Analistas que acompanham com lupa o comportamento do consumo afirmam que, com a redução do auxílio emergencial de R$ 600 para R$ 300 — a primeira de quatro parcelas começa a ser paga em 17 de setembro —, as famílias mais pobres terão de escolher entre colocar comida na mesa ou botar crédito no celular. 

“Trata-se de uma escolha cruel”, diz um economista que está esmiuçando os dados de inflação. Ele assegura que os preços dos alimentos continuarão subindo, pois se trata de um movimento mundial. Quase todos os países estão sofrendo com a carestia da comida. 

Outro especialista ressalta que, nos segmentos em que o consumo está fraco, os preços estão em queda. A inflação do setor de serviços, por exemplo, está rodando a uma taxa anual de 0,9%. Na educação, houve recuo de 3,5%. 

“Isso estaria acontecendo com os preços dos alimentos se o consumo não tivesse aumentado tanto e o mundo não estivesse comprando tanta comida. Foi o que restou à população mais pobre, a mais afetada pela pandemia da covid-19”, acrescenta esse economista. 

Entre as famílias mais pobres, na média, 80% dos recursos disponíveis vão para a compra de alimentos. O auxílio emergencial de R$ 600, em muitos casos, era maior do que a renda tradicional perdida por causa do novo coronavírus. Deu para acomodar a alta dos alimentos e os gastos com serviços.

Com os R$ 300, no entanto, isso não será possível. No caso, então, das mães solteiras, entre as quais o benefício emergencial recuará de R$ 1.200 para R$ 600, a situação vai apertar muito.  “Mesmo com a ajuda do governo mantida até o fim do ano, o sufoco será grande. De um mês para o outro, a renda disponível despencará 50%”, frisa um terceiro economista. 

O quadro não seria tão dramático se o país estivesse gerando empregos. Mas não é o que estamos vendo. Todas as projeções apontam que a taxa de desocupação, que está em 13,3%, continuará aumentando, passando de 15% na virada do ano. A renda disponível no país como um todo encolheu e não retornará aos níveis pré-crise tão cedo.

Eventos em massa ainda sem previsão em Pernambuco

Perspectiva inclui eventos abertos ou fechados que gerem aglomeração. (Foto: Peu Ricardo/Arquivo DP)

Depois da liberação dos eventos corporativos na etapa oito do plano de flexibilização das atividades econômicas em Pernambuco, os eventos sociais e culturais estão previstos para serem retomados na etapa nove. Inicialmente, eles seguem as mesmas regras dos corporativos, com capacidade limitada a 100 pessoas ou 30% do espaço. Na etapa 10, está prevista a ampliação da capacidade para 300 pessoas ou 50% do estabelecimento. Porém, eventos maiores ainda não têm previsão para liberação em Pernambuco.

“Colocamos cada atividade para funcionar dentro dos novos protocolos e analisamos os dados que trazem para a pandemia. Quando chegar na etapa 10 e todas as atividades tiverem voltado, vamos para a etapa 11, que será o nosso novo normal. Vamos continuar avaliando semanalmente e estudando possibilidades de ampliação de horário e capacidade, mas dentro de um cenário de pandemia ativa e vamos ter que aprender a conviver com o coronavírus”, disse Bruno Schwambach, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco.

Porém, segundo André Longo, secretário de Saúde de Pernambuco, ainda é cedo para falar em eventos de massa. “Sejam eventos ou fechados com grande público, a gente precisa ainda evoluir no tempo com as atividades iniciadas para vencer as etapas para continuar dar passos adiante”, conclui

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