“Testes, testes, testes.” Assim, com a repetição de três pequenas palavras, como um refrão, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), o etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, resumiu a postura mais adequada para combater a pandemia de Covid-19 — de mãos dadas com o distanciamento social, impositivo e inegociável. Os testes são vitais para quebrar as cadeias de transmissão, ao separar saudáveis de enfermos, e para organizar o fluxo nos hospitais. Não por acaso, em gesto louvável, a mineradora Vale fechou a compra de 5 milhões de kits chineses, que apontam positivo ou negativo a partir da detecção de anticorpos, para doá-los ao governo brasileiro.

Uma startup de Curitiba, a Hi Technologies, desenvolveu um equipamento que oferece respostas em até quinze minutos — que em breve começará a chegar às farmácias e aos serviços de saúde. Testar, testar e testar é, enfim, o primeiro passo do mais extraordinário movimento científico e médico de toda uma geração, na luta contra uma doença respiratória que, até a quinta-feira 26, tinha acometido mais de 520 000 pessoas no mundo inteiro, com mais de 20 000 mortes, das quais 77 no Brasil.

A corrida global, para além do compulsório diagnóstico dos doentes, tem duas frentes: a busca por uma vacina e, enquanto ela não surge, o aperfeiçoamento de tratamentos já existentes e a criação de outros remédios. É uma engrenagem emocionante e bilionária (apenas na primeira semana de março, os fundos globais para pesquisa e desenvolvimento de crises arrecadaram 3,5 bilhões de euros, o equivalente a 19 bilhões de reais). A OMS formou um grupo de trabalho global, adequadamente batizado de “Solidariedade”, e não haveria outro nome a lhe dar, de modo a estimular pesquisas cada vez mais aceleradas que abranjam milhares de pacientes, de mais de uma centena de países. Disse o pneumologista Clayton Cowl, diretor de medicina preventiva da Mayo Clinic em Rochester, um dos mais respeitados hospitais dos Estados Unidos, referência incontornável: “O mundo está unido no combate à pandemia de Covid-19. Resolveremos o mistério e impediremos que algo semelhante aconteça nos próximos anos”. É uma promessa, por ora, mas quase uma certeza quando se acompanha a máquina rodando.

Romero pede esclarecimento sobre fuga de presídio em Itaquitinga à Secretaria de Defesa Social

Desde 2019, é a terceira fuga que acontece na unidade.

Foto: reprodução

O deputado Romero Albuquerque encaminhou requerimento à Secretaria de Defesa Social pedindo informações sobre a terceira fuga de detentos do complexo prisional de Itaquitinga, Zona da Mata, em pouco mais de um ano. Dessa vez, seis detentos fugiram na madrugada da última terça-feira (25).

As informações são de que os detentos Danilo da Silva Dionísio, Marcelo Moura de Araújo Filho, Lafaiete Francisco Alves, José Roberto dos Santos Almeida e Gerlis Adriano de Souza continuam foragidos, e que somente um do grupo de fugitivos, Cristiano Cícero da Silva, foi recapturado.

“Vivemos uma situação grave, mas o Estado precisa continuar funcionando. A crise causada pelo Covid-19 pode agravar ou criar várias outras crises em nossa sociedade, e o poder público deve agir preventivamente para evitar mais danos e perigos”, ressalta o parlamentar.

Recorrente

Inaugurada em 2018, de acordo com o governo estadual, a unidade de segurança máxima já registrou outras fugas. A primeira foi em 12 de fevereiro de 2019 quando dois detentos conseguiram escapar do Módulo B do presídio. A segunda, de um jovem de 24 anos, no dia 21 de maio do mesmo ano.

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