A Band orientou suas emissoras de rádio e TV a não transmitirem mais declarações ao vivo feitas por Bolsonaro. De acordo com informações de colunista Mônica Bergamo, os palavrões ditos pelo presidente motivaram a decisão.

Ainda segundo a colunista, o Grupo Bandeirantes considera ofensa e desrespeito ao público o ato de proferir palavrões, mas garante que a cobertura das esquipes continuará a ser feita normalmente, sem prejuízo da informação.

A decisão da Band acontece após algumas declarações com palavreado pejorativo que Bolsonaro fez nesta semana, a exemplo do “Acabou, porra!” que ele disse na última quinta-feira enquanto comentava as operações da Polícia Federal determinadas pelo STF no inquérito das fake news.

País continua dividido sobre renúncia e impeachment, indica pesquisa

As possibilidades de impeachment e de renúncia do presidente Jair Bolsonaro continuam dividindo a população praticamente ao meio, de acordo com a mais recente pesquisa Datafolha.

Opiniões favoráveis ao presidente, porém, estão numericamente um pouco à frente em relação a essas duas hipóteses.

Quanto ao afastamento via Congresso, os números tiveram pequena oscilação em relação aos levantados em pesquisa anterior do instituto, no fim de abril.

Disseram que o Congresso não deve abrir processo para afastar o presidente 50% dos entrevistados, dois pontos percentuais acima da taxa obtida na pesquisa de abril. Para 46%, o Legislativo deveria dar início ao processo –eram 45% há um mês.

Essas variações estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O Datafolha ouviu 2.069 pessoas em todos os estados do país na segunda (25) e terça-feira (26).

Em relação à renúncia, 50% acreditam que o presidente não deve renunciar, mesmo índice da pesquisa anterior.

A taxa de quem defende a renúncia de Bolsonaro atingiu agora seu índice mais alto na sequência de pesquisas –48%–, mas variou dentro da margem de erro. No fim de abril, eram 46%, e há dois meses, 37%.

As discussões sobre o afastamento do presidente via processo no Congresso ou renúncia cresceram nos últimos meses com a crise política impulsionada pelo novo coronavírus.

Grupos políticos que até então hesitavam em pedir a saída de Bolsonaro, como o PT, passaram a aderir a esses pedidos.

Estimularam esse debate fatores como as declarações do presidente minimizando a pandemia e sua presença em manifestações pedindo golpe militar.

Segundo o Datafolha, tanto no questionamento sobre impeachment quanto no relacionado à renúncia, recortes mostram que a rejeição a Bolsonaro cresce entre mulheres, entrevistados com ensino superior e jovens de 16 a 24 anos.

Esses segmentos da população também tendem a desaprovar mais a gestão de Bolsonaro na Presidência. Entre a população em geral, 43% consideram seu governo ruim ou péssimo, 33% acham ótimo ou bom e outros 22% o classificam como regular.

Entrevistados que defendem o “lockdown” (fechamento total das cidades para evitar a propagação do novo coronavírus), o apoio à renúncia vai a 61%.
No recorte regional, a taxa favorável à abertura do impeachment sobe para 54% no Nordeste e cai para 38% no Sul.

Entre os grupos que mais se opõem à saída de Bolsonaro do cargo estão entrevistados do sexo masculino e aposentados, no qual o apoio ao processo de impeachment é de 36%.

Os contrários ao “lockdown” somam rejeição de 75% à abertura do processo no Congresso. Entre eleitores que declaram ter votado em Bolsonaro no 2º turno em 2018, só 21% apoiam o processo de afastamento e 22% a renúncia.

 

Sede da PGR em Brasília é pichada como ‘Procuradoria-Geral do Bolsonaro’

Bolsonaro afirmou que Aras, hoje responsável por investigações com potencial de atingir o presidente, é um nome forte a ser indicado por ele para uma possível terceira vaga ao STF.

Na placa de identificação do edifício, era possível ler “Procuradoria-Geral do Bolsonaro”. O sobrenome do presidente Jair Bolsonaro foi escrito acima da palavra “República” no letreiro. A pichação foi apagada pela manhã. (Foto: Reprodução/Redes Sociais)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Em protesto contra o o chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República), Augusto Aras, a sede do órgão foi alvo de pichação na madrugada deste sábado (30).

Na placa de identificação do edifício, era possível ler “Procuradoria-Geral do Bolsonaro”. O sobrenome do presidente Jair Bolsonaro foi escrito acima da palavra “República” no letreiro. A pichação foi apagada pela manhã.

“A Procuradoria-Geral da República repudia o ato de vandalismo contra sua sede, que já se encontra em investigação para responsabilização civil e criminal quanto ao ato que danificou patrimônio público”, afirmou a PGR em nota.

“As medidas de reforço na segurança das unidades de todo o país serão tomadas com a maior rapidez possível; bem como as demais medidas administrativas que se fizerem necessárias”, completou.

Na quinta-feira (28), Bolsonaro afirmou que Aras, hoje responsável por investigações com potencial de atingir o presidente, é um nome forte a ser indicado por ele para uma possível terceira vaga ao STF (Supremo Tribunal Federal).

O chefe da PGR tem recebido críticas por uma atuação alinhada ao governo Bolsonaro.

Os ministros Celso de Mello e Marco Aurélio terão aposentadoria compulsória na corte no atual mandato de Bolsonaro (2019-2022) e devem ser substituídos por nomes indicados pelo atual presidente –em novembro deste ano e em 2021, respectivamente.

Uma terceira vaga para indicação de Bolsonaro surgiria no caso de reeleição dele, de saída não programada de algum integrante da corte ou de morte, por exemplo. Bolsonaro descartou a indicação de Aras para uma das duas primeiras vagas, mas acenou para ele como uma possibilidade futura.

Ainda na quinta, cerca de 600 integrantes do Ministério Público Federal pediram que o Congresso encaminhe uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que obrigue o presidente da República a escolher para a chefia da Procuradoria um nome a partir de uma lista tríplice escolhida em votação pela categoria.

No ano passado, Bolsonaro escolheu Aras para o cargo de procurador-geral. O nome dele não estava na lista tríplice enviada pela ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República).

Nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB), a lista enviada pela ANPR foi respeitada.

O ato contra a PGR ocorre em um momento em que a relação de Aras e Bolsonaro é contestada.

O presidente é investigado por suspeita de ter tentado interferir indevidamente na Polícia Federal, acusação feita pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro.

Em meio ao avanço das investigações, o presidente fez uma visita surpresa ao chefe da Procuradoria, o que foi visto como um ato de pressão sobre Aras.

Aras se manifestou na quinta-feira contra a apreensão do celular do presidente solicitada por partidos de oposição neste inquérito.

Último sorteio de maio da Mega Sena pagará R$ 38 milhões 

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Para quem sonha em ficar milionário, essa será a última oportunidade do mês para apostar na sorte grande. A Mega Sena realiza hoje, por volta de 20h, o último concurso de maio. O prêmio não é nada modesto: a aposta que conseguir acertar as 6 dezenas sorteadas levará cerca de R$ 38 milhões.

As apostas poderão ser feitas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer casa lotérica ou pela internet, através do serviço de internet banking da Caixa.

O sorteio das dezenas premiadas será efetuado no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo, situado no terminal rodoviário do Tietê. Para quem quiser acompanhar ao vivo, a Caixa transmitirá a rolagem das bolinhas em suas redes sociais.

Concurso anterior

Confira as dezenas que foram sorteadas no concurso anterior, que não teve ganhadores:

14 – 20 – 23 – 39 – 46 – 50

Chance

Para quem sonha em ganhar gastando pouco, cada bilhete com 6 dezenas custa R$ 4,50. É possível fazer jogos de até 15 dezenas, o que aumenta exponencialmente a chance de vencer, mas o preço é salgado: um jogo de 15 dezenas custa R$ 17.517,50.

Para quem quer jogar na sorte sem escolher números, a Caixa disponibiliza a possibilidade de aposta randômicas, sorteadas por computador. A chance de vencer é a mesma: para cada bilhete de 6 dezenas, a probabilidade de acerto é de uma em 50,06 milhões.

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