O jornalista teve passagem pelo Jornal do Commercio, onde, por 22 anos, foi titular da coluna Pinga-Fogo

O jornalista e colunista político Inaldo Sampaio faleceu aos 64 anos, no Recife. Inaldo, que assinou a coluna Fogo Cruzado na Folha de Pernambuco, morreu na madrugada desta segunda-feira (11). O velório será realizado no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife, onde será realizado também o enterro, às 17h.

Inaldo Sampaio lutava havia anos contra um câncer e, nesta madrugada, sofreu uma parada cardíaca, falecendo no Hospital Português.

Atualmente, Inaldo Sampaio era colunista político da rádio CBN Recife, assinava  coluna política no Diario de Pernambuco – o último texto, “Lula só não pode incendiar o país”, foi publicada na edição desta segunda. O jornalista também atuava no Tribunal de Contas do Estado, onde ingressou em 1995.

Inaldo foi ainda comentarista político no Jornal do Commercio e no programa Bom dia Pernambuco, da Rede Globo. Também teve passagem pelo O Globo. Irmão do também jornalista Ivanildo Sampaio, Inaldo deixa esposa, dois filhos e um neto.

Editora-chefe da Folha de Pernambuco, a jornalista Leusa Santos elogiou o trabalho de Inaldo e lamentou o falecimento: “Inaldo sempre prezou pela coerência nas suas análises do cenário político do país. É um quadro que fará falta ao setor jornalístico”.

Em seu perfil no Instagram, a colunista social da Folha de Pernambuco, Roberta Jungmann, lamentou a morte do colega: “Os mundos político e jornalístico sentirão um grande vazio. Eu o chamava da ‘minha Bíblia’ de prefeitos e sempre recorria a ele quando precisava me aprofundar nas questões políticas. Descanse em paz meu GRANDE MESTRE! SAUDADES ETERNAS!”.

A colunista de política da Folha, Renata Bezerra de Melo, também expressou seus sentimentos. “O adeus a Inaldo Sampaio é das notícias difíceis e tristes de se dar. O jornalismo perde um personagem importante com quem tive oportunidade de estreitar a relação durante o período em que ele escreveu para Folha de Pernambuco. Sempre gentil no trato, com a pena afiada, Inaldo dedicou boa parte da vida à comunicação e tinha extensa bagagem na política. Ele deixa uma lacuna. Minha solidariedade à família, que encontre conforto”.

O governador do Estado, Paulo Câmara, chamou Inaldo de “defensor intransigente da democracia”. “Com profundo pesar recebi a noticia do falecimento do jornalista Inaldo Sampaio. Inaldo era um profundo conhecedor da política pernambucana e defensor intransigente da democracia. Do litoral ao sertão, nada escapava ao seu olhar preciso e marcante. Emprestou seu talento aos três principais jornais da capital, além de várias rádios e páginas da internet. Expresso minha solidariedade à família e aos amigos”, disse.

O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também emitiu seu pesar. “Recebi com muita tristeza a notícia do falecimento do jornalista Inaldo Sampaio. Ele cumpriu por muitos anos a missão de informar a população com correção e grande competência. Era um profundo conhecedor da política de Pernambuco e vai fazer muita falta. Aos tantos parentes e amigos, quero deixar meu abraço e sinceros pêsames”.

Nota de pesar:

Amupe Lamenta a Morte do Jornalista Inaldo Sampaio

Prefeito José Patriota emite nota de pesar pelo falecimento do jornalista Inaldo Sampaio
Venha através desta expressar o meu profundo pesar pela morte desse grande pajeuzeiro, jornalista de talento, referência na cobertura política em nosso Estado, Inaldo Sampaio. Que Deus o receba em sua morada e possa trazer conforto para familiares e amigos nesse momento de irreparável perda.
José Patriota 
Prefeito de Afogados da Ingazeira
Presidente da AMUPE

 

Mundo: Repercute Renúncia de Evo Morales na Bolivia

Evo Morales renunciou neste domingo (10) ao cargo de presidente da Bolívia, após uma escalada nas tensões no país. O anúncio foi feito em rede nacional, pela televisão.

O vice-presidente, Álvaro García Linera, também apresentou a renúncia.

“Decidi, escutando meus companheiros, renunciar ao meu cargo da presidência”, disse Evo.

Logo em seguida, ele atacou seus opositores Carlos Mesa e Luis Fernando Camacho.

“Por que tomei essa decisão? Para que Mesa e Camacho não sigam perseguindo meus irmãos dirigentes sindicais. Para que Mesa e Camacho não sigam queimando a casa dos governadores de Oruro e Chuquisaca.”

Evo ainda classificou a situação como um golpe:”Lamento muito esse golpe cívico, e de alguns setores da polícia que se juntaram para atentar contra a democracia, contra a paz social com violência, com amedrontamento para intimidar o povo boliviano.”

Depois de acusar a oposição de atos violentos, ele terminou: “Por essas e muitas razões, estou renunciando, enviando a minha carta renúncia à Assembleia Legislativa Plurinacional da Bolívia. Muito obrigado”.

 

 

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