A maioria das situações ocorre por meio de ligação telefônica aos segurados ou envio de mensagens por e-mail.

Além de dados pessoais, os estelionatários também pedem a transferência de dinheiro para a liberação de supostos benefícios. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

 

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) alerta para alguns tipos de golpe contra aposentados e pensionistas. Essa prática se tornou comum nos últimos anos em várias regiões do país.

A maioria das situações ocorre por meio de ligação telefônica aos segurados ou envio de mensagens por e-mail. Além de dados pessoais, os estelionatários também pedem a transferência de dinheiro para a liberação de supostos benefícios.

Segundo o INSS, em um desses golpes os criminosos têm se passado por integrantes do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) visando pedir a transferência de dinheiro para liberar supostos valores de benefícios atrasados.

Eles ligam para o segurado argumentando que ele teria direito a receber valores atrasados de valores pagos pela Previdência Social. Para a liberação do dinheiro, é solicitado que os segurados informem dados pessoais, além de efetuar o depósito de determinada quantia em uma conta bancária.

Falsa revisão de benefício

Outra prática fraudulenta aplicada é a da falsa revisão de benefício. Nesse tipo de golpe, os estelionatários abordam os segurados e afirmam que teriam direito a receber valores referentes a uma falsa revisão de benefícios concedidos em governos anteriores. Também é solicitada a transferência de dinheiro para outra conta para a revisão fraudulenta.

Segundo a Previdência, todas as revisões de benefícios são baseadas na legislação e os segurados não precisam fazer nenhum pagamento para ter direito.

Outro tipo de situação é a da falsa auditoria geral da Previdência. Nessa modalidade, os criminosos enviam documentos a segurados convocando para uma Chamada para Resgate.

“Segundo o documento, os segurados teriam direito a resgaste de valores devidos a participantes de carteiras de pecúlio que teriam sido descontados da folha de pagamento como aposentadoria complementar”, informou a Previdência Social.

Acrescentou que ela não pede dados pessoais dos seus segurados por e-mail ou telefone e alerta para que ninguém disponibilize esse tipo de informação. O INSS esclareceu que não realiza nenhuma forma de cobrança para prestar o atendimento, nem serviços.

Ainda de acordo com a Previdência, a principal recomendação para os segurados é que não forneçam dados pessoais, não utilizem intermediários para entrar em contato com a Previdência e, em hipótese alguma, depositem qualquer quantia para ter direito a algum benefício previdenciário.

Caso a pessoa tenha sido vítima de algum tipo de golpe, deve procurar a Ouvidoria e também registrar boletim de ocorrência numa delegacia da polícia civil.

João Gomes leva calote de contratante, mas mantém show no Maranhão em respeito aos fãs

O cantor João Gomes foi pego de surpresa um pouco antes de subir ao palco no interior do Maranhão. O contratante sumiu no dia do show sem quitar o pagamento do evento, que incluía o cachê da banda e toda a estrutura para a realização da apresentação. 

 

Mesmo diante da situação, o pernambucano se apresentou em respeito ao público que o aguardava ansiosamente na plateia. Segundo o colunista Léo Dias, foi a primeira vez que o artista sofreu este tipo de golpe.

‘Ele está lutando e vai vencer’, Angélica agradece orações após pai sofrer AVC

Francisco Ksyvicks, conhecido como Chicão, sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no último sábado (9).

 

“Desde sábado, estamos vivendo momentos de angústia com a saúde do meu pai que sofreu um AVC. Porém temos fé em cada pequeno gesto e eu agradeço por toda energia positiva para o meu amado pai”, publicou Angélica. (Foto: Reprodução/Redes sociais)

 A apresentadora Angélica, 47, recorreu às redes sociais para agradecer a todas as orações que as pessoas têm feito pelo pai dela, Francisco Ksyvicks, conhecido como Chicão. Ele sofreu um AVC (Acidente Vascular Cerebral) no último sábado (9).

“Desde sábado, estamos vivendo momentos de angústia com a saúde do meu pai que sofreu um AVC. Porém temos fé em cada pequeno gesto e eu agradeço por toda energia positiva para o meu amado pai”, publicou ela nas redes sociais.

“Todas as orações que estão fazendo [fazem] toda diferença em nossas vidas e minimizando o sofrimento. Eu acredito! Ele está lutando e vai vencer”, completou a apresentadora.

No Domingão com Huck do último domingo (10), o marido Luciano já havia mandado um recado ao público sobre o momento delicado da internação.

“Quero aproveitar e mandar um beijo muito especial para o seu Chico, pai da Angélica, ele teve um problema sério de saúde ontem, mas vai dar tudo certo, se Deus quiser. Seu Francisco, estou aqui rezando muito pelo senhor. Seu Chico, estamos juntos”, disse.

No quesito profissional, Huck já tem mexido os pauzinhos para reverter a baixa audiência de seu programa. Com 13,2 pontos de média na Grande São Paulo, o Domingão com Huck marcou, neste domingo (10), a pior audiência do horário ao longo do ano.

O placar se aproxima dos 13,7 marcados por Faustão em 31 de janeiro, mas passa longe dos 21 pontos que o mesmo Fausto Silva registrou em maio, recorde positivo de 2021 em um dos últimos programas de Faustão na Globo.

Nas semanas anteriores, desde a sua estreia, Huck teve 16,8 pontos de média, patamar similar aos quatro primeiros domingos de agosto, ainda com Tiago Leifert, que fechou sua última edição com 20 pontos, favorecido pela despedida da Dança dos Famosos.

O resultado do fim de semana passado, aliado à queda sucessiva de Huck aos domingos, acendeu na Globo o alerta para acelerar a criação de novas ideias para 2022. Ao antecipar para setembro deste ano a estreia antes prevista para janeiro, Huck só teve prazo para fazer mais do mesmo, mesclando elementos de seu Caldeirão com itens do Domingão do Faustão, a começar pelo Show dos Famosos.

 

 

Aumento nos preços se espalha por vários setores da economia mesmo com a população comprando menos

Aumento nos preços se espalha por vários setores da economia mesmo com a população comprando menos

Os brasileiros têm sentido no bolso o alerta do Fundo Monetário sobre a inflação. O aumento nos preços não tem dado trégua mesmo com a população comprando menos. É que, desta vez, a alta de preços não é pelo aumento do consumo.

Na gangorra dos preços, de um lado está quem compra, do outro quem produz. E se o consumo está lá no chão, é a produção que está puxando a inflação para o alto. Uma situação que não se vê toda hora.

“Tudo isso tem a sua origem na Covid, na pandemia. Porque a pandemia levou fevereiro, março e abril do ano passado todo mundo a fechar as fábricas e trabalhar em casa. Aí a produção veio a zero e aí, quando voltou, a demanda voltou em estilingue, subiu muito e aí desarranjou muito e quando começa a desarranjar, até pôr em ordem, fica muito difícil”, explica o economista José Roberto Mendonça de Barros.

No dicionário da economia, o nome é inflação de custos. Significa que, mesmo com pouca procura, o preço daquilo que vai para as prateleiras sobe porque produzir está cada vez mais caro.

Os especialistas dizem que tudo começou quando a pandemia cedeu um pouco lá fora. A economia de outros países começou a girar, aumentando a demanda mundial por alimentos, fontes de energia como o petróleo, insumos como o minério de ferro e outras matérias-primas, chamadas de commodities. O Brasil também entrou nessa disputa, mas em desvantagem por causa da moeda desvalorizada na hora de fechar negócios em dólar.

O índice de commodities do Banco Central, que acompanha os preços das matérias-primas com influência sobre inflação ao consumidor, mostra um aumento de 40% nos últimos 12 meses encerrados em agosto, na média. Olhando só para energia, a alta é ainda maior, de mais de 62%.

“É uma pressão de custo, uma verdadeira avalanche de custos que chega para o atacado e vai para o varejo em maior ou menor grau. No caso, por exemplo, dos alimentos – que respondem de maneira mais célere ao que acontece no atacado -, isso já pegou no último quadrimestre do ano passado”, diz o economista Fabio Romão.

E, no varejo, quer dizer, na ponta, todos pagamos o preço do aumento dos custos de produção.

Como responder quando perguntam sua pretensão salarial em um processo seletivo

Uma recomendação é consultar um guia salarial, encontrado em plataformas online como Glassdoor, Info Jobs e a Catho, que divulgam uma média de remuneração.

Outra dúvida comum entre os candidatos é sobre colocar a pretensão salarial no currículo, mas, segundo a diretora-executiva, isso é arriscado, porque o profissional pode perder a vaga por ter pedido um valor que a empresa não está disposta a pagar. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

 Responder qual é sua pretensão salarial durante um processo seletivo pode ser difícil, principalmente em tempos de instabilidade econômica. Como calcular um valor que, ao mesmo tempo, valorize sua experiência profissional e não afaste o empregador?

Uma recomendação é consultar um guia salarial, encontrado em plataformas online como Glassdoor, Info Jobs e a Catho, que divulgam uma média de remuneração para cargos e profissões. A partir daí, pode-se estabelecer um intervalo de valores que o profissional considere aceitável.

“Por exemplo, se eu sou um publicitário, tenho que verificar na pesquisa qual a média salarial e, se ela for R$ 5.000, posso começar a partir disso. Eu indico deixar uma gordura, ou seja, proponha R$ 6.500, mas diga que está disponível para negociar”, diz Raquel Amaral, diretora-executiva na RRH Assessoria e Consultoria de Carreiras.

Outra dúvida comum entre os candidatos é sobre colocar a pretensão salarial no currículo, mas, segundo a diretora-executiva, isso é arriscado, porque o profissional pode perder a vaga por ter pedido um valor que a empresa não está disposta a pagar.

“O recrutador não quer arriscar e acaba eliminando o profissional só porque ele colocou aquela pretensão. Talvez a pessoa até aceitasse menos. Por isso, o ideal é não colocar, a não ser quando a vaga solicite”, afirma.

Segundo a plataforma Catho, apenas 0,09% das vagas cadastradas em seu sistema pedem logo de cara a pretensão salarial do candidato. De acordo com o site, muitas empresas optam por abordar a questão no momento da entrevista ou durante outras etapas do processo seletivo.

O publicitário Charles Luna, 30, concorreu a uma vaga de analista de mídia digital pleno. Na primeira entrevista, ele respondeu o quanto recebia no seu emprego atual e quanto queria ganhar para trocar de trabalho.

Mesmo informando o valor desejado no início, a companhia o fez passar por quatro fases do processo seletivo para só depois informá-lo que não conseguiria pagar o que ele desejava.

“Eu acho ruim [pedir a pretensão salarial] porque na maioria das vezes ficamos com a sensação de que, na verdade, é um leilão dos profissionais. Estão querendo ver quem vai pedir menos. Quem vai ser a pessoa com mais qualificação e experiência, mas que cobre pouco”, diz Charles.

Para Rodolpho Carnevale, 36, gerente de operações em uma rede de postos de gasolina, o ideal seria que, a partir do primeiro contato, a empresa fosse transparente sobre o tema.

Ele passou por uma situação similar à de Charles e relatou o ocorrido em uma rede social. Na publicação, Rodolpho explicou que, no início, sugeriu um valor maior que sua remuneração atual. A empresa concordou e ele foi aprovado para a vaga. No entanto, ao final do processo, a companhia o surpreendeu com uma proposta salarial menor do que o acordado previamente.

“Eles deveriam ter dito ‘nosso teto para essa vaga é X’ no primeiro momento. Aí eu falaria ‘para mim não dá, tenho meus custos fixos’. Isso me fez perder tempo. Fiquei frustrado, porque você acaba criando expectativa sobre a mudança, já que a pretensão salarial havia sido aprovada. Então, você não acredita que vai ser menos do que você propôs”, explica.

Do lado das empresas, a informação serve para acelerar processos. Se a companhia não pode pagar o que o candidato quer, por exemplo, não há motivo para o contato continuar.

Richard Vasconcelos, diretor-executivo da LEO Learning, de educação corporativa, diz que o valor é usado por sua empresa como um filtro.

“Imagina que você tem uma vaga que vai pagar R$ 4.000 e, na primeira entrevista, a pessoa fala que quer R$ 15 mil. Então, já vou eliminá-la do processo, porque não vai fazer sentido continuar”, explica.

Outro argumento de companhias que pedem a pretensão salarial é que a informação pode ajudar em uma negociação.

“Se há um candidato que pede um pouco acima, mas eu acho que ele vai trazer resultados, pode-se discutir com o gestor o tema, ou oferecer algum outro benefício”, diz Renata Teixeira, gerente de recursos humanos na Agência Bold, que pede a informação dos postulantes às suas vagas.