Uma dos tripés da agremiação da Zona Norte traz um palhaço com uma faixa presidencial

RIO – Com críticas ao presidente Jair Bolsonaro, a Acadêmicos de Vigário Geral abriu a 1ª noite de desfiles da Série A. Às 22h45, a escola entrou na Sapucaí com o enredo “O conto do vigário”. No fim do desfile, um tripé traz um palhaço com uma faixa presidencial.

Na alegoria, a escultura imita uma arma com uma das mãos. Quando o carro passou pelo setor 2, algumas pessoas aplaudiram e outras vaiaram. Já no setor 3, algumas dezenas de pessoas que assistiam vaiaram o tripé.

Parte do público aplaudiu e parte vaiou a alegoria da agremiação da Zona Norte Foto: Rafael Galdo / Agência O Globo
Parte do público aplaudiu e parte vaiou a alegoria da agremiação da Zona Norte Foto: Rafael Galdo / Agência O Globo

Logo atrás, a ala “Bloco Sujo” fazia referência aos blocos de rua que se manifestam contra o descaso do poder público com setores da sociedade. Os componentes que vestiam fantasias comuns no carnaval de rua, como palhaço, diabo, marinheiro e melindrosa, carregavam estandartes com “Educação”, “Cultura”, “Saúde” e “Democracia” escritos, por exemplo.

O vereador Tarcísio Motta (PSOL) veio à frente de um dos carros da Vigário Geral. Segundo ele, “foi uma honra e uma alegria desfilar na Acadêmicos de Vigário Geral, mostrando a farsa de políticos que despertam a ira em nome da fé, mas cantando a resistência de quilombolas, indígenas e favelados”:— Emocionante, disse o vereador.LEIA: Exposição na Sapucaí celebra 100 anos do guardião de Candonga

A presidente da Vigário Geral criticou o prefeito Marcelo Crivella. Segundo Elizabeth Cunha, a escola precisou pedir ajuda às co-irmãs para colocar o carnaval na rua em 2020. De acordo com Elizabeth, “os últimos anos têm sido muito difícil, principalmente, para a Série A”.

— Esse ano foi muito difícil, mas pedindo aos amigos e fazendo reciclagem, colocamos a escola na rua. Pedimos ao governador que ele nos ajude porque, nos últimos anos, na Gestão Crivella, tem sido dureza – disse Betinha, como é conhecida.

Acadêmicos de Vigário Geral trouxe palhaço com faixa presidencial em um dos tripés Foto: Rafael Nascimento de Souza / Agência O Globo
Acadêmicos de Vigário Geral trouxe palhaço com faixa presidencial em um dos tripés Foto: Rafael Nascimento de Souza / Agência O Globo

Antes do desfile, representantes da Liga das Escolas de Samba do Rio (Lierj), que organiza o desfile da Série A, apresentaram uma faixa com apelos ao governador Wilson Witzel no setor 1. Eles afirmam que a Série A “sofre pela falta de apoio do poder público”. Segundo a direção da liga que representa a Série A, as escolas estão “agonizando”. Betinha foi uma das lideranças que participou do protesto.

Palhaço com faixa presidencial fechou desfile da Vigário Geral Foto: DIEGO MARTINS MENDES / Agência O Globo
Comissão de Frente da Vigário Geral comentou a situação política do país Foto: DIEGO MARTINS MENDES / Agência O Globo
Comissão de Frente da Vigário Geral comentou a situação política do país Foto: DIEGO MARTINS MENDES / Agência O Globo
Abre-alas da Acadêmicos da Rocinha, que levou para a avenida o enredo sobre Maria Conga
Foto: DIEGO MARTINS MENDES / Agência O Globo

 

Picolé de cachaça será lançado neste sábado (22)

Em uma aposta para refrescar os foliões, um novo produto foi lançado para ser estreado durante o Carnaval: picolé de cachaça.

A Degusta, juntamente com a Cachaçaria Carvalheira, vai lançar o produto feito da bebida, com sabor de mel e limão. O picolé será lançado neste sábado ( 22), em uma festa particular da Carvalheira e, logo em seguida, será vendido nas principais lojas da Degusta.

“Agilizamos a produção para atender ao público do Carvalheira na Ladeira durante o Carnaval. Tudo isso há menos de 30 dias da festa. Foi uma corrida contra o tempo! Mas como no DNA da Degusta está a inovação e ousadia, conseguimos”, ressaltou Bruno Zammataro, sócio da Degusta ao lado de Erica Maia.

O Degusta Carva é um mini picolé de 35 gramas e com um teor alcoólico de 2,2%. “Foi um grande desafio equilibrar o teor alcoólico, os açúcares, o mel, o limão e, ao mesmo tempo, termos um produto que agradasse o paladar de todos”, contou Zammataro.

Depois do lançamento no Carnaval, o produto será comercializado nas unidades da Degusta do Pina, Casa Forte, Candeias, Paço Alfândega, Setúbal e Porto de Galinhas. Folha de Pernambuco.

Número de vistos negados pelos EUA a brasileiros cresce 45% em um ano

Primeiro a comentar!

O acúmulo de dívidas e o fim de um contrato de trabalho levaram a professora Graziele Soares, 35 anos, a tentar cruzar a fronteira do México para viver nos Estados Unidos, como fez uma irmã dela há 16 anos. Presa ao tocar o solo norte-americano, a brasileira relata “os piores dias” de sua vida no processo de deportação ao Brasil, um risco crescente para os que, sem visto, decidem arriscar a sorte.

Entre outubro de 2018 e setembro de 2019 o número de vistos de turismo negados pelos EUA a brasileiros teve um aumento significativo, o maior índice dos últimos 14 anos. Houve um crescimento de mais de 45% na comparação com a taxa do ano fiscal anterior, entre outubro de 2017 e setembro de 2018, chegando a 18,5%, de acordo com dados do Departamento de Estado norte-americano.

No mesmo período, o número de brasileiros detidos pela imigração norte-americana ao tentar entrar irregularmente no país também cresceu exponencialmente, chegando a 17,9 mil presos nos centros de detenção do departamento de imigração.

O número de vistos negados não explica, mas se relaciona com o crescimento do número de pessoas detidas, no que parece ser uma estratégia para desincentivar novas tentativas de imigração de brasileiros aos EUA.

O aperto na política de imigração leva aos dois resultados, para os que tentam o visto de forma legal e para aqueles que, sem essa chance, querem entrar via México, já que o país não exige mais vistos de brasileiros.

Os dados do Departamento de Estado, desde 2006, mostram que a parcela de vistos negados a brasileiros foi caindo rapidamente daquele ano, em que estava em torno de 13%, até 2014, quando chegou a 3,2%. Em 2014 e nos dois anos anteriores, as negativas estiveram próximas do limiar de 3%, sempre dado pelo governo norte-americano como o limite que o Brasil teria que baixar para entrar na sonhada lista de países que poderiam negociar o fim do visto.

Em 2015, no entanto, as negativas subiram um pouco, para 5,4% —de acordo com fontes ouvidas pela Reuters, possivelmente uma resposta ao início de uma crise econômica

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