PM Claudia Kafer,

A soldado da Polícia Militar que atirou em um jovem que atacou o cliente de uma sorveteria em Colniza, a 1.065 km de Cuiabá, disse, em entrevista ao G1, que alertou o suspeito para que parasse de acertar a vítima e largasse o facão que carregava. Ela estava de folga naquele dia.
O suspeito, armado com um facão, só parou de golpear a vítima quando foi baleado pela policial.
A situação ocorreu na tarde deste último domingo (3), no Distrito de Guariba. O suspeito, Cremildo da Silva Ribeiro, de 21 anos, acabou baleado pela policial na perna e foi preso. A vítima atingida pelos facões, Nelson José de Arruda, de 33 anos, foi internado.
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A policial, Claudia Kafer, 32 anos,  disse que em quase 9 anos de Polícia Militar, foi a primeira vez que a soldado teve que reagir em uma situação fora do trabalho.
Kafer disse que outras pessoas estavam na sorveteria e assistiam futebol pela televisão. Cremildo estava com uma touca e um capacete para que não fosse identificado.
A policial pagava os produtos no momento em que ele chegou em uma motocicleta e começou a atacar o cliente da sorveteria.

Os dois homens envolvidos no caso foram liberados do hospital nessa segunda-feira (4). A Polícia Civil investiga a motivação do crime.

 

A Polícia Federal investiga o ex-chefe de gabinete da Tesouraria do MDB Gilberto Loyola, por supostamente receber propinas destinadas ao ex-senador Eunício Oliveira (MDB-CE) em troca de apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) em 2014.

Nesta terça-feira (05), por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo, a PF fez buscas em endereços de Loyola e também em uma empresa de táxi aéreo suspeita de simular notas fraudulentas para ocultar propina ao senador Eduardo Braga (MDB/AM).

De acordo com as investigações a entrega do dinheiro em espécie ‘foi feita por um prestador de serviço do Grupo JBS responsável pelo recolhimento de valores em supermercados clientes do grupo empresarial no Nordeste’.

À época, Loyola era chefe do gabinete da Tesouraria do MDB em Brasília e foi considerado pelos investigadores um emissário do então senador Eunício, que se candidatou ao governo do Ceará em 2014.

Eunício é investigado por supostamente receber cerca de R$ 6 milhões em propinas do grupo de Joesley Batista, ocultados em simulação de contratos com duas empresas de cinema (R$ 1 milhão), um centro de pesquisas de opinião (R$ 2 milhões) e duas doações oficiais destinadas ao parlamentar pela JBS no valor de R$ 2,62 milhões. Soma-se a isso os R$ 318 mil entregues em espécie a Gilberto Loyola.

O ex-senador também teve a prisão temporária solicitada pela Polícia Federal sob fundamento de que a ação era ‘indispensável para identificar fontes de prova e obtenção de informações quanto à autoria e materialidade das infrações penais investigadas’.

O ministro do Supremo, no entanto, considerou a medida ‘extrema’ e afirmou que o pedido não apresentava indicação de condutas concretas dos investigados contra as apurações.

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