Foto: reprodução

Antônio de Queiroz Galvão, fundador do Grupo Queiroz Galvão (QGSA), faleceu, na madrugada deste domingo (19), aos 96 anos. Ele foi vítima de um AVC, por volta da 1h30. Sua morte foi comunicada manhã deste domingo pela QGSA. De acordo com o comunicado, o velório tem início às 12h e o sepultamento será às 17h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife.

O engenheiro trabalhou no Grupo até os 90 anos de forma participativa. Deixa esposa, sete filhos, 22 netos e 25 bisnetos.

João Carlos Paes Mendonça, presidente do grupo JCPM e do SJCC, lamentou a morte do engenheiro. “Perde o Estado de Pernambuco e perde o País. Antônio Queiroz Galvão foi uma referência na construção civil, onde começou sua atuação como empresário, estendendo sua participação em outros setores onde atuava com a mesma dedicação”, disse.

Trajetória

Antonio de Queiroz Galvão nasceu em Timbaúba, na Zona da Mata Norte de Pernambuco, no dia 4 de maio de 1923, filho de um vendedor de secos e molhados, Antônio de Albuquerque Galvão, e de Maria Augusta Galvão. Ainda criança mudou-se com a família para o Recife, onde formou-se em engenharia civil pela Escola de Engenharia de Pernambuco.

Começou a carreira como diretor de Obras da Prefeitura do Recife e, mais tarde, criou, ao lado do irmão Mário, a construtora Queiroz & Galvão Ltda. Os irmãos mais novos, Dário e João, também se tornariam sócios da empresa. Entre as primeiras obras da então pequena construtora, estão o sistema de abastecimento de água de Limoeiro, a ligação rodoviária entre o Cabo de Santo Agostinho e Escada e a pavimentação da BR-101.

A empresa

Segundo revela o site da QGSA, os irmãos venderam um Chevrolet antigo, um Jipe e um Ford, com cinco anos de uso, para dar início à empresa, que em princípio realizava pequenas obras de saneamento e pavimentação de estradas. Eram os anos 1950, e o Brasil começava um rápido processo de industrialização.

A entrada no cenário nacional da construção civil foi dada com a conquista de uma grande obra rodoviária no Estado de São Paulo. Nesse período, a sede foi transferida para o Rio de Janeiro, se tornando SA. Entre as várias obras que realizou, estão a Rodovia Transamazônica, a Ferrovia do Aço, as linhas 4 e 5 do Metrô de São Paulo, a linha 4 do Metrô do Rio, a Rodovia Carvalho Pinto, em São Paulo, e a Linha Vermelha, no Rio de Janeiro. Atualmente, o grupo atua na América do Sul, Caribe e África. ( Jamildo)

Petrolina perde para o Santa Cruz na estreia do Pernambucano

Foto: Bobby Fabisak / JC Imagem

Estreando uniforme branco, sem as tradicionais listras no peito, apresentando novo mascote e pintura na arquibancada, além do gramado totalmente recuperado, o Santa Cruz estreou com vitória tranquila no Campeonato Pernambucano. No jogo que abriu a 105ª edição do Estadual, o tricolor venceu o Petrolina por 3×0, na noite deste sábado, no Arruda. E com a marca do artilheiro Pipico, autor de dois gols.

Sem jogar desde julho do ano passado, quando se machucou no empate por 0x0 com o ABC, ainda pela primeira primeira fase da Série C, Pipico voltou com o mesmo poder de fogo. Em 2019, foi o maior goleador do clube, com 16 gols. E agora já começa a temporada assumindo a artilharia.

O JOGO

Nos dois gols, mostrando presença de área. No primeiro, logo aos nove minutos, se antecipando ao volante Cícero, tocando para o fundo da rede. Depois, quando o Santa já vencia por 2×0, gol marcado pelo prata da casa Patrick, Pipico ampliou. Aos 29, apareceu por trás da zaga para dominar e, de frente para o goleiro Tigre, escolher o canto, após belo cruzamento de Paulinho, outro destaque, a exemplo de Bileu.

O camisa nove, no entanto, não se limitou aos gols. Se movimentou bastante. Indo buscar a bola no meio de campo várias vezes, deixando a marcação sertaneja confusa. O toque de bola com velocidade do meio de campo também ajudou para a vitória sem apertos. Mesmo com o time ainda em processo de reformulação e com pouco tempo de treinamento. Iniciando a partida com cinco jogadores da base. Dois deles improvisados (o zagueiro Feliphe na lateral esquerda e o lateral Augusto Potiguar no ataque)

Depois de ter definido o duelo antes dos 30 minutos do primeiro tempo, o Santa passou a cadenciar mais a partida. Se no início fez marcação alta, depois recuou e passou a explorar os (diversos) erros do Petrolina. A Fera Sertaneja, aliás, pagou por ter sido afoito. Chegou até a ter mais posse de bola no início, mas se lançava ao ataque e deixava espaços aos tricolores.

SEGUNDO TEMPO

Na segunda etapa as duas equipes diminuíram o ritmo, sentindo o desgaste natural de início de temporada. Mesmo assim, o tricolor manteve o equilíbrio defensivo, não permitindo finalizações perigosas do rival. Tendo ainda pelo menos uma chance de ampliar, num chute forte de Augusto Potiguar, bem defendido por Tigre.

Itamar Shulle aproveitou para rodar a equipe, promovendo as entradas de Totty, Ítalo Henrique e Mayco Félix. O Santa volta a jogar terça-feira, contra o Retrô, no Arruda. O Petrolina recebe, domingo, o Náutico. (JC Online)

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