A percepção da inteligência do ocupante da Presidência pelo eleitorado foi pesquisada em mandatos anteriores pelo instituto.

A maioria considera o presidente despreparado para o cargo (58%), autoritário (64%), incompetente (52%) e indeciso (53%). (Foto: Reprodução)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A maioria da população considera o presidente Jair Bolsonaro pouco inteligente e tem avaliação negativa sobre outras características pessoais dele, segundo pesquisa do Datafolha.

De acordo com pesquisa do instituto feita terça (23) e quarta-feira (24), 54% dos entrevistados dizem que ele é “pouco inteligente”, ante 40% que o consideram “muito inteligente”. Não souberam responder 6%.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 2.016 pessoas de todo o país por telefone, modelo que evita o contato pessoal entre pesquisadores e entrevistados e exige questionários mais rápidos.

Os números mostram uma inversão das taxas em relação à ocasião anterior em que essa pergunta foi feita, em abril do ano passado, quando o presidente estava apenas em seu quarto mês de mandato.

Naquela pesquisa, 58% disseram achar o presidente muito inteligente, ante 39% com avaliação oposta.

A percepção da inteligência do ocupante da Presidência pelo eleitorado foi pesquisada em mandatos anteriores pelo instituto. Os outros dois presidentes eleitos antes de Bolsonaro, os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, não tiveram maioria questionando sua inteligência.

A porcentagem dos que avaliavam Lula como muito inteligente esteve entre 52% e 69% em pesquisas feitas de 2003 a 2006. Em relação a Dilma, o índice de quem a considerava muito inteligente variou de 66% a 85% de 2011 a 2015.

Após a publicação da pesquisa feita em abril do ano passado, Bolsonaro ironizou o questionamento sobre a percepção da inteligência pelo eleitorado e a comparação com os resultados obtidos pelos petistas. “Kkkkkkkk”, escreveu ele em rede social.
A má avaliação de Bolsonaro nesse quesito piora ainda mais em alguns recortes da população que se mostram refratários à figura do presidente. Um dos destaques é a visão crítica a ele dos jovens de 16 a 24 anos: 67% o veem como pouco inteligente. Entre eleitores com curso superior, grupo hoje distante do presidente, embora o avaliasse bem antigamente, 61% desconfiam da inteligência do mandatário.

No outro campo, a imagem presidencial é bem vista nesse item entre eleitores do Sul do país, que desde a época da campanha eleitoral constituem uma das bases do bolsonarismo. Na região, 48% o veem como muito inteligente, taxa que cai para 35% entre entrevistados do Nordeste.

A taxa pró-Bolsonaro vai a 65% ao se levar em conta apenas entrevistados que afirmam que estão “vivendo normalmente” durante a pandemia da Covid-19, sem evitar sair de casa nem se isolar.

A pesquisa mais recente do Datafolha mostrou que o presidente permanece com avaliação positiva de cerca de um terço do eleitorado. Consideram seu governo ótimo ou bom 32% dos entrevistados, ante 44% que o consideram ruim ou péssimo. A tendência desde o ano passado é de um aumento da rejeição.

Na mesma pesquisa desta semana, o Datafolha também questionou os entrevistados sobre outras características pessoais de Bolsonaro. Nas oito perguntas dessa série, a avaliação negativa foi preponderante.

A maioria considera o presidente despreparado para o cargo (58%), autoritário (64%), incompetente (52%) e indeciso (53%). Para 58%, ele respeita mais os ricos, ante 18% que acham que respeita mais os pobres.

A favor de Bolsonaro, está a imagem de honestidade. Para 48%, ele é honesto –outros 40% o consideram desonesto. No quesito sinceridade, há empate técnico: 48% o consideram sincero, enquanto 46% entendem que ele é falso.

Wassef fala e diz que escondeu Queiroz para proteger Bolsonaro 

wassef

Advogado que escondeu Fabrício Queiroz em Guarujá (SP) e Atibaia (SP) tenta emplacar mais uma versão: a de que haveria um mirabolante plano para matar Queiroz e culpar Bolsonaro.

 O advogado Frederick Wassef afirmou que escondeu Fabrício Queiroz para proteger a família Bolsonaro. De acordo com defensor, haveria um mirabolante plano para matar o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e culpar o clã presidencial. Uma eventual morte de Queiroz seria interpretada como uma queima de arquivo, já que ele está envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro na Assembleia Legislativa do Rio, onde trabalhava para o parlamentar. “Naquele momento, meu entendimento é que eu queria evitar que Fabrício Queiroz fosse executado em uma simulação qualquer ou mesmo que sumissem com o seu cadáver”, disse, sem apresentar qualquer evidência ou indícios que sustente sua afirmação. A entrevista foi concedida à Veja.

De acordo com o advogado, o seu objetivo “era preservar aquela vida para que ela pudesse servir ao Poder Judiciário do Rio de Janeiro, ao Ministério Público e aos meus interesses enquanto advogado do senador Flávio Bolsonaro. É o mais absoluto, perfeito e regular exercício da advocacia”.

“No dia da prisão, eu telefonei para o presidente Bolsonaro, ele me atendeu. Eu pedi muitas desculpas. Falei: ‘Presidente, não tenho como te explicar agora por telefone. Eu estou muito triste por tudo o que aconteceu, eu lhe peço desculpas por ter omitido isso’”, continuou.

“Ele ficou bastante descontente com a minha atitude. Pedi desculpas. Não podia falar mais, me estender mais. Falei que em algum momento ia explicar toda a história. Quando ocorreu a prisão do Fabrício Queiroz, entendi o que ia acontecer na minha vida. Entendi que ia virar alvo de todos os inimigos do governo, do presidente Bolsonaro, de toda a esquerda. Eu sabia que eu seria usado pelos inimigos para atacar o presidente Bolsonaro. Então decidi deixar o caso. O Flávio insistiu para que eu não deixasse, mas eu disse que se eu continuasse, iria prejudicá-los”, acrescentou.

O defensor disse não ter visto “provas contundentes” no caso Queiroz. “Eu não vi elementos para oferecimento de denúncia, eu não vi nada de crime ali. Para cada ato que dizem que é crime, eu tenho dez para dizer que não é. Movimentação financeira atípica não é crime, tudo o que falaram do Flávio Bolsonaro não é crime”.

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