Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia Roraima, Sergipe e Tocantins apresentam aumento da média móvel de mortes em relação a 14 dias atrás.

O Brasil havia ultrapassado a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (127,2), país com 76.877 óbitos pela doença. (Foto: Reprodução)

 O Brasil teve mais um dia com mais de mil mortes registradas pela Covid-19. Nesta quarta-feira (6), foram 1.266 óbitos pela doença e 62.532 casos. Com isso, o país chega a 199.043 mortes e 7.874.539 de pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Os dados do país são fruto de colaboração inédita entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Além dos dados diários, a Folha de S.Paulo também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 729. O valor da média, apesar de uma pequena queda em relação ao dado de 14 dias atrás, configura uma situação de estabilidade. Além disso, o dado é afetado pelo represamento de notificações que ocorreu em decorrência dos feriados recentes.

O Norte é a única região com aumento da média móvel de mortes, em relação a 14 dias atrás, e o Sul a única com redução. As outras regiões se encontram em estabilidade. Mais uma vez, porém, vale destacar que os dados são afetados pelos atrasos de notificação recentes derivados dos feriados de fim de ano.

Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia Roraima, Sergipe e Tocantins apresentam aumento da média móvel de mortes em relação a 14 dias atrás. Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul estão em situação de estabilidade (o que não significa uma condição tranquila).

Os demais estados apresentam queda.

O Brasil tem uma taxa de 95 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (359.977), e o Reino Unido (77.470), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 110,2 e 116,6 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente.

O Brasil havia ultrapassado a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (127,2), país com 76.877 óbitos pela doença. Contudo, com a segunda onda que assola a Europa, a Itália voltou a passar o Brasil.

O México, que ultrapassou o Reino Unido em número de mortos e já contabiliza 128.822 óbitos, tem 102,1 mortes para cada 100 mil habitantes.

Na América do Sul, chama a atenção também o número de mortos por 100 mil habitantes do Peru: 118,3. O país tem 37.830 óbitos pela Covid-19.

A Índia é o terceiro país, atrás apenas de EUA e Brasil, com maior número de mortes pela Covid-19, com 150.114 óbitos. Lá, devido ao tamanho da população, a taxa proporcional é de 11,1 óbitos por 100 mil habitantes.

Na Argentina, onde a pandemia desembarcou nove dias mais tarde que no Brasil e que seguiu uma quarentena rígida de início, o índice é de 98,4 mortes por 100 mil habitantes (43.785 óbitos).

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Dólar é cotado a R$ 5,3044 nesta manhã de quinta-feira

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,53 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,8553.

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país (Foto: Reprodução)

O valor do dólar na manhã desta quinta-feira (07), está cotado no valor de R$ 5,3044. Já o valor do dólar para o turismo está sendo cotado a R$ 5,5255.

Enquanto isso, o Euro comercial está sendo vendido a R$ 6,53 e o Euro para o turismo é cotado por R$ 6,8553. 

O dólar americano é a moeda dos Estados Unidos e tem sua emissão controlada pela Reserva Federal daquele país. O dólar é usado tanto em reservas internacionais como em livre circulação.

Ninguém acerta as seis dezenas e Mega-Sena acumula em R$ 8 milhões

A Quina teve 32 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 49.795,46. A Quadra teve 2.688 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 846,86.

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.332 da Mega-Sena, que foram sorteadas nesta quarta-feira (6) em São Paulo. (Foto: Reprodução)

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.332 da Mega-Sena, que foram sorteadas nesta quarta-feira (6) em São Paulo. Com isso, o prêmio para o próximo sorteio, que será realizado no sábado (9), será de R$ 8 milhões.

Confira as dezenas sorteadas: 12 – 33 – 35 – 36 – 44 – 52

A Quina teve 32 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 49.795,46. A Quadra teve 2.688 apostas ganhadoras e cada uma leva R$ 846,86.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Trump pede para manifestantes irem para casa e insiste em mentira sobre fraude nas eleições

“Sei que estão machucados, a eleição foi roubada de nós, e todos sabem, mas vocês precisam ir para casa agora, precisamos ter paz, lei e ordem.”

Donald Trump em discurso nesta quarta-feira (6) após seus apoiadores invadirem o Congresso dos Estados Unidos. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O presidente Donald Trump pediu a apoiadores que invadiram o Capitólio na tarde desta quarta-feira (6) que voltem para casa. 

A declaração foi feita em um vídeo com duração de 1 minuto e compartilhado no Twitter.

Na declaração, Trump diz entender o sentimento dos manifestantes e voltou a afirmar que as eleições americanas, nas quais ele perdeu para o democrata Joe Biden, foram fraudulentas. Mas pediu o fim dos atos de violência.

“Sei que estão machucados, a eleição foi roubada de nós, e todos sabem, mas vocês precisam ir para casa agora, precisamos ter paz, lei e ordem.”

Mais cedo, o presidente havia incitado as manifestações, que acabaram saindo de controle com a invasão do Capitólio. 

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