Monthly Archives: setembro 2021

Os números revelam um aumento de 54% no número de pessoas que sofrem com a escassez de alimentos se comparado a 2018.

Luis Vander, 39 anos, escolhe suas peças e ajuda a organizar a distribuição. Em situação de rua, ele tem habitado as calçadas da Glória. (Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo)

RIO — Pouco após as 10h, o caminhão estaciona na Glória, Zona Sul do Rio. Minutos depois, a fila se forma. É que já havia gente esperando o veículo, que recolhe ossos e pelancas de supermercados da cidade. Sensibilizados, motorista e ajudante da empresa doam ali toda terça e quinta parte do que foi recolhido.

Diante do desemprego — que ficou em 14,1% no segundo trimestre de 2021, atingindo 14,4 milhões de brasileiros — e da inflação galopante — que com a prévia deste mês chegou a 10,05% no acumulado em 12 meses, ultrapassando os dois dígitos pela primeira vez desde fevereiro de 2016 —, é a esperança daquelas pessoas de encontrarem um pedaço de carne para matar a fome.

Uma vez por semana, a desempregada Vanessa Avelino de Souza, de 48 anos, que mora nas ruas do Rio, caminha até o ponto de distribuição. Com paciência, separa pelanca por pelanca, osso por osso em busca de algo melhor para pôr na sacola.

— A gente limpa e separa o resto de carne. Com o osso, fazemos sopa, colocamos no arroz, no feijão… Depois de fritar, guardamos a gordura e usamos para fazer a comida — explica Vanessa, que lamenta não conviver com os cinco filhos.— Não tenho como cuidar deles. Por isso, eles são criados pela minha mãe. Não temos quase nada. O que temos é de doações. Lá, pelo menos, eles têm um pouco de dignidade.

Na fila da fome, Vanessa não está só. Outras mulheres, homens e jovens se amontoam em busca do restolho da carne e dos ossos. A pobreza extrema, que leva pessoas a garimpar restos, foi acentuada no Brasil durante a pandemia de Covid-19.

Levantamento da Rede Brasileira de Pesquisas em Segurança Alimentar e Nutricional mostrou que mais de 116,8 milhões de pessoas vivem hoje sem acesso pleno e permanente a alimentos. Dessas, 19,1 milhões (9% da população) passam fome, vivendo “quadro de insegurança alimentar grave”.

Os números revelam um aumento de 54% no número de pessoas que sofrem com a escassez de alimentos se comparado a 2018.

Mãe de 5 e avó de 12, Denise da Silva, de 51 anos, ficou viúva recentemente. Agora, está sozinha na luta para alimentar a família. Duas vezes por semana, sai de São João de Meriti, na Baixada, onde mora, em busca das pelancas. De trem, percorre quase 33km até a Central. Sem poder pagar outra passagem, caminha outros 3km até a Glória.

— Não vejo um pedaço de carne há muito tempo, desde que a pandemia começou. Esse osso é a nossa mistura. Levamos para casa e fazemos para os meninos comerem. Sou muito grata por ter isso aqui — conta.

Irmã de Denise, a desempregada Sheila Fernandes da Silva, de 43 anos, também busca restos de carne. Ela mora numa ocupação no Centro do Rio e divide o que recolhe com o filho, que também não tem emprego. Dá apenas para dois dias: — Você não sabe a alegria quando o caminhão chega aqui. É a certeza que teremos algo diferente para dois dias.

A fome nossa de cada dia, triste rotina

Karlinca de Jesus, de 48 anos, é capixaba. Na esperança de dias melhores, veio para o Rio em 2018. Mas o sonho não se realizou e hoje ela vive com o companheiro na rua, no entorno do Monumento aos Pracinhas, no Aterro, perto de onde o caminhão da pelanca estaciona: — Pego aqui há uns seis meses às terças. É uma ajuda e tanto! Pego, levo e salgo. Durante a semana, vou fazendo para a gente. Na rua é tudo muito difícil. Várias vezes, a gente passa fome.

Luis Vander, de 39 anos, que mora nas calçadas da Glória, pega a sua parte enquanto ajuda a organizar a entrega. — Acho que umas dez pessoas comem do que levo — conta. Ontem, cerca de 12 pessoas recolhiam os ossos quando chegou Adailton da Silva, de 33 anos, com seu carrinho de mão. Era sua primeira vez. Os mais experientes o ajudaram a retirar sua parte: — Um rapaz me disse que aqui eles doam osso. Vou tentar tirar um pouco dessa carne e fritar. O restou vou fazer gordura. O óleo está muito caro.

“Pediam para o cachorro. Hoje, é para comer”

Nascido em Além Paraíba, interior de Minas Gerais, o motorista do caminhão, José Divino Santos, de 63 anos, conta que, nos últimos meses, aumentou o número pessoas pedindo ossos e restos de cebo.

— Tem dias que chego aqui e tenho vontade de chorar. Um país tão rico não pode estar assim. É muito triste as pessoas passarem por essa situação. O meu coração dói. Antes, as pessoas passavam aqui e pediam um pedaço de osso para dar para os cachorros. Hoje, elas imploraram por um pouco de ossada para fazer comida. Duas ou três pessoas em situação de rua passavam aqui e levavam. Hoje, tem dia que tem umas 15 pessoas — narra José Divino.

Ele lembra ainda que os restos seguem para uma fábrica no bairro Santa Rita, em Nova Iguaçu. Lá, parte do material vira ração para animais e a outra — a gordura — é utilizada para fazer sabão em barra. — Às vezes, está meio estragado, a gente fala, mas as pessoas querem assim mesmo — conta sem conter as lágrimas.

Diante do desemprego e da inflação galopante, pelanca vira esperança de alimento para famílias que buscam com o que matar a fome Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

População seleciona porções do que restou da carne dos mercados Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Caminhão de pelanca. Cerca de 19,1 milhões de pessoas vivem quadro de insegurança alimentar grave. Aumento no número de pessoas que sofrem com a escassez de alimentos é de 54% se comparado a 2018 Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Fila da fome. Pessoas em situação de rua disputam restor de carne em caminhão. Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

No estado do Rio, 12% da população vivem com renda entre R$ 89 e R$ 178 Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Vanessa Avelino, 48 anos, também mora nas ruas do Rio e caminha até o ponto de distribuição, onde separa pelanca por pelanca, osso por osso em busca de algo melhor para pôr na sacola Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Pesquisa mostra que mais de 116,8 milhões de pessoas vivem hoje sem acesso pleno e permanente a alimentos Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

Pobreza extrema que leva pessoas a garimpar restos foi acentuada no Brasil durante a pandemia de Covid-19 Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 afirmou em entrevista coletiva antes do início da oitiva desta quarta-feira (29/9) que o depoente do dia, Luciano Hang, era um “bobo da corte” e que esse tipo de personagem não é novidade na história do Brasil. A resposta de Renan Calheiros (MDB/AL) respondeu questionamentos dos jornalistas sobre possíveis tumultos causados pelo empresário bolsonarista e por membros da base governistas durante a comissão.
“É um depoimento normal como qualquer outro. Ele vai ter que se adequar às regras da CPI. Esse tipo de personagem sempre existiu na história do Brasil. Não é incomum que exista hoje. É uma espécie de bobo da corte que vive da ‘xabuzisse’ eterna para prestar serviços ao poder e ganhar dinheiro”.
O senador afirmou ainda que o dono das lojas Havan está envolvido na produção e patrocínio de fake news em meio à pandemia, como no tratamento precoce e ao colocar sob suspeita a eficácia de vacinas, bem como na compra de imunizantes para favorecimento próprio e da Precisa Medicamentos.
“Ele tem envolvimento óbvio nas fake news, nos impulsionamentos, no patrocínio e incentivo à mentira. Ele tem envolvimento óbvio no gabinete paralelo como negacionista que é. Quando houve a oportunidade de ganhar dinheiro vendendo vacinas, ele se entregou a esse negócio ao lado do (empresário) Carlos Wizard e para beneficiar a Precisa”, acusou Renan.
O relator da CPI afirmou ainda que as investigações estão avançando e que, paralelamente às informações que o colegiado descobre, o relatório vai sendo escrito.

Desde 19 de setembro, 4.300 haitianos deportados pelos Estados Unidos desembarcaram em Porto Príncipe, capital do Haiti. “Dentro desse grupo, encontramos 30 crianças com passaporte brasileiro, filhas de pais e de mães haitianos”, afirmou ao Correio, por telefone, Giuseppe Loprete, chefe da Missão da Organização Internacional para as Migrações (OIM) no Haiti — agência da Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com ele, todos os menores nascidos no Brasil têm entre 3 e 4 anos e estavam acampados na região de Del Rio, no Texas, após atravessarem a fronteira entre EUA e México. “A Embaixada do Brasil no Haiti foi informada sobre a situação. Nós temos feito tudo o que podemos para acompanhar o caso de cada uma das famílias”, acrescentou Loprete.
Procurado pela reportagem, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou que foi comunicado pelo Escritório da OIM no Haiti sobre a existência de menores com passaporte brasileiro, entre os milhares de haitianos recentemente deportados de volta ao país caribenho.
“A Embaixada do Brasil em Porto Príncipe está em contato com a OIM, com vistas a analisar a situação desses menores e de seus responsáveis legais, todos cidadãos haitianos, a fim de prestar-lhes a assistência cabível”, afirmou o Itamaraty.
De acordo com Loprete, as crianças brasileiras chegaram ao Haiti em boas condições e passaram por uma triagem para avaliação da saúde no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe. A OIM disponibilizou ambulâncias e equipes da Cruz Vermelha Internacional. “Também colocamos de prontidão médicos e pessoal de apoio, como psicólogos.
Toda a estrutura está ativada no aeroporto, a fim de prestarmos a assistência necessária. As crianças brasileiras estão acompanhadas de suas respectivas famílias e estão em território haitiano há alguns dias. Temos mantido contato com elas”, comentou o chefe da Missão da OIM em Porto Príncipe.
Ainda segundo Loprete, a decisão de realizar expulsões rápidas, envolvendo até 800 migrantes por dia, foi tomada pelos Estados Unidos e comunicada ao governo do Haiti, que, por sua vez, aceitou recebê-los. “Existe uma necessidade humanitária imediata de assistência a essas pessoas. A operação é decidida e coordenada pelos governos norte-americano e haitiano”, disse.
“Nas conversas que mantive com as autoridades daqui, a posição oficial é a de que esses migrantes são cidadãos do Haiti; por isso, são tratados como irmãos e irmãs pelo governo, que espera recebê-los da melhor maneira possível.”
Tratativas
Loprete lembra que, em casos de deportação sumária, o devido processo legal e questões humanitárias precisam ser respeitados. “Eu informei pessoalmente ao embaixador brasileiro no Haiti, Marcelo Baumbach, à embaixada e seus assessores consulares.
Identificamos passaportes do Brasil com essas crianças. É possível que encontremos mais casos como estes, pois, a cada dia, famílias deportadas desembarcam em Porto Príncipe”, admitiu. Ele explicou que muitas dessas famílias de haitianos viveram por entre três e cinco anos em vários países da América do Sul e da América Central, como Brasil, Chile, Panamá, Venezuela e Colômbia.

Os altos preços da gasolina e do gás de cozinha serão pauta da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (29/9). O presidente da Casa, deputado Arthur Lira (PP-AL) vai reunir o Colégio de Líderes para discutir medidas para controlar a escalada nos valores.

Lira confirmou a reunião nesta terça-feira (28/9), em publicação no perfil oficial no Twitter. “O fato é que o Brasil não pode tolerar gasolina a quase R$ 7 e o gás a R$ 120”, escreveu (veja mensagens no fim da reportagem).

O diretor-executivo de Comercialização da Petrobras, Cláudio Mastella, foi alvo de críticas de Lira. Mastella afirmou que estuda com “carinho” um aumento de preços diante do cenário atual.

O presidente da Câmara subiu o tom. “Tenho certeza que ele é bem pago para buscar outras soluções que não o simples repasse frequente”, publicou.

O deputado emendou: “O dólar persiste num patamar alto. Junto com a valorização do barril de petróleo, a pressão no preço dos combustíveis é insustentável”, frisou.

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira, que vai elevar o preço do diesel vendido às distribuidoras. Com o reajuste, o preço médio passa de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, refletindo reajuste médio de R$ 0,25 por litro. O reajuste entra em vigor na quarta-feira.

Lira defendeu o trabalho do parlamento na busca por soluções para a crise. “A Câmara dos Deputados está fazendo seu dever de casa para o país retomar a economia respeitando os limites fiscais e sendo responsável em todas as suas sinalizações para o mercado”, destacou. 

 

Senado aprova acordo de livre comércio entre Brasil e Chile

Foto: reprodução

O Senado aprovou nesta terça-feira (28) o acordo de livre comércio entre o Brasil e o Chile. O documento trata de questões não-tarifárias, como comércio de serviços, telecomunicações e medidas sanitárias. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), irá promulgar o acordo na forma de um decreto legislativo.

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS), relator do texto, afirmou que a proposta irá estreitar os laços entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico, bloco econômico integrado pelo Chile que também inclui Colômbia, México e Peru. O acordo, assinado em 2018, é um protocolo adicional ao Acordo de Complementação Econômica (ACE) firmado em 1996 entre o Chile e o Mercosul.

O ACE, o primeiro pacto de livre comércio entre o bloco e um terceiro país, fez do Chile o primeiro membro associado do Mercosul. Membros da embaixada chilena estavam presentes no Plenário durante a votação e acompanharam a aprovação do acordo. Com informações da Agência Senado.

Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 12,8 milhões; confira os números

Mega-Sena Foto: Cesar Conventi/Agência O Globo

A Caixa realizou na noite desta terça-feira na capital paulista o sorteio do concurso 2.413 da Mega-Sena.

As seis dezenas sorteadas foram: 03 – 22 – 37 – 40 – 41 – 48.

Não houve vencedores do prêmio principal. A estimativa para o próximo concurso é de sortear R$ 12.800.000,00.

Doze apostadores acertaram cinco dezenas nesta terça-feira. Cada uma delas vai levar o prêmio de R$ 114.924,54. Outros quatro apostadores fizeram a quadra e vão ganhar R$ 1.120,03.

Nesta semana, os sorteios da Mega-Sena ocorrem na terça, na quinta e no sábado por conta da “Mega-Semana da Primavera”. Normalmente os sorteios ocorrem as quartas e aos sábados.

Apostas para a Mega-Sena podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas, pela internet ou no aplicativo da loteria. O valor de um palpite simples é de R$ 4,50.

Após aumento do diesel, caminhoneiros ameaçam fazer nova paralisação

 

Diante do reajuste do preço do diesel, nesta terça-feira (28/9), representantes de associações de caminhoneiros afirmaram ao Metrópoles que vão debater, no dia 16 de outubro, em reunião no Rio de Janeiro, a possibilidade de uma nova paralisação em protesto contra o aumento do combustível.

De acordo com Plínio Dias, representante do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas, “tudo indica” que haverá uma nova manifestação.

“O argumento está muito forte. O pessoal quer que a gente tome uma atitude. Vamos fazer uma reunião no dia 16 agora, no Rio de Janeiro, e, se for decidida uma paralisação, vamos fazer”, afirmou à reportagem.

Questionado sobre o apoio da categoria ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Plínio disse que “está cada vez mais fraco”.

“Muita gente já está com total desinteresse. Subindo combustível, sobe tudo, né? Aquele apoio de 90% da categoria chega agora a entre 20% e 30%”, opinou.

A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (28/9), que vai aumentar o preço do diesel revendido às distribuidoras. O valor médio de venda do combustível passará de R$ 2,81 para R$ 3,06 por litro, um reajuste médio de R$ 0,25. O novo preço, que representa acréscimo de 8,89%, entrará em vigor nesta quarta-feira (29/9).

A empresa informou que, com a mudança, a parcela atribuída à estatal no preço pago pelos consumidores na bomba passará a ser de R$ 2,70 por litro, em média, o que corresponde a uma alta de R$ 0,22 em relação ao valor atual.

Alta esperada

Na segunda-feira (27/9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) alertou que o preço do diesel seria reajustado. Na ocasião, o mandatário ressaltou que o combustível não registrava aumento de preço há três meses.

O último reajuste da estatal sobre o preço do diesel ocorreu em 5 de julho deste ano. À época, o preço médio de venda do combustível passou para R$ 2,81 por litro, o que significou um reajuste médio de R$ 0,10 por litro (3,7%). 

 O Congresso derrubou um veto do presidente Jair Bolsonaro e retomou a suspensão da prova de vida do INSS até o fim do ano. A prova de vida é prevista em lei e tem o objetivo de evitar fraudes no pagamento de benefícios, fazendo com que, uma vez por ano, aposentados, pensionistas e titulares de benefícios assistenciais tenham que ir à agência bancária em que recebem para atualizar a senha e provar que estão vivos.

Em outra derrota, no mesmo dia, no Congresso, o presidente também viu ser derrubado seu veto que impedia uso de dinheiro federal para conectar escolas públicas à internet.

Por conta da pandemia, essa obrigatoriedade chegou a ser suspensa em março do ano passado e foi retomada em junho, mas com a possibilidade de ser feita via biometria facial cadastrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou no Detran.

Parlamentares que foram favoráveis à derrubada do veto sustentaram que a prova de vida ainda pode causar riscos por conta da pandemia de Covid-19.

Pela lei aprovada, todos os bancos deverão, a partir do ano que vem, usar sistema biométrico para realizar prova de vida e dar preferência de atendimento a pessoas com mais de 80 anos, para evitar demora nas filas.

Também foi autorizado que um representante legal, devidamente cadastrado no INSS, possa comparecer ao local em nome do beneficiário.

Despejos também estão suspensos

Um dos vetos derrubados pelo Congresso se referia a texto que suspendia o despejo determinado pela Justiça até 31 de dezembro deste ano. A medida foi aprovada por Câmara e Senado com o objetivo de preservar pessoas afetadas pela crise da pandemia. Na justificativa do veto, Bolsonaro argumentou que o projeto dava “um salvo conduto para os ocupantes irregulares de imóveis públicos”.

Como havia acordo de lideranças partidárias, o veto foi derrubado na Câmara por 435 votos a seis. No Senado, a decisão foi inânime, por 57 votos.

A senadora Zenaide Maia (PROS-RN) disse que o despejo zero durante a pandemia é “uma coisa muito digna” e muitas pessoas não têm onde morar porque perderam o emprego:

— Este Congresso está provando que está preocupado com aqueles pais e mães de família que não têm onde morar e que não podem pagar um aluguel durante a pandemia, porque perderam o emprego. E o Congresso está mostrando aqui que a gente está derrubando o veto. Vamos dar oportunidade a essas pessoas durante a pandemia.

Senado aprova projeto que define CPF como número único de identificação no país

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/08/31/senado-vota-na-quarta-mp-que-cria-minirreforma-trabalhista/20210831_03299w.jpg/@@images/image/imagem_materia

O Senado aprovou nesta terça-feira (28) o projeto que define a inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como número único para identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos.

O texto, que tem origem na Câmara, foi modificado pelos senadores e, por isso, voltará para nova análise dos deputados.

Pela proposta, o número de identificação de novos documentos, emitidos ou reemitidos por órgãos públicos ou por conselhos profissionais, será o número de inscrição no CPF.

O texto também altera a lei que instituiu o registro de identidade civil para estabelecer que, nos novos documentos do tipo, será adotada, como número único, o CPF.

Relator do projeto no Senado, Esperidião Amin (PP-SC) destacou que o projeto não elimina outras iniciativas de implementação de uma identidade nacional, nem invalida outros documentos de identificação.

“O projeto apenas determina que a numeração dos novos documentos seja o mesmo do CPF. Os documentos até então emitidos continuam com sua numeração original, podendo conter em seu corpo a informação do número do CPF”, explicou Amin.

Ainda de acordo com a proposta, o número do CPF deverá constar dos cadastros e dos documentos de órgãos públicos, do registro civil ou dos conselhos profissional, entre os quais:

  • Certidões de nascimento, casamento e de óbito;
  • Cartão Nacional de Saúde;
  • Título de Eleitor;
  • Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS);
  • Carteira Nacional de Habilitação;
  • Certificado militar;
  • Documento Nacional de Identificação;
  • Número de Identificação do Trabalhador.

A proposta afirma ainda que: para acesso a informações e serviços; para exercício de direitos e obrigações; ou para obtenção de benefícios junto a órgãos públicos, a apresentação de documento com o número do CPF será suficiente para a identificação do cidadão, sem a necessidade de apresentação de qualquer outro documento.

Segundo Esperidião Amin, um dos objetivos da mudança é estabelecer um número único para o acesso a prontuários no Sistema Único de Saúde, aos sistemas de assistência e previdência social (Bolsa Família, BPC, INSS), a informações fiscais e tributárias, ao alistamento eleitoral e ao voto, entre outros.

“Um número único capaz de interligar todas as dimensões do relacionamento do indivíduo com o Estado”, declarou o relator.

O projeto diz ainda que o Poder Executivo terá 90 dias, após a publicação da lei proposta, para regulamentar os pontos previstos no texto.

A proposta também define 12 meses para que os órgãos adequem os sistemas e procedimentos de atendimento a cidadãos, para adoção do CPF como número de identificação.

Amin acolheu uma emenda (sugestão de alteração) para retirar um trecho da proposta que estabelecia que estados e municípios não eram obrigados a aceitar o CPF como número único e básico.

“A supressão [exclusão do trecho] torna a lei mais eficaz, que é o que nós queremos”, declarou.

Com a mudança feita pelo Senado, o projeto, que é de autoria do deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), terá de ser reanalisado pela Câmara.

Acessibilidade e mobilidade

Também nesta terça-feira (28) o Senado aprovou, em segundo turno, por unanimidade, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui o direito à acessibilidade e à mobilidade entre os direitos individuais e coletivos, previstos no artigo 5º da Carta Magna. O texto vai à Câmara.

Autor da PEC, o senador Paulo Paim (PT-RS) afirmou que sem acessibilidade e mobilidade universais “não há cidadania”.

“Presidente, o IBGE aponta que há 45 milhões de pessoas com alguma deficiência no Brasil. A proposta vai ao encontro dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, proporcionando atenção especial para as necessidades das pessoas em situação de vulnerabilidade – mulheres, crianças, pessoas com deficiência e idosos”, disse o petista.

O concurso oferece 1,4 mil vagas para os cargos de delegado, escrivão, agente de investigação, perito criminal, técnico em perícia dentre outras.

Confira o edital a partir da página 6

O concurso oferece 1,4 mil vagas para os cargos de delegado, escrivão, agente de investigação, perito criminal, técnico em perícia dentre outras. Das vagas oferecidas, 1.261 são vagas para ampla concorrência e 138 para pessoas com deficiências (PCD).

Os interessados poderiam se inscrever através do site da empresa responsável pelo certame, a partir do dia 8 de outubro e segue até 11 de novembro.

As taxas de inscrições variam de acordo com o cargo escolhido, sendo para delegado de Polícia Civil, perito oficial criminal, perito oficial médico-legal, perito oficial odonto-legal e perito oficial químico-legal será de R$ 250. Já para escrivão de Polícia Civil, Agente de Polícia Civil, Técnico em Perícia, Papiloscopista e Necrotomista será de R$ 180.

O concurso será dividido em duas etapas. A prova objetiva deverá ocorrer no dia 9 de janeiro de 2022.

Uma explosão ocorrida nesta terça-feira (28) em um prédio na cidade sueca de Gotemburgo, que pode ter origem criminosa, segundo as autoridades, deixou 16 feridos, quatro em estado grave.
De acordo com a polícia, ainda não se sabe a causa da explosão, ocorrida pouco antes das 5h locais (0h00 em Brasília) no centro da cidade, que fica no oeste do país.
No meio da manhã, uma espessa fumaça branca emanava da propriedade, de acordo com imagens divulgadas pela mídia local. Ambulâncias, caminhões de bombeiros e equipes de resgate ocuparam a área. 
“O local foi isolado e as operações de resgate estão em andamento”, disse porta-voz da polícia regional, Hans-Jörgen Östler, acrescentando que uma investigação será aberta “assim que a área estiver protegida”. 
De acordo com fontes policiais citadas pelo jornal local GP, um artefato explosivo pode ter sido colocado na frente de uma das portas de entrada. 
Procurado pela AFP, o chefe das operações de resgate, John Pile, sublinhou que “uma explosão em uma zona residencial, ou uma explosão em geral, normalmente não é de origem natural” e, menos ainda, considerando-se que o edifício não está conectado ao gás natural.

Imagem ilustrativa do novo coronavírus com a bandeira do Brasil

 

O Brasil registrou 218 mortes por Covid e 15.092 casos da doença, nesta segunda-feira (27). Com isso, o país chegou a 594.702 óbitos e a 21.364.489 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Aos domingos, segundas e feriados, os dados da pandemia são menores, por atrasos de notificação nas secretarias de saúde.

A média móvel de casos voltou a crescer e agora é de 18.588, aumento de 23% em relação ao dado de duas semanas atrás. Já a média de mortes é de 524, cerca de 1% a mais do que o visto 14 dias atrás.

Recentemente, os dados da pandemia no Brasil, principalmente o de casos, apresentaram instabilidades. Uma atualização no sistema do Ministério da Saúde levou ao registro de milhares de casos dos últimos meses que não haviam sido contabilizados, além de outros problemas. Na última semana, a média chegou a ficar, novamente, acima de 30 mil casos por dia.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Congresso garante federações partidárias e suspensão de prova de vida

O Congresso Nacional finalizou a sua sessão conjunta desta segunda-feira (27) confirmando a derrubada de mais quatro vetos presidenciais, entre eles os que barravam a criação das federações partidárias (VET 49/2021) e a suspensão da prova de vida para aposentados (VET 47/2021). Ao todo, os parlamentares derrubaram 11 vetos no dia.

As federações partidárias, que são coligações de longa duração entre partidos políticos, haviam sido aprovadas no mês passado. Nesse formato, partidos podem se unir para disputarem eleições e atuarem no Congresso como uma só entidade, desde que mantenham o arranjo por pelo menos quatro anos. 

O presidente Jair Bolsonaro vetou a ideia argumentando que ela contribuiria para a fragmentação partidária do país, já que partidos combinados em federação podem somar seus resultados eleitorais para superar a cláusula de barreira.

Após os senadores rejeitarem o veto (o projeto se originou no Senado, em 2015), os deputados confirmaram a decisão. Dessa forma, o projeto será promulgado na forma de lei e poderá valer para as eleições do ano que vem. 

O deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE), que liderou o movimento pela derrubada do veto, agradeceu aos colegas e disse que o resultado representa uma “grande vitória” para a democracia brasileira. Mais cedo, senadores favoráveis à proposta haviam defendido que ela beneficia partidos com história e identidade política.

Prova de vida

Os deputados também confirmaram a derrubada do veto presidencial sobre trecho da Lei 14.199, de 2021, que suspende até o fim do ano a comprovação de vida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida será reincorporada ao texto da lei.

O Executivo havia alegado que a suspensão da prova de vida poderia resultar em pagamento de benefícios indevidos. No entanto, os parlamentares entenderam que os riscos da pandemia para idosos e pessoas com deficiência, que são o público-alvo desse procedimento, justificam a interrupção da cobrança.

Saldo

Foram quatro os vetos que tiveram sua rejeição aprovada primeiro pelo Senado e depois pela Câmara nesta segunda. Além das federações e da prova de vida, o Congresso finalizou a sua sessão conjunta resgatando trechos da lei dos clubes-empresa — entre eles, a criação de modalidade de tributação específica para esses clubes — e a possibilidade de incentivo fiscal para indústrias veterinárias que produzirem vacinas contra a covid-19.

As votações somam-se aos sete vetos que o Congresso já havia derrubado durante a tarde. Os resultados foram: o projeto que proíbe despejos até o fim do ano será transformado em lei; a lei que promove acesso à internet para a educação básica voltará a ter a previsão de investimentos federais para recursos digitais nas escolas; serviços de streaming serão isentos do imposto para o setor audiovisual; a União garantirá pelo menos 70% dos repasses conveniados com ONGs e entidades filantrópicas durante a pandemia; será recomposta a lei que moderniza as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs); concessionárias de aeroportos poderão antecipar pagamentos de contribuições fixas à União; municípios de ES e MG serão incorporados à Sudene.

Orçamento

Além dos vetos, o Congresso aprovou nesta segunda três projetos de lei com impacto orçamentário. Um deles abre caminho para a expansão do programa Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, ao permitir o aumento de despesas a partir de receitas que ainda estão sob análise do Congresso (PLN 12/2021).

Todo aumento de despesa exige uma compensação na forma de corte de gastos ou incorporação de novas receitas. O projeto mexeu na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano para autorizar a compensação com propostas que já estão em andamento. Isso significa que o Auxílio Brasil já poderá contar com a reforma do Imposto de Renda (PL 2.337/2021), que ainda não foi aprovada pelo Senado.

O Congresso também aprovou projeto que permite o uso dos recursos direcionados ao Auxílio Brasil na abertura de créditos extraordinários para políticas de assistência social destinadas ao combate à pandemia. Por fim, foi aprovada a abertura de um crédito de R$ 2,99 bilhões no Orçamento federal deste ano para investimentos em infraestrutura e no fomento ao setor agropecuário. As informações são da Agência Senado.

Segundo PRF caminhão baú envolvido em acidente que matou afogadense invadiu contramão

A Polícia Rodoviária Federal divulgou nesta segunda-feira (27), novas informações sobre o trágico acidente que aconteceu na BR-116, em Salgueiro, nas primeiras horas da manhã do último domingo. 

Segundo a PRF, o caminhão baú estava trafegando com quatro passageiros, quando só poderia transportar duas pessoas na cabine. 

 

O veículo invadiu a contramão e atingiu uma F-4000 conduzida pelo salgueirense Tico de Agenor, que morreu no local. 

Ainda de acordo com a polícia, dois ocupantes do baú morreram na hora, incluindo Aldeane Antônia de Lima, 46 anos, moradora do Bairro São Francisco em Afogados da Ingazeira. 

O corpo de Aldeane foi sepultado nesta segunda-feira, no cemitério São Judas Tadeu. Via blog NILL

Em entrevista coletiva nesta segunda-feira (27), o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, reforçou que não haverá mudança na política de preço dos combustíveis da empresa. Silva e Luna fez uma apresentação sobre a participação da Petrobras nos preços dos combustíveis e do GLP (gás de cozinha) ao lado de alguns membros da diretoria, como o diretor de Comercialização e Logística, Claudio Mastella, o diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, Rodrigo Araújo, e o diretor de Refino e Gás Natural, Rodrigo Costa Lima e Silva.

“Entendo como uma oportunidade para mostrar como a Petrobras tem participado de tudo isso. Começo afirmando que não há nenhuma mudança na política de preço da Petrobras. Continuamos trabalhando da forma como sempre trabalhamos”, disse.

Ao falar sobre os preços dos combustíveis, Silva e Luna destacou que o momento é “quase uma tempestade perfeita”, pois coincidem fatores como os impactos da pandemia, que ainda existem, a crise hídrica histórica, com consequências para a geração de energia, e a alta das commodities, em que o petróleo e o gás estão inseridos.

O presidente da companhia afirmou que trabalham “o tempo todo” avaliando o comportamento do mercado e de competidores, e, a partir daí, se a política de preço da empresa está adequada ou não. “A maneira como a Petrobras acompanha o preço internacional, as mudanças em relação ao câmbio, uma análise permanente para ver se essas mudanças são estruturais ou conjunturais”.

Questionado se o momento é de uma mudança estrutural ou conjuntural, o diretor de Comercialização e Logística, Claudio Mastella, respondeu que “pontualmente os preços estão defasados em alguns derivados”, mas que a companhia segue observando para um eventual ajuste ou não. “Depende de cenários, de perspectivas, e estamos avaliando. Temos que separar o movimento de flutuação do mercado, pois há diversos mercados que estão interagindo o tempo todo, em função de expectativas, isso é natural. E nós, por escolha, temos evitado passar para o mercado interno essa flutuação”, explicou Mastella.

 

Congresso garante federações partidárias e suspensão de prova de vida

O Congresso Nacional finalizou a sua sessão conjunta desta segunda-feira (27) confirmando a derrubada de mais quatro vetos presidenciais, entre eles os que barravam a criação das federações partidárias (VET 49/2021) e a suspensão da prova de vida para aposentados (VET 47/2021). Ao todo, os parlamentares derrubaram 11 vetos no dia.

As federações partidárias, que são coligações de longa duração entre partidos políticos, haviam sido aprovadas no mês passado. Nesse formato, partidos podem se unir para disputarem eleições e atuarem no Congresso como uma só entidade, desde que mantenham o arranjo por pelo menos quatro anos.

O presidente Jair Bolsonaro vetou a ideia argumentando que ela contribuiria para a fragmentação partidária do país, já que partidos combinados em federação podem somar seus resultados eleitorais para superar a cláusula de barreira.

Após os senadores rejeitarem o veto (o projeto se originou no Senado, em 2015), os deputados confirmaram a decisão. Dessa forma, o projeto será promulgado na forma de lei e poderá valer para as eleições do ano que vem.

O deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE), que liderou o movimento pela derrubada do veto, agradeceu aos colegas e disse que o resultado representa uma “grande vitória” para a democracia brasileira. Mais cedo, senadores favoráveis à proposta haviam defendido que ela beneficia partidos com história e identidade política.

Prova de vida

Os deputados também confirmaram a derrubada do veto presidencial sobre trecho da Lei 14.199, de 2021, que suspende até o fim do ano a comprovação de vida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida será reincorporada ao texto da lei.

O Executivo havia alegado que a suspensão da prova de vida poderia resultar em pagamento de benefícios indevidos. No entanto, os parlamentares entenderam que os riscos da pandemia para idosos e pessoas com deficiência, que são o público-alvo desse procedimento, justificam a interrupção da cobrança.

Saldo

Foram quatro os vetos que tiveram sua rejeição aprovada primeiro pelo Senado e depois pela Câmara nesta segunda. Além das federações e da prova de vida, o Congresso finalizou a sua sessão conjunta resgatando trechos da lei dos clubes-empresa — entre eles, a criação de modalidade de tributação específica para esses clubes — e a possibilidade de incentivo fiscal para indústrias veterinárias que produzirem vacinas contra a covid-19.

As votações somam-se aos sete vetos que o Congresso já havia derrubado durante a tarde. Os resultados foram: o projeto que proíbe despejos até o fim do ano será transformado em lei; a lei que promove acesso à internet para a educação básica voltará a ter a previsão de investimentos federais para recursos digitais nas escolas; serviços de streaming serão isentos do imposto para o setor audiovisual; a União garantirá pelo menos 70% dos repasses conveniados com ONGs e entidades filantrópicas durante a pandemia; será recomposta a lei que moderniza as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs); concessionárias de aeroportos poderão antecipar pagamentos de contribuições fixas à União; municípios de ES e MG serão incorporados à Sudene.

Orçamento

Além dos vetos, o Congresso aprovou nesta segunda três projetos de lei com impacto orçamentário. Um deles abre caminho para a expansão do programa Auxílio Brasil, sucessor do Bolsa Família, ao permitir o aumento de despesas a partir de receitas que ainda estão sob análise do Congresso (PLN 12/2021).

Todo aumento de despesa exige uma compensação na forma de corte de gastos ou incorporação de novas receitas. O projeto mexeu na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o próximo ano para autorizar a compensação com propostas que já estão em andamento. Isso significa que o Auxílio Brasil já poderá contar com a reforma do Imposto de Renda (PL 2.337/2021), que ainda não foi aprovada pelo Senado.

O Congresso também aprovou projeto que permite o uso dos recursos direcionados ao Auxílio Brasil na abertura de créditos extraordinários para políticas de assistência social destinadas ao combate à pandemia. Por fim, foi aprovada a abertura de um crédito de R$ 2,99 bilhões no Orçamento federal deste ano para investimentos em infraestrutura e no fomento ao setor agropecuário. As informações são da Agência Senado.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) comentou, durante um evento de comemoração dos 1.000 dias de governo, nesta segunda-feira (27/9), sobre a alta no preço da gasolina e do dólar. De acordo com o presidente “nada é tão ruim que não possa piorar”.

“Alguém acha que eu não queria a gasolina R$ 4? Ou menos. Que o dólar tivesse a R$ 4 ou menos? Não é maldade da nossa parte. É uma realidade. E tem aquele ditado: ‘Nada está tão ruim que não possa piorar”’, escreveu.

Bolsonaro ainda citou uma passagem bíblica para ilustrar o momento do país. “Nada temeis, nem mesmo a morte, a não ser a morte eterna.”

O preço médio da gasolina subiu pela oitava semana nos postos de combustíveis do Brasil e permanece acima da marca por R$ 6 por litro. O levantamento foi feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Termina hoje segunda-feira (27), às 23h59, as inscrições para o concurso da Caixa para técnico bancário e técnico bancário na área de tecnologia da informação. Segundo o edital, que foi retificado na última quarta-feira (22), o banco oferece mil vagas de nível médio exclusivamente para pessoas com deficiência (PcD). Outras 100 vagas estão previstas para cadastro reserva.

As inscrições podem ser feitas na página da Fundação Cesgranrio e custam R$ 30. As provas serão realizadas no dia 31 de outubro. A data prevista para divulgação do resultado é 10 de dezembro, e a remuneração inicial é de R$ 3 mil. Com benefícios e auxílios, no entanto, a remuneração pode passar de R$ 4 mil. A Caixa oferece para seus funcionários auxílio refeição, auxílio creche, participação nos lucros e resultados e plano de carreira.

Para participar do concurso é necessário enviar relatório médico que comprove a condição do candidato. O documento deve ter sido emitido nos últimos 36 meses.

Confira a lista de distribuição de vagas por estado:

Acre 9 vagas
Alagoas 12 vagas
Amazonas 28 vagas
Amapá 6 vagas
Bahia 50 vagas
Distrito Federal 70 vagas + 100 para cadastro reserva (Tecnologia da Informação)
Espírito Santo 10 vagas
Goiás 30 vagas
Maranhão 10 vagas
Minas Gerais 50 vagas
Mato Grosso do Sul 15 vagas
Mato Grosso 20 vagas
Pará 35 vagas
Paraíba 6 vagas
Pernambuco 40 vagas
Piauí 10 vagas
Paraná 35 vagas
Rio de Janeiro 85 vagas
Rio Grande do Norte 10 vagas
Rondônia 12 vagas
Roraima 6 vagas
Rio Grande do Sul 55 vagas
Sergipe 42 vagas
Santa Catarina 6 vagas
São Paulo 207 vagas
Tocantins 6 vagas

Para o jornalista Vinícius Augusto de Oliveira Lima, que é cadeirante e funcionário público, a iniciativa demonstra disposição em cumprir a Lei de Cotas para Deficientes, mas ainda é insuficiente para promover a integração de PcD no mercado de trabalho. “O setor público tem a obrigação de contratar o máximo de pessoas com deficiência possível. Mas sei que vão contratar apenas o suficiente para cumprir a Lei de Cotas. A preocupação acaba aí.”

Segundo avalia Lima, não há inclusão no mercado de trabalho, o que dificulta a contratação até mesmo de PcD com alto grau de instrução. “Já conheci pessoas com doutorado que faziam estágio por causa da deficiência”, relata.

Para candidatos que, assim como Vinícius, desejam ingressar na carreira pública, o professor de cursos preparatórios Luiz Rezende, da AlfaCon Concursos, preparou algumas dicas para o concurso da Caixa. Veja:

» Busque provas de concursos anteriores e tente resolvê-las no formato simulado;
» Com as provas antigas, tente mensurar o tempo de resposta e seu desempenho nas disciplinas. Esse exercício ajuda na organização e diminui a ansiedade na hora da prova;
» Tente identificar os conteúdos que apresentam maior dificuldade e reserve um tempo diário para fixá-los;
» Estude apenas com apostilas e materiais didáticos atualizados;
» Segundo o professor Rezende, as matérias de Estatística e Atendimento Bancário são, historicamente, as mais difíceis para os candidatos. Procure visitar todos os tópicos destas disciplinas;
» Zerar qualquer disciplina elimina automaticamente o candidato, independente do desempenho em outras matérias. Portanto, invista seu tempo na revisão de todo o conteúdo.

Rezende lembra, ainda, a importância de estabelecer metas e prazos, além de observar bem os horários e manter hábitos regulares de boa alimentação e sono.

 

Presidente da Caixa recebe diagnóstico de Covid, diz Bolsonaro

Pedro Guimarães acompanhou comitiva de Bolsonaro em Nova York para assembleia da ONU.

Presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

 

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, recebeu diagnóstico de Covid-19. A infecção foi confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro neste domingo (26) nas redes sociais.

Guimarães esteve na comitiva que acompanhou Bolsonaro em Nova York para participar da Assembleia-Geral da ONU.

Com este diagnóstico, quatro integrantes do grupo que acompanhou Bolsonaro confirmaram infecção. Além de Guimarães, foram contaminados o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e um funcionário do cerimonial do Planalto.

Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que viajou a Nova York, receberam resultado negativo em exame de Covid neste domingo (26).

Os ministros da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e do Turismo, Gilson Machado, que também estavam na comitiva, divulgaram que fizeram exame e não têm Covid.

O diagnóstico de Queiroga foi confirmado na terça-feira (22). Ele segue isolado nos Estados Unidos para respeitar a quarentena sanitária.

Todos os membros da comitiva de Bolsonaro foram colocados em isolamento ao desembarcar no Brasil, na quarta-feira (23). A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou que novo exame fosse feito cerca de cinco dias após o último contato do grupo com Queiroga.

O presidente fez o exame e recebeu o resultado neste domingo, segundo nota do Planalto. Ele e os membros da comitiva que não tiveram diagnóstico da Covid estão liberados do isolamento.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina (DEM-MS), e o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Bruno Bianco, confirmaram a infecção na sexta-feira (24). Eles não estavam na comitiva de Bolsonaro em Nova York.

Somando os diagnósticos desta semana, 18 ministros de Bolsonaro já foram infectados pela Covid. A conta considera autoridades que já deixaram o governo, como Ricardo Salles, mas que confirmaram o contágio enquanto estavam no cargo de ministro.

Ao anunciar a infecção do presidente da Caixa, Bolsonaro destacou que Guimarães recebeu duas doses da vacina da Pfizer.

Bolsonaro promove campanha de desinformação e desestimulo ao uso das vacinas.

Mas membros da comitiva de Bolsonaro, incluindo Guimarães e Eduardo, não usaram máscaras e fizeram aglomerações em alguns momentos da viagem aos Estados Unidos, aumentando as chances de contaminação.

Mesmo depois de saber da infecção de Queiroga, o presidente cumprimentou apoiadores. Também não há como afirmar que Guimarães se infectou na viagem a partir das informações já divulgadas.

A vacina da Pfizer, assim como outras, têm eficácia e segurança reconhecidas pela Anvisa. São necessárias duas doses deste imunizante para alcançar a proteção medida nos estudos.

As chances de contaminação caem após a vacinação, mas não há como impedir o contágio. A própria Anvisa afirma que entre os principais ativos dos imunizantes está a redução dos casos graves.

Os dados do SUS mostram queda de internações após o começo da campanha de vacinação. Bolsonaro também afirmou nas redes sociais que Guimarães está medicado. “Desejamos pronta recuperação”, disse.

O presidente não detalhou qual tratamento do presidente da Caixa, mas é uma bandeira da gestão Bolsonaro o uso de medicamentos sem eficácia para a Covid, como a cloroquina.

Em reunião ministerial de 22 de abril de 2020, que teve gravação divulgada por decisão do STF, Guimarães disse que tomaria “um litro” de hidroxicloroquina se fosse infectado.

Guimarães era esperado em evento de mil dias do governo Bolsonaro. Na segunda-feira (27) o Planalto abre as celebrações sobre o marco justamente com anúncio relacionado à Caixa.

Assessores do Palácio do Planalto e pessoas próximas ao executivo afirmam que, desde o início da pandemia -quando a Caixa passou a operar o pagamento do auxílio emergencial por um aplicativo-, Guimarães vislumbra a possibilidade de ingressar na vida política.

A flexibilização das atividades econômicas, sociais e culturais segue em ritmo acelerado em Pernambuco com a redução dos casos de contaminação e das internações por Covid-19. A partir desta segunda-feira (27), novas aberturas estão previstas pelo Governo do Estado, que avança mais um pouco no Plano de Convivência com a Covid-19. Entre as mudanças, destaque para a liberação de eventos com 2.500 pessoas, o retorno das torcidas aos estádios e a ampliação do horário de funcionamento de bares e restaurantes. Lembrando que o uso de máscara segue obrigatório, assim como a exigência das duas doses da vacina anticovid em diversas situações.

Em algumas atividades, as regras permanecem as mesmas, sem avanço ou alteração no que já está em vigor. É o caso do comércio varejista de bairro e de centro das cidades, polo de confecções, parques temáticos, aquáticos, jogos eletrônicos, itinerantes e similares, e parques infantis, por exemplo.

CONFIRA O QUE MUDA:

Liberação de torcida em estádios de futebol

As torcidas estarão liberadas para voltar aos estádios, mas há regras: 20% da capacidade do local ou 2,5 mil pessoas, o que for menor. Será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% da venda dos ingressos para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos ingressos serão vendidos a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento.

No caso dos eventos esportivos, também será permitida a presença de torcida, mas com limite máximo de 2,5 mil pessoas ou 50% da capacidade do local. A partir de 300 pessoas, será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% da venda dos ingressos para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos ingressos serão vendidos a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento.

Eventos culturais, shows e bailes

Os eventos-teste deixam de existir, pois não será mais preciso pedir autorização para a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. Ficam liberados os eventos para 2,5 mil pessoas ou 50% da capacidade do local, valendo a quantidade menor. O público poderá ficar em pé, desde que usando máscara, mas o dancing segue proibido. Será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% da venda dos ingressos para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos ingressos devem ser vendidos a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento. Os eventos devem ter duração de, no máximo, sete horas e seguirem até 1h da madrugada, todos os dias.

A partir do mês de novembro serão liberados os eventos para 5 mil pessoas ou 70% da capacidade do local, valendo o número menor. As regras serão as mesmas, com a diferença que, nesse caso, o público deverá estar 100% vacinado com duas doses ou com a vacina de dose única.

Eventos corporativos

A capacidade máxima poderá chegar a 2,5 mil presentes ou 80% do local, o que for menor, mas a partir de 300 pessoas será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% da venda dos ingressos para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos ingressos serão vendidos a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento. Também será obrigatório o uso da máscara e o público deverá estar sentado, sem dancing. Ficar em pé será permitido, desde que usando máscara. Os eventos poderão ocorrer das 8h à 1h da madrugada, todos os dias.

Exemplos de eventos corporativos: assembleias, capacitações, cursos, conferências, congressos, convenções, encontros, entrevistas, fóruns, painéis, palestras, reuniões, simpósios, seminários, solenidades, treinamentos, webinar e workshops.

Eventos sociais/Buffet

A capacidade máxima poderá chegar a 2,5 mil presentes ou 50% do local. A partir de 300 pessoas, será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo 90% do público vacinado com a segunda dose ou com apenas uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% serão reservados a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento. Também é obrigatório o uso de máscara. O dancing também segue proibido e só poderá ficar em pé quem estiver de máscara. Os eventos poderão ocorrer das 8h à 1h da madrugada, todos os dias.

Exemplos: aniversários, batizados, bodas, casamentos, festas infantis e noivados.

Colação de grau, aula da saudade e culto ecumênico

A capacidade máxima poderá chegar a 2,5 mil presentes ou 80% do local, o que for menor. A partir de 300 pessoas, será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo 90% do público vacinado com a segunda dose ou com apenas uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% serão reservados a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento. Obrigatório o uso da máscara, desde que não esteja consumindo comida e bebida. Público sentado, sem dancing, e é permitido ficar em pé, desde que esteja usando máscara. Os eventos poderão ocorrer das 8h à 1h da madrugada, todos os dias.

Serviços de alimentação (bares, restaurantes e lanchonetes)

Passam para 80% da capacidade do local com até 15 pessoas por mesa e distanciamento reduzido para 1 metro. Vão poder funcionar, das 5h à 1h da madrugada, em todo o Estado, durante a semana e nos finais de semana e feriados, inclusive localizados em shopping centers. É permitida a apresentação musical com até cinco integrantes, com quaisquer instrumentos musicais, incluindo o cantor ou DJ, mas sem dança. Será permitido que as pessoas fiquem em pé, mas usando máscaras.

Academias e similares

Permanecem funcionando em todo o Estado, das 5h à meia-noite, durante a semana, nos finais de semana e feriados. Com a capacidade passando para 80% nos aparelhos de cardio.

Feiras de negócios

Passam a funcionar das 8h à meia-noite, durante a semana e nos finais de semana e feriados. Continuam permitidos um cliente/visitante a cada 5 metros quadrados nas áreas internas das lojas, e um visitante a cada 10 metros quadrados nas áreas de circulação.

Shopping centers e galerias comerciais

Passam a funcionar das 8h à meia-noite, durante a semana e nos finais de semana e feriados. Continuam permitidos um cliente a cada 5 metros quadrados nas áreas internas das lojas, e um visitante a cada 10 metros quadrados nas áreas de circulação.

Cinema, teatro e circo

A capacidade máxima poderá chegar a 2,5 mil presentes ou 80% do local, o que for menor, mas a partir de 300 pessoas, será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% da venda dos ingressos para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos ingressos serão vendidos a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes do evento. Vão poder funcionar, das 9h à 1h da madrugada, em todo o Estado, durante a semana e nos finais de semana e feriados.

Museus e demais equipamentos culturais

Passam a funcionar em todo o Estado, das 8h à meia-noite, durante a semana e nos finais de semana e feriados. Continuam permitidos um visitante a cada 20 metros quadrados nas áreas expositivas internas, e um visitante a cada 10 metros quadrados nas áreas expositivas externas.

Clubes sociais

Passam a funcionar em todo o Estado, das 5h à 1h da madrugada, durante a semana e nos finais de semana e feriados. Permanece liberada a apresentação musical com até cinco integrantes, com quaisquer instrumentos musicais, incluindo o cantor ou DJ, mas sem dança. Liberadas as saunas.

Igrejas e templos religiosos

A capacidade máxima pode chegar a 2,5 mil presentes ou 80% do local, o que for menor, mas a partir de 300 pessoas, será necessário o controle seguro do esquema vacinal, sendo destinados 90% das vagas para pessoas com a segunda dose da vacina ou com uma dose, no caso de vacina de dose única. Os outros 10% dos lugares serão destinados a pessoas com a primeira dose, e com exame RT-PCR feito 48 horas antes ou teste de antígeno realizado 24 horas antes da celebração. Obrigatório uso da máscara. Vão poder funcionar, das 5h à 1h da madrugada, em todo o Estado, durante a semana e nos finais de semana e feriados.

Escritórios comerciais

A capacidade passa para 80% do local, considerando o distanciamento de 1 metro entre as estações de trabalho. Passam a funcionar em todo o Estado, das 5h à meia-noite, qualquer dia da semana.

Fernando de Noronha

Só poderá entrar na ilha apenas com carteira de vacinação digital com as duas doses ou dose única (21 dias de aplicação), ou com uma dose mais exames: RT-PCR negativo (48 horas antes do embarque ou menos); ou resultado reagente do exame IgG por sorologia, ou resultado reagente de anticorpos neutralizantes, ambos realizados em laboratório.

A partir de dezembro, entretanto, só poderá entrar na ilha apenas com carteira de vacinação digital e com as duas doses aplicadas ou dose única.

JC

Ascom

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira já conseguiu imunizar 76% da população com 18 anos e mais com a segunda dose ou dose única da vacina contra a Covid.

O número foi atingido após o mutirão de 2ª dose realizado no último sábado. Na faixa etária entre 12 e 17 anos, 98,2% já tomaram a 1ª dose da vacina.

Além das pessoas no tempo certo para tomar a 2ª dose, os profissionais da Secretaria de Saúde também vacinaram adolescentes que haviam agendado a vacina para este final de semana.

“Temos avançado bastante na vacinação de nossa população, com a queda dos números da doença em nossa cidade. Esperamos, muito em breve, poder completar o esquema de vacinação para todos os Afogadenses com idade permitida para tomar a vacina”, avaliou o secretário Municipal de Saúde, Artur Amorim.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira realizou neste domingo (26) o Campeonato Municipal Aberto de Xadrez, no Ginásio Desportivo Municipal, com mais de quarenta inscritos, o  campeonato reuniu jovens e adultos de ambos os sexos.

Em Afogados, a disputa já é uma tradição e teve como homenageado o Capitão Renê Mendes (in-memorian), importante incentivador do enxadrismo, que organizou os primeiros campeonatos de xadrez no município.

O prefeito Alessandro Palmeira esteve acompanhando a disputa e destacou a importância do xadrez no estímulo ao raciocínio e à concentração, tão importantes, por exemplo, para o aprendizado em sala de aula.

“Fiquei feliz com a quantidade de inscritos, gente de todas as idades, pessoas inclusive que já participaram de campeonatos fora de Pernambuco, levando o nome de nossa cidade, que tem, sem sombra de dúvidas, uma forte tradição no xadrez”, destacou o prefeito.

A competição foi organizada pela Secretaria de Cultura e Esportes. O evento foi acompanhado pelo secretário da pasta, Augusto Martins, pelo presidente da Amupe, José Patriota, por representantes do Tiro de Guerra, pela viúva do homenageado, Ana Ramalho e por suas filhas, Lidiana e Gesieli.

Os vencedores do Campeonato Municipal Aberto de Xadrez foram:

1° lugar – Paulo Vítor Siqueira (troféu e premiação de trezentos reais);

2° lugar – Paulo Vinício Lins (troféu e premiação de duzentos reais);

3° lugar – José Cícero Andrade (troféu e premiação de cem reais)

O destaque feminino foi Maria Izabel Queiroz, que recebeu troféu e premiação de trezentos reais.

Os trabalhadores sem carteira assinada foram os mais prejudicados por medidas de restrição e de isolamento social. (Foto: Pixabay/Imagem ilustrativa)

 A pandemia de Covid-19 escancarou gargalos no mercado de trabalho brasileiro e revelou o chamado desemprego disfarçado, que é formado por pessoas que perderam o emprego e buscaram ocupações secundárias, normalmente informais e precárias, para gerar alguma renda.

Segundo tese da economista e professora da UFF (Universidade Federal Fluminense) Julia Braga, a modalidade acaba distorcendo a realidade nas estatísticas de desocupação.

O termo desemprego disfarçado foi cunhado pela economista inglesa Joan Robinson em 1936 e adaptado para a realidade brasileira pela professora da UFF.

“O conceito diz que após uma crise econômica as pessoas perdem o emprego com vínculo formal. Mesmo quando há retomada da atividade, elas não voltam a ter a mesma posição que tinham antes”, ressalta Braga.

O estudo destaca que houve queda expressiva da população ocupada durante a pandemia, especialmente no setor informal, que teve redução de 15,5%, mais do que o dobro da observada no mercado formal, de 7,2%.

Para a pesquisadora, a pandemia mudou a dinâmica do mercado de trabalho ao reduzir a informalidade.

Os trabalhadores sem carteira assinada foram os mais prejudicados por medidas de restrição e de isolamento social. Ao mesmo tempo, as ocupações formais tiveram incentivos do governo, como crédito direcionado à manutenção de emprego e medidas como redução de salário e adiamento do pagamento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), por exemplo.

“Houve aumento da informalidade após a recessão de 2015-2016 e a pandemia fez com que as pessoas perdessem esses postos de trabalho porque foram os mais atingidos pelas medidas de restrição, principalmente no setor de serviços”, explica Braga.

Nesse contexto, os informais acabaram engordando as estatísticas de desemprego ao longo da crise sanitária, mas mesmo antes da chegada do vírus ao país já eram um grupo vulnerável dentro do mercado de trabalho.

Para a especialista, o mercado de trabalho deve passar pelo chamado processo de histerese, em que os níveis de desocupação ficam elevados por longo período. A pesquisa indica que a taxa de desemprego ficará alta nos próximos cinco anos, mesmo em cenário de recuperação econômica.

A avaliação é que os trabalhadores que saem da força de trabalho perdem qualificações profissionais e não conseguem se inserir novamente. Passado o período de recessão, têm o capital humano reduzido, o que dificulta a recolocação.

Além disso, após uma crise econômica, o mercado de trabalho demora a reagir à recuperação da atividade. O empregador espera que as vendas se consolidem, por exemplo, para fazer novas contratações.

A simulação da pesquisadora mostra que o desemprego pode chegar a 17% no cenário mais pessimista.

Na visão do diretor do centro de estudos FGV Social, Marcelo Neri, a informalidade funciona como uma espécie de rede de proteção social no Brasil. “Na pandemia caiu a informalidade e não foi uma boa notícia”, ressalta.

“Com inovações digitais e empreendedorismo, a tendência é que o mercado de trabalho se torne mais flexível no futuro, menos protetor, e talvez esses postos nem serão chamados de informais”, diz Neri.

“Pode ser que a gente migre para um sistema com mais emprego, mas com o lado ruim, especialmente para pessoas de baixa renda, que é a falta de proteção e a precarização”, afirma.
O economista destaca que a renda do trabalho caiu 9,4% na crise sanitária e 21,5% para os mais pobres. “São as marcas deixadas pela pandemia que terão de ser curadas com o tempo”, diz.

O professor de economia da UnB (Universidade de Brasília) Roberto Piscitelli afirma que a flexibilização dos vínculos empregatícios, fomentada pela reforma trabalhista de 2017, tende a agravar desigualdades sociais.

“A pandemia trouxe a ascensão do trabalho remoto, que deve mudar de vez as relações de trabalho e acentuar o enfraquecimento do vínculo, que já estavam frouxos depois da reforma trabalhista”, afirma.

“Essas tendências atuais são aproveitadas por quem tem mais formação e acesso a canais digitais. A população mais pobre acaba ficando mais vulnerável”, diz Piscitelli.

O professor da UnB concorda que o país deve passar por longo período de desemprego elevado.

“Mesmo que retome o ritmo de recuperação econômica, o Brasil terá índices elevados de desemprego. Teremos ainda o impacto das eleições do ano que vem, que reforça a tendência de histerese, porque as incertezas freiam iniciativas e investimentos que gerariam postos de trabalho”, afirma.

Integrantes do Talibã na cidade de Herat, no oeste do Afeganistão, mataram quatro supostos sequestradores e penduraram seus corpos em público para mandar um recado para outros, disse um funcionário do governo local no sábado.

O vice-governador de Herat, Ahmad Ammar, afirmou que os homens haviam sequestrado um empresário local e seu filho, e pretendiam levá-los para fora da cidade quando foram vistos por patrulhas em postos de controle.

Uma troca de tiros ocorreu, na qual todos os supostos sequestradores foram mortos, enquanto um soldado talibã foi ferido.

— Seus corpos foram levados para a praça principal e pendurados na cidade como uma lição para os outros — disse Ammar, que também confirmou a libertação das duas vítimas, ambas ilesas.

Um morador de Herat, Mohammad Nazir, disse que estava comprando comida perto da praça Mostofiat quando ouviu um anúncio em um alto-falante chamando a atenção das pessoas.

— Quando andei para frente, vi que tinham trazido um corpo em uma caminhonete, depois penduraram em um gancho — relembrou o homem.

Imagens do cadáver ensanguentado, balançando, foram amplamente compartilhadas nas redes sociais, mostrando uma mensagem presa ao peito do homem que dizia “essa é a punição por sequestro”.

Nenhum outro corpo era visível, mas as publicações na internet indicavam que outros estavam pendurados em diferentes partes da cidade.

A exibição em várias praças da cidade é a punição pública mais importante desde que o Talibã chegou ao poder no mês passado, e é um sinal de que os adeptos da linha dura islâmica adotarão medidas de acordo com seu governo anterior (1996-2001), como já indicou em uma entrevista o mulá Nooruddin Turabi.

Ele disse que o grupo vai retomar amputações e execuções para deter criminosos.

Apesar do rechaço internacional, os Talibãs disseram que vão continuar a impor punições imediatas e severas aos infratores da lei para deter crimes como roubo, assassinato e sequestro.

Washington, que condenou os comentários de Turabi sobre punições, disse que qualquer possível reconhecimento do governo Talibã em Cabul dependeria do respeito aos direitos humanos.

De acordo com a agência oficial de notícias Bakhtar, oito sequestradores também foram presos em um incidente isolado na província de Uruzgan, no sudoeste do país.

CNN Brasil

O preço médio da gasolina subiu no Brasil pela oitava semana seguida nos postos, seguindo acima de R$ 6 por litro, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustível) divulgado nesta sexta-feira (25).

Nas bombas, o valor médio do combustível comum fica em R$ 6,092 por litro ante R$ 6,076 registrados na semana anterior.

O valor da gasolina nos postos tem avançado ininterruptamente desde a primeira semana de agosto, de acordo com a agência reguladora.

Seu concorrente direto nas bombas, o etanol também teve elevação, mostra a ANP, com valor médio indo de R$ 4,704 para R$ 4,715.

Já o óleo diesel, combustível mais consumido no país, recuou em relação à semana passada, de R$ 4,709 para R$ 4,707 por litro.

Efeito no custo de vida e na rotina

A valorização da gasolina no ano já chega a 30%, de acordo com a Ticket Log.

Por serem derivados do petróleo, os combustíveis acompanham o valor da commodity no mercado internacional, pressionado pela alta da demanda conforme as economias voltam a funcionar pós-pandemia.

Somada à maior desvalorização do real em relação ao dólar, a cotação mais elevada do petróleo impacta diretamente no custo de vida dos brasileiros, que passam a pagar mais caro por alimentos, energia elétrica etc.

Estudo publicado com exclusividade pela CNN Brasil nesta semana mostra que o custo final para manter um carro popular no estado de São Paulo subiu 5,22% só em 2020, puxado pela alta dos combustíveis. Para um carro SUV, o aumento foi de 7,15%.

Os preços mais altos acabam mudando também costumes dos consumidores. Na cidade de São Paulo, por exemplo, um estudo mostrou que os moradores já usam menos o carro.

Em um ano, aqueles que apontam a alta do combustível como principal motivo para reduzirem o uso de veículo próprio passou de 4% em 2020 para 35% em 2021, na cidade de São Paulo.

A informação faz parte do estudo “Viver em São Paulo”, feito pela Rede Nossa São em parceria com o Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria).

O Brasil registrou 15.668 novos casos de covid-19 em 24 horas e 537 mortes pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado neste sábado (25) pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia, foram registrados 21.343.304 casos e 594.200 óbitos. O boletim não apresentou os dados do Ceará.

Segundo o boletim, 20.033.908 de pessoas se recuperaram da doença e há 415.196 casos em acompanhamento.

Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim de semana.

Entre os estados, São Paulo é que tem o maior número de casos e de óbitos, com 4,3 milhões e 149 mil, respectivamente. No número de casos, o estado da Região Sudeste é seguido por Minas Gerais (2,1 milhões) e Paraná (1,5 milhão). As unidades da Federação que registram menor número de casos são Acre (87,9 mil), Amapá (122,8 mil) e Roraima (126,1 mil).

No número de mortes, São Paulo é seguido por Rio de Janeiro (65,6 mil), e Minas Gerais (54,3 mil). Os estados com menor número mortes são Acre (1.836), Amapá (1.977) e Roraima (1.992).

Vacinação

Segundo o último boletim divulgado pelo Ministério da Saúde, foram aplicadas 230,5 milhões de doses no Brasil, sendo 144,4 milhões de primeiras doses e 86 milhões de segundas doses e doses únicas.

Também foram aplicados 26,7 mil doses adicionais em imunossuprimidos e 461,6 mil doses de reforço. No total, foram aplicadas nas últimas 24 horas, segundo o boletim, 1,18 milhão de doses.

Até agora foram distribuídas para as unidades da Federação 284,6 milhões de doses, sendo que 273,1 foram entregues aos estados e ao Distrito Federal há mais de sete dias e 11,5 milhões foram enviadas e estão em processo de distribuição.

Ciro Nogueira omitiu três empresas à Justiça Eleitoral

Ciro Nogueira

 

Durante as últimas eleições de que participou, em 2018, quando foi eleito senador pelo estado do Piauí, o ministro-chefe da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), omitiu na declaração de bens à Justiça Eleitoral ao menos três empresas das quais é sócio.

Trata-se das empresas JJE Agenciamento de Seguros e de Serviços LTDA., Speed Marketing e Comunicações e Speed Produtora. Juntas, as companhias têm capital social no valor de R$ 135 mil.

Para chegar à informação, o Metrópoles cruzou dados da declaração de bens do então candidato a senador, disponível em plataforma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e da Junta Comercial do Piauí, estado onde ficam as empresas. A reportagem teve acesso ao inteiro teor das certidões dos estabelecimentos.

Advogados especialistas em direito eleitoral veem irregularidades na situação. Eles afirmam que o ministro pode ser enquadrado pelos crimes de ocultação de bens e/ou falsidade ideológica.

Ciro Nogueira também deixou de declarar à Justiça Eleitoral 12 filiais da CN Motos, que vende motocicletas e motonetas da Honda, mas advogados divergem se essa questão é ilegal, uma vez que a matriz foi apresentada na declaração.

O jornal Folha de S. Paulo revelou, na segunda-feira (20), que Ciro Nogueira usou uma das filiais da CN Motos não declaradas ao TSE para alugar uma mansão do advogado Willer Tomaz de Souza, em Brasília. O advogado afirmou não ver nada de ilícito na negociação e disse ser algo comum.

Procurado, Ciro alegou que a Speed Marketing e a Speed Produtora foram “desativadas há vários anos” e o “corpo de funcionários foi transferido para a matriz da CN Motos”, que fica em Caxias (MA).

“O processo de extinção está em andamento junto aos órgãos competentes, razão pela qual não foram declaradas ao TSE”, prosseguiu, em nota enviada ao Metrópoles.

Sobre as filiais, o ministro do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sustenta que a legislação não exige que sejam declaradas. Procurado desde quinta-feira (23/9), ele não se manifestou sobre a não declaração da JJE Agenciamento de Seguros e de Serviços.

 Dione Quirino, 35, e Amanda Cássia Lopes, 27, se casariam neste fim de semana em Jaíba (MG), a 620 quilômetros de Belo Horizonte. A cerimônia civil ocorreria na sexta-feira (24), e a religiosa, neste sábado (25).

Na quinta (23), enquanto almoçavam com a irmã de Amanda, sua mãe e uma sobrinha, os noivos receberam uma caixa com bombons e taças de champanhe. Parecia um presente inofensivo e adequado para a ocasião.

Quando comeram as guloseimas, porém, tiveram uma surpresa ingrata. “O pessoal consumiu quatro bombons e, logo depois, todos começaram a passar mal”, diz o delegado Marconi Vieira, da Polícia Civil de Minas Gerais.

O cachorro, que também teria comido um pedaço de bombom, morreu na hora. Os noivos e seus familiares, incluindo uma criança de dois anos, foram levados para o hospital.

A polícia considera a hipótese de envenenamento. Na sexta, a ex-companheira de Dione foi presa sob a suspeita de praticar o crime. O nome dela não foi revelado.

Durante as investigações, a polícia descobriu que os bombons foram entregues por um táxi de Janaúba, a 70 quilômetros de Jaíba. O delegado Vieira diz que o motorista foi contratado por um mototaxista do mesmo município, que recebeu R$ 5 de uma mulher para fazer o serviço.

Ao ser ouvido pelos agentes, o mototaxista apontou as características da ex-companheira de Dione. Com base em análise de câmeras de segurança, em parceria com a Polícia Militar, as investigações reconstituíram todo esse processo e identificaram a suspeita.

“As filmagens mostram a mulher com a encomenda em uma bolsa preta andando pela cidade, procurando o mototaxista e entregando a encomenda para ele”, diz o delegado. “Depois, ela pega um táxi de Verdelândia, cidade onde a ex-companheira de Dione reside.”

As imagens foram levadas para perícia e, com base nos resultados, um mandado de prisão foi expedido no início da noite de sexta. A suspeita foi encontrada na casa de sua mãe. Em seguida, a polícia cumpriu mandado de busca e apreensão na casa da ex-companheira de Dione.

Segundo a polícia, as vítimas contaram que a ex-companheira não aceitava o fim do relacionamento com Dione, e muito menos o seu noivado com outra mulher. A versão teria sido confirmada por testemunhas.

A própria suspeita disse ao delegado que Amanda foi a causa do fim de sua ligação com Dione.

“Toda vez que eu perguntava se ela envenenou os bombons, ela olhava para o chão e ficava calada”, afirma Vieira. Ele diz que espera concluir as investigações em breve. Dois bombons que restaram foram levados para análise.

Amostras de sangue e urina das vítimas, além de órgãos do cachorro morto, também serão analisadas. Vieira ainda pediu exame grafológico de um bilhete que foi enviado junto com a encomenda, contendo o endereço de entrega, que será comparado com a letra encontrada em cadernos da suspeita.

As quatro vítimas adultas permanecem em observação e devem receber alta na segunda (27), segundo o delegado. A criança já deixou o hospital da cidade.

Um padre italiano foi preso suspeito de desviar R$ 620 mil dos fundos da igreja para pagar por orgias em sua casa. Francesco Spagnesi, de 40 anos, está em prisão domiciliar acusado de furto, de acordo com o jornal The Times .

As orgias, supostamente promovidas pelo padre, que atua na paróquia da comuna de Prato, perto de Florença, eram regadas a drogas, de acordo com a polícia. Além do sacerdote, centenas de pessoas também estão sendo investigadas pela possível participação nos atos nos últimos dois anos.

De acordo com o jornal, as festas geralmente envolviam o padre, seu colega de apartamento, que é traficante de drogas, e pelo menos mais uma pessoa, que eles encontravam em sites de encontros destinados a homossexuais, segundo os detetives.

As festas semanais, no entanto, envolviam grupos grandes, com até 20 ou 30 pessoas, de acordo com as investigações, que começaram após o colega de apartamento do padre importar um litro de GHB (ácido gama-hidroxibutírico) da Holanda. A substância, chamada de ‘droga de estupro’, é usada para incapacitar vítimas de violência sexual.

Em buscas no apartamento, os policiais encontraram garrafas adaptadas para funcionar como cachimbos de crack.

Além disso, um contador paroquial descobriu, nos últimos meses, que cerca de R$ 620 mil foram retirados da conta bancária da paróquia. Segundo a polícia, o dinheiro pode ter sido roubado pelo padre para comprar drogas.

Depois disso, o bispo local bloqueou o acesso aos fundos, levando Spagnesi a supostamente começar a arrecadar dinheiro da cestinha de coleta da igreja e solicitar fundos aparentemente destinados a famílias de baixa renda. De acordo com o The Times , o sacerdote conseguiu arrecadar centenas de euros com essas doações. Alguns paroquianos doaram quantias individuais de até R$ 9,3 mil.

Inicialmente, o padre teria dito que o dinheiro desaparecido dos fundos da igreja tinha ido para famílias necessitadas, e depois admitiu sofrer de dependência química.

Após ouvir sobre a prisão do sacerdote, paroquianos inciaram uma ação legal para conseguir o dinheiro de volta. Ao jornal, a defesa do padre afirmou que ele confessou o fornecimento de drogas nas festas e que vai admitir publicamente ter roubado fundos da igreja.

 

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira promove neste sábado (25), a partir da 8h, um mutirão de vacinação destinado a atender às pessoas que estão no prazo para tomar a segunda dose da vacina contra a Covid.

Não é preciso agendamento. Basta se dirigir ao local do Dia D, na quadra da Escola Monsenhor Antônio de Pádua Santos, e apresentar a carteira de vacinação e um documento de identificação. O horário será de 8 às 17h.

“A vacinação tem repercutido imensamente na diminuição do número de casos em Afogados. E com o esquema de vacinação completo, essa proteção aumenta ainda mais”, destacou o secretário municipal de Saúde, Artur Amorim.

Talibã anuncia volta de execuções e amputações no Afeganistão

“Nós vamos fazer nossas leis a partir do Alcorão”, afirmou o mulá Nooruddin Turabi, um dos mais influentes líderes talibãs.

 

Soldado do Talibã faz guarda de rua em Cabul, perto da praça Zanbaq. (Foto: Wakil Kohsar/AFP)

 

 Pouco mais de um mês após retomar o poder no Afeganistão, o grupo fundamentalista islâmico Talibã vai reintroduzir um dos símbolos do seu primeiro governo no país, de 1996 a 2001: execuções e amputação de membros de criminosos.

Foi o que disse à agência Associated Press o mulá Nooruddin Turabi, um dos mais influentes líderes talibãs quando o assunto é administração de sua visão peculiar de justiça, tirada da leitura literal da sharia, a lei islâmica tradicional.

“Todos nos criticavam pelas punições no estádio [Nacional de Futebol, em Cabul], nós nunca dissemos nada sobre as leis dos outros e suas punições. Nós vamos fazer nossas leis a partir do Alcorão”, afirmou.

“Cortar mãos é muito necessário para a segurança”, disse Turabi, que hoje é o chefe do sistema prisional do país, ponderando que as medidas funcionam para dissuadir criminosos de agir. Ele disse que está em estudo se as punições serão aplicadas em público, como ocorria no passado, ou não.

Na primeira passagem do grupo pelo poder, Turabi era ministro da Justiça e chefe do temido Ministério da Promoção da Virtude e da Prevenção do Vício, que administrava aos afegãos a versão peculiar de mundo do grupo.

Mulheres não podiam sair na rua sem a burca [túnica típica da etnia pasthun, que cobre todo o corpo], trabalhar, estudar ou ter acesso livre a serviços públicos. Homens eram obrigados a deixar a barba crescer.

Os crimes eram punidos no referido Estádio Nacional ou junto à mesquita Eid Gah, no centro da cidade. Ladrões perdiam a mão direita, e também um pé se tivessem atacado comboios em estradas. Condenados por assassinato eram mortos por um parente da vítima, com um tiro na cabeça, podendo ser perdoados se a família aceitasse “dinheiro de sangue” como compensação.

Logo depois da queda do Talibã, expulso do poder pelo Estados Unidos por ter abrigado os terroristas que planejaram os ataques do 11 de Setembro, o local retomou sua rotina de jogos de futebol.

O anúncio da volta da repressão ao modo islâmico medieval, que ocorre também em locais como Arábia Saudita e Irã, em diferentes medidas, é um balde de água fria para aqueles que ainda acreditam que o Talibã pode ser mais moderado em sua busca por reconhecimento e recursos externos.

O grupo retomou o controle do país no dia 15 de agosto, quando entrou sem resistência em Cabul após duas semanas de uma campanha relâmpago, feita na esteira da retirada das forças ocidentais que ficaram 20 anos no país por decisão do presidente Joe Biden.

Nessas duas décadas, o Talibã manteve controle, maior ou menor, de porções do país. Nelas, seguia aplicando sua lei. O sistema legal paralelo do grupo contava com apoio de comunidades rurais com pouco acesso ao Judiciário centralizado em Cabul sob regramento ocidental.

Talvez buscando um ar moderno para sua revelação à Associated Press, Turabi ressaltou que mulheres poderiam ser juízes sob o novo governo, desde que sigam os preceitos islâmicos adotados pelo Talibã. Resta saber se isso ocorrerá.

O mulá (clérigo muçulmano) disse também que, diferentemente do regime totalmente fechado dos anos 1990, agora o Talibã permitirá livremente a existência de canais de TV, a venda de telefones celulares e a circulação de fotografias e vídeos, o que ocorria no mercado paralelo antigamente.

“São necessidades do povo”, disse, ciente de que todo soldado do grupo é visto com smartphones à mão.

Café, frango e açúcar não param de subir

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Depois de uma explosão no ano passado, as altas nos preços dos supermercados chegaram a esboçar um alívio nos primeiros meses deste ano – mas durou pouco.

Tão logo produtos que subiram muito em 2021, como o arroz e o óleo de soja, começaram a ensaiar alguma queda nos preços, outros já começaram a subir, e o resultado é que encher o carrinho continua difícil do mesmo jeito. Os “vilões” da carteira apenas mudaram de lugar.

Entre algumas das maiores altas deste ano, estão o café, que já está 22% mais caro desde janeiro, e o açúcar, que subiu 33%.

A margarina já subiu 21%, o frango 20% e, as carnes, na média, 10% – sendo que o patinho subiu 14%, o filé mignon 15% e, o acém, quase 16%.

O preço do arroz, que saltou 76% no ano passado, caiu 8% desde o começo deste ano. O óleo de soja, que avançou nada menos do que 103% em 2020, agora estacionou, e sobe só 0,2% em 2021.

Como as freadas, de longe, não compensam toda a alta, comprar os dois ainda continua bem mais caro que no ano passado: o arroz ainda custa 23% mais que um ano atrás e, o óleo, 51%.

Os dados são da prévia de setembro do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), divulgada nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A alta geral no mês, de 1,14%, foi a maior para um mês de setembro desde que a hiperinflação acabou no país, em 1994. Em 12 meses, a inflação subiu para 10%. Considerados só os alimentos nos supermercados, a alta em um ano é de 15,5%.

Filiação de Miguel já tem confirmação de representantes de 8 partidos e mais de 30 prefeitos

Além de nomes do plano nacional e estadual do Democratas, a filiação do prefeito Miguel Coelho terá a presença de lideranças de outras sete siglas partidárias.

O evento marcado para este sábado, às 10h, no Armazém 14, bairro do Recife, contará ainda com mais de 30 prefeitos das quatro regiões pernambucanas.

O ato político reunirá no total cerca de 500 políticos e convidados de todo o Estado. “É o início de uma construção, de um debate que o Democratas deseja promover com outros partidos, com a sociedade, com todos que querem fazer a mudança em Pernambuco. Precisamos nos unir todos, discutir a realidade da vida das pessoas, levar esperança e apresentar propostas para superar esse momento difícil que Pernambuco atravessa”, avalia o prefeito.

A filiação de Miguel Coelho ao DEM é uma das primeiras movimentações políticas do partido para construir uma candidatura ao Governo do Estado para 2022.

Após o evento, o Democratas deve promover encontros para discutir pautas relacionadas a temas de interesse da população como a recuperação da economia, saúde pública, a situação das estradas, abastecimento de água, geração de empregos, segurança, entre outros assuntos.

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro voltou a pedir à população, durante sua live semanal, nesta quinta-feira, que tome atitudes para combater o risco da falta de energia devido à atual crise hídrica. Ele enfatizou que se não chover o país poderá ter “problemas” no futuro. Desta vez, além de pedir que “apague uma luz em casa”, o líder do Executivo nacional sugeriu que as pessoas deixem de usar o elevador.

“Aqui (no Palácio da Alvorada) são três andares. Quando tem que descer, mesmo que o elevador esteja aberto na minha frente, eu desço pela escada. Se puder fazer a mesma coisa no seu prédio… Ajude a gente. Quanto menos mexer no elevador, mais economia de energia nós temos”, disse Bolsonaro durante a live. No final de agosto, o presidente já havia feito apelo semelhante durante outra apresentação ao vivo nas redes sociais.

Discurso longe da prática:  Degradação de seis importantes biomas brasileiros por desmatamento e fogo contraria discurso de Bolsonaro na ONU

Bolsonaro ainda pediu para que se façam outros sacrifícios no dia a dia em casa, como tomar banho frio.

“Tomar banho é bom, mas se puder tomar banho frio, é muito mais saudável. Ajude o Brasil”, acrescentou. “Até faço um pedido para você agora: tem uma luz acesa a mais na sua casa? Por favor, apague. Nós estamos vivendo a maior crise hidrológica dos últimos 90 anos. Se você puder apagar uma luz na sua casa, apague. Se puder desligar seu ar-condicionado, se não puder… Está com 20ºC, passa para 24ºC, gasta menos energia”.

Enquanto cientistas alertam que questões como desmatamento para utilização de terras pela agropecuária e incêndios florestais estão associados diretamente ao aumento da crise hídrica, pouco ou nada tem sido feito pelo governo para combater esses problemas. Ao contrário, o desmonte da estrutura de fiscalização tem permitido que essa situação se amplie consideravelmente.

Ainda durante a gestão do então ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, o que se viu foi a dilapidação do orçamento federal. O corte da verba total da pasta chegou a 35,4%, atingindo em cheio, sobretudo, a manutenção de estruturas de fiscalização, que necessitariam de um mínimo de R$ 110 milhões, mas acabaram tendo que se equilibrar com insuficientes R$ 83 milhões para combater desmatamento ilegal, inspecionar níveis de poluição, uso de agrotóxicos, mineração ilegal, tráfico de animais silvestres e madeira etc.

Aumento de tarifa

Uma das únicas ações, até agora, tomadas na esfera federal veio através da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), que anunciou, no fim de agosto, a criação de uma nova bandeira tarifária, que taxou o consumidor no valor de R$ 14,20 por 100kW/h, desde 1º de setembro. O novo valor representa um aumento de 49,6% (ou R$ 4,71) em relação à atual bandeira vermelha de patamar 2.

 

 O Brasil registrou 661 mortes por Covid e 25.348 casos da doença, nesta quinta-feira (23). Com isso, o país chega 593.018 óbitos e a 21.307.960 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As médias móveis de mortes e casos continuam em crescimento, em comparação aos dados de duas semanas atrás. A média de óbitos é de 534 vidas perdidas por dia, aumento de 18%, e a de infecções é de 34.366 por dia, salto de 100%.

Os dados recentes, contudo, têm sofrido por instabilidades no sistema do Ministério da Saúde, recentemente atualizado, e por represamentos de informações. As médias, com isso, podem acabar impactadas.

O estado de São Paulo, na segunda (20), relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado “devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes”.

Na semana passada, os dados diários do consórcio também foram afetados por represamentos de casos em São Paulo, que incluiu dezenas de milhares de infecções de meses anteriores. Também na última semana e na terça, o Rio de Janeiro teve problemas no sistema de notificação e não divulgou os dados. Roraima e Bahia foram outros que tiveram problemas.

Outro exemplo é do Acre, que, após atualização da plataforma E-SUS, do ministério, acrescentou 18 mortes que não haviam sido contabilizadas anteriormente.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 2.327.757 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quinta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 1.251.572 primeiras doses e 1.026.263 segundas. Também foram registradas 5.015 doses únicas e 44.907 doses de reforço.

Ao todo, 144.307.827 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil – 80.243.383 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 84.428.532 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Com isso, 91,61% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 52,09% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

De olho na reeleição, Planalto faz pressão total por novo Bolsa Família turbinado

Jair Bolsonaro, presidente da República, ao lado Paulo Guedes, ministro da Economia

Por Vera Magalhães/O Globo

A pressão sobre o ministro Paulo Guedes (Economia) por um Auxílio Brasil anabolizado nunca foi tão grande. No interior do governo, o discurso é que é preciso anunciar quanto antes um benefício permanente que substitua o Bolsa Família e o auxílio emergencial.

O sonho da ala política do Executivo, que já não esconde que resolveu mandar o ajuste fiscal e os escrúpulos às favas, é repetir o valor de R$ 600 da primeira rodada do auxílio emergencial.

Sozinho na savana, Guedes tenta avisar que não há nem espaço fiscal para pagar esse valor nem o “carimbo” de que o governo precisa no Orçamento para criar uma despesa permanente.

O primeiro teria de vir da renegociação dos precatórios, que nesta semana avançou para um acordo, mas ainda com inconsistências que precisam ser resolvidas, como a necessidade de combinar com os credores o tal “encontro de contas” que, ademais, não conseguiria atingir a todos os que têm dívidas a receber.

O carimbo, ou seja, a designação de uma receita para arcar com a nova despesa, uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal, viria da reforma do Imposto de Renda, em torno da qual existe acordo para votação no Senado. Não se está, nesse caso, fazendo uma conta de equivalência. O raciocínio do governo é que a reforma do IR não precisa cobrir o gasto com o auxílio, que viria da própria arrecadação do governo, que cresceu neste ano. Seria apenas a fonte a justificar o gasto do ponto de vista formal.

Pedaladas? Aos olhos de muitos, sim. Mas o nó dos precatórios é algo que sensibiliza ministros do STF e parlamentares. Os últimos estariam dispostos a, alinhavados os muitos detalhes ainda sem resposta do acordo, votar uma proposta de emenda à Constituição para oficializar a rolagem de quase R$ 50 bilhões dessas dívidas.

Isso significa que está aberta a porta para o auxílio turbinado que poderia ser a âncora eleitoral de Bolsonaro? Não necessariamente. A primeira resistência a chutar o pau da barraca no valor vem, como já escrevi, do próprio Guedes. Resta saber se ele terá forças para resistir a apelos cada vez mais veementes, de ministros que deixam Bolsonaro “pilhado” com esse assunto, como ocorreu em reunião ministerial recente.

A segunda barreira estará no próprio Congresso. Senadores e deputados não estão dispostos a colocar uma azeitona carnuda e já descaroçada na empada de Bolsonaro à reeleição. A tendência é que um auxílio inflado artificialmente encontre resistências mesmo dos partidos de esquerda, que tradicionalmente defendem os benefícios sociais.

BC aprova limite de R$ 1 mil no Pix para combater fraudes

 — Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Valor

O Banco Central (BC) aprovou três medidas para a ‘prevenção de fraudes na prestação de serviços de pagamento’. As medidas já tinham sido apresentadas no fim de agosto, como maneira de coibir fraudes no Pix, mas só foram formalizadas nesta quinta-feira (23).

Até 4 de outubro, as instituições deverão limitar a R$ 1 mil “a prestação de serviços de pagamento para o período das 20h às 6h”. Ou seja: esse será o limite para transferências nesse período, incluindo o Pix.

“Tal limite poderá ser alterado a pedido do cliente, formalizado nos canais de atendimento eletrônicos, porém a instituição deverá estabelecer prazo mínimo de 24 horas para a efetivação do aumento”, disse o BC.

Até 16 de novembro, as instituições precisarão também implantar outras duas medidas. Em uma frente, serão obrigadas a realizar “registros diários das ocorrências de fraudes ou de tentativas de fraude na prestação de serviços de pagamento, discriminando, inclusive, as medidas corretivas adotadas”. Segundo o BC, com base nesses registros, as instituições deverão elaborar relatório mensal consolidando as ocorrências e as medidas preventivas e corretivas adotadas. Posteriormente, o relatório deverá ser encaminhado aos comitês de auditoria e risco, à auditoria interna, à diretoria executiva e ao conselho de administração da instituição.

Em outra frente, também até 16 de novembro, as instituições serão obrigadas a avaliar previamente clientes que ofereçam serviços com maquininhas que compensam os pagamentos no mesmo dia. Golpes envolvendo esses serviços são comuns no Carnaval, por exemplo.

 O Brasil registrou 839 mortes por Covid e 35.658 casos da doença, nesta quarta-feira (22). Com esses dados, o país agora tem médias móveis de mortes e casos em crescimento, em relação ao dado de duas semanas atrás.

O país chegou a 592.357 óbitos e a 21.282.612 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2, desde o início da pandemia.

A média móvel de mortes agora é de 531 vidas perdidas diariamente, 16% superior ao de duas semanas atrás. A média de casos é 35.763 infecções por dia, 96% acima do registrado há duas semanas.

As médias móveis, porém, têm sido afetadas por problemas de registros. Desde que o Ministério da Saúde atualizou a plataforma de registros, alguns estados têm tido dificuldades principalmente para documentar casos. Além disso, recentemente também foram inseridos dezenas de milhares de casos represados.

O estado de São Paulo, na segunda (20), relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado “devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes”.

Na semana passada, os dados diários do consórcio também foram afetados por represamentos de casos em São Paulo, que incluiu dezenas de milhares de infecções de meses anteriores. Também na última semana e na terça, o Rio de Janeiro teve problemas no sistema de notificação e não divulgou os dados. Roraima e Bahia foram outros que tiveram problemas.

Outro exemplo é do Acre, que, após atualização da plataforma E-SUS, do ministério, acrescentou 18 mortes que não haviam sido contabilizadas anteriormente.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.
Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados nos 26 estados e no Distrito Federal.

O Brasil registrou 1.512.887 doses de vacinas contra Covid-19, nesta quarta. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 430.963 primeiras doses e 1.077.326 segundas. Também foram registradas 4.598 doses únicas e 45.403 doses de reforço.

Ao todo, 143.056.255 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil – 79.217.120 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 83.397.254 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Com isso, 90,84% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 51,45% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Depois de apresentar um mundo paralelo na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Jair Bolsonaro terá de encarar o Brasil real, que, em nenhum momento, foi citado no discurso de terça-feira (21) a chefes de Estado.

O primeiro choque de realidade veio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que recomendou a todos os integrantes da comitiva que foi à ONU que fiquem de quarentena, pois tiveram contato direto com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, diagnosticado, em Nova York, com Covid-19.

A contragosto, Bolsonaro foi obrigado a cancelar sua agenda de ontem e uma viagem que faria, na sexta-feira (24), ao Paraná. O presidente relutou, mas integrantes de sua equipe o convenceram a não desrespeitar uma orientação da Anvisa, até para não minar a credibilidade da agência.

Nesta mesma quarta-feira, às 18h30, Bolsonaro teve de engolir mais um aumento da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central. O Comitê de Política Monetária (Copom) elevou a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 5,25% para 6,25% ao ano.

Juros mais altos do que os entregues por Temer

Ao que tudo indica, o BC terá que continuar aumentando os juros até o primeiro trimestre de 2022 se quiser conter a inflação, que está em disparada e, em 12 meses, já encosta em 10%. Isso significa dizer que, daqui a 45 dias, é quando o Copom voltará a se reunir, os juros já estarão acima dos 6,5% anuais entregues por Michel Temer a Bolsonaro na transferência de governo.

A inflação, que está destruindo o poder de compra da população, sobretudo a mais pobre, está sendo puxada, entre outros fatores, pela alta do dólar. A moeda norte-americana tornou-se refúgio para os investidores, assustados com a crise política provocada pelo presidente da República.

Com os juros mais altos, a inflação alta, o dólar proibitivo e a crise política em alto grau, o crescimento econômico está perdendo força e a perspectiva de muitos economistas é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça abaixo de 1% em 2022, quando Bolsonaro deverá tentar a reeleição.

Tudo isso, com a pandemia do novo coronavírus matando, em média, 500 brasileiros por dia — nos próximos dias, o país alcançará a trágica marca de 600 mil mortos pela Covid —, com a Amazônia sendo desmatada a uma velocidade assustadora, o Pantanal pegando fogo e as terras indígenas, invadidas por garimpeiros ilegais.

O Brasil real, do qual Bolsonaro quis fugir em discurso na ONU, está escancarado e numa situação terrível. Porém, não há como fugir dele, mesmo que se insista em criar um mundo paralelo.

Blog do Vicente

Senado aprova PEC da reforma eleitoral

Dentre elas está a contagem em dobro dos votos dados a candidatos negros, índios e mulheres para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030.

O Senado aprovou hoje (22) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 28/2021, que traz mudanças em regras eleitorais. (Foto: Reprodução)

 

O Senado aprovou nesta quarta-feira (22) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 28/2021, que traz mudanças em regras eleitorais. Dentre elas está a contagem em dobro dos votos dados a candidatos negros, índios e mulheres para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030. O texto segue para promulgação.

A PEC aprovada no Senado também abre uma possibilidade para deputados e vereadores não perderem o mandato se deixarem os partidos, desde que haja anuência das legendas para essa saída. Além disso, fica prevista a mudança na data das posses de presidente da República e governadores. No caso do primeiro, a posse passaria para o dia 5 de janeiro, com governadores tomando posse no dia seguinte. Essa mudança valerá a partir da eleição de 2026.

A relatora da PEC no Senado, Simone Tebet (MDB-MS), decidiu manter em seu relatório apenas os pontos em consenso entre os senadores e os deputados, que já haviam apreciado o texto. Durante o dia, em reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ficou pacificado que a adoção apenas das questões consensuais evitaria um retorno do texto à Câmara.

Outro trecho mantido foi a possibilidade de realização de plebiscitos municipais durante o processo eleitoral. A ideia é utilizar a estrutura já dispensada nas eleições em plebiscitos que sejam necessários em determinado município. Essa ideia é empregada, por exemplo, nas eleições dos Estados Unidos.

Coligações
Como não era consenso, a relatora tirou da PEC a volta das coligações partidárias em eleições proporcionais (deputados e vereadores). A coligação partidária nessas circunstâncias havia sido extinta na reforma eleitoral de 2017, mas os deputados tentaram reintroduzi-la. 

“A coligação nas eleições proporcionais é objeto de crítica e tentativa de supressão nas duas Casas do Congresso Nacional desde a década de 1990”, justificou Tebet em seu relatório. Para ela, a volta das coligações seria inconstitucional.

Outro ponto que ficou de fora do texto aprovado foi a alteração das regras de apresentação de projeto de lei (PL) por iniciativa popular. Atualmente, um projeto de lei de iniciativa popular deve ter a assinatura em papel de, no mínimo, 1% do eleitorado nacional, distribuído em, pelo menos, cinco estados, com não menos de 0,3% dos eleitores em cada um deles.

Os deputados haviam aprovado a redução de assinaturas para 100 mil eleitores com assinatura eletrônica. Para a relatora, a medida pode facilitar fraudes no processo de apresentação de um PL por iniciativa popular. Isso porque, segundo ela, a dinâmica das redes sociais ainda não garante a realização desse processo de forma transparente.

Ascom

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, anunciou nesta quarta-feira durante assembleia com os professores, o repasse do saldo dos 70% dos recursos do Fundeb com a categoria, caso a legalidade para a atualização do piso de 2020 não seja concretizada esse ano.

O pagamento será feito no mês de dezembro, sob a forma de bônus ou 14º salário, modelo que está sendo definido pela Prefeitura. Na ocasião, o prefeito também tratou do reajuste do piso da categoria.

“Estamos buscando junto a CNM, Amupe e Tribunal de Contas, o amparo jurídico para pagarmos ainda este ano. Mas quero desde já assegurar, que em janeiro do próximo ano, iremos pagar o reajuste de 12,8% referente ao piso de 2020 e planejar a aplicação do percentual de reajuste do piso referente ao ano de 2022, com base no valor anual pago por aluno, que deve ser anunciado pelo Ministério da Educação”, destacou o prefeito.

A secretária Municipal de Educação, Wivianne Fonseca, apresentou um balanço das ações da pasta nesses primeiros nove meses de gestão. A exemplo das obras em andamento de reforma e ampliação de escolas, a entrega do fardamento e kit com material escolar para mais de seis mil alunos, a entrega de notebooks para os professores, tablets para os alunos, dentre outras ações. A secretária-adjunta de Educação, Maria José Acioly, apresentou todo o volume de receitas e despesas da educação no ano passado, e deste ano, até o último mês de agosto.

A Assembleia ocorreu na AABB e contou também com as presenças do vice-prefeito Daniel Valadares, do presidente da Câmara, vereador Rubinho do São João, além de representantes da Associação dos Professores, e do Sindicato dos Professores.

“Nossa gestão estará sempre de portas abertas para dialogar com vocês professores, buscando sempre as melhorias, tanto nas condições físicas, estruturais de nossa rede, quanto na valorização dos profissionais que atuam na linha de  frente, fazendo da educação de Afogados uma das melhores de Pernambuco”, destacou o vice-prefeito Daniel Valadares.

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira deu início à aplicação da 3ª dose de vacina contra a Covid-19 (dose de reforço), em idosos acima de 85 anos que tomaram a última dose da vacina há seis meses. A vacina nesse público será aplicada em domicílio, não sendo necessário o agendamento.

O outro público elegível para receber a dose de reforço são as pessoas imunodeprimidas (imunidade baixa). Nesse grupo, os pacientes com hemodiálise e portadores de HIV não precisam fazer agendamento. A vacina de quem faz hemodiálise irá acontecer no momento do transporte dos pacientes para Arcoverde. Já os pacientes portadores de HIV receberão a dose de reforço no Centro de Aconselhamento e Testagem, próximo à rodoviária.

Os demais deverão procurar a Unidade de Saúde da Família de sua referência para poder pegar a declaração constando que o usuário se enquadra no grupo indicado pelo Ministério da Saúde para receber a dose de reforço. Nesses casos será preciso fazer o agendamento pelo site: https://www.afogadosdaingazeira.imunizape.com.br

Confira os demais grupos determinados pelo Ministério da Saúde que podem agendar a vacinação com a dose de reforço:

  • Pacientes que fazem uso de corticoides em doses ≥20 mg/dia de prednisona, ou equivalente por tempo igual ou superior a 14 dias;
  • Pacientes que fazem uso de drogas modificadoras da resposta imune (Metotrexato, Leflunomida, Micofenolato de mofetila, Ciclofosfamida, Azatiprina, Ciclosporina, Tacrolimus, Mercaptopurina);
  • Biológicos em geral (infliximabe, etanercept, humira, adalimumabe, tocilizumabe, Canakinumabe, golimumabe, certolizumabe, abatacepte, Secukinumabe, ustekinumabe);
  • Inibidores da JAK (Tofacinibe, baracinibe e Upadacinibe).

Lewandowski autoriza estados a vacinar adolescentes contra covid-19

O ministro atendeu ao pedido de liminar de diversos partidos para retomada da imunização após a decisão do Ministério da Saúde de recomendar a suspensão da aplicação para essa faixa etária. (Foto: Reprodução)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu hoje (21) que estados e municípios têm competência para decidir sobre a vacinação de adolescentes maiores de 12 anos contra a covid-19. O ministro atendeu ao pedido de liminar de diversos partidos para retomada da imunização após a decisão do Ministério da Saúde de recomendar a suspensão da aplicação para essa faixa etária. 

Lewandowski entendeu que a decisão da pasta não tem amparo em evidências acadêmicas e critérios estabelecidos por organizações e entidades internacionais e nacionais. O único imunizante autorizado para aplicação em adolescentes é o da Pfizer. 

“A aprovação do uso da vacina Comirnaty do fabricante Pfizer/Wyeth em adolescentes entre 12 e 18 anos, tenham eles comorbidades ou não, pela Anvisa e por agências congêneres da União Europeia, dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canadá e da Austrália, aliada às manifestações de importantes organizações da área médica, levam a crer que o Ministério da Saúde tomou uma decisão intempestiva e, aparentemente, equivocada, a qual, acaso mantida, pode promover indesejáveis retrocessos no combate à covid -19”, decidiu o ministro. 

Na semana passada, o Ministério da Saúde revisou a recomendação de vacinação de adolescentes. Em nota técnica, publicada pela Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, o ministério passou a recomendar a vacinação apenas para os adolescentes entre 12 e 17 anos que tenham deficiência permanente, comorbidades ou que estejam privados de liberdade.

A pasta citou, entre outros argumentos para revisar a recomendação, o fato de que os benefícios da vacinação em adolescentes sem comorbidades ainda não estão claramente definidos. O ministério alegou ainda que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda imunização de adolescentes com ou sem comorbidades.

A OMS, entretanto, não afirmou que a imunização de adolescentes não deveria ser realizada. Em vídeo publicado em junho, a organização disse apenas que, neste momento, a vacinação de adolescentes não é prioritária.

Prefeitura de Afogados da Ingazeira abre inscrições para oficinas de danças populares

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Ascom

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira está abrindo inscrições para oficinas de danças populares direcionadas a crianças e adolescentes entre 9 e 16 anos de idade.

Tendo em vista a faixa etária do público, a Secretaria de Cultura e Esportes informa que é necessário estar acompanhado dos pais ou responsáveis legais no ato da inscrição.

As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 30 de setembro, no Centro Desportivo Municipal.

As oficinas acontecerão de 04 a 07 de outubro, em local a ser informado no ato da inscrição.

Maiores informações podem ser obtidas pelo WhatsApp – (87) 9.9978-1444

(*) A foto em tela é meramente ilustrativa, aconteceu em outra oficina realizada pela Prefeitura Municipal em 2017, portanto, antes da pandemia.

Inscrição para isentos que não compareceram ao Enem 2020 vai até domingo (26)

Os isentos que não compareceram ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 têm até as 23h59 do próximo domingo, 26 de setembro, para se inscreverem na edição 2021, por meio da Página do Participante. A oportunidade vale especificamente para esse público, que realizará as provas nas mesmas datas do exame para adultos privados de liberdade e jovens sob medida socioeducativa que inclua privação de liberdade (Enem PPL): 9 e 16 de janeiro de 2022. Nesses casos, a isenção da taxa de inscrição do Enem 2021 também será assegurada.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) formalizou o novo prazo de inscrição e os critérios por meio de edital complementar do Enem 2021 impresso, publicado na última terça-feira (14), no Diário Oficial da União (DOU). O anúncio da medida ocorreu na segunda-feira (13), em comunicado divulgado no portal oficial do Instituto. Vale ressaltar que o Inep aplicará as provas do Enem 2021 normalmente, nos dias 21 e 28 de novembro, para todos os participantes que tiveram a inscrição confirmada no prazo previsto, conforme os editais do exame.

O cronograma de aplicação do Enem 2021 para os isentos que não compareceram à edição 2020 foi planejado com o objetivo de garantir o direito de os participantes utilizarem o resultado do exame para acessar a educação superior, por meio de programas do Ministério da Educação (MEC), como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Atendimento e nome social – Com a nova oportunidade de participar do exame, esse público tem até domingo (26) para solicitar atendimento especializado. Já o prazo para solicitações de tratamento por nome social vai até a segunda-feira (27).

Enem PPL – O Inep também oficializou as mudanças no cronograma do Enem PPL. Com a retificação, publicada no DOU do dia 14 de setembro, o período de inscrição foi prorrogado até sexta-feira (24).

Enem 2021 – Ao todo, 3.109.762 pessoas tiveram as inscrições confirmadas para o Enem 2021, até então. O número corresponde ao total de participantes das duas versões do exame (impressa e digital). O Inep registrou 3.040.871 inscritos para a versão em papel. Para a modalidade digital, que teve as 101.100 vagas ofertadas preenchidas durante o período de inscrições, foram confirmados 68.891 participantes.

Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, tornou-se uma das principais portas de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu e de iniciativas como o ProUni, ambas ações do MEC.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19 nesta terça-feira (21). O paraibano faz parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro que está em Nova York, participando de um evento da ONU.

Esse é o segundo caso de um integrante da equipe. De acordo com a Seretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o ministro passa bem.

Os demais integrantes da comitiva brasileira foram submetidos a testes e todos resultaram negativo.

O ministro já tinha sido imunizado com duas doses da vacina contra o novo coronavírus.

O Itamaraty decidiu suspender a presença de todos os diplomatas brasileiros em qualquer evento que ocorra na ONU até a próxima sexta-feira (24).

Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões nesta quarta-feira

Mega realiza sorteio nesta quarta-feira (Foto: Reprodução)

 

O concurso 2.411 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h desta quarta-feira (22) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50 e pode ser realizada pela internet.

Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

 Sem citar especificamente seu principal rival político e econômico, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou em seu discurso na 76ª Assembleia-Geral da ONU que o país não procura uma nova Guerra Fria, mas deu uma série de recados à China.

“Não estamos procurando, vou repetir, não estamos procurando uma nova Guerra Fria, ou um mundo dividido em blocos rígidos”, afirmou o presidente americano.

Antes, porém, ele afirmou que o país defende a liberdade de navegação, em referência às reivindicações chinesas pelo Mar do Sul da China; se posicionou contra ataques cibernéticos, que o país também acusa a China de coordenar; e citou Xinjiang, região de minoria muçulmana onde os EUA acusam a China de genocídio, como um dos pontos de preocupação de violações de direitos humanos.

Biden enfrenta pressão internacional liderada pela França, após anunciar uma coalizão com a Austrália para conter os avanços regionais da China. O acordo significou o fim de uma parceria australiana com a França, o que foi visto pelo governo Macron como uma “punhalada nas costas” feita pelos Estados Unidos e convocou seu embaixador no país.

Com a desconfiança europeia, o presidente usou a fala, seu primeiro discurso em uma Assembleia-Geral como presidente, para reafirmar que o país voltou às discussões mundiais depois que Donald Trump abandonou fóruns multilaterais.

O presidente disse que “hoje, muitas das nossas preocupações não podem ser resolvidas com a força das armas”, citando a Covid-19. “Estamos de volta à mesa nos fóruns internacionais, especialmente nas Nações Unidas, para focar em ações globais e desafios comuns”, disse.

Biden focou seu discurso na necessidade de países trabalharem juntos para enfrentar a pandemia da Covid-19 e as mudanças climáticas.

Apesar do presidente da sessão, o chanceler das Maldivas, Abdulla Shahid, pedir que os líderes limitassem suas falas a 15 minutos, Biden falou por por mais de 30 minutos, e foi aplaudido ao final, ao fazer um apelo por uma ação conjunta. “Nós amos escolher construir um futuro melhor. Nós, vocês e eu”, disse.

Presidente brasileiro abre o chamado ‘debate geral’, que deve ser dominado por discussões relacionadas ao enfrentamento da pandemia.

Bolsonaro, que foi o primeiro a discursar, disse não entender porque “muitos países, juntamente com a grande mídia” se opõem ao tratamento precoce contra a doença.

No discurso, ele também se posicionou contra o chamado passaporte sanitário, que confere benefícios às pessoas que tenham se vacinado contra a Covid-19. E afirmou que não há corrupção em seu governo (leia mais abaixo).

“Desde o início da pandemia, apoiamos a autonomia do médico na busca do tratamento precoce, seguindo recomendação do nosso Conselho Federal de Medicina. Eu mesmo fui um desses que fez tratamento inicial. Respeitamos a relação médico-paciente na decisão da medicação a ser utilizada e no seu uso ‘off-label’ [fora do que prevê a bula]. Não entendemos porque muitos países, juntamente com grande parte da mídia, se colocaram contra o tratamento inicial. A história e a ciência saberão responsabilizar a todos”, disse Bolsonaro.

 

O tratamento precoce, por meio do uso de medicamentos como cloroquina e ivermectina, vem sendo defendido pelo presidente desde o ano passado. No entanto, estudos científicos já comprovaram a ineficácia desses remédios contra a Covid. Além disso:

  • a Organização Mundial de Saúde (OMS) diz que a cloroquina não deve ser usada como forma de prevenção;
  • a Associação Médica Brasileira (AMB) diz que o uso de cloroquina e outros remédios sem eficácia contra Covid deve ser banido;
  • a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) diz que a cloroquina não tem efeito e deve ser abandonada.

Vacinação

Bolsonaro também disse defender a vacinação contra a Covid-19 e afirmou que, até novembro, todos os brasileiros que quiserem poderão se imunizar.

Entretanto, ele se posicionou contra restrições adotadas por países contra pessoas que se recusam a tomar a vacina.

“Até novembro, todos que escolheram ser vacinados no Brasil, serão atendidos. Apoiamos a vacinação, contudo o nosso governo tem se posicionado contrário ao passaporte sanitário ou a qualquer obrigação relacionada a vacina”, disse Bolsonaro.
Essa é a terceira vez que Bolsonaro discursa como presidente do Brasil – o representante do país é encarregado de abrir oficialmente a fala dos presidentes mundiais desde 1947.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, discursa após Bolsonaro.

A pandemia da Covid-19 deve dominar grande parte dos discursos. Em 2020, a Assembleia Geral foi totalmente remota por causa da pandemia. Neste ano, parte dos líderes discursará presencialmente e parte gravou a sua participação.

Na volta do evento (semi) presencial, Bolsonaro é o único dos líderes do G20 (grupo das 19 principais economias do mundo e a União Europeia) presentes a dizer que não tomou a vacina contra a Covid-19.

Jornais dos Estados Unidos e do Reino Unido noticiaram que o presidente brasileiro participa da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) sem ter tomado a vacina.

A sede da ONU onde é realizada a assembleia fica na cidade de Nova York, onde há exigência de um comprovante de vacinação para que as pessoas entrem em ambientes públicos que são fechados (como o saguão onde acontece a reunião).

A prefeitura de Nova York pediu para que os chefes de estado fossem obrigados a comprovar vacinação para entrar no prédio das Nações Unidas, mas o secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que a entidade não tem como exigir isso.

Na segunda (20), o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, publicou uma foto em uma rede social em que Bolsonaro e parte da comitiva brasileira comem pizza na rua, em Nova York.

A cidade exige, desde 16 de agosto, que as pessoas apresentem comprovante de vacinação contra a Covid-19 para frequentar lugares fechados, como restaurantes, cinemas, teatros e academias.

Polícia Federal prende suspeito de produção e divulgação de pornografia infantil em Aracaju

A Polícia Federal de Sergipe cumpriu mandados de busca e apreensão e de prisão temporária contra um homem suspeito de produzir, armazenar e divulgar pornografia infantil na internet em Aracaju, nesta segunda-feira (20). Durante a ação, foram apreendidos equipamentos eletrônicos utilizados nas condutas criminosas.

Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal de Sergipe. De acordo com a PF, os crimes investigados preveem penas que, somadas, podem chegar a 23 anos de reclusão.

Auxílio emergencial: nascidos em janeiro recebem 6ª parcela

O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. (Foto: Reprodução)

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em janeiro recebem, hoje (21), a sexta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. Quem recebe nesta terça-feira poderá retirar o dinheiro a partir de 4 de outubro nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Por enquanto, os recursos podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo ou nas lotéricas, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Para os beneficiários do Bolsa Família, vale o calendário e as regras de saque do programa social. O pagamento do ciclo 6 do auxílio emergencial para esse público começou em 17 de setembro e vai até o dia 30, de acordo com o Número de Inscrição Social (NIS). Nesta terça-feira, recebem os beneficiários com NIS final 3.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições.

Para quem recebe o Bolsa Família, vale a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. 

Um caminhão-tanque com combustível explodiu na PE- 265, em Sertânia, no Sertão de Pernambuco, na manhã desta terça-feira (21).

De acordo com testemunhas, o caminhão ficou tombado ao lado da pista. O motorista conseguiu sair da cabine e foi socorrido para o hospital municipal com queimaduras e ferimentos pelo corpo.

O Corpo de Bombeiros esteve no local, mas as chamas já tinham sido controladas pela equipe da Defesa Civil de Sertânia. A Guarda Municipal isolou o local até o resfriamento da caatinga atingida.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. Veja vídeo do momento:

Segundo a Secretaria da Saúde do Ceará, “foram feitas alterações que trarão melhorias no processo de consolidação das informações”, o que pode afetar os dados da Covid pelos próximos dias.

O Brasil registrou 248 mortes por Covid e chegou a 591.034 óbitos desde o início da pandemia.

Mais uma vez, os dados do dia foram afetados por problemas em alguns secretarias estaduais de saúde. O Ceará apresentou dados negativos de casos (mais de 12 mil), o que fez com que o total de infecções no dia ficasse também negativo (-2.389).

Segundo a Secretaria da Saúde do Ceará, “foram feitas alterações que trarão melhorias no processo de consolidação das informações”, o que pode afetar os dados da Covid pelos próximos dias.

O estado de São Paulo também relatou problemas e disse que os óbitos notificados são inferiores ao esperado “devido a uma instabilidade no serviço do Sivep, sistema federal onde são notificados os casos graves de Covid-19 e as mortes”.

Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, o Ministério da Saúde foi notificado, mas não deu retorno.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Estado recebe mais de 100 mil doses de vacinas da Astrazeneca

Imunizantes devem ser utilizados exclusivamente para aplicação de segundas doses

Na tarde desta segunda-feira (20), 100.500 imunizantes da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz chegaram a Pernambuco. O voo aterrissou no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre às 16h50, e as vacinas foram levadas para a sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE), para checagem, armazenamento e separação por município.

A remessa seguirá para as sedes das Gerências Regionais de Saúde (Geres) nesta terça-feira (21), onde ficarão à disposição dos gestores municipais para retirada. Os imunizantes deverão ser utilizados, exclusivamente, para aplicação de segundas doses.

Desde o início da campanha, em janeiro deste ano, Pernambuco já recebeu 12.260.000 doses de vacinas contra a Covid-19. Desse total, foram 4.316.770 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 4.481.720 da Coronavac/Butantan, 3.287.700 da Pfizer/BioNTech e 173.810 da Janssen.

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A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou nesta segunda-feira (20) a entrega de 380 notebooks para professores e de 1.700 tablets para os alunos, do 5º ao 8º ano do ensino fundamental.

A entrega dos notebooks teve início pela Escola Municipal Maria Gizelda, e começou pelos professores da Educação de Jovens e Adultos (EJA). A entrega acontece de forma escalonada e os próximos a serem beneficiados serão os professores dos anos iniciais do ensino fundamental.

Os tablets começaram a ser entregues pela Escola Municipal Ana Melo, com alunos do 5º ano do ensino fundamental.

A Secretaria Municipal de Educação informa que alguns estudantes não irão receber neste primeiro momento porque ainda estão recebendo a visita dos assistentes sociais para verificação dos critérios para o recebimento.

“É com grande alegria que começamos a semana entregando equipamentos que irão ajudar os nossos professores e alunos não apenas no acompanhamento das aulas remotas, uma realidade que ainda estamos vivenciando, mas também se aprimorando nos conteúdos vivenciados nas aulas presenciais,” destacou o prefeito Alessandro Palmeira.

 

Estiveram acompanhando as entregas o vice-prefeito Daniel Valadares, e a secretária de Educação, Wivianne Fonseca. A Prefeitura de Afogados da Ingazeira investiu R$ 2,1 milhões na aquisição dos equipamentos.

Samu/Cimpajeú divulga relação dos aprovados no Processo Seletivo

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O Instituto de Técnica e Gestão Moderna (ITGM) informa o resultado aos candidatos participantes do Processo Seletivo do ITGM-SAMU.

Apresenta-se a seguir a lista de convocados para a 3ª etapa do processo seletivo e lista de documentação necessária para aprovação da 3ª fase que consiste em:

Comprovações de títulos e experiências.

Os candidatos convocados deverão comparecer dia 23/09/2021 de 08 as 12hs e de 14 as 17h, na Sede do SAMU no município de Serra Talhada, no endereço Rua Projetada, S/N, Bairro Vila Bela.

Veja a  Seleção dos aprovados do Samu/Cimpajeú

Segue em anexo a documentação necessária para apresentar no dia da convocação, e lista de convocados por município.

Qualquer dúvida pertinente ao processo seletivo entrar em contato via:

WhatsApp: (85) 99607-6137 (somente WhatsApp).

e-mail: rh.ce@itgm.net.br

O Brasil registrou neste domingo (19) 239 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, com o total de óbitos chegando a 590.786 desde o início da pandemia. É o menor número de mortes registradas em um dia desde 22 de novembro de 2020 (quando tivemos 181 vítimas). Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias ficou em 558 –acima da marca de 500 pelo sexto dia seguido.

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de -8% e aponta tendência de estabilidade pelo quinto dia, após 22 dias seguidos em queda.

Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h deste domingo. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde.

Veja a sequência da última semana na média móvel:

Segunda (13): 467
Terça (14): 520
Quarta (15): 597
Quinta (16): 582
Sexta (17): 546
Sábado (18): 565
Domingo (19): 558

Em 31 de julho o Brasil voltou a registrar média móvel de mortes abaixo de 1 mil, após um período de 191 dias seguidos com valores superiores. De 17 de março até 10 de maio, foram 55 dias seguidos com essa média móvel acima de 2 mil. No pior momento desse período, a média chegou ao recorde de 3.125, no dia 12 de abril.

Apenas um estado aparece com tendência de alta nas mortes: Roraima. O estado do Rio Grande do Norte não divulgou novos dados até a noite deste domingo.

Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rondônia e Roraima não registraram mortes em seus boletins do último dia.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 21.236.761 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 9.172 desses confirmados no último dia. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 34.282 diagnósticos por dia, o que resulta em uma variação de +64% em relação aos casos registrados na média há duas semanas, passando a indicar tendência de alta.

A média móvel de casos vinha em sequência de queda por 18 dias seguidos, se aproximando de 15 mil diagnósticos diários, mas saltou para acima de 34 mil nos últimos dias devido à inserção de dezenas de milhares de casos represados após um ajuste no sistema que concentra esses dados. Ao longo de três dias na última semana, RJ e SP incluíram juntos mais de 150 mil registros de casos por conta desse problema.

Em seu pior momento a curva da média móvel nacional chegou à marca de 77.295 novos casos diários, no dia 23 de junho deste ano.

Brasil, 19 de setembro

Total de mortes: 590.786
Registro de mortes em 24 horas: 239
Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 558 (variação em 14 dias: -8%)
Total de casos confirmados: 21.236.761
Registro de casos confirmados em 24 horas: 9.172
Média de novos casos nos últimos 7 dias: 34.282 (variação em 14 dias: +64%)

Estados

Em alta (1 estado): RR
Em estabilidade (12 estados): AP, MG, TO, PR, ES, BA, RJ, AC, SC, PB, PA, SP
Em queda (12 estados e o DF): RS, AL, MT, GO, PE, DF, RO, PI, MA, CE, AM, MS, SE
Não divulgou (1 estado): RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados.

Veja a situação nos estados

Sul

PR: +9%
RS: -17%
SC: -5%

Sudeste

ES: +7%
MG: +12%
RJ: +2%
SP: -14%

Centro-Oeste

DF: -30%
GO: -22%
MS: -48%
MT: -18%

Norte

AC: 0%
AM: -43%
AP: +13%
PA: -12%
RO: -33%
RR: +27%
TO: +9%

Nordeste

AL: -18%
BA: +6%
CE: -40%
MA: -38%
PB: -11%
PE: -26%
PI: -33%
RN: o estado não divulgou novos dados até as 20h.

Consórcio de veículos de imprensa

Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

Não houve velório, somente a presença de pessoas mais próximas ao artista.

O corpo do ator Luis Gustavo foi cremado neste domingo (19) em uma cerimônia restrita à família e amigos no Portal Crematório de Itatiba, cidade do interior de São Paulo. Não houve velório, somente a presença de pessoas mais próximas ao artista. 

Luis Gustavo lutava contra um câncer no intestino. A informação foi revelada e lamentada mais cedo por Cássio Gabus Mendes, sobrinho do ator, no Instagram. “Informo que meu querido Tatá faleceu hoje, vítima de câncer! Descanse na luz e na paz!!”, escreveu.

Nascido em Gotemburgo, na Suécia, Luis Gustavo era filho de um diplomata espanhol, Luis Amador Sánchez Fernández, a trabalho naquele país, e de Elena Blanco Castañera, uma espanhola de origem humilde. Luis Gustavo veio para o Brasil ainda quando criança.

Iniciou sua carreira artística como contrarregra através de seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, então diretor artístico da TV Tupi.

Pouco tempo depois, já havia participado de diversos filmes, telenovelas e teleteatros até estrelar o anti-herói em Beto Rockfeller de Bráulio Pedroso, considerada a primeira novela moderna no formato que dura até a atualidade. Desde então, consolidou a sua carreira artística atuando em diversas telenovelas e filmes.

O texto quer exigir que as empresas de tecnologia apresentem uma “justa causa” para retirar as publicações de suas plataformas, o que, segundo especialistas, pode auxiliar na difusão de notícias falsas.

BRASÍLIA – Cinco dias após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), impor uma derrota ao Palácio do Planalto e rejeitar a Medida Provisória que restringia a ação das redes sociais para apagar conteúdos publicados por usuários, o presidente Bolsonaro decidiu enviar ao Congresso um projeto de lei com as mesmas propostas que constavam na MP.

O texto quer exigir que as empresas de tecnologia apresentem uma “justa causa” para retirar as publicações de suas plataformas, o que, segundo especialistas, pode auxiliar na difusão de notícias falsas. A Secretaria Especial de Comunicação (Secom) fez o anúncio da medida neste domingo.

A publicação argumenta que o PL assegura a “liberdade e transparência nas redes sociais” e garante o direito dos brasileiros nas plataformas.

“Até hoje não há regras bem definidas que exijam justificativa clara para exclusão de conteúdo e contas em redes sociais. Sem clareza sobre os critérios para exclusões e suspensões, há possibilidade de ações arbitrárias e violações do direito à livre expressão”, diz o texto da Secom.

Segundo a Secom, o projeto “segue na mesma linha da MP enviada há alguns dias”. “A medida não impede a remoção de conteúdos e perfis, apenas combate as arbitrariedades e as exclusões injustificadas e duvidosas, que lesam os brasileiros e suas liberdades”, diz o órgão.

A MP rejeitada por Pacheco alterava o Marco Civil da Internet e foi criticada por instituições como a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A Constituição determina que Medidas Provisórias, que têm a força de lei e entram em vigor imediatamente, só devem ser usadas no caso de “relevância e urgência”.

Na segunda-feira passada, o procurador-geral da República, Augusto Aras, chegou a pedir que o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendesse liminarmente a MP por considerar que ela “dificulta a ação de barreiras” que evitem a divulgação de conteúdo criminoso e de discurso do ódio. Um dia depois, ela foi devolvida por Rodrigo Pacheco.

O ato de devolução é raro no Legislativo e usado apenas em casos extremos. Até hoje, havia sido adotado em outras quatro ocasiões. Com isso, esta foi a quinta medida provisória rejeitada expressamente por decisão do presidente do Congresso desde 1988. Ao justificar a rejeição, Pacheco disse que não se poderia alterar medidas restringindo a liberdade de expressão via Medida Provisória.

A MP foi apresentada na véspera dos atos antidemocráticos de 7 de setembro como uma resposta do governo à atuação das principais plataformas da internet. Tratou-se de um aceno à militância digital bolsonarista, que tem sido alvo de remoções nas redes sob acusação de propagar conteúdos falso.

A OAB encaminhou a Rodrigo Pacheco um parecer em que apontava a inconstitucionalidade da Medida Provisória que altera o Marco Civil da Internet, apelidada por oposicionistas de MP das Fake News.

Na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro minimizou a disseminação de notícias falsas e afirmou que a desinformação faz parte da vida das pessoas. Em cerimônia no Planalto que contou com as presenças das principais lideranças dos três poderes, incluído um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli , o presidente disse que a “fake  news morre por si só, não vai para frente”.

Ação foi comandada pela 8º Distrito Naval, em conjunto com PF e Receita Federal. A droga estava escondida em um navio graneleiro, em um dos terminais portuários.

A apreensão ocorreu durante a Operação Ágata Arco Sul-Sudeste, conduzida pelo Comando do 8° Distrito Naval, e ocorreu em conjunto com equipes da PF e da Receita Federal em um dos terminais portuários.

Durante as inspeções, os agentes descobriram que um navio graneleiro, que transportava um carregamento de açúcar, tinha escondido grandes porções de cocaína.

Diante da situação, os policiais passaram a cavar a carga, e após mais de 10h horas de busca, localizaram toda a droga espalhada pela carga. A cocaína estava armazenada em grandes bolsas. Os entorpecentes foram retirados e apreendidos, totalizando cerca de 155 kg.

O caso foi registrado na Delegacia Federal de Santos, onde será investigado. De acordo com a Polícia Federal, as equipes apuram como a droga foi colocada em meio a carga, qual o destinatário e quem é o dono.

Drogas estavam armazenadas em bolsas — Foto: Divulgação/Polícia FederalDrogas estavam armazenadas em bolsas — Foto: Divulgação/Polícia Federal

A rejeição ao governo Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu o pior patamar desde o início do mandato, segundo dados do instituto de pesquisas Datafolha divulgados nesta quinta-feira (16). Ao todo, 53% dos entrevistados consideram o trabalho do governo ruim ou péssimo.

A pesquisa, realizada entre os dias 13 e 15 de setembro, ouviu 3.667 pessoas com mais de 16 anos, em 190 cidades em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais positivos ou negativos.

A reprovação subiu de 51% na última pesquisa, realizada em julho, para os atuais 53%. A avaliação negativa de Bolsonaro segue em ritmo crescente nas pesquisas do instituto desde dezembro do ano passado.

A avaliação positiva de Bolsonaro também atingiu o seu pior patamar. O presidente é visto como bom ou ótimo por 22% dos entrevistados, contra 24% na avaliação anterior.

Esta é a primeira pesquisa realizada pelo Datafolha desde as manifestações do 7 de Setembro, em que o presidente ameaçou não cumprir mais ordens judiciais emitidas pelo ministro do Supremo Tribunal Eleitoral (STF) Alexandre de Moraes, o que aprofundou a crise institucional brasileira.

Por outro lado, o instituto ressalta que o posterior recuo presidencial, que dois dias depois do protesto publicou uma “declaração à nação” negando qualquer tentativa de ruptura com os outros Poderes, pouco influenciou na aprovação de Bolsonaro dentro da base de apoio do presidente.

Segundo o Datafolha, a avaliação negativa do governo só é melhor que a vista por Fernando Collor de Mello no terceiro ano de mandato. Collor atingiu 68% de rejeição neste momento como presidente.

Fernando Henrique Cardoso tinha 16% de avaliação negativa, enquanto Lula e Dilma eram vistos como ruins ou péssimos por 23% e 22%, respectivamente, no mesmo período em seus mandatos.

O país chega a 590.404 óbitos e a 21.218.350 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2. Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Sergipe não registraram nenhuma morte nas últimas 24 horas.

 

 O Brasil registrou 660 mortes por Covid e 115.814 casos, neste sábado (18). Com isso, o país chega a 590.404 óbitos e a 21.218.350 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2. Acre, Amapá, Rondônia, Roraima e Sergipe não registraram nenhuma morte nas últimas 24 horas.

São Paulo e Rio de Janeiro puxaram o número de casos para cima. Na quinta-feira (16) e nesta sexta (17), São Paulo incluiu milhares de casos represados de meses passados. Na quinta, foram 22.678 infecções e na sexta, 23.586.

Rio de Janeiro não divulgou os dados a tempo nesta sexta, e houve um grande salto entre os números de infecções de quinta para este sábado. Enquanto na quinta foram registrados 997 casos, neste sábado foram 105.700.

A média móvel de mortes permanece estável e agora é de 545 vidas perdidas por dia.

Mesmo com números inferiores aos muito elevados dados anteriores, o momento merece atenção e cuidado. O país já tem circulação comunitária da mais transmissível variante delta, que vem causando aumentos expressivos de casos em outros países.

Os dados do país, coletados até 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são recolhidas pelo consórcio de veículos de imprensa diariamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Os dados da vacinação contra a Covid-19, também coletados pelo consórcio, foram atualizados em 18 estados.

O Brasil registrou 980.443 doses de vacinas contra Covid-19, neste sábado. De acordo com dados das secretarias estaduais de Saúde, foram 312.423 primeiras doses e 635.565 segundas. Também foram registradas 4.245 doses únicas e 28.210 doses de reforço.

Ao todo, 141.453.669 pessoas receberam pelo menos a primeira dose de uma vacina contra a Covid no Brasil -75.882.582 delas já receberam a segunda dose do imunizante.

Somadas as doses únicas da vacina da Janssen contra a Covid, já são 80.054.632 pessoas com esquema vacinal completo no país.

Com isso, 89,81% da população com mais de 18 anos já recebeu ao menos uma dose (nesse caso, a 1ª dose de alguma vacina ou o imunizante de dose única) e 49,33% (também com mais de 18 anos) recebeu as duas doses recebidas ou a dose única da Janssen.

Mesmo quem completou o esquema vacinal com as duas doses deve manter cuidados básicos, como uso de máscara e distanciamento social, afirmam especialistas.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

Além de cargas, Estado quer viabilizar Transnordestina com transporte de passageiros

Sem alarde, o governador Paulo Câmara encaminhou um projeto de Lei que institui a Política Estadual de Transporte Ferroviário e o Sistema Estadual de Transporte Ferroviário, criando uma subsidiária no Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros para estimular o transporte de passageiros.
Nesta sexta-feira, o Ministro da Infraestrutura confirmou, em publicação no Diário Oficial da União, o recebimento do pedido do grupo mineiro Bemisa para tocar o ramal da Transnordestina para Suape. O processe segue em análise.

Mega-Sena: Duas apostas dividem prêmio de R$ 23,5 milhões

 

Duas apostas irão dividir o prêmio de R$ 23,5 milhões do concurso 2.410 da Mega-Sena, que teve suas dezenas sorteadas neste sábado (18), no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

Os vencedores são de Curitiba, no Paraná, e de São Paulo, SP.

Veja as dezenas sorteadas: 07 – 10 – 27 – 35 – 43 – 59.

A quina teve 93 apostas vencedoras; cada uma receberá R$ 31.102,36. A quadra teve 5.939 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 695,76.

Eventos festivos descumprem protocolos e são penalizados com multas em Carnaíba, no Sertão de Pernambuco

 Foto da festa desta sexta-feira (17) em Floresta:

O departamento de Vigilância em Saúde por meio da Vigilância Sanitária Municipal vem atuando de forma enérgica em relação aos eventos que descumprem os protocolos sanitários no território de Carnaíba, no Sertão de Pernambuco.

Nos últimos fins de semanas dois eventos festivos procuraram o setor de fiscalização sanitária para firmar um compromisso de realizar eventos seguindo os protocolos sanitários preconizados pelo decreto estadual n° 51.161/2021. No entanto, não cumpriram o acordo e foram penalizados com aplicação de multas, além de terem seus estabelecimentos interditados entre 30 e 60 dias, estando vetados de qualquer realização de novos eventos no território durante o período definido.

Nesta sexta-feira, 17 de setembro, foi emitido o novo decreto municipal n° 045/2021 juntamente com a portaria n° 238 que promovem instruções e restrições quanto aos eventos futuros que serão previamente autorizados pelo órgão fiscalizador da Vigilância Sanitária Municipal.

O objetivo é manter o controle e continuar a adotar medidas preventivas e de proteção a saúde pública, considerando que ainda vivenciamos período de pandemia.

Secretaria Municipal de Saúde.

Departamento de Vigilância em Saúde

 

Pernambuco tem atualmente 712 pessoas com sintomas sugestivos de Covid-19 internadas em leitos públicos (enfermaria e terapia intensiva) voltados à síndrome respiratória aguda grave (srag). Desse total, 98 casos são referentes à faixa etária pediátrica: até os 19 anos. Esse recorte da hospitalização, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), revela que, apesar de a maioria das crianças e adolescentes apresentar formas leves ou assintomáticas da Covid-19, eles não estão isentos de formas graves da infecção, como srag e a síndrome inflamatória multissistêmica. Assim, em meio à retirada da recomendação da aplicação da vacina contra Covid-19 para adolescentes, pelo Ministério da Saúde, autoridades sanitárias e entidades médicas felizmente não deixam de reconhecer que, para o controle da cadeia de transmissão da doença, é necessária uma ampla cobertura vacinal para todas as faixas etárias contempladas pelas vacinas licenciadas no Brasil.

Pernambuco mostra que se mantém firme na mobilização contra o coronavírus, sem deixar de dar continuidade à imunização dos adolescentes, de 12 a 17 anos, com e sem comorbidades. Os benefícios da vacinação de adolescentes superam (e muito) os riscos. A incidência de eventos adversos graves, como miocardite, é de 16 por milhão de pessoas que recebem duas doses da vacina. A própria Covid-19 pode causar danos cardíacos em adultos e adolescentes, com frequência mais elevada. Por isso, suspender a vacinação de adolescentes, neste momento, pode prejudicar o controle da pandemia no Brasil e mais ainda: gerar insegurança quanto ao uso dos imunizantes e consequentemente fazer cair, ainda mais, a taxa de cobertura vacinal para outras doenças.

Dessa forma, autoridades e especialistas esperam que o Ministério da Saúde reconsidere o posicionamento, especialmente considerando a inexistência de evidências científicas contrárias ao uso da Pfizer em adolescentes. Na sexta-feira (17), a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informou, inclusive, que a morte de uma adolescente de 16 anos, que morava em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, foi decorrente de uma doença autoimune. O óbito, que ocorreu no último dia 2 de setembro, foi um dos motivos que levaram o Ministério da Saúde a retirar a recomendação de aplicação de doses contra Covid-19 entre 12 e 17 anos. “A Secretaria de Estado da Saúde concluiu o diagnóstico de doença autoimune em adolescente de 16 anos, que havia sido vacinada contra covid-19 em São Bernardo do Campo e faleceu sete dias depois. As análises técnicas indicam que não é a vacina a causa provável do óbito, e sim a doença identificada com base no quadro clínico e em exames complementares, denominada púrpura trombótica trombocitopênica (PPT)”, diz a nota da secretaria. A investigação considerou análise feita por 70 pesquisadores.

 

 

Brasileira é encontrada morta na fronteira dos EUA

Lenilda dos Santos, 49 anos, era enfermeira e queria trabalhar nos EUA para quitar dívidas; corpo foi achado em um deserto no Novo México.

Desde 5 de setembro, a mulher estava com três amigos e um coiote mexicano na travessia do México para os Estados Unidos, onde tentaria entrar sem o visto. (Foto: reprodução)

Uma enfermeira brasileira de 49 anos morreu na fronteira do México com os Estados Unidos após ser abandonada pelo grupo que tentava entrar no país americano. O corpo de Lenilda dos Santos foi encontrado na quarta (15/9). O último contato dela com a família aconteceu no dia 7 de setembro.

As informações são do jornal Folha de S. Paulo e do jornal O Globo. A enfermeira foi achada sem vida em uma área de deserto na cidade de Deming, no estado americano do Novo México. O município fica próximo ao México.

De acordo com relatos de familiares ao jornal, Lenilda enviou uma mensagem de voz pelo celular para seu irmão por volta das 15h25 de 7 de setembro, na qual dizia: “Eu dormi aqui, eu não aguentei, eu tô sozinha. Mas eles estão vindo me buscar. Eu tô chegando, falta um pouquinho só para eu chegar. Eu não aguentei”.

Em outro áudio, explicou que estava com sede e pedia que o irmão falasse com os amigos dela a fim de que levassem água para ela. “Eu esperei até 11 horas, mas ninguém veio. Eu peguei e saí do lugar”, disse. “Eu estou escondida. Manda ela trazer uma água para mim, porque não estou aguentando de sede.”

Desde 5 de setembro, a mulher estava com três amigos e um coiote mexicano na travessia do México para os Estados Unidos, onde tentaria entrar sem o visto.

O irmão da enfermeira, o pecuarista Leci Pereira, relatou que Lenilda foi abandonada pelo grupo porque passou mal durante a caminhada. “Largaram ela para trás. São pessoas que foram criadas junto com a gente, que conhecemos há mais de 30 anos. Ela confiou que eles iam voltar para buscá-la”, assinalou.

Segundo o irmão contou para a Folha, Lenilda trabalhava em dois empregos como enfermeira, mas tinha dívidas que não conseguia pagar. Ela já havia morado nos EUA em 2004, e decidiu voltar ao país para conseguir um emprego para ganhar em dólar, com a intenção de quitar os débitos.