre importante reconhecer quem fez história, lembro que estudamos cada artigo da nossa lei orgânica, um por um, obrigado ao Presidente pela homenagem”.

Hoje ele completava 57 anos de casamento com Dona Lucinda, que por muitos anos foi dona de uma loja de calçados na cidade. 

No esporte foi Diretor da Liga Desportiva Afogadense. O corpo será velado na Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira, deixa um legado histórico e um exemplo de professor e parlamentar a ser seguido.

Em uma carta, Lula atacou o futuro ministro Moro e sua relação com o presidente eleito Jair Bolsonaro
JC Online 

Em sua primeira manifestação pública após as eleições presidenciais, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou o ex-juiz Sérgio Moro e sua relação com o presidente eleito Jair Bolsonaro. Preso e condenado no âmbito da Operação Lava Jato, Lula enviou uma carta a ser lida em reunião da Direção Nacional do PT, que acontece nesta sexta-feira (30) em Brasília. No documento, o ex-presidente petista diz que Sérgio Moro “saiu do armário”.

“Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza”, disse.Lula também afirmou que, com Sérgio Moro no Ministério da Justiça, a “perseguição ao PT” vai continuar. “Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições”.

Em outra passagem da carta, o ex-presidente também acusou Moro e a Lava Jato de premiar os “corruptos” da Petrobras. “Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobras. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram”, complementou.

Em seguida, no documento, Lula analisa a eleição de Bolsonaro. Segundo o petista, o presidente eleito chegou ao Palácio do Planalto com a ajuda do “Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump”, além de ter sido apoiado “pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional”.

“Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer”, disse em texto.

Ainda assim, o ex-presidente usou a questão do que Bolsonaro representa para fazer uma autocrítica em relação ao próprio PT. Disse que o partido que ajudou a fundar precisa “voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases”, em referência direta ao rapper Mano Brown, que criticou a sigla em ato do próprio PT antes do segundo turno.

“As mesmas pessoas que elegeram Bolsonaro vão julgá-lo todos os dias, pelas promessas que não vai cumprir e pelo que vai acontecer em nosso país. Temos de estar preparados para continuar construindo, junto com o povo, as verdadeiras soluções para o Brasil. O PT nasceu na oposição, para defender a democracia e os direitos do povo, em tempos ainda mais difíceis que os de hoje. É isso que temos de voltar a fazer agora, com o respaldo dos nossos 47 milhões de votos”, afirmou no documento. “Temos de voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases, como disse o Mano Brown”.

Leia a carta de Lula

“Do fundo do meu coração, agradeço por tudo o que fizeram neste processo eleitoral tão difícil que vivemos, absolutamente fora da normalidade democrática. Quero que levem meu abraço e minha gratidão a cada militante do nosso partido, pela generosidade e coragem diante da mais sórdida campanha que já se fez contra um partido político neste país.

Agradeço à companheira Gleisi Hoffmann e a toda a nossa direção nacional, por terem mantido o PT unido em tempos tão difíceis; por terem sustentado minha candidatura até as últimas consequências e por terem se engajado totalmente, com muita força, na candidatura do companheiro Fernando Haddad.

Agradeço ao companheiro Fernando Haddad por ter se entregado de corpo e alma à missão que lhe confiamos. Ele enfrentou com dignidade as mentiras, a violência e o preconceito. Saiu das eleições como um líder brasileiro reconhecido internacionalmente

Agradeço à companheira Manuela D’Ávila e aos partidos que nos acompanharam com muita lealdade nessa jornada.

Saúdo os quatro governadores que elegemos, em especial a companheira Fátima Bezerra, e também os que não conseguiram a reeleição mas não desistiram da luta nem dos nossos ideais. Saúdo os senadores e deputados eleitos e todos os que, generosamente, se lançaram candidatos, fortalecendo a votação em nossa legenda.

A luta extraordinária de vocês nos levou a alcançar 47 milhões de votos no segundo turno. Apesar de toda perseguição, de todas as tramoias que fizeram contra nós, o PT continua sendo o maior e mais importante partido popular deste país. E isso nos coloca diante de imensas responsabilidades.

O povo brasileiro nos deu a missão de manter acesa a chama da esperança, o que significa a defesa da democracia, do patrimônio nacional, dos direitos dos trabalhadores e do povo que mais precisa. Tudo isso está ameaçado pelo futuro governo, que tem como objetivo aprofundar os retrocessos implantados por Michel Temer a partir do golpe que derrubou a companheira Dilma Rousseff em 2016.

Esta não foi uma eleição normal. O povo brasileiro foi proibido de votar em quem desejava, de acordo com todas as pesquisas. Fui condenado e preso, numa farsa judicial que escandalizou juristas do mundo inteiro, para me afastar do processo eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral rasgou a lei e desobedeceu uma determinação da ONU, reconhecida soberanamente em tratado internacional, para impedir minha candidatura às vésperas da eleição.

Nosso adversário criou uma indústria de mentiras no submundo da internet, orientada por agentes dos Estados Unidos e financiada por um caixa dois de dimensões desconhecidas, mas certamente gigantescas. É simplesmente vergonhoso para o país e para a Justiça Eleitoral que suas contas de campanha tenham sido aprovadas diante de tantas evidências de fraude e corrupção. É mais uma prova da seletividade de um sistema judicial que persegue o PT.

Se alguém tinha dúvidas sobre o engajamento político de Sergio Moro contra mim e contra nosso partido, ele as dissipou ao aceitar ser ministro da Justiça de um governo que ajudou a eleger com sua atuação parcial. Moro não se transformou no político que dizia não ser. Simplesmente saiu do armário em que escondia sua verdadeira natureza.

Eu não tenho dúvida de que a máquina do Ministério da Justiça vai aprofundar a perseguição ao PT e aos movimentos sociais, valendo-se dos métodos arbitrários e ilegais da Lava Jato. Até porque Jair Bolsonaro tem um único propósito em mente, que é continuar atacando o PT. Ele não desceu do palanque e não pretende descer. Temos de nos preparar para novos ataques, que já começaram, como vimos nas novas ações, operações e denúncias arranjadas que vieram neste primeiro mês depois das eleições.

Jair Bolsonaro se apresentou ao país como um candidato antissistema, mas na verdade ele é o pior representante desse sistema. Foi apoiado pelos banqueiros, pelos donos da fortuna; foi protegido pela Rede Globo e pela mídia, foi patrocinado pelos latifundiários, foi bancado pelo Departamento de Estado norte-americano e pelo governo Trump, foi apoiado pelo que há de mais atrasado no Congresso Nacional, foi favorecido pelo que há de mais reacionário no sistema judicial e no Ministério Público, foi o verdadeiro candidato do governo Temer.

Não teve coragem de participar de debates no segundo turno, de confrontar conosco suas ideias para a economia, o desenvolvimento, a geração de empregos, as políticas sociais, a política externa. E vai executar um programa ultraliberal, de entreguismo e privatização, que não foi apresentado aos eleitores e muito menos aprovado nas urnas.

Ele explorou o desespero das pessoas com a violência; a indignação com a corrupção e a decepção com os políticos. Mas não tem respostas concretas para nenhum desses desafios. Primeiro porque a proposta dele para segurança é armar as pessoas, o que só vai aumentar a violência. Segundo, porque Sergio Moro e a Lava Jato premiaram os corruptos e corruptores da Petrobras. A maioria está solta ou em prisão domiciliar, gozando as fortunas que roubaram. E por fim, Bolsonaro é, de fato, o representante do sistema político tradicional, que controla a economia e as instituições no país.

As mesmas pessoas que elegeram Bolsonaro vão julgá-lo todos os dias, pelas promessas que não vai cumprir e pelo que vai acontecer em nosso país. Temos de estar preparados para continuar construindo, junto com o povo, as verdadeiras soluções para o Brasil, pois acredito que, por mais que queiram, não vão conseguir destruir nosso país.

O PT nasceu na oposição, para defender a democracia e os direitos do povo, em tempos ainda mais difíceis que os de hoje. É isso que temos de voltar a fazer agora, com o respaldo dos nossos 47 milhões de votos, com a responsabilidade de sermos o maior partido político do país.

E como diz a companheira Gleisi, não temos de pedir desculpas por sermos grandes, se foi o eleitor que assim decidiu. Queremos e devemos atuar em conjunto com todas as forças da esquerda, da centro-esquerda e do campo democrático, num exercício cotidiano de resistência.

Temos de voltar às ruas, às fábricas, aos bairros e favelas, falar a linguagem do povo, nos reconectar com as bases, como disse o Mano Brown. Não podemos ter medo do futuro porque aprendemos que o impossível não existe.

Até o dia do nosso reencontro, fiquem com um grande abraço do Luiz Inácio Lula da Silva”

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou nesta terça-feira (20), na sua conta do Twitter, que o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), de 53 anos, vai assumir o Ministério da Saúde a partir de janeiro de 2019. Ortopedista pediátrico, Mandetta não se candidatou à reeleição, portanto estará sem mandato no próximo ano.

Mandetta é investigado por fraude em licitação, tráfico de influência e caixa dois na implementação de um sistema de prontuário eletrônico quando era secretário de saúde em Campo Grande

“Com o apoio da grande maioria dos profissionais de saúde do Brasil, anuncio como futuro Ministro da Saúde, o doutor Luiz Henrique Mandetta”, postou Bolsonaro no Twiter.

Bolsonaro disse que Mandetta terá de “tapar ralos”, facilitando a vida das pessoas com pouco dinheiro em caixa. O futuro ministro chegou ao gabinete de transição no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) no início da tarde para se reunir com Bolsonaro.

Mandetta tentou evitar a imprensa. Com a ajuda do deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), o futuro ministro entrou com um grupo de assessores parlamentares. (Carolina Gonçalves – Repórter da Agência Brasil – Brasil 247)

Uma discussão motivada pelo volume alto de um aparelho de som terminou em tragédia familiar no último sábado, 17, na Fazenda Curralinho, no limite entre os municípios de Serra Talhada e Floresta.

A Polícia Civil informou que Cícero Vicente da Silva chegou em casa embriagado e começou a discutir com o filho por causa do nível do som. Os ânimos se elevaram e Cícero partiu para cima do rebento com uma faca peixeira. Bruno correu para a cozinha, pegou uma faca e matou o genitor.

Após praticar o homicídio e estarrecer a mãe, Rita de Souza, que assistia televisão no momento da confusão, Bruno fugiu da residência tomando destino desconhecido. Cícero Vicente foi esfaqueado nos braços e na cabeça. As duas facas foram apreendidas pela polícia e o corpo encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Caruaru.

Prefeitos demitiram outros médicos para contratar cubanos, diz Bolsonaro

presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), afirmou neste domingo (18) que alguns prefeitos demitiram médicos para contratar cubanos e “ficarem livres da responsabilidade”. Ele não citou quais prefeituras teriam feito isso.

“Tem prefeitura que simplesmente mandou embora o seu médico para pegar o cubano, quer ficar livre da responsabilidade. A convocação é só em situações extraordinárias”, disse ao visitar a competição mundial de jiu-jitsu Abu Dhabi Grand Slam, no Parque Olímpico da Barra (zona oeste do Rio).

Há uma ordem na escolha dos médicos. A prioridade é para brasileiros e estrangeiros com registro no Brasil, seguidos por brasileiros e estrangeiros formados no exterior que não tiveram seu diploma revalidado aqui. Por fim, se todas essas categorias não completarem o número de vagas oferecidas, são chamados os médicos cubanos.

Já o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde estima 611 cidades que poderiam ficar sem nenhuma equipe médica na rede pública com o fim do contrato entre Cuba e Brasil. O país anunciou a saída do programa após não aceitar as condições impostas por Bolsonaro para renovação.

Neste domingo, Bolsonaro também voltou a afirmar que os médicos cubanos fazem trabalho “análogo à escravidão”. “Você é mãe por acaso? Você sabe que é ficar longe dos filhos?”, perguntou a uma jornalista. “As cubanas estão aqui e estão longe dos seus filhos há mais de um ano.”

“Não podemos admitir escravos cubanos no Brasil e não podemos continuar alimentando a ditadura cubana”, disse. “É justo confiscar 70% do trabalho de uma pessoa? Não é justo.”

Diferentemente do que acontece com os médicos brasileiros e de outras nacionalidades, os cubanos do Mais Médicos recebem apenas parte do valor da bolsa paga pelo governo do Brasil.

Isso porque, no caso de Cuba, o acordo que permite a vinda dos profissionais é firmado com a Opas (Organização Panamericana de Saúde), e não individualmente com cada médico.

Pelo contrato, o governo brasileiro paga à Opas o valor integral do salário, que, por sua vez, repassa a quantia ao governo cubano. Havana paga uma parte aos médicos (cerca de um quarto), e retém o restante.

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.Enquanto isso:

Acidente de carro mata mulher e deixa homem gravemente ferido em Sertânia

Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida em um acidente de carro na madrugada desse domingo, 11, no km 6 da rodovia PE-280, no município de Sertânia. O capotamento do veículo Chevrolet Agile, cor prata, de placa EEY-0431, tirou a vida de Edilene Lins Melo, 33 anos, e feriu gravemente José Felipe Alves da Silva, de 26 anos. As duas vítimas residem em Sertânia.

De acordo com a polícia, passageiros de um ônibus da empresa Guanabara disseram que o motorista do veículo acidentado tentou fazer uma ultrapassagem, mas acabou perdendo o controle da direção e o carro capotou várias vezes até sair da pista. Duas ambulâncias foram ao local e socorreram as vítimas para o Hospital Municipal de Sertânia, mas Edilene não resistiu.

José Felipe, que estava guiando o automóvel no momento do infortúnio, foi transferido para Recife por causa da gravidade dos ferimentos.

Foto: Beto Barata / Presidência da República

Se confirmada, a nomeação garantiria foro privilegiado a Temer; Decisão caberá ao presidente eleito Jair Bolsonaro

 

São grandes as chances de o presidente Michel Temer ser nomeado embaixador do Brasil após deixar a Presidência. Fontes do Palácio do Planalto e do Ministério das Relações Exteriores (MRE) disseram ao Correio Braziliense que Temer é um forte candidato para assumir a embaixada em Roma, embora o Itamaraty, procurado pelo jornal, não se pronuncie oficialmente sobre o assunto.

A indicação é tratada como uma “saída honrosa” para o presidente em fim de mandato. O posto é considerado um dos mais prestigiados do corpo diplomático brasileiro, integrando o imponente Cirtuito Elizabeth Arden, que inclui ainda as representações de Nova York, Londres e Paris. Atualmente, a embaixada é chefiada por Antonio de Aguiar Patriota, diplomata de carreira e ex-chanceler de Dilma Rousseff (PT).

Foro privilegiado

Confirmada a nomeação, Temer manteria o foro privilegiado. Segundo o especialista em relações internacionais Creomar Souza, professor da Universidade Católica de Brasília (UCB), a imunidade dos embaixadores se estende dentro e fora do Brasil. “O que há em Brasília nesse momento é que figuras políticas que ficaram sem cargos eletivos buscam cargos com os quais mantêm o foro privilegiado. O benefício se estende no Brasil e na Itália, nesse caso. A função de embaixador faria com que o presidente se tornasse uma espécie de ministro a serviço do Brasil”, afirma.

Além disso, a contar pelos últimos acontecimentos, a embaixada do Brasil em Roma terá grande participação no próximo governo. O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), a quem caberá nomear ou não Temer, se encontrou com o embaixador da Itália para definir as questões sobre a possível extradição do ex-ativista italiano Cesare Battisti, acusado de terrorismo na Europa e exilado no Brasil.

Jovem de 26 anos é detido exercendo profissão de dentista ilegalmente em Salgueiro

Um jovem de 26 anos foi detido por policiais militares do 8° BPM por volta das 18h20 dessa sexta-feira, 9, exercendo irregularmente a profissão de dentista em Salgueiro. Segundo a polícia, um agente de saúde de 35 anos denunciou que o suposto dentista estava realizando atendimentos na Rua Osmundo Bezerra, no Centro, sem possuir registro no Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE).

Chegando ao local, os policiais militares solicitaram que o acusado apresentasse sua identificação profissional, mas ele não portava qualquer documento que comprovasse sua habilidade para trabalhar como dentista. Por conta disso, foi levado para a Delegacia de Polícia Civil local

 

Companhias e elefantes



Enquanto os bancos têm lucros bilionários, brasileiros estão endividados

Arquivo EBC

Ao mesmo tempo em que 62% dos brasileiros vivem o drama do endividamento e não têm condições de pagar suas contas, os bancos continuam obtendo lucros estratosféricos; explicação para o endividamento dos brasileiros são os juros médios cobrados de pessoa física que passam de 52% ao ano, chegando a 280% no cartão de crédito rotativo e mais de 300% no cheque especial; nos nove primeiros meses deste ano, os três maiores bancos privados obtiveram R$ 44 bilhões de lucro – um crescimento médio de 10,1% em doze meses.

Por Rosely Rocha, no Portal CUT – Enquanto 62% dos brasileiros vivem o drama do endividamento e não têm condições de pagar suas contas, os bancos continuam obtendo lucros estratosféricos ano após ano. A explicação para este alto endividamento dos brasileiros são os juros médios cobrados de pessoa física que passam de 52% ao ano, chegando a 280% no cartão de crédito rotativo e mais de 300% no cheque especial.

O valor dos juros pagos pelas pessoas físicas atingiu em 2017, R$ 354,8 bilhões – 17,9% maior que o registrado em 2016. O total pago corresponde a 372 milhões de salários mínimos ou 8,5% de todo o consumo das famílias brasileiras no ano passado.

Isso significa que 10,8% da renda anual das famílias brasileiras foram usadas apenas para o pagamento de juros no ano passado, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

“São recursos que saem dos bolsos das famílias e também das empresas e do governo diretamente para o caixa do setor financeiro”, diz Gustavo Cavarzan, técnico da subseção Dieese da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf).

Segundo o técnico, “o Brasil tem um dos maiores patamares de spread bancário do mundo”. O spread bancário, explica, é a diferença entre a taxa que os bancos cobram da população nos empréstimos e a taxa que eles pagam para captar nosso dinheiro, como a poupança. “No Brasil, essa diferença é enorme e faz os juros atingirem patamares muito altos, garantindo, assim, o lucro dos bancos mesmo quando a economia não vai bem”, afirma.

De acordo com o técnico, os dois fatores que contribuem para essa situação são: a taxa básica de juros real (Selic) da economia brasileira, que está entre as mais altas do mundo, serve de referência para as taxas cobradas pelos bancos; e a enorme concentração do mercado bancário no Brasil onde cinco bancos controlam mais de 90% das operações e atuam como um oligopólio.

Bancos têm lucros estratosféricos

No ano passado o lucro líquido dos cinco maiores bancos (Bradesco, Itaú, Santander, Caixa e Banco do Brasil) somou R$ 77,4 bilhões, 33,5% a mais do que o registrado em 2016, segundo estudo do Dieese. Já nos nove primeiros meses deste ano, somente os três maiores bancos privados do país (Bradesco, Itaú e Santander) obtiveram R$ 44 bilhões de lucro – um crescimento médio de 10,1% em doze meses, de acordo com a Contraf.

Pela primeira vez diante de Jair Bolsonaro, desde que ele se elegeu presidente da República no último dia 28, o presidente do Congresso, Eunício Oliveira (MDB-CE), disse nesta terça-feira (06) ter a certeza de que o novo governo vai honrar a democracia e a Constituição.

Ao abrir uma sessão solene do Congresso Nacional em homenagem aos 30 anos da Carta Magna, o senador afirmou que a democracia foi reforçada com o último pleito realizado em outubro, quando a população elegeu novos parlamentares, governadores e o presidente e o vice-presidente da República.

“Tenho certeza que, com o governo novo e uma nova legislatura, vamos honrar os que vieram antes de nós e continuar caminhando juntos rumo a um futuro de prosperidade, de justiça e paz social, sempre sob a luz da democracia e da Constituição cidadã”, disse.

O parlamentar destacou que o futuro do país é escrito pela democracia e afirmou que a atuação cívica de governantes “cria laços em respeito à população”.

Crescimento sustentável

Segundo Eunício, na letra constituinte o presidente eleito encontrará o “enquadramento jurídico adequado para dar ao Brasil um ciclo virtuoso e permanente de crescimento sustentável para todos os brasileiros”.

Ao mencionar a mesa do Congresso composta pelo atual presidente Michel Temer, o ex-presidente José Sarney e o presidente eleito Jair Bolsonaro, Eunício Oliveira ressaltou palavras do ex-deputado federal Ulysses Guimarães e afirmou que “a Constituição é a personificação política da nossa pátria, o pacto social em viver em cooperação e respeitar uns aos outros e defender a nossa nação”. (Via: Agência Brasil)

Os integrantes da Executiva Nacional do PSB decidiram nesta segunda-feira (05), que o partido fará oposição ao governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. O presidente da sigla, Carlos Siqueira, afirmou que o partido decidiu por esta posição porque as posições defendidas pelo futuro mandatário são contrárias aos preceitos da sigla.

“Fomos colocados na oposição pelo resultado eleitoral porque não apoiamos o candidato que ganhou e, por outro lado, e até mais importante, é porque o candidato que ganhou pensa diametralmente o oposto do que pensamos”, disse ao final de uma reunião entre a cúpula do PSB.

De acordo com Siqueira, a sigla fará oposição conforme as questões que serão apresentadas pelo novo governo. “Não será uma oposição sistemática, mas uma oposição em face de questões concretas que sejam colocadas e em defesa intransigente da democracia, da liberdade de imprensa, da preservação dos direitos sociais conquistados nos 30 anos de democracia”, afirmou.

Para Siqueira, a posição é coerente com a história do partido que, de acordo com ele, combateu a ditadura Vargas e a ditadura de 1964. “O partido se oporá a qualquer governo de natureza autoritária”, disse. Ele, no entanto, afirmou que os prenúncios do próximo governo “não são os melhores” porque Bolsonaro, para ele, “é um presidente  que se elegeu dizendo que só aceitaria o resultado se lhe fosse favorável”. “Isso é revelador do que virá pela frente”, disse.

Siqueira ainda informou que o PSB procurará agora outras siglas que também serão oposição a Bolsonaro para articular como poderão atuar em conjunto. “A contradição principal doravante é se teremos ou não democracia”, disse.

Questionado sobre se formaria um bloco de oposição com o PT, Siqueira demonstrou insatisfação com a sigla e não indicou se o PSB pode reabrir um diálogo com o partido do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso pela Operação Lava Jato. O PSB elegeu 32 deputados para a próxima legislatura.

“Na verdade, os partidos de esquerda não ficaram felizes com a declaração do PT de que há um comandante da oposição. Não haverá uma oposição, mas várias. Naturalmente faremos um bloco”, disse.

O PSB já iniciou as conversas com o PDT e o PCdoB na Câmara para formar um bloco de oposição na Casa, mas as siglas não procuraram o PT para o diálogo. Com informações do Estado de S.Paulo.

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) tenta isolar ao máximo os partidos na formação do governo. Até o momento, integram a equipe ministerial o PRTB, do vice, general Hamilton Mourão, o DEM, do futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e o PRP, do general Augusto Heleno, indicado ao Ministério da Defesa. O primeiro escalão na Esplanada será composto por poucas legendas e por profissionais de confiança escolhidos pelo próprio pesselista, como Paulo Guedes e Sérgio Moro, que assumirão os superministérios da Economia e da Justiça, e correligionários, como Marcos Pontes, que conduzirá a Ciência e Tecnologia. A opção pelo afastamento das legendas, contudo, não é uma opção a médio e longo prazo.

A curtíssimo prazo, no atual período de transição, a estratégia adotada por Bolsonaro é correta e condiz com a postura adotada por ele durante as eleições, pondera o cientista político e sociólogo Paulo Baía, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Manteve fidelidade a apoiadores e coordenadores do programa de governo e trouxe Sérgio Moro, um nome que agrada os eleitores. “Ele vai manter a linha em um primeiro momento. Com o tempo, entretanto, isso muda”, sustenta.

O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) calcula que Bolsonaro começa o governo com apoio de 119 deputados. A conta inclui o suporte de parlamentares do PSL, PRB, DEM e PSC. A eles, podem-se incluir à aliança outros 14 nomes, de PTB, que apoiou formalmente a candidatura no segundo turno, e PRP, de Heleno, o que elevaria a base para 133 parlamentares. As legislaturas passadas apontam que o presidente eleito costuma contar com a boa vontade de parte do Congresso no início do mandato, mas isso não é automático e tem prazo.

O namoro com o Congresso dura, em média, seis meses, alerta Paulo Baía. É o período em que, normalmente, um presidente tem de bom convívio com o Parlamento. O principal desafio é manter o relacionamento por mais tempo. Para isso, Bolsonaro precisará ser mais do que cirúrgico nas propostas encaminhadas para aprovação. “As urnas mostraram a derrota das alianças tradicionais. Ele vai se manter fiel ao discurso até encontrar entraves. Embora comece com apoio para aprovar leis ordinárias, ainda não tem base para aprovar PECs (Propostas de Emenda Constitucional)”, destaca o professor da UFRJ.

Articulação

Passados seis meses de gestão, Bolsonaro precisará de uma boa articulação para assegurar a governabilidade. É aí que se abre o espaço para negociar os cargos de segundo e terceiro escalões, avalia o cientista político Enrico Ribeiro, coordenador legislativo da Queiroz Assessoria Parlamentar e Sindical. “Ou ele recorre ao fisiologismo político, ainda que de outra forma, ou se inviabiliza. A partir do momento em que subir a rampa, botar a faixa e sentar na cadeira de presidente, ele precisará jogar igual aos donos do poder, ou perderá”, destaca.

Aliados de Bolsonaro admitem a possibilidade de conversar com as legendas que não integram a equipe de primeiro escalão, mas ressaltam que isso será feito com parlamentares da base dos partidos e não com caciques como Romero Jucá (RR), Ciro Nogueira (PP), Valdemar Costa Neto (PR) e Roberto Jefferson (PTB). Dessa forma, eles esperam evitar transparecer qualquer negociata do ‘toma lá da cá’ que o presidente eleito jurou combater.

A exclusão de figurões da política tradicional do balcão de negócios, no entanto, é uma situação difícil de acreditar, diz Ribeiro. “Tem lideranças do centrão que sabem jogar bem o jogo político. Sabem a hora de pressionar, tencionar e aliviar. O que Bolsonaro pode fazer é negociar de maneira parcelada. Em primeiro momento, sinaliza para a população o que prometeu em campanha. Depois, cumpre o que sempre foi feito e coloca indicações nos cargos de 2º e 3º escalões”, ressalta.

Indicação

O presidente eleito terá 24,9 mil cargos de livre nomeação à disposição, entre Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE) e Direção e Assessoramento Superior (DAS). Do total, 18,8 mil postos só poderão ser ocupados por servidores públicos, e 6,1 mil por pessoas sem vínculo público. O deputado eleito Coronel Tadeu (PSL-SP), integrante da coordenação política de Bolsonaro em São Paulo, diz que muitas pessoas serão consultadas eventualmente para indicar. Mas alerta que isso não significa que participarão do governo. “Partido nenhum será lembrado, mas, sim, profissionais competentes. Será avaliado o histórico da pessoa em um trabalho cuidadoso”, diz.

Os quase 25 mil cargos não serão preenchidos, adianta Tadeu. A promessa de Guedes em cortar as despesas deve implicar redução de postos disponíveis para abarcar indicados. “Eles não serão preenchidos na totalidade. O ajuste fiscal é uma das bandeiras do Jair e ele não vai abrir mão disso”, alerta.

“Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer”, disse Gleisi
Foto: Agência Brasil
Estadão Conteúdo

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, usou a escolha de Sérgio Moro para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública para reforçar a tese de que o magistrado agiu politicamente nos casos relacionados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Para a dirigente petista, Moro “ajudou a eleger” Bolsonaro ao condenar Lula, o que gerou a inelegibilidade do petista, e agora vai ajudar o presidente eleito a governar.

“Moro será ministro de Bolsonaro depois de ser decisivo pra sua eleição, ao impedir Lula de concorrer”, escreveu Gleisi no Twitter, citando ainda o vazamento de conversas da ex-presidente Dilma Rousseff e a divulgação da delação do ex-ministro Antonio Palocci. “Ajudou a eleger, vai ajudar a governar”, disse Gleisi

Moro aceita convite de Bolsonaro para comandar o Ministério da Justiça

Responsável pela Lava Jato em Curitiba, Sérgio Moro, é o quinto ministro anunciado para compor o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Por G1 — Brasília

O juiz federal Sérgio Moro aceitou nesta quinta-feira (1º) o convite do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) para chefiar o Ministério da Justiça.

Os dois estiveram reunidos nesta manhã no Rio de Janeiro. Moro chegou na casa de Bolsonaro, na Barra da Tijuca, um pouco antes das 9h. Ele veio de Curitiba em voo de carreira e sem seguranças.

Após o encontro, Moro divulgou nota dizendo que aceitou “honrado” o convite. Moro disse, ainda, que aceitava o cargo com “certo pesar” pois terá que abandonar a carreira de juiz após 22 anos de magistratura.

“No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito a Constituição, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão”, escreveu Moro.

“Na prática, significa consolidar os avancos contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior”, concluiu.

Segundo o juiz, a Operação Lava Jato seguirá em Curitiba “com os valorosos juízes locais”. Ele disse que desde já vai se afastar de novas audiências.

Moro é o quinto ministro anunciado pelo governo Bolsonaro. Outros quatro já foram anunciados: Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Paulo Guedes(Economia), general Augusto Heleno (Defesa) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

O presidente Jair Bolsonaro confirmou, por meio do Twitter, que o juiz federal Sérgio Moro aceitou seu convite para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

“Sua agenda anti-corrupção, anti-crime organizado, bem como respeito à Constituição e às leis será o nosso norte!”, afirmou Bolsonaro.

Moro diz que aceitar o ministério depende de agenda anticorrupção e anticrime organizado

Durante voo de Curitiba para o Rio de Janeiro, Sergio Moro afirmou à reportagem da TV Globo que não havia nada definido e que aceitar o convite para assumir o ministério dependia de agenda anticorrupção e anticrime organizado para o país.

“Se houver a possibilidade de uma implementação dessa agenda, convergência de ideias, como isso ser feito, então há uma possibilidade. Mas como disse, é tudo muito prematuro”, afirmou Moro.

Nota divulgada pelo juiz Sérgio Moro

Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justica e da Seguranca Publica na proxima gestao. Apos reuniao pessoal na qual foram discutidas politicas para a pasta, aceitei o honrado convite. Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura. No entanto, a pespectiva de implementar uma forte agenda anticorrupcao e anticrime organizado, com respeito a Constituicao, a lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisao. Na pratica, significa consolidar os avancos contra o crime e a corrupcao dos ultimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior. A Operacao Lava Jato seguira em Curitiba com os valorosos juizes locais. De todo modo, para evitar controversias desnecessarias, devo desde logo afastar-me de novas audiencias. Na proxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes.

 Quinta Cultural terá atividades de Esporte e Lazer em Afogados da Ingazeira

O Projeto Quinta Cultural de Afogados da Ingazeira acontecerá na praça recentemente inaugurada pelo Prefeito José Patriota, no início do anel viário.
A Secretaria de Cultura e Esportes programou atividades direcionadas às crianças e aos jovens, com parques infantis, jogos de salão, atividades esportivas como skate, patins e bikes, jogos populares, Badmington, pebolins, basquete, futebol, dentre outras atividades. A programação será nesta quinta (01), a partir das 18h, na praça do anel viário.

A Unidade Pernambucana de Atenção Especializada (UPAE) Dom Francisco de Mesquita Filho, em Afogados da Ingazeira, está ofertando uma vaga de emprego para o cargo de enfermeiro(a). A vaga consta de carga horária de 44h semanais, trabalhando de segunda a sexta-feira.

Os interessados devem enviar um currículo para o e-mail selecao@upaeafogados.org.br , até o próximo dia 6 de novembro. O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 08 de novembro.

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O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), avaliou em entrevista a Juliana Lima na Serra FM a votação de Fernando Haddad em seu município e disse, entre outras coisas, que está decepcionado e sinalizou que pode deixar o PT.

“Estou bastante animado com a vitória consagradora do candidato do nosso partido em Serra Talhada. Nossa expectativa é que fosse um resultado mais acirrado. Ele passou a não ser visto mais como candidato do PT, mas de uma frente política. Eleitores demonstraram maturidade e votaram contra o retrovisor, vendo as conquistas do PT”, disse.

Sobre os erros do PT, afirmou que o partido tem que começar a discutir internamente seus erros. “O afastamento da presidenta Dilma é um deles. Não se deve a uma decisão política do partido. Foi incapacidade de construir a política. Faltou uma presidente que fosse mais política. Não creio muito nos políticos que não dialogam. Haddad começou a tentar dialogar com todas as forças políticas”.

Duque revelou que está decepcionado e sinalizou que pode deixar o PT. “Estou repensando a minha vida. O PT entrou com processo de expulsão e não assimilei essa postura da Direção Estadual. O partido é que hegemonicamente tomou a decisão de apoio a Marília Arraes e essa posição – da nacional – foi desrespeitosa em favor de um acordo nacional que foi um fracasso”, criticou. Duque decidiu apoiar Armando à revelia do partido no Estado, que esteve na coligação com Paulo Câmara e foi alvo de processo de exclusão ainda em curso.

E seguiu: “o respeito à democracia interna foi desrespeitado. Não concordo com a posição partidária. Esse resultado é uma prova cabal de que não devemos desrespeitar a vontade do povo”.

Sobre sua sucessão, em 2020, Luciano Duque disse que seu tempo estava chegando ao fim e que irá discutir com a sociedade os erros e acertos cometidos por seu governo, sinalizando que é o debate que irá definir o apoio a um nome do grupo.

No Estado Pernambuco reduto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da SIlva nasceu, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) venceu em apenas em uma cidade Santa Cruz do Capibaribe, a terceira maior do Agreste, Bolsonaro  23.044 votos ou 53,83% e a Fernando Haddad, candidato do PT, 19.765 votos ou 46,17%.

Dos 185 municípios, Bolsonaro recebeu 1. 661.163 votos (33,50%). Haddad teve 3.297.944 votos (66,50%) no segundo turno.

No primeiro turno, Bolsonaro havia vencido em nove cidades pernambucanas: além de Santa Cruz do Capibaribe, na capital Recife, em Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Carpina, Caruaru, Taquaritinga do Norte e Camaragibe.

Em Caetés na terra de Lula

No primeiro turno, o primeiro colocado de Caetés foi Haddad com 10.013 votos, ou 82,73%. O candidato Ciro Gomes (PDT) ficou em segundo com 966 votos ou 7,98%. Bolsonaro teve 869 votos ou 7,18%.

No 2º  turno, Haddad foi a 12.333 votos, ou 91,73%. Bolsonaro teve 1.112 votos, ou 8,27%.

Em seu primeiro recado ao PT depois do final das eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu ao partido para ter calma, esperar a poeira baixar e não se precipitar na avaliação do cenário pós-eleição, e reafirmou a posição de liderança no partido que o presidenciável da sigla, Fernando Haddad, conquistou depois do segundo turno.

Convocada pela presidente do partido, senadora Gleisi Hoffmann, a Executiva da sigla, acrescida de parlamentares e outros petistas graúdos, se reúne nesta terça-feira em São Paulo para fazer uma primeira avaliação de cenário. No entanto, embalada pelo recado de Lula, a tendência Construindo um Novo Brasil (CNB) —da qual o ex-presidente e Haddad fazem parte— ecoa a posição lulista.

“A maioria (da CNB) avaliou que a reunião de amanhã é precipitada. Vamos recomendar que não se tenha nenhuma avaliação. Precisamos ter calma”, defendeu o presidente do PT do Rio, Washington Quaquá. “Todo mundo que ganha uma eleição tem legitimidade democrática. Precisamos fazer oposição a coisas concretas.”

Um dos coordenadores da campanha de Haddad, o deputado Emídio de Souza esteve nesta segunda-feira com Lula em Curitiba e fez um relato aos membros da CNB em uma reunião nesta tarde. O recado do ex-presidente foi entendido.

Sua avaliação foi de que o resultado eleitoral não foi bom, obviamente, pela derrota, mas permitiu ao PT liderar um processo que reuniu gente para além dos partidos, em uma frente que envolveu a sociedade, e ir além do que se esperava em uma eleição em que Lula foi impedido de concorrer pela Lei da Ficha Limpa.

Antes de definir um discurso de atuação, o partido tem que decidir como trabalhar para manter isso, contou uma fonte.

Haddad foi derrotado no segundo turno da eleição presidencial para Jair Bolsonaro (PSL), que teve 55,1 por cento dos votos válidos, contra 44,9 por cento do petista. Apesar da derrota, foram 47 milhões de votos.

O ex-presidente coloca Haddad, que foi seu substituto na chapa, no centro das discussões daqui para frente. Recomendou que o ex-prefeito de São Paulo seja consultado sobre seus planos e como planeja liderar essa frente de oposição ao governo Bolsonaro.

Alinhada com os desejos do ex-presidente, a CNB —e outros petistas aliados diretamente a Haddad— avaliam que o ex-candidato conquistou um espaço que precisa ser usado para que o PT possa continuar liderando essa frente de oposição.

“Haddad saiu como uma grande liderança, saiu com estatura para ser uma liderança nacional. Antes só tinha Lula”, disse Quaquá. “Haddad passa a ser um grande interlocutor com a sociedade e se credenciou para liderar uma frente democrática. Essa é a posição do Lula também.”

O tamanho e o papel que Haddad irá desempenhar nesse futuro PT está no centro das preocupações de Lula e do próprio partido. Seus defensores crêem que o tempo de resistências ao ex-prefeito acabou e reconhecem que foi a capacidade dele de conversar com diferentes setores que levou o partido a conseguir ampliar seu leque de apoios —além, claro, da rejeição a Bolsonaro.

Ainda assim, reconhecem fontes petistas, há setores no partido que temem a perda de liderança e de holofotes para um “novato”.

“A discussão é mais complexa que uma avaliação de cenário. Que papel Haddad terá? Isso terá que ser discutido mais profundamente. Que espaço tem? Para cumprir esse papel virá para a estrutura do partido?”, disse uma das fontes. “Precisa pensar o que vai ser feito… as coisas precisam ter um compasso.”

Em seu discurso depois do anúncio da eleição de Bolsonaro, Haddad se colocou à disposição para liderar uma oposição mas, lembra a fonte, não foi conversado com ele ainda até que ponto pretende colocar seu envolvimento.

Nesta segunda, o ex-prefeito não foi à reunião da CNB. Pela manhã, saiu de casa apenas para ir até o Insper, onde dá aulas, e perguntado sobre o que faria daqui para frente, disse que voltaria a trabalhar porque tinha apenas tirado uma licença de 90 dias para a campanha(Reuters)

A definição do ministério do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deverá se acelerar nos próximos dias, mas os primeiros nomes foram confirmados hoje por ele. No poderoso ministério da Fazenda, que poderá ser renomeado para Economia, figura desde o início o economista Paulo Guedes. Para a estratégica Casa Civil, foi escolhido o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS). E para o Ministério da Defesa, a escolha recaiu sobre o general reformado Augusto Heleno.
Paulo Guedes comandará o Ministério da Fazenda – Ferrnando Frazão/Agência Brasil
Na pasta de Ciência e Tecnologia, o astronauta brasileiro Marcos Pontes, que é tenente-coronel da Aeronaútica, também foi confirmado por Bolsonaro e ele próprio admitiu que aceitaria a missão. 
A meta máxima de 15 ministérios, por exemplo, já não é uma certeza. A primeira polêmica surgiu com a tão anunciada e propagada pelo candidato fusão entre as pastas da Agricultura e Meio Ambiente. Após receber visitas de empresários, exportadores, e de representantes do agronegócio, ficou claro que é preciso analisar eventuais prejuízos na economia internacional com as possíveis mudanças. Hoje, o principal discurso de Bolsonaro é afirmar que irá ouvir e avaliar todas as vertentes políticas e econômicas antes de tomar qualquer decisão.
Civis
Paulo Guedes é carioca, tem 69 anos, é formado em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com mestrado pela Universidade de Chicago. É conhecido no meio acadêmico, tendo lecionado na PUC-Rio e na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi um dos fundadores, em 1983, do Banco Pactual.
Também foi sócio-fundador e diretor executivo da JGP Gestão de Recursos, onde era um dos responsáveis pela supervisão da gestão do Fundo JGP Hedge e pela estratégia das operações. Tornou-se membro do conselho diretor da PDG Realty Empreendimentos e Participações, da Abril Educação e da Localiza Rent a Car. Ajudou a fundar o Instituto Millenium, um centro de pensamento econômico, e também foi sócio-fundador do grupo financeiro BR Investimentos, que se tornaria parte da Bozano Investimento.
Onyx Lorenzoni será ministro da Casa Civil – Fernando Frazão/Agência Brasil
O deputado gaúcho Onyx Lorenzoni (DEM-RS) foi escolhido para a Casa Civil pelo trabalho de articulação legislativa desempenhado com sucesso no Congresso, meses antes do início da campanha, arregimentando maioria parlamentar de sustentação a Bolsonaro.
Onyx tem 64 anos, nascido em Porto Alegre, formado em medicina veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Está em seu quarto mandato como deputado federal, depois de exercer dois mandatos como deputado estadual.
No Congresso, Onyx é apontado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) como um dos parlamentares mais influentes. Participou de 12 CPIs, com destaque para a dos Correios, e a da Petrobras. Em 2016, foi relator do projeto que transforma as 10 Medidas contra Corrupção, propostas pelo Ministério Público Federal (MPF), em lei.
Generais na Esplanada
O general Heleno tem 70 anos, é nascido em Curitiba e formado na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). É considerado uma das pessoas que gozam do maior prestígio e respeito por parte de Bolsonaro.
Heleno foi o primeiro comandante da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah), de junho de 2004 a setembro de 2005. Antes disso, no início de sua carreira, foi primeiro colocado de sua turma de cavalaria na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais (EsAO) e na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme).
No posto de major, integrou a missão militar brasileira de instrução no Paraguai. Como coronel, comandou a Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas, e foi adido militar da Embaixada do Brasil em Paris, acreditado também em Bruxelas.
General Augusto Heleno comandará o Ministério da Defesa – Arquivo/Agência Brasil
Como oficial-general, foi comandante da 5ª Brigada de Cavalaria Blindada e do Centro de Capacitação Física do Exército, chefe do Centro de Comunicação Social do Exército e do Gabinete do Comandante do Exército. O general também foi comandante militar da Amazônia.
O tenente-coronel da Força Aérea Brasileira (FAB) Marcos Pontes tem 55 anos e é natural de Bauru (SP). Notabilizado como o primeiro astronauta brasileiro, que atingiu o espaço em março de 2006, à bordo de uma nave russa, após anos treinando na Nasa, irá comandar a pasta de Ciência e Tecnologia.
Formou-se no Colégio Liceu Noroeste, em Bauru em 1980. Em 1984, recebeu o bacharelado em tecnologia aeronáutica da Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga. Em 1989, iniciou o curso de engenharia aeronáutica no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, recebendo o título de engenheiro em 1993. Em 1998, obteve o mestrado em engenharia de sistemas pela Naval Postgraduate School, em Monterrey, Califórnia.
Marcos Pontes comandará Ciência e Tecnologia – Divulgação/Nasa
Em junho de 1998, foi selecionado para o programa espacial da Nasa, para a candidatura a que o país tinha direito no programa espacial do governo americano, pelo fato de integrar o esforço multinacional de construção da Estação Espacial Internacional.
Iniciou o treinamento obrigatório em agosto daquele ano no Centro Espacial Lyndon Johnson, em Houston. Em dezembro de 2000, ao
concluir o curso, foi declarado oficialmente astronauta da Nasa.
Cotados
Também aparece cotado para um ministério da Infraestrutura o general da reserva Oswaldo de Jesus Ferreira, 64 anos, que atuou em Brasília como um dos coordenadores do plano de governo de Bolsonaro. O general, que chegou ao posto máximo da carreira como chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército, tem como meta retomar as obras paralisadas, o que exigirá aumento das verbas para investimentos, hoje reduzidas.
Na área de educação e comunicações, surge o nome do general Aléssio Ribeiro Souto, que tem coordenado esta área do programa de governo, mas há políticos do DEM cotados para ser ministro da Educação – como o próprio ex-ministro Mendonça Filho

Com 98,38% das urnas apuradas já se sabe que quase um terço da população preferiu lavar as mãos. A abstenção chegou a 21,25%, os votos brancos, a 2,15%, e os nulos, a 7,44%. Ou seja, mais de 30% dos eleitores brasileiros não escolheram nenhum dos dois candidatos à Presidência da República.
Essa é a maior soma de brancos e nulos desde 1989. A partir do cenário de redemocratização, com eleição em dois turnos, a média de votos nulos ficou em 4,45%, com pico de 4,7% em 2006, ante 7,38% hoje. A média de votos brancos foi de 1,72%. 
O resultado mostra que, além dos dois blocos polarizados, há uma terceira força no país que simplesmente não se sente representada. Praticamente um em cada três brasileiros preferiu ficar de fora da decisão mais importante de uma democracia.

Araripina – Capital da região do Araripe, o candidato a presidente Fernando Haddad (PT) manteve a liderança, obtendo 33.843 votos, enquanto Jair Bolsonaro (PSL) que foi eleito presidente do Brasil, obteve apenas 7.083 votos.

No primeiro turno Haddad também foi o mais votado em Araripina e no segundo turno ele só aumentou sua votação.

Segundo dados do TSE o número de votantes em Araripina foi de: 43.334 eleitores (78,21%).

Abstenção: 12.072 eleitores (21,79%).

Brancos: 432 eleitores (1%).

Nulos: 1.976 (4,56%).

Total válidos: 40.926 (94,44%).

 

Recebido entre palmas de correligionários, lideranças de PT, PROS, PCdoB, PSOL e movimentos sociais, o candidato derrotado à presidente da República, Fernando Haddad, agradeceu na noite de hoje (28) os 46 milhões de votos no segundo turno das eleições.
Em tom firme, Haddad discursou por cerca de dez minutos e garantiu que se manterá na oposição parafraseando o hino nacional. “Verás que um professor não foge à luta. Nem teme quem adora a liberdade a própria morte”, afirmou, ao lado da esposa, Ana Estela Haddad, seus filhos Bernardo e Ana Carolina, sua mãe, e irmãs.
Democracia 
Haddad ressaltou que há um longo período as “instituições são colocadas à prova a todo instante” e que soberania nacional e a democracia são valores que estão “acima de todos nós”.
“Temos uma tarefa enorme no país, que é em nome da democracia, defender o pensamento, as liberdades desses 45 milhões de brasileiros”, argumentou. “Parte expressiva do povo brasileiro precisa ser respeitada nesse momento”, completou.
Haddad subiu ao palco acompanhado da vice, Manoela d’Ávila, que carregava sua filha Laura no colo, do ex-candidato à presidência pelo PSOL, Guilherme Boulos, da ex-presidente Dilma Rousseff e de outros políticos de esquerda.
Coragem
Haddad afirmou que tem um compromisso com os brasileiros e pediu para que seus eleitores não aceitem provocações e ameaças. “Não vamos deixar esse país para trás. Vamos colocar o nosso ponto de vista”, assegurou. “Coloco a minha vida à disposição desse país. Não tenham medo, nós estaremos aqui. A vida é feita de coragem.”, garantiu.
Antes de discursar, houve um minuto de silêncio em homenagem às mortes de Marielle Franco, Moa do Catendê e Charlione Albuquerque.
Derrota
O candidato do PT foi derrotado por Jair Bolsonaro por uma diferença de cerca de 11 milhões de votos. Por meio do Twitter, a candidata à vice na chapa de Haddad, Manoela d’Ávila, disse que “a tristeza tem que se transformar rapidamente em resistência.”
“O espírito desses últimos dias, nos quais milhares foram para as ruas pra virar votos de um modo tão bonito precisa se manter e se multiplicar. Eles venceram, mas a luta vai continuar. Vamos permanecer juntos, resistir e defender a democracia e a liberdade”, afirmou.

Em nota, Paulo disse que “a retórica agressiva deve ficar no passado. Bolsonaro precisa ser presidente de todos e não apenas de uma parcela do Brasil”. O governador, que apoiou Fernando Haddad (PT) e foi apoiado no pleito estadual pelo Partidos dos Trabalhadores, também elogiou o “desempenho irrepreensível” do petista, o considerando um “guerreiro, correto, leal e que fez o que esteve ao seu alcance nessa curta campanha eleitoral”. 

“Espero que o presidente eleito Jair Bolsonaro governe para todos, respeitando a Constituição Federal, as instituições democráticas e a Federação. A retórica agressiva deve ficar no passado. Bolsonaro precisa ser presidente de todos e não apenas de uma parcela do Brasil. Quero também elogiar o desempenho irrepreensível de Fernando Haddad, que foi um guerreiro, correto, leal e que fez o que esteve ao seu alcance nessa curta campanha eleitoral. Torço para que Haddad se mantenha atuante, pois é um importante quadro político que tem muito ainda a oferecer ao Brasil”.

Governador Paulo Câmara


O presidente da República eleito Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste domingo (28), ao ler o discurso da vitória na porta da casa dele, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que o novo governo será um “defensor da Constituição, da democracia e da liberdade”.

Jair Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno e tomará posse como presidente da República em 1º de janeiro de 2019. De acordo com a apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 96,27% das urnas apuradas, ele havia recebido 56,1 milhões de votos (55,49%).

“Faço de vocês minhas testemunhas de que esse governo será um defensor da constituição, da democracia e da liberdade. Isso é uma promessa, não de um partido, não é a palavra vã de um homem, é um juramento a Deus”, afirmou.

Antes do discurso da vitória, Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo pelo Facebook na qual disse que pretende “resgatar o Brasil”.

“Estou muito feliz, e missão não se escolhe nem se discute, se cumpre. Nós juntos cumpriremos a missão de resgatar o nosso Brasil”, declarou o presidente eleito.

Bolsonaro afirmou que terá condições de governabilidade e cumprirá todos os compromissos assumidos.

“Temos tudo para sermos uma grande nação. Temos condições de governabilidade dados aos contatos que fizemos nos últimos anos com parlamentares, todos os compromissos assumidos serão cumpridos com as mais variadas bancadas, com o povo em cada local do Brasil que me estive presente”, declarou.

Depois da transmissão no Facebook, Bolsonaro participou de uma corrente de oração conduzida pelo senador Magno Malta, na porta da casa dele, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

 

1-Serra Talhada:   Haddad  33.354. Bolsonaro 9.809 votos.

2-Tabira:   Haddad obteve 13.138 votos contra 2.083 votos de Bolsonaro.

3- Afogados da Ingazeira:  Fernando Haddad  14.965  Bolsonaro  4.729 .

No primeiro turno em Afogados, Haddad obteve 11.674 votos e Bolsonaro, 3.979. O candidato do prefeito Patriota  cresceu 3.291 votos e o candidato do PSL,  750 votos.

 4- IguaracyHaddad  5.217  Bolsonaro 866 

5- Flores Haddad 10.591  Bolsonaro 1.266 

6- Carnaíba:  Haddad   9.624 votos Bolsonaro  1.163 

 7- Quixaba: Haddad 4.169 – Bolsonaro  329

8- Ingazeira:  Haddade 2.637   Bolsonaro  377

9- Solidão:  Haddad 3.588  – Bosolnaro 400

10- Calumbi: Haddad4.270 – Bolsonaro  424

11- Triunfo:  Haddad7.109  Bolsonaro 1.286

12 Santa Cruz da Baixa Verde:   Haddad 6.019 – Bolsonaro 917 

 13- São José do Egito: Haddad  12.970 –  Bolsonaro  3.576 .

 14- Tuparetama: Haddad  5.203 – Bolsonaro 637

15- Itapetim : Haddad 7.053- Bolsonaro  1.485 

16- Santa Terezinha: Haddad  4.733  – Bolsonaro  808 

17- Brejinho: Haddad 4.174  – Bolsonaro  732

 

Em percentual de votos: 

 

 Quixaba  92,69%

Calumbi:  90,97%

Solidão:  89,97%

Flores:  89,32%

Carnaíba:  89,22%

Tuparetama:  89,09%

 Ingazeira: 87,49%

 Santa Cruz da Baixa Verde86,78%

Tabira:  86,31%

Iguaracy 85,97%

Santa Terezinha:  85,42%)

Brejinho:  85,08%

 Itapetim:  82,61% 

São José do Egito: 78,39% 

Serra Talhada:  77,27% 

Afogados da Ingazeira: 77,25% 

 

 

seções apuradas: 94876 de 96328
TOTAL
25.442.317
VÁLIDOS
20.915.927 (82,21%)
BRANCOS
1.039.131 (4,08%)
NULOS
3.487.259 (13,71%)
ABSTENÇÕES
7.091.739 (21,80%)
Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos).
A fonte das informações desta página é o Tribunal Superior Eleitoral. Segundo esclarece o TSE, o candidato que aparece com 0 (zero) voto pode não ter tido seus votos validados devido à sua situação jurídica ou à do seu partido. Para consultar a situação do candidato, acesse http://divulgacandcontas.tse.jus.br

Apuração ao longo do tempo

última atualização em 19:34:48h de 28/10/2018 (Horário de Brasília)

2º TURNO
1º TURNO

Candidatos

  1. Jair Bolsonaro

    Jair Bolsonaro

    PSL ELEITO

    55,54%

    55.205.640 votos

  2. Fernando Haddad

    Fernando Haddad

    PT

    44,46%

    44.193.523 votos

TOTAL
109.936.946
VÁLIDOS
99.399.163 (90,41%)
BRANCOS
2.371.683 (2,16%)
NULOS
8.166.100 (7,43%)
ABSTENÇÕES
29.519.904 (21,17%)
Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos).
A fonte das informações desta página é o Tribunal Superior Eleitoral. Segundo esclarece o TSE, o candidato que aparece com 0 (zero) voto pode não ter tido seus votos validados devido à sua situação jurídica ou à do seu partido. Para consultar a situação do candidato, acesse http://divulgacandcontas.tse.jus.br

 

96,04%

2º TURNO
1º TURNO

Governador

  1. Wilson Witzel

    Wilson Witzel

    PSC ELEITO

    59,66%

    4.475.784 votos

  2. Eduardo Paes

    Eduardo Paes

    DEM

    40,34%

    3.026.841 votos

TOTAL
9.044.736
VÁLIDOS
7.502.625 (82,95%)
BRANCOS
332.937 (3,68%)
NULOS
1.209.174 (13,37%)
ABSTENÇÕES
2.861.055 (24,03%)
Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos).
A fonte das informações desta página é o Tribunal Superior Eleitoral. Segundo esclarece o TSE, o candidato que aparece com 0 (zero) voto pode não ter tido seus votos validados devido à sua situação jurídica ou à do seu partido. Para consultar a situação do candidato, acesse http://divulgacandcontas.tse.jus.br
2º TURNO
1º TURNO

Governador

  1. Comandante Moisés

    Comandante Moisés

    PSL ELEITO

    71,35%

    2.392.129 votos

  2. Gelson Merísio

    Gelson Merísio

    PSD

    28,65%

    960.517 votos

TOTAL
3.799.028
VÁLIDOS
3.352.646 (88,25%)
BRANCOS
137.131 (3,61%)
NULOS
309.251 (8,14%)
ABSTENÇÕES
766.912 (16,80%)
Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos).
A fonte das informações desta página é o Tribunal Superior Eleitoral. Segundo esclarece o TSE, o candidato que aparece com 0 (zero) voto pode não ter tido seus votos validados devido à sua situação jurídica ou à do seu partido. Para consultar a situação do candidato, acesse http://divulgacandcontas.tse.jus.br

Apuração ao longo do tempo

última atualização em 18:45:13h de 28/10/2018 (Horário de Brasília)
Comandante MoisésGelson Merísio17:3018h18:300%20%40%60%80%

17:38

Comandante Moisés66,53%
Gelson Merísio33,47%

Foto: Divulgação/PSB

Vice-presidente nacional do PSB, o governador reeleito Paulo Câmara destacou o crescimento do presidenciável Fernando Haddad (PT) nos últimos dias e falou da importância do Nordeste na votação deste domingo (28), dia da escolha do representante que irá governar o país pelos próximos quatro anos. Acompanhado do prefeito Geraldo Julio (PSB), da primeira-dama Ana Luiza Câmara, da vice-governadora eleita Luciana Santos (PCdoB) e de correligionários, o socialista votou, na manhã de hoje, no Centro de Educação Comunitária e Social do Nordeste (Cecosne), no bairro da Madalena, Recife.

“Hoje é mais um dia em favor da democracia. As eleições estão ocorrendo muito bem em Pernambuco e a gente espera que ocorra assim ao longo do dia. Nosso candidato teve um crescimento consistente nos últimos dias. O Nordeste está muito unido e, com certeza, vai dar uma grande vitória a Fernando Haddad”, destacou o governador reeleito. No primeiro turno, o presidenciável foi o candidato majoritário em Pernambuco e ganhou em oito dos nove estados nordestinos, com exceção apenas do Ceará.

Durante entrevista, Paulo Câmara ainda falou sobre os desafios do próximo presidente da República, que deverá ter um olhar especial para a região e trabalhar pela redução das desigualdades. “O presidente precisa conversar com os governadores, como os governadores têm que conversar com os prefeitos e prefeitas. Isso faz parte da Federação e a gente espera que isso seja feito da forma correta. Ou seja, olhando o Brasil por inteiro, olhando as regiões com todas as suas peculiaridades. O desafio do próximo presidente é diminuir as desigualdades regionais, que é fundamental para o Brasil que a gente quer”, defendeu o gestor.

O prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota, votou  na sessão 03 no Colégio Normal Estadual

Prefeito de Afogados da Ingazeira teve a resposta da população afogadense que participaram voluntariamente de uma das maiores carreatas já vista na história do município  em apoio a candidatura de Fernando Haddad.

(Fotos:Cláudio Gomes/MarcosMontinelly)

“Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”, postou Joaquim Barbosa, que foi presidente do Supremo Tribunal Federal. Jair Bolsonaro vem sendo apontado pela imprensa global como uma ameaça ao Brasil e ao mundo.

Abaixo, tweet de Joaquim Barbosa e reportagem da Reuters sobre a sucessão:

(Reuters) – O presidenciável do PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira que o seu adversário, Jair Bolsonaro (PSL), estimula pessoas violentas a saírem do armário.

“Ele estimula as milícias, os capangas, as pessoas violentas a saírem do armário, ele é a expressão da violência”, disse Haddad durante coletiva de imprensa em João Pessoa, na Paraíba.

“É muito comum na história dos povos que um covarde seja o agente da violência social. Em geral, são pequenos homens que estimulam a violência, até em função dos seus problemas psicológicos”, continuou.

“Por isso que os pequenos homens com problemas psicológicos são tratados respeitosamente, mas não chegam ao poder, porque são perigosos no poder. Não são perigosos fora do poder”, afirmou o ex-prefeito de São Paulo.

Segundo o petista, Jair Bolsonaro não tem um projeto, mas sim uma “retórica da violência”.

“A gente sabe como essa retórica da violência começa, mas a gente não sabe até onde vai. Nós precisamos cortar esse mal pela raiz”, afirmou o candidato.

Bolsonaro lidera as pesquisas de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial marcado para domingo.

MAIS ACERTOS DO QUE ERROS

Ao defender o projeto que representa, Haddad voltou a reconhecer que o PT cometeu erros, embora tenha feito mais acertos.

“Eu represento um projeto que tem muito mais acertos do que erros. Mudou a vida de metade da população brasileira. E os erros eu estou aqui assumindo e disposto a corrigir”, disse.

O candidato também se mostrou otimista nesta reta final antes da eleição de domingo e disse acreditar que uma virada irá acontecer, acrescentando que “segunda-feira já começamos a trabalhar na equipe de governo”.

O petista também voltou a comentar que espera um apoio do pedetista Ciro Gomes, derrotado no primeiro turno da disputa presidencial e cujo partido decidiu dar “apoio crítico” à candidatura do PT.

“Acredito que, chegando no Ceará, ele (Ciro) vai fazer um gesto importante pelo Brasil. Não é por mim, é pelo Brasil… Ele sabe o que está em jogo, ele sabe o que está em risco”, disse Haddad. (247)

 

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