– O Brasil registrou 1.016 mortes como média móvel de óbitos por Covid-19, neste domingo (10). Uma média tão elevada havia ocorrido pela última vez na semana final de julho de 2020.

Neste domingo, o Brasil registrou 483 mortes pela Covid e 29.153 casos do doença. Com isso, o país já soma 203.140 óbitos e 8.104.823 de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Especialistas vêm alertando que os números de mortes podem permanecer altos pelas próximas semanas, devido às viagens, encontros e festas que realizados durante o Natal e o Ano-Novo.

Os dados do país são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 988. O valor da média representa um aumento de 55% em relação ao dado de 14 dias atrás.

Todas as regiões do país apresentam crescimento na média móvel de mortes.

Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, São Paulo, Sergipe e Tocantins apresentam aumento da média móvel de mortes em relação a 14 dias atrás.

Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Santa Catarina estão em situação de estabilidade, o que não significa uma condição de tranquilidade.

Nenhum estado apresenta queda nos dados.

O Brasil tem uma taxa de 96,7 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (373.669), e o Reino Unido (81.567), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 114,4 e 122,7 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O Brasil havia ultrapassado a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (130,3), país com 78.755 óbitos pela doença. Contudo, com a segunda onda que assola a Europa, a Itália voltou a passar o Brasil.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos e já contabiliza 133.204 óbitos, tem 105,6 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos por 100 mil habitantes do Peru: 118,9. O país tem 38.049 óbitos pela Covid-19.

A Índia é o terceiro país, atrás apenas de EUA e Brasil, com maior número de mortes pela Covid-19, com 150.999 óbitos. Lá, devido ao tamanho da população, a taxa proporcional é de 11,2 óbitos por 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena rígida de início, o índice é de 99,8 mortes por 100 mil habitantes (44.417 óbitos).

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Doria cobra urgência da Anvisa para liberação da Coronavac

A cobrança ocorre um dia depois de a agência pedir mais dados sobre a Coronavac ao Instituto Butantan para dar continuidade à análise do uso emergencial da vacina.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobrou “senso de urgência” da Anvisa, neste domingo (10), em postagem em redes sociais. (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobrou “senso de urgência” da Anvisa, neste domingo (10), em postagem em redes sociais.

A cobrança ocorre um dia depois de a agência pedir mais dados sobre a Coronavac ao Instituto Butantan para dar continuidade à análise do uso emergencial da vacina.

“É preciso senso de urgência da Anvisa para liberação da vacina do Butantan. Ritos da ciência devem ser respeitados, mas devemos lembrar que o Brasil perde cerca de mil vidas/dia para a Covid-19. Com a liberação da Anvisa, milhões de vacinas que já estão prontas poderão salvar vidas”, afirmou Doria.

No sábado (9), a agência pediu que o Butantan enviasse mais dados para que assim seja possível dar continuidade à análise.

O pedido para uso emergencial da vacina havia sido entregue na sexta (8).

Ao mesmo tempo, a Anvisa afirmou que os dados enviados pela Fiocruz (que também havia entrado com pedido de uso emergencial na sexta) estavam completos.

A submissão dos documentos técnicos é condição necessária para viabilizar a avaliação, conclusão e deliberação sobre uso emergencial das vacinas.

Segunda a Anvisa, na documentação do Butantan faltam seis tipos de informações e resultados.

Em meio a reuniões entre os órgãos, o Butantan afirma que enviará os dados em breve.
O governo paulista tem o plano de começar a vacinação no estado em 25 de janeiro, aniversário da cidade de São Paulo.

Já o Ministério da Saúde fala em também começar a vacinação em janeiro, assim que houver a liberação de alguma das vacinas.

A vacina Coronavac está há meses envolvida em discussões. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em diferentes momentos, questionou-a –e não só ela.

Ao mesmo tempo, durante o mês de dezembro houve sucessivos adiamentos por parte do governo paulista na apresentação dos dados de eficácia do imunizante, algo que ocorreu parcialmente no último dia 7.

A Anvisa afirmou neste domingo (10) que segue com a análise dos documentos entregues pela Fiocruz e pelo Butantan.

Disse ainda que dos seis resultados e informações que estão pendentes do Instituto Butantan, nenhum foi entregue ainda.

A agência reguladora disponibiliza um painel que mostra o andamento das análises relativas à autorização de uso temporário e emergencial de vacinas para Covid-19. Nele, há 31 itens listados.

Da lista, o Butantan possui 38,76% dos documentos com análise concluída, 47,63% pendentes de complementação, 8,45% em análise e 5,15% sem apresentação.

Já a Fiocruz tem 21,44% da documentação com análise concluída, 59,79% ainda sendo analisada e 18,76% pendentes de complementação.

A agência informou que os dados que estão pendentes da Fiocruz não dificultam ou não impedem a análise como um todo.

MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

A Caixa Econômica Federal vai liberar a retirada do auxílio emergencial em três datas já definidas por meio de calendário, após realizar duas liberações nesta semana, de 11 a 15 de janeiro. Quem nasceu em maio poderá sacar o recurso nesta segunda-feira (11). Para os nascidos em junho, a liberação do benefício em espécie será na próxima quarta-feira (13). Já quem nasceu em julho receberá o benefício na sexta-feira (15). Segundo a Caixa Econômica Federal, as agências não serão abertas aos fins de semana. Dessa maneira, os saques acontecerão segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira.

Como realizar o saque em espécie

É preciso fazer o login no aplicativo CAIXA Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes CAIXA Aqui.

Atendimento

Os saques em dinheiro podem ser feitos nas Lotéricas, Correspondentes Caixa Aqui ou mesmo nas agências.

Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na Poupança Social Digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo CAIXA Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco.

A Receita Federal apresentou à Câmara críticas à proposta de criar um imposto sobre grandes fortunas. A ideia é defendida por parlamentares, mas sofre a rejeição do ministro Paulo Guedes (Economia).

Em documento, a Receita não descarta eventual debate sobre o tributo para reduzir a desigualdade social no país, mas afirma que há medidas mais eficientes, como acabar com programas de Refis (parcelamento de dívidas com a União com descontos), taxar a distribuição de lucros e dividendos e mudar tributação sobre o mercado de capitais.

O fisco afirma que há dificuldades sobre como estabelecer o critério para as fortunas — como mensurar a riqueza, o patrimônio de cada um. Como exemplos, citou obras de arte e direitos autorais.

Para a Receita, o sistema poderia ser burlado facilmente. Se transferir parte do patrimônio para outros países ou dividir com outras pessoas, um contribuinte poderia escapar da taxação, argumenta o órgão.

Além disso, o fisco cita que o imposto sobre grandes fortunas chegou a ser adotado por alguns países e, depois, foi abandonado. 

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