Foram registrados no país 18 dias com mais de 3.000 mil mortes (dois deles com mais de 4.000), todos concentrados entre o fim de março e o mês de abril.

O país também registrou 77.266 casos da doença, nesta quarta e soma 14.523.807 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. (Foto: Reprodução)

 O Brasil mais uma vez registrou mais de 3.000 mortes por Covid em um único dia. Nesta quarta-feira (28), foram 3.019 vidas perdidas. Com isso, o país chegou a 398.322 óbitos desde o início da pandemia. Também foram registrados.

Foram registrados no país 18 dias com mais de 3.000 mil mortes (dois deles com mais de 4.000), todos concentrados entre o fim de março e o mês de abril.

O país também registrou 77.266 casos da doença, nesta quarta e soma 14.523.807 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

A média móvel registrou oscilação para baixo, mas tem apresentado queda recentemente. A média chegou a 2.379, o que representa uma redução de 19% em relação ao dado de duas semanas atrás.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Nesta quarta, pelo terceiro dia seguido, foram registradas mais de 1 milhão de doses de vacina contra a Covid aplicadas. Novamente, houve mais registros de segundas doses do que de primeiras. Foram registradas 631.911 segundas doses e 481.336 primeiras.
Foram atualizadas as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 pelos 26 estados e o Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 45.362.505 doses de vacina (30.740.811 da primeira dose e 14.621.694 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Com o total de doses aplicadas até o momento, 19,10% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 9,09% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.