187  países votaram contra, e três países votaram a favor: Estados Unidos, Israel e Brasil

Na ONU, nada menos que 187 países votaram contra o embargo dos Estados Unidos contra Cuba e só três países votaram a favor: EUA, Israel e Brasil, o que mostra que o Itamaraty atua como sucursal do Departamento de Estado norte-americano. “Nódoa indelével na nossa credibilidade”, diz o ex-chanceler Celso Amorim.

Pela primeira vez na história, o Brasil votou nesta quinta-feira 7 contra a resolução da ONU que condena o embargo dos Estados Unidos a Cuba. Nada menos que 187 países votaram contra o embargo e apenas três países votaram a favor: Estados Unidos, Israel e Brasil.

O posicionamento apenas reforça que o Itamaraty, sob o governo de Jair Bolsonaro, atua como sucursal do Departamento de Estado norte-americano. Mesmo agindo como colônia, porém, o Brasil não vem tendo nenhum ganho econômico – muito pelo contrário.

“Nódoa indelével na nossa credibilidade”, comentou o ex-chanceler Celso Amorim, sobre a votação, em declaração ao 247.

A posição brasileira é inédita e altera a posição diplomática do Brasil adotada desde 1992, quando a condenação do embargo foi votada pela primeira vez.

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STF: Cármen Lúcia confirma voto por prisão após segunda instância

Ministra Cármen Lúcia preside sessão da 2ª turma do STF.

Entre os ministros que ainda restam votar, porém, estão Gilmar Mendes e Celso de Mello, que já se posicionaram publicamente a favor do trânsito em julgado

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou hoje (7) sua posição histórica e votou por autorizar o cumprimento de pena após condenação em segunda instância.

Para a ministra, a Constituição deve ser interpretada levando-se em conta a “eficácia do sistema criminal”, de modo que “se tenha garantida a plena observância do acatamento da lei”. Ela considerou que impedir a prisão após segunda instância acarretaria na “frustação daqueles que sofreram como consequência do delito”.

Em seu voto, Cármen Lúcia chegou a dizer que seria “voto vencido”, dando uma pista sobre a resolução do julgamento. Ela também elogiou os colegas que pensam diferente. “O contraditório é do direito porque é da vida. Quem gosta de unanimidade é ditadura. Democracia é plural, sempre”, afirmou.

Ela foi a quinta a votar pelo cumprimento antecipado de pena, junto com os ministros Alexandre de MoraesLuís Roberto BarrosoEdson Fachin e Luiz Fux. Com isso, o placar está em 5 a 3 em favor da prisão em segunda instância.

Até o momento, os ministros Marco Aurélio Mello, relator, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski votaram pela prisão somente após o chamado trânsito em julgado, quando encerrados os recursos possíveis também nas instâncias superiores: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o próprio Supremo.

Entre os ministros que ainda restam votar, porém, estão Gilmar Mendes e Celso de Mello, que já se posicionaram publicamente a favor do trânsito em julgado. Caso o voto deles seja confirmado, o julgamento ficará empatado em 5 a 5, cabendo ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, último a votar, definir a questão.

Em ocasiões anteriores, Toffoli votou primeiro em favor da segunda instância, mas depois mudou de posição, alinhando-se à corrente defensora do trânsito em julgado. No passado, ele chegou a propor uma terceira via, de permitir a prisão após julgados os recursos no STJ, que funcionaria como uma terceira instância. 

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