O suspeito de cometer o assassinato é o secretário Jorge Marra, de 60 anos, irmão do atual prefeito e candidato à reeleição, Deiró Marra (DEM).

O ex-presidente da Câmara Municipal de Patrocínio e pré-candidato a vereador Cassio Remis, de 37 anos, foi morto na tarde desta quinta-feira (24) em frente à Secretaria de Obras da cidade. O suspeito de cometer o assassinato é o secretário Jorge Marra, de 60 anos, irmão do atual prefeito e candidato à reeleição, Deiró Marra (DEM).

Segundo o Tenente Coronel Salomão Queirós, da Polícia Militar de Patrocínio, antes do assassinato, o pré-candidato pelo PSDB estava fazendo uma transmissão em suas redes sociais na Avenida João Alves do Nascimento, quando foi interrompido pelo secretário que tomou seu aparelho celular. Em seguida, o suspeito saiu do local e foi para a secretaria.

Em outro vídeo que está circulando pela internet é possível ver que Marra quase atropelou a vítima quando ele tentou reaver o telefone. Em seguida, segundo a polícia, Remis atrás do secretário para tentar novamente pegar o telefone. De acordo com a polícia, os dois locais ficam a uma distância de aproximadamente dois quilômetros.

Em frente à secretaria, eles tornaram a brigar e o autor sacou a arma e disparou na cabeça de Remis, que morreu no local. Houve uma concentração de populares e famíliares até a chegada da polícia, que isolou o espaço. O corpo foi periciado e levado para o Instituto Médico Legal de Patrocínio.

O suspeito de autoria do crime fugiu em uma caminhonete branca e a polícia segue em rastreamento pela região.

A denúncia

A vítima denunciava um suposto uso irregular de funcionários da prefeitura na construção de uma calçada na cidade do Triângulo Mineiro. Segundo a PM, a Avenida passa por uma revitalização. No final da transmissão ele diz: “Agora eu pergunto para vocês moradores dessa avenida, quantos de vocês tiveram a condição de ter esse asfaltamento aqui. Ninguém. Aqui, agora chegando o secretário para me agredir.” Em seguida, o vídeo foi cortado.

Imunização em dezembro só é possível com resultados da fase 3, dizem cientistas

No entanto ainda não está claro es o imunizante será eficaz em impedir a transmissão e a infecção pelo vírus ou apenas dirimir as manifestações mais severas da Covid-19 no organismo.

Casos de reinfecção de Covid-19 também foram reportados recentemente, mesmo com uma aparente produção de anticorpos após o primeiro contágio. (Foto: Reprodução)

 O governador João Doria (PSDB) anunciou na quarta-feira (23) que a imunização dos primeiros grupos de profissionais de saúde do estado de São Paulo contra o coronavírus deve ocorrer na segunda quinzena de dezembro.

No entanto ainda não está claro es o imunizante será eficaz em impedir a transmissão e a infecção pelo vírus ou apenas dirimir as manifestações mais severas da Covid-19 no organismo.

Chamada de CoronaVac, a vacina chinesa está atualmente na fase 3 de testes clínicos, a qual inclui cerca de 9.000 voluntários no Brasil. Também na última quarta, a Anvisa aprovou a expansão do número de voluntários no país para 13 mil.

Para especialistas ouvidos pela reportagem, somente após os resultados dessa etapa é possível falar em eficácia da vacina.

Denise Garrett, epidemiologista especialista em saúde pública e vice-presidente do Sabin Vaccine, explica que ainda não é possível saber qual será o resultado das vacinas em desenvolvimento antes da conclusão dos ensaios de fase 3.

Até o momento, estudos das fases pré-clínica da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca não impediram a replicação viral do Sars-CoV-2 em macacos rhesus, apenas a manifestação da doença pulmonar.

Em relação à Sinovac, ainda não se divulgaram dados a respeito da prevenção da infecção, apenas de produção de anticorpos por parte dos indivíduos imunizados nas fases 1 e 2 de ensaios clínicos.

“Quando há o anúncio de 98% de eficiência [como afirmou Doria sobre a CoronaVac] assume-se que a vacina garante uma proteção de 98%. Mas isso não tem absolutamente nada a ver com proteção. Eficiência de uma vacina nesta fase significa soroconversão, ou seja, induzir à produção de anticorpos. A eficácia de uma vacina só é observada após os resultados completos da fase 3.”

Segundo a Organização Mundial da Saúde, para garantir proteção à população, uma vacina contra a Covid-19 deve ter uma eficácia mínima de 50%, com não menos que 30% em seu limite inferior.

A eficácia de uma vacina também não é igual em todas as populações. Diferenças genéticas entre etnias e populações parecem influenciar respostas imunes distintas, explica Renato Astray, farmacêutico e pesquisador em virologia no Laboratório Multipropósitos do Instituto Butantan.

“No Brasil temos a vantagem de ser um povo com muita miscigenação, então pode ser que essas diferenças sejam menores. Mas eu acredito que a resposta dos povos indígenas à vacinação terá uma diferença em relação às outras etnias.”

O epidemiologista e autoridade em saúde pública em Hong Kong Gabriel Leung publicou recentemente uma carta na revista científica The Lancet, uma das mais prestigiadas da área, em que faz um alerta àqueles que aguardam um “retorno à normalidade” após uma vacina da Covid-19 se mostrar eficaz.

Ele cita que os camelos infectados com o vírus da Mers, um coronavírus relacionado ao Sars-CoV-2, embora apresentem taxa elevada de soroconversão (acima de 90%), não são imunes à reinfecção. Casos de reinfecção de Covid-19 também foram reportados recentemente, mesmo com uma aparente produção de anticorpos após o primeiro contágio.

Para Leung, exceto pela vacina da empresa norte-americana Novavax, nenhuma das outras vacinas atualmente na terceira fase de ensaios clínicos parece prover imunidade esterilizante, isto é, proteção total da infecção propriamente dita, apesar de reduzirem a severidade da doença.

Em relação à promessa de uma vacinação em dezembro, Garrett menciona um compromisso assumido pelas empresas farmacêuticas envolvidas com a produção de vacinas nos EUA de priorizarem a ciência e não solicitarem o uso emergencial das suas vacinas antes de completada a fase 3.

Ela vê com preocupação a pressão de políticos para uma imunização sem garantia da eficácia e segurança da vacina. “O problema é que, com essa tendência de aprovação de uso emergencial, porque todos estão com pressa, não há como determinar com o rigor científico necessário a eficácia e segurança da vacina.”

A médica afirma ainda que a taxa de soroconversão nos voluntários testados não é o único parâmetro para o estudo de uma vacina.

“Mesmo com uma boa resposta imunológica nos voluntários nas fases 1 e 2, é só na fase 3 que podemos avaliar se a vacina está conferindo proteção. Para chegarmos à essa conclusão, precisamos de um número mínimo de infecções no grupo recebendo a vacina e no grupo placebo.”

 

“Ainda assim, quando interrompemos uma fase 3 muito cedo, pegamos atalhos em relação à investigação de segurança da vacina.”

O Brasil é um dos países mais atrativos no momento para testar vacinas na fase 3 de ensaios clínicos, uma vez que a taxa de contágio do coronavírus continua elevada no país.
A vacina da Sinovac recebeu a aprovação do governo chinês, no final do último mês, para uso emergencial no país em profissionais de saúde.

 

 

 

 

 

 

 

Governo Bolsonaro tem aprovação de 40% e reprovação de 29%, diz pesquisa Ibope

Levantamento encomendado pela CNI foi feito de 17 a 20 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios. Na pesquisa anterior, aprovação era de 29%, e reprovação, de 38%.

G1

Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (24) mostra os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo do presidente Jair Bolsonaro:

Ótimo/bom: 40%; Regular: 29%; Ruim/péssimo: 29%; Não sabe/não respondeu: 2%.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 17 e 20 de setembro e ouviu 2 mil pessoas em 127 municípios.

Ainda segundo a pesquisa, o índice de confiança em Jair Bolsonaro é de 46%. Outros 51% afirmam que não confiam no presidente. Entre os entrevistados, 3% não souberam ou não quiseram responder.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e, a confiança, de 95%.

A última pesquisa divulgada pelo Ibope e também encomendada pela CNI sobre a aprovação do presidente foi feita em dezembro de 2019.

Os números levantados na época foram: Ótimo/bom: 29%; Regular: 31%; Ruim/péssimo: 38%; Não sabe/não respondeu: 3%.

Expectativa da população

A nova sondagem também considerou a expectativa da população sobre o governo. Os resultados apontam que 36% acreditam que os próximos anos de mandato de Bolsonaro serão ótimos ou bons.

Outros 30% disseram que serão ruins ou péssimos. Para 29%, os próximos anos serão regulares. Os três percentuais variaram dentro da margem de erro.

Forma de governar

Um dos aspectos pesquisados diz respeito à aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. Sobre este quesito, os resultados foram:

Aprova: 50%; Desaprova: 45%; Não sabe, ou não respondeu: 5%.

No levantamento anterior, 41% dos entrevistados aprovavam a maneira de governar de Bolsonaro, 53% desaprovavam e 5% não souberam ou não responderam.

Setores do governo

A pesquisa avaliou ainda a percepção da população a respeito de áreas do governo:

Segurança pública – Aprova: 51%; Reprova: 45%; Não sabe/não respondeu: 3%.

Combate à fome e à pobreza – Aprova: 48%; Reprova: 49%; Não sabe/não respondeu: 3%

Meio ambiente – Aprova: 37%; Reprova: 57%; Não sabe/não respondeu: 6%.

Saúde – Aprova: 43%; Reprova: 55%; Não sabe/não respondeu: 2%.

Educação – Aprova: 44%; Reprova: 52%; Não sabe/não respondeu: 3%

Combate ao desemprego – Aprova: 37%; Reprova: 60%; Não sabe/não respondeu: 3%

Combate à inflação – Aprova: 38%; Reprova: 56%; Não sabe/não respondeu: 6%

Taxa de juros – Aprova: 30%; Reprova: 64%; Não sabe/não respondeu: 7%

Impostos – Aprova: 28%; Reprova: 67%; Não sabe/não respondeu: 5%

Outros temas

O Ibope também perguntou aos entrevistados sobre a percepção do noticiário em relação ao governo Jair Bolsonaro. Na pesquisa, 20% avaliam que as notícias recentes sobre o governo são mais favoráveis, e 43%, que são mais desfavoráveis.

Outros 25% consideram que as notícias não são nem favoráveis, nem desfavoráveis, e 12% não sabem ou não quiseram opinar.

A pesquisa também pediu uma comparação entre o governo atual e o governo anterior, do presidente Michel Temer (MDB). Dos entrevistados, 49% consideram o governo Bolsonaro melhor que o antecessor, 26% consideram igual e 21% consideram o atual governo pior. 4% não souberam ou não quiseram opinar.

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