O embarque estava marcado para ocorrer na manhã desta terça-feira (19), para chegar na capital amazonense por volta das 10h30.

Fábio Porchat, Bruno de Luca, Pedro Sampaio, Hugo Gloss, Simone, Kaka Diniz, Magazine Luiza, Movida e Matheus Tomoto foram alguns dos doadores. (Foto: Reprodução)

 O comediante Whindersson Nunes, 26, publicou uma foto em seu perfil do Twitter para anunciar que doou mais 217 cilindros de oxigênio a Manaus (AM).

O embarque estava marcado para ocorrer na manhã desta terça-feira (19), para chegar na capital amazonense por volta das 10h30.

Na semana passada, o humorista já havia disponibilizado o transporte e entrega de 60 respiradores para seis hospitais de pequeno porte para Manaus, de valor estimado em R$ 300 mil reais.

Os aparelhos foram doados por artistas e empresas a partir de uma mobilização iniciada por Nunes, com a ajuda do youtuber Felipe Neto, 32.

Fábio Porchat, Bruno de Luca, Pedro Sampaio, Hugo Gloss, Simone, Kaka Diniz, Magazine Luiza, Movida e Matheus Tomoto foram alguns dos doadores.

Toda a ação foi coordenada por Nunes e sua equipe. Os hospitais beneficiados foram SPA Joventina Dias, SPA São Raimundo, Instituto Saúde da Criança, SPA Alvorada, Policlínica da Redenção e SPA Galileia.

Após mobilizar doações para a compra de oxigênio para as unidades de saúde que atendem pacientes com Covid-19 em Manaus, inicialmente Whindersson Nunes topou com dificuldades para fazer os cilindros de oxigênio chegarem até lá. Para conseguir transportar o material até a capital do Amazonas foi esquematizada uma força-tarefa que incluiu três aviões com equipamentos hospitalares e ventiladores pulmonares.

“Galera, meu irmão Marcos, que mora em Manaus, vai cuidar de distribuir nos hospitais pequenos e nos interiores, que também estão precisando”, disse Nunes à ocasião. “Ele está em contato com a galera das doações lá! Jorge e Mateus e Alok entraram pesado na doação, vai acontecer.”

Mais de 3,4 milhões de trabalhadores podem sacar abono do PIS 2021

Ao todo, diz o banco, serão disponibilizados R$ 2,75 bilhões. O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021.

O abono do PIS/Pasep é um pagamento que funciona como uma espécie de 14º salário para o trabalhador de baixa renda. (Foto: Reprodução)

 A Caixa Econômica e o Banco do Brasil começam a pagar, nesta terça-feira (19), mais um lote do abono salarial do PIS/Pasep 2020/2021.

No caso do PIS, liberado pela Caixa, o pagamento começa a ser feito para mais de 3,4 milhões de trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Ao todo, diz o banco, serão disponibilizados R$ 2,75 bilhões. O saque pode ser realizado até 30 de junho de 2021.

Para quem não é correntista da Caixa, a grana cai na poupança social digital, aberta automaticamente em nome do trabalhador, e a movimentação pode ser feita pelo aplicativo Caixa Tem.

Para quem é correntista, os créditos são realizados nas contas existentes e a movimentação é feita com o cartão ou pelo internet banking e App da Caixa.

Nos casos em que o PIS não possa ser creditado em conta existente ou na poupança social digital, é possível fazer o saque com o Cartão do Cidadão, mediante senha nos terminais de autoatendimento, lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências.

Mais detalhes podem ser consultados no site www.caixa.gov.br/abonosalarial.

No caso do Pasep, liberado pelo Banco do Brasil, o pagamento começa a servidores com final de inscrição 5. O banco não informou quantos receberão a grana.

O saque é feito nas agências, com documento de identificação. Correntistas recebem o dinheiro na conta e quem tem conta em outro banco pode fazer a transferência em uma agência ou pela internet.

Cálculo muda com novo salário mínimo O abono do PIS/Pasep é um pagamento que funciona como uma espécie de 14º salário para o trabalhador de baixa renda.
O valor varia de acordo com o número de meses trabalhados com carteira no último ano inteiro.

A Caixa informa que o valor do abono salarial já foi atualizado com o salário mínimo, que passou de R$ 1.045, em 2020, para R$ 1.100, em 2021.

No ano-base 2019, o valor do benefício variava de R$ 88 (um mês trabalhado no ano) a R$ 1.045 (doze meses trabalhados). Agora, no ano-base 2020, a quantia vai de R$ 92 a R$ 1.100.