A Caixa paga nesta quinta-feira (25) o Auxílio Brasil para beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) com final 7. O valor médio do benefício é de R$ 217,18. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês.
O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Benefícios básicos
O novo programa social tem três benefícios básicos e seis suplementares, que podem ser adicionados caso o beneficiário consiga um emprego ou tenha um filho que se destaque em competições esportivas ou em competições científicas e acadêmicas.
Podem receber o Auxílio Brasil as famílias com renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e aquelas com renda per capita de até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.
A reportagem elaborou um guia de perguntas e respostas. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para integrar o programa social, os nove tipos diferentes de benefícios e o que aconteceu com o Bolsa Família e o auxílio emergencial, que vigoraram até outubro.
Segundo o Ministério da Cidadania, neste primeiro mês de funcionamento do novo programa social, serão contempladas mais de 14,5 milhões de famílias, com gasto de cerca de R$ 3,25 bilhões.

Brasil registra 176 mortes por Covid em 24 h e soma 613.416 óbitos

O Piauí apresentou uma variação grande no registro de casos. Nesta quarta, o valor ficou negativo (-7.703), após um registro elevado de mais de 8.000 infecções, na terça.

 

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal. (Foto: Reprodução)

 

O Brasil registrou 176 mortes por Covid e 4.686 casos da doença, nesta quarta-feira (24). Com isso, o país chegou a 613.416 vidas perdidas e a 22.043.417 infecções.

O Piauí apresentou uma variação grande no registro de casos. Nesta quarta, o valor ficou negativo (-7.703), após um registro elevado de mais de 8.000 infecções, na terça.

A média móvel de mortes está em estabilidade, ou seja, sem variações superiores a 15% em relação aos dados de duas semanas atrás. Ela agora é de 217 óbitos por dia.

Já a média de casos apresenta queda de 17% e agora está em 9.528 infecções por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 25 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 446.502 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 193.556 primeiras doses e 338.974 doses de reforço.

Os dados de segundas doses e doses únicas ficaram negativos, nesta quarta.

Bahia e Mato Grosso do Sul apresentaram grandes revisões de segundas doses, respectivamente de — 753.931 e — 32.328. Nas doses únicas, houve revisões no Ceará e no Mato Grosso do Sul, que registraram, respectivamente, — 626 e — 27.257 doses.

Ao todo, 158.395.349 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil –125.800.797 delas já receberam a segunda dose do imunizante. Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 130.351.450 pessoas com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen.

Assim, o país já tem 74,25% da população com a 1ª dose e 61,11% dos brasileiros com as duas doses ou com uma dose da vacina da Janssen. Considerando somente a população adulta, os valores são, respectivamente, de 97,72% e 80,42%.

Mesmo quem recebeu as duas doses ou uma dose da vacina da Janssen deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.