Segundo VEJA, a decisão faz parte de uma política de cortes de gastos, e a emissora deve fazer outros cortes nos próximos dias.

Zeca Camargo na cozinha do ‘É de Casa’, matinal de sábado da TV Globo. (Foto: Renato Rocha Miranda/TV Globo)

A Globo divulgou nesta quarta-feira (27) que Zeca Camargo não faz mais parte do quadro de funcionários da emissora. Em nota a empresa falou sobre o desligamento do jornalista, que deixa a empresa após 24 anos de contrato.

Segundo VEJA, a decisão faz parte de uma política de cortes de gastos, e a emissora deve fazer outros cortes nos próximos dias. Zeca apresentou programas como o Fantástico, o extinto Vídeo Show e também entrevistou celebridades como Paul MacCartney e Mick Jagger. Sua última atuação foi no É de Casa.

Confira a nota da Globo sobre a decisão:

Após 24 anos de uma trajetória conjunta, marcada por uma parceria de muito respeito e sucesso, o apresentador Zeca Camargo se despede da Globo.

Profissional multitalentoso, Zeca chegou à emissora em 1996 como apresentador e coordenador de projetos e novos formatos do Fantástico. No programa, foi responsável pela criação de diversas séries e comandou entrevistas com grandes artistas internacionais como Paul McCartney, Mick Jagger, Madonna e Lady Gaga. Levou sua paixão por viajar para o dominical nas centenas de viagens que fez através das séries ‘Aqui se Fala Português’ (1998), ‘A Fantástica Volta ao Mundo’ (2004), entre outras. Coube a Zeca também a apresentação do primeiro reality do país, ‘No Limite’, lançado em 2000. No gênero, ele comandou ainda ‘O Jogo’ e ‘Hipertensão’. Em 2013, Zeca deixou o Fantástico e partiu de vez para o entretenimento, quando assumiu a apresentação da nova fase do ‘Vídeo Show’. E em 2015 se juntou ao time de apresentadores do ‘É de Casa’, matinal que apresentou até o começo de maio, antes de sair de férias.

Aras pede a Fachin para suspender tramitação do inquérito das fake news

O pedido foi feito nesta quarta-feira (27), após a divulgação da operação da Polícia Federal que mira um suposto esquema criminoso que divulga fake news.

Aras disse que a Procuradoria-Geral da República foi “surpreendida” com as ações realizadas hoje “sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão de persecução penal”. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo)

O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão do inquérito da fake news.

O pedido foi feito nesta quarta-feira (27), após a divulgação da operação da Polícia Federal que mira um suposto esquema criminoso que divulga fake news.

Aras disse que a Procuradoria-Geral da República foi “surpreendida” com as ações realizadas hoje “sem a participação, supervisão ou anuência prévia do órgão de persecução penal” e disse que isso “reforça a necessidade de se conferir segurança jurídica” ao inquérito, “com a preservação das prerrogativas institucionais do Ministério Público de garantias fundamentais, evitando-se diligências desnecessárias, que possam eventualmente trazer constrangimentos desproporcionais”.

Segundo o blog apurou, Aras fez o pedido em uma ação do partido Rede que questiona o inquérito. O ministro Fachin é o relator dessa ação.

No pedido, o procurador cita uma manifestação feita por ele mesmo no inquérito, no último dia 19, ao ser informado sobre a possibilidade das ações autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes e realizadas hoje. E argumenta não ver crime nos posts em redes sociais dos alvos da operação, considerando “desproporcionais” as medidas de bloqueio das contas em redes sociais.

“A leitura dessas manifestações demonstra, a despeito de seu conteúdo incisivo em alguns casos, serem inconfundíveis com a prática de calúnias, injúrias ou difamações contra os membros do STF. Em realidade, representam a divulgação de opiniões e visões de mundo, protegidas pela liberdade de expressão”, diz Aras.

“Na medida em que as manifestações feitas em redes sociais atribuídas aos investigados inserem-se na categoria de crítica legítima – conquanto dura –, ao ver deste órgão ministerial são desproporcionais as medidas de bloqueio das contas vinculadas aos investigados nas redes sociais.”

Inquérito das fake news

Em março de 2019, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, abriu inquérito criminal para investigar “notícias fraudulentas”, ofensas e ameaças que “atingem a honorabilidade e a segurança” da Corte, os ministros e seus familiares. O ministro Alexandre de Moraes foi nomeado relator do caso.

Em meio a questionamentos sobre a abertura do inquérito, com críticas que partiram inclusive da então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e de membros do próprio STF, as investigações já duram mais de um ano.

Na ocasião, em outubro de 2019, Augusto Aras disse não ver ilegalidade no caso e defendeu que a procuradoria deve participar das investigações.

Nesta quarta-feira (27), a Polícia Federal (PF) cumpriu 29 mandados de busca e apreensão como parte do inquérito. Entre os alvos, há nomes ligados ao presidente Jair Bolsonaro, incluindo políticos, empresários e blogueiros.

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