Além do painel com o ator e a criadora, o público presente no auditório pôde assistir em primeira mão cenas e o trailer final da série. (Foto: Reprodução)

O ator, famoso por interpretar o Superman, é o protagonista de “The Witcher”, nova série da plataforma de streaming, que estreará no próximo dia 20.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Henry Cavill, 36, não estava anunciado entre as atrações da CCXP (Comic Con Experience 2019), que acontece em São Paulo, mas cumpriu as expectativas dos fãs e apareceu mesmo assim no painel da Netflix, neste domingo (8). Ele já havia feito uma aparição na edição argentina no sábado (7).

O ator, famoso por interpretar o Superman, é o protagonista de “The Witcher”, nova série da plataforma de streaming, que estreará no próximo dia 20.

A narrativa de drama e fantasia é baseada na série de livros de mesmo nome, escrita por Andrzej Sapkowski, e acompanha Geralt de Rívia, um dos últimos bruxos restantes na Terra.

“Gerald não é um personagem simples, é complicado, ele tem a natureza de uma pessoa carinhosa, mas o mundo acabou o corrompendo”, diz Cavill. Ele explica que os bruxos da série trabalham como mercenários à caça de monstros. “Gerald é especial, ele é tudo que um cavaleiro nobre deveria ser, mas é tratado como vilão por onde passa.”

Quando soube que a plataforma produzia a série, o ator insistiu com seus agentes e os produtores até conseguir o papel do protagonista. Antes, Cavill já havia jogado os jogos da franquia e lido todos os livros do personagem.

“O verdadeiro poder dele é a capacidade de amar, ele vai muito além da capacidade de um bruxo e matador de monstros. Gerald se esforça para ajudar as pessoas”, explica Cavill.

Um dos pontos fortes que a série promete são as cenas de luta. Para a criadora, Lauren Schmidt, elas são diferentes das de outras produções televisivas não apenas pela habilidade técnica da equipe. 

“Qualquer um pode usar espadas, mas quem se importa? A gente sempre fala sobre quem está lutando, por que estão fazendo isso, qual é a história por trás. Não sei se vocês sabem, mas Henry faz todas as cenas ele mesmo, sem dublês.”

Além de Gerald, há outras duas importantes personagens para a trama: Ciri e Jennifer, que possuem laços estreitos com o feiticeiro. “Em termos de contar uma história, se você só tiver um personagem interessante, você vai perder o interesse nele também. Quanto mais complexo eles forem, melhor a interação”, diz Laura.

“Ele tenta evitar ao máximo o relacionamento com Ciri, mas o destino não deixa ele se afastar”, diz Cavill. “Tenho certeza que todo mundo já passou por isso, eles amam se odiar.”

Além do painel com o ator e a criadora, o público presente no auditório pôde assistir em primeira mão cenas e o trailer final da série.

Ambos ator afirmam que a série passa uma mensagem sobre aceitar as diferenças e ter empatia pelas pessoas ao redor. “É fácil ter sentimentos negativos porque você é diferente, mas a verdade é que a gente tem que se amar independente das dificuldades que o mundo nos impuser.”

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TELEVISÃO:

Minissérie ‘O Auto da Compadecida’ será reprisada pela 1ª vez na Globo a partir do dia 7 de janeiro

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – As aventuras de João Grilo (Matheus Nachtergaele) e Chicó (Selton Mello) vão voltar à tela da Globo. A minissérie “O Auto da Compadecida” (1999) será reprisada pela primeira vez, a partir do dia 7 de janeiro, na emissora. 

Antes, no fim de dezembro, os quatro episódios da produção, baseada na peça teatral homônima de Ariano Suassuna (1927-2014), estarão disponíveis para os assinantes do GloboPlay.

O anúncio foi feito por Selton Mello neste domingo (8) na CCXP (Comic Con Experience 2019), evento de cultura pop que acontece em São Paulo. No fim de novembro, a atriz Virginia Cavendish já tinha revelado por meio de suas redes sociais que a minissérie seria reprisada.

Também presente na CCXP, o diretor Guel Arraes contou que a reexibição da minissérie conta com algumas novidades. Um delas é que todo o material foi remasterizado, o que significa que visualmente foram tirados arranhões e a imagem ganhou mais brilho. Os efeitos especiais também foram refeitos, especialmente, os que mostram o céu do julgamento. Além disso, foi produzida uma abertura nova, que foi apresentada pela primeira vez no evento. 

“É muito doido. O negócio está pronto há 20 anos, e você entra lá e faz de novo uma parte. Isso foi muito bacana. É uma obra que não termina, de certa maneira”, disse Arraes. 

Mello afirmou que Chicó é o personagem mais popular que ele já fez, maior até do que outros trabalhos que ele fez em novelas. “Eu não dou um passo em nenhum lugar do Brasil, que não chegue alguém, não interessa a idade, a classe social, que não venha falar de Chicó. Há 20 anos, Chicó é o contato do público comigo.”

O ator completou que acha ótimo que novas gerações vão poder conhecer esse trabalho e destacou a importância da reprise da minissérie, que tem uma hora a mais que o filme “O Auto da Compadecida”, longa que surgiu em 2000, um ano depois da produção para a televisão. 

“Essa uma hora a mais que tem na minissérie eu já não lembro mais o que é que tem. Eu só lembro que tinha um gato que descome dinheiro. O resto não lembro mais nada, porque a gente se acostumou nesses 20 anos a ver o filme. O que eu acho muito bonito é que a gente vai inaugurar uma nova geração de fanáticos pelo ‘O Auto da Compadecida'”, afirmou o ator.

Ele, então, pediu para o público falar o bordão do Chicó: “Não sei, só sei que foi assim”, gritou a plateia. 

Nascido no interior de Minas e criado em São Paulo, Selton Mello disse que só entendeu como tinha que fazer o sertanejo Chicó, quando pisou em Cabaceiras, na Paraíba, onde foi gravada a minissérie. “Eu e o Matheus sempre falamos isso, que foi quando a gente pisou lá, que a gente começou a ouvir as pessoas falando, o humor delas, a vivacidade delas, ali que a gente entendeu como fazer esses personagens”, contou. 

Para Arraes e Mello, a reprise da minissérie neste momento do Brasil vai cair em um bom momento. O diretor afirmou que ‘O Auto da Compadecida’ é um painel popular do Brasil e pode chamar a atenção de políticos, artistas e empresários para as necessidade do povo brasileiro e nordestino que, apesar de ser desassistido, é “esperto, safo e consegue se divertir, ter humor”. “É uma comédia onde os personagens estão sempre atrás de comida. O que eles querem? A coisa mais básica do mundo: comer. E, no entanto, é muito engraçado. “

No fim, Mello perguntou se tinha alguém de cosplay de João Grilo ou Chicó. “Valoriza-se muito pouco a cultura brasileira”, disse ele, arrancando aplausos da plateia. Não tinha, mas havia uma pessoa com um cartaz da minissérie, e ele prometeu fazer uma foto com o fã. 

Em quatro episódios, “O Auto da Compadecida” conta as aventuras de João Grilo e Chicó, quando no início da década de 1930, eles vão para Taperoá, no sertão da Paraíba. Lá, eles passam a trabalhar e morar com o padeiro Eurico (Diego Vilela). Chicó se torna um dos muitos amantes de Dora (Denise Fraga), a mulher do padeiro.

Rosinha, papel de  Cavendish, é filha de Antônio Morais (Paulo Goulart), um tradicional latifundiário que quer ver a jovem casada com um homem valente e rico. Mas ela se apaixona por Chicó, que não tem dinheiro. João Grilo, porém, vai armar um plano para eles casarem. 

Em 2000, a minissérie foi editada, virou filme e foi para os cinemas, atraindo mais de 2 milhões de espectadores.

Mega-Sena acumula, e próximo prêmio será de R$ 25 milhões 

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2214 da Mega-Sena, sorteados na noite de sábado (7). O prêmio acumulado para o próximo sorteio, previsto para a próxima quarta-feira (11), é de R$ 25 Milhões.

As dezenas sorteadas ontem foram 04, 10, 18, 30, 34 e 47.

Os 47 apostadores que acertaram a quina vão receber R$ 41.300,51, e os que fizeram a quadra, e os 3.223 que fizeram a quadra, R$ 805,47.

MUNDO: 

Rapper americano Juice Wrld morre aos 21 anos

Um dos nomes em ascensão do rap americano, Jarad Anthony Higgin, seu nome real, havia desembarcado nesta manhã de um voo vindo da Califórnia (Foto: Reprodução)

(FOLHAPRESS) – O rapper americano Juice Wrld morreu neste domingo (8), aos 21 anos, em um hospital de Chicago após sofrer uma convulsão no aeroporto da cidade americana.

Um dos nomes em ascensão do rap americano, Jarad Anthony Higgin, seu nome real, havia desembarcado nesta manhã de um voo vindo da Califórnia. Segundo a revista Variety, ele teria sangrado pela boca e foi levado ao hospital com vida, mas não resistiu. O relatório médico não informou a causa da morte.

Conhecido pelo hit “Lucid Dreams”, que acumula quase 400 milhões de reproduções no YouTube, o rapper nascido em Chicago havia acabado de completar 21 anos, na última segunda-feira (2).

O rapper começou a carreira com canções publicadas na plataforma SoundCloud, aos 15 anos. Ganhou destaque ao assinar com a gravadora Interscope Records, em 2018, e lançar o primeiro álbum, “Goodbye & Good Riddance”. O single “All Girls Are the Same” chegou ao segundo lugar das paradas americanas.

Misturando elementos do rock e do emo ao hip-hop, ele abordava temas como depressão, morte e abuso de drogas nas letras. Ainda em 2018, dedicou um EP aos rappers XXXTentation, que morreu aos 20 anos em 2018, e Lil Peep, que também morreu aos 21 anos em 2017, por conta de uma overdose.

Sua carreira também incluiu um música original na trilha sonora da animação “Homem Aranha no Aranhaverso”, e uma parceria recente com o grupo de k-pop BTS, Ellie Goulding e Benny Blanco.

Seu último trabalho foi o disco “Death Race for Love”, lançado em meados de 2019. Entre as parcerias, colaborou com artistas como BTS, Ellie Goulding, Panic! at the Disco e Benny Blanco.

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